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      <title>Histórico da Educação Ambiental no Brasil e no Mundo by Bruna Passos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-29 19:21:20 UTC</pubDate>
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         <title>Declaração da UNESCO</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193089101</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o fim da Segunda Guerra Mundial em setembro de 1945 e uma industrialização pungente, a preocupação com o impacto humano sobre o meio ambiente começou a ganhar atenção. Segundo Lelis e Marques (2021) apud Ramos (2001), nos anos 50 e 60, os problemas sociais e políticos começaram a eclodir questionamentos da sociedade quanto aos valores capitalista e a ordem social, o que ampliou a pauta ambientalista. A criação de organismo internacionais como a ONU fomentaram o nascimento da UNESCO e trouxe a primeira proposta oficial de educação voltada ao cuidado do meio ambiente, plantando as bases para discussões globais sobre a EA. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 19:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>1962 - Publicação de &quot;Primavera Silenciosa&quot; por Rachel Carson</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193094970</link>
         <description><![CDATA[<p>"Primavera Silenciosa", publicado em 1962 por Rachel Carson, é considerado um marco na história do ambientalismo e da conscientização ecológica. Neste livro, Carson denuncia os efeitos negativos dos pesticidas, especialmente o DDT, sobre o meio ambiente, a fauna e a saúde humana. Ela argumenta que o uso de produtos químicos na agricultura não apenas derrota a vida selvagem, mas também compromete a saúde dos seres humanos.</p><p>Carson, bióloga e escritora, utiliza uma linguagem acessível e poética para transmitir suas preocupações, enfatizando a interconexão entre os seres humanos e a natureza. O livro despertou a atenção do público para as questões ambientais e foi fundamental para o surgimento do movimento ambientalista moderno.</p><p>“Primavera Silenciosa” também levou a mudanças nas políticas de controle de pesticidas nos Estados Unidos e em outros países, contribuindo para a criação de agências reguladoras, como a Agência de Proteção Ambiental (EPA). O impacto do livro ainda faz sentido hoje, pois continua a inspirar debates sobre a sustentabilidade, o uso de produtos químicos e a proteção do meio ambiente. Carson é lembrado como uma das primeiras vozes a alertar a sociedade sobre as consequências da gestão ambiental, e seu trabalho permanece relevante em um mundo que enfrenta desafios ambientais crescentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 19:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>1975 - Encontro Internacional de Educação Ambiental em Belgrado</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193117268</link>
         <description><![CDATA[<p>Elaboração da Carta de Belgrado durante um encontro internacional realizado na Iugoslávia.</p><p>A carta define princípios e objetivos globais para a Educação Ambiental, promovendo um programa educativo focado em conhecimento, atitudes e habilidades para resolver problemas ambientais.</p><p>A Carta de Belgrado marcou uma transição para uma abordagem estruturada e internacional da Educação Ambiental, com foco no intercâmbio de ideias e na formação de professores para ampliar o impacto educativo em várias regiões do mundo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 19:58:59 UTC</pubDate>
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         <title>1972 - Conferência de Estocolmo</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193118580</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizada pela ONU, foi a primeira conferência mundial sobre meio ambiente, com representantes de 113 países.</p><p>Introduziu o tema ambiental nas agendas internacionais e recomendo a criação de programas de EA. Resultou na criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/estocolmo-72.htm" />
