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      <title>Possibilidades e Problemas da Utilização da WWW como Recurso Educativo by Adriano Rosa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-13 22:15:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-07-04 22:58:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1.3 - O que é WWW, eis a questão!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625743057</link>
         <description><![CDATA[<div>WWW é a sigla para <em>World Wibe Web</em>, traduzindo-se como uma “teia” que conecta todo o mundo, assim, constitui-se em uma rede de computadores conectados, por endereços eletrônicos e links, em âmbito global, e indica a potencialidade da internet, permitindo-nos pesquisar informação, partilhar conhecimento em escala mundial e aprender sem fronteiras, visto que há uma imensidão de recursos que a WWW coloca à disposição de professores e alunos.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Dentre seus componentes, destaco:</strong><br><br></div><div><strong>- </strong><strong><em>Hypertext Transfer Protocol</em></strong><strong> (HTTP):</strong> que é o protocolo de comunicação utilizado para apresentar e transmitir textos, gráficos, áudios e vídeos, por sistemas de informação de hipermídias, transferindo dados entre navegadores web e servidores de páginas da web;&nbsp;<br><br></div><div><strong>- </strong><strong><em>Uniform Resource Locator</em></strong><strong> (URL):</strong> que é o endereço que identifica e representa cada recurso disponível na web, permitindo que sejam encontrados na rede; e&nbsp;<br><br></div><div><strong>- </strong><strong><em>HyperText Markup Language</em></strong><strong> (HTML):</strong> que permite definir a estrutura e o layout das páginas da web, incorporando conteúdos e elementos como textos, links, hiperlinks, imagens, áudios e vídeos.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Alguns dos principais usos da internet:</strong><br><br></div><div><strong>- Comunicação:</strong> instantânea e de longa distância. Nesse aspecto, as redes sociais permitem que as pessoas compartilhem informações, conectem-se com outras pessoas, construam relacionamentos pessoais e profissionais e participem de comunidades virtuais;<br><br></div><div><strong>- Pesquisa e acesso à informação:</strong> fonte vasta de conhecimento e informações; e<br><br></div><div><strong>- Lazer:</strong> ampla gama de entretenimento, como músicas, jogos online, vídeos, blogs, podcasts, facebook, twitter, instagram, entre outros.<br><br></div><div>&nbsp;<br><strong>Algumas exemplificações da aplicabilidade da internet: </strong><br><br></div><div><strong>- Softwares abertos:</strong> mais especificamente, os editores de textos, como estímulo às habilidades linguísticas;<br><br></div><div><strong>- Softwares de simulações e de programação:</strong> estimulam habilidades de lógica e resolução de problemas; e<br><br></div><div><strong>- Softwares gráficos:</strong> como estímulo às habilidades pictóricas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=hBRDMaxKB8Q" />
         <pubDate>2023-06-16 19:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>1.2 - Reflexões iniciais</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625743354</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostaria de destacar, inicialmente, a importância do processo de ensino atender a todas as dimensões da formação dos sujeitos, para uma educação integral, construtiva, global. A internet é a mídia que mais cresce nos últimos anos possuindo diferentes utilidades compatíveis com o mundo em que vivemos, caracterizado por ser instável e em constante mudança.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, considero que, para as tecnologias digitais, como a internet (WWW), serem utilizadas como recursos educativos e contribuírem para melhorar o processo de aprendizagem dos alunos, por meio de ações de melhoria contínua, o recurso digital deve estar centrado na construção de competências e aprendizagens ativas dos alunos, de modo que a metodologia empregada pelo professor precisa ser personalizada, interativa e inovadora, pautada no estabelecimento da aprendizagem significativa de conhecimento útil, em que os assuntos trabalhados, em cada itinerário formativo, sejam alinhados ao contexto e à realidade dos estudantes, concebendo-os como participantes centrais do processo de aprendizagem.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 19:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1.1 - Proposta de navegação: entre e sinta-se à vontade!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625743598</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa temática concernente à utilização da internet (WWW) como recurso educativo, cabe pontuar os assuntos que são abordados em cada seção, iniciando-se pela problematização acerca da relação entre Educação e Tecnologias no contexto da sociedade do conhecimento, passando pelas possibilidades, problemas do uso da internet e algumas considerações finais.&nbsp;<br><br></div><div>Diante disso, buscou-se fazer uso pedagógico do Padlet para que os usuários naveguem em um conteúdo atualizado e de cariz formativo. A utilização desta ferramenta online se justifica, pois o Padlet é muito intuitivo, de modo que os quadros e murais foram criados e compartilhados possibilitando o registro e a troca de ideias, experiências e saberes e fomentando, assim, a postagem e troca de informações e conteúdos multimídias (textos, imagens e vídeos) e a construção colaborativa de conhecimentos. Espero que se configure um bom contributo para lhe ajudar a refletir sobre a utilização da WWW como recurso educativo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 19:53:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625743883</link>
         <description><![CDATA[<div>Como a educação na modalidade online é uma realidade cada vez mais reconhecida e globalizada, elaborei este espaço de reflexão sobre os desafios e oportunidades acerca do uso das tecnologias digitais na educação, no atual contexto pós-pandemia, em termos de inovação e de melhoria da aprendizagem mediatizada pelo uso de recursos digitais, analisando, assim, as possibilidades de aprendizagem e os problemas acerca da utilização da internet (WWW) como recurso educativo.<br><br></div><div>Você está convidado a explorar cada seção deste mural que disponibiliza artigos científicos, atuais e reflexivos, bem como mídias com conteúdos e informações complementares.<br><br></div><div>Boa navegação e ótimas aprendizagens!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-16 19:54:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.3 - Novos papeis e novas teorias: o que há de novo?