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      <title>GESTAÇÃO by sueza oliveira</title>
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      <description>Bem-vindo ao nosso quadro de avisos! Contribua publicando anúncios, partilhando realizações e expressando pensamentos para construir uma comunidade de turma vibrante e interactiva. Vamos manter a conversa positiva e solidária!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-29 16:56:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Notícias </p><p><br></p><p>Violência Obstétrica: caso de anestesista preso em flagrante por estupro durante cesárea lança luz sobre o tema</p><p>Levantamento mostra que foram registrados 1.734 casos do tipo entre 2014 e 2019, em 9 estados brasileiros</p><p>terça-feira, 12 de julho 2022, às 18h00</p><p>atualizado em sexta-feira, 15 de julho 2022, às 17h56</p><p>O médico anestesista fluminense Giovanni Quintella foi preso em flagrante por ter estuprado uma paciente no momento do parto na cidade de São João de Meriti, no Rio de Janeiro. O caso ocorreu na madrugada de segunda-feira, no Hospital da Mulher Heloneida Studart. A vítima estava inconsciente após ter sido anestesiada pelo próprio médico. Enfermeiras e técnicas de enfermagem da unidade desconfiaram da quantidade elevada de anestésico que Quintella havia utilizado em outras duas pacientes no mesmo dia e conseguiram filmar escondidas o terceiro parto. As imagens foram divulgadas e mostram o médico olhando para os lados o tempo todo por trás de um pano que o separava do restante da equipe na sala de cirurgia enquanto comete o crime. A prisão em flagrante foi feita com base na gravação utilizada como prova e surpreendeu o suspeito. Ele foi indiciado a princípio, por estupro de vulnerável, crime com pena que vai de 8 a 15 anos de reclusão.</p><p><br></p><p>O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), abriu um processo para expulsar o médico. A polícia está tentando descobrir outras vítimas de Giovanni Quintella, que atuou profissionalmente em cerca de 10 hospitais na carreira. O caso gerou comoção e traz à tona a discussão sobre violência obstétrica. Um levantamento feito pelo portal The Intercept em 2019 revelou que, somente em 9 estados brasileiros, foram registrados 1.734 casos do tipo entre 2014 e 2019 em serviços de saúde, sendo 1.239 registros de estupros e 495 de casos de práticas como assédio sexual e violação sexual mediante fraude.</p><p><br></p><p>O programa Conexões conversou sobre o caso e sobre violência obstétrica com a professora Kleyde Ventura da Escola de Enfermagem da UFMG, ex-presidenta da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras e Líder do Grupo de Pesquisa e Estudos de Saúde da Mulher e Gênero da UFMG. Na entrevista, a professora abordou a importância da atuação sensível das profissionais de enfermagem que identificaram o comportamento fora do protocolo do anestesista e registraram o crime. Ela também comentou o posicionamento de entidades de classe em relação ao caso, os fatores que levam à recorrência dessas violações no Brasil e como deve ser o acolhimento às vítimas.</p><p><br></p><p>Na entrevista, a professora destacou a atuação da equipe de enfermeiras que filmou o crime e como filmagens em procedimentos como esse podem dar segurança a pacientes e equipes. "Elas (as enfermeiras) abriram a possibilidade desse caso vir à tona e mostram o que pode ser feito em outras situações, inclusive sendo incluídas no processo de trabalho. A filmagem em espaços de cuidado, como por exemplo na sala de cirurgia ou nos ambiente de cuidado, de mulheres de crianças e outras pessoas vulneráveis, é uma estratégia importante para a segurança de todos os envolvidos. Das pessoas que estão sendo cuidadas e das equipes também."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:37:56 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A violência obstétrica é um problema sério que afeta muitas mulheres durante o processo de gestação e parto. Ela pode incluir desde negligência médica até tratamentos desrespeitosos e abusivos por parte dos profissionais de saúde. É importante que as mulheres estejam cientes de seus direitos e que denunciem casos de violência obstétrica. Se você ou alguém que você conhece passou por essa situação, é fundamental buscar ajuda e denunciar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:42:10 UTC</pubDate>
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         <title>Violência obstetrícia </title>
