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      <title>Doenças Infecciosas e DNI by Eduardo Belchior</title>
      <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka</link>
      <description>Conceitos e características e doenças

Malaria/Leishmaniose/Hanseniase e

Tuberculose</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-29 21:18:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-20 13:33:33 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Doenças Infecciosas</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211641417</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:</strong>  <em>"Doença causada por um agente patogênico (como: vírus, bactéria e também parasita), em contraste com causa física (por exemplo: queimadura, intoxicação química, relação sexual, beijos ou ferimentos.)" - WIKIPEDIA<br><br></em>A doença infecciosa pode ser adquirida em uma viajem a outro pais, passeios, relações entre duas pessoas bem como uma doença adquirida por uma queda na imunidade de um individuo e apresentar ou desenvolver os sintomas da doença bem como transmiti-la em caso de doenças contagiosas.<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças Não Infecciosas - DNI</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211644863</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:</strong> <em>Doença não-transmissível ou DNT</em><strong><em>;</em></strong><em> doenças não infecciosas; doenças crônicas não transmissíveis; doenças crônico degenerativas são nomes utilizados para doenças com a ausência de indivíduos infecciosos (microrganismos) ou caracterizada pela irreversibilidade do quadro clinico.</em><br><br>Tem como causa geralmente fatores externos, ambiente, fatores genéticos, estilo de vida ou seja, multi-fatorial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:35:05 UTC</pubDate>
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         <title>MALÁRIA</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211647350</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:</strong> <strong><em>Infecção </em></strong><em>causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitida por mosquitos Anopheles, caracterizada por episódios de febre, calafrios e tremedeiras. A presença do parasita leva à destruição das hemácias (glóbulos vermelhos) e consequente anemia.<br><br></em><strong>CICLO DE VIDA</strong><em><br></em>O ciclo da malária se dá da seguinte maneira:<br><br></div><ul><li>Um mosquito não infectado pica uma pessoa infectada. Ao se alimentar do sangue dessa pessoa, ele é infectado pelos protozoários presentes na corrente sanguínea;</li><li>Ao picar outra pessoa para se alimentar, o mosquito libera uma pequena quantidade dos microrganismos na corrente sanguínea do indivíduo;</li><li>Os parasitas viajam até o fígado, onde ficam alojados por um tempo até alcançar a maturação — isso pode levar dias, semanas e até mesmo anos, dependendo da espécie do parasita;</li><li>Quando estão maduros, os parasitas migram para a corrente sanguínea, usando principalmente os glóbulos vermelhos para sua reprodução, que se dá de forma intensa e veloz. Essa multiplicação resulta na destruição dessas células, provocando os sintomas da doença;</li><li>Nessa hora, se um mosquito não infectado pica o enfermo, ele adquire os parasitas para si, por consumir o sangue cheio de protozoários da vítima. Assim, o ciclo reinicia.</li></ul><div><br><strong>ÁREAS ENDÊMICAS<br></strong>Ao todo, são 88 países [...]<br>Os países africanos abaixo do deserto do Saara são os mais afetados e também onde há o maior número de mortes. Outros países que são grandes áreas de transmissão da malária são:<br><br></div><ul><li>Países da América Central;</li><li>Caribe;</li><li>Países do centro, sul e sudeste da Ásia;</li><li>Oriente Médio;</li><li>Extremo Oriente (China);</li><li>Papua Nova Guiné;</li><li>Ilhas Salomão e Vanuatu;</li><li>Paraguai;</li><li>Brasil;</li><li>Bolívia;</li><li>Peru;</li><li>Equador;</li><li>Colômbia;</li><li>Venezuela;</li><li>Guiana;</li><li>Suriname;</li><li>Guiana Francesa.</li></ul><div><br></div><div><strong>NO BRASIL<br></strong>Áreas mais afetadas são os estados da Amazônia: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e norte do Mato Grosso. No entanto, há registros também ao longo da Mata Atlântica na região sudeste e no Vale do Rio Paraná.