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      <title>Leishmaniose by Fernando Videira</title>
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      <description>FOLHETO EXPLICATIVO LEISHMANIOSE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 18:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>A Doença</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>Usamos o termo leishmaniose para definir um conjunto de doenças causadas por parasitos do gênero Leishmania. Estes parasitos estão presentes em quase todos os continentes, com exceção da Austrália e Antártica, já tendo sido identificadas mais de 20 espécies.<br>A leishmaniose é caracterizada pela OMS (organização mundial de saúde) como uma das seis doenças infecciosas mais importantes do mundo. Estima-se que sejam acometidas todos os anos cerca de 2 milhões de pessoas.<br>Apesar da imensa quantidade de pacientes infectados, a Leishmaniose é considerada uma doença negligenciada pela indústria farmacêutica, por acometer majoritariamente populações menos favorecidas, ou seja, com menor poder de compra e menor potencial de gerar lucros a essas empresas. No Brasil a leishmaniose está presente em todos os estados.<br><a href="https://www.mdsaude.com/doencas-infecciosas/parasitoses/leishmaniose/"><em>Leishmaniose - Sintomas, transmissão e tratamento - MD.Saúde (mdsaude.com)</em></a><em>.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-26 18:51:51 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais e Sintomas </title>
         <author>caioproenca</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Febre, perda de apetite, vomito , diarreia , Nódulos e caroços pelo corpo, que seriam inflamações dos gânglios linfáticos (conhecidas como “ínguas”),sangramento nasal, anemia, principalmente nos casos em que a medula óssea é afetada, pois há uma redução na produção de células do sangue, insuficiência hepática (fígado) e renal, perda dos movimentos das patas traseiras, crescimento exagerado das unhas. https://www.tuasaude.com/sintomas-de-leishmaniose/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 01:27:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamentos</title>
         <author>caioproenca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Até pouco tempo atrás não era permitido o tratamento de Pets infectados no Brasil, o animal era sacrificado.<br>&nbsp;Atualmente com o avanço tecnológico existem drogas como os antimoniais pentavalentes, o alopurinol, a aminosidina e a anfotericina B &nbsp; que podem ser utilizadas.<br>Com o tratamento e a administração correta desses fármacos, pode haver uma total recuperação do paciente.<br>https://www.petz.com.br/blog/cachorros/saude-e-cuidados-cachorros/leishmaniose-canina/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 02:13:48 UTC</pubDate>
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         <title>Agente Etiológico</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Leishmaniose é causada por protozóarios da Família Tripanosomatidae, Genêro Leismania - parasito intracelular obrigatório das células do sistema fagocítigo monuclear com duas formas pincipais, uma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do inseto vetor, e outra forma arredondada aflagelada ou Amastigota, observada nos tecidos dos hospedeiros.Há diferentes subgenêros e espécies de leishmania:<br>*Leishmania (leshmania) chagasi - causadora da forma visceral, ocorre em todo território nacional. É conhecida como Calazar, Esplenomegalia Tropical e Febre Dundun<br>*Leishmania braziliensis - causadora da forma mucocutânea, ocorre do Sul do Pará ao Nordeste, no Centro-sul do país e em áreas da Amazônia Oriental, a infecção é mais contraída em áreas de terra firme. É tambem conhecida como espúndio.<br>*Leishmania amazonensis - causadora da forma tegumentar americana, está distribuída pelas floresta Amazônica (Amazonas, Pará, Rondônia e sudoeste do Maranhão) principalmente em áreas de igapó e de floresta tipo "várzea".<br>*Leishmania guyanensis - Também causadora da forma tegumentar americana, está aparentemente limitada ao norte da Bacia Amazônica (Amapá, Romaima, Amazonas e Pará) e estendendo-se pelas Guianas, é encontrada principalmente em florestas de terra firme - áreas que não se alagam no período de chuvas.<br>&nbsp; A leismaniose Tegumentar Americana é também popularmente conhecida como: úlcera de bauru, nariz de tapir, botão do Oriente e ferida brava.<br><em>Fonte - leishmaniose.weebly.com/agente-etioloacutegico.html</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 23:49:03 UTC</pubDate>