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         <description><![CDATA[<p>A violência obstétrica é um termo que se refere a práticas desrespeitosas, abusivas ou coercitivas durante o parto. Isso pode incluir tratamento verbal ou físico inadequado, intervenções médicas desnecessárias e falta de informações adequadas. É um problema que destaca a importância do respeito aos direitos e à dignidade das mulheres durante o processo de parto. Se você tiver perguntas específicas ou quiser mais informações, sinta-se à vontade para perguntar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:43:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mulher relata violência obstétrica em parto hospitalar em SC: &#39;Fiquei 2 horas berrando&#39; </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma mulher de 25 anos relata ter sido vítima de violência obstétrica em um hospital de Santa Catarina há cerca de 1 ano. Fernanda Wartha Gripa contou como ficou cerca de duas horas com dores durante o trabalho de parto, pedindo ajuda aos funcionários.</p><p><br></p><p>Fernanda teve o primeiro filho em em 29 de julho de 2021. Ela relata que, após um ano do caso, ainda busca coragem para denunciar a violência. A mulher chegou a criar um grupo em uma rede social para reunir e denunciar relatos semelhantes. A situação, segundo ela, ocorreu no Hospital Regional do Oeste (HRO), em&nbsp;Chapecó, no Oeste catarinense.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:43:33 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A violência obstétrica é um termo que se refere a práticas abusivas, desrespeitosas ou negligentes durante o processo de gestação, parto e pós-parto. Isso pode incluir desde tratamentos desumanos por parte dos profissionais de saúde até intervenções desnecessárias, falta de informação e consentimento da mulher, entre outros comportamentos prejudiciais. É importante que as mulheres estejam cientes de seus direitos e que recebam um atendimento respeitoso e digno durante esse período. Se você quiser saber mais sobre o assunto ou compartilhar informações com suas amigas, estou aqui para ajudar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>Bebe tem orelha cortada</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:48:40 UTC</pubDate>
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         <title>https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2021/07/14/mulher-denuncia-ter-sofrido-violencia-obstetrica-durante-parto-em-unidade-de-saude-de-feira-de-santana-isso-doi-muito.ghtml</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:49:41 UTC</pubDate>
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         <title>DIREITOS HUMANOSVítimas de violência obstétrica denunciam negligências médicas Levantamento aponta que 30% das mulheres atendidas em hospitais privados sofrem violência obstétrica; no SUS, a taxa é de 45%Fonte: Agência Câmara de Notícias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Dayane💙</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:51:29 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://blogdobrunomuniz.com.br/2023/03/hospital-de-sao-bento-do-una-abordado-em-materia-do-blog-sobre-violencia-obstetrica-volta-a-ser-acusado-de-negligencia-desta-vez-uma-crianca-morreu.html</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:51:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/03/14/jornalista-transforma-sofrimento-com-violencia-obstetrica-em-documentario.ghtml</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:52:11 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Polícia Civil está investigando uma denúncia de negligência e violência obstétrica que resultaram na morte de um bebê, no Hospital do Tricentenário, em Olinda. De acordo com a mãe, uma jovem de 20 anos, foram três dias tentando ser atendida, em três unidades de saúde diferentes, na Região Metropolitana do Recife (veja vídeo acima).</p><p><br/></p><p>Larissa Ferreira da Silva disse que teve atendimento recusado em mais de uma unidade, foi amarrada a uma maca e forçada a tentar um parto normal quando havia indicação de cesárea. Uma equipe do Hospital Tricentenário também começou a apurar o caso.</p><p><br/></p><p>As complicações começaram no dia 6 de novembro. Com muitas dores, Larissa procurou a Maternidade Barros Lima, em Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>https://youtu.be/rKX0Yc73StQ?si=Fixu5ySivbNe8mUr</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 19:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Inacreditável que aconteceu mesmo isso</title>
