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      <title>Depressão- Turma 01 Prática by Mariana Gasperoto</title>
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      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-27 03:21:21 UTC</pubDate>
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         <title>Características e Sintomas básicos (por idade e gênero)</title>
         <author>marianagasperoto1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Laura Magalhães<br>Letícia Kimura<br>Maria Eduarda Chamma <br>Rayssa Migliato<br><br>A depressão é considerada uma doença psiquiátrica, crônica e pode aparecer frequentemente na vida do sujeito, sendo um problema que se caracteriza num inidiviuo em estado de ânimo irritável, a falta de motivação, e uma diminuição dos comportamentos de sua rotina. Pode estar relacionada também com as alterações de apetite do sujeito, apresentar sono, cansaço, baixa autoestima, sentimento de culpa, pode surgir pensamentos indecisos, e ideias de morte ou suicídio. (RUFINO, et al, 2018).<br><br>Sobre os sintomas básicos da depressão, segue alguns deles: <br><em>Afetivo e de humor</em></div><ul><li>Tristeza, sentimento de melancolia, na maior parte do dia, todos ou quase todos os dias</li><li>Apatia (indiferença afetiva; “tanto faz como tanto fez.”),&nbsp;</li><li>Sentimento de tédio, de aborrecimento crônico</li><li>Irritabilidade aumentada (a ruídos, pessoas, vozes, etc.)</li></ul><div><em>Alterações da volição e da psicomotricidade</em></div><ul><li>Desânimo, diminuição da vontade (hipobulia; “não tenho pique para mais nada”)</li><li>Anedonia (incapacidade de sentir prazer em várias esferas da vida, como alimentação, sexo, amizades)</li><li>Lentificação psicomotora (pode progredir até o estupor/catatonia)</li><li>Diminuição da fala, fala em tom baixo, lenta, e aumento da latência entre perguntas e respostas</li><li>Negativismo (recusa à alimentação, à interação pessoal, etc.)</li></ul><div><em>Alterações ideativas</em></div><ul><li>Realismo depressivo: inferências sobre a vida mais realistas e pessimistas em relação a pessoas sem depressão, sendo que estas tenderiam a apresentar um viés positivo de avaliação da realidade</li></ul><div><em>Alterações da autovaloração</em></div><ul><li>Autoestima diminuída</li><li>Sentimento de insuficiência, de incapacidade</li><li>Sentimento de vergonha</li><li>Autodepreciação</li></ul><div><em>Alterações cognitivas</em></div><ul><li>Déficit de atenção e concentração</li><li>Déficit secundário de memória</li><li>Dificuldade de tomar decisões</li><li>Pseudodemência depressiva</li></ul><div><br><br></div><div>DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais [recurso eletrônico]. 3. ed– Porto Alegre: Artmed, 2019.<br>RUFINO, S, et al. Aspectos Gerais, Sintomas e Diagnóstico da Depressão, Revista Saúde em Foco, n.10, 2018. Disponivel em:&lt;https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2018/11/095_ASPECTOS-GERAIS-SINTOMAS-E-DIAGN%C3%93STICO-DA-DEPRESS%C3%83O.pdf&gt;.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 03:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>Prevalência da Depressão</title>
         <author>marianagasperoto1</author>
         <link>https://padlet.com/marianagasperoto1/7cozuhxbfohjutt/wish/1847030063</link>
         <description><![CDATA[<div>Adailto Santos Silva<br>Ana Beatriz Seminati<br>Beatriz Queiroz<br>Maria Isabela<br><br>Segundo a pesquisa realizada pelo IBGE, o percentual de brasileiros que recebeu o diagnóstico de depressão aumentou para 34,6% em seis anos. Ainda a partir dos dados coletados, observa-se que há uma maior incidência de <strong>mulheres (14,7%)</strong> diagnosticadas com depressão em comparação aos <strong>homens (5,1%)</strong>.<br><br>Há grandes variações quanto a possível porcentagem de prevalência de transtorno depressivos na população, bem como entre os sexos. As pesquisas sobre prevalência vem apontando, cada vez mais, um número relativamente alto de crianças e adolescentes com sintomas de depressão. As rápidas mudanças sociais e, principalmente familiares, que estão ocorrendo atualmente parecem ter alguma relação com a prevalência de depressão na população adolescente.