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      <title>Linha do Tempo do Brasil by Mayara Aparecida De Moraes</title>
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      <description>Esta linha do tempo, tem o objetivo de orientar estudantes e pessoas interessadas na formação do Brasil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-10 15:50:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Antes de 1500</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste período, os indígenas ainda não haviam entrado em contato com os portugueses, pois estes não haviam chegado no Brasil ainda.<br>Sendo assim, os indígenas ainda não tinham sofrido interferências em sua cultura. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 16:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Como era estruturada das sociedades indígenas.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eram sociedades tribais, nômades, seminômades e sedentárias. Era organizada da seguinte forma:<br>-Pajé: Aquele que cuidava dos rituais religiosos e que tinha conhecimento das ervas medicinais;<br>-Cacique: Ficava responsável em organizar as festividades da tribo e em tempos de guerra, era quem comandava os indígenas;<br>-Mulheres: Eram responsáveis pela agricultura, cozinhar e cuidar as crianças;<br>-Homens: Eram responsáveis pela caça, pesca e defenderem a tribo;<br>-Agricultura rudimentar: cultivavam a mandioca, mas a agricultura era pouco desenvolvida.<br>-A propriedade era coletiva, tudo era repartido;<br>-Sociedade guerreira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 16:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>Havia tribos antropofágicas</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há relatos, dos colonos portugueses, de que havia tribos canibais aqui no Brasil. Esse ato em consumir carne humana, era um ritual feito, de modo geral, aos guerreiros inimigos que apresentavam grande força. Acreditava-se que ao alimentar-se dessa carne, a força daquele guerreiro passaria àqueles que comeram sua carne.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 16:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>1500</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir dessa data, a vida dos indígenas não seria mais a mesma. Os portugueses desembarcam na Bahia, onde vai ser realizado a 1° missa no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 16:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>1500-1530 aproximadamente</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2115998831</link>
         <description><![CDATA[<div>Inicialmente, o contato entre portugueses e indígenas foi amistoso. A relação de ambos funcionava por meio de escambos (trocas), sendo o produto principal nesse período o pau-brasil. Depois, aproximadamente em 1530, com a crise do comercio nas índias, os portugueses passaram a escravizar os indígenas para trabalharem nos engenhos de açúcar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 23:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>Os Jesuítas e a escravidão indígena</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2116002749</link>
         <description><![CDATA[<div>Os jesuítas, ordem religiosa da Igreja Católica, tinham como objetivo expandir a fé católica pelo mundo. Estes, ao chegarem no Brasil, ganharam a missão de catequisar os índios e aprender a sua língua. Consequentemente, acabaram indo contra a escravização indígena, dificultando aos colonos a caça dos índios para usa-los como mão-de-obra escrava.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 23:38:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aproximadamente 1550: Inicia-se o tráfico negreiro</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2116007378</link>
         <description><![CDATA[<div>Os portugueses já realizavam o tráfico negreiro desde o século XV. Não foi muito difícil de articularem essas negociações para o Novo Mundo, visto que estavam habituados e esse tipo de comércio. Devido aos empecilhos com o uso da mão-de-obra indígena e o declínio do comércio nas Índias, o tráfico negreiro se mostrou uma boa alternativa econômica por dois viés: era rentável a compra e venda de escravos e seu uso se daria nas lavouras de cana-de-açúcar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 23:45:44 UTC</pubDate>
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         <title>1850:Lei Eusébio de Queiróz: Fim do tráfico negreiro e inicio das imigrações ao Brasil</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2212219418</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil vivia o momento do Segundo Reinado, tendo como governante D. Pedro II. Nesse momento, a Inglaterra fazia pressões para ocorrer o fim do tráfico negreiro e o fim da escravidão. D. Pedro sabia que o Brasil, como uma nação dominada pelos senhores de escravos, não poderia acabar com o fim dela, sem ter consequências com o seu governo. Assim em 1850 é decretada a Lei Eusébio de Queirós, que determinava o fim do tráfico negreiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 13:36:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1822: Independência do Brasil</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2212222577</link>
         <description><![CDATA[<div>Brasil deixa, oficialmente, de ser colônia de Portugal e passa a ser um Império governado por D. Pedro I.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 13:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>1808: Chegada da Família Real no Brasil</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 17:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>1° Império (1822-1831)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2282143961</link>
         <description><![CDATA[<div>D.Pedro I assume o Brasil como 1° Imperador. Assim que assume o poder, é necessários realizar uma constituição. A primeira tentativa é a Constituição da Mandioca, porém ela não chegou a ser promulgada, visto que limitava os poderes de D. Pedro e este fez invadir a Assembleia em que ela estava sendo elaborada, gerando o episódio conhecido como "Noite da Agonia" </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 19:04:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A partir de 1500 o Brasil torna-se colônia de Portugal</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2282146158</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é uma colônia?<br>Colônia é um território dominado por um país, reino ou Império, onde recebe pessoas da Metrópole (país, reino ou Império que domina a colônia) que vão a colônia explorar o lugar, em busca de riquezas ou a povoar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 19:09:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolução Liberal do Porto (1820)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2299108035</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1815, as tropas europeias derrotam Napoleão Bonaparte, iniciando um processo de restituição dos território dos antigos Estados europeus anexados à França no contexto de sua expansão imperial. Em meio a isso, o povo português se encontrava insatisfeito, pois mesmo depois da derrota de Napoleão, a Família Real continuava no Brasil.<br>Nesse contexto que em 1820 iniciou-se uma revolta que exigia a volta do rei a Portugal e a formação de uma Assembleia Constituinte para fundamentar a administração do novo governo pós-restauração. Com receio de perder o trono português, Dom João VI retornou à Lisboa, deixando seu filho <a href="https://www.infoescola.com/biografias/dom-pedro-i/">Dom Pedro I</a> no Governo do Brasil. Em Portugal, a formação das Cortes para elaborar uma Constituição de caráter liberal também se caracterizou por uma proposta de subordinação da Coroa ao Legislativo, criando uma espécie de <a href="https://www.infoescola.com/formas-de-governo/monarquia-constitucional/">Monarquia Constitucional</a>. Além disso, intentaram empreender a recolonização do Brasil e restaurar sua antiga condição de colônia portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 00:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Período Regencial (1831-1840)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2314126538</link>
         <description><![CDATA[<div>A saída de Dom Pedro I do governo imperial representou uma nova fase para a história política brasileira. Não tendo condições mínimas para assumir o trono, Dom Pedro II deveria aguardar a sua maioridade até alcançar a idade exigida para tornar-se rei. Nesse meio tempo, os agentes políticos daquela época disputaram o poder entre si no chamado Período Regencial, que vai de 1831 até 1840.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 17:44:36 UTC</pubDate>
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         <title>Surgimento de três grupos políticos: os liberais moderados, os liberais exaltados e os conservadores</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2348068415</link>
         <description><![CDATA[<div>Os moderados representavam os setores mais conservadores que defendiam irrestritamente o poder monárquico e a manutenção da estrutura política centralizada. Já os exaltados acreditavam que a ordem política deveria ser revisada no sentido de dar maior autonomia às províncias. Alguns outros integrantes desse mesmo grupo chegavam a cogitar a adoção do sistema republicano. Por fim, havia os restauradores, que acreditavam no retorno de Dom Pedro I ao poder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 01:01:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regência Trina Permanente e Regência Una e suas reformas.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2348078790</link>
