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      <title>Breve síntese - GT Alfabetização -1º. semestre 2024 -SAGRADO- Rede de Educação by Janete Alecio / SAGRADO - Rede de Educação</title>
      <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-31 16:04:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-31 16:25:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Texto : Linguagem, escola e modernidade - C. A. Faraco</title>
         <author>janetealecio</author>
         <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md/wish/3064722159</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p><p>Concepção normativa encontrou morada praticamente fixa no senso comum.</p><p>A concepção normativa determina a língua como uma instituição pronta, fixa, externa aos falantes e a qual eles devem se submeter. Pessoa culta vista pelo pressuposto da Fala e escrita corretas. Nossas escolhas não são neutras. O importante é ter consciência das nossas escolhas.&nbsp; Há uma concepção de linguagem que orienta nossas escolhas didáticas para o trabalho com a alfabetização. Escolhas a partir ,também, de&nbsp; um status de poder. Centralização de poder concentrou a centralização da fala. Falamos da mesma forma que escrevemos?</p><p>Quais as diferenças entre fala e escrita?</p><p>Adequa-se a escrita ao seu interlocutor. A perspectiva que a língua muda ao longo do tempo tem a ver com a geração regional, tecnológica. Uma língua tem mais prestígio que a outra. Línguas de mais prestígios e outras não. Quase a mesma analogia da roupa, conforme as estações, assim é a língua. Preciso saber todas as variações linguísticas.</p><p>Faraco destaca que a criança ao aprender a falar tem uma lógica- marca de inteligência. As línguas mudas. Para&nbsp; Bakhtin - língua é interação socioverbal , concepção interacionista de linguagem. O Faraco referenda o Bakhtin Socioverbal- ninguém fala sozinho.</p><p>A escrita também sempre tem o seu interlocutor. As pessoas se constituem por meio da linguagem. Se a nossa concepção é socioverbal- precisamos apresentar textos socioverbais.</p><p><strong>Culminância:</strong> Língua em situação de uso. A função social da escrita, diferentes gêneros textuais. Escrever bem precisa ter acesso a bons textos. A língua sendo usadas em literatura, jornal online, folder, gênero de receita e&nbsp; não em listas de exercícios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 16:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>Texto: A pré-história da linguagem escrita - L. Vygotsky.</title>
         <author>janetealecio</author>
         <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md/wish/3064722653</link>
         <description><![CDATA[<p>Vygotsky um entusiasta. Ele não fez psicologia, mas estudioso&nbsp; e crítico literário e depois começou a trabalhar com psicologia. Em 1924 aconteceu o congresso de Psicologia. Com 28 anos, apresentou que a teoria Behaviorista não era dialética, não era maxista. E por ser jovem convenceu todo mundo que os processos mentais são dialéticos. Histórico social - não é inato, mas tem uma influência genética e a depender das estruturas sociais e culturais. Hoje estuda-se psicologia histórico&nbsp; cultural.</p><p>Vigotski faleceu bem jovem com 38 anos de tuberculose. Os textos dele são inacabados, muitas informações e poucos detalhes. Ele não é psicólogo&nbsp; da educação e nem alfabetizador. Ele tem vários textos sobre vários assuntos.</p><p>Para ele a aprendizagem se dá pelo meio da mediação. Mediação com outras crianças; com adulto; com uma base daquilo que se sabe. Zona de desenvolvimento potencial - ZDP - Potencial chega-se por meio das mediações.</p><p>O que o brincar de gestos tem a ver com a alfabetização?</p><p>O sistema de escrita Russo tem semelhança, é alfabético como nosso.</p><p>Ideográficas: Usam-se sinais e não representam Som.</p><p>Para os japoneses o símbolo&nbsp; significa idéia e não cada letra um som como o nosso sistema de escrita.</p><p>O sistema de escrita Russo tem semelhança, é alfabético como nosso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 16:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>Texto: A representação da linguagem e o processo de Alfabetização - E. Ferreiro</title>
         <author>janetealecio</author>
         <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md/wish/3064723601</link>