<br><br><strong>Desenvolvimento e Curso do Transtorno Depressivo Persistente<br></strong>O curso do transtorno depressivo persistente tem seu início precocemente e é considerado um curso crônico. Os sintomas podem aumentar de intensidade no decorrer do tempo até o nível de um episódio depressivo e posteriormente, retornar para um nível inferior. Vale pontuar que diferentemente do transtorno depressivo maior, há pouca probabilidade dos sintomas depressivos desaparecerem em um determinado período de tempo. No caso do Transtorno depressivo maior, o indivíduo pode ficar em um período de dois meses ou mais sem a presença de nenhum sintoma ou apresentando 1 ou 2 sintomas leves .<br><br><strong>Referências <br></strong>Baptista, Makilim Nunes, Baptista, Adriana Said Daher e Dias, Rosana RighettoEstrutura e suporte familiar como fatores de risco na depressão de adolescentes. Psicologia: Ciência e Profissão [online]. 2001, v. 21, n. 2 Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1414-98932001000200007&gt;. Epub 10 Set 2012. ISSN 1982-3703. https://doi.org/10.1590/S1414-98932001000200007. Acesso em: 22 novembro 2021<br><br>Manual Diagnóstico e Estatístico De Transtornos Mentais (DSM -5). American Psychiatric Association. Artmed, 2013. Disponível em: <a href="http://www.niip.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Manual-Diagnosico-e-Estatistico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5-1-pdf.pdf">http://www.niip.com.br/wp-content/uploads/2018/06/Manual-Diagnosico-e-Estatistico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5-1-pdf.pdf</a>.&nbsp;<br><br></div><div>https://noticias.r7.com/saude/ibge-depressao-aumenta-34-e-atinge-163-milhoes-de-brasileiros-18112020<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 03:24:31 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação psicológica, prevenção e tratamento psicológico</title>
         <author>marianagasperoto1</author>
         <link>https://padlet.com/marianagasperoto1/7cozuhxbfohjutt/wish/1847031243</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Avaliação psicológica</em><br>Tem-se diversos instrumentos de avaliação psicológica que objetivam a investigação da depressão. Destaca-se os três mais utilizados mundialmente: Escala de Avaliação de Hamilton para Depressão (HDRS), <em>Hospital Anxiety and Depression Scale</em> (HADS) e Inventário de Depressão de Beck (BDI).</div><div>Além disso, outros instrumentos que podem colaborar para o diagnóstico, mesmo não avaliando de maneira específica esse transtorno, como a Bateria Fatorial de Personalidade (BFP). Ressalta-se que os instrumentos devem ser aplicados por profissionais e seus resultados não devem ser considerados isoladamente; o diagnóstico é um processo complexo e não apenas o resultado de um teste.<br><br><em>Prevenção</em><br>Geralmente é recomendado manter um estilo de vida saudável:<br>- Ter uma dieta equilibrada<br>- Praticar atividade física regularmente<br>- Combater o estresse tendo tempo para fazer atividades prazerosas<br>- Evitar o consumo de álcool e outras drogas<br>- Diminuir as doses diárias de cafeína<br>- Rotina de sono regular<br>- Não interromper tratamento sem orientação médica<br>É importante também analisar o contexto social em que o indivíduo está inserido; o sistema capitalista está intrinsecamente ligado com o adoecimento mental da população<br><br><em>Tratamento psicológico</em><br>O tratamento contra a depressão é em geral feito com psicoterapias e medicamentos. A escolha do remédio antidepressivo é feita com base no subtipo da depressão, nos antecedentes pessoais e familiares, na boa resposta a uma determinada classe de antidepressivos já utilizados. É de extrema importância&nbsp; a adesão ao tratamento, uma vez interrompido por conta próprio ou uso inadequado da medicação, pode aumentar significativamente o risco de dependência da substância.<br>O atendimento terapêutico aborda os principais elementos ditos pelo paciente com um quadro de depressão. A proposta da psicoterapia seria o apoio breve, com sessões predeterminadas de seis a oito meses.<br><br>AROS, M. S.; YOSHIDA, E. M. P. Estudos da depressão: Instrumentos de avaliação e gênero. <strong>Bol. psicol.</strong>, v. 59, n. 130, 2009. Disponível em: &lt;http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-59432009000100006&gt;. Acesso em: 22 nov. 2021.