<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>UNIDADE 08 -  E fez-se o samba  by Prof. Cleiton</title>
      <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n</link>
      <description>Leia o trecho extraído do artigo e comente no padlet sobre possíveis associoções ou paralelos com a realidade musical brasileira atual; que associações são essas; quais suas reflexões e o que mais você pensou ao ler o texto. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-02 15:10:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-07-20 23:30:20 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Cleiton Oliveira</title>
         <author>Prof_IFRS</author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1635039104</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto e as discussões anteriores, sucitaram debates muito interessantes. Ao ler o texto, tenha sempre presente os sentidos sociais, de representação e identidade que&nbsp; construímos com/em música.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-02 15:26:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1635039104</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author>jessicagoncalvesaluno</author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639070564</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo e exclusão continua presente até os dias de hoje, embora o fato descrito no texto tenha acontecido a mais de cem anos atrás.<br>Podemos perceber hoje que, estilos musicais criados por negros e periféricos, onde criticam o sistema que foi-lhes imposto e uma realidade que a maioria de nós, brancos, nunca iremos passar, são os mais criticados. Quanto mais diversidade temos em nossa música, mais vemos que a realidade do preconceito nunca mudou, e se continuar do jeito que está, nunca irá mudar.<br><br>- Jéssica Louise Gonçalves</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 17:07:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639070564</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639165595</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente esse preconceito continua até hoje. No Brasil as pessoas criticam certas músicas não pelo som, e sim pelas pessoas que produzem essas músicas e das origens delas. É certo que todo mundo já ouviu alguém falando mal de funk e isso reflete muito o preconceito da sociedade brasileira. Já vi pessoas reclamarem da imagem internacional da música brasileira por ela incluir Funk, essas pessoas não falam da música em si, eles falam sobre toda a estética e significados envolvidos na música e de onde ela vem. Esses dias vi algumas pessoas nas redes sociais falando que gringos chamarem brasileiros de macacos é perfeitamente aceitável, já que nossa imagem internacional está relacionada ao Funk. Todas essas situações são puro preconceito, não existe música ruim, o que existe é gente criticando música para não ficar claro que o preconceito é racial e de classe.&nbsp;<br>-Emanuele Barra</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 18:57:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639165595</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639307667</link>
         <description><![CDATA[<div>Isso ainda é uma realidade muito forte e também tem relação com o que foi falado na outra aula. O preconceito com esses ritmos musicais que vieram da periferia e da cultura negra ainda é muito grande. Muitas vezes o ritmo só acaba sendo reconhecido quando começa a ter cantores brancos. E se isso ainda existe muito hoje, a época que o texto se referiu deveria existir mil vezes mais preconceito <br>Gabriele Bassani</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 22:24:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639307667</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639608804</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos ver atualmente no Brasil um grande preconceito com estilos musicais que tiveram sua origem na periferia. Esses ritmos muitas vezes são desqualificados e desmoralizados por pessoas que se acham como "superiores". Embora hoje em dia as pessoas aceitam mais o samba, ainda há muito preconceito por estilos criados por negros, como o funk. Muitas pessoas ainda reclamam pelo fato do Brasil ser mundialmente reconhecido pelo Funk, afirmando que esse estilo não os representa e é uma vergonha para os cidadões serem reconhecidos por este.<br>- Sara Marinho da Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 02:16:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1639608804</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1640474732</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os muitos avanços feitos no âmbito da luta antirracista, as palavras e expressões usadas para se referir à musica popular mudaram muito. Ainda assim, ficam claras as similaridades e os paralelos com o jeito como a música popular é tratada no Brasil da atualidade.<br>A lógica eugenista por trás do discurso de limpeza da música brasileira, muitas vezes acompanhado pelo "viés internacional" é visto até hoje por figuras afluentes na mídia nacional. Enquanto esse discurso é proferido, essas mesmas pessoas viram e propagandeiam o nosso país usando a música popular e objetificando mulheres no nome do "turismo sexual". Lá fora a imagem que fica é a de um país em que os homens jogam futebol e as mulheres rebolam muito bem.<br>A hipocrisia nesse tipo de discurso é muito bem exposta por movimentos culturais de base como o grupo Poetas Vivxs, que não só faz trabalhos de ensino de música mas também oferece cursos de formação sociológica em conjunto, assim construindo uma juventude que escuta música popular e pensa de maneira crítica sobre os signos dela.<br><br>~ Bernardo Denker Kummer</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 14:49:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1640474732</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1640814739</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de hoje em dia a luta antirracista ter ganhado muita força, ainda vemos muito preconceito com músicas de origem periférica. Eles dizem que o funk é ruim porque não tem uma letra super elaborada e que só fala de ostentação, crime e coisas obscenas, mas isso é uma percepção muito errada. O funk é feito pra curtir com outras pessoas que gostam e algumas músicas, como as do MC Neguinho do Kaxeta, são sobre conscientização e mostram um lado diferente da história. As pessoas que se acham muito intelectuais e superiores por odiarem o funk são as mesmas que gostam de rock e outros estilos que falam das mesmas coisas que o funk.<br>- Diego Costa de Azevedo</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 20:22:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1640814739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1641642127</link>