</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625744507</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Novas teorias:</strong><br><br></div><div>Com o impacto da evolução tecnológica, surgem novas teorias de aprendizagem. Para Miranda (2009), embora defendam pressupostos diferentes, as diferentes teorias da aprendizagem foram se adaptando, complementando-se, na medida em que são vistas como relevantes para a concepção dos percursos de aprendizagem e de construção do conhecimento pelos alunos.<br><br></div><div><strong>- Papel do professor:</strong><br><br></div><div>De acordo com Behrens (2005) “o professor precisa mudar o foco de ensinar e passar a preocupar-se com o aprender” (p. 76), para que ele saiba “orientar e desafiar o aluno para que a atividade computacional contribua para a aquisição de novos conhecimentos” (Valente, 2005).&nbsp;<br><br></div><div>Assim, o professor deve:<br><br></div><div>- Centrar o ensino no aluno que precisa interagir com o mundo a sua volta;&nbsp;<br><br></div><div>- Instigar o diálogo e a discussão coletiva;&nbsp;<br><br></div><div>- Organizar e construir um currículo a partir de problemas e das preocupações que interessam aos alunos;&nbsp;<br><br></div><div>- Rever sua maneira de ensinar e propiciar a aprendizagem, respeitando as diferenças;&nbsp;<br><br></div><div>- Explorar as potencialidades das TICs na constituição das redes de conhecimentos;&nbsp;<br><br></div><div>- Ser um investigador crítico e reflexivo para ser criativo e parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem;&nbsp;<br><br></div><div>- Promover o desenvolvimento de atividades que provoquem o envolvimento e livre participação do aluno; e<br><br></div><div>- Atuar como mediador, facilitador, incentivador, desafiador do conhecimento.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><strong>- Papel do aluno:</strong><br><br></div><div>O discente precisa buscar formação ética e solidária e a escola precisa envolver e responsabilizar o discente sobre esse tipo de aprendizagem. Desafio dos ambientes terem como foco central a autonomia, a criatividade e o espírito investigativo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 19:57:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2.2 - Ensinar e aprender na Era Digital</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625745352</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Era Digital:</strong><br><br></div><div>Estamos vivendo a ‘era digital’, também chamada ‘era da informação’ ou ‘era tecnológica’, com um sem número de inovações que alteram as formas como as pessoas vivem e se relacionam. De modo que o uso da internet na educação é uma exigência atual, com novos espaços de sociabilidade, de conhecimento, de informação e de educação. Outro aspecto é a facilidade de obter a informação, em que “o computador apresenta um dos mais eficientes recursos para a busca e o acesso à informação que muitas vezes não está disponível em livros e outros materiais. Existem hoje sofisticados mecanismos de busca que permitem encontrar de modo muito rápido a informação” (Valente, 2005, p. 27).<br><br></div><div><strong>- O Ensinar:</strong><br><br></div><div>A experiência pedagógica do professor é relevante, assim como “estar à vontade com as questões de utilização de recursos e técnicas” (Valente, 2005). Diante disso, os recursos pedagógicos da internet podem ser usados de forma articulada “entre as diferentes tecnologias e as áreas curriculares” (Prado, 2005). Nesse aspecto, “o currículo por áreas evidencia as especificidades de cada área e, ao mesmo tempo, explicita a necessidade de integrá-las com vistas a compreender e transformar uma realidade” (Prado, 2005). Assim, os docentes devem observar, ao acessar e utilizar tecnologias, que os domínios pedagógicos e técnicos devem evoluir juntos, aliando as especificidades de cada tecnologia e as diferentes situações educacionais.<br><br></div><div><strong>- O Aprender:</strong><br><br></div><div>A tecnologia quando bem empregada na educação pode potencializar o aprendizado ativo dos alunos, favorecendo o desenvolvimento da inteligência e de capacidades, como as de adaptação, planejamento e flexibilidade cognitiva, entre outras. Para isso, a escola deve propiciar ao aluno “encontrar sentido e funcionalidade em seus estudos em cada situação didática” (Prado, 2005). Em uma abordagem de educação que propicia o processo de reconstrução do conhecimento para a compreensão da realidade, por meio de inter-relações entre ideias, conceitos, teorias e crenças. Onde o envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é fundamental.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=KcEBAnDh-u4" />
         <pubDate>2023-06-16 20:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.1 - A evolução das tecnologias: histórico e definições </title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625745958</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Era uma vez...</strong><br><br>A história das tecnologias é marcada por grandes mudanças na forma que vivemos, nos relacionamos e entendemos o mundo ao nosso redor. A tecnologia surgiu na pré-história e foi crucial para a sobrevivência da espécie humana, como as seguintes tecnologias primitivas: fogo, ferramentas de pedra, cobre, roda, escrita, agricultura, entre outras. A raça humana passou de uma civilização tipicamente nômade para uma civilização de base agrícola, e, posteriormente, industrial.&nbsp;<br><br></div><div>No sentido de abordar o início e evolução quanto ao o histórico da utilização das tecnologias na educação, segundo Maia e Mattar (2007), “passa por diferentes gerações até o advento da internet e a consequente utilização das novas tecnologias na educação”, como é observado nos dias de hoje, por meio de uma educação diretamente relacionada com o aprendizado nessa lógica de conectividade em rede, de aprendizagem móvel, em ambientes e comunidades de aprendizagem cada vez mais digitais e tecnológicos.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, o uso da WWW exige capacidade de escolha e “se podem estabelecer diversas conexões, ser mais participativo, comunicativo e criativo” (Almeida, 2005), em que as pessoas podem desfrutar de uma variedade de conteúdos em diferentes formatos.<br><br></div><div><strong>- Cenário atual de globalização:</strong><br><br></div><div>Com a evolução das tecnologias, destaca-se hoje o termo ‘globalização’ entendido como "conexões, parcerias, trabalho conjunto e inter-relações, no sentido de ultrapassar a fragmentação e a divisão em todas as áreas do conhecimento" (Bahrens, 2005, p. 75).