<br><br></div><div>CORBANEZI; E. Transtornos depressivos e capitalismo contemporâneo. <strong>Caderno CRH</strong>, v. 31, n. 83, 2018. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/ccrh/a/rkPjhVztHdwQ5Rp4WwcPv7x/?format=pdf&amp;lang=pt&gt;. Acesso em: 22 nov. 2021.<br><br>DEPRESSÃO: causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção. Ministério da Saúde, [s. d.]. Saúde de A a Z. Disponível em: &lt;https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/depressao&gt;. Acesso em: 22 nov. 2021.<br><br>MOTTA, C. C. L. D.; MORÉ, C. L. O. O.; &amp; Nunes, C. H. S. D. S. . O atendimento psicológico ao paciente com diagnóstico de depressão na Atenção Básica. Ciência &amp; Saúde Coletiva, Florianópolis, v. 22, p. 911-920, 2017. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/csc/a/jNY3hpQHjXWCWV3Y8Hg4Vpq/?format=pdf &amp; lang=pt&gt;. Acesso em: 22 nov. 2021.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 03:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>Padrão familial. Fatores de risco e proteção. Prognóstico</title>
         <author>marianagasperoto1</author>
         <link>https://padlet.com/marianagasperoto1/7cozuhxbfohjutt/wish/1847031601</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fatores de riscos e proteção</strong></div><div>Quanto maior a religiosidade/espiritualidade menor a presença de depressão.&nbsp;</div><div>Percepção de suporte familiar positiva.</div><div>Aspectos genéticos, biológicos e ambientais associados a fatores de risco negativos, os quais podem comprometer a saúde, o bem estar ou o desempenho social do indivíduo</div><div>Fatores de risco: baixa renda, altos níveis de estresse familiar, baixos níveis de suporte social, pertencimento ao sexo feminino, baixa escolaridade, ser solteiro, histórico de depressão familiar e percepção deficiente de suporte familiar</div><div>Estratégias desadaptativas de regulação emocional como a ruminação&nbsp;</div><div><br><strong>Padrão Familial</strong></div><div>Convivência com padrões depressivos na família, desestruturação familiar, pais autoritários ou permissivos, porque são vistas atitudes agressivas deles, ensinando com punição, desencadeando problemas psicológicos.</div><div>É possível perceber sinais de alerta quando o desempenho escolar da criança diminui, por exemplo, mas para saber se isto realmente está sendo causado pela depressão, é importante buscar ajuda profissional. Outro fator importante é a conversa dos pais com os professores, para entender como o filho está agindo e se está tudo de acordo no ambiente escolar.</div><div><br><strong>Prognóstico</strong></div><div>Crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, quando apresentam três ou mais sintomas, como irritabilidade, alteração do sono, pesadelos constantes, sonolência frequente e tristeza profunda, podem ter depressão infantil e quando diagnosticados no início, possuem uma maior eficiência. Existem muitos fatores que influenciam neste transtorno, como a frequência e severidade dos episódios, a ocorrência de sintomas psicóticos e fatores estressores, comorbidades, não aderir tratamento, manejo familiar, problemas escolares, perdas, como separação dos pais, abuso físico ou sexual e grandes rompimentos de vínculos, a quantidade destes fatores podem gerar consequências adversas na infância e continuar na vida adulta. Para mais, o Transtorno Depressivo Maior pode surgir com afetividade negativa na crianças, as quais podem demonstrar dificuldades ao lidar com ocasiões estressantes.<br><br></div><div><strong>Referências</strong></div><div>BAPTISTA, M. N. et al. Depressão: fatores de proteção e de risco em paciente atendidos pelo CAPS. <em>PsicoLArgum</em>., [s.l], v. 36, n. 91, p. 31-48. Disponível: &lt;https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/25848/0&gt;. Acesso em 23 nov. 2021.</div><div>KOWALSKI,M.;ARAUJO,R.B. Depressãoo infantil na análise do comportamento: uma revisão bibliográfica, Psicologia.pt, 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 03:25:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento farmacológico e seus efeitos colaterais.