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      <title>David Hume by </title>
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      <description>Pedro, Nathalia, Luiz, Giada e Breno</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-11 18:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>giadapaolinodecilesi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido em Edimburgo, na Escócia, em 1711, Hume foi integrante de uma família de nobre escoceses e desde pequeno demostrou interesse pelas artes e filosofia.</div><div>Estudou Direito na Universidade de Edimburgo entre 1724 e 1726. Já que não se interessou muito pelo curso, Hume se aprofundou nos conhecimentos sobre literatura, economia e filosofia. Foi na França, em 1748, que escreveu sua Magnus Opus: Ensaio sobre o Entendimento Humano. Além de escritor, ocupou cargos públicos, foi comerciante, professor e bibliotecário. Faleceu em 1776, com 65 anos em sua cidade natal.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 19:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria do conhecimento</title>
         <author>giadapaolinodecilesi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hume desenvolveu sua teoria através de um método experimental de raciocínio. Para o filósofo, o conhecimento é desenvolvido através da experiência sensível do ser humano.<br>As percepções só são distinguidas pelo <strong>grau de vivacidade</strong> com o qual nos afetam, assim, qualquer desejo, reflexão ou sentimento( <strong>impressões</strong>) será sempre mais intenso<em> </em>do que uma recordação ou uma imaginação dessas situações(<strong>ideias</strong>).&nbsp; Por exemplo, a lembrança do nascimento de um filho ou uma filha,&nbsp; não poderia comparar-se com o momento do nascimento em si. Sendo assim, teríamos as <strong>impressões</strong>, que são as <strong>percepções mais intensas,</strong> os dados dos sentidos recebidos no momento presente, e as <strong>ideias</strong>, que são as <strong>percepções mais fracas, </strong>cópias dos dados que recebemos das impressões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-24 20:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>Critica a indução de Francis Bacon</title>
         <author>giadapaolinodecilesi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como outros empiristas, Hume acreditava que nossas ideias derivavam da experiência sensorial. Porém, a partir dessas experiências, construiríamos sofismas e ilusões, como a existência de leis na natureza e de mecanismos de causa e efeito. Assim, observando regularidades na natureza, o homem acreditou que existiam leis, do mesmo modo que, vendo um evento suceder-se ao outro, o homem inventou a relação de causa e efeito.&nbsp;<br>Por exemplo, ao observarmos o nascer diário do Sol com nossos sentidos, acreditamos &nbsp; que o Sol nascerá todos os dias. Porém, esse conceito de “lei” ou de “causa” deriva tão-somente da nossa limitada experiência, do costume, da repetição e do hábito: o que nos garante que o Sol se&nbsp; levantará amanhã?&nbsp;<br>&nbsp;Hume não quer provar que amanhã o Sol pode não nascer. Ele quer dizer que o fundamento de nossas expectativas não está na razão, mas, sim, no hábito, no costume, na repetição. Em consequência, toda ciência é apenas resultado de indução, não havendo conhecimento certo e definitivo, de modo que a única certeza que podemos ter é a probabilidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 21:09:33 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica a metafísica de David Hume</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para introduzir-se, <strong>Metafísica</strong> é a área que estuda e tenta explicar as principais questões do pensamento filosófico, como a existência do ser, a causa e o sentido da realidade, e os aspectos ligados à natureza.</div><div><br></div><div>Antes de se opor à metafísica, o autor coloca que o pensamento parece não possuir limites, e devido a isso, inicia-se uma especulação e diz-se sobre o que não pode ser dito (como entidades metafísicas, anjos, espíritos etc). Todavia, o pensamento encontra-se detido à “limites bastante estreitos, e que todo esse poder criador da mente consiste meramente na capacidade de compor, transpor, aumentar ou diminuir os materiais que os sentidos e a experiência nos fornecem” (HUME, 1999, p. 13).</div><div>Ao combinar ideias simples e fundamentadas nas sensações, obtém-se uma ideia composta que descreve, aparentemente, uma entidade autônoma, a qual é, contudo, somente uma combinação de palavras – vestimentas do pensamento – para a formação de um período complexo o qual não decorre da experiência. Como exemplos da presunção do pensamento e do reflexo da mesma na linguagem, o filósofo toma: “cavalo virtuoso” e “montanha de ouro”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-06 11:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação de &quot;crítica a metafísica&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/giadapaolinodecilesi/7h03vlzgpovbaery/wish/1726224345</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se compreender o que é dito, todavia o bom senso não assente o que é referido nessas frases. No caso da frase “cavalo virtuoso”, a experiência singular do cavalo – sua ideia simples – é combinada com a noção moral de virtude. O mesmo se aplica para à segunda frase. Deste modo “se aplicarmos isso a todo o nosso pensar, à sua vestimenta que são as palavras e as frases, podemos então concluir como resultado: o pensamento complexo é composto de pensamentos simples, que por sua vez, fundam-se sobre sensações e sentimentos” (BARBOZA, 2011, p. 19).<br>Um dos exemplos utilizados por Hume dessa composição é clássico e foi passado pela tradição metafísica ocidental: a de um ser onipotente, onisciente, onipresente, perfeito e que criou o mundo e todas as criaturas à sua imagem e semelhança. Esse ser é designado pelo termo “Deus”. Para o filósofo, a ideia de Deus, enquanto um ser infinitamente inteligente, bondoso e sábio, vem da reflexão acerca das operações da própria mente humana e do aumento irrestrito das qualidades de sabedoria e bondade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 23:12:42 UTC</pubDate>
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