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      <title>Menino de Asas - parte 2 - Linha do tempo by Ingrid ⋆˙⟡ 🩵🎀</title>
      <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp</link>
      <description>Ingrid,Manuela,Catarina e Ana Clara</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-27 15:07:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 10:14:35 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Páginas 47 e 48-resumo</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3354478369</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto descreve o dia de um personagem chamado Menino de Asas, que procura emprego em uma grande cidade. Ele usa o jornal para encontrar vagas, mas muitas delas não são adequadas para ele devido às suas asas. Ele tenta trabalhar como copeiro em um boteco, mas é demitido após quebrar pratos e não atrair clientes. O texto termina com Menino de Asas procurando um lugar para jantar e dormir.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 15:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Partes principais do texto</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3354856061</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong>: Fala que Menino de Asas procura emprego em uma grande cidade.</p><p><br></p><p><strong>Busca por emprego</strong>: Menino de Asas procura vagas de emprego no jornal e encontra várias opções, mas muitas delas não são adequadas para ele devido às suas asas.</p><p><br></p><p><strong>Tentativa de emprego como copeiro</strong>: Menino de Asas tenta trabalhar como copeiro em um boteco, mas é demitido após quebrar pratos e não atrair clientes.</p><p><br></p><p><strong>Conclusão</strong>: Menino de Asas é deixado sem opções e precisa procurar um lugar para jantar e dormir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 20:33:22 UTC</pubDate>
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         <title>Páginas 58,59 e 60-resumo</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3354872936</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto descreve o monólogo interior do Menino de Asas, um garoto com asas em vez de braços que se encontra fora de uma clínica de cirurgia plástica. Ele está em conflito quanto a se submeter a um procedimento que lhe permitiria se tornar "normal" ao remover suas asas. A passagem também examina sua vida, sua mãe que se opôs à ideia de cortar suas asas quando ele era criança, e seu sentido de identidade. No final, ele chega à realização de que não é necessário se tornar "idêntico" aos outros, mas sim que deve se ajustar e ser acolhido pelo que ele realmente é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 20:50:06 UTC</pubDate>
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         <title>Partes principais do texto</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3354875561</link>
         <description><![CDATA[<p>Aqui está um resumo do texto em tópicos:</p><p>Conflito Interno</p><ul><li><p>Menino de Asas se debate sobre remover suas asas para se tornar "normal"</p></li><li><p>Ele reflete sobre sua vida, identidade e a opinião dos outros</p></li></ul><p>Memória e Reflexão</p><ul><li><p>Lembra da oposição de sua mãe à ideia de cortar suas asas quando era criança</p></li><li><p>Questiona a lógica da decisão de sua mãe e a compensação moral de não ter sido submetido à cirurgia</p></li></ul><p>Crise e Transformação</p><ul><li><p>Se sente dividido entre sua identidade como um ser com asas e a pressão social para se adaptar</p></li><li><p>Começa a questionar se a cirurgia é realmente necessária para ser aceito</p></li></ul><p>Conclusão</p><ul><li><p>Decide que não precisa se adaptar para ser aceito</p></li><li><p>Encontra uma nova perspectiva sobre si mesmo e seu lugar no mundo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-06 20:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>Páginas 53, 54 e 55 - Resumo</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3355175334</link>
         <description><![CDATA[<p>O menino de asas vagava por muito tempo entre as ruas estreitas pelo Centro e pela zona do porto, mas ele se irritou com o que se deparou perto da baía: rumores sobre ele, burburinhos, etc. Ele sentia uns cheiros ruins vindo da baía.</p><p>De repente, um rebocador passou ao lado, ele tinha uma aparência estranha, logo depois ele passa em uma quilha, abrindo-se em um V de espumas que desmanchavam levemente ao paredão do cais.</p><p>Perto de um supermercado, tinham alguns adolescentes que viam a reportagem do Menino de Asas, falava muitas coisas ruins sobre ele, até chamando-o de “Monstro” e que ele tinha cometido roubo em Laranjeiras.</p><p>Enquanto Menino de Asas caminhava sob o asfalto, com aquele cheiro horrível, um cheiro de frutas passou pelo ar, disfarçando o cheiro mal, ele sentiu fome. Menino de Asas se aproximou de uma barraca e pediu meia dúzia de bananas, com o moço pedindo para ele entregar o dinheiro, Menino de Asas temeu que o descobririam, mas demonstrou naturalidade, se afastou e entregou o dinheiro. </p><p>Enquanto ele comia, apreciava a vista do mar, ele ficou excitado pois queria molhar os pés, ele tirou o sapato e pôs os pés na água.</p><p>Logo em cima, havia algumas lajes, com água aprisionada, tinha algumas ratazanas que saíram imediatamente, Menino de Asas não podia dormir ali, na escada mesmo, então decidiu dormir em um beco em uma calçada, ele se cobriu com a capa e adormeceu. Ele apenas acordou com a luz do Sol batendo em seus olhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 01:49:34 UTC</pubDate>