         <pubDate>2024-10-29 20:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>1977 - Conferência Intergovernamental de Tbilisi</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193119444</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta conferência consolida os objetivos, princípios e estratégias da EA. Definir a EA como um campo interdisciplinar essencial e distribuído diretrizes ainda seguidas em políticas globais.</p><p>Primeira conferência intergovernamental dedicada exclusivamente à Educação Ambiental, com a participação de representantes de 66 países e mais de 400 especialistas internacionais. </p><ul><li><p>A Conferência de Tbilisi é considerada o evento mais importante para a Educação Ambiental até hoje, porque:</p><ol><li><p><strong>Definição de princípios:</strong> A conferência distribuiu diretrizes, objetivos e estratégias fundamentais para a Educação Ambiental, que continuam relevantes.</p></li><li><p><strong>Integração interdisciplinar:</strong> A Educação Ambiental foi reconhecida como um processo contínuo e interdisciplinar, devendo começar na educação infantil e continuar ao longo de toda a vida.</p></li><li><p><strong>Perspectiva holística:</strong> A abordagem deve considerar aspectos ecológicos, sociais, culturais, políticos e econômicos, para promover uma compreensão integrada do meio ambiente.</p><p><br/></p><p><strong>Impactos da Conferência de Tbilisi</strong></p><ul><li><p><strong>Marco global:</strong> Uma conferência consolidou a Educação Ambiental como uma área essencial dentro das políticas públicas e educacionais em muitos países.</p></li><li><p><strong>Influência no Brasil:</strong> As diretrizes definidas em Tbilisi inspiraram a criação de programas e políticas nacionais, como a <strong>Lei nº 9.795/1999</strong> , que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental.</p></li><li><p><strong>Sistematização internacional:</strong> Até hoje, as recomendações de Tbilisi orientam a educação para o desenvolvimento sustentável, sendo adotadas em documentos mais recentes, como a <strong>Agenda 2030</strong> e os <strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS </strong>)</p></li></ul></li></ol></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.portaleducacao.com.br/entendendo-a-conferencia-de-tbilisi-1977/" />
         <pubDate>2024-10-29 20:01:14 UTC</pubDate>
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         <title>1992 - Conferência Rio-92</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193120379</link>
         <description><![CDATA[<p>A conferência marcou uma nova fase, com a inclusão da EA na Agenda 21 e na Carta Brasileira de Educação Ambiental. <br>Estabeleceu compromissos globais para o desenvolvimento sustentável e destacou a EA como essencial para a transformação social.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_sobre_Meio_Ambiente_e_Desenvolvimento#/media/Ficheiro:Second_Earth_Summit_was_held_in_Rio_de_Janeiro.jpg" />
         <pubDate>2024-10-29 20:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>2012 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (DCNEA)</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193123292</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2012, o Ministério da Educação (MEC) do Brasil publicou como <strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental (DCNEA)</strong> . Esse documento foi estabelecido para orientar a implementação da Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino no país, reforçando seu papel essencial na formação educacional brasileira.</p><p>Nas décadas anteriores, a Educação Ambiental no Brasil já havia ganhado destaque em políticas públicas, como a <strong>Lei nº 9.795/1999</strong> , que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental, e eventos internacionais, como a ECO-92. Entretanto, até então, faltavam diretrizes específicas para orientar a forma prática e integrada do ensino ambiental no país. A elaboração da DCNEA em 2012 representou um esforço do governo brasileiro para sistematizar a educação ambiental no currículo nacional e alinhá-la com os princípios do desenvolvimento sustentável. Este esforço ocorreu no contexto de um movimento global crescente pela educação ambiental robusta e voltada para a sustentabilidade, especialmente após a Conferência Rio+20, realizada também em 2012.</p><ul><li><p><strong>Relevância para o Progresso da Educação Ambiental:</strong></p><ol><li><p><strong>Estabelecimento de princípios orientadores:</strong> As DCNEA estabeleceram a Educação Ambiental como um processo contínuo, crítico, interdisciplinar e participativo, com enfoque na transformação social e no desenvolvimento sustentável.</p></li><li><p><strong>Transversalidade e integração no currículo:</strong> As diretrizes reforçaram que a Educação Ambiental deve ser transversal e integrada a todas as disciplinas, estimulando uma visão holística dos problemas ambientais e sociais.</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento de valores e habilidades:</strong> O documento incentivou a formação de cidadãos comprometidos com o meio ambiente, promovendo valores como responsabilidade, participação cidadã e respeito à diversidade cultural e ecológica.</p></li><li><p><strong>Aplicação em diversas esferas educacionais:</strong> As DCNEA fornecem orientações para a Educação Ambiental em contextos formais e não formais, promovendo uma abordagem que vai além das salas de aula e alcança a comunidade e outros espaços educativos.</p></li></ol><p><br></p><p>As DCNEA se tornaram um marco regulatório que fortaleceu a implementação prática da Educação Ambiental nas escolas brasileiras. Eles servem de guia para educadores, gestores e formuladores de políticas públicas, promovendo uma educação comprometida com a sustentabilidade e preparando futuras gerações para enfrentar desafios ambientais globais.</p><p><br></p></li></ul><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf">http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 20:05:17 UTC</pubDate>