<br><br></div><div><strong>- Alguns dos principais conceitos na atualidade:</strong><br><br></div><div><strong>- E-learning:</strong> É uma modalidade de formação a distância com o uso de tecnologias digitais que permite concretizar abordagens pedagógicas interativas, dinâmicas, inovadoras, baseadas numa estratégia de trabalho colaborativo, exploratório. Assim, emprega uma variedade de recursos computacionais e audiovisuais para otimizar e dinamizar os processos de aprendizagens;&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>- B-learning:</strong> É uma modalidade de formação que ocorre em regime misto, sendo a maior parte de conteúdos transmitidos à distância, com a utilização de tecnologias digitais, incluindo situações de aprendizagem presenciais, o que implica a disponibilização de materiais especificamente construídos para estes ambientes de aprendizagem;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>- M-learning:</strong> Constitui-se numa metodologia de aprendizado que ocorre por meio de dispositivos eletrônicos móveis, de fácil manuseio, estendendo a atuação educacional para diferentes ambientes, além da sala de aula. Assim, a utilização dessas ferramentas tecnológicas contribui para facilitar as interações entre as pessoas, ajudando a trazer variedade, inovação, conectividade, envolvimento e dinamicidade para as experiências de ensino e aprendizagem; e</div><div>&nbsp;</div><div><strong>- Ensino Remoto Emergencial:</strong> Esse conceito constitui-se em estratégias didáticas e pedagógicas com uso de TICs e TDICs que foram criadas emergencialmente para tentar diminuir os impactos do contexto de isolamento da pandemia sobre o processo educacional, onde se observou a implantação de medidas inovadoras e alternativas mediadas por tecnologia ajudando a manter os processos de ensino e aprendizagem pelos estudantes e pela comunidade escolar.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ud1SWPv1qEU" />
         <pubDate>2023-06-16 20:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625746224</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Pressupostos da Educação:</strong><br><br></div><div>Desde o modelo de cultura e educação da <em>Paidéia</em>, na Grécia Antiga, com o ideal de educação grego que incluía a formação integral do ser humano, passando pelos mosteiros, o ensino clássico medieval, a substituição das escolas medievais rurais pelas escolas urbanas, as academias científicas e o desenvolvimento da educação pública, “o conceito de educação pode ser desmembrado nas ideias de ensino e de aprendizagem, em que a educação se realiza quando um projeto de ensino gera aprendizagem” (Maia e Mattar, 2007, p. 4).<br><br></div><div><strong>- Uma definição de Tecnologia:</strong><br><br></div><div>A palavra tecnologia tem em sua origem os termos gregos:<br><br></div><div>- “tekne” que significa “técnica, arte, ofício”; e&nbsp;<br><br></div><div>- “logia” que significa estudo.&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Tecnologias revolucionando o mundo:</strong><br><br></div><div>A WWW transformou sobremaneira o mundo. Assim, a internet deve ser incorporada como recurso educativo dentro e fora da escola, tendo em vista a construção de uma cidadania plena, responsável. Contudo, as tecnologias não devem ser aplicadas como forma de instrumentalizar uma disciplina, mas “de forma a integrar os conteúdos e, no fim, ser integrada à prática pedagógica” (Prado, 2005). Com isso, a tecnologia deve ser devidamente compreendida em termos das implicações do seu uso na educação e no processo de ensino-aprendizagem, de forma a permitir ao professor integrá-la na sua prática.&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Tecnologias aplicadas à Educação:</strong><br><br></div><div>A WWW utilizada na Educação pode estimular o desenvolvimento da inteligência, incrivelmente flexível, adaptável e hábil em várias mídias digitais, e que adquire habilidades de planejamento, de realizar escolhas, praticar e descobrir, de maneira interativa e desafiadora. Pressupõe uma aprendizagem colaborativa, crítica e reflexiva, que parte de situações problema para estimular produções e pesquisas individuais e coletivas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:03:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3.3 - Como aprender e ensinar competências no século XXI?: Pergunta do Milhão!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625748320</link>
         <description><![CDATA[<div>- <strong>Como ensinar competências:</strong><br><br></div><div>Competências valorizadas nos professores: “ser investigador, crítico, reflexivo, criativo, articulador e parceiro dos alunos” (Behrens, 2005).&nbsp;<br><br></div><div>É importante pensar na formação do professor e na inserção das tecnologias com viés pedagógico, a partir de um planejamento de ensino e aprendizagem. “Os docentes passam a ter como objetivo central estimular a construção de conhecimento” (Valente, 2005), como o que cada indivíduo constrói como produto do processamento, da interpretação e da compreensão da informação. O professor deve indagar se o uso do computador está ou não contribuindo para a construção de novos conhecimentos. Para ser capaz de responder a essa pergunta, o professor precisa conhecer as diferentes modalidades de ensino, “com autonomia, espírito crítico e investigativo, considerando o aluno como produtor dos seus próprios conhecimentos” (Almeida e Moran, 2005).<br><br></div><div>Os professores devem otimizar suas potencialidades com a utilização da internet, contribuindo para o desenvolvimento dos alunos. Isso evidencia “a necessidade de trabalhar com o desenvolvimento de competências e habilidades, as quais se desenvolvem por meio de ações e de vários níveis de reflexão que congregam conceitos e estratégias, incluindo dinâmicas de trabalho que privilegiam a resolução de problemas ou o desenvolvimento de projetos” (Prado, 2005).&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;- <strong>Como aprender competências:</strong><br><br></div><div>Competências que devem ser estimuladas e desenvolvidas nos alunos: “ser crítico, criativo, pesquisador, produzir conhecimento para transformar a realidade” (Behrens, 2005).<br><br></div><div>A internet facilita a comunicação entre os alunos, mesmo que estejam em locais diferentes, assim, ter ambientes de aprendizagem e desenhos didáticos otimizados por ferramentas tecnológicas inovadoras, é fundamental para o desenvolvimento de novas competências, de modo que a mediação dos recursos educacionais digitais possa levar o professor, conforme Perrenoud e Thurler (2002), a compreender melhor a forma como os alunos aprendem, como acessam os conteúdos, buscando promover a aprendizagem dos alunos. Valente (2005, p. 27), afirma que a WWW apresenta um dos mais eficientes recursos para a busca e acesso à informação, permitindo desenvolver habilidades de pesquisa.