<br><br><strong>DIAGNÓSTICO</strong><br>Com sintomas muito parecidos com outras condições, pode demorar até que o médico suspeite da malária [...]<br><br>Ao constatar a suspeita da doença, o médico pode pedir exames de sangue cujos objetivos são:<br><br></div><ul><li>Detectar microrganismos causadores da malária;</li><li>Identificar o protozoário específico que infectou o paciente;</li><li>Verificar se o parasita é resistente aos medicamentos;</li><li>A possibilidade de anemia e danos a outros órgãos.</li></ul><div>Para isso, alguns exames podem levar pouco tempo (cerca de 15 minutos), enquanto outros demoram dias para que o resultado saia.<br><br><strong>TRATAMENTO<br></strong>O tratamento da malária deve começar assim que ela é diagnosticada, a fim de evitar complicações graves. Geralmente, ele é definido de acordo com alguns critérios. São eles:<br><br></div><ul><li>Qual o parasita presente no organismo (pode haver mais de um);</li><li>Severidade dos sintomas;</li><li>Idade do paciente;</li><li>Se há gravidez ou não.</li></ul><div>A partir destes fatores, o médico pode prescrever medicamentos antimaláricos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:43:24 UTC</pubDate>
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         <title>LEISHMANIOSE</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211650547</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:</strong> <em>É uma doença crônica, causada por parasitas flagelados do gênero Leishmania (protozoário), da família Trypanosomatidae, chamados de “leishmania”, não é contagiosa e tem cura. Podendo apresentar-se em duas formas: “Calazar”, do tipo visceral e “Úlcera de Bauru”, uma forma tegumentar americana.</em><br><br><strong>CICLO DE VIDA<br></strong>O mosquito palha femeá, da família dos flebotomíneos, é o vetor transmissor do protozoário Leishmania chagasi para os hospedeiros, dentre eles destacam-se os cães e o homem. Através da picada, são inoculados parasitas na forma Promastigota os quais invadem os macrófagos. No ambiente intracelular, o parasita assume a forma amastigota (sem flagelo) e inicia uma replicação binária (assexuada). Quando as células rompem, são liberados promastigotas os quais podem infectar novos macrófagos ou inocular um mosquito palha, fechando o ciclo. No interior do mosquito palha, o Leishmania também realiza reprodução assexuada, alternando entre amastigota e promastigota. (IMAGEM 1.1)<br><br><strong>PREVALÊNCIA</strong><br>O calazar é endêmico em 47 países e aproximadamente 200 milhões de pessoas correm o risco de serem infectadas. É altamente endêmica no subcontinente indiano e no leste da África. Estima-se que 200 a 400 mil novos casos de VL ocorram anualmente no mundo. Mais de 90% dos novos casos ocorrem em 6 países: Bangladesh, <strong>Brasil</strong>, Etiópia, Índia, Sudão do Sul e Sudão.<br><br>NO BRASIL - A região Norte destacou-se com 34,9% do total de casos, com risco da população adoecer de 92,3/100.000 habitantes (cinco vezes a média nacional). A expansão do Centro-Oeste correspondeu à segunda maior em CD, com uma média de 38,8/100.000 habitantes; sendo seguida pela região Nordeste, com 30,8/100.000 habitantes, para o ano de 1995, contribuindo com o 2o maior número de casos do país (28%), porém com risco da população adoecer de 19,7/100.000 habitantes As demais regiões (Sudeste e Sul) não desempenharam papel preocupante quando se tratou da distribuição dos casos em nosso país.<br><br><strong>PREVENÇÃO<br></strong>Vigilância de casos: detecção ativa e passiva de casos suspeitos de Leishmaniose, tratamento precoce, visando diminuição de fontes humanas do parasita.<br>Detecção e eliminação de reservatórios infectados: o principal é o cão. <br>Controle dos vetores flebotomíneos: com uso de inseticidas, por exemplo</div><div><br><strong>DIAGNÓSTICO<br></strong>Exame parasitológico: exame direto, corado com Giemsa, de esfregaços sanguíneos. Sensível em menos de 30% dos casos;<br>Exame direto de Aspirado de Medula óssea e mielocultura (em meio NNN) – apresenta maior sensibilidade;<br>Mielograma;<br>Sorologias: Elisa para anticorpos contra o Leishmania, pode ter muitos falsos positivos por conta da reatividade cruzada com outros parasitas: Tripanossoma cruzi, Micobacterium tuberculosis. Um resultado positivo deve ser confirmado com pesquisa parasitária. <br>Reação intradérmica de Montenegro: verifica a hipersensibilidade tarde (resposta Th1), sendo negativa em indivíduos doentes. Mas são positivas para quem já teve contado, um bom exame para estudos epidemiológicos.