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         <title>1965 - Primeira utilização oficial do termo &quot;Educação Ambiental&quot;</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193278569</link>
         <description><![CDATA[<p>O termo "Educação Ambiental" foi lançado durante uma conferência na Universidade de Keele, na Grã-Bretanha.</p><p>Esta conferência, realizada em um período de efervescência ambiental, refletiu a preocupação crescente com a degradação ambiental causada pelo modelo industrial e econômico em vigor. O conceito emerge da necessidade de incluir nas práticas educacionais uma abordagem conservadora e ecológica.</p><p>A introdução do termo marcou o reconhecimento formal da Educação Ambiental como um componente essencial da formação dos cidadãos. Isso pavimentou o caminho para as conferências e programas internacionais subsequentes, consolidando-a como campo de estudo e prática educativa fundamental para a preservação ambiental e a promoção da sustentabilidade</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 23:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>1968 - Conferência da Biosfera</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193284354</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizado em Paris, essa conferência reuniu cientistas, políticos e ambientalistas para discutir a conservação dos ecossistemas e os impactos da ação humana sobre o meio ambiente.</p><p>Na década de 1960, as preocupações globais sobre a gestão ambiental aumentaram, agravadas por novos dados científicos sobre a extinção de espécies e a destruição de habitats. Nesse contexto, a UNESCO lançou a ideia de que as atividades humanas e a natureza deveriam coexistir em equilíbrio. </p><p>A conferência realizada na criação do <strong>Programa "O Homem e a Biosfera" (MAB)</strong> , que promove a pesquisa científica interdisciplinar para a preservação dos ecossistemas e a promoção do desenvolvimento sustentável.</p><p>As <strong>Reservas da Biosfera</strong> emergiram como áreas protegidas, funcionando como laboratórios para testar e desenvolver práticas sustentáveis, unindo conservação e uso racional dos recursos naturais.</p><p>Esse evento consolidou a importância do envolvimento de diversos setores (científico, político e educativo) para integrar a conservação ambiental com o desenvolvimento social e econômico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 23:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Princípios da Declaração de Estocolmo</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193300778</link>
         <description><![CDATA[<p>Princípios da Declaração de Estocolmo:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_de_Estocolmo#cite_note-11"><sup>[11]</sup></a></p><ol><li><p>Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Recurso_natural">recursos naturais</a> devem ser salvaguardados</p></li><li><p>A capacidade da Terra de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%A7os_ambientais">produzir</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Recurso_natural_renov%C3%A1vel">recursos renováveis</a> deve ser mantida</p></li><li><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vida_selvagem">vida selvagem</a> deve ser protegida</p></li><li><p>Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Recurso_n%C3%A3o_renov%C3%A1vel">recursos não renováveis</a> devem ser partilhados e não esgotados</p></li><li><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o">poluição</a> não deve exceder a capacidade do ambiente de se limpar</p></li><li><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_marinha">poluição oceânica</a> prejudicial deve ser prevenida</p></li><li><p>O desenvolvimento é necessário para melhorar o meio ambiente</p></li><li><p>Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs_em_desenvolvimento">países em desenvolvimento</a> precisam, portanto, de assistência</p></li><li><p>Os países em desenvolvimento precisam de preços razoáveis para as exportações para realizar a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_ambiental">gestão