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         <title>Principais partes do texto</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3355182355</link>
         <description><![CDATA[<p>Introdução: Menino de Asas estava conhecendo uma cidade nova, mas ali tinha algumas pessoas que já o conheciam. </p><p><br/></p><p>O Jornal: Enquanto Menino de Asas vagava por aí, alguns adolescentes, perto do supermercado, viam o jornal e a reportagem de Menino de Asas, o chamando de “Monstro”.</p><p><br/></p><p>A feira: Quando Menino de Asas sentiu o cheiro das frutas, foi comprar meia dúzia, temendo descobrirem ele, ele agiu naturalmente perto do atendente, mas evitou fazer contato.</p><p><br/></p><p>Conclusão: Menino de Asas não podia dormir a beira do mar então, decidiu dormir em um beco, onde se cobria com sua capa, escondendo suas asas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 01:54:02 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 12 resumo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3357509074</link>
         <description><![CDATA[<p>Menino de Asas caminhava pela Avenida Rio Branco às seis horas da tarde. À espera de que o sinal abrisse, integrou-se na massa parada ao pé do poste de sinalização. Então, pela primeira vez, ele, pasto de curiosidade de toda a cidade, pôs-se a olhar em torno, a analisar as pessoas que passavam apressadas ou se acotovelavam no meio-fio, à espera de que o sinal</p><p>abrisse. Aqueles pés são centenas. Lembram ratos molhados disputando uma nesga de terra enxuta, pensa Menino de Asas. Atravessando a rua ululante de buzinas, sentem-se humilhados, degradados na sua condição de pés humanos. Lutam. E conseguem manter certo ritmo interior que preserva neles essa condição. Contudo, sofrem, acuados no vai daquele rio seco onde estacaram, frenéticos, os sáurios de cento</p><p>e vinte cavalos, os répteis de roda dupla. Imprensado entre uma praga e duas cotoveladas, adivinha Menino de Asas, doridamente, que essa é uma nova idade de perdição do carioca. E que os automóveis, ônibus, táxis, com seus gritos roucos, são outros tantos inimigos que ele volta a enfrentar no lodaçal endurecido do asfalto. E essa luta é sem grandeza porque aflige e</p><p>apequena o pedestre, que deles foge sem lhes dar combate. A mola que impele o transeunte para a frente é gasta e velha e chama-se medo. Um medo despojado de qualquer ímpeto defensivo, um medo apenas medo. Medo mesquinho, mesquinho medo que faz do carioca no meio da rua, às seis horas da tarde, uma figura</p><p>ridiculamente evadida de si mesma. Dificil acreditar que ali, naquele momento, estejam circulando homens com toda a implicação de conduta e herança que essa palavra Sugere.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 17:01:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Páginas 56 e 57 - Resumo </title>
         <author>cgm2009132</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3357555297</link>
         <description><![CDATA[<p>O Menino de Asas não gostava das suas asas e queria ter pés igual a todo mundo, ele não gostava mais das asas dele pois a achava feias.</p><p>O professor ouvindo o menino falou que ter pés é bom mas ter asas é mais legal e confortou o menino falando que todo mundo queria voar e só Deus o privilegiou com as asas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-09 18:19:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 17</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3375137953</link>
         <description><![CDATA[<p>Ia para um mês que Menino de Asas se entregara às mãos do doutor Pacheco Fernandes. Progresso em sua reconversão humana</p><p>ainda não havia. Mas a lentidão do tratamento era fato previsto.</p><p>Naquele tom bem humorado, que era um dos segredos de seu</p><p>sucesso, o doutor Pacheco Fernandes advertira-o: - Milagre não prometo, rapaz. Meu trabalho consiste mais em desfazer um, do que cm operar outro. Levará tempo. Até lá</p><p>prepararemos o terreno.</p><p>O terreno, como o doutor Pacheco Fernandes o revolvia! Apaixonado pelo caso extraordinário que lhe caíra às mãos, não tinha sossego, nem o concedia a Menino de Asas. Eram exames de</p><p>laboratório, testes, radiografias, um cerrado bombardeio de perguntas.</p><p>— Sabe de algum caso de lues em sua família? Menino de Asas não sabia. O pai era homem saudável. A mãe, também. Os parentes, até onde a memória os alcançava, eram pessoas</p><p>simples e normais, ligadas à terra desde que o mundo era mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 15:08:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3375142609</link>