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         <title>Vetor</title>
         <author>fevideiras</author>
         <link>https://padlet.com/fevideiras/7g10w7b2v1v2dwdb/wish/1776203575</link>
         <description><![CDATA[<div>O vetor da leishmania chagasi é um inseto pertencente à Ordem Díptera, Família Psychodidae, Subfamilía Phlebotominae, Gênero Lutzomyia longipalpis. No Brasil este inseto recebe nomes populares como de mosquito palha, asa dura, cangalha, cangalhinha, birigui, tatuíra entre outros. São menores que os pernilongos comuns, de coloração clara (cor de palha ou castanho claro), com grandes asas pilosas dirigidas para trás e para cima, cabeça fletida para baixo, são facilmente reconhecidos pela forma quando pousam, permanecem com as asas erectas e entreabertas. As fêmeas exercem hematofagia, preferencialmente no horário noturno a partir das 20:00horas.<br>Vive naturalmente nas matas, seus criadouros são: raízes tubulares de árvores, ocos, depressões, buracos de troncos e toca de animais: entre e sob rochas fendas e juntas. Adaptando-se facilmente ao domicílio e peri-domicílio passando a viver no interior das casas, em abrigos de animais domésticos, tais como galinheiros, chiqueiros e em todos os lugares onde encontra condições favoráveis ao seu desenvolvimento e fonte de alimentação sanguínea.<br><em>Fonte - </em><a href="https://leishmaniose.weebly.com/agente-etioloacutegico.html#:~:text=Agente%20Etiol%C3%B3gico%20A%20Leismaniose%20%C3%A9%20causada%20por%20protoz%C3%B3arios,conhecida%20como%20Calazar%2C%20Esplenomegalia%20Tropical%20e%20Febre%20Dundun"><em>Leishmaniose - Agente Etiológico (weebly.com)</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 23:56:43 UTC</pubDate>
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         <title>Transmissão</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.</div><div>As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.</div><div>Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo.<br><em>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/126leishmaniose.html#:~:text=Transmiss%C3%A3o:,malhas%20dos%20mosquiteiros%20e%20telas.#:~:text=Transmiss%C3%A3o%3A%20A%20leishmaniose%20%C3%A9%20transmitida%20por%20insetos%20hemat%C3%B3fagos,de%20atravessar%20as%20malhas%20dos%20mosquiteiros%20e%20telas.</em></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 00:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tecidos Afetados</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lesões múltiplas podem ocorrer após picadas múltiplas infectadas ou disseminação metastática. Sua aparência varia. A lesão inicial na maioria das vezes é uma pápula que aumenta lentamente, ulcera-se no centro e desenvolve uma borda eritematosa elevada, na qual parasitas intracelulares estão concentrados. Úlceras são tipicamente indolores e não provocam qualquer sintoma sistêmico, a menos que estejam infectadas secundariamente. Em geral, lesões de leishmaniose cicatrizam de forma espontânea após meses, mas podem persistir durante anos. Deixam uma cicatriz deprimida, semelhante a uma queimadura. A evolução depende das espécies de <em>Leishmania</em> spp e do estado imune do hospedeiro.<br><a href="https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/protozo%C3%A1rios-extraintestinais/leishmaniose"><em>Leishmaniose - Doenças infecciosas - Manuais MSD edição para profissionais (msdmanuals.com)</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 00:24:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tecidos Afetados</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Fotomicrografia de músculos estriados esqueléticos de cães infectados por L. infantum Legenda: Visualização de formas amastigotas do parasita (seta) através do método de imunohistoquímica-LSAB (A); Necrose de miofibras: observar perda de angulação, eosinofilia e fragmentação do citoplasma (setas)-(HE) (B); Fibras musculares eosinofílicas em necrose (seta larga) e fibras basofílicas em regeneração, com núcleo e nucléolo evidentes (seta estreita)-(HE) (C); Miosite crônica: área com presença de infiltrado inflamatório mononuclear; observar macrófagos com formas amastigotas de Leishmania sp. intracitoplasmáticas (seta)-(HE) (D); Área de substituição de tecido muscular por tecido fibroso (seta)-(TGM) (E); Presença de tecido adiposo no endomísio (*)-(TGM) (F).