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      <title>Psicologia do Desenvolvimento by BRUNA MARA SANTOS PEREIRA</title>
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      <description>Criado com os olhos no prêmio</description>
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         <author>brunamsp</author>
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         <pubDate>2021-09-14 00:39:03 UTC</pubDate>
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         <author>brunamsp</author>
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         <title>Gravidez</title>
         <author>amandalima477</author>
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         <description><![CDATA[<div>No período da gravidez a mulher passa por frequentes alterações de humor, ha uma hipersensibilidade e também irritabilidade.&nbsp;<br>Uma gestação pode durar até 42 semanas contando a partir da fecundação do óvulo no útero,e pode ser separada em 3 trimestres. No primeiro trimestres a mulher pode passar por enjoos frequentes, aumento do sono, fadiga, cansaço. Os sintomas do primeiro semestre costumam acabar com a chegada do segundo semestre, onde pode começar aparecer dores nas costas, azia, má digestão. A barriga começa e crescer mais rapidamente e a mulher começa a sentir os movimentos do bebê dentro da barriga. No terceiro e ultimo trimestre um desconforto maior aparece, a barriga pesa e passa a ser difícil até mesmo uma posição confortável para dormir. Ao final do terceiro trimestre o bebê começa a ficar sem espaço dentro do útero, a mulher precisa estar preparada pois o bebê pode estar pronto pra nascer a qualquer momento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 02:38:53 UTC</pubDate>
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         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os saltos do desenvolvimento são períodos de enormes mudanças que ocorre grandes aprendizados do bebê, onde passa um tempo captando informações e estímulos, para de repente ter um salto de aprendizado.</div><div>O aprendizado ocorre em saltos, o desenvolvimento motor, cognitivo, social e de linguagem ocorrem em saltos.</div><div>Durante esses saltos duas podem ocorrer duas situações: o bebê fica em alerta, porque ele fica muito empolgado, por causa dessas habilidades novas, ou ele fica muito assustado porque ele não estava pronto ainda para essas habilidades que surgiram.</div><div>Como o bebê pode ficar assustado devido às mudanças, nele manifesta uma maior necessidade de colo e de sucção não nutritiva, onde o bebê fica mais chato, carente e chorão, denominado os “3Cs dos saltos de desenvolvimento”.</div><div>A duração dos saltos depende muito de cada bebê, o salto dos 4 meses e dos 9 meses são conhecidos por serem os mais longos, mais difíceis e que o bebê demanda muito mais atenção da mãe do que os outros saltos.</div><div>O ideal é que não se chame mais de crise porque não é uma coisa ruim, é um período de grande desenvolvimento, um período de grande diferencial para o bebê.</div><div>Ao todo são 10 saltos nos primeiros 20 meses, 08 nos primeiro 12 meses, quando ele completa 01 ano é o oitavo salto.</div><div>O primeiro acontece com 05 depois, com 08 depois com 12, 19, o tão terrível dos 4 meses, 26, 37, 46 e 55 semanas.</div><div>Consegue-se perceber que o bebê vai emitir os “3Cs” e vai manifestar novas habilidade. E conhecer as habilidades esperadas para casa marco de desenvolvimento é fundamental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 22:52:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>O bebê se desenvolve intensamente de 0 aos 12 meses, nesse primeiro ano ele vai desenvolver mais habilidades motoras, que irá adquirir ao longo da vida. Sua visão é desenvolvida ao longo dos meses, se tornando nítida apenas por volta do oitavo mês de vida. Os movimentos, inicialmente desordenados, aos poucos se tornam mais elaborados, finos, demonstrando interesse e intenção. O desenvolvimento do tônus postural possibilita o sustento da cabeça aos três meses, permitindo que a criança sente por volta dos 6 meses, sem apoio aos 9 meses e possa manter-se em pé quando apoiada aos 11 meses.<br><br></div><div>O esperado é que o bebê comece a andar com 1 ano e 2 meses, esse progresso permite que a criança consiga subir em móveis até 1 ano e 6 meses e correr e descer escadas até completar 2 anos. Também, entre esses 12 meses, normalmente ocorre o desmame, (ainda não aconteceu com minha filha de 3 anos). A criança mostra-se mais sociável e pode realizar pequenas atividades com ajuda, como se vestir, escovar os dentes, fazer um desenho. Quanto à fala, a criança entre um e dois anos está adquirindo vocabulário, e consegue arriscar alguns sons mais parecidos com palavras logo com 12 meses evoluindo, até aos 24 meses falar poucas palavras pontuais, e formar pequenas frases.<br><br></div><div>A criança entre 2 e 3 anos mostra um melhor controle do seu corpo, o que permite o desfralde, que ela se alimente sozinha e tenha predileção pelo lado esquerdo ou direito do corpo. Nesse período, as crianças apresentam um maior domínio e entendimento da fala, assim, aos 3 anos, é comum que as crianças consigam cantar, contar histórias e manter pequenos diálogos. O tempo de concentração aumenta, assim as crianças conseguem aprender alguns conceitos, imaginar histórias e brincar com amiguinhos de forma lúdica e espontânea.<br><br></div><div>A primeira infância é a base para a vida adulta, é nessa fase que as crianças constroem e lapidam os suportes de confiança e pertencimento, vitais para os anos futuro, portanto os laços de afeto e carinho são tão importantes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:16:28 UTC</pubDate>