         <description><![CDATA[<div>Passadas as primeiras agitações causadas pela abdicação de D. Pedro I, os membros do Poder Legislativo voltaram às atividades para escolherem os membros da Regência Trina Permanente. Após a contagem dos votos, a eleição decidiu que o brigadeiro Francisco Lima e Silva e os deputados José da Costa Carvalho e João Bráulio Muniz ocupariam as cadeiras da regência. Segundo o que fora estipulado pela Constituição, os eleitos teriam um mandato de apenas quatro anos.<br><br>A grande preocupação do governo empossado era deter o avanço das rebeliões que tomavam as províncias e ameaçavam a ordem. Para compor o Ministério da Justiça, os regentes indicaram o nome de Diogo Antonio Feijó. Na qualidade de ministro, este estipulou as medidas que deram origem a chamada Guarda Nacional. Esta milícia armada de natureza regional teria como missão conter o desenvolvimento das revoltas do país.<br><br>Para que estivessem comprometidos com o interesse oficial, os estatutos dessa nova guarda previam que todos os eleitores maiores de 21 anos deveriam se alistar obrigatoriamente. Sendo o voto censitário, a Guarda acabou sendo formada por grupos sociais direta ou indiretamente ligados ao interesse das classes médias e das elites. Além disso, os grandes proprietários de terra e comerciantes usufruíam da possibilidade de comprar um título de “coronel”.<br>Outra medida tomada para se conter as tensões sociais surgiu em novembro de 1832, com a criação do Código de Processo Criminal. Por meio desse conjunto de leis, foram afixadas normas que permitiam os juízes de paz julgar e punir um gama maior de delitos. Apesar de ter uma aparência liberal, as possibilidades oferecidas pelo código somente reforçavam o poder de mando das elites locais. Tal situação se explica pelo fato desses juízes serem costumeiramente escolhidos entre os grandes proprietários.<br><br>A mais significativa ação tomada pela Regência Trina Permanente foi a reforma da Constituição através do Ato Adicional de 1834. Por meio desse documento, as províncias poderiam organizar suas próprias assembleias legislativas, estipular o emprego de uma Regência Una a ser escolhida pelo voto direto e a suspensão temporária do Poder Moderador e do Conselho de Estado. De fato, o conteúdo do Ato Adicional representava uma vitória dos interesses dos políticos liberais.<br><br>Mesmo com a disputa entre os vários políticos da época, a Regência Trina Permanente cumpriu todo o seu mandato. Em 1832, o ministro Feijó tentou articular um golpe político que o transformaria em regente único. Contudo, mediante o fracasso, ele acabou sendo deposto de seu importante cargo. No ano de 1835, em uma eleição que contou com vários candidatos, Antônio Feijó acabou vencendo o pleito ao se colocar como defensor das reformas liberais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 01:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>Regência Una de Diogo Feijó (1835-1837): marcada principalmente pela eclosão de rebeliões provinciais que colocaram em perigo a integridade do território nacional.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2348086205</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro regente, da denominada Regência Una, foi o padre <strong>Diogo Antônio Feijó</strong> (1784-1843), que começou sua carreira política na década de 1820, ganhando notoriedade com a criação da Guarda Nacional durante a Regência Trina, em 1832. Criou polêmica ainda ao defender o fim do celibato do clero como forma de regenerar a conduta dos padres que viviam em concubinato.<br><br></div><div>No aspecto político, sua regência ficou marcada pela autonomia conseguida pelas províncias. Também foi sob sua administração que os dois principais grupos políticos do período imperial se formaram.<br><br></div><div>Os <strong>progressistas </strong>eram um grupo moderado defensor de alguns preceitos liberais, sendo formado em sua maioria pelos grupos sociais intermediários urbanos, clérigos e proprietários do sudeste e sul do país. Eram ainda adeptos da autonomia das províncias, dando menor poder ao Governo Central. Durante o segundo Reinado, dariam origem ao <strong>Partido Liberal</strong>.<br>Os <strong>regressistas</strong> caracterizavam-se pelo conservadorismo, defendo o fim do Ato Adicional de 1834 e o combate à descentralização política. Suas fileiras eram engrossadas por grandes proprietários rurais, principalmente do Norte, comerciantes, magistrados e burocratas do Estado. No reinado de D. Pedro II formariam o <strong>Partido Conservador</strong>.<br><br></div><div>Outro fato que marcou a Regência de Feijó foi a eclosão de diversas <strong>rebeliões provinciais</strong>. A Revolta Farroupilha, a Balaiada, a Cabanagem, a Revolta dos Malês e a Sabinada colocaram em perigo a integridade territorial do Estado brasileiro.<br><br></div><div>Esse último aspecto foi determinante para o desgaste de Feijó. Como o padre não conseguiu sufocar as rebeliões, seu mandato passou a sofrer severas críticas. Pressionado e com problemas de saúde, renunciou ao cargo em 1837, dois anos antes do término previsto.<br><br></div><div>Uma nova eleição foi convocada e Araújo Lima foi eleito para a segunda Regência Una, garantindo a volta dos conservadores ao poder.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 01:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Cabanagem (1835-1840), ocorrido no Pará.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>No governo de<a href="https://www.todamateria.com.br/dom-pedro-i/"> D. Pedro I</a>, os proprietários e comerciantes estavam insatisfeito com o tratamento recebido por parte do governo central.<br><br></div><div>Além disso, sofriam com a repressão do Governador <strong>Bernardo Lobo de Sousa </strong>desde 1833, que ordenou deportações e prisões arbitrárias para quem se opusesse a ele.<br><br></div><div>Assim, em agosto de 1835, os cabanos se amotinam, sob a liderança dos fazendeiros <strong>Félix Clemente Malcher</strong> e <strong>Francisco Vinagre</strong>, culminando na execução do Governador Bernardo Lobo de Sousa.<br>Em seguida, indicam Malcher para presidente da província. Na ocasião, os revoltosos se apoderaram dos armamentos legalistas e se fortaleceram ainda mais.<br><br></div><div>Contudo, Clemente Malcher se revela um farsante e tenta reprimir os revoltosos, mandando prender <strong>Eduardo Angelim</strong>, um dos líderes do movimento. Após um sangrento conflito, Malcher é morto pelos “cabanos” e substituído por <strong>Francisco Pedro Vinagre.<br></strong><br></div><div>Em julho 1835, o então presidente da província recém-conquistada, aceita sua rendição mediante a anistia geral dos revolucionários e por melhores condições de vida para a população carente. Contudo, é traído e preso.<br>Inconformado, seu irmão, <strong>Antônio Vinagre</strong>, reorganiza as forças militares da cabanagem e ataca o Palácio de Belém, conquistando-o novamente em 14 de agosto 1835.<br><br></div><div>Na ocasião, Eduardo Angelim é feito presidente de um governo republicano independente. No entanto, o desacordo entre os líderes do movimento enfraquece a revolta e facilitaram o contra-ataque legalista.<br><br></div><div>Assim, em 1836, enviado pelo regente Feijó, o <strong>Brigadeiro Francisco José de Sousa Soares de Andréa</strong>, comandante mor das forças regenciais do Grão-Pará, autoriza a guerra total aos cabanos. Ele ordena o bombardeio à Belém e aos assentamentos da cabanagem<br>Desse modo, com a ajuda de mercenários estrangeiros e soldados imperiais, a revolta é sufocada. Eduardo Angelim é capturado e enviado ao Rio de Janeiro.<br><br></div><div>Por fim, em 1840, a maior parte dos revoltosos já havia se dispersado ou tinham sido presos e mortos, devido às perseguições, que seguiram mesmo após 1836.<br><br></div><div>Com a ascensão de <a href="https://www.todamateria.com.br/dom-pedro-ii/">Dom Pedro II</a> ao trono, em 1840, os prisioneiros foram anistiados.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 01:21:35 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta dos Malês (1835)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Revolta dos Malês</strong> foi uma revolta de escravos que aconteceu na cidade de Salvador, na Bahia, em 1835. Essa foi a maior revolta de escravos da história do Brasil e mobilizou cerca de 600 escravos que marcharam nas ruas de Salvador convocando outros escravos a se rebelarem contra a escravidão. A Revolta dos Malês, que ficou marcada pela grande adesão de africanos muçulmanos, acabou fracassando e os envolvidos foram duramente punidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 20:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>SABINADA (1837-1838)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2363940788</link>
         <description><![CDATA[<div>-Local: Bahia</div><div>-Líder: Francisco Sabino (médico e jornalista) + João Carneiro (Advogado)</div><div>-Objetivo: Proclamar uma República na Bahia chamada de República Bahiense <strong>-&gt; Seria uma República provisória, até D. Pedro atingir a maioridade.<br></strong>Causas: Os revoltosos questionavam o elitismo político e a exclusão das camadas médias da província da Bahia. -&gt; NÃO TEM CARATER SEPARATISTA.</div><div>Grupos: Camada média urbana + escravizados (entravam no exército da Sabinada, pois foi prometido a alforria) + camadas pobres.</div><div>Resultado: Conseguem implantar uma República provisória, MAS NÃO VAI DAR CERTO, POIS, ALÉM DO GOVERNO MANDAR TROPAS POR TERRA E POR MAR, MUITOS LATIFUNDIÁRIOS APOIAVAM O GOVERNO, POIS TEMIAM A CIRCULAÇÃO DE IDEIA REPUBLICANAS ENTRE AS CAMADAS MÉDIAS.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 20:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>BALAIADA ( 1838-1841)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2363942499</link>
         <description><![CDATA[<div>-Maranhão-&gt; Passava por uma crise econômica relacionada ao algodão, que concorria com o algodão produzido nos EUA.</div><div>-Causas: Falta de autonomia política, miséria, dificuldades econômicas, violência policial e a escravidão.</div><div>-Grupos: camadas pobres, indígenas, escravizados, quilombolas, vaqueiros e artesões (balaio)</div><div>Líderes&gt; Manoel do Balaio (artesão e produtor do balaio), Raimundo Gomes (vaqueiro) e o Preto Cosme<br>-O irmão de Raimundo Cosme foi preso e sofreu violência policial = Invasão da cadeia pública da Vila de Manga, soltando todos os presos políticos da época = Apoio do Manuel do Balaio.= apoio de Preto Cosme que vai liderar os quilombolas.</div><div>Resultado: muitas pessoas foram executadas e torturadas feita pelo Barão de Caxias.</div><div>* Os vaqueiros que sobreviveram a esse movimento, irão entrar em outro grupo, formado pelos cangaços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 20:46:12 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra dos Farrapos (1835-1845)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2363946509</link>
