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      <title>Psicologia da Educação by Keila Martins</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-12 23:47:36 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário:  &#39;&#39;Babies&#39;&#39;</title>
         <author>keylamartins18</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>&nbsp;No cumentário <em>Babies</em>, mostra como os bebês crescem de maneiras diferentes de acordo com o lugar onde vivem. Ele acompanha quatro crianças de países diferentes e ajuda a entender como a genética e a cultura influencia o crescimento. A genética faz com que todos os bebês passem por fases parecidas, como engatinhar, andar e falar. Mas o ambiente tem um grande impacto. Ponijao, na Namíbia, cresce livre na natureza, enquanto Mari, no Japão, tem uma rotina mais organizada e brinca com muitos brinquedos modernos.</p><p>Cada bebê reage de um jeito ao que acontece ao seu redor. Alguns são mais curiosos e exploram mais, enquanto outros são mais tranquilos. Isso mostra que cada um aprende no seu tempo, dependendo das experiências que tem.</p><p>A cultura influencia muito na forma como os bebês são criados. Em alguns lugares, eles passam mais tempo com a família e aprendem observando os outros. Já em outros, usam mais brinquedos educativos e tecnologia para aprender.</p><p>O aprendizado acontece pelo contato com o ambiente e com outras pessoas. Mesmo vivendo de formas diferentes, o documentário mostra que o amor e o apoio da família são essenciais para o desenvolvimento, e que não existe apenas um jeito certo de crescer e aprender.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-12 23:52:53 UTC</pubDate>
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         <title>O Behaviorismo</title>
         <author>keylamartins18</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na abordagem comportamentalista, aprendemos que o ambiente influencia muito o nosso comportamento. Um dos conceitos mais importantes dessa teoria é o <strong>reforço positivo</strong>, que é quando recebemos um incentivo ou uma recompensa por algo que fizemos certo. Isso nos motiva a repetir esse comportamento no futuro.</p><p><strong>Como vejo isso no meu dia a dia na escola</strong></p><p>Na minha rotina escolar &nbsp;na educação infantil, o reforço positivo aparece de várias formas para incentivar as crianças a desenvolverem comportamentos desejáveis.</p><p>&nbsp;<strong>Elogios verbais</strong>: Quando uma criança guarda os brinquedos depois de brincar, é só pode dizer: "Parabéns! Você está ajudando a manter a sala organizada!" Isso reforça o comportamento e aumenta a chance de que ela repita a ação.</p><p>&nbsp;<strong>Aplausos e gestos de incentivo</strong>: Uma salva de palmas coletiva quando uma criança completa uma atividade ou se esforça em algo difícil pode motivá-la a continuar tentando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 00:39:49 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina Positiva: Como Resolver Problemas sem Punição ou Violência</title>
         <author>keylamartins18</author>
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         <description><![CDATA[<p>A reportagem fala sobre a Disciplina Positiva, um jeito de resolver problemas na escola sem usar castigos ou violência. Ela mostra que o diálogo e o respeito ajudam a melhorar o ambiente entre alunos e professores.<br>Relaciona-se com o desenvolvimento das emoções e a forma de lidar com conflitos sem brigas, usando a empatia e a conversa.<br>A reportagem mostra que, quando os professores conversam com os alunos para resolver os problemas, eles aprendem a se respeitar e a entender melhor os outros. Isso ajuda a criar um ambiente mais tranquilo e agradável para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 21:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Dificuldade, distúrbio e transtorno</title>
         <author>keylamartins18</author>
         <link>https://padlet.com/keylamartins18/7cgwcxnmhbczag2z/wish/3457886103</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Título da postagem:</strong></p><p>Marcos Vinícius</p><p><br/></p><p><strong>Biografia do personagem:</strong></p><p>Marcos Vinícius tem 9 anos e mora com a avó desde pequeno. Sempre foi uma criança ativa, mas, na escola, enfrenta dificuldades para se concentrar e organizar suas tarefas. Foi rotulado como "problemático" e, por pressão da escola, iniciou tratamento medicamentoso sem um diagnóstico aprofundado. Seus professores não adaptam as atividades e o veem apenas como um "caso difícil".</p><p><strong>Diálogo/Situação:</strong></p><p>— Vó, a professora me mandou pra diretoria de novo…<br>— O que aconteceu, meu filho?<br>— Eu não consegui terminar a atividade, aí comecei a desenhar…<br>— Mas você tomou o remédio hoje, não tomou?<br>— Tomei… mas parece que ele só me deixa mais triste, vó.<br>— Será que não estão confundindo sua dificuldade com doença?<br>— Eu queria que eles entendessem que aprender não é</p><p><strong>Justificativa: </strong></p><p>Escolhi essa abordagem porque o texto mostra como dificuldades pontuais podem ser tratadas de forma inadequada como transtornos. A história de Marcos revela os impactos da medicalização sem escuta e sem adaptação pedagógica. Isso se conecta diretamente com as ideias de França e Perraudeau sobre diagnóstico e exclusão escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 21:29:25 UTC</pubDate>
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