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      <title>Industria de armas no mundo contemporaneo   by Sabrina Guedes</title>
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      <description>Feito com um desejo para uma estrela</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-02 22:21:17 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <pubDate>2018-05-02 22:24:11 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><h1>Indústria bélica</h1><div>A expressão <strong>Indústria bélica</strong> faz referência a um negócio global destinado à produção de armas, equipamento e tecnologia militar, com destaque para armas, munições, mísseis, aviões militares, veículos militares, navios e sistemas eletrônicos. Tal setor concentra-se na pesquisa, desenvolvimento e produção de equipamento bélico em geral, e atende principalmente as forças armadas dos países de todo o mundo.</div><div><br></div><div>O comércio de armas é hoje um dos setores mais afetados pela crise do crédito, com um valor global de mercado reduzido atualmente pela metade. Acredita-se que ocorreu um declínio no comércio de armas desde a última década do século XX, influência das violentas imagens amplamente divulgadas de conflitos armados modernos, e dos tratados de diminuição de armamentos, com destaque para a série de tratados START (Strategic Arms Reduction Treaty) entre EUA e a antiga <a href="https://www.infoescola.com/historia/uniao-sovietica/">União Soviética</a>. Na época da <a href="https://www.infoescola.com/historia/guerra-fria/">Guerra Fria</a>, as exportações de armas foram utilizadas tanto pela União Soviética quanto pelos Estados Unidos para influenciar suas posições em outros países, especialmente nos países do chamado <a href="https://www.infoescola.com/geografia/terceiro-mundo/">Terceiro Mundo</a>.</div><div>Ao mesmo tempo, o desmantelamento do arsenal da antiga União Soviética ajudou a proliferar a tecnologia bélica para outras regiões do planeta. Ainda, estima-se que no mundo todo haja um arsenal de armas de fogo de 639 milhões de unidades, cuja metade está nas mãos de civis e o restante esteja reservado à polícia, o que resulta em uma arma para cada 10 pessoas no mundo. Apesar de não se saber exatamente o valor da produção e do comércio de armas ligeiras, houve um aumento significativo no valor a partir do final da Guerra Fria, e alguns analistas estimam que a exportação pode valer mais do que 6.000 milhões por ano, ou seja, um oitavo do valor total do comércio de armas. O Brasil aparece como o décimo país entre os maiores produtor de armas.</div><div>Muitos países industrializados possuem sua própria indústria doméstica de armas, projetada para atender a demanda das forças militares locais. Outras nações também têm um comércio legal ou ilegal substancial de armas para uso de seus cidadãos. Outro importante segmento da indústria é o comércio ilegal de armas de pequeno porte, que está presente em muitos países e regiões afetadas pela instabilidade política. Uma grande parte do problema do comércio ilegal está no excedente dos contingentes militares. A maioria dos países, ao invés de destruir as armas antigas ou os excedentes, geralmente acabam por vender seus estoques. Entre os únicos estados que têm uma política de destruir seus excedentes ou ainda as armas apreendidas são Nigéria, Letônia e África do Sul.</div><div>Bibliografia:<br> Industria armamentística (em espanhol). Disponível em: &lt;<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Industria_armament%C3%ADstica">http://es.wikipedia.org/wiki/Industria_armament%C3%ADstica</a>&gt;. Acesso em: 29 nov. 2012.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 22:27:29 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <pubDate>2018-05-02 22:30:57 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <description><![CDATA[<div>O site da revista britânica The Economist publicou recentemente uma lista com os principais fabricantes de armas do mundo. Em primeiro lugar aparece a BAE Systems, da Inglaterra, com ganhos superiores a US$ 30 bilhões no ano de 2008 (o que no Brasil manteria o programa Bolsa Família por 4 anos).</div><div>A maior parte das companhias, porém, é americana. Escreve a revista: “O enorme orçamento de defesa dos EUA – que deve atingir US$ 700 bilhões em 2010 – garante oportunidades de negócios para as empresas locais (americanas) da indústria de defesa.</div><div>No total, os 100 maiores fabricantes de armas venderam o equivalente a US$ 385 bilhões em 2008 – um acréscimo de US$ 39 bilhões em relação a 2007. A fonte dos dados (com frequenncia utilizada pela The Economist) é o Stockholm International Peace Research Institute</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 22:31:57 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <pubDate>2018-05-02 22:35:51 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com o último relatório produzido e divulgado pelo Stockholm International Peace Research, organização sueca fundada em 1966, que realiza pesquisas científicas em questões sobre conflitos, segurança e paz mundial, os dez países que mais exportaram armas entre o período de 2009 a 2013 foram: Estados Unidos, Rússia, Alemanha, China, França, Reino Unido, Espanha, Ucrânia, Itália e Israel.</div><div>O resultado dos estudos demonstra que, mesmo décadas após o término da Guerra Fria, os Estados Unidos e a Rússia — o principal país que compunha o bloco soviético — ainda continuam dividindo a maior fatia do bolo do mercado mundial de armas. Ambos dominam 56% do total. Mais do que isso. Norte-americanos e russos continuam brigando por áreas de influência por meio da prospecção de governos que se tornam clientes dos aparatos bélicos fabricados nos respectivos países.<br><br></div><div><br></div><div>A novidade é a China que, de 2009 ao ano passado, saiu da condição de grande importadora para brigar com tradicionais exportadores, como França e Reino Unido. Os chineses apresentaram um crescimento de mais de 200% neste tipo de mercado, no curto período de quatro anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 22:39:32 UTC</pubDate>
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         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Estados Unidos, detentores do maior complexo industrial militar do planeta, foram responsáveis por 29% das armas exportadas e 61% deste volume foi de aeronaves — caças, aviões cargueiros, helicópteros táticos, de ataque e transporte pesado. Os principais parceiros exemplificam a tendência da nova política internacional da Casa Branca que voltou suas atenções para Ásia, mais especificamente para o Pacífico, próximo ao Mar da China. Tanto a Austrália quanto a Coreia do Sul foram os maiores compradores de armas americanas. Cada país adquiriu 10% do total das exportações ianques.<br>ara a força terrestre australiana foram comprados dos Estados Unidos 60 tanques pesados M1A1 Abrams, carro de combate padrão do Exército e Fuzileiros Navais americanos. Armas levas, explosivos, sistemas de mísseis e equipamentos de uso individual também fazem parte do inventário importado dos Estados Unidos. Somado a isto, milhares de munições, dezenas de sistemas de radares e sensores remotos de origem americana foram incorporadas às belonaves da frota da Real Marinha Australiana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-02 22:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>E o Brasil?Até o final da década de 80, o Brasil foi um grande exportador de armas, principalmente para países vizinhos, do Oriente Médio — Iraque e Arábia Saudita — e África. Com o fim da Guerra Fria e sucessivas crises financeiras que se abateram no País, a indústria bélica nacional quase foi extinta.</title>
         <author>amandaguedesalmeida14</author>
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         <pubDate>2018-05-02 22:42:36 UTC</pubDate>
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