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianagasperoto1/7cozuhxbfohjutt/wish/1906551454</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Isa Andrade, Maria Rita, Rapha Vianna e Theo Avellar<br></sup><br>~~~<strong>Classificação dos antidepressivos~~~&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)&nbsp;</strong></div><ul><li>Não seletivos e Irreversíveis:&nbsp; <em>iproniazida; isocarboxazida; tranilcipromina; fenelzina;&nbsp;</em></li><li>Seletivos e Irreversíveis: clorgilina (MAO-A); &nbsp;</li><li>Seletivos e Reversíveis: <em>brofaromina; moclobemida; toloxatona; befloxatona</em>;</li></ul><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Frequentes: hipotensão ortostática grave. &nbsp;</div><div>Menos frequentes: diarreia, edema ( inchaço causado pelo acúmulo de líquidos entre os diversos tecidos e cavidades que compõem o corpo humano) nos pés e tornozelos; nervosismo e excitação.&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores não seletivos de recaptura de monoaminas - Antidepressivos Tricíclicos (ADTs)&nbsp;</strong></div><ul><li>Inibição mista de recaptura de 5-HT/NE: <em>imipramina; desipramina; clomipramina; </em>amitriptilina;<em> nortriptilina; doxepina; maprotilina.</em></li></ul><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Anticolinérgicos, cardiovasculares, neurológicos, metabólicos e endócrinos, reações cutâneas e gastrointestinais.&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores seletivos de recaptura de serotonina (ISRSs):</strong>&nbsp;</div><div><em>fluoxetina; paroxetina; sertralina; citalopram; fluvoxamina.&nbsp;</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Gastrintestinais, reações dermatológicas, efeitos psiquiátricos, alterações de peso, disfunção sexual, síndrome serotonérgica, sintomas de retirada.&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores seletivos de recaptura de 5-HT/NE (ISRSN)</strong>:</div><div><em>venlafaxina; duloxetina.</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais: <em>&nbsp;</em></div><div>Frequentes: náuseas, tonturas, sonolência, hipertensão, sudorese abundante, tremores.&nbsp;</div><div>Esfera sexual: diminuição da libido, anorgasmia, retardo ejaculatório e impotência.</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores de recaptura de 5-HT e antagonistas ALFA-2 (IRSAs):</strong>&nbsp;</div><div><em>nefazodona; trazodona.</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Frequentes: cefaleia, boca seca, sonolência, náuseas, obstipação intestinal e ataxia, turvação de visão, dispepsia, fraqueza e “rash” cutâneo.&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Estimulantes da recaptura de 5-HT (ERS)</strong>:</div><div><em>tianeptina.</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Frequentes: sedação, hipotensão ortostática, tonturas, cefaléia, náuseas, boca seca. Reações alérgicas, irritação gástrica podem aparecer, aparecimento de arritmias em pacientes que já apresentavam contrações ventriculares prematuras ou prolapso de válvula mitral, associada à ocorrência de priapismo.&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores seletivos de recaptura de NE (ISRN):</strong>&nbsp;</div><div><em>reboxetina; viloxazina.</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais: <em>&nbsp;</em></div><div>Frequentes: náuseas, tonturas, sonolência; podem aparecer sintomas como hipertensão, sudorese abundante, tremores. Além de hipertensão como resultado da inibição da recaptação de noradrenalina, porém, o tratamento da hipertensão, quando necessário, inclui o uso de drogas antidepressivas.</div><div>Esfera sexual: diminuição da libido, anorgasmia, retardo ejaculatório e impotência.</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Inibidores seletivos de recaptura de DA (ISRD):</strong>&nbsp;</div><div><em>amineptina; bupropion; minaprina.&nbsp;</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Menor potencial de indução de efeitos colaterais e a menor incidência de descontinuação do tratamento por intolerância.</div><div>Frequentes: agitação, ansiedade, rash cutâneo, diminuição do apetite, boca seca, obstipação intestinal e risco de indução de convulsões.</div><div><br></div><div>&gt;<strong>Antagonistas de alfa-2 adrenorreceptores - Antidepressivo noradrenérgico e especifico serotoninérgicp (ANES):</strong></div><div><em>mianserina; mirtazapina.</em></div><div><br></div><div>&gt;Efeitos Colaterais:&nbsp;</div><div>Frequentes: sedação excessiva, ganho de peso, boca seca, edema, obstipação intestinal, dispnéia.</div><div><br></div><div><em>(Legenda - 5-HT: serotonina; NE: noradrenalina; DA: dopamina.)<br></em><br></div><div>~~~Referências~~~</div><div>MORENO, R. A.; MORENO, D. H.; SOARES, M. B. M. Psicofarmacologia de antidepressivos. <em>Rev. Bras. Psiquiatra,</em> [s.I.], v.21, p.124-140, 1999.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 16:40:04 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação clínica, achados laboratoriais, condições médicas e comorbidades associadas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianagasperoto1/7cozuhxbfohjutt/wish/1906566621</link>
