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      <title>Relações étnico-raciais no Brasil. by Natália Mendonça</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-02 22:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>8 - O conceito &quot;lugar de fala&quot; e representatividade.</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378856261</link>
         <description><![CDATA[<div>O LUGAR DE FALA tem a ver com a experiência social. Se eu não tenho determinada experiência, que é do outro, não há como falar dela a partir do lugar de quem viveu. Brancos podem falar contra o racismo como brancos; pessoas negras falam contra o racismo como negros, cada um a partir de sua própria experiência social.&nbsp;<br><br>O alvo do racismo, historicamente, em nosso país, é a população negra. "Falar por ela", ou explicar algo que é ela quem vive são formas de continuar o racismo, ao ignorar a experiência do outro como se ele/ela fosse inferior e não fosse capaz de falar por si, contar sua própria história. Também pode ser um modo do grupo que exerce poder, manter o domínio no debate público. Às vezes não se trata da&nbsp;intenção, mas do significado que tem o ato de falar diante de certos contextos. Por exemplo, sendo mais facilmente aprovados socialmente, os discursos de pessoas brancas.&nbsp;<br><br>Todo mundo tem seu lugar de fala (Djamila Ribeiro). O racismo é um problema brasileiro, diz respeito a toda nossa sociedade. Pessoas brancas devem estar comprometidas com a solução deste problema que foi iniciado pelas mesmas. Mas é importante garantir a REPRESENTATIVIDADE, ou seja, que as minorias se vejam representadas em todos os espaços, inclusive naqueles de poder, e não que sempre haja pessoas brancas falando por elas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 22:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>8 - Apropriação cultural e tranças</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378856736</link>
         <description><![CDATA[<div>A cultura, a identidade e seus significados sempre mudam. Eles não estão separados da política, ou seja, das negociações, conflitos e das disputas por direitos e poder.&nbsp;<br><br>Para entender a apropriação cultural nas relações entre minorias e maiorias políticas, não julgue o que é certo ou errado apenas do ponto de vista da liberdade individual (esse é o argumento de um dos lados), pois existem outros direitos em jogo. Tente entender por que os grupos envolvidos disputam, quem são, o que querem, quais seus argumentos, como estes se relacionam na história, e os sentidos que têm, por exemplo, uma trança para cada grupo.&nbsp;<br><br>Depois de entender este contexto, aí sim, você como indivíduo pode perceber as consequências de suas ações para a sociedade e fazer uma escolha consciente de como se posicionar. Assim como, pode propor formas de equilibrar os direitos e deveres de cada grupo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 22:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>7 - Mito da democracia racial.</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378857192</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"No meu pais o preconceito é eficaz</strong></p><p><strong>Te cumprimentam na frente</strong></p><p><strong>E te dão um tiro por trás</strong></p><p><strong>O Brasil é um pais de clima tropical</strong></p><p><strong>Onde as raças se misturam naturalmente</strong></p><p><strong>E não há preconceito racial HA HA HA HA HA HA HA HAE </strong></p><p><strong>reclamar direitos de que forma?</strong></p><p><strong>Se somos meros cidadãos e eles o sistema </strong></p><p><strong>E a nossa desinformação é o maior problema</strong></p><p><strong>Mas mesmo assim enfim, queremos ser iguais"</strong></p><p><br/></p><p>Quando o sociólogo Florestan Fernandes (1965) falou em mito da democracia racial, ele estava querendo dizer o seguinte: <strong>a democracia racial seria apenas um discurso de dominação política.</strong> <strong>Não estamos dizendo que a mistura de raças é ruim, mas, no Brasil, ela foi incentivada e usada para, primeiro, branquear a nação, segundo, negar a existência do racismo.