<br><br>- <strong>Desenvolvimento de competências para lidar com a sociedade atual:</strong>&nbsp;<br><br></div><div>- Autonomia;<br><br></div><div>- Criatividade;<br><br></div><div>- Flexibilidade;<br><br></div><div>- Uso do digital;<br><br></div><div>- Interatividade;<br><br></div><div>- Resolução de problemas;<br><br></div><div>- Comunicação;<br><br></div><div>- Colaboração;<br><br></div><div>- Ensino; e&nbsp;<br><br></div><div>- Aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3.2 - Quem é que aprende e quem é que ensina aqui? Relação entre o contexto escolar, o professor, o aluno e as TICs</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625749025</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Contexto escolar:</strong><br><br></div><div>Neste novo cenário, em virtude da quantidade e velocidade das informações impostas pela globalização, a escola teve que se reinventar e assumir um papel ativo perante as novas exigências e o aluno deve estar envolvido no seu processo de aprendizagem, por isso, a escola deve propiciar ao aluno encontrar sentido e funcionalidade naquilo que constitui o foco dos estudos em cada situação da sala de aula. A escola deve possibilitar a interação da criança com o meio social. A melhor forma de ensinar é aquela que propicia aos alunos o desenvolvimento de competências para lidar com as características da sociedade atual, enfatizando a autonomia do aluno. Importante destacar que nas escolas é necessário adotar medidas referentes à qualidade e confiabilidade das informações.<br><br></div><div><strong>&nbsp;- Aluno:</strong><br><br></div><div>O aluno deve tornar-se criativo, crítico, pesquisador e atuante para produzir conhecimento, extraindo informações de fontes variadas. Em que “os alunos constroem o conhecimento por meio da exploração, da navegação, da comunicação, da troca, da representação, da criação, da organização, da ligação, da transformação e da elaboração e reelaboração” (Almeida, 2005). Os alunos devem deixar de ser o papel passivo que meramente repete os ensinamentos do professor, mas, ao contrário, “devem ser estimulados a ultrapassar o papel passivo de repetidor e “aprender a aprender” para que venham a ser capazes de solucionar problemas com autonomia e criatividade” (Behrens, 2005).&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;- Professor:</strong><br><br></div><div>O professor é figura fundamental para a mudança, tal como o aluno, adquire um novo papel, tornando-se um mediador, facilitador, desafiador, investigador, que reflete sobre a própria prática e a aprendizagem dos alunos. Conforme Valente e Almeida (2011, p. 48-49), o professor deve buscar integrar os seus conhecimentos e aqueles que os alunos trazem do seu contexto. O professor deve conhecer as especificidades de cada um dos recursos de forma a criar ambientes que possam enriquecer o processo de aprendizagem do aluno. O professor atua como mediador, facilitador, incentivador, desafiador, investigador do conhecimento, da própria prática e da aprendizagem individual e grupal. Ao mesmo tempo em que exerce sua liderança, o professor coloca-se como parceiro dos alunos, respeitando o estilo de cada um e os seus percursos de aprendizagem. Segundo Jonassen (2007), caberá ao professor, adequar as tecnologias digitais como instrumentos que potenciarão a aprendizagem dos alunos.<br><br></div><div><strong>&nbsp;- TICs:</strong><br><br></div><div>A evolução das tecnologias digitais da informação e comunicação (TICs) provocou uma transformação em todas as áreas da sociedade. Segundo Valente (2005), as novas tecnologias têm contribuído para transformar as estratégias de ensino e aprendizagem. As TICs são consideradas possibilidades para a universalização do acesso à educação, porém existem condicionantes. São questões que passam pela oportunidade de acesso a internet e dispositivos eletrônicos variados. Sob esse enfoque, a tecnologia pode ser uma aliada importante, porque demanda novas formas de interpretar e representar o conhecimento (Prado, 2005), permitindo o acesso a uma variedade de recursos que estão em constante atualização. Nesse contexto, o papel do computador é facilitar a busca e acesso à informação, comunicação, bem como construção e representação do conhecimento. De acordo com Jonassen (2007), inovar a prática pedagógica é favorecer a autonomia, o aprender a aprender, o pensar sobre o próprio aprendizado. Assim, para o adequado uso de recursos tecnológicos em favor dos processos de ensino e aprendizagem, é fundamental a adoção de uma visão sistemática a partir da utilização desses recursos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:12:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 3.1 - A construção do conhecimento: que cérebro é esse que chega à escola? </title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625749399</link>
         <description><![CDATA[<div>Almeida (2005) destaca o papel das TICs na estruturação de redes de conhecimento enfatizando algumas de suas características como flexibilidade e estar sempre aberta a novos conteúdos e informações. Assim, para Almeida (2005), “a metáfora de rede considera o conhecimento como uma construção decorrente das interações do homem com o meio”, onde as TICs contribuem nesse cenário, “para este tipo de apresentação de informações em multimédia, é importante dar aos aprendizes a possibilidade de controlarem o ritmo próprio a que as informações lhes são apresentadas” (Merriënboer &amp; Kester, 2009, p. 309).&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Mayer (2014) as pessoas aprendem melhor quando combinados diferentes estímulos, levando-os, assim, a associar cada nova informação aos seus conhecimentos prévios, ou seja, ao que trazem do seu contexto e de suas experiências. Essa compreensão é importante, pois, para esse autor, a aprendizagem ativa ocorre quando o aluno aplica processos cognitivos às informações que recebe.&nbsp; No desenho pedagógico dos cursos multimédia está presente a navegação constante para acesso a informações variadas.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;De acordo com Mayer (2014), a aprendizagem ativa depende do processamento cognitivo ativo do aluno. Daí ser fundamental fomentar um processamento cognitivo apropriado por meio de atividades multimédias específicas. Para esse autor, a aprendizagem ativa transforma-se em significativa se tiver por base um ensino ativo baseado em mensagens multimídia, sendo também fundamental a integração dos conhecimentos prévios dos alunos no processo multimédia, já que envolve a construção de conexões entre partes correspondentes de determinados conteúdos de aprendizagem, podendo se dar de diferentes modos: em rede, autoaprendizagem, participativa, colaborativa, autêntica e ao longo da vida. Segundo Merriënboer &amp; Kester (2009), se os alunos tiverem o controle do ritmo de aprendizagem no que respeita à informação que lhe é apresentada, terão um melhor resultado na transferência dos conhecimentos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:13:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625751475</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Sociedade do conhecimento:</strong><br><br></div><div>A sociedade do conhecimento está baseada nas conexões, parcerias, trabalho conjunto e inter-relações em ambientes colaborativos suportados pelas novas tecnologias (Behrens, 2005). Esta nova sociedade reserva um papel central para a educação, demandando um repensar no significado de ensinar e aprender, imprimindo um novo modelo de relação aluno-professor, mas também desafia o modelo de sociedade vigente. Sendo necessário analisar os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino por meio do desenvolvimento de competências digitais e as facilidades das técnicas oferecidas pelas tecnologias.<br><br></div><div><strong>- TICs e a sociedade do conhecimento:</strong><br><br></div><div>As informações estão disponíveis a qualquer hora e de diversas maneiras, dando às pessoas possibilidades de obtê-las de qualquer lugar e dispositivo digital. Necessidade do docente “aprender a aprender”, adaptando-se às inovações. Para incorporar as tecnologias de informação e comunicação (TICs) é preciso ousar, vencer desafios, articular saberes, tecer continuamente a rede, de forma a criar e desafiar novos nós conceituais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.3 - Yes, o saldo é positivo!!!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625755346</link>
