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      <title>Diário de aprendizagem by António Carlos Silveira</title>
      <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2</link>
      <description>MOOC AFC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-02 18:08:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-18 17:03:58 UTC</lastBuildDate>
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         <title>M1 Como pode a escola prepara os jovens para estes construam a sua autonomia, criatividade e intervenção num mundo volátil e incerto?</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/227614249</link>
         <description><![CDATA[<div>  A construção da autonomia do aluno e da sua capacidade de criar e intervir num mundo incerto e complexo depende de contextos educativos. A escola tem como missão contribuir para que esta construção ocorra de forma sustentada e eleve as capacidades do aluno a níveis cognitivos, sociais, emocionais e práticos mais elevados. </div><div><br></div><div>   Para tal a escola tem de promover práticas que levem a esta construção. Para começar, estas práticas educativas deverão ser, elas próprias, de nível mais elevado. “Um mundo mais sagaz exige uma abertura radical da mentalidade que potencie soluções de nível mais elevado”. E esta abertura, ou mudança, tem de ocorrer a vários níveis. A começar nos órgão de gestão. A mudança ou o reforço de práticas de nível elevado tem de começar, ou pelo menos ocorrer paralelamente mas práticas de gestão. A gestão deverá ser o espelho da organização da escola e por consequência deve, deliberadamente, proteger os seus colaboradores e apoiar o seu desenvolvimento. Os professores na sua prática letiva têm de passar das palavras aos atos. Reconheço que haja resistência de alguns, mas julgo haver tanta ou mais vontade de mudar as práticas educativas. Cabe às direções e/ou estruturas intermédias contribuir ativamente para que estas práticas de nível elevado ocorram. <br><br></div><div>   Tais práticas terão obrigatoriamente por passar pela promoção da autonomia dos alunos e pela sua intervenção na comunidade escolar mas também naquela em que a escola está envolvida. Tais práticas passarão de certeza pela diversificação de estratégias e de espaços de aprendizagem, assim como pelo uso das tecnologias fixas e móveis, mas sempre tendo como base o desenvolvimento de capacidades sociais e emocionais, bem as de vertente mais prática. <br><br></div><div>   Não conhecendo os contextos, da maior parte, de outras escolas e comunidades pretendo apenas deixar aqui o que realizo nas minhas turmas. Embora refiro, desde já, que não melhor das hipóteses isto acontece em 50% das aulas. <br><br></div><div>   As aulas verem ser diversificadas ter momentos de aprendizagem mais formal, mas outros em que o aluno tenha o máximo de autonomia possível para a construção das suas aprendizagens. Consigo numa turma de 20 alunos, e número de alunos é de extrema importância, dividir a turma em 4 grupos. Um grupo fica na sala a trabalhar o conhecimento mais formal, outro fica no laboratório a desenvolver, autonomamente atividades práticas, outro fica na biblioteca a fazer pesquisa e/ou a elaborar síntese ou a responder on-line a pequenos questionários. O quarto grupo fica, normalmente pelos átrios e polivalentes realizando questionários junto da comunidade e/ou pensando em soluções para determinados problemas. <br><br></div><div>   Consigo fazer isto porque a turma me dá confiança para tal, porque há espaços para isso. Não o consigo fazer em todas as turmas e também o faço porque aquela hora, mais ninguém o faz. <br><br></div><div>   Tais praticas deveriam ocorrer em sala de aula com a turma toda, em tempos já o fiz, mas a escola era antiga, mas tinha uma sala de aulas suficientemente grande para por a trabalhar diferentes grupos. Agora estou numa escola nova , e por tanto com salas em que só  para se sentar os alunos em filas quase não cabem, quanto mais para dividi-los em ala de aula. <br><br></div><div>Concluindo práticas com outra dinâmica requer órgãos de gestão, eles próprios com outras práticas, números e alunos por turma adequados e espaços adequados. Não se consegue por mais que uma turma na biblioteca, ou na sala de computadora. Mas podemos trazer os meios de comunicação e informação para dentro da sala. Os dispositivos móveis permitem hoje em dia um acesso rápido e fácil. Haja investimento neles. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 18:16:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/227614249</guid>