         <description><![CDATA[<div>"Organizada como um movimento da elite gaúcha, a Guerra dos Farrapos encerrou-se após a negociação de paz dos estancieiros gaúchos com o governo. Os termos da rendição ficaram conhecidos como Tratado do Poncho Verde."<br>"A Guerra dos Farrapos aconteceu, principalmente, por causa da insatisfação dos estancieiros gaúchos com a política fiscal do governo brasileiro. No século XIX, a província do Rio Grande do Sul tinha como principal produto o charque (carne-seca), que era vendido como principal alimentação dos escravos no Sudeste e Nordeste do Brasil.<br><br>O charque era produzido pelos charqueadores, que compravam a carne bovina dos estancieiros, os criadores de gado do Rio Grande do Sul. A grande insatisfação destes estava relacionada com a cobrança de impostos realizada pelo governo sobre a produção de charque da região. O charque gaúcho recebia uma pesada taxa de cobrança, enquanto o que era produzido pelos uruguaios e argentinos tinha uma taxação diminuta."<br>"Esse quadro tornava o produto gaúcho menos competitivo, uma vez que seu preço era maior. A principal exigência dos estancieiros era que o charque estrangeiro fosse taxado para tornar a concorrência entre o produto nacional e o estrangeiro mais justa. No entanto, outras razões ajudam a entender o início dessa revolta:<br><br>Insatisfação com a taxação sobre o gado na fronteira Brasil–Uruguai;<br><br>Insatisfação com a criação da Guarda Nacional;<br><br>Insatisfação com a negativa do governo em assumir os prejuízos causados por uma praga de carrapatos que atacou o gado na região em 1834;<br><br>Insatisfação com a centralização do governo e a falta de autonomia da província;<br><br>Circulação dos ideais federalistas e republicanos na região.<br><br>A soma desses fatores levou os gaúchos a rebelarem-se contra o governo central em 20 de setembro de 1835. Em um primeiro momento, a revolta não tinha caráter de separatismo, mas, à medida que a situação avançou, a saída separatista ganhou força.<br><br><br>Resumo dos acontecimentos<br>Como vimos, a revolta realizada pelos farrapos iniciou-se em 20 de setembro de 1835 e espalhou-se por parte considerável do território do Rio Grande do Sul. Entretanto, o anúncio da separação da província só aconteceu em setembro de 1836, dando origem à República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini.<br><br>A Guerra dos Farrapos teve como líder o estancieiro Bento Gonçalves, que, inclusive, foi o presidente da República Rio-Grandense por algum tempo. Outros nomes importantes foram o do italiano Giuseppe Garibaldi e o do militar brasileiro David Canabarro. Ambos foram responsáveis por levar a guerra contra o império para a província de Santa Catarina, fundando lá a República Juliana, em julho de 1839."<br>"A República Juliana, no entanto, teve curta duração, pois essa região foi retomada pelo governo imperial em novembro do mesmo ano. A Guerra dos Farrapos, apesar da sua longa duração e da sua extensão para outra província do Sul do Brasil, teve, em geral, combates de baixa intensidade. Isso é perceptível, pois, ao longo de 10 anos, cerca de três mil pessoas morreram (a Cabanagem, por exemplo, em cinco anos, resultou em 30 mil mortos).<br><br>Um ponto importante é que não há consenso entre os historiadores sobre se os farrapos queriam de fato separar-se do Brasil ou se apenas queriam garantir mais autonomia para sua província. Outro ponto que merece ser considerado é que a luta dos farrapos não contou com o apoio de toda a população gaúcha (a cidade de Porto Alegre, por exemplo, não os apoiou), pois, conforme afirma Boris Fausto:<br><br>[…] a revolta não uniu todos os setores da população gaúcha. Ela foi preparada por estancieiros da fronteira e algumas figuras da classe média das cidades, obtendo apoio principalmente nesses setores sociais. Os charqueadores que dependiam do Rio de Janeiro — maior centro consumidor brasileiro de charque e de couros — ficaram ao lado do governo central|1|.<br><br>Os combates concentraram-se em confrontos de cavalaria, dos quais pode-se destacar a vitória dos farrapos na Batalha de Seival. No entanto, à medida que a reação imperial consolidava-se, os farrapos perderam força e partiram para a guerra de guerrilha. O professor e jornalista gaúcho Juremir Machado da Silva afirma que os farrapos assumiram essa estratégia a partir de 1842, quando, segundo ele, o conflito já estava liquidado a favor do Império Brasileiro|2|.<br><br>Para conter a revolta na província do Rio Grande do Sul, o governo brasileiro nomeou Luís Alves de Lima e Silva, o Barão de Caxias (futuro Duque de Caxias). A ação de Caxias à frente de 12 mil homens foi muito eficiente, pois conseguiu sufocar os farrapos com ações militares estratégicas e, com a diplomacia, levá-los à negociação.<br><br>Acesse também: Quantos golpes houve no Brasil desde a independência?<br><br>Fim da Guerra dos Farrapos<br>A paz foi assinada no Tratado de Poncho Verde, em que os farrapos colocaram fim na revolta e, na condição de derrotados, aceitaram os termos propostos pelo governo.<br><br>O acordo realizado entre o governo brasileiro e os farrapos estipulou:<br><br>Taxação em 25% sobre o charque estrangeiro;<br><br>Anistia para os envolvidos com a revolta;<br><br>Incorporação dos militares dos farrapos ao exército imperial, mantendo sua patente;<br><br>Os provincianos teriam direito de escolher o próprio presidente de província (entretanto, isso não foi cumprido);<br><br>Os escravos que lutaram do lado dos farrapos seriam alforriados (item também não cumprido).<br><br>Acesse também: 15 de novembro – dia de comemoração da Proclamação da República<br><br>Os farrapos eram abolicionistas?<br>Os historiadores sabem atualmente que, ao lado dos farrapos, houve grande participação de escravos e negros libertos. Tal participação ocorreu pela habilidade de muitos deles em funções importantes. No entanto, muitos desses escravos também aderiram à luta dos estancieiros por (falsas) promessas de liberdade que lhes haviam sido feitas.<br><br>A revolta realizada pelos farrapos não era um movimento de caráter abolicionista, uma vez que muitos dos estancieiros e charqueadores possuíam uma grande quantidade de trabalhadores escravos, e, portanto, para eles a abolição não era economicamente viável. Havia, sim, farrapos que defendiam o abolicionismo, mas o movimento em si não tinha em sua pauta promover a abolição da escravidão, caso fossem vitoriosos.<br><br>Essa questão é elucidada principalmente por Juremir Machado da Silva, que afirma que parte da Guerra dos Farrapos foi financiada com a venda de escravos no Uruguai|3|. Outra grande polêmica que divide a historiografia foi o acontecimento da Batalha de Porongos, em 14 de novembro de 1844.<br><br>A Batalha de Porongos aconteceu durante as negociações de paz, e, nela, o grupamento de lanceiros negros das tropas de David Canabarro foi atacado supostamente de surpresa pelas tropas imperiais lideradas por Moringue. No entanto, alguns historiadores apontam evidências de que esse ataque tenha sido acordado entre os líderes farrapos e o governo.<br><br>Esse ataque, segundo essa interpretação, foi a forma de colocar fim em uma polêmica que emperrava as negociações, uma vez que o governo imperial negava-se a conceder a liberdade para os escravos fugidos que haviam aderido à revolta, pois isso seria um precedente que poderia incentivar fugas e revoltas de escravos em outras partes do Brasil. O “ataque surpresa” tinha o objetivo de liquidar os negros e foi, então, a forma encontrada para lidar com essa questão."<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 20:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>1840: GOLPE DA MAIORIDADE</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>D.Pedro II assume o trono com 15 anos de idade.</div>]]></description>
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         <title>Revolução Praieira (1848-1850)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Revolução Praieira ocorreu de 1848 a 1850 e foi motivada pelas disputas entre os praieiros e os conservadores. Os principais combates travados nessa revolução aconteceram no interior da província de Pernambuco, embora um grande ataque tenha sido liderado por Pedro Ivo contra Recife. Os praieiros saíram derrotados, e os conservadores permaneceram no poder."<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 21:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>LEI DE Bill Aberdeen (1845)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estabelecia que que a Inglaterra poderia prender ou bombardear qualquer navio negreiro que fosse em direção ao Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-07 21:03:32 UTC</pubDate>
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         <title>1695: Descoberta de ouro no Brasil</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-03 20:43:56 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra dos Mascates (1709-1714)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Local: Pernambuco.&nbsp;<br>Senhores de engenho de Olinda contra os comerciantes de Recife, que eram chamados de "mascates".<br>Causas: Disputa entre Olinda, que detinha o poder político, e Recife, detentora do poder econômico, pelo domínio de Pernambuco.<br>Resultado: Recife torna-se independente de Olinda, subindo a categoria de Vila.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 12:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta de Beckman (1684)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Local: São Luiz, Maranhão.<br>Contexto: A partir de 1650, com a expulsão dos Holandeses do Nordeste brasileiro, a província do Maranhão entrou em declínio devido à crise econômica que se instalou, em função da carência de mão de obra escrava, bem como de abastecimento e escoamento de produtos.<br>Motivo:Descontentamento contra a Companhia de Comércio do Maranhã<br>Líderes: Irmãos Manuel e Tomás Beckman (líderes do movimento).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 12:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>União Ibérica (1580-1640)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O rei de Portugal havia morrido e não deixado descendentes. Como herdeiro mais próximo, havia o rei da Espanha, quem logo assumiu o trono português resultando na união das coroas de Portugal e Espanha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 12:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aclamação de Amador Bueno (1641)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contexto: Final da União Ibérica (1580-1640). Em 1640, Portugal se liberta da Espanha mas está com grandes dívidas. Solução: extrair riquezas no Brasil.<br>Local: São Paulo<br>Descrição:Os bandeirantes e senhores de engenhos estavam preocupados com o retorno português, pois dificultaria o processo de escravizar os indígenas por conta dos jesuítas.