         <description><![CDATA[<div>São muitos os ganhos advindos da utilização pedagógica das tecnologias digitais ao permitir flexibilizar as formas de acesso ao conhecimento pelas plataformas digitais, enquanto ferramentas de aprendizagem e de construção ativa do conhecimento. Ajudando os alunos em seus percursos de aprendizagem, desde o planejamento da ação pedagógica até a avaliação dos resultados da aprendizagem (Jonassen, 2007, p. 24), sendo de fundamental importância, para esses autores, as ações de planejamento didático-pedagógico durante o processo formativo. Vale apontar que, para Christensen (2012), a metodologia e a técnica ao explorar as funcionalidades das ferramentas digitais influem consideravelmente no aprendizado centrado nos alunos.<br><br></div><div><strong>Alguns aspectos positivos da internet:</strong><br><br></div><div>- Permite o acesso a uma grande quantidade de informações de forma fácil e rápida;<br><br></div><div>- Facilita a comunicação instantânea e a interação entre pessoas de diferentes partes do mundo por meio de email, redes sociais, fóruns e plataformas de mensagens;<br><br></div><div>Facilita a colaboração entre os alunos, mesmo que estejam em locais diferentes.<br><br></div><div>- Permite a estruturação de novos ambientes de aprendizagem, as redes de conhecimento, e novas formas de aprender e ensinar;<br><br></div><div>- Permite que os alunos assumam o controle de sua própria aprendizagem, por meio de uma aprendizagem autônoma;&nbsp;<br><br></div><div>- Possibilita aprendizagem personalizada; e&nbsp;<br><br></div><div>- Os alunos constroem o conhecimento por meio da exploração, da navegação, da comunicação e da troca com os outros (Almeida, 2005).&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=J63571s__1w" />
         <pubDate>2023-06-16 20:33:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.2 - Um olhar sobre a educação pós-pandemia: o futuro não é longe daqui!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625755539</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação pós-pandemia trouxe inúmeros desafios, mas também novas possibilidades, sobretudo relacionadas às atividades educativas online. O que requer, de acordo com Jonassem (2007, p. 25), a participação, a autonomia e o envolvimento dos alunos nessas atividades online, sejam elas síncronas ou assíncronas, com enfoque autoinstrucional ou colaborativo. Em que as ferramentas cognitivas, segundo Silva, Pesce e Zuin (2010), possam atuar como facilitadoras da aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Consoante com Prado (2005) enfatiza-se hoje a “autonomia do aluno para a busca de novas compreensões”, por meio da produção de ideias e de ações criativas e colaborativas. Cabe ressaltar que as redes de conhecimento são novos ambientes de aprendizagem, baseados em um paradigma emergente, não necessariamente relacionados a salas de aula tradicionais, podendo incluir diferentes espaços simultaneamente, de forma híbrida. Pensar e agir em redes de conhecimento propicia “ultrapassar os limites das paredes da sala de aula, diante do dinamismo do conhecimento” (Almeida, 2005, p. 73), exigindo “um posicionamento crítico e reflexivo do indivíduo para fazer suas escolhas e tomar suas decisões” (Prado, 2005, p. 55).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:34:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.1 - Potencialidades: um por todos e todos por um!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625756428</link>
         <description><![CDATA[<div>A internet oferece uma ampla gama de recursos multimédia. Nesse sentido, é importante que os professores e alunos desenvolvam competências digitais para o uso efetivo da internet como uma ferramenta educacional. <br><br><strong>Alguns exemplos de recursos educativos digitais:</strong>&nbsp;<br><br>Plataformas de aprendizagem online, simuladores, aplicativos educacionais, jogos educativos, bibliotecas digitais, recursos de realidade virtual, entre outros.<br><br></div><div><strong>Potencialidades: </strong><br><br></div><div>- A internet disponibiliza uma ampla gama de recursos educacionais gratuitos e cursos online gratuitos;<br><br></div><div>- Com a internet, os alunos podem entrar em contato com especialistas e professores de diversas áreas;<br><br></div><div>- A internet permite que os professores adaptem e personalizem o ensino e as aprendizagens de acordo com as necessidades e interesses individuais dos alunos; e<br><br></div><div>- A internet oferece uma ampla gama de recursos multimédia, propiciando uma aprendizagem multimédia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625756729</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Prado (2005, p. 55), “o uso da internet na escola pode exemplificar a multiplicidade de recursos que podem ser utilizados em situações de aprendizagem”. <br><br><strong>Dentre as possibilidades da WWW como recurso educativo, destacam-se:</strong><br><br></div><div>- Educação para a cidadania, preparar cidadãos responsáveis para lidar com a tecnologia;<br><br></div><div>- Desenvolvimento de autonomia e competências digitais, quer dos alunos quer dos professores;<br><br></div><div>- Articulação de diferentes áreas do saber, interdisciplinaridade;<br><br></div><div>- Trabalho por projetos;<br><br></div><div>- Gestão do tempo e do local de estudos, trabalho;<br><br></div><div>- Diversidade de ferramentas de avaliação; e<br><br></div><div>- Flexibilidade no planejamento das atividades.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:39:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.3 - Riscos e ameaças</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625757267</link>
