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      <title>Biology&#39;s Girls by Emilli Monteiro</title>
      <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux</link>
      <description>Anna Luisa, Beatriz, Emilli, Giovanna Fraga e Vitória.                                                       dixxannalux@gmail.com                        emillimonteirodasilva@gmail.com        vitoriaduartejulio@gmail.com               tesouraria@caraiga.com.br = Bia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-27 11:30:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-09 20:52:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas) as mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima.</p><p>Essas mudanças podem ser naturais, como por meio de variações no ciclo solar. Mas, desde 1800, as atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasil.un.org/pt-br/175180-o-que-s%C3%A3o-mudan%C3%A7as-clim%C3%A1ticas">https://brasil.un.org/pt-br/175180-o-que-s%C3%A3o-mudan%C3%A7as-clim%C3%A1ticas</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 11:15:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Geração de energia</strong></p><p>A maior parte da eletricidade ainda é gerada pela queima de carvão, petróleo ou gás, o que produz dióxido de carbono e óxido nitroso, poderosos gases de efeito estufa que recobrem o planeta e retêm o calor do sol.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fabricação de produtos</strong></p><p>Máquinas usadas no processo de fabricação muitas vezes funcionam com carvão, petróleo ou gás, e alguns materiais, como plástico, são fabricados com produtos químicos extraídos dos combustíveis fósseis. A indústria de manufatura é uma das maiores contribuintes para as emissões de gases do efeito estufa no mundo.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Desmatamento florestal</strong></p><p>Ao serem cortadas, as árvores liberam o carbono que estavam armazenando. Cerca de 12 milhões de hectares de florestas são destruídos por ano. Como as florestas absorvem o dióxido de carbono, a destruição delas também limita a capacidade da natureza em manter as emissões fora da atmosfera. O desmatamento é responsável por cerca de um quarto das emissões globais de gases do efeito estufa.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Uso de transporte</strong></p><p>Os veículos rodoviários representam a maior parte das emissões de dióxido de carbono, devido à combustão de produtos derivados de petróleo, como a gasolina. No entanto, as emissões de navios e aviões continuam a crescer. O transporte é responsável por quase um quarto das emissões globais de dióxido de carbono relacionadas à energia.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Produção de alimentos</strong></p><p>A produção de alimentos gera emissões de dióxido de carbono, metano e outros gases do efeito estufa de várias maneiras, inclusive pelo desmatamento e limpeza de terras para agricultura e pastagem, produção e uso de fertilizantes e esterco para a agricultura e uso de energia para o funcionamento de equipamentos agrícolas ou barcos de pesca. Isso torna a produção de alimentos um dos principais contribuintes para as mudanças climáticas.</p><p><strong>Energia nos&nbsp;edifícios</strong></p><p>No mundo todo,&nbsp;prédios residenciais e comerciais consomem mais de metade de toda a eletricidade. A crescente demanda de energia para aquecimento e resfriamento, com o maior uso de aparelhos de ar-condicionado, bem como o aumento do consumo de eletricidade para iluminação, eletrodomésticos e dispositivos conectados.</p><p><strong>Excesso de consumo</strong></p><p>Uma grande parte das emissões globais de gases do efeito estufa está vinculada a residências particulares. Nossos&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://wedocs.unep.org/xmlui/bitstream/handle/20.500.11822/34432/EGR20ch6.pdf?sequence=3">estilos de vida</a>&nbsp;têm um profundo impacto no nosso planeta.&nbsp;Os mais ricos têm a maior responsabilidade: a parcela 1% mais rica da população global combinada responde por mais emissões de gases do efeito estufa do que os 50% mais pobres.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.un.org/pt/climatechange/science/causes-effects-climate-change">https://www.un.org/pt/climatechange/science/causes-effects-climate-change</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 11:38:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Temperaturas mais altas</strong></p><p>Desde os anos 1980, cada década tem sido mais quente do que a anterior. Temperaturas mais elevadas aumentam o número de doenças relacionadas ao calor e dificultam o trabalho ao ar livre. Incêndios começam com mais facilidade e se espalham mais rapidamente quando as condições estão mais&nbsp;quentes. As temperaturas no Ártico aumentaram&nbsp;pelo menos duas vezes mais rápido do que a média global.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Tempestades mais severas</strong></p><p>Conforme as temperaturas aumentam, mais umidade evapora, agravando&nbsp;chuvas e inundações extremas e causando tempestades mais destrutivas. A frequência e a dimensão das tempestades tropicais também são afetadas pelo aquecimento do oceano. Com frequência, essas tempestades destroem casas e comunidades, causando mortes e enormes perdas econômicas.