</div><div>Há ainda exames gerais inespecíficos: hemograma (com anemia, leucopenia, plaquetopenia); Eletroforese de proteínas séricas (inversão da relação albumina-gamaglobulina com hipergamaglobulinemia); transaminases e bilirrubinas normais ou levemente aumentadas); ureia/creatinina podem aumentar com o comprometimento renal; hemocultura (para afastar infecções associadas, sobretudo nos neutropênicos febris).<br><br><strong>TRATAMENTO<br></strong>O Tratamento consiste em: internação de pacientes graves, suporte nutricional, tratamento de infecções secundárias e da anemia; além de medicamentos específicos para o parasita (Antimoniais, Anfotericina B)<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 21:56:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>IMAGEM ILUSTRATIVA CICLO DE VIDA LEISHMANIOSE (IMAGEM 1.1)</title>
         <author>duhcb4</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>HANSENÍASE</title>
         <author>duhcb4</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Definição: </strong><em>A hanseníase, comumente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen, que lesiona os nervos periféricos e diminui a sensibilidade da pele. Geralmente, o distúrbio ocasiona manchas esbranquiçadas em áreas como mãos, pés e olhos, mas também podem afetar o rosto, as orelhas, nádegas, braços, pernas e costas.<br><br></em><strong>CICLO DE VIDA<br></strong>(IMAGEM 1.2)<br><br><strong>PREVALÊNCIA NO BRASIL<br></strong>Mato Grosso, Pará, Maranhão, Tocantins, Rondônia e Goiás são as áreas com maior risco de transmissão, concentrando mais de 80% do total de casos diagnosticados. No Mato Grosso, por exemplo, a prevalência chega a 9,03 por 10 mil habitantes — contra a média nacional de 1,42. (IMAGEM 1.3).<br><br><strong>PREVENÇÃO</strong> <br>A forma mais indicada de prevenir a doença é mantendo o sistema imunológico eficiente, para que o organismo consiga combater a bactéria caso haja contato com a mesma. Por isso, é indicado que os indivíduos assumam novos hábitos cotidianos, com boa alimentação, prática de atividades físicas e boa higiene.<br><strong><br>DIAGNÓSTICO<br></strong>O médico dermatologista deve ser consultado para realizar o diagnóstico eficiente a partir da observação das manchas, análise dos sintomas do paciente e realização de testes específicos. Os exames requisitados podem ser em consultório, para testar a sensibilidade das feridas, ou laboratoriais.</div><div><strong>Exames de sensibilidade<br>Temperatura:</strong> o exame consiste em testar a sensibilidade de temperatura mergulhando a região atingida em dois tubos, um com água fria e outro com água quente.<br><strong>Dor:</strong> para testar a sensibilidade com a dor é pressionado a ponta de uma caneta esferográfica na região atingida pela doença.<br><strong>Tato</strong>: consiste no uso de uma fina mecha de algodão para testar a sensibilidade tátil.</div><div><strong><br>Exame laboratorial</strong></div><div>O dermatologista pode requisitar uma pequena raspagem nas feridas e enviar para análise em laboratórios para confirmar a presença do bacilo de Hansen. A ausência da bactéria descarta a forma multibacilar, mas não a forma paucibacilar.<br><br><strong>TRATAMENTO<br></strong>A hanseníase tem cura e seu tratamento é realizado através de medicamentos via oral. Esta doença é tratada nas unidades de saúde e seu tratamento é gratuito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:15:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PREVALÊNCIA NO BRASIL HANSENÍASE (IMAGEM 1.3)</title>
         <author>duhcb4</author>
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         <pubDate>2017-11-29 22:31:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CICLO DE VIDA DA HANSENÍASE (IMAGEM 1.3)</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211658279</link>