         <description><![CDATA[<div>A utilização das TICs como recurso pedagógico no processo de ensino e aprendizagem deve ser analisada com cautela. Garantir privacidade e segurança na internet é fundamental para proteger os estudantes contra riscos e ameaças online. Por isso, torna-se importante ensiná-los a identificar e avaliar criticamente as fontes e as informações.<br><br></div><div><strong>Principais riscos e ameaças: </strong><br><br></div><div>- Vírus;<br><br></div><div>- Pishing;&nbsp;<br><br></div><div>- Divulgação de dados pessoais;<br><br></div><div>- Cyberbullying;<br><br></div><div>- Exposição a conteúdos inadequados;<br><br></div><div>- Privacidade; e&nbsp;<br><br></div><div>- Segurança.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:41:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.2 - Fragilidades: por um fio ou por um bit?</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625757577</link>
         <description><![CDATA[<div>Para além das possibilidades, também existem alguns constrangimentos e desafios a serem enfrentados na utilização da WWW como recurso educativo. Em relação às fragilidades, tem-se que os problemas e desafios encontrados com o uso das novas tecnologias na educação podem ser minimizados, como falta de competências digitais e a falta de acesso aos recursos. Nesse sentido, tem havido muitos esforços perante estas questões de fragilidade para melhorar.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<strong>A internet é uma poderosa ferramenta, mas também possui algumas fragilidades, sendo as mais comuns: </strong><br><br></div><div>- Segurança;&nbsp;<br><br></div><div>- Privacidade;&nbsp;<br><br></div><div>- Desigualdade de acesso;&nbsp;<br><br></div><div>- Ausência de literacia digital, competências digitais;<br><br></div><div>- Excesso de informação, podendo induzir a informações incorretas;<br><br></div><div>- Fatores distratores;<br><br></div><div>- Dificuldades em sintetizar informações;<br><br></div><div>- Desinformação; e<br><br></div><div>- Rápida disseminação de informações, o que pode levar à propagação de notícias falsas (<em>fake news</em>).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:42:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5.1 - Limitações: aqui é o fim da linha?</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625757922</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Valente (2005, p. 27), somente ter a informação não significa que o aluno compreenda o que obteve, pois pode haver informação em excesso, pouco fidedigna, nem sempre se compreende a informação que se obtém, pode não contribuir para a construção do conhecimento, <em>fake new</em>, entre outros aspectos. Para Behrens (2005, p. 76) um dos desafios que se coloca aos professores e aos alunos é que estes precisam aprender a aprender como acessar informação, onde buscá-la, como depurá-la e transformá-la em produção de conhecimento.<br><br></div><div><strong>Principais limitações:</strong><br><br></div><div>- Desigualdade de acesso a equipamentos e recursos, devido à disparidade social;<br><br></div><div>- Falta de formação docente para adequada utilização pedagógica, acarretando falta de conhecimento por parte do professor das potencialidades e das limitações pedagógicas envolvendo cada tecnologia;<br><br></div><div>- Ensino tradicional, baseado na transmissão de conhecimentos;<br><br></div><div>- Poucas competências digitais, tendo em vista que a tecnologia precisa ser devidamente compreendida em termos de implicações do seu uso no processo de ensino e aprendizagem; e<br><br></div><div>- Dificuldade em sair da ‘zona de conforto’, pois nem todos reconstroem a sua prática voltada para a articulação entre as áreas do saber e a tecnologia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:43:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625758294</link>
         <description><![CDATA[<div>A WWW é uma fonte vasta e diversificada de informações, mas nem todas são precisas, atualizadas ou confiáveis. A ampla gama de atividades pode ou não estar contribuindo para o processo de construção do conhecimento, visto que “o aluno pode estar fazendo coisas fantásticas, porém o conhecimento usado nessas atividades pode ser o mesmo que o exigido em outra atividade menos espetacular”. (Valente, 2005, p. 23). Com isto, é necessário ter atenção aos conteúdos relevantes e o seu potencial. Assim, a escola deve rever sua maneira de ensinar e propiciar a aprendizagem, respeitando as diferenças, oportunizando aos alunos a descoberta de suas habilidades, capacidades e potencialidades, oferecendo assim reais condições para que esses alunos especiais participem do ambiente escolar. (Schlüzen, 2005). Assim, a internet apresenta desafios e questões.<br><br></div><div><strong>Alguns dos principais problemas:</strong><br><br></div><div>- Muitas vezes, os professores não têm conhecimento acerca das técnicas e das ferramentas utilizadas, sendo necessário haver treinamento;<br><br></div><div>- O ensino organizado de forma fragmentada, que privilegia a memorização de definições e fatos, bem como as soluções padronizadas, não atende às exigências deste novo paradigma (Prado, 2005);<br><br></div><div>- O anonimato proporcionado pela WWW pode levar ao aumento do cyberbullying, assédio e abuso online, causando danos emocionais e psicológicos às vítimas;<br><br></div><div>- O seu uso envolve a recolha e armazenamento de grande quantidade de dados pessoais, o que pode levar a violações de privacidade e riscos de segurança, como o roubo de identidade e hacking;<br><br></div><div>- Nem todas as pessoas têm acesso igualitário à internet devido a questões econômicas, falta de infraestrutura tecnológica e desigualdades sociais, o que pode aprofundar as divisões sociais e econômicas; e<br><br></div><div>- Pode levar a uma dependência excessiva e vício em redes sociais, jogos online e outras formas de entretenimento digital, prejudicando a saúde mental e o bem-estar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:44:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6.4 - Para não concluir...</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625758838</link>
         <description><![CDATA[<div>Sem pretender esgotar as possibilidades de análise sobre esse tema tão rico e relevante, a WWW como recurso educativo propicia uma modalidade de ensino <em>online</em> e mediada por tecnologias digitais que já faz parte da realidade de muitas pessoas e instituições em praticamente todo o mundo, sobretudo no atual contexto pós-pandemia, que acelerou transformações que já vinham sendo realizadas no campo educacional. Sendo importante refletirmos sobre o cotidiano escolar e o uso pedagógico das tecnologias digitais como a internet, levando em conta as diferenças entre os sujeitos da aprendizagem, para que as ferramentas digitais valorizem e estimulem o potencial do aluno.<br><br></div><div>Logo, ante a realidade cada vez mais instável, torna-se patente que o farol das práticas visando o desenvolvimento da aprendizagem precisa ser o de contribuir para que os sujeitos estejam preparados para a complexidade do mundo e dos desafios que ele propõe, como apontam Jonassen (2007), em especial, ante a realidade que é complexa, dinâmica e em constante mudança. Haja vista que, para Christensen (2012), o uso de tecnologias nas metodologias de ensino possibilita a adoção de mudanças e inovações, tornando o espaço educacional cada vez mais híbrido, sobretudo no atual contexto de enorme expansão do uso social das tecnologias digitais, por meio de computadores ou dispositivos móveis.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:47:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6.3 - Internet e inclusão: abrace essa ideia!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625759291</link>
