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      <title>Atividade introdutória da Grécia 2023 by KAUAN CASTRO OLIVEIRA</title>
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      <description>Trabalho Murilo e Kauan                                           turma t11                                                                 professora: Ligia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-04 12:36:00 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Homérico</title>
         <author>kauancoliveira4_</author>
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         <description><![CDATA[<div>O período pré-homérico origina o desenvolvimento da civilização grega que fora constituída pela miscigenação de diversos povos da antiguidade que invadiram a região: cretenses, aqueus, jônios, eólios e dórios. Corresponde a uma fase inicial de povoamento da Grécia.</div><div>Assim, com a influência cultural desses povos surge a cultura grega, num período de quase 100 anos, marcando essencialmente, as invasões de diversos povos indo-europeus (arianos).</div><div>&nbsp;</div><div>Inicialmente, esses povos foram conquistando áreas próximas ao sul da península Balcânica, entre os mares Jônico, Mediterrâneo e Egeu e, nesse período, ocorreu a primeira diáspora grega, ou seja, a dispersão da população grega em diversas partes.</div><div>&nbsp;</div><div>Os aqueus foram os primeiros a chegar e dominar parte dos povos que habitavam tais regiões, fundando a cidade de Micenas, um importante centro político, econômico e cultural da época. Além de Micenas, Argos e Tirinto tiveram um papel preponderante na história. Os aqueus representavam uma civilização muito belicosa que, aos poucos, foi conquistando diversos locais.</div><div>&nbsp;</div><div>Assim, conquistaram a ilha de Creta invadindo a cidade de Cnossos e derrotaram a cidade de Troia. Por esse motivo, a civilização que se desenvolve durante esse período é denominada de "civilização creto-micênica", com a união da cultura cretense (minoica) e dos aqueus.</div><div>&nbsp;</div><div>Com a chegada de outros povos, a civilização desenvolvida pelos aqueus se miscigenou com a dos jônios e eólios, mantendo uma relação pacífica.</div><div>&nbsp;</div><div>Mais tarde, os dórios, povos de tradição belicosa e militar que detinham as técnicas do metal, invadiram e destruíram diversas cidades da região da Hélade, na parte continental da Grécia.</div><div>&nbsp;</div><div>Esse fato gerou o que ficou conhecido como a “primeira diáspora grega”, com a migração de diversos povos, pondo fim ao período pré-homérico e dando início ao período homérico. Isso favoreceu a formação de várias colônias gregas em diversas regiões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 12:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Homérico</title>
         <author>kauancoliveira4_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com a invasão dos povos dórios nas regiões gregas, a sociedade da época sofreu no período anterior a diáspora grega (dispersão de diversos povos), visto a maneira violenta que eles tomaram e destruíram diversas cidades da Hélade grega.</div><div>&nbsp;</div><div>Após esse evento, que pôs fim ao período anterior (pré-homérico), a sociedade grega passa por uma fase de reestruturação, que tem início com o período homérico.</div><div>&nbsp;</div><div>Assim, diversas colônias gregas são fundadas e surgem os genos, um tipo de organização social familiar desenvolvido a partir desse período. Em outras palavras, essa fase marcou a substituição da cultura micênica pela gentílica (dos genos).</div><div>&nbsp;</div><div>As principais características dos genos eram: sistema fechado, autônomo e autossuficiente (independência econômica), de forma que o trabalho coletivo era realizado por membros da mesma família. Eles eram comandados pelo Pater, o chefe e autoridade máxima dessas organizações que possuía autoridade política, militar e religiosa. Assim, os genos eram sociedades patriarcais, cujos membros compartilhavam laços consanguíneos.</div><div>&nbsp;</div><div>Nos genos, os bens eram comuns a todos os habitantes, ou seja, era baseado numa sociedade igualitária, donde seus membros (os gens) cultivavam as terras e criavam animais para o sustento de todos.</div><div>&nbsp;</div><div>No entanto, esse sistema de organização econômica e social entrou em decadência, levando a “segunda diáspora grega”.</div><div>&nbsp;</div><div>A desestruturação das comunidades gentílicas ocorreu porque a população foi crescendo e almejou melhores condições de vida. Assim, com o passar do tempo, o trabalho nos genos não suportava alimentar toda a população.</div><div>&nbsp;</div><div>Da mesma forma que ocorreu na primeira diáspora grega, ou seja, a fundação de diversas colônias, no período homérico esse fator também é propulsionado com a dispersão de diversos povos, dando origem a importantes cidades-estado como Bizâncio, Marselha, Nápoles, Siracusa, dentre outras.</div><div>&nbsp;</div><div>Além disso, a decadência dos genos possibilitou uma fragmentação social e econômica tendo em conta a proximidade com os chefes dessas organizações, que por fim, levou a uma nova estrutura social dividida em: eupátridas (bem-nascidos), georgóis (agricultores) e thetas (marginais).</div><div>&nbsp;</div><div>Surge, portanto, as classes sociais e a propriedade privada na Grécia Antiga, pondo fim ao período homérico e dando início ao período arcaico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 12:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Arcaico </title>