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         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo desenvolver de origem franca, utilizado por volta do século X, emerge primeiramente como abrir, revelar, tirar o invólucro, deixar aparecer o que está dentro.<br><br></div><div>A palavra desenvolvimento trás, embutidas diferentes noções que foram compondo seu significado.&nbsp;<br><br></div><div>A preocupação de possíveis desvios do desenvolvimento da criança, como atrasos, déficits de desenvolvimento, essas preocupações refletem um modo de conceber o desenvolvimento em termos de padrões de normalidade e deficiência, definidos a partir de teorias e valores disseminados e assumidos como universais.<br><br></div><div>Com os estudos da biologia e da genética, principalmente no século XIX, com a noção darwiniana da evolução.&nbsp; Que fundamentalmente é...<br><br></div><div>“A <strong>Teoria da Evolução</strong> afirma que é o ambiente, por meio de seleção natural, que determina a importância da característica do indivíduo ou de suas variações, e os organismos mais bem adaptados a esse ambiente têm maiores chances de sobrevivência, deixando um número maior de descendentes.”<br><br></div><div>Culminando com uma visão do homem como uma espécie animal, produzida por mutações a partir de outras formas de vida e sujeito a evolução, em virtude de fatores que podiam ser estudados.<br><br></div><div>O conceito de desenvolvimento vai se consolidando nas ciências humanas, articulando à problemática da origem e das mutações. O aperfeiçoamento dos indivíduos é inevitável assim também como das sociedades humanas como um todo. O desenvolvimento de todas as sociedades passaria pela mesma sequencia de configurações, bem como haveria uma unidade psíquica do homem. Os processos mentais seriam similares entre todos os povos.<br><br></div><div>Os padrões de normalidade estabelecidos a partir de uma visão linear de desenvolvimento individual e social – justificaram diversas formas de intervenção cultural, por isso fazem parte tanto da história das ciências quanto da história das relações internacionais de poder.&nbsp;<br><br></div><div>As especificidades e transformações qualitativas e quantitativas da criança são descritas e analisadas a partir de noções fundamental biológica, como o crescimento, ou referencias a processos inferidos de crescimento, como a maturação.&nbsp;<br><br></div><div>A noção de crescimento baseia-se nas condições fisiológicas particulares da criança. A maturação refere-se descritivamente aos comportamentos que amadurecem, destacando apenas suas características e a sequência em que aparecem, sem fazer referencia a qualquer processo subjacente de desenvolvimento.<br><br></div><div>Os conceitos de crescimento, amadurecimento e progressão no qual se configura o ciclo vital, são utilizados para avaliar o desenvolvimento: por exemplo, peso a estatura, que refletem o aumento em quantidade; o andar e o falar, enquanto indicadores do amadurecimento espontâneo; a idade cronológica, comumente usada para estabelecer correspondências com certos comportamentos esperados, que ao mesmo tempo marca a continuidade no desenvolvimento e distingue etapas no processo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:40:56 UTC</pubDate>
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         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>São teorias psicologias que tomam como fundamento que os fatores culturais também interferem no desenvolvimento. No entanto vamos encontrar também abordagens genéticas que problematizam a visão biologizante, apontando-a como necessária, mas não como suficiente para caracterizar o que é especificamente humano.&nbsp; O conceito de desenvolvimento na medida em que concebem a história e a cultura como integrantes e constitutivas do funcionamento mental.<br><br></div><div>Andar ereto e falar, por exemplo, são tomados como características humanas universais que aparecem em determinados momentos da vida da criança.<br><br></div><div>Segundo perspectiva histórico-cultural não é o andar ereto, em si, que caracteriza o homem, mas o andar ereto que libera as mãos, que viabiliza o trabalho e a produção de instrumentos; não é a emissão de sons enquanto tal, nem a linguagem já dada, a priori, mas movimentos e sons que partilhados com o outro interpretado pelo outro, vão se tornando gestos e palavras significativos.&nbsp;<br><br></div><div><em>“A natureza do próprio desenvolvimento se transforma, do biológico para o sócio-cultural”</em>. (Vygotsky; pensamento e linguagem, 1989, p.44).<br><br></div><div>A palavra, enquanto signo adquire, assim, um papel fundamental na constituição do psiquismo humano. O psiquismo não é visto, aqui, como tendo origem no individuo, mas é concebido como resultante da interação entre os homens, constituindo na relação com o outro e na linguagem. É o meio humano que promove o desenvolvimento, suscitando a apreensão e a produção de cultura.<br><br></div><div>O desenvolvimento implica orientação no tempo, sim, mas este tempo não é uniforme, implicam variabilidades, oscilações, ritmos diferenciados, descontinuidades, transformações. Podem-se identificar pontos de viragem, onde correm importantes saltos qualitativos, que marcam mudanças revolucionária nos modos de agir das crianças. Estes modos de agir e estes saltos são essencialmente relacionados às condições de vida e de existência da criança e a apropriação das práticas culturais.<br><br></div><div>Quando se procura compreender o desenvolvimento das crianças a partir das dinâmicas histórico-culturais, vale considerar não só que ela tem dois ou três anos, mas também que ela ocupa um lugar no sistema de relações sociais. As posições e lugares que a criança ocupa são moveis e mutáveis e precisam ser levados em conta numa análise. É no interior das dinâmicas interativas que a criança torna próprias e pertinentes formas de ação que são valorizadas em seu meio social, se constituindo de maneira singular.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse contexto teórico, as ações da crianças não são mais interpretadas como provenientes de um sujeito autônomo, mas são inter-ações, que se tornam modos de ações próprios à criança. As ações não tem significação em si mesmas, mas tornam-se significativas no cotidiano das práticas culturais em que a criança está inserida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:42:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem teoria do desenvolvimento que consideram a autonomia como a superação da dependência em relação aos outros, ao controle externo, resultado do desenvolvimento (Erickson). Outras o consideram atributo do ser humano, tendência de base de organismo, que impele ao desenvolvimento (Rogers). Piaget, analisa a passa da criança da heteronomia à autonomia, concebendo o desenvolvimento cognitivo como um caminho que conduz a esta última. Aquilo que se coloca como objetivo a ser atingido, se confunde com o ponto de partida, em que o individuo se auto organiza, se constrói a partir de condições organicamente dadas, características da espécie. Diante disso, percebe-se a circularidade: o sujeito tem autonomia para se tornar autônomo.&nbsp;<br><br></div><div>A autonomia parece como valor universal, tornando absoluto, que não se restringe apenas ao contexto teórico da psicologia, mas que permeia as práticas sociais e se difunde como o modo dominante de conceber o individuo na sociedade ocidental; aquele que “se faz por si”.<br><br></div><div>Mais dependendo do modo como se faz a relação sujeito/outro, de como se pensa o individuo e a sociedade, essa “independência” e “autonomia” são re-situadas. A autonomia só é possível com o outros. As elaborações cognitivas individuais não se dão fora da trama social que envolve necessariamente o “outro”, e as palavras, as perspectivas e os conhecimentos dos outros. A criança imita as ações do outro, e nessa imitação, nesse movimento de “quere se igual”, ela se distingue do outro, num movimento simultâneo de singularização. A autonomia está, portanto na relação com o outro, e na interpretação dessa relação. As diferentes formas de pensar a autonomia orientam modos de ação com a criança e modos de atuação na comunidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:43:23 UTC</pubDate>