&nbsp;</div><div>Os paulistas também estavam preocupados na possibilidade de interrupção do comércio com os espanhóis no Rio do Prata (atual Uruguai).<br>**•Amador Bueno da Ribeira é elegido o capitão-mor. Porém, ele renuncia essa posição de liderança.<br>***A Revolta fracassa</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 12:59:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guerra dos emboabas (1708-1709)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Local: Minas Gerais<br>Emboabas significava "forasteiros".<br>Bandeirantes x Emboabas.<br>Objetivo: lutar pela exclusividade pelo uso das terras que haviam o ouro descoberto pelos paulistas.<br>Líder: Manoel de Borba Gato&nbsp;<br>Resultado: As terras de ouro em Minas ficou nas mãos dos emboabas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta de Filipe dos Santos (1720)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>•Local: Vila Rica (Ouro Preto)/MG<br>•Descobertas de ouro em Minas Gerais = Grande fluxo migratório;</div><div>•Fiscalismo: Portugal quer fiscalizar a extração de ouro em MG<br>-Criação da casa de fundição: o ouro era derretido, formava uma barra e logo recebia um carimbo para provar que pertencia a Coroa portuguesa;</div><div>-Filipe do Santos é o líder;</div><div>-O movimento exigia menos impostos, fim do monopólio (de apenas uma empresa dominar os preços do ouro, do sal, do gado, etc) e barrar a construção das casas de fundição.<br>-As exigências serão feitas ao Conde de Assumar = o Conde promete atender os requisitos, PORÉM, dois dias depois o Conde manda 1500 homens tomarem conta da cidade e tacar fogo na casa dos líderes.</div><div>-Filipe dos Santos é enforcado.</div><div>-Depois dessa revolta, Portugal decidiu separar o território, gerando São Paulo e Minas Gerais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:04:58 UTC</pubDate>
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         <title>Inconfidência Mineira (1789)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento foi liderado por membros da elite mineira, incluindo proprietários de terras, militares, clérigos e profissionais liberais. Entre os inconfidentes mais conhecidos estão Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Tomás Antônio Gonzaga, poeta e advogado, e Cláudio Manuel da Costa, poeta e advogado.<br>Os inconfidentes se inspiraram nas ideias iluministas e na independência das Treze Colônias Inglesas na América do Norte para planejar um levante contra o domínio português. Entre suas propostas estavam a criação de uma república independente, a instauração de uma universidade, a formação de uma milícia cidadã, a libertação dos escravos nascidos no Brasil e a criação de manufaturas.</div><div>O plano dos inconfidentes nunca foi concretizado, pois em 1789, antes que pudessem agir, o movimento foi delatado por Joaquim Silvério dos Reis, um dos participantes, em troca do perdão de suas dívidas com a Coroa. Os inconfidentes foram presos, julgados e condenados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:08:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conjuração Baiana (1798)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Também conhecida como Revolta dos Alfaiates, a Conjuração Baiana foi uma revolta social de caráter popular, que ocorreu na Bahia em 1798. Recebeu uma importante influência dos ideais iluministas da Revolução Francesa. Além de ser emancipacionista, defendeu importantes mudanças sociais e políticas na sociedade.&nbsp;<br><strong>As causas principais foram:</strong></div><div>- Insatisfação popular com o elevado preço cobrado pelos produtos essenciais, entre eles os alimentos. Além disso, muitas pessoas reclamavam da carência de determinados alimentos.</div><div>- Forte insatisfação com o domínio de Portugal sobre o Brasil. O ideal de independência estava presente em vários setores da sociedade baiana<br><strong>Principais objetivos:</strong></div><div>- Defendiam a emancipação política do Brasil, ou seja, o fim do pacto colonial com Portugal.</div><div>- Defendiam a implantação da República.</div><div>- Queriam liberdade comercial no mercado interno e também no comércio exterior.</div><div>- Desejavam liberdade e igualdade entre as pessoas. Portanto, eram amplamente favoráveis à abolição dos privilégios sociais e da escravidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 13:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra do Paraguai (1864-1870)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2669134254</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Guerra do Paraguai</strong> foi um conflito que aconteceu de 1864 a 1870 e colocou Brasil, Uruguai e Argentina como aliados contra o Paraguai. A guerra foi causada pelos diferentes interesses que existiam entre as nações platinas na segunda metade do século XIX. O estopim para o início desse conflito, na visão paraguaia, deu-se quando o Brasil invadiu o Uruguai para lutar contra os <em>blancos</em>.</p><p>Na ótica brasileira, o estopim do conflito ocorreu quando os paraguaios aprisionaram uma embarcação brasileira — o vapor Marquês de Olinda. Em dezembro de 1864, os paraguaios atacaram o Mato Grosso, e, em maio, Argentina, Brasil e Uruguai aliaram-se por meio do Tratado da Tríplice Aliança. O Paraguai foi oficialmente derrotado, e Solano López foi morto em março de 1870.</p><p>As causas da Guerra do Paraguai concentravam-se, principalmente, na década de 1860, quando os diferentes interesses defendidos pelos governos paraguaio e brasileiro levaram a desentendimentos que fizeram o Paraguai atacar o Brasil. Esses desentendimentos intensificaram-se a partir da posse de <strong>Francisco Solano López</strong> como ditador do Paraguai, em 1862.</p><p>Essa guerra causou graves consequências tanto para o Brasil quanto para o Paraguai.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 18:41:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cangaço (1870-1930)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2669342739</link>
         <description><![CDATA[<p>O Cangaço foi um fenômeno que se intensificou entre as décadas de 1920 e 1930 no interior do nordeste brasileiro, envolvendo grupos de bandoleiros, conhecidos como cangaceiros. Esse fenômeno deixou um impacto duradouro na cultura nordestina.</p><p>Esses bandos buscavam a sobrevivência no sertão nordestino. As ações dos cangaceiros colocavam-se contra as desigualdades econômicas latentes na região, agravadas pela escassez decorrente da seca e a falta de oportunidades. Essas condições deixaram muitos em uma situação de miséria. Lampião e Maria Bonita foram duas lideranças do movimento. Lampião, estrategista notório, liderava o grupo, enquanto Maria Bonita desafiava os estereótipos de gênero ao integrar-se ao cangaço; • O cangaço envolvia a prática de atividades como saques, combates e deslocamentos constantes. Em resposta à violência associada aos cangaceiros, o governo realizou ações militares para reprimir o movimento. Em 1938 Lampião foi morto em um confronto com as forças governamentais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 00:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>1888: Lei Auréa</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lei que decreta a abolição da escravidão do Brasil</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 00:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>1850: LEI DE TERRAS</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2727164036</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi a primeira iniciativa no sentido de organizar a propriedade privada no Brasil. Até então, não havia nenhum documento que regulamentasse a posse de terras e com as modificações sociais e econômicas pelas quais passava o país, o governo se viu pressionado a organizar esta questão.<br>Chegavam ao país os primeiros trabalhadores imigrantes. Era a transição da mão de obra escrava para assalariada. Senão houvesse uma regulamentação e uma fiscalização do governo, de empregados, estes estrangeiros se tornariam proprietários, fazendo concorrência aos grandes <a href="https://www.infoescola.com/agricultura/latifundio/">latifúndios</a>.<br>Ficou estabelecido, a partir desta data, que só poderiam adquirir terras por compra e venda ou por doação do Estado. Não seria mais permitido obter terras por meio de posse, a chamada <a href="https://www.infoescola.com/direito/usucapiao/">usucapião</a>. Aqueles que já ocupavam algum lote receberam o título de proprietário. A única exigência era residir e produzir nesta localidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 22:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>1889: PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2727164946</link>
         <description><![CDATA[<p>Causas: militares insatisfeitos com "com salários e com a carreira, além de eles exigirem o direito de manifestar suas posições políticas (algo que tinha sido proibido pela monarquia). Havia também descontentamento entre elites emergentes com a sub-representação na política da monarquia.</p><p>Grupos na sociedade começavam a exigir maior participação pela via eleitoral. A questão abolicionista também somou forças ao movimento republicano. Esses grupos se uniram em um golpe que derrubou a monarquia e expulsou a família real do Brasil.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-30 23:01:56 UTC</pubDate>
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         <title>1500: 1° Missa celebrada no Brasil.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2865189560</link>
         <description><![CDATA[<p>Dias depois da Armada de Cabral chegar em Porto Seguro, celebra-se a primeira missa no Brasil, cantada por frei Henrique, franciscano, em 26 de abril.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 12:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>1517- A Reforma de Lutero</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2865194407</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Alemanha, o agostiniano Martinho Lutero afixa suas 95 teses na catedral de Wittemberg, deflagrando o que seria a Reforma protestante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:02:25 UTC</pubDate>
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         <title>1534: Criação da Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loyola.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2865196762</link>
         <description><![CDATA[<p>A função da Companhia era de espalhar a fé católica aos quatro cantos do mundo. Isto era uma resposta a Reforma protestante de Lutero, que fez com que o catolicismo perdesse espaço na Europa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:04:35 UTC</pubDate>
