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      <title>Padlet Eletiva: Neurocomunicação e linguagem adolescente...turma quarta-feira by Claudia Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/institutonima/7gtf4l8824183chp</link>
      <description>Perguntas para o grupo refletir: 
1) Quais as percepções que temos sobre o período da nossa adolescência? 
2) Quais as ações que o adulto deve tomar diante dos comportamentos de risco do adolescente?
3) Como podemos melhorar a comunicação com os adolescentes?
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-08 21:20:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-09 01:29:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>claudiaeferreira890</author>
         <link>https://padlet.com/institutonima/7gtf4l8824183chp/wish/3624295090</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma sala de professores, durante o intervalo, havia uma discussão acalorada sobre o que significava ser adolescente e, sobretudo, como lidar com os jovens em idade escolar. Observe algumas afirmações que foram ouvidas:</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “A adolescência é parte da vida e os comportamentos deles são assim por causa do cérebro. Nós só temos que observar e torcer para que não se machuquem” (Professor 1)</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Na minha época não era assim e tenho certeza que meu cérebro aos 16 era bem parecido com o deles, isso é tudo parte da criação” (Professor 2).</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Nós também fazíamos as mesmas coisas, só não queremos lembrar do quanto éramos terríveis” (Professor 3).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 21:21:30 UTC</pubDate>
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         <title>Comunicação Não Violenta </title>
         <author>clebersantiago</author>
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         <description><![CDATA[<p>Publico Jovem e adolescentes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 23:28:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabatinikarina</author>
         <link>https://padlet.com/institutonima/7gtf4l8824183chp/wish/3624367777</link>
         <description><![CDATA[<p>1- A reflexão deve focar em como as <strong>mudanças sociais, tecnológicas e neurocientíficas</strong> criaram uma experiência adolescente fundamentalmente diferente hoje.</p><p><strong>Ponte entre Épocas:</strong> Reconhecer que, embora a essência da busca por identidade e o pico de impulsividade sejam universais (impulsionados pelo cérebro em desenvolvimento), o <strong>ambiente de risco</strong> (redes sociais, pressão online, acesso à informação) e o <strong>estresse</strong> são "gritantemente diferentes".</p><p><strong>Empatia vs. Julgamento:</strong> A percepção pessoal deve ser usada não para <strong>normalizar</strong> (como o Professor 3), mas para gerar <strong>empatia</strong> e reconhecer a intensidade emocional da fase, sem diminuir a gravidade dos riscos atuais.</p><p>2- Diante de um cérebro que busca recompensa, mas ainda não tem controle total (o córtex pré-frontal), o adulto precisa ser o <strong>"Córtex Pré-Frontal Externo"</strong>. A ação deve ser um equilíbrio entre <strong>acolhimento e limites claros</strong>.</p><p><strong>Regras e Disciplina:</strong> A disciplina (como sugerido na resposta inicial) deve ser vista como <strong>ensino</strong>, não apenas punição. As regras devem ser <strong>claras, consistentes</strong> e, sempre que possível, <strong>construídas em diálogo</strong> (em vez de impostas).</p><p>3-A chave é a <strong>coletividade</strong> (pais-escola-adolescente) aliada à <strong>escuta ativa</strong> e ao <strong>respeito neurocognitivo</strong>.</p><p><strong>Escuta Empática:</strong> Antes de dar conselhos ou repreender, a prioridade é <strong>ouvir sem julgamento</strong>. Isso constrói o <strong>confiança</strong> necessária para que o adolescente se abra sobre os riscos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 23:28:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/institutonima/7gtf4l8824183chp/wish/3624373000</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1)</strong>A adolescência é um período de intensas transformações — físicas, emocionais e sociais. Muitos a percebem como uma fase de descobertas, formação de identidade e busca por autonomia. É também um momento de dúvidas, inseguranças e necessidade de aceitação. Olhando para trás, podemos lembrar tanto da energia e da vontade de mudar o mundo quanto dos conflitos internos e das dificuldades de compreender a nós mesmos e aos outros. Em resumo, a adolescência é uma fase de transição marcada por aprendizados e desafios que contribuem fortemente para a construção de quem nos tornamos.</p><p>2)O adulto — seja pai, professor ou cuidador — deve agir com <strong>escuta ativa, diálogo e acolhimento</strong>, evitando julgamentos precipitados. É fundamental compreender o que está por trás do comportamento: muitas vezes, o adolescente busca atenção, pertencimento ou está expressando uma dor emocional. O adulto pode oferecer <strong>orientação firme, mas empática</strong>, estabelecendo limites claros e mostrando alternativas saudáveis. Além disso, deve <strong>buscar apoio profissional</strong> (como psicólogos ou assistentes sociais) quando perceber sinais de risco mais graves, como automutilação, uso de drogas ou isolamento excessivo.</p><p>3)A comunicação melhora quando há <strong>respeito, escuta e confiança</strong>. É essencial que o adulto fale com o adolescente, e não <em>para</em> o adolescente — ou seja, que o diálogo seja de mão dupla. Usar uma linguagem acessível, sem ironias ou sermões longos, ajuda a aproximar. Demonstrar interesse genuíno pelos gostos, opiniões e sentimentos do jovem cria uma ponte de empatia. Também é importante <strong>dar espaço e tempo para que ele se expresse</strong>, mesmo quando suas ideias diferem das nossas. O segredo é equilibrar <strong>autoridade com afeto</strong>, mostrando que o adulto está presente para orientar, não para controlar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 23:39:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perguntas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/institutonima/7gtf4l8824183chp/wish/3624472290</link>
         <description><![CDATA[<p>1- Quais as percepções que temos sobre o período da nossa adolescência?</p><ul><li><p><strong>Memórias marcantes</strong>: Quais momentos foram mais significativos? Felizes, difíceis, transformadores?</p></li><li><p><strong>Conflitos e descobertas</strong>: Como lidamos com as mudanças físicas, emocionais e sociais?</p></li><li><p><strong>Influências externas</strong>: Que papel tiveram os amigos, a escola, a família e a cultura?</p></li><li><p><strong>Autonomia e identidade</strong>: Como começamos a construir quem somos?</p></li></ul><p><br/></p><p>2- Quais as ações que o adulto deve tomar diante dos comportamentos de risco do adolescente?</p><ul><li><p><strong>Escuta ativa e sem julgamento</strong>: Mostrar que o adolescente pode confiar no adulto.</p></li><li><p><strong>Estabelecer limites com afeto</strong>: Regras claras, mas com espaço para diálogo.</p></li><li><p><strong>Buscar apoio profissional quando necessário</strong>: Psicólogos, educadores, médicos.</p></li><li><p><strong>Promover ambientes seguros</strong>: Em casa, na escola e nas redes sociais.</p></li><li><p><strong>Educar sobre consequências e escolhas</strong>: Sem moralismo, com informação e acolhimento.</p></li></ul><p><br/></p><p>3- Como podemos melhorar a comunicação com os adolescentes?</p><ul><li><p><strong>Falar menos, ouvir mais</strong>: Dar espaço para que eles se expressem.</p></li><li><p><strong>Evitar sermões e comparações</strong>: Focar em conversas horizontais.</p></li><li><p><strong>Usar linguagem acessível e respeitosa</strong>: Sem infantilizar ou exagerar na formalidade.</p></li><li><p><strong>Demonstrar interesse genuíno</strong>: Perguntar sobre seus gostos, ideias e preocupações.</p></li><li><p><strong>Ser coerente entre discurso e atitude</strong>: O exemplo fala mais alto que as palavras.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 01:29:13 UTC</pubDate>
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