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         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os indicadores podem funcionar como indícios de o desenvolvimento ocorre, mas NÃO constituem o processo de desenvolvimento. Uma vez que emergem na relação com os outros, em um processo de desenvolvimento que não é homogêneo e linear, os modos de ação da criança não são pré-determinados. Embora sujeitos a contingências e determinações relacionadas às posições que ela ocupa nas práticas sociais de seu grupo, seus modos de agir não são totalmente previsíveis, isto porque a apropriação de formas culturais de atividade implica um processo de re-construção dessas formas pela criança, a partir da multiplicidade das inter-ações em que ela participa.<br><br></div><div>Há que se pensar os indicadores a partir de determinados pontos de referência, falar em pontos de referencia significa apurar os fundamentos e o lugar de onde se olha o acontecimento. Pontos de referencia, aqui, seriam aquilo que sustenta o recorte e a configuração indicadores, implicando os diferentes modos de “saber”...<br><br></div><div>Nossa proposta caminha na direção de uma levantamento de pontos de referência que permitam apreender e identificar, a partir de certos conhecimentos e de certas condições, as regularidades, normas restrições, possibilidades, embutidas nas práticas cotidianas da comunidade e da família. Mais do que observar ações das crianças, importa observar e circunscrever situações cotidianas de interação. Envolve o esforço de olhar a realidade através do nosso conhecimento e experiência, mas buscando sistematicamente a compreensão das práticas sociais do ponto de vista dos sujeitos envolvidos. A avaliação implica os conhecimentos do avaliador, mas também seus valores, crenças, desejos, preconceitos...<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:<br></strong><br></div><div><strong>SMOLKA</strong>, Ana Luíza Bustamante. <strong>LAPLANE</strong>, Adriana Lia Frizman. <strong>CRUZ</strong>, Nazaré. <strong>FONTANA</strong>, Roseli Cação. <strong><em>A QUESTÃO DOS INDICADORES DE DEENVOLVIEMTNO: APONTAMENTOS PARA DISCUSSÃO</em></strong>.&nbsp; Caderno de Desenvolvimento Infantil. Vol. 1. Agosto de 1995/Pastoral da Criança – CNBB.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>CHARLES DARWIN E A TEORIA DA EVOLUÇÃO</strong></div><div><a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/80/o/TCEM2014-Biologia-RicardoFernandesSilva.pdf">https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/80/o/TCEM2014-Biologia-RicardoFernandesSilva.pdf</a> - Acesso 01 de dezembro de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:44:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seria difícil superestimar a importância do psicólogo suíço Jean Piaget (1896 – 1980) para a pesquisa do desenvolvimento. A teoria do desenvolvimento cognitivo geralmente considerada como a mais compreensiva é a dele. Embora certos aspectos da teoria de Piaget tenham sido questionados e, em alguns casos, refutados, sua influência é imensa. Na verdade, a contribuição de sua teoria, como a de outros, é mostrada mais pela sua influência em teorias e em pesquisas posteriores do que por sua exatidão máxima.<br><br></div><div>Jean Piaget aprendeu muito sobre como as crianças pensam, observando várias delas e prestando muita atenção ao que parecia ser erro no raciocínio das mesmas.<br><br></div><div>Piaget ingressou, pela primeira vez, no campo do desenvolvimento cognitivo quando, enquanto trabalhava como estudante já graduado no laboratório psicométrico de Alfred Binet, ficou intrigado com as respostas erradas das crianças aos itens do teste de inteligência. Para entender a inteligência, raciocinava Piaget, a investigação deve ser dupla: (1) observar o desempenho de uma pessoa e (2) considerar também por que esta pessoa assim desempenhava, incluindo os tipos de pensamento subjacentes às ações da mesma. O raciocínio de Piaget seguia o de seu mentor Binet na primeira cláusula, mas não na segunda. Particularmente, Piaget raciocinava que os pesquisadores podiam aprender tanto sobre o desenvolvimento intelectual das crianças, a partir do exame de suas respostas incorretas aos itens dos testes, quanto sobre o exame de suas respostas corretas.<br><br></div><div>Pelas suas reiteradas observações de crianças, inclusive de seus próprios filhos, e especialmente mediante investigação de seus erros de raciocínio, ele concluiu que sistemas lógicos coerentes fundamentam o pensamento das crianças. Tais sistemas, acreditava ele, diferem em espécie dos sistemas lógicos que os adultos usam. Se vamos entender o desenvolvimento, devemos identificar esses sistemas e suas características diferenciais. Nas seções a seguir, primeiro consideramos alguns dos princípios gerais de Piaget sobre o desenvolvimento e, depois, observamos os estágios de desenvolvimento que ele propôs.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:45:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Princípios gerais da Teoria do Desenvolvimento de Piaget</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927164709</link>