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         <title>M0 CARTA DE APRESENTAÇÃO</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/227617048</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>António Carlos Moreira da Silveira</strong></div><div>Professor do Quadro da <strong>Escola Secundária Inês de Castro</strong></div><div>Professor do 3º Ciclo do Ensino Básico e Secundário no <strong>Grupo de Biologia e Geologia</strong>.</div><ul><li><strong>Licenciatura em Biologia</strong> (Ramo Educacional e profissionalização) pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. </li><li>Especialização em <strong>Ensino da Astronomia</strong> da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (Departamento de Matemática Aplicada) </li><li>Curso de <strong>Valorização Técnica Orientada para a Administração</strong> do Instituto Nacional de Administração. </li></ul><div><br></div><div><strong>Experiência profissiona</strong>l:<br>Lecionei: <strong>Ciências Naturais</strong> (5º, 6º, 7º 8º, 9º); <strong>Biologia e Geologia</strong> (10º,11); <strong>Biologia</strong> (12º); <strong>Biologia - Cursos Profissionais</strong> (10º, 11º); <strong>Higiene Saúde e Segurança no Trabalh</strong>o; <strong>Estudo do Movimento</strong>; <strong>Higiene, Segurança e Cuidados Gerai</strong>s; <strong>Gestão e Organização dos Serviços e Cuidados de Saúde.</strong></div><div><br></div><div><strong>Cargos</strong>: Vice-Presidente do Conselho Executivo; Assessor de direção; Coordenador de Centro Novas Oportunidades; Coordenador de Departamento; Delegado de grupo disciplinar; Coordenador de Área de Projeto; Diretor dos cursos: Educação e Formação de Eletricista de Instalações e Serviço de Mesa e Bar e Diretor dos Cursos Profissionais de: Restauração e de Técnico Auxiliar de Saúde.<br><br></div><div>Coordenei e desenvolvi projetos no âmbito do <strong>Programa Ciência Viva</strong> II, IV e VI<br><br></div><div><strong>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar</strong>: <br>Estive desde início no lançamento e na implementação do <strong>programa Novas oportunidades</strong> em duas escolas, primeiro na vertente de jovens (CEF e Cursos profissionais), depois na vertente de Adultos (CNO). Desde há muito que implemento <strong>metodologias de projeto</strong> quer de âmbito da comunidade escolar (agrupamento), no âmbito escolar e em contexto de sala de aula. Participei na organização de PIEFs, turmas de <strong>currículos alternativos</strong> e desde o primeiro dia de aulas na implementação e <strong>uso das TI</strong>C nos diferentes contextos escolares, desde uso como ferramenta de aprendizagens pelos alunos, até aos contextos organizacionais da escola. Promovi grupos de articulação interdisciplinares e de diversas atividades de integração de saberes.</div><div><br></div><div><strong>Motivação para a implementação do projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular, em regime de experiência pedagógica</strong>:  <br>De momento a minha motivação tem como base a procura de conhecer e as experiências que se encontram a iniciar em diferentes escolas, procuram uma análise dos processos que me possam enriquecer como agente de desenvolvimento de competências nos alunos e ao mesmo tempo procurando um reenquadramento do currículo que valorize o processo de aprendizagem.</div><div><br></div><div>E<strong>xpectativas sobre o curso de formação</strong>:<br>Ao frequentar esta formação procuro enriquecer e esclarecer a minha prática educativa, atualizando-a e ao mesmo tempo compreender melhor a estratégia educativa nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 18:21:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/227617048</guid>
      </item>
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         <title>M1 Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o perfil?</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/227639543</link>
         <description><![CDATA[<div>A chave está na inclusão e do desenvolvimento de competências transversais, integrando conhecimento, capacidade e atitudes. Sempre com uma base humanista e sustentável, conjugando “Hard Skills” com “Soft Skills” promovendo o sucesso na aprendizagem, a confiança e criatividade individual tendo o aluno como o centro do processo educativo ambicionado que este seja um cidadão ativo e informado.<br><br>   Para que todos atinjam o perfil deve a escola transformar-se e criar dinâmicas de interações e articulações inter e transdisciplinares. As aprendizagens não podem ficar pela sala de aula, nem coladas a conteúdos programáticos.