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Aumento da seca</strong></p><p>O aquecimento global agrava&nbsp; os períodos de seca em regiões onde a falta de água já é&nbsp; comum e leva a um risco maior de secas agrícolas, afetando plantações, e secas ecológicas, aumentando a vulnerabilidade dos ecossistemas. Os períodos de seca também podem causar destrutivas tempestades de areia e poeira, que podem mover&nbsp; bilhões de toneladas de areia entre continentes. Os desertos estão crescendo, reduzindo a área cultivável.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Um oceano cada vez mais quente e maior</strong></p><p>A taxa de aquecimento do oceano aumentou muito nas duas últimas décadas,&nbsp;em todas as profundidades. À medida que essa temperatura sobe, o volume dele aumenta, já que a água se expande quando aquecida.&nbsp;O derretimento de placas de gelo também provoca o aumento do nível do mar, ameaçando comunidades litorâneas e insulares.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;<strong>Perda de espécies</strong></p><p>O mundo está perdendo espécies a uma taxa 1.000 vezes maior do que em qualquer outro momento na história da humanidade. Um milhão de espécies estão em risco de extinção nas próximas décadas. Incêndios florestais, clima extremo, além de doenças e pragas invasoras estão entre as várias ameaças relacionadas às mudanças climáticas. Algumas espécies conseguirão se deslocar e sobreviver, mas outras não.</p><p><br></p><p><strong>Não há comida suficiente</strong></p><p>A pesca, a agricultura e a criação de gado podem ser destruídas&nbsp;ou se tornarem menos produtivas. As mudanças na cobertura de neve e gelo em várias regiões árticas prejudicam o abastecimento de alimentos provenientes do pastoreio, da caça e da pesca. O estresse térmico pode diminuir a quantidade de água e as áreas de pastagem, causando o declínio da produção agrícola e afetando o gado.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Mais riscos para a saúde</strong></p><p>Os impactos climáticos já estão prejudicando a saúde, com poluição do ar, doenças, eventos climáticos extremos, deslocamento forçado, pressões sobre a saúde mental e aumento da fome e subnutrição em locais onde as pessoas não conseguem cultivar ou encontrar alimentos suficientes. A cada ano, fatores ambientais tiram a vida de cerca de 13 milhões de pessoas.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.un.org/pt/climatechange/science/causes-effects-climate-change">https://www.un.org/pt/climatechange/science/causes-effects-climate-change</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 11:16:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Justiça climática</strong>&nbsp;é o termo usado pelos movimentos socioambientais, que são liderados por jovens, pelos quatro cantos do mundo, para falar que a crise climática vai além do aquecimento global e da alteração do clima, que não é algo apenas físico e da natureza.</p><p><br></p><p>A ideia de Justiça Climática e ambiental põe em perspectiva o&nbsp;<strong>Direito Ambiental</strong>, que já se expressa no teor do artigo 225, da Constituição Federal, de 1988, no qual é enfatizado que todos os seres humanos têm direito de viver num meio ambiente ecologicamente equilibrado, indispensável para a sua sobrevivência, tanto no presente como para as gerações futuras e cujos princípios são descritos como:</p><ul><li><p>Princípio da Prevenção;</p></li></ul><ul><li><p>Princípio da Precaução;</p></li></ul><ul><li><p>Princípio do Poluidor-Pagador;</p></li></ul><ul><li><p>Princípio do Desenvolvimento Sustentável;</p></li></ul><ul><li><p>Princípio da Participação Pública.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/justica-climatica/">https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/prateleira-ambiental/justica-climatica/</a></p></li></ul><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.noticiasustentavel.com.br/glossario-justica-climatica/">https://www.noticiasustentavel.com.br/glossario-justica-climatica/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 11:20:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mitigação é como apertar o freio para desacelerar as mudanças climáticas. Envolve qualquer ação tomada por governos, empresas ou pessoas para reduzir ou prevenir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), ou para incrementar os mecanismos que removem esses gases da atmosfera, os chamados “sumidouros de carbono”.</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://reporterbrasil.org.br/2024/11/o-que-e-mitigacao/#:~:text=MITIGA%C3%87%C3%83O%20%C3%A9%20como%20apertar%20o,chamados%20%E2%80%9Csumidouros%20de%20carbono%E2%80%9D">https://reporterbrasil.org.br/2024/11/o-que-e-mitigacao/#:~:text=MITIGA%C3%87%C3%83O%20%C3%A9%20como%20apertar%20o,chamados%20%E2%80%9Csumidouros%20de%20carbono%E2%80%9D</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>É importante lembra que para minimizar as consequências das mudanças climáticas requer um esforço coletivo e integrado de governos, empresas, comunidades e indivíduos. Diversas estratégias e ações podem ser implementadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a adaptação às mudanças climáticas e aumentar a resiliência dos ecossistemas e das sociedades.