ambiental</a></p></li><li><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_ambiental">política ambiental</a> não deve prejudicar o desenvolvimento</p></li><li><p>Os países em desenvolvimento precisam de dinheiro para desenvolver salvaguardas ambientais</p></li><li><p>É necessário um planeamento de desenvolvimento integrado</p></li><li><p>O planeamento racional deve resolver os conflitos entre o ambiente e o desenvolvimento</p></li><li><p>Os assentamentos humanos devem ser planejados para eliminar os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Problemas_ambientais">problemas ambientais</a></p></li><li><p>Os governos devem planear as suas próprias <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Controle_populacional">políticas populacionais</a> adequadas</p></li><li><p>As instituições nacionais devem planear o desenvolvimento dos recursos naturais dos estados</p></li><li><p>A ciência e a tecnologia devem ser utilizadas para melhorar o meio ambiente</p></li><li><p>A <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_ambiental">educação ambiental</a> é essencial</p></li><li><p>A investigação ambiental deve ser promovida, especialmente nos países em desenvolvimento</p></li><li><p>Os Estados podem explorar os seus recursos como desejarem, mas não devem pôr em perigo os outros</p></li><li><p>A compensação é devida aos estados assim ameaçados</p></li><li><p>Cada nação deve estabelecer seus próprios padrões</p></li><li><p>Deve haver cooperação em questões internacionais</p></li><li><p>As <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_internacional">organizações internacionais</a> devem ajudar a melhorar o ambiente</p></li><li><p>As <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arma_de_destrui%C3%A7%C3%A3o_em_massa">armas de destruição em massa</a> devem ser eliminadas</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 23:52:34 UTC</pubDate>
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         <title>1981 - Política Nacional do Meio Ambiente</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193332116</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1981 o Brasil institui a Política Nacional do Meio Ambiente por meio da Lei nº 6.938/81 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente e institui o Sistema Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formação e aplicação, e dá outras providências.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://modeloinicial.com.br/lei/L-6938-1981/lei-politica-nacional-meio-ambiente" />
         <pubDate>2024-10-30 00:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>1982 - Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM)</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193341699</link>
         <description><![CDATA[<p>A CNUDM, também conhecida como <strong>Convenção de Montego Bay</strong> , foi adotada em 1982, após anos de negociações que começaram na década de 1950. O tratado entrou em vigor em 1994, com o objetivo de estabelecer um regime jurídico global para o uso e a conservação dos oceanos e éguas.</p><p>Durante a segunda metade do século XX, as preocupações ambientais envolveram-se a se expandir para além do solo e do ar, atingindo também os oceanos. A pressão sobre os recursos marinhos, a poluição e as disputas territoriais tornaram-se questões urgentes, exigindo uma regulação internacional abrangente.</p><ul><li><p><strong>Relevância:</strong></p><ol><li><p><strong>Proteção ambiental das águas:</strong> A convenção trouxe diretrizes específicas sobre a <strong>prevenção e controle da poluição marinha</strong> , destacando a responsabilidade dos Estados em proteger o meio ambiente marinho.</p></li><li><p><strong>Exploração sustentável:</strong> Estabeleceu o conceito de <strong>uso racional e sustentável dos recursos marinhos</strong> , com regras para atividades como pesca e remoção mineral.</p></li><li><p><strong>Áreas além das jurisdições nacionais:</strong> Definiu a governança dos mares internacionais como “patrimônio comum da humanidade”, determinando que os benefícios da exploração desses recursos sejam distribuídos de maneira equitativa.</p></li><li><p><strong>Zona Econômica Exclusiva (ZEE):</strong> Regulamentou a extensão da ZEE dos países costeiros em até <strong>200 milhas náuticas</strong> , dando-lhes soberania para explorar recursos naturais e proteger o meio ambiente nessa área.</p><p><br></p><p><strong>Impacto ambiental:</strong> A CNUDM criou <strong>mecanismos de governança</strong> para resolver disputas internacionais e promover a colaboração na proteção do meio marinho. Foi um dos primeiros acordos multilaterais a integrar a dimensão ambiental com questões de economia e soberania territorial, influenciando também futuras negociações e políticas globais de desenvolvimento sustentável</p></li></ol></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 00:21:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1987 - Relatório Brundtland e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável </title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193361251</link>