</strong> De acordo com esse mito, inventa-se um povo para o Brasil, do samba, do futebol, da mestiçagem, de um suposta fraternidade entre raças. </p><p><br/></p><p>Exemplo: embora hoje o samba seja valorizado como mestiço ou brasileiro, até o início do século XX já havia sido criminalizado, assim como as casas de religiões africanas onde ele começou, que ainda hoje são atacadas. Este e outros elementos das culturas negras <strong>só passam a ser aceitos quando são reconhecidos como "misturados" ou "branqueados". </strong>A história e cultura negra, africana, que deu origem ao samba, só passa a ser estudada nas escolas brasileiras em 2003, por força de uma lei (10.693) conquistada pelo Movimento Negro (ainda pouco implementada). </p><p><br/></p><p>A cultura é aquilo que nos faz humanos. Atacar uma cultura é atacar a humanidade de um grupo. Por exemplo, proibindo-o de enterrar seus mortos conforme suas crenças ou de comemorar seus nascimentos, até mesmo de formar suas famílias, separando crianças de seus pais, como era feito durante a escravidão. </p><p><br/></p><p><strong>Por que a democracia racial é um mito?</strong>&nbsp;</p><p>Porque democracia significa: 1 poder do povo 2 convívio entre diferentes e suas discordâncias 3 criação e manutenção de direitos. A população negra não teve direito a sua cultura, religião, história, identidade, durante a formação do Brasil. Tão pouco a trabalho, educação, moradia, entre outros. Suas diferenças não foram reconhecidas e respeitadas, e eram impedidos de participar das decisões políticas e espaços de poder. Esta formação gerou uma desigualdade racial que ainda perdura no Brasil. O dever do Estado numa democracia é garantir os direitos dos cidadãos, no caso da população negra, o Estado agiu e muitas vezes ainda age contra seus direitos. Por isso falamos de MITO (no sentido de mentira) da democracia racial.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Veja abaixo leis brasileiras que negaram a humanidade e direitos à população negra (como o de ir à escola) e não a consideravam como parte do povo brasileiro, apesar de ter contribuído para a cultura, economia e conhecimento no país. Depois, perceba as mudanças nas leis a partir da Constituição de 1988, o que não significa que foram aplicadas, mas conhecê-las possibilita que você as use como instrumento de reconhecimento, garantia, reivindicação de direitos.&nbsp;</p><p><br/></p><p>E vamos refletir sobre a consequência dessas leis e da escravidão na atualidade. </p><p>Menos negros nas escolas e universidades; concentração de terras nas mãos de brancos; suposta associação de pessoas negras com a criminalidade (maior população carcerária; perseguição à maconha dando início a guerra às drogas, um dos caminhos para o genocídio da população negra, principalmente da juventude). Vamos ainda conversar sobre o trabalho doméstico no Brasil.</p><p><br/></p><p><strong>"Eles circulam na rua com uma descrição</strong></p><p><strong>Que é parecida com a sua</strong></p><p><strong>Cabelo, cor e feição</strong></p><p><strong>Será que eles vêem em nós</strong></p><p><strong>Um marginal padrão"</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 22:14:54 UTC</pubDate>
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         <title>Referência</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378871556</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=JTySjC1aQF4" />
         <pubDate>2021-04-02 22:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>5 - O que assemelha os grupos e o que diferencia um grupo racial de outro?</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378913917</link>
         <description><![CDATA[<p>No Brasil, quando falamos em identidade racial ou raça, está relacionada às características corporais. O significado dado a elas faz com que os grupos raciais compartilhem e se diferenciem por meio de:</p><ul><li><p>uma história coletiva,</p></li><li><p>uma posição no sistema de poder,</p></li><li><p>significados próprios,</p></li><li><p>a visão que a sociedade tem sobre essa identidade (se a reconhece ou não), e que é ensinada nas escolas, no trabalho, na igreja, entre nossos amigos, nos nossos espaços de convivência.</p></li></ul><p><br/></p><p>Isso tudo junto é o que chamamos de experiência social.</p><p><br/></p><p><strong>Por exemplo:</strong> uma pessoa branca não será seguida em uma loja por causa do modo como a sociedade vê seu cabelo, sua pele (pode ser seguida por outro motivo, mas não por esse). Portanto, é comum para quem pertence a identidade negra ser alvo de racismo.&nbsp;</p><p><br/></p><p>E sobre a identidade branca ou branquitude? Ocupa aquela posição no sistema de poder, que lhe dá privilégios sociais, pois compartilham uma história onde foram colocados como superiores.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Lembre das aulas de história, geografia e perceba no seu dia-a-dia, quais outros exemplos você citaria para demonstrar o que diferencia pessoas negras e brancas no Brasil?</p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 23:30:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1 e 2 - Como a sociologia ajuda você a pensar com o mundo e não com seu umbigo?</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378919931</link>
