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      <title>Mais do que números, pessoas! by Valério Santos</title>
      <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di</link>
      <description>A questão demográfica e social no século XIX e início do século XX</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-24 18:51:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Forno de Pão&quot;, pintura de Alfredo Roque Gameiro (1927)</title>
         <author>rodrigo1704200</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594802243</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto os homens trabalhavam no campo, semeando os cereais, ficava para as mulheres as tarefas associadas à colheita desses mesmos cereais, como o trigo e o centeio, e a produção de pão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho infantil (EUA)</title>
         <author>sergiobide86</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na industrias até as crianças e adolescente trabalhavam. Todas as mãos eram importantes para o trabalho, sobretudo as mais pequenas que podiam entrar em locais das máquinas, onde as dos adultos não cabiam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Milheiral&quot;, pintura de Carlos Reis (1911)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594810534</link>
         <description><![CDATA[<div>A colheita do milho, do trigo e de outros cereais era fundamental para a alimentação, sendo que todo o terreno era aproveitado para cultivo e com diversos tipos de produtos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:54:07 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Bairros de lata&quot; (Bairro das Minhocas ou da Bélgica, Lisboa, c. 1900)</title>
         <author>rodrigo1704200</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594813188</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XIX, a população que vinha do interior do país, para Lisboa ou para o Porto, tinha poucas condições habitacionais, de alimentação ou de salubridade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>Iluminação pública (Terreiro do Paço, Lisboa)</title>
         <author>sergiobide86</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594820256</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XIX a iluminação pública era feita desta forma, existindo pessoas que reabasteciam os candieiros de rua com gás.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 13:57:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Chora</title>
         <author>filipegoncalvesmm</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594831134</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o século XIX era comum ver este meio de transporte pelas ruas de Lisboa.  Como ainda se estavam a dar os primeiros passos no fabrico de automóveis, este transporte, puxado por cavalos, era um meio rápido para que as pessoas se pudessem deslocar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 14:02:03 UTC</pubDate>
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         <title>(Poucas) Condições de trabalho</title>
         <author>rodrigo1704200</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594833868</link>
         <description><![CDATA[<div>As condições de trabalho eram muito modestas, sendo os salários muito baixos, não se adequando às verdadeiras necessidades das pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 14:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Sopa dos Pobres&quot; (Lisboa, c. 1900)</title>
         <author>sergiobide86</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594837126</link>
         <description><![CDATA[<div>A ida de muitas pessoas do interior do país, do Alentejo e de outros locais para Lisboa, em busca de trabalho e de melhores condições de vida, agravou as condições de vida nas cidades, por isso, muitos eram aqueles que recorriam à "Sopa dos Pobres".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 14:04:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mineiros (Bélgica)</title>
         <author>filipegoncalvesmm</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/594838573</link>
         <description><![CDATA[<div>Estes trabalhadores do subsolo eram, muitas vezes, escravizados e torturados, tendo uma alimentação muito deficiente e trabalhando em condições desumanas. Nesta imagem conseguimos observar a forma como os mineiros desciam para a mina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 14:04:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Cantiga d&#39;amor&quot;, pintura de Carlos Reis (1929)</title>
         <author>matildenoca005</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/599502401</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos Reis artista português recorria às situações da vida quotidiana para se inspirar e criar as suas obras. Nesta obra é possível ver como conviviam as pessoas num pequeno beco de uma aldeia, onde as crianças brincam e uma rapariga utilizava uma roca para ficar, enquanto um homem e uma criança cantam e tocam guitarra para alegrar o dia e passar o tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 16:06:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Café Suisso (Lisboa, 1848)</title>
         <author>matildenoca005</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi fundado por dois irmãos, em 1848, no Largo de Camões (atualmente Praça D. João da Câmara) e o intuito era criar uma pastelaria e café que, com o tempo, se tornou só café. Quem frequentava aquele famoso e requintado espaço eram estrangeiros, toureiros, homens do teatro e das artes e outros elementos da classe média lisboeta. Todos os que ali passavam não conseguiam deixar de o admirar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 16:13:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pobreza (fotografia de Jacob A. Riis, EUA, c. 1890)</title>