         <description><![CDATA[<p>Em abril de 1987, a <strong>Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento</strong> da ONU, liderada pela então primeira ministra da Noruega, <strong>Gro Harlem Brundtland</strong> , publicou o relatório intitulado <strong>“Nosso Futuro Comum”</strong> . Esse documento moderno oficialmente o conceito de <strong>desenvolvimento sustentável</strong> no discurso público e nas políticas internacionais.</p><p>Durante as décadas de 1970 e 1980, as preocupações sobre os impactos ambientais do crescimento econômico acelerado ganharam destaque. A crise ambiental tornou-se uma questão global, e a necessidade de conciliar o crescimento econômico, a justiça social e a preservação ambiental foi extremamente luxuosa. Assim, a ONU criou a <strong>Comissão Brundtland</strong> em 1983 para propor soluções que equilibrassem essas dimensões.</p><p><br></p><p><strong>Relevância:</strong></p><ol><li><p><strong>Mudança no paradigma de desenvolvimento:</strong> Introduziu a ideia de que o crescimento econômico e a conservação ambiental não são mutuamente excludentes, mas devem ser integrados.</p></li><li><p><strong>Foco nas gerações futuras:</strong> Enfatizou a <strong>responsabilidade intergeracional</strong> na gestão dos recursos naturais.</p></li><li><p><strong>Agenda global:</strong> O conceito de desenvolvimento sustentável tornou-se uma base para políticas internacionais e futuras conferências, como a <strong>Rio-92</strong> (ECO-92), que consolida a sustentabilidade como um princípio orientador para o desenvolvimento econômico global.</p></li><li><p><strong>Influência nas ODS:</strong> O relatório pavimentou o caminho para a criação dos <strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> , adotados pela ONU em 2015, para promover uma agenda de equilíbrio entre as dimensões social, ambiental e econômica.</p></li></ol><p>O Relatório Brundtland especificou governos, empresas e organizações da sociedade civil para incorporar o desenvolvimento sustentável em suas práticas. Também foi fundamental para orientar a criação de políticas públicas externas para a gestão responsável dos recursos naturais e a promoção da justiça social.</p><p><br></p><p><strong>Definição de Desenvolvimento Sustentável:</strong><br> O relatório define o desenvolvimento sustentável como:</p><blockquote><p>“Aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as futuras gerações atenderem às suas próprias necessidades.”</p><p><br></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_sustent%C3%A1vel" />
         <pubDate>2024-10-30 00:31:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1994 - Programa Nacional de Educação Ambiental (PRONEA)</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193381703</link>
         <description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Educação Ambiental (PRONEA) foi criado e aprovado pela Presidência da República com o objetivo de promover a educação ambiental em diversas esferas da sociedade. Este programa visa integrar a educação ambiental nas políticas públicas, fortalecer a formação de educadores e sensibilizar a população sobre a importância da sustentabilidade e da conservação ambiental. O PRONEA busca também fomentar a participação da sociedade civil na construção de soluções para os desafios ambientais, promovendo a conscientização e a mobilização social.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.participa.br/programa-nacional-de-educacao-ambiental/pronea-linhas-de-acao-e-as-estrategias">http://www.participa.br/programa-nacional-de-educacao-ambiental/pronea-linhas-de-acao-e-as-estrategias</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://antigo.mma.gov.br/publicacoes/educacao-ambiental/category/98-pronea.html" />
         <pubDate>2024-10-30 00:41:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1996 - Criação da Câmara Técnica de Educação Ambiental</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193391163</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1996, foi criada a Câmara Técnica de Educação Ambiental, que faz parte do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA). Essa câmara tem como objetivo principal promover a educação ambiental como uma ferramenta fundamental para a gestão ambiental no Brasil.</p><p>Ela busca ações articuladas entre diferentes órgãos, entidades e a sociedade civil para implementar políticas e programas de educação ambiental, facilitando a conscientização sobre questões ambientais e o desenvolvimento sustentável. A criação desta câmara representa um passo importante na formalização da educação ambiental como uma estratégia essencial para abordar os desafios ambientais do país.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Nacional_do_Meio_Ambiente#/media/Ficheiro:Sisnama.png" />
