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      <title>Tecnologias Educacionais by Yasmin de Jesus</title>
      <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais</link>
      <description>Vamos conversar?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-20 22:08:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-04 01:50:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2927558976</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Yasmin, estudante de Pedagogia na Faculdade de Educação da UFBA. Este espaço é dedicado as atividades do componente curricular EDC287 - Educação e Tecnologias Contemporâneas orientado pela profa. Salete Noro no semestre de 2024.1.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 23:30:47 UTC</pubDate>
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         <title>Direito à Comunicação</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2927577656</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é Direito à Comunicação?</p><p>De acordo com resposta gerada no ChatGPT: </p><p><br/></p><p>"O direito à comunicação é um princípio que envolve o acesso universal à informação, liberdade de expressão e participação pública nos meios de comunicação. Ele reconhece que todas as pessoas têm o direito de buscar, receber e difundir informações e ideias por qualquer meio de comunicação, sem discriminação.</p><p>Esse direito é fundamental para a democracia, pois permite que os cidadãos expressem suas opiniões, controlem a informação que recebem e participem ativamente do debate público. Além disso, o direito à comunicação também implica o acesso equitativo aos meios de comunicação, garantindo que diferentes grupos sociais tenham voz e sejam representados na mídia.</p><p>No contexto legal, o direito à comunicação pode estar consagrado em constituições, leis de imprensa, tratados internacionais de direitos humanos e outras normativas que protegem a liberdade de expressão e o acesso à informação."</p><p><br/></p><p>É importante pontuar que as respostas geradas pelo ChatGPT são pertinentes sobre o tema, especialmente sobre o acesso e à produção de informações serem de extrema relevância para a democracia. Porém, um ponto que não foi mencionado em sua resposta, é sobre o que o texto  "Meios de Comunicação: Um poder a serviço de interesses privados?" de Ignacio Ramonet, presente no primeiro capítulo do livro "Mídia, Poder e Contrapoder: Da concentração monopólica à democratização da informação", aborda. O texto analisa como os meios de comunicação, embora essenciais para a democracia, estão cada vez mais voltados para interesses privados em detrimento do interesse público. Ramonet destaca a concentração dos meios de comunicação por conglomerados midiáticos, levando a uma cobertura tendenciosa e à promoção de agendas políticas e econômicas específicas. Ele argumenta que os meios de comunicação, antes considerados um "quarto poder" ou contrapoder ao regime democrático, foram tomados pelo poder econômico e financeiro, tornando-se um complemento para manter o status quo na sociedade. Além disso, enquanto os poderes estabelecidos em uma democracia enfrentam contrapoderes, como a oposição política e sindicatos, os meios de comunicação carecem de um contrapoder e tendem a rejeitar críticas, o que é antidemocrático. Ramonet enfatiza a necessidade de mudanças no funcionamento dos meios de comunicação para promover uma mídia mais democrática e responsável.</p><p><br/></p><p>RAMONET, IGNACIO; SERRANO, PASCUAL. Meios de comunicação: <strong>Um poder a serviço de interesses privados?</strong> <em>In</em>: MORAES, Denis (Org.). Mídia, Poder e Contrapoder: da concentração monopólica à democratização da informação. 1. ed. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013. p. 51 - 70.</p><p><br/></p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://literatureseweb.files.wordpress.com/2020/11/mi_dia_-poder-e-contrapoder-da-concentracao-monopod196lica-a-democratizacao-da-informacao-by-denis-de-m.pdf">https://literatureseweb.files.wordpress.com/2020/11/mi_dia_-poder-e-contrapoder-da-concentracao-monopod196lica-a-democratizacao-da-informacao-by-denis-de-m.pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 23:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Qual a diferença conceitual entre Fake News e Desinformação?</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2931334840</link>