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         <title>1545:Inicia-se o Concílio de Trento, que se prolongaria até 1563, marco da Contra-Reforma ou Reforma católica da Igreja de Roma.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>1549:Chegam ao Brasil os primeiros jesuítas, junto à comitiva do primeiro governador-geral, Tomé de Souza, liderados por Manuel da Nóbrega, primeiro provincial dos inacianos no Brasil.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:07:48 UTC</pubDate>
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         <title>1578</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Morre D. Sebastião, rei de Portugal, na batalha de Alcácer Quibir, abrindo caminho à ascensão de Felipe II de Espanha ao trono português. O inconformismo lusitano com o desaparecimento do jovem rei dá origem ao fenômeno do sebastianismo, cujos ecos messiânicos se fariam ouvir no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>1591</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chega ao Nordeste a Primeira Visitação do Santo Ofício, que atuaria na Bahia, Pernambuco, Itamaracá e Paraíba até 1595, confiada a Heitor Furtado de Mendonça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:12:39 UTC</pubDate>
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         <title>1597</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Morre José de Anchieta, principal jesuíta do Brasil no século XVI, autor deinúmeros autos de catequese e da primeira gramática da língua tupi, a quechamou de “língua geral”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:13:23 UTC</pubDate>
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         <title>1618</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segunda visitação do Santo Ofício ao Brasil, restrita à Bahia e confiada aovisitador Marcos Teixeira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:14:02 UTC</pubDate>
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         <title>1630</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Vitória dos flamengos e início da dominação holandesa em Pernambuco que se prolongaria até 1654. Sob a dominação holandesa, judeus de Amsterdã seriam autorizados a viver em Pernambuco, onde fundariam a primeira sinagoga no Brasil, convivendo com católicos e calvinistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>1717</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Três pescadores da vila de Guaratinguetá encontram no rio Paraíba uma imagem da Virgem da Conceição, que fica conhecida como Nossa Senhora Aparecida.</p>]]></description>
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         <title>1759 O marquês de Pombal decreta a expulsão dos jesuítas dos domínios de Portugal. Cerca de 550 inacianos deixam o Brasil no ano seguinte.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:20:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1763</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2865223011</link>
         <description><![CDATA[<p>Última visitação do Santo Ofício ao Brasil, circunscrita ao Grão Pará,confiada ao visitador Geraldo José de Abranches e prolongada até 1769.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-29 13:24:54 UTC</pubDate>
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         <title>1534: Criação das Capitanias Hereditárias</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2880486297</link>
         <description><![CDATA[<p>As Capitanias Hereditárias foram um sistema de administração territorial criado pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534. Esse sistema consistia em dividir o território brasileiro em grandes faixas e entregar a administração para particulares (principalmente nobres com relações com a Coroa Portuguesa).&nbsp;</p><p>&nbsp;O objetivo de D. João III com tal estratégia era de colonizar o Brasil, evitando, assim, invasões estrangeiras. Ganharam o nome de Capitanias Hereditárias, pois eram passadas de pai para filho (de forma hereditária).&nbsp;</p><p>Aqueles que recebiam as terras eram chamados de donatários e tinham como missão colonizar, proteger e administrar o território. Por outro lado, tinham o direito de explorar os recursos naturais (madeira, animais, minérios, etc.).&nbsp;</p><p>Somente duas capitanias deram certo: São Vicente e Pernambuco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-12 02:38:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1549:A administração dos governos-gerais.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2880491016</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, o Brasil havia sido dividido em capitanias hereditárias para a realização de povoamento e proteção da colônia por invasores. Porém isto não deu certo.</p><p>O governo português resolveu então implementar o sistema do governo geral, onde um governador, indicado pelo rei, era responsável pelo comando.</p><p>A nova forma de administração possibilitou a criação de outras funções, tais como ouvidor-mor (área judicial), alcaide-mor (administração e questões militares) e provedor-mor (área financeira).</p><p>O primeiro governador foi <strong>Tomé de Souza (1549 -1553).</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-12 02:50:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>República da Espada (1889-1894)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2922105987</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:04:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Governo de Marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2922108328</link>
         <description><![CDATA[<p>Deodoro teve dois momentos em seu governo: o provisório e o Constitucional.</p><p><br/></p><p>A fase constitucional do governo de Deodoro da Fonseca foi resultado da promulgação de uma nova Constituição para o Brasil. Essa Constituição, por sua vez, foi resultado da formação de uma Assembleia Constituinte, que tomou posse em dezembro de 1890 e era formada por membros da elite econômica do país e por alguns membros da classe média.</p><p>A Constituinte acabou redigindo a <strong>nova Constituição</strong> do Brasil, e sua <strong>promulgação</strong> aconteceu em <strong>fevereiro</strong> <strong>de</strong> <strong>1891</strong>. A nova Constituição trazia modificações sensíveis para o país – em relação ao período monárquico – e refletia o caráter excludente dos interesses das elites que governavam o país.</p><p>Com a Constituição, foi determinado que o país seria uma <strong>república</strong> <strong>presidencialista,</strong> com mandato presidencial de quatro anos sem direito à reeleição; o <strong>sufrágio universal masculino</strong> foi determinado, mas os analfabetos foram excluídos; houve a <strong>separação</strong> <strong>oficial</strong> <strong>entre</strong> <strong>Igreja</strong> <strong>e</strong> <strong>Estado,</strong> e o <strong>federalismo</strong> foi implantado, trazendo certa autonomia para os estados brasileiros.</p><p>Uma vez promulgada a nova Constituição, foi realizada eleição presidencial indireta. Os parlamentares votaram separadamente para presidente e vice-presidente. Os candidatos foram, para presidente, Deodoro da Fonseca e Prudente de Morais; para vice-presidente, Eduardo Wanderkolk (apoiado por Deodoro) e Floriano Peixoto (apoiado por Prudente).</p><p>Os eleitos foram <strong>Deodoro</strong> <strong>da</strong> <strong>Fonseca</strong>, com 129 votos, e <strong>Floriano</strong> <strong>Peixoto,</strong> com 153 votos. Isso marcou o início do governo constitucional de Deodoro, mas essa fase durou só até novembro, uma vez que os crescentes <strong>desentendimentos</strong> do presidente com o Legislativo acabaram minando sua posição, fazendo com que ele ficasse sem apoio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:08:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Governo de Floriano Peixoto (1891-1894)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2922111310</link>
         <description><![CDATA[<p>Conhecido como o "Marechal de Ferro", Floriado era o vice de Deodoro da Fonseca e assumiu assim que ele renunciou a presidência.</p><p>Floriano deveria fazer novas eleições, porém ele ignorou essa premissa da constituição e terminou o mandato que seria de Deodoro. </p><p>Seu governo foi marcado por duas revoltas: Revolta da Armada e a Revolução Federalista.</p><p>Depois que o prazo de seu governo deu, ele realizou novas eleições, elegendo o primeiro civil como presidente e dando início a República das Oligarquias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:14:38 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Federalista</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Revolução Federalista foi resultado das <strong>brigas internas</strong> que eram travadas entre as oligarquias do estado do Rio Grande do Sul. Desde a Proclamação da República, existia uma disputa política intensa pelo controle desse estado. De um lado, estava o <strong>Partido Republicano Rio-grandense</strong>, liderado por <strong>José</strong> <strong>de</strong> <strong>Castilhos,</strong> do outro, estava o <strong>Partido</strong> <strong>Federalista</strong>, liderado por <strong>Gaspar</strong> <strong>Silveira</strong> <strong>Martins</strong>.</p><p>A disputa pelo poder fez com que os federalistas formassem tropas (contavam também com soldados uruguaios) e invadissem o Rio Grande do Sul, no começo de 1893, com cerca de três mil homens. O objetivo era <strong>derrubar José de Castilhos</strong> e o Partido Republicano Rio-Grandense da presidência estadual.</p><p>Floriano Peixoto enviou tropas ao Rio Grande do Sul para que elas defendessem o governo de José de Castilhos naquele estado. Ao longo de 1893, os federalistas conquistaram importantes vitórias e começaram a conquistar território no país. Eles conseguiram conquistar Santa Catarina e Paraná.</p><p>Em Lapa, os federalistas conquistaram uma dura vitória que teve graves consequências. Essa derrota mobilizou mais ainda as tropas do governo de Floriano e enfraqueceu os federalistas que, a partir de então, começaram a perder território. Em <strong>Santana</strong> <strong>do</strong> <strong>Livramento</strong>, aconteceu a última batalha, e, depois dela, os federalistas restantes fugiram. Floriano Peixoto e José de Castilhos venceram.