         <description><![CDATA[<p>Sendo a sociologia uma das ciências sociais (junto à antropologia e à ciência política), ela busca compreender e explicar <strong>realidades coletivas</strong>, ou seja, aquilo que existe para um grupo de pessoas e é vivido por ele (normas, valores, instituições, papéis sociais, significados etc).&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Realidades coletivas não são naturais, </strong>não nasceram prontas e nem serão do mesmo jeito para sempre, mas sim foram construídas. O que essas construções significam e como acontecem<strong> depende de quais relações sociais e do momento histórico </strong>que a formaram. Por exemplo, o papel do professor e o papel do aluno e a relação entre eles nem sempre foi a forma de educar em nossa sociedade, e vem mudando ao longo da história. Portanto, professor, aluno, a relação entre eles, a escola e a educação como um todo são construções sociais. Quando nascemos, elas já existem. Ao longo de nossas vidas vamos agir de acordo com elas, ou seja, continuar a construção, ou contribuir com mudanças e novas construções. </p><p>&nbsp;</p><p>Você faz parte de alguns grupos sociais, certo? Provavelmente aprendeu o que sabe pelo conhecimento que eles compartilham, chamado de "senso comum". Na sociologia, você vai aprender se envolver de outro modo com seu grupo, com seu senso comum e com quem você é (dos seus papéis nesta sociedade), para enxergar sua realidade e a das outros com novos olhos. Isso é importante <strong>para que você conheça e reflita sobre o mundo em que vive, tornando-se competente para propor soluções e agir para que aconteçam. </strong>Como? <strong>Considerando a diversidade de pontos de vista, usando os conceitos e teorias de estudiosos, fazendo boas perguntas para qualificar suas opiniões.</strong></p><p> </p><p>No caso do racismo, depois de identificar esta realidade, as ciências sociais querem saber como, por que, por quem, desde quando, onde ele foi construído, entre outras questões. É o que buscamos por aqui: <strong>quais relações e como construíram a realidade racial brasileira? Quais os sentidos dessa realidade para um ou mais grupos nela envolvidos, qual a visão e posição de cada um?&nbsp;</strong></p>]]></description>
         <pubDate>2021-04-02 23:39:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Discriminação, preconceito e racismo. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378925987</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>RACISMO - </mark></strong>sistema de poder baseado na superioridade de uma raça sobre a outra. Associação de capacidades intelectuais, habilidades variadas e virtudes morais ou a falta delas com características físicas. O racismo faz com que a raça branca e sua experiência social pareça o padrão, o universal, o humano; e as demais raças seriam os diferentes, exóticos, inferiores. Hoje estamos estudando a relação entre dois grupos raciais: pretos e brancos. Mas, no Brasil, o racismo também atinge povos indígenas.<strong><br></strong><br></div><div><strong><mark>DISCRIMINAÇÃO -</mark></strong> agir de forma a separar, segregar, garantir o direito de um grupo/indivíduo e de outro não.</div><div><br></div><div><strong><mark>PRECONCEITO -</mark></strong><strong> </strong>pré - conceito, o nome já diz, um conceito anterior ao conhecimento, não necessariamente leva à ação.</div><div><br></div><div><strong><mark>ESTEREÓTIPO -</mark></strong><strong> </strong>É uma imagem congelada, limitada, uma caixa onde colocamos alguns grupos e pessoas, baseado em preconceito. Pode ser pejorativo, mas também em forma de elogio. Por ex.: se você é negro, serve para dançar; se você é índio, usa cocar; se você é mulher, deve cozinhar, se é asiático, tem que ser bom em matemática. E no que diz respeito às raças, o estereótipo iguala todos aqueles que aos olhos do preconceito têm aparência “igual”, chineses e japoneses, por exemplo; ou “índios”, mesmo sendo de povos diferentes; todas os “negros”, mesmo tendo origens diferentes. Nos dois últimos casos, é também um resultado do colonialismo, que nomeou como um termo só, indivíduos e povos diferentes. Mesmo que estas pessoas compartilhem uma experiência social, cada ser humano é único. Esperar que eles sejam iguais é desumanizá-los.<strong><br><br></strong><strong><mark>O ESTEREÓTIPO, O PRECONCEITO, A DISCRIMINAÇÃO PODEM SER RACIAIS, SOCIAIS, DE GÊNERO, CAPACITISTAS. ELES SE CRUZAM EM NOSSA SOCIEDADE.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 23:46:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3, 4 - Identidade...</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1378938502</link>