         <description><![CDATA[<div>Piaget acreditava que a função da inteligência é auxiliar a adaptação ao ambiente. Em sua concepção, os meios de adaptação formam um continuum que varia de meios relativamente inteligentes, tais como hábitos e reflexos, a meios relativamente inteligentes, tais como os que exigem <em>insight</em>, representação mental complexa e a manipulação mental de símbolos. De acordo com seu foco na adaptação, acreditava que o desenvolvimento cognitivo acompanhava-se de respostas cada vez mais complexas ao ambiente. A seguir, Piaget propôs que, com a crescente aprendizagem e maturação, tanto a inteligência quanto suas manifestações tornam-se <em>diferenciadas</em> – mais altamente especializadas em vários domínios.<br><br></div><div>Embora Piaget usasse a técnica de pesquisa da observação, grande parte de sua pesquisa era também uma exploração lógica e filosófica de como o conhecimento se desenvolve, desde formas primitivas até sofisticadas, acreditava que o desenvolvimento ocorre em estágios que evoluem pela <em>equilibração</em>, na qual as crianças procuram um balanço (equilíbrio) entre o que encontram em seus ambientes e as estruturas e os processos cognitivos que levam a esse encontro, bem como entre as próprias capacidades cognitivas. A equilibração envolve três processos. Em algumas situações, o modo de pensamento e os <em>esquemas</em> (estruturas mentais) existentes na criança são adequados para enfrentar e adaptar-se aos desafios do ambiente; ela está, assim, em um estado de equilíbrio. Por exemplo, suponhamos que Arthur, de 2 anos de idade, usa a palavra <em>au-au</em> para abarcar todos os animais peludos quadrúpedes que se assemelham ao seu próprio cachorro; enquanto todos os animais quadrúpedes que ele vê forem como os cachorros que já viu, Arthur permanece em um estado de equilíbrio.<br><br></div><div>Em outras ocasiões, entretanto, a criança é presenteada com informação que não se adapta aos seus esquemas existentes, de modo que surge o desequilíbrio quando os esquemas existentes na criança são inadequados para os novos desafios que a mesma enfrenta. Ela, consequentemente, tenta restaurar o equilíbrio pela <em>assimilação</em> – incorporação da nova informação aos esquemas existentes na criança. Por exemplo, suponhamos que o cachorro de Arthur é um grande labrador e que Arthur vai ao parque e vê um poodle, um cocker spainel e um cão-esquimó. Ele tem de assimilar a nova informação em seus esquemas existentes para <em>au-aus </em>– nenhuma grande coisa.<br><br></div><div>Suponhamos, entretanto, que Arthur também visita um pequeno zoológico e vê um lobo, um urso, um leão, uma zebra e um camelo. Ao ver cada novo animal, ele parece perplexo e pergunta à sua mãe: “Au-au?” A cada vez, sua mãe diz: !Não, este animal não é um cachorro. Este animal é um ______[nomeia o animal]”. Ele não pode assimilar esse animais diferentes em seu esquema existente para <em>au-aus</em>; em vez disso, ele tem de modificar, de algum modo, seus esquemas a fim de considerar a nova informação, criando, talvez um esquema abrangente para animais, ao qual ele adapta seu esquema existente para cachorros. Piaget sugeria que Arthur modificasse os seus esquemas existentes pela <em>acomodação</em> – mudança dos esquemas existentes para adaptá-los à nova informação relevante sobre o ambiente. Em conjunto, os processos de assimilação e de acomodação resultam num nível mais sofisticado de pensamento do que era possível previamente. Além disso, esses processos resultam no restabelecimento do equilíbrio, oferecendo, desse modo, à pessoa – tal como Arthur – níveis superiores de adaptabilidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>O Estágio Sensório-Motor</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927168843</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro estágio de desenvolvimento, o <em>estágio sensório-motor</em>, envolve aumentos no número e na complexidade de capacidades sensoriais (<em>input</em>) e motoras (<em>output</em>) durante a infância – aproximadamente do nascimento a cerca de 18-24 meses de idade -. Segundo Piaget, as primeiras adaptações do bebê são reflexivas. Gradualmente, os bebês obtêm controle consciente e intencional sobre suas ações motoras. A princípio, eles agem assim para manter ou repetir sensações interessantes. Mais tarde, entretanto, exploram ativamente seu mundo físico e buscam com afinco novas e interessantes sensações.<br><br>Ao longo das primeiras fases do desenvolvimento cognitivo sensório-motor, a cognição infantil parece focalizar-se apenas no que eles podem perceber imediatamente, pelos seus sentidos. Os bebês nada concebem que não lhes seja imediatamente perceptível. De acordo com Piaget, eles não têm um senso de permanência do objeto, pela qual os objetos continuam a existir, mesmo quando imperceptível aos bebês. Por exemplo, antes de aproximadamente 9 meses de idade, os que observam um objeto quando está sendo escondido de sua vista não o procurarão, uma vez escondido. Se um bebê de 4 meses de idade estivesse observando você esconder um chocalho debaixo de um cobertor, esse bebê não tentaria encontrar o chocalho sob o cobertor, enquanto um de 9 meses tentaria.<br><br></div><div>Um bebê mais novo e um mais velho respondem diferentemente à demonstração da permanência do objeto, de esconder um objeto debaixo de um cobertor ou atrás de um anteparo. Enquanto o bebê mais velho procura, o mais novo, aqui apresentado, desvia o olhar tão logo o objeto desaparece de sua vista.<br><br></div><div>Embora pesquisas subsequentes tenham posto em dúvida algumas de suas interpretações quanto à permanência do objeto, parece que os bebês não têm o mesmo conceito com relação à permanência de objetos que os adultos têm.<br><br></div><div>A posse de um senso de permanência do objeto exige alguma representação mental interna de um objeto mesmo quando este não é visto, ouvido ou, de outra forma, percebido. As respostas do pequeno bebê não exigem uma concepção de permanência do objeto ou de quaisquer outras representações mentais internas de objetos ou de ações. Seus pensamentos estão concentrados apenas em percepções sensoriais e comportamentos motores. No fim do período sensório-motor (18-24 meses de idade), as crianças começaram a mostrar sinais de <em>pensamento representativo</em> – representações internas de estímulos externos. Nessa transição para o estágio pré-operatório, a criança começa a ser capaz de pensar sobre pessoas e objetos que não são necessariamente perceptíveis naquele momento.<br><br></div><div>Piaget acreditava que o padrão de capacidade progressiva para formar representações mentais internas continua ao longo da infância. Outro padrão característico do desenvolvimento cognitivo envolve a passagem progressiva das crianças de um foco sobre si próprias a um interesse nos outros. Isso é, à medida que ficam mais velhas, elas se tornam menos egocêntricas – menos concentradas em si próprias. Observe-se que o egocentrismo é uma característica cognitiva, não um traço de personalidade. Por exemplo, as primeiras adaptações que ocorrem durante a infância referem-se todas ao próprio corpo do bebê (por exemplo, os reflexos de sucção podem ser adaptados para abranger a sucção de um polegar ou de um dedo do pé). As adaptações posteriores, entretanto, envolvem também objetos do ambiente externo ao corpo do bebê. Similarmente, as primeiras representações mentais envolvem apenas a criança, mas as subsequentes abrangem também outros objetos. Piaget considerava essa tendência inicial indicativa de uma tendência mais ampla para as crianças de todas as idades tornarem-se progressivamente conscientes do mundo externo e de como os outros podem perceber esse mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:51:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estágio Pré-Operatório</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927169860</link>