         <description><![CDATA[<p>A questão ‘Qual a diferença conceitual entre Fake News e Desinformação?’ foi realizada a uma inteligência artificial generativa conhecida como ChatGPT. Devido a limitação de espaço do padlet, fiz um recorte na resposta fornecida pela IA (Inteligência Artificial):</p><blockquote><p><strong><mark>Fake News</mark></strong> (Notícias Falsas): Refere-se a informações deliberadamente fabricadas e divulgadas com o objetivo de enganar ou manipular o público. As fake news são frequentemente criadas para obter ganhos políticos, econômicos ou sociais. </p><p><strong><mark>Desinformação:</mark></strong> Refere-se a informações falsas ou enganosas que são divulgadas, independentemente da intenção por trás disso. Enquanto as fake news são deliberadamente fabricadas para enganar, a desinformação pode ser disseminada por várias razões, incluindo má interpretação, má compreensão dos fatos, erros de comunicação ou disseminação acidental de informações imprecisas.</p></blockquote><p><br/></p><p>Com base em minhas leituras sobre o tema, identifiquei uma limitação na resposta do ChatGPT em relação ao conceito de desinformação. O ChatGPT afirma que a disseminação de desinformação não tem necessariamente interesses por trás, no entanto, é importante ressaltar que essas notícias falsas frequentemente geram compartilhamentos, curtidas e comentários, o que resulta em engajamento e que será convertido em lucro para os sites que as veiculam. No documento intitulado "Muito mais que Fake News: Um guia prático para enfrentar a Desinformação", produzido pela Bem TV em parceria com o UNICEF, é detalhado como grandes plataformas digitais se beneficiam ao disseminar desinformação para a sociedade. Fica evidente que, para essas plataformas, a veracidade das informações não é o foco para sua disseminação, mas sim o potencial de gerar engajamento, visto que conteúdos falsos tendem a ser 4 vezes mais compartilhados e curtidos, segundo dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Internet da Universidade de Oxford em que analisou postagens no Facebook durante o período eleitoral do Parlamento Europeu em 2019.</p><p><br>REFERÊNCIAS</p><p><br/></p><ul><li><p>ARAUJO, Daniela ; LATGÉ, Paula Kwame (coord.). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.unicef.org/brazil/media/19196/file/muito-mais-que-fake-news.pdf"><strong>Muito mais que Fake news</strong>: um guia prático para enfrentar a desinformação</a>. Niterói: Bem TV e Unicef, 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.unicef.org/brazil/media/19196/file/muito-mais-que-fake-news.pdf">https://www.unicef.org/brazil/media/19196/file/muito-mais-que-fake-news.pdf</a></p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.unicef.org/brazil/media/19196/file/muito-mais-que-fake-news.pdf" />
         <pubDate>2024-03-24 11:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso às Tecnologias no Brasil</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2948955498</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa TIC revelou que em 2023, 84% da população com 10 anos ou mais no Brasil tinha acesso à Internet, representando um aumento considerável em comparação com anos anteriores. No entanto, de acordo com Paloma Rocillo, ainda existe uma predominância de acesso precário entre os brasileiros. Por exemplo, muitos lares continuam sem acesso à banda larga fixa, uma limitação significativa para uma conexão de qualidade. Além disso, a velocidade da conexão em uma parcela de domicílios permanece abaixo dos padrões recomendados pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), prejudicando a experiência online dos usuários. Outro aspecto preocupante é o compartilhamento da rede de internet com vizinhos, indicando a falta de autonomia e recursos financeiros para uma conexão individual adequada.</p><p>Além desses desafios, a pesquisa também aponta para o desequilíbrio no acesso à Internet em diferentes regiões do país, bem como entre diferentes grupos demográficos, como variando de acordo com raça, classe social e faixa etária. Essas assimetrias destacam a necessidade urgente de políticas e iniciativas que visem a garantir um acesso equitativo e de qualidade à Internet para todos os brasileiros, independentemente de sua localização geográfica ou de suas características socioeconômicas.</p><p><br/></p><p>REFERÊNCIAS</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://CETIC.BR">CETIC.BR</a>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/2/20231122132216/tic_educacao_2022_livro_completo.pdf">TIC EDUCAÇÃO: Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras - 2022</a>. São Paulo: CGI, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/2/20230825143720/tic_domicilios_2022_livro_eletronico.pdf">https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/2/20230825143720/tic_domicilios_2022_livro_eletronico.pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2023/11/16/acesso-a-internet-cresce-no-brasil-e-chega-a-84percent-da-populacao-em-2023-diz-pesquisa.ghtml" />