         <description><![CDATA[<p>... um conjunto de características culturais, históricas, sociais, corporais, políticas que também estão em constante construção, e nos tornam semelhantes a alguns e diferentes de outros indivíduos. Identidade tem a ver com pertencimento, aquilo que nos faz reconhecidos como parte de alguns grupos.</p><p><br></p><p>Classificamos as identidades em: identidade de gênero, de classe, identidade cultural, identidade geracional, identidade regional e outras. Todas expressam uma existência no mundo e marcam uma diferença de uns com relação a outros. Cada uma destaca um aspecto das nossas vidas sociais. </p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;<strong>IMPORTANTE:</strong></p><ul><li><p>a identidade pode variar, nem todos de um mesmo grupo se identificam em todos os aspectos, mas sempre terão algo em comum;</p></li><li><p>as identidades estão sempre mudando;</p></li><li><p>quem define quem é ou não é, é a pessoa (autodeclaração) e o grupo de pertencimento (seus semelhantes);</p></li><li><p>podemos nos identificar e nos diferenciar de vários grupos ao mesmo tempo: as identidades são muitas.</p></li></ul><p><br></p><p><strong><mark>E o que é raça?</mark> Depende! Do contexto social, ou seja, de como ele foi construído e da sua atualidade. </strong></p><p><br></p><p>Durante o Nazismo na Alemanha, no início do século XX, ou durante a escravidão no Brasil, do século XVI ao XIX, raça foi um conceito usado para definir uma suposta inferioridade biológica de grupos como judeus, indígenas, negros, ciganos e uma superioridade branca. Hoje, para a biologia, raça não existe, pois é impossível diferenciar geneticamente grupos humanos. </p><p><br></p><p>Os movimentos sociais negros passaram a usar a palavra raça como forma de se identificar com uma história e experiência em comum, e lutar por transformações sociais. Para a sociologia atual, que estuda a atuação destes movimentos, raça tem a ver com aquilo que chamamos de identidade: <strong>identidade racial. No caso do Brasil, a raça está baseada, principalmente, em características físicas. </strong>Mas como assim?<strong> </strong>A biologia já não disse que nossos corpos não nos fazem diferentes geneticamente? Não somos todos humanos? Sim! Porém, <strong>humanos constroem significados culturais para nossos corpos. </strong>Alguns associamos a coisas positivas e outros a coisas negativas. A consequência disso é que, <strong>dependendo de nossas características físicas, nós vamos ter ou não certas experiências sociais. </strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-03 00:04:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A realidade é complicada e parece mais com esta teia em movimento do que com os nossos umbigos. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1381454641</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 22:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1,2 - Jovens debatem sobre politicas públicas para a educação brasileira. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1381459121</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As perguntas, questionamentos são o primeiro passo para o desenvolvimento do pensamento crítico. Com ele você aprenderá a participar de um debate público e contribuir, como cidadão, com seu bairro, igreja, escola, trabalho etc</strong>. Pessoas diferentes, e que descordam, são fundamentais para a sua aprendizagem, para que suas certezas não limitem você e para que as decisões levem em conta o bem estar de todos. O encontro entre diferentes também nos leva a sair por uns instantes da nossa ilha ;)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 22:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>6 - Projeto político de branqueamento no Brasil</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1381518249</link>
         <description><![CDATA[<p>Para compreender melhor o vídeo a seguir, de 3 min, pesquise o que é "EUGENIA" e "EUGENIA NO BRASIL".</p><p><br/></p><p>Vamos falar de racialismo científico, darwinismo social e evolucionismo cultural. </p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-04 23:47:10 UTC</pubDate>
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         <title>9 - Racismo estrutural. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1381713647</link>