         <description><![CDATA[<div>No estágio pré-operatório, da idade aproximada de 1 1/2 ou 2 anos a cerca de 6 ou 7 anos, a criança começa a desenvolver ativamente as representações mentais internas, que se iniciaram no fim do estágio sensório-motor. Segundo Piaget, o aparecimento do pensamento representativo, durante o estágio pré-operatório, abre o caminho para o desenvolvimento subsequente do pensamento lógico, durante o estágio de operações concretas. Com o pensamento representativo, chega a comunicação verbal. Entretanto a comunicação é amplamente egocêntrica. Uma conversação pode parecer sem qualquer coerência. A criança diz o está em sua mente, sem considerar muito o que outra pessoa disse. À medida que as crianças se desenvolvem, no entanto, levam cada vez mais em consideração o que os outros disseram, quando criam seus próprios comentários e respostas.<br><br></div><div>A capacidade para manipular os símbolos verbais para objetos e ações – ainda que egocentricamente – acompanha a capacidade para manipular conceitos, e o estágio pré-operatório caracteriza-se por acréscimo no desenvolvimento conceitual. Todavia, a capacidade infantil para manipular conceitos ainda é bastante limitada durante este estágio. Por exemplo, durante esta fase as crianças exibem <em>centração</em> – uma tendência para focalizar somente um aspecto especialmente observável de um objeto ou uma situação complicada. Piaget fez uma série de experimentos que mostravam a centração das crianças. Ele representava a elas dois exemplares de trens em dois trilhos paralelos diferentes, conforme é mostrado na figura abaixo. Usava horários distintos de partida e de parada para cada trem e fazia-os seguirem seus trajetos em velocidades diferentes. Então entabulava perguntas sobre quem viajava mais lenta ou mais rapidamente.<br><br></div><div>Centração: Um único trem no pensamento. Apesar de Jean Piaget mostrar às crianças que os trens partiam em diferentes horários e deslocavam-se com diferentes velocidades, elas não consideravam tais variáveis, pois não podiam descentrar-se da única dimensão que um trem se deslocara de uma distância maior do que o outro.<br><br></div><div>Descobriu que as crianças com 4 a 5 anos de idade tendiam a concentrar-se em uma única dimensão, geralmente o ponto no qual os trens paravam. Especificamente, tais crianças diriam que o trem que percorrera maior distância nos trilhos também se deslocara mais rapidamente e por mais tempo, sem levar em conta o momento em que os trens tinham começado ou parado. Assim, no estágio pré-operatório, elas concentram-se em uma dimensão particular de um problema – tal como a posição final dos trens -, ignorando os outros aspectos da situação, mesmo quando eles são relevantes.<br><br></div><div>Muitas modificações do desenvolvimento ocorrem durante este estágio. A experimentação intencional e ativa das crianças com a linguagem e com objetos em seus ambientes resulta em enormes acréscimos, no desenvolvimento conceitual e linguístico. Esses desenvolvimentos auxiliam a abrir caminho para o desenvolvimento cognitivo ulterior, durante o estágio de operações concretas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:52:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estágio Operatório Concreto</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927171233</link>
         <description><![CDATA[<div>No estágio de <em>operações concretas</em>, aproximadamente dos 7 ou 8 anos ate os 11 ou 12 anos de idade, as crianças tornam-se capazes de manipular mentalmente as representações internas que formaram, durante o período pré-operatório. Em outras palavras, eles agora não só têm ideias e memórias dos objetos, mas também podem realizar operações mentais com essas ideias e memórias. Entretanto, podem agir assim apenas quanto a objetos concretos (por exemplo, ideias e memórias de carros, alimentos, brinquedos, e outras coisas tangíveis) – daí a denominação de “operações concretas”.<br><br></div><div>Talvez, a evidência mais forte da mudança do pensamento pré-operatório para o pensamento representativo do estágio operatório concreto seja vista nos experimentos clássicos de Piaget sobre <em>conservação</em> da quantidade. Na conservação, a criança é capaz de conservar mentalmente (lembrar-se) uma dada quantidade, embora observe modificações na aparência do objeto ou da substância. Esses experimentos investigaram as respostas das crianças a se uma quantidade de alguma coisa (por exemplo, o número de peças do jogo de damas, a quantidade de líquido ou o volume de massa) era conservada, apesar de modificações na aparência. (ver figura abaixo)<br><br></div><div>Inicialmente elas contam com suas percepções imediatas de como as coisas parecem ser; gradualmente, começam a formular regras internas em relação a como funciona o mundo e, finalmente usam essas regras internas para orientar o seu raciocínio, em vez de apenas as aparências.<br><br></div><div>Talvez o experimento piagetiano de conservação mais famoso de todos demonstre modificações do desenvolvimento na <em>conservação da quantidade de líquido</em>. <em>(ver fotos mais abaixo) </em>O experimentador mostra a criança dois pequenos béqueres (= copos químicos) com líquido neles. O experimentador faz a criança verificar que os dois béqueres contêm as mesmas quantidades de líquido. Depois, à medida que ela observa, o experimentador despeja o líquido de um dos pequenos béqueres em um terceiro béquer, que é mais alto e fino do que os outros dois. No novo béquer, o líquido no tubo mais estreito eleva-se a um nível mais alto do que no outro béquer menor e mais largo, ainda cheio. Quando indagada se as quantidades de líquido nos dois béqueres cheios são as mesmas ou diferentes, a criança pré-operatória dia que agora há mais líquido no béquer mais alto e mais fino, porque o líquido, nesse béquer, alcança um ponto perceptivelmente mais alto. Ela viu o experimentador despejar todo o líquido de um béquer no outro, nada adicionando, mas não concebe que a quantidade seja conservada, apesar da mudança de aparência. a criança operatória concreta, por outro lado, diz que os béqueres contêm a mesma quantidade de líquido, baseada nos seus esquemas internos quanto à conservação da matéria.