         <author>matildenoca005</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/599572458</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XIX foram muitos aqueles que partiram da Europa em direção aos EUA em busca de melhores condições do que aquelas que se viviam nos campos e nas cidades europeias. Chegados ao novo continente e recente país concluíam que nada de melhor os esperava. Para além da falta de emprego, a fome e sede eram uma realidade. As casas eram pobres,pequenas e sujas e viviam vários casais e várias crianças no mesmo espaço. A convivência com os animais era muito comum.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 16:37:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A infância na cidade (Vila Dias, no Beato, Lisboa)</title>
         <author>rmotasousa09</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/601523519</link>
         <description><![CDATA[<div>Era comum encontrar inúmeras crianças pelas ruas das grandes cidades, como Lisboa. A brincar na rua estás crianças representavam a pobreza das suas famílias, chegando a andar com as roupas rotas e descalças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-29 16:29:09 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;À sombra&quot;, pintura de José Malhoa</title>
         <author>rmotasousa09</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/601528199</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que os pais pudessem trabalhar nos campos, as crianças eram deixadas sozinhas "à sombra", muitas vezes com rolhões (bolas de tecido) embebidos em bebidas alcoólicas, para que ficassem mais calmas. Regra geral, as crianças eram batizadas pouco depois de nascerem para garantir que, se morressem nos primeiros anos de vida, seriam recebidas junto de Deus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-29 16:31:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pobreza (fotografia de Jacob A. Riis, EUA, c. 1890)</title>
         <author>rmotasousa09</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/601532213</link>
         <description><![CDATA[<div>A pobreza extrema em que a maioria da população vivia era uma dura realidade muitas vezes captada pelo fotógrafo Jacob A. Riis. Está situação fazia com que as pessoas se vissem forçadas a trabalhar muitos horas por dia para receber um ordenado que era muito baixo e não lhes permitia ter melhores condições de vida. Este vendedor ambulante encontrou o seu descanso, após o dia de trabalho, num velho colchão, em cima de dois barris num beco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-29 16:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Saloias&quot;, pintura de António da Silva Porto (séc. XIX)</title>
         <author>micaelfcamargos</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/606856435</link>
         <description><![CDATA[<div>A maior parte dos camponeses não usava sapatos e mesmo os modos de vestir mudavam de acordo com a estação do ano, mas também mudavam com a região, quer se tratasse do litoral ou do interior, por exemplo. Para além disso, existiam ainda os dias comemorativos, festivos ou de despedida, que requeriam a utilização de diferentes roupas e durante mais ou menos tempo.<br>Vindas de um dia de feira, estas mulheres trazem um importante acessório, um guarda-chuva e, apesar de tudo, era no verão que estavam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 13:24:10 UTC</pubDate>
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         <title>A saúde no século XIX</title>
         <author>micaelfcamargos</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/606885872</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar dos muitos avanços nas ciências, na medicina, na investigação e nas técnicas com esta era praticada, o século XIX continuou a assistir a várias epidemias, disseminadas, sobretudo, pela ainda bastante falta de higiene e pelos aglomerados populacionais, quer em fábricas, como em casas, na rua ou em tascas. Algumas doenças que persistiram neste século foram a cólera, a varíola e a peste bubónica. Portugal sofreu, durante o século XIX, grandes epidemias de cólera (1833, 1853, 1865 e 1894) e um surto de febre-amarela, em 1856. Contudo, o surto de peste bubónica que deflagrou no Norte do país, no Verão de 1899, ultrapassou tudo o que se poderia recear.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 13:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>Socialismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/606898459</link>
         <description><![CDATA[<div>Doutrina política e económica que se caracteriza pela ideia de transformação da sociedade através da distribuição equilibrada da riqueza, da propriedade e dos meios de produção, de modo a conseguir alcançar a total igualdade entre todas as classes da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 13:44:30 UTC</pubDate>
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         <title>Explosão Demográfica</title>
         <author>micaelfcamargos</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/606916150</link>
         <description><![CDATA[<div>Aumento elevado e repentino da população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 13:53:05 UTC</pubDate>
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         <title>Proletariado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/606922246</link>