</p><p>Estima-se que esse conflito tenham causado a <strong>morte de 10 mil pessoas</strong>, marcando esse evento, até hoje, como a pior guerra civil da história do Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta da Armada</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A insatisfação da Marinha com o governo de Floriano Peixoto deu início, em 1893, a uma segunda revolta dessa corporação das Forças Armadas (a primeira tinha sido contra Deodoro da Fonseca). Dessa vez, membros da Marinha, como <strong>Eduardo</strong> <strong>Wandenkolk</strong> e <strong>Custódio</strong> <strong>de</strong> <strong>Melo,</strong> lideraram uma rebelião contra o Governo Federal, apontaram os canhões das embarcações contra o Rio de Janeiro e bombardearam a cidade durante semanas.</p><p>Iniciado em setembro de 1893, esse motim estendeu-se até março de 1894. O presidente Floriano Peixoto contou com o <strong>apoio da marinha norte-americana</strong> para romper o cerco marítimo que os rebeldes impuseram sobre o litoral da capital. A falta de apoio fez com que os revoltosos da Armada começassem a sofrer. Com isso, eles encerraram o cerco no Rio de Janeiro e juntaram-se a outro movimento que acontecia no Sul do Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:20:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>República das Oligarquias (1894-1930)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chama-se República Oligárquica o <strong>período da História do Brasil marcado pela alternância de poder entre as oligarquias cafeeiras de Minas Gerais e São Paulo, entre os anos de 1894 e 1930</strong>. Se trata, portanto, de quase todo período da Primeira República no Brasil. Oligarquia significa “governo de poucos”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 20:23:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Governo de Prudente de Morais (1894-1898)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2925887770</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois que Floriano terminou seu governo, foi realizado eleições em que foi elegido o primeiro presidente civil, dando início a República das Oligarquias</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 00:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em 1914 a 1918 ocorre a I Guerra Mundial</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2925899993</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 00:23:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>De 1939 a 1945 ocorre a II Guerra Mundial.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2925904026</link>
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         <pubDate>2024-03-20 00:26:37 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra de Canudos (1896 e 1897)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em poucos anos, uma multidão de peregrinos começou a circundar a figura de Antônio Conselheiro, o que acabou tornando-se uma organização político-religiosa, paralela à República e à Igreja. O primeiro assentamento dessa organização chamou-se <strong>Arraial de Bom Jesus</strong> (hoje, Crisópolis, na Bahia), nos anos finais do Império. Ainda nessa época (do Império) começaram as primeiras preocupações com Conselheiro, tanto por parte do Estado quanto por parte da Igreja. Quando, mais tarde, houve a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/proclamacao-republica-no-brasil.htm"><strong>Proclamação da República</strong></a> e a instalação do regime federativo, Conselheiro já havia organizado o <strong>Arraial de Canudos</strong>, também na Bahia, que contava com cerca de 25.000 pessoas. O Arraial, que também contava com jagunços bem armados, passou a ser visto como uma afronta.</p><p>A guerra ocorre por conta de um incidente envolvendo a compra de madeira na qual os membros do Arraial haviam pagado a madeira mas não a tinham recebido.</p><p>Esta revolta é caracterizada pelo seu caráter messiânico e ocorreu no sertão da Bahia. Foram necessárias 4 investidas do exército para acabar com o Arraial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 00:14:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1908: O navio Kasato Maru chega ao Brasil com os primeiros imigrantes japoneses.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <pubDate>2024-03-21 00:16:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>II Reinado (1840-1889)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <pubDate>2024-03-21 00:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>1912: Nasce Luiz Gonzaga</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <pubDate>2024-03-23 19:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Semana de Arte Moderna de 1922</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Expoentes da elite artística brasileira abriram as portas do Theatro Municipal de São Paulo para apresentar as ideias e os preceitos modernistas. O saguão ganhou uma exposição de pintura e escultura, com criações de <strong>Anita Malfatti</strong>, <strong>Di Cavalcanti</strong> e <strong>Victor Brecheret</strong>. As obras, que rompiam com os padrões estéticos vigentes à época e buscavam inserir o vanguardismo no Brasil, chocaram o público.</p><p>Como todo e qualquer movimento que promove mudanças, a Semana de Arte Moderna de 1922 não passou ilesa por uma série de vaias e críticas. Parte da plateia ficou chocada com a ausência de formalismo e com a ruptura com linguagens e estéticas tradicionais e acadêmicas.</p><p>As pinturas e esculturas tinham forte influência das vanguardas europeias como o cubismo, o surrealismo e o expressionismo, ao mesmo tempo em que valorizavam a identidade e a cultura brasileira; os escritores apresentaram poemas e textos cheios de ironia e com linguagem coloquial; a música misturava o erudito ao popular, incluindo ritmos africanos.</p><p>Os artistas também pregavam a liberdade de expressão e faziam uso de uma linguagem coloquial.&nbsp; Tanta contemporaneidade e experimentação irritou uma parcela do público.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-25 00:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>1871-1914: Belle Époque </title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 00:26:03 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta da Vacina (1904)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foram apenas cinco dias, mas marcaram a história da saúde pública no Brasil. No início de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco da maior revolta urbana que já tinha sido vista na cidade. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.fiocruz.br/noticia/revolta-da-vacina-2">A Revolta da Vacina deixou um saldo de 945 prisões, 110 feridos e 30 mortos, segundo o Centro Cultural do Ministério da Saúde. </a>O estopim da rebelião popular foi uma lei que determinava a obrigatoriedade de vacinação contra a varíola. Mas havia um complexo e polêmico panorama social e político por trás da revolta, e diferentes fatores ajudam a explicar melhor os protestos.</p><p>Dados do Instituto Oswaldo Cruz mostram que, naquele ano, uma epidemia de varíola atingiu a capital. O Rio de Janeiro, aliás, sofria com várias outras doenças (como peste bubônica, tuberculose e febre amarela) e era conhecido no exterior pelo nada elogioso apelido de “túmulo dos estrangeiros”. Só em 1904, cerca de 3.500 pessoas morreram na cidade vítimas da varíola, e chegava a 1.800 o número de internações pela enfermidade apenas em um dos hospitais cariocas, o Hospital São Sebastião.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 00:35:08 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta da Chibata (1910)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 00:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Governo de Campos Sales (1898-1902)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 00:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Governo de Rodrigues Alves (1902-1906)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 00:42:21 UTC</pubDate>
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         <title>Governo de Afonso Pena (1906-1909)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <pubDate>2024-04-03 00:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>O Contestado (1912-1916)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Contestado, ou Guerra do Contestado, foi um conflito que ocorreu entre 1912 e 1916 no Brasil. Ele ocorreu na região de fronteira entre Santa Catarina e o Paraná e foi motivado por problemas sociais e econômicos, disputas de terras e tensões entre classes sociais decorrentes de uma situação de desigualdade; • Nesse contexto, emergiram discursos e práticas religiosas promovidas por pregadores locais. Um desses líderes notáveis ficou conhecido como "monge" José Maria, um ex-soldado do exército, católico, curandeiro e monarquista. José Maria acreditava na volta de um messias que traria melhorias nas condições de vida para a comunidade;</p><p>O governo teve um papel importante na situação, preocupando-se em realizar esforços militares para conter o conflito. As consequências desse conflito impactaram diretamente a população local, e as ações militares para conter a revolta acarretaram ainda mais dificuldades para as pessoas da região.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 12:56:18 UTC</pubDate>
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         <title>A Revolta dos 18 do Forte de Copacabana (1922)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-04 00:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>GREVE GERAL DE 1917</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2951667923</link>
         <description><![CDATA[<p>Movimento paredista que se alastrou na maior parte, e notadamente na primeira quinzena, do mês de julho de 1917, na capital paulista e nos municípios próximos, com a participação complexiva de mais de 50 mil trabalhadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 22:40:47 UTC</pubDate>
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         <title>NILO PEÇANHA (1909-1910)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2961945077</link>
