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      <title>Capítulo 4 Versículo 3 by Daniely Gomes</title>
      <link>https://padlet.com/danielygomes012/7fs8v5j8pps5tbj8</link>
      <description>Música de Racionais MC&#39;s
Grupo: Bryan, Carol, Daniely e Vitor H.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-17 11:39:36 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 4 versículo 3 - Temática abordada</title>
         <author>carolsouto2003</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A canção se inicia com dados estatisticos sobre discriminação, racismo e violencia cotidiana da região periférica de São Paulo, e do Brasil, nos anos 1990. A música se relaciona com as temáticas de: periferias urbanas, relações de conflitos, relações raciais e expressões políticas, com isso, fazem referência à elementos da religião cristã. A frase "Racionais Capítulo 4, Versículo 3", parece fazer uma metáfora com a bíblia, nos dando a entender que esse é o Livro deles, assim como o Livro da bíblia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 11:41:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vitoralmeidarocha11</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/zNOru8ATOi0" />
         <pubDate>2020-11-17 11:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>Letra da música </title>
         <author>danielygomes012</author>
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         <description><![CDATA[<div>60% dos jovens de periferia sem antecedentes criminais já sofreram violência policial<br>A cada 4 pessoas mortas pela polícia, 3 são negras<br>Nas universidades brasileiras apenas 2% dos alunos são negros<br>A cada 4 horas, um jovem negro morre violentamente em São Paulo<br>Aqui quem fala é Primo Preto, mais um sobrevivente<br><br></div><div>Minha intenção é ruim, esvazia o lugar<br>Eu tô em cima, eu tô afim, um, dois pra atirar<br>Eu sou bem pior do que você tá vendo<br>O preto aqui não tem dó, é 100% veneno<br>A primeira faz bum, a segunda faz tá<br>Eu tenho uma missão e não vou parar<br>Meu estilo é pesado e faz tremer o chão<br>Minha palavra vale um tiro e eu tenho muita munição<br>Na queda ou na ascensão, minha atitude vai além<br>E tenho disposição pro mal e pro bem<br><br></div><div>Talvez eu seja um sádico, ou um anjo<br>Um mágico, o juiz ou o réu<br>Um bandido do céu, malandro ou otário<br>Padre sanguinário, franco atirador se for necessário<br>Revolucionário, insano ou marginal<br>Antigo e moderno, imortal<br>Fronteira do céu com o inferno<br>Astral imprevisível<br>Como um ataque cardíaco<br>No verso violentamente pacífico, verídico<br>Vim pra sabotar seu raciocínio<br>Vim pra abalar o seu sistema nervoso e sanguíneo<br>Pra mim ainda é pouco, Brown cachorro louco<br>Número 1 dia, terrorista da periferia<br>Uni-duni-tê, o que eu tenho pra você<br>Um rap venenoso ou uma rajada de PT<br>E a profecia se fez como previsto<br>1997 depois de Cristo<br>A fúria negra ressuscita outra vez<br>Racionais Capítulo 4, Versículo 3<br><br></div><div>Aleluia, aleluia<br>Racionais no ar, filha da puta, pá, pá, pá<br><br></div><div>Faz frio em São Paulo<br>Pra mim tá sempre bom<br>Eu tô na rua de bombeta e moletom<br>Dim, dim, dom, rap é o som<br>Que emana do Opala marrom<br>E aí, chama o Guilherme<br>Chama o Vander<br>Chama o Dinho e o Gui<br>Marquinho chama o Éder, vamo aí<br>Se os outros manos vem, pela ordem tudo bem<br>Melhor, quem é quem no bilhar no dominó<br><br></div><div>Colou dois manos<br>Um acenou pra mim<br>De jaco de cetim<br>De tênis, calça jeans<br><br></div><div>Ei Brown, sai fora<br>Nem vai, nem cola<br>Não vale a pena dar ideia nesses tipo aí<br>Ontem à noite eu vi na beira do asfalto<br>Tragando a morte, soprando a vida pro alto<br>Ó os cara só o pó, pele o osso<br>No fundo do poço, traz flagrante no bolso<br><br></div><div>Veja bem, ninguém é mais que ninguém<br>Veja bem, veja bem, eles são nosso irmãos também<br>Mas de cocaína e crack<br>Whisky e conhaque<br>Os manos morrem rapidinho sem lugar de destaque<br><br></div><div>Mas quem sou eu pra falar de quem cheira ou quem fuma<br>Nem dá, nunca te dei porra nenhuma<br>Você fuma o que vem, entope o nariz<br>Bebe tudo o que vê, faça o diabo feliz<br>Você vai terminar tipo o outro mano lá<br>Que era um preto tipo A<br>Ninguém entrava numa, mó estilo<br>De calça Calvin Klein e tênis Puma<br>Um jeito humilde de ser, no trampo e no rolê<br>Curtia um funk, jogava uma bola<br>Buscava a preta dele no portão da escola<br>Exemplo pra nós, mó moral, mó ibope<br>Mas começou colar com os branquinhos do shopping (aí já era)<br>Ih mano outra vida, outro pique<br>Só mina de elite, balada, vários drink<br>Puta de butique, toda aquela porra<br>Sexo sem limite, Sodoma e Gomorra<br><br></div><div>Faz uns nove anos<br>Tem uns quinze dias atrás eu vi o mano<br>Cê tem que ver, pedindo cigarro pros tiozinho no ponto<br>Dente tudo zoado, bolso sem nenhum conto<br>O cara cheira mal, as tia sente medo<br>Muito louco de sei lá o que logo cedo<br>Agora não oferece mais perigo<br>Viciado, doente, fudido, inofensivo<br><br></div><div>Um dia um PM negro veio embaçar<br>E disse pra eu me pôr no meu lugar<br>Eu vejo um mano nessas condições, não dá<br>Será assim que eu deveria estar?