         <description><![CDATA[<div>Airton Seiji Matsui<br>Analissa Tórtola<br>Giovana Spolaore<br>Gustavo Moraes<br><br>O diagnóstico da depressão é clínico, feito pelo psiquiatra, após coleta completa da história do paciente e realização de um exame do estado mental. Não há exames laboratoriais específicos para diagnosticar depressão. Porém quadros de ansiedade que podem ser relacionados a ansiedade e estresse podem ser associado ao aumento de cortisol.<br><br>Em indivíduos com condições médicas há uma maior prevalência de transtornos depressivos, ademais, a depressão pode aumentar a morbidade e a mortalidade associada a patológica médica em questão.&nbsp; No caso da diabetes a presença de depressão pode aumentar em 40% ou até dobrar o risco de surgir diabetes tipo 1, de forma similar foram encontrado correlações entre depressão e a ocorrência de AVC. Em doenças cárdicas há uma clara associação com a depressão e a piora dos quadros de cardiopatias. Em casos que o paciente tem câncer a depressão tem prevalência de 22% a 29% e está relacionado a dor e o aumento da mortalidade da doença.<br><br>Num estudo, 42% dos indivíduos que pararam com o uso abusivo de álcool após uma semana ainda tinham sintomas depressivos suficientes para preencher o diagnostico de depressão, porem após mais três semanas apenas 6% desses persistiam os sintomas depressivos.<br><br>Bottino, Sara Mota Borges, Fráguas, Renério e Gattaz, Wagner FaridDepressão e câncer. Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo) [online]. 2009, v. 36, suppl 3 [Acessado 22 Novembro 2021] , pp. 109-115. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900007&gt;. Epub 22 Fev 2010. ISSN 1806-938X. <a href="https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900007">https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900007</a>.<br><br></div><div>Fráguas, RenérioDepressão e condições médicas. Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo) [online]. 2009, v. 36, suppl 3 [Acessado 22 Novembro 2021] , pp. 77-78. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900001&gt;. Epub 22 Fev 2010. ISSN 1806-938X. <a href="https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900001">https://doi.org/10.1590/S0101-60832009000900001</a>.<br><br></div><div>Mello, Andrea Feijo et al. Depressão e estresse: existe um endofenótipo?. Brazilian Journal of Psychiatry [online]. 2007, v. 29, suppl 1 [Acessado 22 Novembro 2021] , pp. s13-s18. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1516-44462007000500004&gt;. Epub 15 Ago 2007. ISSN 1809-452X. <a href="https://doi.org/10.1590/S1516-44462007000500004">https://doi.org/10.1590/S1516-44462007000500004</a>.<br><br></div><div>MORAES, A. Alcoolismo e depressão. Unidade de Pesquisas em Alcool e drogas, São Paulo, 2018. Disponível em: https://www.uniad.org.br/artigos/2-alcool/alcoolismo-e-depressao-2/. Acesso em: 22 novembro 2021<br><br></div><div>Ministério da saúde. Depressão: causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção https:// [acesso em 22 de nov 2021]. Disponível em: antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/depressao<br><br>&nbsp;Teng, Chei Tung, Humes, Eduardo de Castro e Demetrio,<br>Frederico NavasDepressão e comorbidades clínicas. Archives of Clinical<br>Psychiatry (São Paulo) [online]. 2005, v. 32, n. 3 [Acessado 22 Novembro 2021]<br>, pp. 149-159. Disponível em:<br>&lt;https://doi.org/10.1590/S0101-60832005000300007&gt;. Epub 12 Ago 2005. ISSN<br>1806-938X. <a href="https://doi.org/10.1590/S0101-60832005000300007">https://doi.org/10.1590/S0101-60832005000300007</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 16:47:02 UTC</pubDate>
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