         <description><![CDATA[<p>25</p><p>— Não disse que ele voltava, pessoal? — gritou Pilão quando Menino de Asas começou a subir o atalho que levava ao quilombo dos</p><p>meninos. — Deve ser outro gajo, Pilão! — ponderou Tico-Tico. — Se fosse Menino de Asas ele vinha voando, que não era bobo. Aquele vulto la embaixo, todo desengonçado parece mais um papagaio na areia</p><p>quente. — Então eu sou cego, Tico-Tico? Aquele é Menino de Asas. Tua</p><p>coleção de penas de passarinho vai aumentar.</p><p>— Já tenho uma dele, Pilão — respondeu Tico-Tico, orgulhoso.</p><p>Enrolado na capa, a maleta a tiracolo, Menino de Asas avançava</p><p>desajeitado pelo caminho íngreme, saltando de pedra em pedra. Desde que deixara a estrada e ganhara a mata, o bando fora avisado da sua presença pelo silvo do espia, um garoto trepado numa árvore que dominava toda a região. O binóculo de Pilão fisgara-o de</p><p>longe. Era ele, sim.</p><p>— Quase que você não pega mais a gente aqui, Menino de Asas!</p><p>— gritou Pilão quando ele assomou à entrada da clareira. - Estamos</p><p>de mudança!</p><p>— Pra onde? — indagou Menino de Asas.</p><p>— Pras Furnas, num lugar que só o papai aqui sabe o caminho.</p><p>— Então, vamos embora! Encaminharam-se para a última barraca ainda armada, aboletaram- se. Lá fora o grupo despistava os sinais do acampamento, cobrindo a</p><p>clareira com areia e garranchos. — Esse radiozinho de pilha é o maior! — falou Pilão. - Dá o serviço completo. Antes de você chegar peguei uma conversa pela torre da radiopatrulha. Hoje de noite, Dona Justa vai dar uma batida</p><p>por estas bandas. Chegou a hora da gente pirar.</p><p>— O lugar do novo acampamento é seguro? — Seguro? É uma toca da melhor qualidade. Tirando eu, o único que sabe o endereço são os morcegos. E por falar em morcego, você</p><p>veio para ficar com a gente, Menino de Asas?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 15:11:48 UTC</pubDate>
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         <title>Partes importantes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3375158061</link>
         <description><![CDATA[<p>A Volta de Menino de Asas – O personagem principal retorna ao quilombo dos meninos, e sua chegada gera discussão entre Pilão e Tico-Tico, familiaridade, referências anteriores. Eles adivinharam que era ele pelo modo desajeitado e rolavam piadas sobre o assunto. A Mudança do Grupo – O grupo está prestes a mudar de esconderijo, algo novo começa a acontecer. Pilão informa que estão indo para suas novas casas, um local chamado “Furnas”, que só ele sabe onde é. A Perseguição Policial – Terças intenções de perigo, Pilão menciona que ouviu pelo rádio que “dona Justa chega esta noite” e todos teriam que correr... Ele retrata a figura mencionada como um policial; portanto, o público pode pressupor que a intervenção policial e a possível prisão de crianças sempre existiram. O Novo Esconderijo – o suspense é criado mencionando que o lugar que estão indo é conhecido apenas por Pilão e pelos morcegos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 15:21:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cgm2009132</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3375177890</link>
         <description><![CDATA[<p>Menino de asas sempre sonhou em ir no meio do banhistas sem ser incomodado, nadar como peixes para ele seria incrível mas infelizmente ele não consegue fazer isso por conta de suas asas.</p><p>Em todo lugar que menino de asas vai olham ele com jeito estranho e com isso ele se sente mal e constrangido.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 15:33:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capítulo 18- Resumo</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3377780257</link>
         <description><![CDATA[<p>Era o dia da estréia de Rute, filha única do doutor Pacheco Fernandes, como professora primária. Chovia. Metido na capa de gabardina, para não ser reconhecido, Menino de Asas acompanhou-a à escola. Quando chegaram, a turma de principiantes, formada por duas dezenas de crianças entre sete e oito anos, marchava pelo corredor,</p><p>rumo à sala de aula. Rute seguia-as com uma expressão preocupada.</p><p>Acomodados nas carteiras, Rute perguntou:</p><p>— Que fizeram vocês durante as férias? Silêncio completo na sala. Ninguém se arriscava a dialogar com a professora, personagem completamente estranha às suas vidinhas de</p><p>garotos rurais.Rute correu os olhos pela lista de chamada e escolheu uma pequena cobaia humana para estabelecer diálogo e captar a intimidade da turma. Assim recomendava a boa psicologia aprendida no Instituto</p><p>de Educação.</p><p>— Que fez você de bom durante as férias, Francisco? — Vi o mar e nadei sozinho! — respondeu prontamente o garoto</p><p>escurinho, de blusa impecavelmente limpa, com as letras EP — Escola</p><p>Pública — bordadas no peito.</p><p>— E você, Odete? Divertiu-se muito no carnaval? — prosseguiu</p><p>Rute.</p><p>— No carnaval, não — esclareceu Odete. — Mas no Natal,fui a Caxias. Era o seu primeiro dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:33:23 UTC</pubDate>