<br><br></div><div>Esta menina está participando da clássica tarefa piagetiana, na qual o pesquisador distribui iguais quantidades de líquido em dois béqueres idênticos, depois despeja-o de um dos béqueres para um alto. Ainda no estágio pré-operatório, ela ainda não pode conservar a quantidade de líquido, de modo que não reconhece que a mesma é conservada, apesar das mudanças superficiais na aparência da quantidade. Na foto final, a menina segura o béquer alto, afirmando que ele contém mais líquido do que o béquer pequeno. Tão logo ela atinja o estágio de operações concretas, imediatamente conservará a quantidade de líquido.<br><br></div><div>O que a criança operatória concreta pode fazer que a pré-operatória não pode? Ela pode manipular representações internas de objetos e de substâncias concretas, conservando, mentalmente, a noção de quantidade e concluindo que, apesar das aparências físicas diferentes, as quantidades são idênticas. Em primeiro lugar, a criança operatória concreta pode descentrar da dimensão única da altura do líquido no recipiente, para considerar também a largura deste último. Além do mais, o pensamento operatório concreto é <em>reversível</em>: ela pode julgar idênticas as quantidades, pois entende que, potencialmente, o líquido podia ser redespejado no recipiente original (o béquer pequeno), revertendo, dessa forma, a ação. Uma vez que a criança reconheça internamente a possibilidade de reverter a ação e possa realizar mentalmente essa operação concreta, ela pode captar a implicação lógica de que a quantidade não mudou. Observe-se, entretanto, que as operações são concretas – isto é, as operações cognitivas agem sobre representações cognitivas de eventos físicos reais. O estágio final do desenvolvimento cognitivo, segundo Piaget, envolve ultrapassar tais operações concretas e aplicar os mesmo princípios a conceitos abstratos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:53:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estágio Operatório Formal</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927176133</link>
         <description><![CDATA[<div>O <em>estágio operatório formal, </em>aproximadamente dos 11 ou 12 anos de idade em diante, envolve operações mentais sobre abstrações e símbolos que podem não ter formas concretas ou físicas. Além do mais, as crianças começam a compreender algumas coisas que elas mesmas não tinham experimentado diretamente. Durante o estágio de operações concretas, elas começam a ser capazes de ver a perspectiva dos outros, se a perspectiva alternativa pode ser manipulada concretamente. Por exemplo, elas podem imaginar como outra criança pode ver uma cena (por exemplo, a pintura de uma cidade) quando sentam em lados opostos de uma mesa onde a cena é exibida. Durante as operações formais, entretanto, finalmente elas são completamente capazes de adotar outras perspectivas além das suas próprias, mesmo quando não estão trabalhando com objetos concretos. Além disso, no estágio de operações formais, as pessoas procuram intencionalmente criar uma representação mental sistemática das situações com as quais se deparam.<br><br></div><div>Piaget usou diversas tarefas para demonstrar o ingresso nas operações formais. Considerem, por exemplo, a maneira pela qual delineamos as <em>permutações</em> (variações em combinações). Pare por um momento e tente responder a esta questão:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:58:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927176787</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/">http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-jean-piaget/</a> - acesso 01 de Dezembro de 2021.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. (1996) Biologia e Conhecimento. 2. Ed. São Paulo, SP: Vozes.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. O desenvolvimento do pensamento: equilibração das estruturas cognitivas. Lisboa: Dom Quixote, 1977.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imitação e representação. Rio de Janeiro: LTC, 1990.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A equilibração das Estruturas Cognitivas-Problema Central do Desenvolvimento. Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1976.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360p.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Linguagem e o Pensamento da Criança. Trad. Manuel Campos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959. 307p.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Epistelomogia Genética; Sabedoria e Ilusões da Filosofia; Problemas de Psicologia Genética. In.: Piaget. Traduções de Nathanael C. Caixeiro, Zilda A. Daeir, Celia E.A. Di Pietro. São Paulo: Abril Cultural, 1978. 426p. (Os Pensadores).<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Evolução Intelectual da Adolescência à Vida Adulta. Trad. Fernando Becker e Tania B.I. Marques. Porto Alegre: Faculdade de Educação, 1993. Traduzido de: Intellectual Evolution from Adolescence to Adulthood. Human Development, v. 15, p. 1-12, 1972.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Práxis na Criança. In.: Piaget. Rio de Janeiro: Forense, 1972.<br><br></div><div><strong>PIAGET</strong>, Jean. A Psicologia da Inteligência. Trad. Egléa de Alencar. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1958. 239p.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 11:59:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A História do Jovem Freud, o Pai da Psicanalise </title>
         <author>brunamsp</author>
         <link>https://padlet.com/brunamsp/7foxl73esuo9g3mf/wish/1927190702</link>