         <author>kauancoliveira4_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o fim do período homérico e do declínio das comunidades patriarcas dos genos, a expansão das cidades-estado dominou esse período da história grega.</div><div>&nbsp;</div><div>Estudos apontam que nesse período existiam mais de cem cidades-estados na Grécia Antiga.</div><div>&nbsp;</div><div>Começa a despontar a democracia, principalmente na cidade de Atenas, e também a surgir uma sistematização das legislações.</div><div>&nbsp;</div><div>Surge o conceito de sociedade privada na sociedade grega, a qual era comandada pelos proprietários de terra.</div><div>&nbsp;</div><div>Economia</div><div>Foi a partir desse período que os antigos genos foram transformados em unidades políticas maiores chamadas de polis ou cidade-estado.</div><div>&nbsp;</div><div>Controladas por uma aristocracia proprietária de terras, esses núcleos urbanos, aos poucos se tornaram importantes centros comerciais do mundo grego. Cada uma delas possuía autonomia e independência das quais as maiores e mais prósperas foram Esparta e Atenas. Além disso, de uma economia agropastoril que predominou o período anterior, o comércio passa a ser uma das mais importantes fontes econômicas.</div><div>&nbsp;</div><div>Como a população aumentava e as terras cultiváveis disponíveis eram limitadas, as cidades-gregas fundam colônias ao longo do Mar Mediterrâneo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 12:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>Classico</title>
         <author>kauancoliveira4_</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Período Clássico corresponde aos séculos VI - IV a.C. e é um dos períodos pelos quais se divide a Grécia Antiga; os outros são: período Pré-Homérico (séculos XX - XII a.C.), Homérico (séculos XII - VIII a.C.) e Arcaico (séculos VIII - VI a.C.).</div><div>&nbsp;</div><div>Nesse período ocorre o ápice ateniense e um dos motivos terá sido o apogeu da filosofia grega.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Trata-se de uma importante fase para a Grécia, que foi marcada pelas disputas de domínio mediante duas guerras. Uma delas aconteceu no início e teve o nome de Guerras Médicas, em que venceram os gregos. A outra aconteceu no fim e teve o nome de Guerra de Peloponeso, em que os espartanos venceram os atenienses.</div><div>&nbsp;</div><div>Pelo fato de o domínio ora estar nas mãos de um povo, ora nas mãos de outro, o período clássico é também conhecido como o Período das Hegemonias.</div><div>&nbsp;</div><div>Veja também o artigo sobre a Grécia Antiga.</div><div>&nbsp;</div><div>Conflitos</div><div>As Guerras Médicas - a primeira, cujo início ocorre em 490 e a segunda, em 470 a.C. - conferem a hegemonia aos gregos, que ao sair vencedores - apesar de serem em menor número - passam a dominar o comércio do Mar Egeu, antes dominado pelo poderoso império persa. Assim, nessa época, a civilização grega vive o seu apogeu.</div><div>&nbsp;</div><div>A Guerra de Peloponeso, por sua vez - que teve a duração de 27 anos, com início em 431 a.C. - resultou no declínio da exemplar civilização grega.</div><div>&nbsp;</div><div>Nesta, a luta foi um conflito interno entre Atenas e Esparta. A Liga de Delos havia sido criada para proteger os gregos dos persas acabava beneficiando Atenas em detrimento das outras cidades gregas. Desta forma, Esparta cria a Liga de Peloponeso tendo como objetivo alcançar a superioridade na Grécia, e a vence. O regime político passa de democrático para autoritário e começa a queda dos gregos, que anos depois é invadida pelos macedônios.</div><div>tem menu de contexto</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 12:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>Helenístico</title>
         <author>kauancoliveira4_</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Período Helenístico (ou Helenismo) foi uma época da história compreendida entre os séculos III e II a.C. no qual os gregos estiveram sob o domínio do Império Macedônico.</div><div>&nbsp;</div><div>Foi tão grande a influência grega que, após a queda do Império, a cultura helenística continuou predominando em todos os territórios anteriormente por eles dominados.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Entre os séculos II e I a.C., os reinos helenísticos foram aos poucos sendo conquistados pelos romanos.</div><div>&nbsp;</div><div>Império Macedônico</div><div>Os macedônios habitavam a região situada no norte da Grécia. Durante muito tempo esses povos eram chamados de bárbaros pelos habitantes da Hélade, região entre a Grécia central e a do norte – cujos habitantes eram chamados de Helenos – ainda que, como eles, fossem de origem indo-europeia.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 338 a.C. os gregos foram derrotados na Batalha de Queroneia, pela forças macedônicas, que em pouco tempo dominaram toda a Grécia.</div><div>&nbsp;</div><div>Em 336 a.C., o imperador Felipe II é assassinado, assumindo o trono, seu filho, Alexandre Magno que, durante dez anos de seu reinado (333-323 a.C.), conquistou extensa região, formando o maior império até então conhecido.</div><div>&nbsp;</div><div>O império de Alexandre Magno se estendeu pelo Egito, Mesopotâmia, Síria, Pérsia e Índia. Essas conquistas ajudaram a formar uma nova civilização.</div><div>&nbsp;</div><div>Adotando o grego como língua comum, iniciou-se um processo de interpenetração cultural, onde algumas instituições permaneceram próximas ao padrão grego e em outras prevaleceu elementos orientais. É com essa civilização mista que se dá início ao período helenístico. A Civilização Helenística</div><div>A civilização helenística foi o resultado da fusão de diversas sociedades, principalmente grega, persa e egípcia.</div><div>&nbsp;</div><div>A grande obra de Alexandre Magno no plano cultural sobreviveu ao esfacelamento de seu império territorial.</div><div>&nbsp;</div><div>O movimento expansionista promovido por Alexandre foi responsável pela difusão da cultura grega pelo Oriente, fundando cidades (várias vezes batizadas com o nome de Alexandria) que se tornaram verdadeiros centros de difusão da cultura grega no Oriente.</div><div>&nbsp;</div><div>Cultura Helenística</div><div>Nesse contexto, elementos gregos acabaram-se fundindo com as culturas locais. Esse processo foi chamado de Helenismo e a cultura grega mesclada a elementos orientais deu origem à Cultura Helenística, numa referência ao nome como os gregos chamavam a si mesmos – Helenos.</div><div>tem menu de contexto</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-04 13:00:46 UTC</pubDate>
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