         <description><![CDATA[<p>Nilo Peçanha (1867-1924) foi um político brasileiro. Foi vice-presidente de Afonso Pena. Após a morte deste assumiu a presidência da República, permanecendo no poder entre 1909 e 1910. Foi o 7.º presidente da República.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 13:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>HERMES DA FONSECA (1910-1914)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/2961951922</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Hermes Rodrigues da Fonseca</strong> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Gabriel_(Rio_Grande_do_Sul)">São Gabriel</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/12_de_maio">12 de maio</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1855">1855</a> – <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Petr%C3%B3polis">Petrópolis</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_setembro">9 de setembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1923">1923</a>) foi um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Militar">militar</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtico">político</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a> entre 1910 e 1914.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hermes_da_Fonseca#cite_note-UOL_-_Educa%C3%A7%C3%A3o2-1"><sup>[1]</sup></a> Foi o primeiro gaúcho a ser eleito presidente da República.</p><p>Sobrinho do marechal <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Deodoro_da_Fonseca">Deodoro da Fonseca</a>, 1.º <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_do_Brasil">presidente do Brasil</a>, do general <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Severiano_da_Fonseca">João Severiano da Fonseca</a>, Patrono do Serviço de Saúde do Exército, e filho do marechal <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hermes_Ernesto_da_Fonseca">Hermes Ernesto da Fonseca</a> e de Rita Fernandes Barbosa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 13:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Constitucionalista de 1932</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3048996104</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Antecedentes</strong><br>A Revolução Constitucionalista de 1932 se relaciona diretamente com seus antecedentes políticos imediatos. O Brasil vivia uma enorme agitação em razão da Revolução de 1930, que alçou Getúlio Vargas ao poder.<br>As medidas de Vargas visavam reduzir a influência das oligarquias regionais sob os estados. Dissolvidos os Legislativos e Executivos locais, nomearam-se interventores federais para cada unidade da federação.<br>Os interventores, por vezes, se desentendiam com os contextos locais - e justamente desse descontentamento nascem as distensões que levaram à revolta dos paulistas.<br><br><strong>Os partidos paulistas</strong><br>A Revolução de 1930 contou com apoio de setores da política paulista. Em 1926, fundou-se o Partido Democrático (PD), uma agremiação que havia se formado a partir de uma cisão do tradicional Partido Republicano Paulista (PRP). "O Partido Democrático foi de curta duração e representava uma elite burguesa urbana, em contradição às oligarquias do café", afirma Wesley Santana, professor do Centro de Educação, Filosofia e Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.<br>Francisco Morato, líder do PD, esperava ser escolhido como interventor de São Paulo. Getúlio Vargas, no entanto, nomeou João Alberto Lins de Barros como interventor. Os paulistas, com o tempo, passaram a se desentender com João Alberto, que acabou demitido em 1931. Outros dois interventores foram nomeados para a gestão do Estado, mas ambos não se entenderam com o PD.<br>Chega-se, assim, em fevereiro de 1932, com a formação da Frente Única Paulista (FUP), uma coalizão entre PD e PRP. A FUP exigia a constitucionalização do país e uma maior autonomia para São Paulo, com a nomeação de um interventor civil e paulista.<br><br><strong>O movimento persiste</strong><br>Vargas, em resposta, criou uma comissão encarregada de elaborar o anteprojeto de Constituição, marcou eleições constituintes para o ano seguinte, 1933, e designou o paulista e civil Pedro de Toledo para a interventoria de São Paulo. Ainda assim, o movimento da FUP continuou sua articulação. Para Wesley, a FUP seguiu na oposição ao regime getulista em razão do complicado contexto político da época.<br>"A negociação com Vargas não era fácil. Havia um clima muito tenso no Brasil, pela formação da Aliança Libertadora Nacional, com Prestes, e da Ação Integralista Brasileira, de Plínio Salgado", destaca o professor. "As forças políticas vinham se organizando e a elite econômica de São Paulo fez o mesmo."<br><br><strong>O 23 de maio</strong><br>A tensão chegou ao ponto máximo em 23 de maio, quando quatro estudantes de Direito morreram em um confronto entre constitucionalistas e partidários do Governo Federal. Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, vítimas do conflito, tornaram-se símbolo do movimento contra Getúlio. Surge, com o incidente, o acrônimo MMDC.<br>A partir de então, além da articulação política, as tropas estaduais passam a se fortalecer por meio de campanhas de incentivo ao alistamento e à arrecadação de fundos. Uma campanha publicitária de sucesso foi a intitulada "Ouro para o Bem de São Paulo", na qual se incentivava a doação de joias e utensílios de metais preciosos para o financiamento das tropas estaduais.<br>"O movimento foi forte", destaca o professor Wesley. "Em meses, o MMDC deixou de ser uma sigla, um estopim, para se tornar uma milícia. Só na cidade de São Paulo, eram 5 mil soldados". Em 9 de julho, com o acirramento das tensões, estoura a revolta armada.<br><br><strong>Problemas estratégicos</strong><br>Os empecilhos aos paulistas foram de natureza estratégica. As tropas varguistas estavam mais bem preparadas e São Paulo não recebeu os apoios estimados de outros estados da federação. Os paulistas chegaram a resistir por três meses, mas o isolamento levou à rendição em 2 de outubro.<br>Não antes, claro, de embates intensos nos fronts da guerra, sobretudo no Vale do Paraíba, região de posicionamento estratégico e próxima à fronteira com outros estados - inclusive, do Rio de Janeiro, então capital federal. Há um papel de destaque para o município de Cruzeiro, cidade que recebe, por meio de lei estadual, o título honorário de "Capital Estadual da Revolução Constitucionalista de 1932".<br>"O problema da Revolução Constitucionalista não foi dinheiro", pontua Santana. "Dinheiro sobrou, e os fundos foram destinados para a construção de um prédio no centro de São Paulo e da Santa Casa de Misericórdia".<br><br><strong>Resultados e significados da Revolução</strong><br>Há interpretações difusas sobre o sentido histórico da Revolução de 1932. Entre historiadores, não há consenso a respeito da interpretação mais apropriada sobre o tema.<br>Segundo alguns, tratou-se efetivamente de um movimento constitucionalista, de inspiração liberal-democrática; para outros, o levante teria sido uma revanche das oligarquias cafeeiras derrotadas em 1930; há, ainda, quem interprete o conflito pela chave do separatismo paulista.<br>"Seja como for", pondera Wesley, o movimento "não foi à toa". Foi muito importante para os paulistas e para o Brasil. "Os paulistas passaram a ter uma moeda de troca. Tanto que Armando Salles, que veio a ser o próximo interventor, era da elite paulista".<br>No ano seguinte, em 1933, houve, de fato, uma eleição para a Assembleia Constituinte e, em 1934, é promulgada uma nova Constituição brasileira. Consideram-se esses os resultados mais relevantes da Revolução de 1932. Seus defensores, assim, reiteram o mote de um movimento "militarmente derrotado, mas política e moralmente vitorioso".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-09 13:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução de 1930</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3049248244</link>
         <description><![CDATA[<p>A Revolução de 1930 foi uma <strong>revolta armada organizada pelas oligarquias de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba contra o governo vigente</strong>. Essa revolta armada ocorreu por insatisfações das três oligarquias citadas com o domínio excessivo dos paulistas sobre a política.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-09 23:28:07 UTC</pubDate>
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         <title>Era Vargas: governo provisório (1930-1934)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3049249571</link>
         <description><![CDATA[<p>Getúlio Vargas assumiu a presidência do Brasil após a Revolução de 1930 e, durante a fase provisória, tomou medidas centralizadoras e ampliou a burocracia do país.</p><p>Getúlio Vargas assumiu a presidência do Brasil após a <strong>Revolução de 1930</strong> destituir <strong>Washington</strong> <strong>Luís</strong> do poder. Essa revolução foi resultado das disputas oligárquicas travadas entre paulistas e mineiros. Vargas assumiu a presidência em novembro de 1930 em um governo que seria provisório, mas acabou permanecendo no poder por 15 anos.</p><p>Na fase provisória, Vargas tomou as primeiras medidas <strong>centralizadoras</strong>, enfraquecendo o Legislativo e fortalecendo o Executivo. No âmbito regional, apoiou seu poder nos interventores que nomeava. Também ampliou o aparato da burocracia, criando instituições como o <strong>Ministério</strong> <strong>do</strong> <strong>Trabalho</strong>.</p><p>O autoritarismo de Vargas e sua recusa em realizar eleições geraram uma reação em São Paulo que resultou na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/revolucao-constitucionalista-1932.htm">Revolução Constitucionalista de 1932</a>. Após ela, uma eleição geral foi organizada e uma nova Constituição foi elaborada para o Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-09 23:30:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Era Vargas: Governo Constitucional (1934-1937)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3049250466</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Governo Constitucional</strong> de Vargas foi o período que se iniciou em 1934 e estendeu-se até 1937, quando, por meio de um golpe, foi iniciado o período do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/estado-novo-1937-1945.htm">Estado Novo</a>. Essa fase ficou caracterizada pela gradual radicalização da postura de Getúlio Vargas, no sentido de concentrar o poder em si, e pela radicalização da política nacional, a partir da atuação da <strong>ANL</strong> e <strong>AIB</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-09 23:33:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESTADO NOVO DE VARGAS (1937-1945)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3049252052</link>