         <pubDate>2024-10-30 00:47:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1999 - Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA)</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193393402</link>
         <description><![CDATA[<p>A lei também resultou na criação da Coordenação-Geral de Educação Ambiental (CGEA) do Ministério da Educação (MEC) e da Diretoria de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Essas instituições têm o papel de formular, coordenar e implementar ações de educação ambiental, promovendo a capacitação de educadores e a mobilização da sociedade para questões ambientais.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.ibere.org.br/anexos/325/2187/cartilha-sistema-nacional-de-educacao-ambiental-pdf">http://www.ibere.org.br/anexos/325/2187/cartilha-sistema-nacional-de-educacao-ambiental-pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm" />
         <pubDate>2024-10-30 00:48:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3193393402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2012 - Rio+20 e a II Jornada Internacional de Educação Ambiental </title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3196481099</link>
         <description><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, conhecida como <strong>Rio+20</strong> , foi realizada no Rio de Janeiro em 2012, duas décadas após a histórica ECO-92. Embora a educação não tenha sido o foco central da conferência oficial, ela foi amplamente debatida em eventos paralelos, como na <strong>Cúpula dos Povos</strong> . Durante a Cúpula, aconteceu a <strong>II Jornada Internacional de Educação Ambiental</strong> , onde foi pensado e lançado o projeto da <strong>Rede Planetária de Educação Ambiental</strong> para fortalecer a cooperação global em educação ambiental, em consonância com o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis ​​e Responsabilidade Global.</p><p>O evento oficial da Rio+20 reuniu representantes globais para avaliar o progresso em sustentabilidade desde a ECO-92 e reforçar o compromisso com o desenvolvimento sustentável. </p><p><strong>Relevância para o Progresso da Educação Ambiental:</strong></p><ol><li><p><strong>Fortalecimento da colaboração internacional:</strong> A criação da <strong>Rede Planetária de Educação Ambiental</strong> distribuiu um canal de cooperação global, permitindo que educadores, instituições e organizações compartilhem práticas e experiências em educação ambiental, reforçando uma visão planetária e intercultural.</p></li><li><p><strong>Ampliação da agenda do Tratado de EA:</strong> A II Jornada reafirmou o Tratado de Educação Ambiental, promovendo-o como um documento dinâmico e atual, comprometido com a educação para a sustentabilidade e a responsabilidade social.</p></li><li><p><strong>Envolvimento da sociedade civil:</strong> Uma jornada mostrou o papel fundamental da sociedade civil e de eventos como a Cúpula dos Povos para fortalecer a educação ambiental e promover transformações sociais, defendendo uma abordagem crítica e ativa para enfrentar problemas globais.</p></li><li><p><strong>Impulso para novas gerações:</strong> A Rede Planetária tem incentivado jovens e comunidades em várias partes do mundo a se engajarem com a educação ambiental, promovendo a conscientização e a ação local com impactos globais.</p><p><br/></p><p>A Rio+20 e a II Jornada Internacional de Educação Ambiental foram marcos na reafirmação da educação como um elemento central para o desenvolvimento sustentável.</p></li></ol><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.rio20.gov.br/documentos/relatorio-rio-20/1.-relatorio-rio-20/at_download/relatorio_rio20.pdf">http://www.rio20.gov.br/documentos/relatorio-rio-20/1.-relatorio-rio-20/at_download/relatorio_rio20.pdf</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b1/Dilma_Rousseff_Rio_20_2012.jpg" />