</h1><div><a href="https://www.rbac.org.br/artigos/leishmaniose-tegumentar-americana-uma-analise-histopatologica-e-molecular-em-lesoes-de-dermatites-no-estado-de-pernambuco-brasil/"><em>Leishmaniose Tegumentar Americana: uma análise histopatológica e molecular em lesões de dermatites no estado de Pernambuco, Brasil - Revista RBAC</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 00:37:20 UTC</pubDate>
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         <title>Alterações Teciduais Envolvidas</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>Glomerulonefrite Leishmaniose Viceral.<br>&nbsp;Acometimento renal associado à leishmaniose visceral é muito freqüente, tanto no homem quanto no cão, porém a sua patogênese ainda é obscura. Vários trabalhos descrevem mecanismo de deposição de complexos imunes como responsável pelas lesões glomerulares, no entanto, estudos anteriores realizados por nosso grupo com cães e hamsteres sugerem que no desenvolvimento da lesão há participação tanto de imunoglobulinas quanto de células T CD4+. Para o aprofundamento do estudo da imunopatogenia, devido a restrições metodológicas na utilização de cão ou hamster, iniciamos estudos em camundongos BALB/c infectados com amastigotas de Leishmania (Leishmania) chagasi. Os dados indicaram a possibilidade de seu desenvolvimento para estudo da patologia renal na leishmaniose visceral, porém, apontaram também a necessidade de aperfeiçoamento do modelo, pois, as lesões eram menos evidentes, talvez pela cura espontânea da infecção nesta espécie animal. Neste estudo aprofundaremos o estudo do modelo murino de leishmaniose visceral, com inoculações repetidas do parasito e da imunopatogenia avaliando a participação de imunoglobulinas, fração do complemento, linfócitos T e fagócitos. (AU)<br><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/38943/glomerulonefrite-na-leishmaniose-visceral-em-camundongo-estudo-do-modelo-e-patogenia/"><em>Bolsa 06/55409-7 - Glomerulonefrite, Leishmaniose visceral - BV FAPESP</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 01:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose Viceral Canina</title>
         <author>fevideiras</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vídeo explicativo sobre a Leishmaniose Visceral Canina.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=bL2FuwP3z1o" />
         <pubDate>2021-09-29 01:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção </title>
         <author>caioproenca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como seu Vetor é um inseto, utilizar roupas longas e repelentes acabam afastando o mosquito palha. No caso de cães, existem coleiras repelentes e até mesmo uma vacina que previne a doença.&nbsp;<br>https://emais.estadao.com.br/blogs/conversa-de-bicho/prevenir-e-o-melhor-remedio-contra-a-leishmaniose/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 20:57:25 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose Tegumentar</title>
         <author>fevideiras</author>
         <link>https://padlet.com/fevideiras/7g10w7b2v1v2dwdb/wish/1786020281</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo sobre Leishmaniose Tegumentar ou Cutânea</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-02 15:06:54 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa sobre o caso parte I</title>
         <author>larissacamargo51</author>
         <link>https://padlet.com/fevideiras/7g10w7b2v1v2dwdb/wish/1787422191</link>
         <description><![CDATA[<div>