         <description><![CDATA[<p>Emília Ferreiro estudou com Jean Piaget, fez doutorado na suíça e compartilhou muitas escritas das crianças com Jean Piaget. Há similaridade entre a língua Espanhola e Portuguesa. Escrita como codificação ou escrita como representação.</p><p>Desenho não é real é uma representação. A escrita é uma representação da fala, representação porque acontece no papel, no computador, entre outros. Emília afirma que não podemos ensinar a escrita como codificação. Como aluna de Piaget e discípula dele. “ A escrita é uma linguagem e não um código”. Quando entendo a escrita como decodificação é como se ensinasse uma técnica. Se eu entendo a escrita como representação devo ensinar como representação. Segundo Emília Ferreiro,&nbsp; a criança precisa passar pelo mesmo processo da humanidade. As concepções das crianças a respeito do Sistema de escrita. As crianças formulam hipóteses a respeito do funcionamento da escrita, precisamos saber interpretá-la. Atenção para três grandes momentos:</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Distinção entre desenho e escrita;</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Construção de diferenciações ( no interior de uma palavra e entre as palavras)</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fonetização da escrita.</p><p>A fonetização tem a ver com o Som. &nbsp;A certeza da escrita &nbsp;das crianças transitam entre as fases, silábica/ silábica alfabética/ alfabética ortográfica<strong>. </strong>É imprescindível<strong> </strong>acompanhar as crianças&nbsp; enquanto elas escrevem.</p><p>A Emília Ferreiro não defende método e sim como as crianças aprendem. Se eu acompanho as crianças e entendo o processo irei selecionar o material que mais responde para ajudá-las. Conhecer o pensamento das crianças, a lógica do erro. A correção depende de conhecer a criança. Todos podem ler e escrever, cada um a seu modo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 16:10:21 UTC</pubDate>
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         <title>Texto:Alfaletrar - p. 107 até a página 189 - M. Soares</title>
         <author>janetealecio</author>
         <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md/wish/3064723942</link>
         <description><![CDATA[<p>Magda Soares reconhece que Emília Ferreiro foi mal interpretada. Defende que o processo de aprendizagem da escrita precisa de dois raciocínios que compõem um único processo. A Magda Soares que trouxe para o Brasil o termo LETRAMENTO. Elaboração de políticas públicas para os professores em nível federal veiculada pelo ministério da Educação, PNAIC – foi influenciado pela Magda Soares. Antes, também teve o PRÓ-LETRAMENTO. A intenção de Magda Soares é que a criança não aprende sem a nossa intervenção. A gente gostou do que a Emília Ferreiro trouxe – as fases que as crianças se encontram, mas foi compreendido de maneira errada. Conhecer as fases das crianças, para sobretudo interferir e ajudá-las na alfabetização. Ler, interpretar e fazer uso é letramento. Mas, não pode se resumir ao letramento. A miudeza da alfabetização é a letra que irei usar. O professor precisa dar conta das duas dimensões: Letramento e alfabetização. São situações distintas, raciocínio diferentes no momento da alfabetização e letramento.</p><p>Neologismo: ALFALETRAR (livro publicado em 2020) – AS DUAS DIMENSÕES SIMULTANEAMENTE. A criança conviver com o uso da letra desdeda Ed. Infantil é recomendável e saudável.</p><p>Antes de palavra o L, Por isso MIGUEL, sensacional...; A consoante não tem som sozinho precisa estar atrelada a vogal. Que letra faz o&nbsp; A virar JÁ? Que letra faz o A virar o LA. Demanda explicar as crianças o processo. A gente não ensina, a gente faz a atividade.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 16:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>Texto: Alfabetização, pandemia covid-19 e capital cultural: relações entre família e escola - A. Knoblauch e A. D. Bueno</title>
         <author>janetealecio</author>
         <link>https://padlet.com/janetealecio/7feuq40m4cnuy8md/wish/3064724317</link>
         <description><![CDATA[<p>“ Não se pode ser transmitido instantaneamente; é objeto de uma transmissão hereditária que é sempre altamente dissimulada e até mesmo, invisível”. (Bourdieu, 2001 A- P.75)</p><p>Herança cultura passa na convivência. O que essa criança aprendeu? Qual é o capital intelectual dessa família, dessa&nbsp; criança?</p><p>Escutar o processo dessa pesquisa e visualizar por meio das propostas das atividades o repertório, caminhada e processo que as crianças revelaram agregou significativamente para o cotidiano escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 16:12:12 UTC</pubDate>
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