         <description><![CDATA[<div>A internet tem um papel importante na promoção da educação inclusiva, a qual pretende terminar com as barreiras e promover a participação ativa de todos os alunos. O uso das tecnologias facilita a construção de conhecimento ao ritmo de cada um, que é o caso do ensino inclusivo, mas também faz a articulação de diferentes áreas do saber. Desse modo, a internet contribui para a inclusão dando acesso à tecnologia, mas esta deve ser utilizada de forma consciente e equitativa, requerente que as práticas pedagógicas sejam elas também inclusivas. Segundo Schlünzen (2005), o computador potencializa as habilidades das crianças com necessidades especiais. Estas constroem o conhecimento, aprendem de forma contextualizada e significativa.<br><br></div><div><strong>Aspectos relacionados com a inclusão, segundo Schlünzen (2005): </strong>&nbsp;<br><br></div><div>- Ferramentas adaptativas;<br><br></div><div>- Aprendizagem ao ritmo do aluno;<br><br></div><div>- Diferenciação pedagógica;<br><br></div><div>- Participação na sociedade;&nbsp;<br><br></div><div>- Criação de conteúdos digitais para minimizar barreiras;<br><br></div><div>- Partilha de informação e conteúdo; e&nbsp;<br><br></div><div>- Exercício da cidadania.<br><br></div><div><strong>Desafios para efetivar a inclusão na educação, segundo Schlünzen (2005): </strong><br><br></div><div>- Falta de formação e preparo do professor;&nbsp;<br><br></div><div>- Necessidade de mudança na prática pedagógica e, consequentemente, no processo educacional;&nbsp;<br><br></div><div>- Falta de critério para selecionar os professores que venham a atuar com esses alunos, sem considerar sua vocação ou histórico de vida;&nbsp;<br><br></div><div>- Prática do professor que busca atender à dificuldade do aluno e não explorar sua potencialidade;&nbsp;<br><br></div><div>- Falta de preparo dos próprios alunos da sala para receber um aluno especial; e<br><br></div><div>- Falta de adaptação na estrutura física do ambiente.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=HTKstZYh7PE" />
         <pubDate>2023-06-16 20:48:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6.2 - Novos desafios para educação: n@veg@r é preciso!</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625759808</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Desenvolver competências é preciso:</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Segundo Maia e Mattar (2007), para as tecnologias digitais contribuírem com o ensino e melhorarem o processo de aprendizagem dos alunos, por meio de ações de melhoria contínua, elas devem estar centradas na construção de competências e aprendizagens ativas dos alunos, de modo que a metodologia empregada pelo professor precisa estar pautada no estabelecimento da aprendizagem de conhecimento útil, em que os assuntos trabalhados sejam alinhados ao contexto e à realidade dos estudantes, concebendo-os como participantes centrais da vida escolar.&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Fundamentar é preciso:</strong><br><br></div><div>Conforme Christensen (2012), o ensino precisa acompanhar e valorizar a inovação tecnológica e disruptiva, por meio da seleção de estratégias de ensino centradas nas aprendizagens do aluno. É importante que essas estratégias sejam dinâmicas, com raízes em boas práticas de ensino-aprendizagem, para que os recursos tecnológicos escolhidos possam se adequar aos objetivos de aprendizagem propostos, levando à efetiva construção de experiências de aprendizagem.<br><br></div><div><strong>- Diversificar é preciso: </strong><br><br></div><div>É preciso analisar as potencialidades do correto uso pedagógico das ferramentas digitais em educação, conforme Costa (2011), para serem aproveitadas da melhor forma na ação didática, sempre mediante uma reflexão sobre as práticas. Assim, é interessante que as práticas pedagógicas utilizem cada vez mais a diversidade de possibilidades didáticas e criativas das tecnologias interativas, por meio de diferentes combinações e arranjos visando o alcance dos objetivos de aprendizagem e contribuindo com a construção do conhecimento pelos alunos de forma ativa, dinâmica e significativa (Jonassen, 2007, p. 24).&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Trabalhar a autonomia é preciso:</strong><br><br></div><div>Nesse aspecto, Jonassen (2007) destaca a importância de se trabalhar a autonomia dos alunos nas atividades de ensino, por meio de uma participação efetiva deles, por meio de uma interação constante, onde o projeto curricular de fato possa favorecer esse desenvolvimento integral dos alunos, sobretudo por meio da escolha do professor na criação de recursos interativos e dialógicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:50:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625759808</guid>
      </item>
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         <title>6.1 - Lições pretéritas e perspectivas futuras: nota positiva?</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625760046</link>
         <description><![CDATA[<div>É preciso analisar as potencialidades do correto uso pedagógico das ferramentas digitais em educação, conforme Costa (2011), para serem aproveitadas da melhor forma na ação didática. Deve-se partir do objetivo pedagógico, e depois, escolher a ferramenta digital, pois é importante entender que as ferramentas digitais estão a favor da aprendizagem, e não o contrário. Usar a WWW como uma ferramenta pressupõe que o professor repense as suas práticas e pratique um ensino mais inovador. É então necessário que se promovam situações em que o aluno constrói o seu conhecimento utilizando as ferramentas tecnológicas mais adequadas.&nbsp;<br><br></div><div>Assim, segundo Jonassen (2007), é interessante que as práticas pedagógicas utilizem cada vez mais a diversidade de possibilidades didáticas e criativas das tecnologias digitais, contribuindo com a construção do conhecimento pelos alunos de forma ativa. Assim, inovar a prática pedagógica, do ponto de vista da flexibilização, é favorecer o pensamento crítico, a criatividade, a autonomia, a reflexão, o aprender a aprender, o pensar sobre o próprio aprendizado, atribuindo significados ao que aprende e apreende. Em face disso, a formação continuada docente é um aspecto fundamental do processo educativo. Nesse ângulo, torna-se importante trabalhar a autonomia dos alunos nas atividades de ensino, por meio de sua participação efetiva, favorecendo o seu aprendizado, sobretudo por meio da adequada escolha e utilização de recursos tecnológicos, contribuindo para o aprimoramento contínuo do processo educativo.&nbsp;<br><br></div><div>Sendo importante que se proponha a utilização de diversas ferramentas digitais, de forma construtiva e agregadora e que se realize o acompanhamento dos alunos a fim de favorecer a construção do conhecimento, a percepção e a reflexão crítica e criativa e não meramente a imitação ou reprodução (Paiva e Morais, 2010, p. 7), por meio, por exemplo, do registro contínuo e sistemático dos progressos dos estudantes, ou por meio de um portfólio com o trabalho criativo dos alunos ao longo do processo, valorizando e estimulando o potencial do aluno no seu percurso de aprendizagem. Permitindo aos alunos, conforme Paiva e Morais (2010), levantar suas hipóteses sobre o mundo, ressignificar suas ideias e pontos de vista, trabalhar coletivamente e aprender de modo dinâmico e significativo, ajudando uns aos outros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:51:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625760294</link>