<br>( <em>Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 42, 156-159, 2009) O objetivo </em>&nbsp;desta pesquisa foi avaliar a soroprevalência de leishmaniose em cães domiciliados na zona urbana de Cuiabá. Para a pesquisa foram selecionados quatro bairros de Cuiabá, sendo um em cada regional administrativa. A amostragem canina foi definida estatisticamente, considerando-se a prevalência de 8,4%. Dos 468 cães analisados, 16 foram reagentes na imunofluorescência indireta, obtendo-se uma prevalência geral de 3,4%. Não foi observada predisposição racial, sexual e etária para a ocorrência da leishmaniose canina. Os principais fatores de risco identificados na ocorrência da infecção canina na Cidade de Cuiabá, foram a localização dos cães no peridomicílio, bem como a proximidade das residências de matas, evidenciando mudanças na ocorrência da doença no ambiente urbano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 14:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa sobre o caso parte II</title>
         <author>larissacamargo51</author>
         <link>https://padlet.com/fevideiras/7g10w7b2v1v2dwdb/wish/1787444271</link>
         <description><![CDATA[<div>
<br>(Revista Brasileira de epidemiologia 7, 338-349, 2004)No Brasil, a importância da leishmaniose visceral reside não somente na sua alta incidência e ampla distribuição, mas também na possibilidade de assumir formas graves e letais quando associada ao quadro de má nutrição e infecções concomitantes. A crescente urbanização da doença ocorrida nos últimos 20 anos coloca em pauta a discussão das estratégias de controle empregadas. Neste artigo foram analisados os principais aspectos biológicos, ambientais e sociais que influenciaram no processo de expansão e urbanização dos focos da doença. Os métodos disponíveis para o diagnóstico e tratamento não apresentam a eficácia e aplicabilidade desejadas, embora avanços promissores tenham sido alcançados com as pesquisas de novos testes diagnósticos e drogas terapêuticas. As medidas de controle da doença até agora implementadas foram incapazes de eliminar a transmissão e impedir a ocorrência de novas epidemias. É feita uma breve análise destas medidas e dos desafios a serem enfrentados. A prevenção da doença nos cães através da imunoprofilaxia aparece como uma alternativa para o controle. Uma nova vacina para cães, já testada em campo, está sendo industrializada e será comercializada no Brasil a partir de 2004. Apesar da existência de inúmeros estudos sobre a leishmaniose visceral humana e canina, muitas lacunas ainda precisam ser preenchidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-03 15:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades </title>
         <author>larissacamargo51</author>
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         <description><![CDATA[<div>
<br>•Semina: Ciências Agrárias 33 (2), 3265-3270, 2012(As leishmanioses são antropozoonoses que envolvem diversas espécies de Leishmania e hospedeiros, tendo apresentações clínicas variáveis e consideradas de grande importância para a saúde pública.&nbsp;<br>•Horizontes Antropológicos 26, 145-176, 2020</div><div>Apesar de ter sua legitimidade contestada nas últimas décadas por defensores de animais, juristas e veterinários que defendem o direito à vida e ao tratamento, assim como por pesquisadores da área da saúde que duvidam de sua eficácia, a “eutanásia profilática” massiva de cães testados como soropositivos para leishmaniose visceral mantém-se firme como política sanitária no Brasil.<br>•Universidade Federal de Viçosa, 2012</div><div>Em resposta a uma infeção as defensinas são produzidas em questão de minutos ou até 2 horas por células sanguíneas como neutrófilos, para auxiliar a lise de patógenos e estimular a quimiotaxia, alcançando níveis máximos no organismo em 24 horas.&nbsp;<br>•Roberta Rego de Souza Garção Magalhães</div><div>leishmaniose tegumentar no Município do Rio de Janeiro, registrado em 1922, não se propagou. Em um primeiro momento descreve-se o foco e as localidades onde o mesmo ocorreu, os bairros de Águas Férreas e Santa Teresa, que estão inseridos no Maciço da Tijuca.<br><br>
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         <pubDate>2021-10-03 15:19:35 UTC</pubDate>
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