         <author>mari92adm</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 20:03:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Com 34 semanas de gestação, em outubro de 2021, ela perdeu a filha. Na maternidade, enquanto sofria com dores, foi negada a ter uma acompanhante ao seu lado. “A negação de ter acompanhante também é uma forma de violência contra a mulher”, ressaltou.</title>
         <author>dayanepinange7</author>
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         <pubDate>2024-02-29 20:10:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Uma mulher de 25 anos relata ter sido vítima de violência obstétrica em um hospital de Santa Catarina há cerca de 1 ano. Fernanda Wartha Gripa contou como ficou cerca de duas horas com dores durante o trabalho de parto, pedindo ajuda aos funcionários.Fernanda teve o primeiro filho em em 29 de julho de 2021. Ela relata que, após um ano do caso, ainda busca coragem para denunciar a violência. A mulher chegou a criar um grupo em uma rede social para reunir e denunciar relatos semelhantes. </title>
         <author>dayanepinange7</author>
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         <pubDate>2024-02-29 20:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2021/07/14/mulher-denuncia-ter-sofrido-violencia-obstetrica-durante-parto-em-unidade-de-saude-de-feira-de-santana-isso-doi-muito.ghtml</title>
         <author>dayanepinange7</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 20:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Violencia obstétrica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/su1982so/7fusni1z4pn7e6p5/wish/2901754103</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Eu 17 de janeiro de 2010 a paciente chegou ao hospital com algumas dores ( contrações) mesmo sem medico no hospital, não a encaminharam para outro hospital dizendo que ela não estava em trabalho de parto, porem a mesma tinnha um ultrassom que mostrava que acrianca tunha quase 4 kg, o correto seria encaminhar pra uma cesaria ,a deixaram em observação,  algum tempo depois as dores aumentaram e ela começou a entrar em trabalho de parto, a levaram para sala e a colocaram na posição ginecológica. Vendo que o bebê estava demorando a nascer, uma das profissionais saiu e foi chamar o vigia para subir na barriga da mãe e "ajuda-la" a ter a criança,  assim o mesmo fez, expondo a mãe e a criança em risco de morte. Negligência por parte dos profissionais de saúde que estavam no no local, e também da coordenação do hospital que soube sobre o caso, e nada faz com os profissionais que ali estavam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 09:25:41 UTC</pubDate>
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         <title>Turma </title>
         <author>su1982so</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-01 16:54:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/su1982so/7fusni1z4pn7e6p5/wish/2904982891</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela relatou um dos casos em que houve intervenções excessivas.</p><p>"Uma vez, fui acompanhar uma gestante. Na hora do expulsivo [parto], ela estava de pé, tranquila na medida do possível. Em vez de manterem-na em pé, pediram que ela deitasse, com o objetivo de fazer um cardiotoco [cardiotocografia, exame para verificar os batimentos cardíacos do bebê]. A médica tocou e viu que tinha 10 centímetros [de dilatação]. Houve manipulação perineal, que acabou levando a uma laceração mais grave", relatou.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-04 19:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>Violência obstétrica de Shantal Verdelho</title>
         <author>celenaoliveira68</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/12/12/olha-aqui-toda-arrebentada-influencer-shantal-diz-que-foi-vitima-de-violencia-obstetrica-de-medico-durante-parto-em-sp.ghtml?_gl=1*723w2g*_ga*YW1wLXhzd0tneVA3M3VsWlZaSVFlRmxJVld6b19Hbm9ldG5LY3VkUTdiNnU3WG0tSWxnSDdOYWR1em5Bc2Z6QTh1VXk.*_ga_4DF8YFDHV7*MTcwOTU3OTgyNy42LjEuMTcwOTU3OTgyNy4wLjAuMA">https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/12/12/olha-aqui-toda-arrebentada-influencer-shantal-diz-que-foi-vitima-de-violencia-obstetrica-de-medico-durante-parto-em-sp.ghtml?_gl=1*723w2g*_ga*YW1wLXhzd0tneVA3M3VsWlZaSVFlRmxJVld6b19Hbm9ldG5LY3VkUTdiNnU3WG0tSWxnSDdOYWR1em5Bc2Z6QTh1VXk.*_ga_4DF8YFDHV7*MTcwOTU3OTgyNy42LjEuMTcwOTU3OTgyNy4wLjAuMA</a>..</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 00:12:38 UTC</pubDate>
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