         <pubDate>2024-04-09 23:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>Discurso de ódio</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2949060620</link>
         <description><![CDATA[<p>Como o discurso de ódio disseminado nas redes sociais influenciam a opinião publica?</p><p><br/></p><p>Resposta do ChatGPT:</p><p><br/></p><p>O discurso de ódio disseminado nas redes sociais pode influenciar a opinião pública de várias maneiras:</p><ol><li><p><strong>Formação de percepções distorcidas:</strong> O discurso de ódio pode distorcer a percepção pública sobre determinados grupos, perpetuando estereótipos negativos e preconceituosos. Isso pode levar as pessoas a formarem opiniões distorcidas e desumanizadas sobre esses grupos.</p></li><li><p><strong>Reforço de crenças existentes:</strong> O discurso de ódio pode reforçar crenças e preconceitos já presentes na sociedade, consolidando opiniões extremas e perpetuando ideologias discriminatórias. Isso pode levar a uma maior polarização e divisão na opinião pública.</p></li><li><p><strong>Impacto na agenda pública:</strong> O discurso de ódio nas redes sociais pode influenciar a agenda pública, destacando determinados problemas ou questões sociais de maneira distorcida e desproporcional. Isso pode desviar a atenção de questões importantes e contribuir para a criação de políticas discriminatórias.</p></li><li><p><strong>Desumanização de grupos marginalizados:</strong> O discurso de ódio pode contribuir para a desumanização de grupos minoritários ou marginalizados, reduzindo sua humanidade e legitimando a discriminação e a violência contra eles. Isso pode levar a uma maior aceitação da injustiça e da intolerância na sociedade.</p></li><li><p><strong>Impacto emocional:</strong> O discurso de ódio pode evocar emoções intensas nas pessoas, como raiva, medo e ódio, que podem influenciar sua percepção e interpretação dos eventos. Isso pode levar a uma resposta emocional exagerada e irracional, em detrimento do diálogo construtivo e da compreensão mútua.</p></li><li><p><strong>Criação de comunidades online:</strong> O discurso de ódio pode levar à formação de comunidades online baseadas em ideologias extremistas e intolerantes, onde as pessoas se sentem legitimadas em suas opiniões e encontram apoio para suas visões discriminatórias. Isso pode reforçar ainda mais essas crenças e dificultar a mudança de atitudes.</p></li></ol><p>Em resumo, o discurso de ódio disseminado nas redes sociais pode ter um impacto significativo na opinião pública, moldando percepções, reforçando crenças existentes e contribuindo para a polarização e divisão na sociedade. É importante estar ciente desses efeitos e buscar promover um ambiente online mais inclusivo, respeitoso e construtivo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2024/04/6834305-musk-x-moraes-entenda-a-discussao-e-repercussao.html" />
         <pubDate>2024-04-10 02:30:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2949060620</guid>
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         <title>Inclusão Digital</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2950101277</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é inclusão digital?</p><p><br/></p><p>Resposta ChatGPT:</p><p><br/></p><p>"A inclusão digital refere-se ao acesso equitativo e à participação ativa de todos os membros da sociedade nas tecnologias da informação e comunicação (TIC), especialmente o acesso à Internet e a habilidades digitais necessárias para utilizar efetivamente essas tecnologias.</p><p>Ela não se limita apenas ao acesso físico aos dispositivos e à conectividade à Internet, mas também inclui a capacidade de compreender, utilizar e criar conteúdo digital de forma significativa e segura. A inclusão digital busca garantir que todas as pessoas, independentemente de sua origem socioeconômica, localização geográfica, idade, gênero ou habilidades, tenham a oportunidade de se beneficiar das tecnologias digitais e participar plenamente da sociedade da informação.