</div><div><br></div><div>   Existe uma necessidade de se agir não individualmente, mas em trabalho de conjunto e colaborativo identificando quias as estratégias que levam o aluno a chegar ao perfil. <br><br></div><div>   A inércia do sistema tende a diluir as inovações, mas também existem no sistema “inovações” que são práticas de alguns, umas vezes promovidas institucionalmente, outras por exclusiva iniciativa do professor. Trabalho de projeto, articulações interdisciplinares, trabalhos de pares e de grupo, aprendizagem pela descoberta não são inovações. A inovação passa por verdadeiras novas práticas, e estas terão de passar por trabalho sério na autonomia do aluno. <br><br></div><div>   E isto passa por uma abertura das práticas para fora da sala de aula (tenho saudades de uma escola com jardins), mas também uma abertura para a comunidade. Abertura física, virtual, digital, assente em dinâmicas que partem do próprio aluno.<br><br></div><div>   Por tanto obrigatoriamente têm de haver mudanças ao nível das gestão das escolas, mudanças que potenciem novas formas de organização, que poderão passar pelo currículo mas se forma alguma se podem esgotar nele. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 19:11:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>M2 Ação efetiva para aprendizagens essenciais</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/232774413</link>
         <description><![CDATA[<div>Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA)<br>Aprendizagens Essenciais (AE)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/236903474/06d040cd8dc3a4d54e717881a7b96196/A_ao_efetiva_para_aprendizagens_essenciais.pdf" />
         <pubDate>2018-02-19 00:01:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/232774413</guid>
      </item>
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         <title>M2 De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento de competências</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/232776564</link>
         <description><![CDATA[<div>O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade obrigatória assenta na aplicação de um modelo social de educação humanista sendo este multidisciplinar e diferenciador. Toma como centro do ato educativo um processo de aprendizagem em que o conhecimento é construído de forma colaborativa e numa procura da autonomia do aluno, sendo enquadrado por uma visão de conjunto e de contexto em vez de um conhecimento mais fragmentado, ao mesmo tempo que procura uma educação para a compreensão mútua. Com base nestes pressupostos, pretende que estes processos de aprendizagem associem conteúdos de cada área do saber a situações ou problemas do quotidiano procurando sempre a integração e a troca destes saberes, confrontando pontos de vista, resolvendo problemas e tomando decisões com base em valores reconhecidos por todos.  As estratégias de aprendizagem que o Perfil pressupõe, tais como trabalhos e colaborações de grupo e de pares, a aprendizagem pela descoberta ou o trabalho de projeto contribuem para o desenvolvimento equilibrado das competências de comunicação, colaboração, criatividade e pensamento crítico. Tais competências visam uma educação de pessoas autónomas, responsáveis e ativas na sociedade. Uma ação educativa vista como tal, envolve a articulação de diferentes áreas de competências do conhecimento, de capacidade cognitivas e psicomotoras, e de atitudes, habilidades sociais e organizacionais, assim como valores éticos, de cidadania e de participação. As competências de comunicação tomam particular atenção nas áreas de linguagem e textos, assim como nas de informação e comunicação. As competências de colaboração poderão ser mais desenvolvidas quando o trabalho educativo ocorre em áreas de desenvolvimento interpessoal e desenvolvimento pessoal e autonomia, sendo que esta última contribui também seriamente para as competências de comunicação. A criatividade resulta principalmente do raciocínio e da capacidade de resolver problemas, embora o pensamento crítico esteja presente. As competências da área do pensamento crítico, assim como da de pensamento criativo estão expressas e destacadas no próprio Perfil. hide</div><div>by António Carlos Silveira</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/236903474/a95b58be61a1ed4a099d72fc9d96a270/Comentario_tarefa_1__dia3_.pdf" />
         <pubDate>2018-02-19 00:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>M2 Fórum: Qual o impacto das Aprendizagens Essenciais na sala de aula?</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/232779100</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/236903474/f382f2b2a554aed6102dec1cc9cd2396/Dia_3_tarefa_2.pdf" />
         <pubDate>2018-02-19 00:50:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>M3 Fórum: É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas</title>
         <author>jovenscomsaude_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/235189557</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/265132292/3f854422662f36100297e04096462ea9/Tarefa_3_2_coment_rios.pdf" />