         <description><![CDATA[<div>A utilização do termo proletariado remonta à Antiguidade Clássica, ao tempo da Roma Antiga, e servia para designar, de modo depreciativo, aqueles cuja única utilidade para o Estado era gerar uma prole, ou seja, um grande número de filhos, para aumentar as fileiras do exército romano. No século XIX, foi utilizado para designar a classe dos sem propriedade que vendem a força do seu trabalho e da sua prole a um empresário capitalista. Neste sentido, podemos dizer que existiam proletários urbanos, mas também rurais.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-02 13:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Praia de banhos&quot;, pintura de João Marques de Oliveira (1884)</title>
         <author>camillaraujo2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o desenvolvimento industrial e comercial no século XIX, registam-se profundas alterações sociais, surgindo uma sociedade de classes em que a burguesia ocupava um lugar cimeiro, afirmando-se com o seu poder económico e influenciando as decisões políticas. A alta burguesia era uma classe proprietária à frente de grandes estruturas empresariais ou comerciais, enquanto a média e baixa burguesias eram constituídas por pequenos empresários, profissionais liberais ou funcionários públicos. Nesta pintura, é possível perceber que estes novos grupos sociais trazem também novos hábitos, como o de ir à praia. Gosto que se desenvolve no século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 13:59:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Êxodo Rural</title>
         <author>24ricardocouteiro</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/607372897</link>
         <description><![CDATA[<div>Migração da população do meio rural para o urbano ou para outros países ou continentes.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-02 17:34:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Classe Média</title>
         <author>24ricardocouteiro</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/607387895</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo social que se situava entre a alta burguesia e o operariado, composto por pequenos e médios comerciantes e industriais, membros de profissionais liberais, funcionários públicos e dos serviços.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-02 17:42:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os &quot;pátios&quot; e as &quot;vilas&quot; de Lisboa</title>
         <author>24ricardocouteiro</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/607398598</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o surgimento da industrialização, a população que se mudava do interior do país para as cidades mais importantes, como Lisboa, acabava por engrossar o grupo dos operários. Procurando um local para se alojarem, acabavam por viver em acomodações, geralmente fornecidas pelos próprios proprietários fabris, que adquirem a designação de "pátios" ou “vilas”, normalmente constituídas por dois ou três andares separadas por uma rua e isoladas do exterior por um portão. Estes espaços habitacionais ficaram conhecidos na cidade do Porto, como "ilhas".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-02 17:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Embraçar cebolas&quot;, pintura de José Malhoa (1896)</title>
         <author>pedrosk</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/608497660</link>
         <description><![CDATA[<div>José Malhoa foi um pintor português que viveu na segunda metade do século XIX e nas primeiras décadas do século XX, que conseguia imprimir nos seu trabalhos os costumes populares e as tradições de um país (Portugal) que, no contexto da industrialização, se mantinha rural. Trabalhos ligados à agricultura, como as vindimas, o próprio cultivo ou os trabalhos de colheita e armazenamento dos produtos eram os mais representados, uma vez que eram os mais comuns. Ganham destaque também nas suas pinturas, não só as pessoas e as plantas, mas também os animais. Era um retrato fiel do mundo real do século XIX português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-03 09:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>A fábrica e os seus trabalhadores</title>
         <author>pedrosk</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/608497851</link>
         <description><![CDATA[<div>As fábricas, no século XIX, não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições de trabalho eram muito más e os acidentes eram frequentes. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários eram muito baixos e todos os elementos de uma família tinham que trabalhar, quer fossem homens, mulheres, crianças ou velhos, podendo chegar a trabalhar até 18 horas por dia e estando sujeitos, por vezes, a castigos físicos. Não havia direitos, nem qualquer tipo de proteção para os trabalhadores como férias, auxílio na doença,, invalidez ou velhice, nem descanso semanal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-03 09:18:40 UTC</pubDate>
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         <title>Praça Luís de Camões, em Lisboa (fotografia dos finais do séc. XIX)</title>
         <author>pedrosk</author>
         <link>https://padlet.com/valeriosantoscsm/7fdeung7qrtyk5di/wish/608504887</link>
         <description><![CDATA[<div>Os novos hábitos que a alta burguesia e as classes médias criaram de ir a banhos, de frequentar estâncias termais ou de se passearem publicamente, muitas vezes apenas para apanhar ar, tornou-se comum durante o século XIX, tendo sido abertas novas ruas e novas praças, com vários estabelecimentos, como cafés ou lojas diversificadas, assim como foram construídos ou ampliados jardins públicos que permitiam a valorização e o desenvolvimento do lazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-03 09:22:28 UTC</pubDate>
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