</p><p>Além disso, a inclusão digital está relacionada à redução da divisão digital, que se refere às disparidades no acesso e uso das TIC entre diferentes grupos de pessoas. Ao promover a inclusão digital, busca-se superar essas disparidades e garantir que ninguém seja deixado para trás na era digital.</p><p>Para alcançar a inclusão digital, são necessárias medidas que incluam a disponibilidade de infraestrutura de TIC, como acesso à Internet de alta velocidade e dispositivos acessíveis, programas de alfabetização digital e educação em tecnologia, desenvolvimento de conteúdo digital relevante e acessível, além de políticas que promovam a igualdade de acesso e oportunidades digitais para todos."</p><p><br/></p><p>Aprofundando a análise do discurso sobre Inclusão Social, torna-se evidente a falta de definição e de crítica. O termo "inclusão" é frequentemente aplicado para descrever a integração de grupos historicamente marginalizados, os quais enfrentam diversas adversidades devido às suas condições socioeconômicas. Como resposta a essas desigualdades, políticas de inclusão são formuladas com o objetivo de integrar tais grupos na estrutura social.</p><p>Enquanto a tecnologia e a Internet avançam, muitas de nossas necessidades e interações diárias são resolvidas virtualmente, trazendo agilidade e praticidade em vários aspectos. Contudo, essa crescente dependência da Internet não é uma escolha, mas sim uma realidade imposta. Isso resulta em uma desvantagem para os grupos que, por diversas razões, não acessam à internet, tornando-se então os “excluídos” do digitalmente.&nbsp;</p><p>Apesar de vivermos em uma sociedade interconectada, é importante reconhecer que a exclusão ainda é uma realidade para muitos. Como destacado por autores como Martins (2003), o capitalismo, como sistema estrutural, tende a desenraizar e excluir indivíduos para então reintegrá-los de acordo com suas próprias regras e lógica. Esta dualidade entre inclusão e exclusão é inerente ao funcionamento do capitalismo, que se beneficia desses processos ao explorar a força de trabalho desses sujeitos para manter sua ordem social desigual.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/governodigital/pt-br/inclusao-digital" />
         <pubDate>2024-04-10 22:05:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Liberdade de Expressão e Software Livre</title>
         <author>ped_</author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/2950119847</link>
         <description><![CDATA[<p>ler 1 capitulo do livro, fazer postagem no padlet e trazer imagens ilustrativas. MOODLE</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 22:44:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Precisamos de uma IA nacional?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ped_/tecnoeducacionais/wish/3054122931</link>
         <description><![CDATA[<p>Diariamente fazemos uso de inteligências generativas, seja de forma direta ou indiretamente. A tecnologia da IA adentrou em nossos cotidianos, principalmente nas escolas e universidades. Porém, é importante fazer a crítica das implicações de seu uso, e fazer perguntas como: de onde vem as informações da IA? Os conteúdos da IA são neutros e imparciais? E porquê o presidente Lula estaria interessado em desenvolver uma inteligência artificial nacional?</p><p><br/></p><p>É interessante pensar sobre o poder que a linguagem desempenha no que tange a naturalização das novas tecnologias em nosso cotidiano. Os termos "Inteligência Artificial" não nos dá informações sobre a origem do "conhecimento" apresentado pela máquina. De acordo com Sérgio Amadeu aquilo que "[...]o mercado chama de “inteligência artificial” são na realidade sistemas algoritmos que extraem padrões de variadas e gigantescas base de dados para criar modelos que serão acessados a partir de interfaces digitais." Dessa forma, todas, todas as informações apresentadas pela IA provém de uma rede de dados mundial, armazenados em Data Centers, principalmente nos Estados Unidos. Portanto, é importante refletir de que forma os EUA que se destaca como uma enorme potência no hemisfério norte do continente americano, utiliza esses dados para atingir os seus objetivos econômicos, políticos, humanitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 01:59:59 UTC</pubDate>
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