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         <title>Partes Importantes</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3377780771</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando Rute se apresenta para a sala e fica nervosa com tantas pessoas em uma sala só.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 21- Resumo</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3377781228</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito tempo rondou a delegacia à espera da oportunidade. Mas</p><p>esta não aparecia.</p><p>O céu, gordo de nuvens e ameaçando tempestade, justificava até</p><p>certo ponto a capa que lhe escondia o corpo. Mas o calor que se desprendia do asfalto, trabalhado o dia inteiro pelo sol de dezembro, mortificava-o. Assim mesmo mantinha-se firme</p><p>na ronda. Pilão bem que merecia o sacrifício.</p><p>Os arranha-céus vizinhos iluminados, todo mundo nas sacadas. Enquanto o aguaceiro não desabava, os moradores entretinham-se</p><p>com o movimento da rua. Era sábado e o vaivém policial recrudescia. Grupos de curiosos de short ou em mangas de camisa, encostados às árvores, apreciavam o movimento da delegacia. De momento a momento chegavam e partiam carros da radiopatrulha, antenas</p><p>dialogando com a Central de Polícia. "Cosme" e "Damião" passavam cônscios e calados tangendo casais modestos pegados fazendo coisa feia, ou simples vagabundos surpreendidos no crime de ir e vir. Deixavam-se conduzir uns</p><p>excitados, outros quietos, a maioria protestando inocência. Sob a pressão da tempestade, que já anavalhava o céu com os primeiros rasgões fulgurantes, o mar revolvendo-se na fimbria da praia, um grande calor madurecendo tudo, Copacabana despia-se de seus pudores e freios. E pecava, assaltava, feria, embriagava-se num</p><p>desabafo de taras e compensações. Aquela noite de verão desequilibrava os nervos sensíveis do bairro, libertava o baixo instinto das ruas, que vinha desaguar, como um rio de mau gosto, entre protestos de inocência e bossa malandra, à</p><p>porta da delegacia. — Nós estávamos só no pega-pega, seu guarda; namoro legal, no</p><p>escurinho... Nem todos se acomodavam à passividade envergonhada do flagrante. Havia estrebuchos, esboçar de reações. Valentia inútil que ia</p><p>sendo tocada a sopapos pelo "Cosme" e pelo "Damião"</p><p>Os primeiros pingos de chuva caíam quentes no asfalto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Partes Importantes</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3377781555</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando menino de asas procura um emprego, fica o dia, tarde, e noite inteira esperando a frente da delegacia mas não encontra nadinha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 24- Resumo</title>
         <author>cgm2009032</author>
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         <description><![CDATA[<p>Contar não era preciso. Rute voltava lá de dentro com a bandeja do</p><p>café; no meio dela, aberto em letras gordas, vinha o jornal da manhã.</p><p>Pela fotografia espetacular, cobrindo metade da página, Menino de</p><p>Asas adivinhou tudo.</p><p>O flagrante mostrava um imenso pássaro noturno planando em vôo</p><p>rasteiro sobre a rua. Era ele.</p><p>Seu segredo estava furado. Primeiro, pelo instantâneo tirado na véspera por algum fotógrafo retardatário que chegara à delegacia depois do imbróglio dos grã- finos; e agora, pela própria Rute, que depunha a bandeja em cima da</p><p>mesinha, com o jornal bem à vista, sem qualquer comentário. Menino de Asas ainda procurou afetar desinteresse pelo jornal e</p><p>concentrar-se na refeição. Mas a evidência era por demais acintosa.</p><p>Insensivelmente se pôs a rir. - E daí? — começou a articular, a boca cheia de pão com</p><p>manteiga. Rute mantinha-se séria.</p><p>— A coisa não é pra brincadeira não, sabe? Papai está por conta.</p><p>Disse que se a polícia localizar você aqui em casa terá que entregá-lo. — Isso é mau. .. por causa de nós dois. .. Isto é, do tratamento —</p><p>corrigiu rápido. — Também acho, pelas duas coisas — disse Rute com decisão. E</p><p>baixou os olhos, espantada do que dissera. Investiu adultamente contra</p><p>Menino de Asas:</p><p>— Também quem mandou você se meter nessa encrenca?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Partes Importantes</title>