<br>Irmão, o demônio fode tudo ao seu redor<br>Pelo rádio, jornal, revista e outdoor<br>Te oferece dinheiro, conversa com calma<br>Contamina seu caráter, rouba sua alma<br>Depois te joga na merda sozinho<br>Transforma um preto tipo A num neguinho<br>Minha palavra alivia sua dor<br>Ilumina minha alma, louvado seja o meu Senhor<br>Que não deixa o mano aqui desandar, ah<br>E nem sentar o dedo em nenhum pilantra<br>Mas que nenhum filha da puta ignore a minha lei<br>Racionais Capítulo 4, Versículo 3<br><br></div><div>Aleluia, aleluia<br>Racionais no ar filha da puta, pá, pá, pá<br><br></div><div>Quatro minutos se passaram e ninguém viu<br>O monstro que nasceu em algum lugar do Brasil<br>Talvez o mano que trampa de baixo do carro sujo de óleo<br>Que enquadra o carro forte na febre com sangue nos olhos<br>O mano que entrega envelope o dia inteiro no Sol<br>Ou o que vende chocolate de farol em farol<br>Talvez o cara que defende o pobre no tribunal<br>Ou que procura vida nova na condicional<br>Alguém num quarto de madeira lendo à luz de vela<br>Ouvindo um rádio velho no fundo de uma cela<br>Ou da família real de negro como eu sou<br>Um príncipe guerreiro que defende o gol<br><br></div><div>E eu não mudo, mas eu não me iludo<br>Os mano cu de burro têm, eu sei de tudo<br>Em troca de dinheiro e um cargo bom<br>Tem mano que rebola e usa até batom<br>Vários patrícios falam merda pra todo mundo rir<br>Ha ha, pra ver branquinho aplaudir<br>É, na sua área tem fulano até pior<br>Cada um, cada um, você se sente só<br>Tem mano que te aponta uma pistola e fala sério<br>Explode sua cara por um toca-fita velho<br>Click pláu, pláu, pláu e acabou<br>Sem dó e sem dor, foda-se sua cor<br>Limpa o sangue com a camisa e manda se foder<br>Você sabe por quê? Pra onde vai? Pra quê?<br>Vai de bar em bar, esquina em esquina<br>Pegar 50 conto, trocar por cocaína<br><br></div><div>Enfim, o filme acabou pra você<br>A bala não é de festim, aqui não tem dublê<br>Para os manos da Baixada Fluminense à Ceilândia<br>Eu sei, as ruas não são como a Disneylandia<br>De Guaianazes ao extremo sul de Santo Amaro<br>Ser um preto tipo A custa caro<br>É foda, foda é assistir a propaganda e ver<br>Não dá pra ter aquilo pra você<br>Playboy forgado de brinco: Cu, trouxa<br>Roubado dentro do carro na avenida Rebouças<br>Correntinha das moça<br>As madame de bolsa<br>Dinheiro, não tive pai não sou herdeiro<br>Se eu fosse aquele cara que se humilha no sinal<br>Por menos de um real<br>Minha chance era pouca<br>Mas se eu fosse aquele moleque de touca<br>Que engatilha e enfia o cano dentro da sua boca<br>De quebrada sem roupa, você e sua mina<br>Um, dois, nem me viu, já sumi na neblina<br>Mas não, permaneço vivo<br>Não sigo a mística<br>Vinte e sete anos contrariando a estatística<br>Seu comercial de TV não me engana<br>Eu não preciso de status nem fama<br>Seu carro e sua grana já não me seduz<br>E nem a sua puta de olhos azuis<br>Eu sou apenas um rapaz latino-americano<br>Apoiado por mais de 50 mil manos<br>Efeito colateral que o seu sistema fez<br>Racionais Capítulo 4, Versículo 3<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-17 11:46:33 UTC</pubDate>
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         <title>Informação sobre a música</title>
         <author>bryansimon2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lançamento: 1997<br>Gênero: HipHop/Rap<br>Vendas: 1,5 milhão de cópias<br>Devido à sua agressividade e combatividade, na forma e no conteúdo, o grupo imprimi vitalidade à luta de resistência negra aos ataques constantes (desde a escravização) das classes dominantes, poder Estatal e midiático. Através de subversões, intimidações e posicionamento, a letra quilométrica busca o esclarecimento das relações sociais entre negros e brancos, mas também da periferia em relação ao centro. <br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-17 11:59:09 UTC</pubDate>
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         <title>Premios do grupo</title>
         <author>vitoralmeidarocha11</author>
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         <description><![CDATA[<div>1998- VMB- Escolha da Audiência<br>2002- Prêmio Hutúz- Grupo ou Artista Solo<br>2006- Ordem ao Mérito Cultural- Música<br>2009- Prêmio Hutúz- Melhores artistas da década<br>2012- VMB- Clipe do Ano<br>2014- Prêmio Multishow- Melhor Show com a Turnê de 25 anos<br>2015- Rolling Stone Brasil- Melhor Álbum</div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-17 12:09:31 UTC</pubDate>
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         <title>Instrumental</title>
         <author>carolsouto2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atmosfera de filme de terror com latidos, sirenes e ruídos característicos do vinil. Ele se contrapõem à letra em que a temática é voltada para religião. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 12:11:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolsouto2003</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 12:23:42 UTC</pubDate>
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