         <description><![CDATA[<div>O que vimos até agora mostra que o Brasil foi formado racista ao longo de sua história e até hoje. Ou seja, o<strong> racismo está na nossa estrutura social: nas nossas leis, valores, relações de trabalho, econômicas, na educação, arte, humor, relações afetivas, familiares, em tudo que faz parte de nossas vidas como brasileiros.</strong> Por isso, a população negra, que é mais da metade da população brasileira, 54% (IBGE), é a que mais enfrenta os problemas da vulnerabilidade social, são as mulheres negras as violentadas e mortas, os jovens negros assassinados, cresce o número de mulheres negras e homens negros encarcerados e com baixa escolaridade, com os mais baixos salários e, junto à população indígena, são os mais afetados pela pandemia no Brasil. <strong>Indivíduos podem fazer pequenas transformações e se tornar exceções, mas para que a estrutura mude, políticas públicas e ações coletivas de movimentos sociais devem ser organizadas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 01:37:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>9 -  O papel do indivíduo e da estrutura social na questão racial brasileira.</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
         <link>https://padlet.com/abdulprofasociologia/7e2e0l8ct8y16kty/wish/1383114435</link>
         <description><![CDATA[<p>Nós estudamos, repetindo, <strong>realidades coletivas, que também podemos chamar de estruturas: um conjunto de elementos que formam uma construção antiga e duradoura.</strong> O indivíduo pode furar o bloqueio da estrutura social? Sim! Mas ela não deixará de existir. Por exemplo: no Brasil, até 2010, apenas 3% de jovens negros com mais de 17 anos entravam na universidade, segundo dados do IBGE. Um indivíduo negro pode ter conseguido se tornar um universitário, por vários motivos. Porém, os problemas raciais históricos e estruturais que dificultavam a vida escolar de um negro no Brasil, continuavam a existir e afetar muitos indivíduos. E mesmo que aquele tenha conseguido, não significa que não tenha enfrentado obstáculos em sua caminhada, que não existiriam se fosse uma pessoa branca. Em 2019, depois da lei de cotas (política de ação afirmativa), 78,8% de jovens negros entre 18 e 24 anos fazem curso superior. Ou seja, foi necessária uma ação política que criasse condições coletivas, de forma a mudar sua realidade social, a estrutura, e não apenas a individual.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>"Mas se analisarmos bem mais você descobre</strong></p><p><strong>Que negro e branco pobre se parecem</strong></p><p><strong>Mas não são iguais"</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 13:45:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <title>Referência</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <title>Como o nosso país se reconhece racialmente? Qual a nossa identidade racial? Como se construiu a mestiçagem?Todos os povos são mestiços, então por que nós gostamos de levantar essa bandeira identitária?</title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <title>9 - Problema com escola, eu tenho mil, mil fita </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na escola se costuma estudar as pessoas negras só a partir da escravidão, roubaram delas a memória… eram reis, rainhas, agricultores, ferreiros, cozinheiros, mercadores, viajantes, filósofos, médicos, escritores, guerreiros, mães, pais antes de serem escravizados. Isso fez com que os alunos brancos também tivessem acesso limitado a história de seu próprio país. Ou seja, para todos e todas, a política de cotas mas universidades amplia o conhecimento e as torna de fato mais universais e menos eurocênctricas, pois antes deles, estudávamos apenas as histórias contadas pelos europeus. Para combater este racismo institucional da escola, o movimento negro também criou e foi aprovada como política pública, a lei 10.639. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <title>10 - Resistências. </title>
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         <title>10 - Resistências. </title>
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         <title>10 - Resistências. </title>
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         <title>Debate sobre cotas sociais e raciais nas universidades. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <title></title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <author>abdulprofasociologia</author>
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         <title></title>
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         <title>Participação no Congado de Betim, com as Rainhas e Rei, 2018. </title>
         <author>abdulprofasociologia</author>
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