         <description><![CDATA[<div>A música não pode ser vista apenas como uma forma de arte, a música é também uma forma de expressão, uma forma de dar voz à coisas que jamais seriam escutadas se não fosse por meio dela. A música reflete pontos de vista, estados de espírito, sentimentos, desejos, realidades e entre outras coisas. <br>O Brasil há muito tempo vem usando o padrão da figura norte-americana como um "espelho", e em algumas situações isso pode ser positivo, mas quando se trata de outras não. Principalmente quando esse padrão apaga a nossa cultura, a nossa forma de se expressar, a nossa identidade.<br>Como pode uma pessoa que mora na periferia cantar sobre algo totalmente diferente da realidade dela? O rap e o funk são a voz da periferia, a voz de pessoas que por muito tempo foram "excluídas" da sociedade.<br>Se tem armas na periferia é sobre armas que será cantado, e se tem policial matando negros também. Se ao invés das viagens para o exterior, o lazer é ir pro Baile da Gaiola no final de semana, é sobre ele que será cantado. <br>Sexo, drogas e... parece que não é só o rock que possui esses elementos, pois eles estão presentes na vida de muitas pessoas, sejam elas ricas ou pobres, pretas ou brancas. A diferença, é que sempre que aparecem no funk, são motivo de "vergonha" e julgamentos, mas a mesma pessoa que fala isso escuta as mesmas coisas, só que em inglês, no ritmo do pop, e com a voz de uma artista "padrão americano", ao invés da voz de um "favelado".<br>No fundo, a maior verdade é que algumas pessoas não conseguem aceitar a ascensão de uma pessoa que veio da periferia, e que não se vendeu para a indústria. Mas pelo contrário, conseguiu conquistar visibilidade cantando sobre a sua realidade, e isso é inimaginável pra eles, pois não é "admissível" que o Brasil seja reconhecido internacionalmente pela identidade de quem sempre foi subjugado e inferiorizado. Pela identidade de quem tentaram apagar a identidade há muito tempo.<br><br><em>- Carlos Velasques</em></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 08:02:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1641642127</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1641869477</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente o que foi retratado no texto acontece ainda hoje, mesmo que de outra forma. Os ataques de ódio e escarnio feitos a gêneros musicais que que carregam uma história muito mais profunda e séria são ataques direcionados a grupos sociais. A música não é apenas sons, a música carrega identidade, carrega histórias, ensinamentos e conhecimentos que são passados de geração a geração.<br>- agnês noll</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 12:56:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1641869477</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642180861</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é dito no texto, apesar de retratar algo de algum tempo atrás, pode ser visto por aí até hoje em diferentes estilos de música. O ódio gratuito contra músicas que não são só música, mas também uma forma de expressão e carregam a história daqueles que a fazem, não é apenas por causa do ritmo ou da letra, mas um preconceito que foi encarnado na sociedade a muito tempo e que, apesar de já ter se passado muito desse tempo, parece não ter diminuído em nada.<br>- Ana Elizabeth</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 17:02:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642180861</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642322522</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto fala sobre o preconceito, que é direcionado a música para não se "encaixar" no racismo já que não ataca a comunidade afro-descendente e sim algo que ela criou. Hoje em dia acontece o mesmo com o funk que vem das favelas e mesmo retratando a realidade dos mesmos, é julgado por uma maioria.<br>-João Vítor Olbermann Schuh</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 19:42:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642322522</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642765658</link>
         <description><![CDATA[<div>É como se eu já tivesse lido esse texto em algum lugar, talvez não lido, mas presenciado. Os relatos de racismo e preconceito relatados no texto acontecem até hoje, só que de formas diferentes. Vejo hoje em dia as pessoas criticando e julgando diversos gêneros musicais, além dos gêneros em si, julgando as pessoas que produzem e consumem tal conteúdo, um ótimo exemplo que ocorre hoje é com o funk. O funk sendo julgado, e "destruído" gratuitamente, mesmo ele sendo parte da nossa cultura, não deixa de ser a mesma história relatada no texto, só mudam as eras.<br>- Gustavo S. Machado&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-09 02:53:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1642765658</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1643299612</link>