         <author>cgm2009032</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3377782025</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando uma pessoa se mete em uma encrenca e menino de asas dá uma baita de uma brinca nela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 02:38:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capítulo 20 - Resumo</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3378268166</link>
         <description><![CDATA[<p>Menino de Asas se preocupa com Pilão, preso pela polícia após assalto. Lembra-se das histórias de Pilão sobre a polícia e teme por ele. Decide resgatá-lo, planejando usar suas asas e uma corda para ajudá-lo a escapar. Quer retribuir a amizade e proteger Pilão, agora vulnerável e sozinho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Partes principais do texto</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3378268690</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Preocupação de Menino de Asas</strong>: Menino de Asas se preocupa com o destino de Pilão, que foi preso pela polícia.</p></li><li><p><strong>Plano de resgate</strong>: Menino de Asas decide resgatar Pilão da prisão, usando suas asas e uma corda.</p></li><li><p><strong>Motivação</strong>: A motivação de Menino de Asas é retribuir a amizade e proteger Pilão, que está vulnerável e sozinho.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:31:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capítulo 23 - Resumo</title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3378271827</link>
         <description><![CDATA[<p>Menino de Asas acorda após uma noite fora de casa, onde ajudou Pilão a fugir da delegacia. Rute, que cuida dele, está irritada e ciumenta, pensando que ele passou a noite com outra pessoa. Menino de Asas descobre que Rute gosta dele e se sente lisonjeado. Ele promete contar a Rute o motivo de sua ausência, desde que ela guarde o segredo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Partes principais </title>
         <author>cgm2008767</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3378272619</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Menino de Asas acorda</strong>: Menino de Asas acorda após uma noite fora de casa e encontra Rute irritada e ciumenta.</p></li><li><p><strong>Ciúme de Rute</strong>: Rute está ciumenta, pensando que Menino de Asas passou a noite com outra pessoa.</p></li><li><p><strong>Descoberta do sentimento de Rute</strong>: Menino de Asas descobre que Rute gosta dele e se sente lisonjeado.</p></li><li><p><strong>Promessa de segredo</strong>: Menino de Asas promete contar a Rute o motivo de sua ausência, desde que ela guarde o segredo.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 19:39:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cgm2009132</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3380188851</link>
         <description><![CDATA[<p>Menino de asas encontra dois amigos eles fazem amizade e começam a brincar juntos mas os dois meninos que fizeram amizade com meninos asas ficavam cochichando sobre as asas dele, menino de asas percebe e sai chorando e percebe que ele não consegue ter amigos por conta de suas asas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 21:49:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cgm2009132</author>
         <link>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3380189942</link>
         <description><![CDATA[<p>Era o dia da estréia de Rute, filha única do doutor Pacheco Fernandes, como professora primária. Chovia. Metido na capa de gabardina, para não ser reconhecido, Menino de Asas acompanhou-a à escola. Quando chegaram, a turma de principiantes, formada por duas dezenas de crianças entre sete e oito anos, marchava pelo corredor,</p><p>rumo à sala de aula. Rute seguia-as com uma expressão preocupada.</p><p>Acomodados nas carteiras, Rute perguntou:</p><p>— Que fizeram vocês durante as férias? Silêncio completo na sala. Ninguém se arriscava a dialogar com a professora, personagem completamente estranha às suas vidinhas de</p><p>garotos rurais.Rute correu os olhos pela lista de chamada e escolheu uma pequena cobaia humana para estabelecer diálogo e captar a intimidade da turma. Assim recomendava a boa psicologia aprendida no Instituto</p><p>de Educação.</p><p>— Que fez você de bom durante as férias, Francisco? — Vi o mar e nadei sozinho! — respondeu prontamente o garoto</p><p>escurinho, de blusa impecavelmente limpa, com as letras EP — Escola</p><p>Pública — bordadas no peito.</p><p>— E você, Odete? Divertiu-se muito no carnaval? — prosseguiu</p><p>Rute.</p><p>— No carnaval, não — esclareceu Odete. — Mas no Natal,fui a Caxias. Era o seu primeiro dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 21:51:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cgm2009032/79hk7yxdgjqpamhp/wish/3380189942</guid>
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