</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425511980</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>É importante lembra que para minimizar as consequências das mudanças climáticas requer um esforço coletivo e integrado de governos, empresas, comunidades e indivíduos. Diversas estratégias e ações podem ser implementadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a adaptação às mudanças climáticas e aumentar a resiliência dos ecossistemas e das sociedades.</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>https://www.cese.org.br/blog/mudancas-climaticas-causas-impactos-e-solucoes/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Clara Gentil</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425513243</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2019, um grande incêndio devastou 1,2 mil hectares de floresta em Alter do Chão, PA. Clara Gentil, uma jovem indígena Borari de 14 anos na época, prometeu que faria renascer as árvores queimadas. Ela mobilizou a comunidade e, juntos, plantaram cerca de 75 árvores por dia, criando o projeto Plantar um Mundo Melhor, em parceria com a Escola D’água. Mesmo após sair da escola, Clara continua atuando em ações de reflorestamento, limpeza de córregos, educação ambiental e ativismo, participando de outros coletivos. Ela luta pelos direitos do povo indígena e por uma maior conscientização sobre a preservação da natureza, acreditando que a responsabilidade é de todos.</p><p>https://educacaoeterritorio.org.br/especiais/racismo-ambiental-e-infancias/reportagens/conheca-4-jovens-brasileiras-que-lutam-por-justica-climatica/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>https://brasilescola.uol.com.br/biografia/greta-thunberg.htm</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Greta Thunberg é uma jovem estudante sueca conhecida internacionalmente por ser uma ativista que exige ações da comunidade internacional para reverter os efeitos das mudanças climáticas em curso por conta do aquecimento global. Ela tomou conhecimento da causa em 2011 e desde sua adolescência se engajou em protestos.</p><p><br/></p><p>Ela obteve grande repercussão quando começou a faltar aulas para protestar na frente do Parlamento sueco, exigindo dos políticos locais medidas em defesa do meio ambiente. Recentemente, Greta participou de inúmeros eventos internacionais que debatem a importância da questão climática, discursando diversas vezes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/cgcl/arquivos/Infografico_ADAPTACAO_AS_MUDANCAS_CLIMATICAS.pdf</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425524641</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 23:43:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425530698</link>
         <description><![CDATA[<p>As mudanças climáticas aprofundam injustiças sociais, tornando urgente uma abordagem de justiça climática que considere tanto a intergeracionalidade quanto as desigualdades estruturais. Dados do Retratos da Desigualdade de Gênero e Raça, do Ipea, e do relatório Quem Precisa de Justiça Climática no Brasil, do Observatório do Clima mostram que, das 38 milhões de pessoas em situação de pobreza no Brasil, 27 milhões eram mulheres negras em 2020, evidenciando como fatores socioeconômicos e raciais influenciam a vulnerabilidade climática.</p><p><br/></p><p>Além disso, um estudo recente aponta que crianças nascidas em 2020 enfrentarão de duas a sete vezes mais eventos climáticos extremos do que aquelas nascidas em 1960. Em um cenário de aquecimento global de 3°C, uma criança de seis anos experimentará o dobro de incêndios florestais e ciclones tropicais, três vezes mais inundações fluviais, quatro vezes mais quebras de safra, cinco vezes mais secas e até 36 vezes mais ondas de calor. Esses dados reforçam a necessidade de políticas climáticas que integrem justiça social e intergeracionalidade, garantindo que as populações mais vulneráveis e as futuras gerações não sejam desproporcionalmente impactadas pela crise climática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 00:00:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425530974</link>
         <description><![CDATA[<p>O debate sobre justiça climática tem ganhado destaque globalmente, sendo resultado de longas lutas por justiça ambiental e social. Nos anos 1960 e 1970, movimentos nos EUA denunciaram como comunidades negras e marginalizadas sofrem desproporcionalmente com os impactos ambientais, levando ao conceito de racismo ambiental. Em 1990, surgiu o termo justiça climática, que conecta sustentabilidade com equidade social, destacando desigualdades na crise climática. A ideia de “transição justa” também foi criada para garantir que a mudança para uma economia mais sustentável seja inclusiva e não deixe ninguém para trás, evoluindo em acordos internacionais e conferências da ONU, como o Acordo de Paris. Nos últimos anos, esses temas vêm sendo discutidos com mais profundidade, incluindo questões de gênero e o papel do setor privado na transição. No Brasil, esses debates estão em crescimento, com potencial para implementar ações de justiça climática de forma eficaz e ampla.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 00:01:03 UTC</pubDate>
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         <title>https://www.wribrasil.org.br/noticias/entenda-o-que-e-justica-climatica</title>
         <author>emillimonteirodasilva</author>
         <link>https://padlet.com/emillimonteirodasilva/7bq1mz8jyrz0k5ux/wish/3425531429</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 00:02:26 UTC</pubDate>
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