         <description><![CDATA[<div>não é de hoje que o preconceito com estilos e gêneros musicais acontece, como podemos ver no texto em relação ao samba, a classe média racista impedindo o avanço cultural dos povos da periferia e do próprio Brasil. Hoje em dia acontece muito em relação ao funk, mas acredito que em relação ao funk seja mais internalizado, que a mídia não se intrometa muito nisso. Acontece da própria sociedade que está inserida ao redor desse meio "funkeiro", criticar as pessoas e o próprio estilo.<br><br>- Gabriel dos Santos de Souza</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-09 13:02:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1643299612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1643580397</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que pensar na cultura musical aristocrata como algo que deve ser mostrado ao exterior do Brasil como um troféu é um meio inefetivo de estender o alcance da cultura brasileira. Porém, utilizar a cultura periférica da mesma forma também não nos ajuda a mostrar a verdadeira essência do Brasil. O que deveria ser mostrado ao exterior é a criação de uma harmonia entre as culturas periféricas e aristocratas, mostrar que ambas podem coexistir sem preconceito. - Lenon Saturnino Bernardino</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-09 18:16:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1643580397</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1646351986</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto traz mais uma das inúmeras evidências presentes após o colonialismo e predominância dos povos brancos como violência, efetivamente um legado histórico de ódio e menosprezo, que se alastrou culturalmente ao decorrer dos anos. Esse episódio cultural afetou a música, assim como suas relações de raça e gênero, onde os grupos que se encontram em situações mais vulneráveis têm suas formas de expressão desmerecidas. A alusão aos cenários do crime quando se refere ao funk, por exemplo, é muito comum, e desintegra a complexidade e significado real da sua representação dentro do ambiente social.<br><br>- Leonardo de Mello Squillante</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-12 21:06:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1646351986</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1647235262</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o trecho do texto, percebo como podemos até mesmo aprender e estudar história a partir da música, sendo de uma forma diferenciada de como costumamos. Costumamos ler livros, coisas mais didáticas, porem a cultura, politica e vários&nbsp; tipo de problemas e situações sociais estão presentes na música, não só nas letras e composições, mas também nas situações que ocorrem com os músicos, com seus ritmos e gêneros. E nesse texto notamos um exemplo, pois podemos ver como a violência racial esteve e está existindo de varias formas na nossa sociedade., assim como na música. Nele fala sobre&nbsp; preconceitos e generalizações presentes no samba e como sempre desprezam e diminuem a qualidade e importância dos gêneros criados e que ainda é muito popular pela comunidade afro. Muitos se acham "cultos" por consumirem conteúdos eruditos, como se só assim é cultura e isso gera estereótipos causadores de intolerância.&nbsp; Costumam sempre descredibilizar com suas visões preconceituosas e estereotipadas a cultura negra e é bem visível na música. Como uma outra colega escreveu, quando brancos começam a participar, ou até mesmo se "apropriar', aí sim gera alguma credibilidade. E isso é muito triste pois invisibiliza grandes artistas e é o que vemos com os negros. Seja no samba, funk e até mesmo no rock.<br><br>- Aline Flores Moraes</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-13 05:38:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1647235262</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1649803481</link>
         <description><![CDATA[<div>O preconceito entre gêneros musicais é algo que existe acredito que desde sempre, mas não afeta apenas o mundo da música visto que a música e cada gênero simboliza e é característico de um grupo de pessoas. O preconceito começa por não gostar do ritmo ou do estilo das composições, mas acaba se tornando um ataque as pessoas que se identificam com aquilo. O texto fala sobre o modo que a classe média menospreza/menosprezou o samba, mas atualmente isso é mais comum com o funk que é um gênero criado e maioritariamente periférico. O preconceito musical afeta todo o convívio social.<br><br>- Nicolli Fontoura Alves.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-14 19:17:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1649803481</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E fez-se o samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1651191806</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto, percebi que como estávamos discutindo, a música traz uma identidade para aquele que ouve, e isso pode carregar preconceitos. O tipo de música que o indivíduo escuta pode gerar preconceitos, e a partir daí o preconceito passar a ser diretamente ligado ao grupo de pessoas, e não à música em si. Vemos isso, atualmente, no funk, por ter saído de regiões periféricas, artistas negros, pobreza...Além disso, músicas de Pablo Vittar, por exemplo, ocorrem muitos ataques a discussão de gênero e não necessariamente ao estilo musical.<br>Enquanto a sociedade não entender que diferenças constroem comunidade e não destroem, vamos continuar com o preconceito dentro de nossa cultura.<br><br>- Luiza Vargas Bitencourt</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-15 13:38:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1651191806</guid>
      </item>
      <item>
         <title>E faz-se o Samba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1656346059</link>
         <description><![CDATA[<div>O preconceito com a música e a expressão ainda existe, e muitas dos gêneros musicais só começaram a ser mais aceitos depois que artistas brancos começaram a compor, e até hoje a sociedade tende a desqualificar o que não é composto e expressado por essas pessoas.<br><br>- Ana Lucia V. Welter.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-20 23:23:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/Prof_IFRS/7dkztdwu680jme9n/wish/1656346059</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