         <description><![CDATA[<div>Em face à temática abordada neste mural, o incremento de tecnologia na educação pode potencializar o aprendizado ativo dos alunos. Assim, observamos que a presença da tecnologia pode induzir profundas mudanças na organização do ensino. Dessa forma, segundo Jonassen (2007), “o professor pode fazer uso didático das múltiplas possibilidades criativas das tecnologias, cada vez mais híbridas e disruptivas, combinando ferramentas digitais de acordo com os objetivos de aprendizagem, trazendo elementos próximos da realidade significativa dos educandos, favorecendo a construção do conhecimento pelos alunos de forma dinâmica, inovadora”.&nbsp;<br><br></div><div>Com o avanço da tecnologia, cada vez mais ferramentas e recursos estão sendo desenvolvidos para melhorar o ensino e a aprendizagem. Assim, Miranda (2009) afirma que a qualidade do ensino depende fundamentalmente de um conjunto de variáveis, como a qualidade dos conteúdos e das atividades, bem como dos métodos de ensino usados pelos professores.<br><br></div><div>Vale considerar que os professores no atual contexto tiveram que se reinventar, aprender novas formas de usar plataformas digitais em educação, estabelecendo assim novas conexões com os alunos. Para construir conhecimento, o ensinar passa pela criação de ambientes de aprendizagem em que o aluno passa a interagir com várias situações problema e aprender passa pela capacidade do aluno de processar, interpretar e compreender as informações recebidas e, a partir delas, criar soluções pata os problemas e desafios da vida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:52:54 UTC</pubDate>
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         <title>7.2 - Bibliografia complementar</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625760619</link>
         <description><![CDATA[<div>Christensen, Clayton M. (2012). Inovação na sala de aula: como a inovação disruptiva muda a forma de aprender. Atualizado e ampliado. São Paulo: Bookman Companhia Editora.<br><br></div><div>Costa, F. A. (2011). Digital e Currículo no início do Século XXI. In P. Dias &amp; A. Osório (Eds.), Aprendizagem (In)Formal na Web Social (pp. 119–142). Centro de Competência, Universidade do Minho.&nbsp;<br><br></div><div>Jonassen, D. H. O que são ferramentas cognitivas?. (2007). In: Computadores, Ferramentas Cognitivas: desenvolver o pensamento crítico nas escolas. Lisboa: Porto Editora. pp. 15-34.<br><br></div><div>Maia, Carmem; e Mattar, João. (2007). ABC da EaD: a Educação a Distância hoje. 1. ed. 3. reimp. São Paulo: Pearson Prentice Hall.<br><br></div><div>Mayer, R. E. Cognitive Theory of Multimedia Learning. In: R. E. Mayer (Ed.). (2014). The Cambridge Handbook of Multimedia Learning. 2. ed. Cambridge University Press. pp. 43-71.<br><br></div><div>Miranda, Guilhermina. (2009). Ensino <em>Online</em> e Aprendizagem Multimédia. Lisboa: Relógio d’água Editores.<br><br></div><div>Paiva, J., Morais, C., &amp; Paiva, J. (2010). Referências importantes para a inclusão coerente das TIC na educação numa sociedade “sistémica.” Educação, Formação &amp; Tecnologias, 3(2), 5–17. http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/138&nbsp;<br><br></div><div>Perrenoud, Philippe; e Thurler, Monica Gather. (2002). As Competências para Ensinar no Século XXI: a Formação dos Professores e o Desafio da Avaliação. Porto Alegre: ArtMed.&nbsp;<br><br></div><div>Van Merriënboer, J. e Kester, L. (2009). Modelo de Design Educacional de Quatro Componentes: Princípios Multimédia em Ambientes de Aprendizagem Complexa. In Miranda, G. (Org.). Ensino online e Aprendizagem Multimédia (pp. 286–326).Relógio d’Água Editores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:54:13 UTC</pubDate>
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         <title>7.1 - Bibliografia básica</title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625760828</link>
         <description><![CDATA[<div>Almeida, M.E.B. (2005). Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimentos. Articulando saberes e transformando a prática. In M. E. B. Almeida &amp; J. M. Moran (Orgs.), Integração das Tecnologias na Educação (Cap. 2.2 pp. 71-73). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância.<br><br></div><div>Behrens, M.A.(2005). Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In M.E.B. Almeida J.M. Moran (Orgs.), Integração das Tecnologias na Educação (Cap. 2.3 pp. 75-78). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância.<br><br></div><div>Prado, M.E. B.B. (2005). Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia. Articulando saberes e transformando a prática. In M. E. B. Almeida &amp; J. M. Moran (Orgs.), Integração das Tecnologias na Educação (Cap. 1.8, pp. 55-58). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância.<br><br></div><div>Schlünzen (2005). Escola inclusiva e as novas tecnologias. In M. E. B. Almeida &amp; J. M. Moran (Orgs.), Integração das Tecnologias na Educação (Cap. 2.4 pp. 81-84). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância.<br><br></div><div>Valente, J.A (2005). Pesquisa, comunicação e aprendizagem com o computador. O papel do computador no processo ensino-aprendizagem. In M. E. B. Almeida &amp; J. M. Moran (Orgs.), Integração das Tecnologias na Educação (Cap. 1.3 pp. 24-31). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:54:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianorosavida</author>
         <link>https://padlet.com/adrianorosavida/7fnj0o1y0flxzrbj/wish/2625760943</link>
         <description><![CDATA[<div>No sentido de facilitar o estudo e a abordagem do tema, a bibliografia consultada foi dividida em duas categorias de análise: a básica (disponibilizada nesta UC) e a complementar (fruto de minhas pesquisas e leituras em outros sítios).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-16 20:55:23 UTC</pubDate>
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