         <pubDate>2018-02-26 02:02:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>M3 Oceanos</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/235206316</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: Oceanos<br></strong><br></div><div><strong>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s):</strong> Ciências Naturais; Educação Física; Ciências Físico químicas<br><br><strong>Ano(s) de escolaridade:</strong> 8º ano<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina: </strong>Estando a escola na proximidade da orla costeira e com vários dos alunos, assim como a comunidade onde a escola se insere, ancestrais ligados ao mar. Reforçando a importância dos oceanos na vida quotidiana e no futuro da Humanidade.  Seria pertinente a criação de uma disciplina ligada ao mar.<br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação:</strong> As estratégias a utilizar seriam múltiplas, mas implicariam: <br><br></div><div>·    Trabalho de projeto que envolveriam a três disciplinas.</div><div>·    A integração de conhecimentos sobre o mar nos corpo de conhecimento das disciplinas de CN e FQ.</div><div>·    A realização de aulas de campo, onde poderiam ser trabalhados conteúdos e projetos que envolvessem as três disciplinas </div><div>·    Organizar atividade ao longo do percurso de deslocação até ao mar (cerca e 20 minutos) que envolveriam a atividade física, a recolha de amostras a a observação de solos, fauna e flora.</div><div>·    Realização de atividades laboratoriais que envolveriam o projeto desenvolver, a análise dos materiais recolhidos na aula de campo.</div><div>·    Uso de novas tecnologias para trabalhos de pesquisa, na aula de campo, na deslocação, no trabalho experimental</div><div>·    Organização de trabalho colaborativo entre os grupos da turma e até entre grupos de turmas diferentes.</div><div>·    Apresentação pública de resultados e trabalhos na escola e na comunidade.</div><div>·    Desportos na areia.<br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação:<br></strong><br></div><div>-   Qualidade do trabalho desenvolvido na construção dos trabalhos.</div><div>-   Capacidade de cooperação</div><div>-   Autonomia no processo de desenvolvimento do projeto.</div><div>-   Portefólios de observações e trabalhos laboratoriais realizados (comum a CN e FQ)</div><div>-   Avaliação mais formal (p. ex. um teste de avaliação de conhecimentos ou de pesquisa) – poderá ser digital.</div><div>-   Avaliação de procedimentos motores</div><div>-   Avaliação das componentes motoras inerentes à educação física.</div><div>-   Avaliação das componentes de jogo de equipa dos desportos desenvolvidos</div><div>-   A avaliação será realizada em conjunto com os três professores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 03:48:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/235206316</guid>
      </item>
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         <title>M4 Relato de uma prática de diferenciação pedagógica na Escola Secundária Inês de Castro</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/239979238</link>
         <description><![CDATA[<div>(<strong>Enquadramento</strong>: Escola Secundária Sem Flexibilidade Curricular)<br><br></div><div>O relato que se segue teve por base a necessidade de encontrar estratégias mais flexíveis e mais eficazes para o desenvolvimento de aprendizagens em alunos de um curso profissional. Para tal reuniu uma pequena equipa de professores da turma (aqueles que tinha mais horas de contacto com esses alunos) e o professor coordenador de saúde da escola. Segue-se uma pequena descrição das estratégias que eu uso nas 3 disciplinas que leciono a essa mesma turma.<br><br></div><div>A turma, de 22 alunos, foi dividida em 5 grupos. Com eles foram discutidos temas/problemas na área da saúde e que seriam importantes tratar junto de alunos da escola. Foram selecionadas 5 temas: “Prevenção da gravidez precoce”; “Prevenção do tabagismo”; “Higiene oral e pessoal”; “violência no namoro”; “Suporte básico de vida e socorro”. Estabeleceu-se com os alunos, um plano o mais simples possível. O primeiro passo passava pela obtenção informação dessas temáticas. Após uma breve pesquisa os alunos deslocaram-se e/ou entraram em contacto com algumas entidades. O grupo do “Suporte básico de vida e socorro” deslocou-se à corporação de bombeiros (que fica a poucos metros da escola) onde receberam informação e instrução sobre procedimentos a realizar (se bem que alguns deles já os tivessem aprendido em aula). O grupo “violência no namoro” reuniu com elementos dos Serviços Técnico Pedagógicos e com uma associação que acompanha essa temática. O grupo da “Higiene oral e pessoal” reuniu com uma técnica da Unidade de Saúde Pública nessa mesma unidade