         <description><![CDATA[<p>surgimento do Estado Novo em 1937 foi resultado de um longo esforço de Getúlio Vargas na construção de um regime autoritário no Brasil. É importante considerarmos que, desde que assumiu a presidência em novembro de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/revolucao-1930.htm">1930</a>, Vargas tomou iniciativas para centralizar o poder. Demonstração evidente disso foi a ação de Vargas em adiar tanto quanto fosse possível a realização de eleições para formar uma Constituinte no Brasil.</p><p>Os esforços de Getúlio Vargas em centralizar o poder no Brasil foram parcialmente frustrados com a promulgação da <strong>Constituição de 1934,</strong> que determinava que novas eleições deveriam ser realizadas em 1938 e que Vargas não poderia concorrer à reeleição, pois havia sido eleito presidente indiretamente em 1934.</p><p>No entanto, nessa fase da Era Vargas, conhecida como “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/era-vargas-governo-constitucional-1934-1937.htm">fase constitucional</a>”, o presidente encontrou a justificativa que precisava para implantar medidas centralizadoras, as quais colocaram o Brasil no caminho do autoritarismo. Vargas utilizou-se da “ameaça comunista” como forma de ampliar o seu poder na presidência.</p><p>Em 1935, aconteceu no Brasil a <strong>Intentona</strong> <strong>Comunista</strong>, tentativa dos comunistas de tomar o poder no Brasil pela via revolucionária. Antes disso, na verdade, o presidente já apoiava medidas autoritárias, que foram ampliadas depois da rebelião comunista. Em 1935, foi decretada a <strong>Lei</strong> <strong>de</strong> <strong>Segurança</strong> <strong>Nacional,</strong> que ampliava os poderes presidenciais para combater crimes contra a “ordem social”.</p><p>Pouco tempo depois, essa lei foi endurecida por uma emenda aprovada pelos parlamentares brasileiros. Também foi criado um <strong>Tribunal de Segurança Nacional</strong>, utilizado para punir rigorosamente os réus da lei aprovada em 1935. Nesse cenário, ampliou-se consideravelmente a perseguição a grupos da esquerda.</p><p>Enquanto tudo isso acontecia, o Exército começou a alinhar seus interesses com os de Getúlio Vargas no sentido de perseguir os grupos da esquerda e de implantar um regime autoritário no país. Parcelas do alto escalão da sociedade também começaram a entender o viés autoritário como a forma ideal de implantar à força uma modernização do país.</p><p>O resultado final desse processo levou ao <strong>Golpe do Estado Novo</strong> em novembro de 1937. O golpe aconteceu logo após o governo publicar um documento falso chamado <strong>Plano Cohen</strong>. Esse plano narrava as etapas de um golpe comunista que estaria sendo planejado. O documento, no entanto, havia sido elaborado por <strong>Olímpio Mourão</strong> e pelos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/a-simbologia-do-integralismo.htm">integralistas</a>.</p><p>O documento que continha o Plano Cohen foi descoberto pelo antigo Ministro da Guerra, <strong>Góes</strong> <strong>Monteiro,</strong> e foi apresentado a Vargas e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/governo-eurico-gaspar-dutra.htm">Eurico Gaspar Dutra</a>, que aprovaram o uso do documento falso como pretexto para realizar o golpe no Brasil. A partir daí, <strong>Francisco</strong> <strong>Campos</strong>, advogado mineiro, começou a organizar uma nova Constituição para o Brasil.</p><p>Em novembro de 1937, Vargas ordenou o cercamento do Congresso Nacional e obrigou os parlamentares a retornarem para suas casas. Imediatamente, uma nova Constituição foi apresentada e outorgada à nação. Vargas decretou o fim das atividades dos partidos políticos no país.</p><p><strong>Características do Estado Novo</strong></p><p>A implantação do Estado Novo no Brasil seguia a tendência mundial de radicalização da política. Na década de 1930, surgiu ou se consolidou uma série de regimes totalitários em diversas partes do mundo, tais como o <strong>stalinismo</strong> <strong>soviético</strong>, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/nazismo.htm">nazismo</a> na Alemanha, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/fascismo.htm">fascismo</a> na Itália, o <strong>franquismo</strong> na Espanha e o <strong>salazarismo</strong> em Portugal.</p><p>Uma característica inicial do Estado Novo foi o <strong>fortalecimento do Executivo</strong>, pois uma série de prerrogativas que estavam nas mãos dos estados e municípios passou para o nível federal. Outro ponto importante foi que o Executivo acumulou as funções do Legislativo, uma vez que o Congresso Nacional, Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais foram fechados. Isso também aconteceu em relação aos “interventores”, nome que se dava aos governadores dos estados. O fortalecimento dos interventores foi, inclusive, um importante aparato de apoio ao poder de Vargas nos âmbitos regionais.</p><p>Durante o Estado Novo, o presidente sempre reforçou a <strong>valorização do nacionalismo</strong>, nomeado em seu governo de “brasilidade”.</p><p>Na política, Vargas <strong>combateu o sistema partidário</strong> (que era enxergado pelo presidente como um mal). Vargas, inclusive, nunca formou um partido único que representava o seu próprio governo, como acontecia nos regimes autoritários e fascistas da Europa. A respeito disso, Thomas Skidmore afirma que “o sistema ‘não político’ do Estado Novo era o veículo perfeito para seus grandes talentos de conciliação e manipulação, que por sua vez dependiam de um contato extremamente pessoal com adversários e aliados”<strong><sup>|2|</sup></strong>.</p><p>Além disso, a <strong>censura</strong> e a <strong>propaganda</strong> <strong>política</strong> foram partes importantes do Estado Novo. As duas questões eram da responsabilidade do <strong>Departamento de Imprensa e Propaganda</strong> (DIP), agência criada pelo governo em 1939.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-09 23:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>1950: A televisão chega ao Brasil. ASSIS CHATEAUBRIAND, dono da rede Tupi, distribuiu aparelhos pela cidade para mais pessoas assistirem à inauguração da TV Tupi</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-05 00:33:19 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra Fria (1947-1991)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Guerra Fria foi um conflito entre os Estados Unidos e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, desde o fim da 2ª Guerra até o ano de 1991.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-05 00:36:34 UTC</pubDate>
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         <title>1945: Fim do Estado Novo de Gentúlio Vargas.</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <pubDate>2024-08-05 00:37:38 UTC</pubDate>
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         <title> Governo de :Eurico Gaspar Dutra (1946-1950)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p><br>O Governo de <strong>Eurico</strong> <strong>Gaspar</strong> <strong>Dutra</strong> estendeu-se de 1946 a 1951 e deu início ao período conhecido como <strong>Quarta República Brasileira</strong>. Esse período iniciou-se com a deposição de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/era-vargas.htm">Getúlio Vargas</a> e estendeu-se até 1964, quando ocorreu o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/golpe-de-64.htm">Golpe Militar</a>. O grande destaque dos anos do governo de Eurico Gaspar Dutra foram o alinhamento de seu governo com os Estados Unidos durante a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/guerra-fria.htm">Guerra Fria</a> e a consequente perseguição aos comunistas no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-05 00:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>2°Governo de Vargas (1951-1954)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-02 10:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Pres.Café Filho (1954-1955)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Suic%C3%ADdio">suicídio</a> de Vargas em 24 de agosto de 1954, assumiu a presidência, exercendo o cargo até novembro de 1955. Em 26 de abril desse ano foi agraciado com a Grã-Cruz da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_das_Tr%C3%AAs_Ordens">Banda das Três Ordens</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caf%C3%A9_Filho#cite_note-17"><sup>[16]</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-18 13:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Pres.Juscelino Kubitschek (1956-1961)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-04 00:25:41 UTC</pubDate>
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         <title>OS BANDEIRANTES (SÉC. XVI-XVIII)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O bandeirantismo foi um <strong>fenômeno diretamente relacionado com São Paulo</strong>. Em geral, os bandeirantes eram paulistas e filhos de portugueses com indígenas. Muitos falavam idiomas indígenas e usavam do seu conhecimento da terra para tornar-se sertanistas e enriquecer às custas dessa atividade, fosse escravizando indígenas, fosse localizando metais preciosos.</p><p><strong>Quais os tipos de bandeiras?</strong></p><p>Com base nos três objetivos dos bandeirantes, havia três tipos de bandeiras que poderiam ser realizadas. Eram elas:</p><ul><li><p><strong>Bandeiras de apresamento:</strong> atacavam indígenas para capturá-los como escravos.</p></li><li><p><strong>Sertanismo de contrato:</strong> expedições contratadas para lutar contra povos indígenas considerados “rebeldes” ou então para destruir quilombos e retornar com os escravos fugidos.</p></li><li><p><strong>Bandeiras de prospecção:</strong> localizavam metais preciosos.</p></li></ul><p>Com essas atividades, os bandeirantes contribuíram para a interiorização do Brasil colônia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 20:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>1570:Lei sobre a Liberdade dos Gentios</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os jesuítas fizeram uma grande pressão na Coroa portuguesa para que leis contra a escravização de indígenas fossem anunciadas. Essa pressão resultou na Lei sobre a Liberdade dos Gentios, de 1570, que afirmava que a escravização de indígenas seria permitida apenas em caso de “guerra justa”, quando os indígenas fossem hostis com os portugueses.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-13 20:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>Constituição da Mandioca (1823)</title>
         <author>mayaramoraes1</author>
         <link>https://padlet.com/mayaramoraes1/79iyrlwhuuo2vrbr/wish/3922538118</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-05-20 17:19:52 UTC</pubDate>
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