         <description><![CDATA[<div>Sigmund Schlomo Freud nasceu em Freiberg, na Morávia, então pertencente ao Império Austríaco, no dia 6 de maio de 1856, mas cresceu em um bairro pobre em Viena. Quando jovem era um estudante brilhante, ambicioso e de opiniões fortes, sempre um oposicionista audacioso, crendo que sempre um dos extremos deveria ser defendido.&nbsp; Após concluir o ensino médio com 17 anos, ingressou para Universidade de Viena para estudar medicina. Desde muito cedo gostou de pesquisar e resolucionar suas dúvidas.</div><div>Freud se dedicou a pesquisa sobre o inconsciente, transformando a maneira como se analisava a mente humana, pesquisas como essa tornaram Freud um dos maiores nomes da Psicanálise.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 12:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Freud para Além da Alma</title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Análise de Freud, Além da Alma<br></strong><br></div><div><strong><br>Em Freud, Além da alma, acompanhamos as descobertas e estudos realizados por Sigmund Freud ao longo da sua vida</strong>. Tudo a partir de suas próprias experiências pessoais, de modo que sua jornada serviu de estudo também. O filme não relata apenas as glórias do caminho, mas mostra também as dificuldades vivenciadas na carreira como médico.<br><br></div><div><br>Esse ponto, aliás, se tornou parte inerente da sua trajetória como profissional da saúde, sendo de conhecimento público. Na obra <a href="https://www.amazon.com.br/Adic%C3%A7%C3%B5es-Cole%C3%A7%C3%A3o-Psicanal%C3%ADtica-Decio-Gurfinkel/dp/8580400015"><em>Adicções</em></a><em> – Clínica Psicanalítica</em> de Decio Gurfinkel essa passagem difícil ganha relatos complementares. Infelizmente havia abandonado o laboratório de Brucke por necessidades.<br><br></div><div><br>A iniciativa partiu do seu próprio mentor, já que Freud não tinha condições de se manter como pesquisador ali. Por conta disso que foi trabalhar como médico clínico mesmo contra a sua vontade. A partir daqui passou a fazer parte do Hospital Geral de Viena durante 3 anos, se dedicando com afinco.<br><br></div><div><strong><br>Descobertas<br></strong><br></div><div><strong><br>No filme Freud, Além da Alma acompanhamos o conflito de Freud com a equipe médica na internação de uma pessoa histérica.</strong> O conceito de histeria mudou desde a Idade Média em que era visto como possessão demoníaca. Em conjunto com Breuer, Freud fez descobertas interessantes para desmistificar isso e trazer mais clareza sobre o problema:<br><br></div><ul><li>Os sintomas da histeria fazem sentido, de modo que não se deve apontar fingimento por parte dos pacientes;</li><li>Um trauma teria causado a doença, se ligando a impulsos libidinais que acabaram reprimidos;</li><li>Quanto à lembrança do trauma, por meio da catarse se entraria no caminho para chegar na cura.</li></ul><div><strong><br>O encontro com Charcot<br></strong><br></div><div><br>Ao longo da biografia de Freud fica clara a admiração que ele cultivava em relação a <a href="https://www.psicanaliseclinica.com/charcot-teoria/">Charcot</a>. <strong>Eles se aproximaram, de modo que Freud se viu muito influenciado e apoiado pelo trabalho exercido pelo colega.</strong> Tanto que pôde observar os testes que Charcot fez com duas pessoas histéricas.<br><br></div><div><br>Nisso percebemos a popularização e aumento no uso da hipnose para tratar esses casos. Observa-se que através dela os problemas que resultaram dos traumas podia ser eliminadas. Entretanto, apesar de ser eficaz com a maioria, havia uma parcela de pacientes que não podiam ser hipnotizados com a mesma facilidade.<br><br></div><div>Assistindo a Freud, Além da alma e conectando à vida real encontramos outros problemas e relação a esse processo. Enquanto cuidava de alguns sintomas, fazia com que outros problemas relacionados surgissem. <strong>As ordens eram dadas apenas enquanto estavam sob hipnose, fazendo com que não se lembrassem do que externaram e revivessem a histeria depois de um tempo</strong>.<br><br></div><div><strong><br>Pai, Édipo e outras fábulas<br></strong><br></div><div><br>E parte do filme Freud, Além da alma, o pai de Freud morre e ele não consegue ir ao cemitério, já que desmaia. Tenta ir novamente ao lugar, porém, mais uma vez, não consegue entrar lá. Nisso, volta conversando com Breuer sobre um sonho que teve no primeiro desmaio, tentando encontrar a conexão daquilo com seu pai.<br><br></div><div><br>Nesse caminho, começa seus estudos sobre o <a href="https://www.psicanaliseclinica.com/conceito-complexo-de-edipo/">Complexo de Édipo</a> quando atende um jovem que, em hipnose, fala que matou o pai e ama a mãe. Infelizmente, Freud encontra obstáculos para mostrar suas ideias, pois os médicos do conselho não ligavam, ironizavam e desacreditavam. Contudo, faz a relação sobre a lenda de Édipo que matou o pai e casou com a própria mãe.<br><br></div><div><br>De acordo com Freud, todas as crianças, obrigatoriamente, está inclinada a vivenciar a fase do Complexo de Édipo no desenvolvimento. É impossível escapar das pulsões eróticas que começam de maneira abundante e condiciona a perspectiva de cada um. Com isso, <strong>as crianças não são capazes de evitar as pulsões ou mesmo bloqueá-las, pois nem mesmo um adulto consegue isso</strong>.<br><br></div><div><strong><br>Degraus<br></strong><br></div><div><strong><br>Enquanto conversa sobre Complexo de Édipo em Freud, Além da alma, notamos o surgimento das fases do desenvolvimento sexual.</strong> Por meio desses estágios que o crescimento da criança vai sendo lapidado e moldando a sua estrutura psíquica e comportamental. Nisso, temos:<br><br></div><div><strong><br>Fase oral<br></strong><br></div><div><br>De 0 ao primeiro ano de vida, a parte do corpo em que a criança tem mais prazer é a sua boca. É por meio dela que pode fazer um reconhecimento do mundo e entendê-lo enquanto se estimula. O seio da mãe é seu principal desejo, pois o amamenta e dá satisfação.<br><br></div><div><strong><br>Fase anal<br></strong><br></div><div><br>Entre 2 e 4 anos a criança passa a adquirir um controle maior sobre os esfíncteres na região anal. Com isso acaba percebendo que pode controlar a saída de suas fezes, podendo representar isso como um presente ou agressão à mãe. Graças a isso que começa a ter clareza sobre higiene, mas também entra na fase de conflitos e brigas.<br><br></div><div><strong><br>Fase fálica<br></strong><br></div><div><strong><br>Dos 4 aos 6 anos começa a fase fálica, atenção sobre suas partes íntimas e crenças de igualdade genitália, encontrando com o diferente</strong>. É dito que aqui se cria as teorias sexuais infantis, fazendo com que os meninos acreditem que as meninas tiveram seu pênis arrancado. Ademais, é nesse período que surge o Complexo de Édipo, que pode ser resumido como o amor por um dos pais e ódio pelo outro.<br><br></div><div><strong><br>Fase de latência<br></strong><br></div><div><br>Entre os 6 e 11 anos a libido da criança acaba sendo movida para ações que a sociedade enxerga como positivas. Na prática, começa a gastar a sua força e atividades escolares e sociais, como brincar.<br><br></div><div><strong><br>Fase genital<br></strong><br></div><div><br>Por fim, a partir dos 11 anos, seus impulsos sexuais são revistos e a busca por um modelo de amor fora da família começa. É o momento de transição, de modo que esteja abandonando a sua infância para adentrar na vida adulta.