e trocaram informações com uma empresa da área da saúde oral, incluindo a solicitação de material a usar na atividade. O grupo “Prevenção do tabagismo” reuniu com o delegado de saúde. O grupo “Prevenção da gravidez precoce” reunião com os Serviços Técnico-Pedagógicos da escola e com uma enfermeira na Unidade de Saúde Familiar. `<br><br></div><div>É de referir que todas estas reuniões e deslocação foram realizadas com total autonomia dos alunos. O professor informou apenas as diferentes entidades que um grupo de alunos iriam entrar em contacto para marcar a deslocação. E após voltou a entrar em contacto para obter algum feedback da reunião. Com exceção da ida aos Bombeiros, a deslocação realizaram-se e horário pós-letivo.&nbsp;<br><br></div><div>Posteriormente os alunos reuniram todas as informações e recomendações, discutiram alguns pormenores e passaram a fase de elaboração e registo desses dados. Foram elaborados folhetos informativos, construíram-se apresentações vídeo e power point, treinaram-se manobras de reanimação. Simularam-se apresentações junto da turma recebendo feedback dos colegas e dos professores e fizeram-se reajustes. De seguida, selecionaram 5 grupos-turma para realizarem a apresentação dos 5 temas trabalhados. Voltaram a reunir para fazerem acertos nas apresentações a partir a alguma autocrítica, indicações minhas, sugestão das turmas recolhidas através de um pequeno inquérito e indicações dos professores dessas turmas que assistiram às apresentações.&nbsp;<br><br></div><div>A fase seguinte foi a da divulgação das atividades à comunidade escolar em particular aos professores, sendo-lhes indicado que poderiam solicitar junto da minha turma a deslocação a qualquer uma das turmas da escola para apresentados qualquer um dos temas trabalhados. Foi sugerido que se realiza-se na hora de Formação Cívica, uma vez que todas as turma a têm à mesma hora e foi reajustado o horário da turma para que fosse possível definir uma hora para a apresentação junto das turmas. Foram já realizadas 12 apresentações, umas solicitadas pelos diretores de turma, outras por professores de ciências naturais.&nbsp;<br><br></div><div>As atividades nasceram da discussão, no ano transato, da necessidade dos alunos da minha turma necessitarem de reforçar aprendizagem no que toca à higiene assim como na educação sexual. Chegou-se à conclusão, dado o perfil dos alunos, que a melhor forma de adquirem competências nessas temáticas seriam construir atividades em que os alunos se tornassem eles mesmos agentes de ensino-aprendizagem. As atividades organizadas foram orientadas para a apresentação a outras turma de modo a desenvolver a competências de comunicação, principalmente orais, de um número significativo de alunos. É claro que com isso também estão a ganhar os outros alunos da escola. Pois a aprendizagem interpares é eficaz em assuntos de natureza mias pessoal.&nbsp;<br><br></div><div>Existiu (existe) diversificação de estratégias (mesmo assim, algumas das aulas, mesmo sobre estas temáticas foram mais e aquisição e registo de conceitos), de metodologias e de interações (dentro da turma, dentro da escola e com o exterior). O professores procuraram constantemente tornaram-se orientadores e mediadores. O(s) aluno(s) sempre foram, e são, os atores centrais nestas aprendizagens. Foram usados diferentes recursos humanos, didáticos e tecnológico. Foram usados diferentes espaços a sala regular da turma, o laboratório, a sala específica da turma, a sala de informática, a biblioteca e não esquecendo todos os espaços exteriores atrás referidos. Ou também uma preocupação constante de em cada grupo não só assegurar que todos participavam, mas também verificar a adequação e a viabilidade das atividades a cada aluno. Existiu/existe, trabalho colaborativo entre os elementos do grupo, entre os diferentes grupos da turma, assim como um trabalho de proximidade com alunos de diferentes turmas.&nbsp;<br><br></div><div>Existiu colaboração entre os docentes intervenientes, acompanhando o processo desde a sua planificação até ao momento. Ocorreu já um momento de avaliação, após as reuniões com as entidades externas. Mas é de salientar que a verdadeira avaliação/aferição ocorre quase diariamente pelo contacto constante e direto entre os docentes. Foram também recolhidos elementos para a avaliação junto das entidades externas. Avaliação foi também complementada com questionários de avaliação e inquéritos junto da turma mas assentou muito na evolução e nos contributos dados por cada aluno no desenvolvimento das atividades.