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         <pubDate>2017-11-29 22:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>TUBERCULOSE</title>
         <author>duhcb4</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Definição: </strong>Doença altamente contagiosa, a tuberculose – também conhecida como TB – pode ser facilmente transmitida pelo ar, saliva ou a partir do contato direto com outros tipos de secreções corporais do indivíduo contaminado pela bactéria. O problema é considerado grave e pode afetar diferentes órgãos do corpo. A bactéria <em>Mycobacterium tuberculosis</em> ou <em>Bacilo de Koch</em> (BK), responsável pela infecção pode chegar aos ossos, rins, cérebro, pele e inclusive coluna vertebral.<br><br><strong>CICLO DE VIDA<br>(IMAGEM 1.4)<br><br>PREVALÊNCIA<br></strong>A média de idade dos pacientes foi de 27,2 anos e a média de duração da viagem foi de 23 semanas. Cerca de 60% já haviam viajado para regiões endêmicas anteriormente, 43% viajaram para tirar férias, 16% viajaram a serviço, cerca de 40% para estudos e 2% viajaram para visitar amigos ou familiares. Durante a viagem, 626 pessoas usaram transporte público e 100 pacientes eram trabalhadores da área de saúde, sendo que 81 tiveram contato direto com pacientes com TBC. Os países mais visitados foram a África e o sudeste da Ásia. (BOA SAÚDE)<br><br><strong>PREVENÇÃO<br></strong>A prevenção da doença se torna eficaz a partir da imunização massiva da população. Por isso, o próprio Ministério da Saúde aconselha que logo após o nascimento os bebês já sejam vacinados contra a doença. A doença BCG é essencial principalmente em indivíduos debilitados, como bebês prematuros ou com o vírus HIV (transmitido através do parto).<br><br><strong>DIAGNÓSTICO<br>Baciloscopia do escarro:</strong><em> </em>a coleta de escarro é essencial para que o diagnóstico consiga diferenciar o problema, que muitas vezes pode ser confundido com os casos de pneumonia. A análise, que será realizado a partir de uma amostra de escarro coletada diretamente da tosse do paciente, deve ser feita antes de iniciar a administração de qualquer medicação.<br><strong>Radiológico:</strong><em> </em>o raio-x do tórax é essencial para ajudar no diagnóstico do problema. Ele ajuda a reconhecer modificações na estrutura dos pulmões.<br><strong>Prova Tuberculínica (PT):</strong><em> </em>analisa os antígenos da bactéria responsável pelo desenvolvimento da tuberculose (<em>M. Tuberculosis</em>).<br><br><strong>TRATAMENTO<br></strong>O tratamento deve consistir basicamente na prescrição de antibióticos. O problema necessita de cuidados constantes por aproximadamente 6 meses. Período em que o indivíduo ainda pode ter resquícios da doença em seu organismo. Boa parte dos pacientes acaba largando o tratamento antes da sua finalização, por isso é essencial que existam médicos e enfermeiros responsáveis pelo acompanhamento do processo. Os medicamentos mais utilizados são:<br>Bromidrato de Fenoterol</div><div>Rifampicina</div><div>Isoniazida</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>CICLO DE VIDA DA TUBERCULOSE (IMAGEM 1.4)</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211660172</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>QUESTÕES</title>
         <author>duhcb4</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/211661114</link>
         <description><![CDATA[<div>TODA DOENÇA CONTAGIOSA É INFECCIOSA?<br>R: Sim uma vez que o individuo infectado transmite o vetor para outros organismos que podem desenvolver os sintomas da doença.<br><br>TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA?<br>R: Não, pois existem agentes transmissores que não são transmitidos por contato ou relações entre pessoas, ou seja, se mantem no individuo infectado e não são proliferados</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-11-29 22:55:47 UTC</pubDate>
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         <title>SEM COMENTÁRIOS!!!! A ATIVIDADE NÃO SERÁ VALIDADA!!</title>
         <author>brigida_queiroz</author>
         <link>https://padlet.com/duhcb4/7e82achsbcka/wish/215028134</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 14:36:02 UTC</pubDate>
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