<br><br></div><div><strong><br>Retomada<br></strong><br></div><div><br>No fim de Freud, Além da alma, conseguimos encontrar o psicanalista desfazendo o bloqueio que o impedira no cemitério. Ele consegue ir lentamente através do cemitério em direção à lápide do seu pai. O momento retratado é simbólico tanto cinematograficamente quando na vida da referência de Freud.<br><br></div><div><br></div><div>É dito que o momento retratado faz uma alusão aos bloqueios vividos entre ele e o pai durante a vida e como isso o afetou. Claro, apenas os dois poderiam ser mais claros quanto a isso, já que não existem documentos extensos sobre. Porém, <strong>fica nítido o bloqueio experimentado e como isso era o seu reflexo interno sobre o contato e proximidade dos dois</strong>.<br><br></div><div><strong><br>Legado e questionamentos<br></strong><br></div><div><br>Tudo o que é exposto em Freud, Além da alma pode ter sido alterado em algum nível de alguma maneira em prol da narrativa. Entretanto, a essência e verdades permanecem, de modo que tenhamos um vislumbre da representação histórica de Freud. Por meio disso compreendemos melhor como o pai da Psicanálise possui relevância irrevogável para discussões e estudos atuais.<br><br></div><div><br>Ainda que seja representação, muitos validam positivamente o apoio as <a href="https://www.psicanaliseclinica.com/quem-foi-sigmund-freud/">teorias impressas por Sigmund Freud</a> em seu tempo. Mesmo ironizado e alvo de chacotas, demonstrou afinco na averiguação dos casos enquanto avaliava a si próprio. Seus pacientes e ele frente à morte de Jacob, seu pai, servem de alicerces para que comprovasse trechos importantes da sua teoria.<br><br></div><div><strong><br>Considerações finais sobre Freud Além da alma<br></strong><br></div><div><strong><br>O filme Freud, Além da alma estava realmente à frente do seu tempo, servindo como biografia e análise de estudos</strong>. Esse projeto traz um retrato bastante fiel sobre algumas etapas de Freud e como o próprio se desenvolveu ao longo do caminho. Não apenas os outros, mas ele também serviu como cobaia de sua própria pesquisa científica.<br><br></div><div><br>Por outro lado, como filme, a obra não deixa muito a desejar como entretenimento, apesar do conteúdo mais complexo. Isso é até um atrativo, já que se mostra como um diário pessoal organizado e construído de maneira distinta. Por fim, é mais um degrau para que consigamos nos aproximar de Freud e da sua visão sobre a própria vida.<br><br></div><div><br>A fim de executar uma revisitação na própria vida, se inscreva em nosso <a href="https://www.psicanaliseclinica.com/">curso 100% online de Psicanálise</a>. Com ele terá um guia de como lapidar o seu autoconhecimento, entendendo suas pendências internas e como alcançar o seu potencial à mudança. <strong>Assim como Freud, Além da alma, fará um mapeamento reflexivo da sua própria vida para entender seus pontos de transformação.<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Referência Bibliográfica:&nbsp;</strong></div><div><a href="https://www.psicanaliseclinica.com/freud-alem-da-alma/">https://www.psicanaliseclinica.com/freud-alem-da-alma/</a>&nbsp; - Acesso 03 de dezembro de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 12:19:40 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos marcos que o século XX deixará para a posteridade é a psicanálise. Não se pode dissociar a figura de Sigmund Freud da origem e consolidação do sistema psicanalítico.</div><div>Freud teve uma base humanística para construção da psicanálise através das aulas de filosofia de Brentano. Dedica-se assiduamente à psiquiatria, e também a dermatologia, onde se interessa pelas conexões entre s sífilis e várias moléstias do sistema nervoso. Seus trabalhos sobre afasia, paralisias infantis, hipertonias nos membros inferiores em enuréticos, bem como o trabalho final sobre paralisia cerebral infantil já lhe assegurariam um lugar histórico na medicina.</div><div>O principal colaborador nas ideias iniciais de Freud é Joseph Breuer. Breuer se encarrega de uma paciente histérica que entrará para os anais da psicanálise com o nome de Ana O. Ao ser provocado o sonambulismo hipnótico como tranquilizante, a paciente passa a narrar, durante a hipnose, uma série de fatos passados, profundamente dolorosos. Estes fatos não faziam parte do conhecimento consciente da paciente. Ao despertar, a paciente pôde reconstituir esta etapa do seu passado, com o auxílio de Breuer, os sintomas histéricos desaparecem. Este método de eliminar os sintomas com a retomada de recordações traumáticas passadas, que se tornar conhecido como Método Catártico, é pela primeira vez definido e reconhecido pela própria paciente, como a “cura pela fala”.&nbsp;</div><div>A teoria Psicanalítica ainda será construída por Freud por mais 50 anos, após o início do seu trabalho.&nbsp;</div><div>Por considerar a Teoria Freudiana a base fundamental para o conhecimento da psicanálise, a seguir alguns dos principais continuadores e dissidentes da obra freudiana.</div>]]></description>
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         <title>Inconsciente </title>
         <author>brunamsp</author>
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         <pubDate>2021-12-03 14:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>As estruturas dinâmicas da personalidade</title>
         <author>brunamsp</author>
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         <title>Fases do Desenvolvimento </title>
         <author>brunamsp</author>
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         <title>Os Sonhos </title>
         <author>brunamsp</author>
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         <title></title>
         <author>brunamsp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Está sendo de uma riqueza imensa todo conhecimento adquirido nesse semestre. Como várias situações da vida cotidiana podem ser explicadas e compreendidas através da Psicologia.<br>Como futura educadora é muito importante saber identificar o "além da alma" dos alunos, compreender que não sou só transmissora de conhecimento, mas entender que posso mudar o mundo através de suas vidas. Ouvir suas vida fará toda a diferença no jeito de ensinar.&nbsp;<br>A perseverança me trouxe até aqui e irá me levar mais longe! Espero atender os requisitos mínimos dessa atividade.&nbsp;<br>Mas levo a certeza que cada conteúdo estudado é muito valioso para minha vida profissional, pessoal (como mãe, esposa).&nbsp;<br>Esse ciclo está se encerrando mais muitos outros viram!<br>Gratidão<br>Professora Sandra Augusto<br>e Tutoras</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 14:46:28 UTC</pubDate>
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