<br><br></div><div>O currículo de cada disciplina não foi esquecido, bem pelo contrário foi usada para reforçar algumas das atividades. Mas mesmo aqui foram utilizadas estratégias de diferenciação de espaços, de formas de avaliação, de formas de aquisição de conteúdos. Foram usados vários espaços (quase todos os acima referidos), avaliação por tarefas, por práticas, por testes digitais, por testes mais clássicos. Aliás a diversificação de espaços é algo que desde à muito resulta bem nesta turma.&nbsp;<br><br></div><div>As atividades continuarão até ao final do ano, sendo ponderado nessa altura se no próximo ano as alunas continuarão a fazer estas apresentações junto das outras turma da escola, embora rodando os grupos pelos temas ou se possibilitará a criação de novas temáticas, estratégias ou temas.<br>Melhorias: Reforço do trabalho de colaboração entre os docentes. Uma maior integração com os conteúdos das disciplinas. Reforço da divulgação das atividades, principalmente junto dos pais e da comunidade extra escolar. Reforço dos recursos financeiros afetos às atividades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-09 01:16:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pode o modelo educativo do Institut Les Vignes responder aos desafios do Projeto de Autonomia e  Flexibilidade Curricular</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/240650409</link>
         <description><![CDATA[<div> O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC) tem como base a integração permanente de conhecimentos, processos de acesso ao conhecimento, mobilização de conhecimentos e a apropriação de atitudes. Esta integração como finalidade o desenvolvimento de competências de comunicação, colaboração, criatividade e pensamento crítico. <br> Este modelo busca os mesmos objetivos. Assenta também no desenvolvimento de aprendizagens de conhecimentos (conceptual), de capacidades (saber fazer) e de atitudes. Tem o professor como mediador da aprendizagem, mesmo no trabalho disciplinar. Privilegiam o trabalho autónomo, cooperativo e de equipa. Buscam permanentemente uma prática e uma construção de produtos baseada na análise de situações-problema ("Problema - Produto - perguntas"). Desta forma surge um trabalho diferenciado e criativo que procura responder a essas situações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 23:21:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/240650409</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Planificação de projeto curricular transversal no âmbito de um DAC      Ano de escolaridade: 8º / todas as turmas (6)Disciplinas envolvidas: Ciências Naturais, Educação Visual/Multimédia e Educação FísicaProfessores responsáveis: a equipa pedagógicaOperacionalização:Os domínios de autonomia curricular (DAC) são áreas de integração de trabalho interdisciplinar onde se articula o currículo e se integra esta articulação nas matrizes das ofertas educativas e formativas. Tal ação implica um exercício de gestão e de flexibilidade do processo educativo e à sua inscrição nos instrumentos de planeamento curricular da escola. Nestes pressuposto, esta proposta integra 30% do currículo do 8º ano. Em tal cenário haverá a reorganização do currículo das disciplinas acima referidas.</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/245280280</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 23:53:30 UTC</pubDate>
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         <title>M5.2 Reflexão sobre critérios de avaliação (Três reflexões sobre os documentos analisados)</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/247208799</link>
         <description><![CDATA[<div>A reflexão por mim realizada teve por base a análise reflexiva dos textos de Fernandes, 2005 (p. 80), Alonso, 2002 (p. 20), Neves e Ferreira, 2015 (pp. 118-121) e dos critérios de avaliação apresentados para a disciplina de Português do 7° ano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-29 11:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>M5.3 Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/247319005</link>
         <description><![CDATA[<div>Associação cada uma das situações passíveis de serem avaliadas (Coluna A) a tarefas de avaliação adequadas (Coluna B)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-29 16:28:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>acsilveira_esic</author>
         <link>https://padlet.com/acsilveira_esic/7iidsdul5i2/wish/247428141</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cenário selecionado. (Cenário 3</strong>)</div><div>O diretor de turma desafia a sua turma para apresentar uma candidatura a um projeto de preservação da biodiversidade da área envolvente da escola.<strong> </strong></div><div><strong> Disciplina com que pretendo participar. – </strong>Ciências Naturais 7º ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-30 03:42:42 UTC</pubDate>
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