         <pubDate>2024-10-31 16:14:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3196481099</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2015 - Adoção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável </title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3196491505</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2015, a <strong>Organização das Nações Unidas (ONU)</strong> lançou a <strong>Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável</strong> , um plano de ação global composto por <strong>17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> e <strong>169 metas</strong> . A agenda visa promover o equilíbrio entre as dimensões sociais, econômicas e ambientais do desenvolvimento sustentável, integrando-as de forma inter-relacionada. Entre os objetivos, destaca-se a meta de garantir <strong>a educação ambiental de qualidade</strong> , que busca capacitar indivíduos e comunidades para enfrentar os desafios ambientais e promover o respeito à diversidade cultural e à sustentabilidade.</p><p>pós o fracasso de alguns compromissos globais anteriores, como as <strong>Metas do Milênio (2000-2015)</strong> , que foram amplamente criticadas por sua abordagem limitada e desarticulada, a ONU e seus Estados-membros trabalharam na criação de uma agenda mais ampla e inclusiva . A Agenda 2030 foi implementada durante a <strong>Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável</strong> , em resposta à necessidade de um compromisso mais abrangente e com ações integradas para enfrentar os desafios globais, como pobreza, desigualdade, gestão ambiental e mudanças climáticas.</p><p><strong>Relevância para o Progresso da Educação Ambiental:</strong></p><ol><li><p><strong>Educação Ambiental como pilar global:</strong> A Agenda 2030 confirma que uma educação ambiental de qualidade é essencial para alcançar o desenvolvimento sustentável, capacitando pessoas para atuarem como cidadãos críticos e agentes de transformação.</p></li><li><p><strong>ODS 4 (Educação de Qualidade) e ODS 13 (Ação Climática):</strong> A educação ambiental é enfatizada no ODS 4, que promove uma educação inclusiva e equitativa, e no ODS 13, que incentiva a tomada de ações para combater as mudanças climáticas. Esses objetivos integram a educação ambiental em uma estrutura de longo prazo.</p></li><li><p><strong>Integração das dimensões sociais, econômicas e ambientais:</strong> Uma agenda promove a compreensão de que a sustentabilidade envolve múltiplas dimensões, e que a educação ambiental deve englobar essas áreas, promovendo uma visão holística para resolver problemas complexos.</p></li><li><p><strong>Envolvimento global e local:</strong> A Agenda 2030 incentiva governos, ONGs, setor privado e sociedade civil a desenvolver e implementar programas de educação ambiental, adaptando as metas globais aos contextos locais para maior impacto.</p></li></ol><p>A adoção da Agenda 2030 fortaleceu a Educação Ambiental, criando um compromisso global para que ela seja parte integrante dos sistemas educacionais e das políticas públicas. Ela tem promovido uma <strong>transformação na forma como a educação é planejada e realizada</strong> , capacitando as gerações atuais e futuras a proteger o planeta e a construir sociedades mais justas e resilientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 16:22:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1992 - Criação dos Núcleos de Educação Ambiental (NEAs) pelo IBAMA</title>
         <author>boopassos</author>
         <link>https://padlet.com/boopassos/773axpfqd94kedp/wish/3196495403</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1992, um marco importante para a Educação Ambiental no Brasil foi estabelecido com a criação dos Núcleos de Educação Ambiental (NEAs) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ​​(IBAMA). Este acontecimento ocorreu num contexto de crescente conscientização sobre a necessidade de práticas sustentáveis ​​e de preservação ambiental, impulsionado por eventos internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro no mesmo ano, também conhecida como Eco -92.</p><p>Os NEAs foram instituídos em todas as superintendências estaduais do IBAMA com o objetivo de promover ações educativas voltadas para a gestão ambiental, integrando o conhecimento ambiental ao cotidiano das populações. Essa iniciativa buscou capacitar profissionais, desenvolver programas de conscientização e implementar projetos que fomentem a participação da sociedade na construção de uma cultura de sustentabilidade.</p><p>A relevância desse acontecimento para o progresso da Educação Ambiental é multifacetada:</p><ol><li><p><strong>Estruturação da Educação Ambiental</strong> : Os NEAs representaram um passo fundamental para a formalização e institucionalização da Educação Ambiental no Brasil, integrando-a às políticas públicas e permitindo a criação de uma rede de ações educativas em nível nacional.</p></li><li><p><strong>Integração de Conhecimentos</strong> : A criação dos NEAs possibilitou a articulação entre diferentes esferas do governo e da sociedade civil, promovendo uma abordagem multidisciplinar e colaborativa na gestão ambiental.</p></li><li><p><strong>Aumento da Conscientização</strong> : Com a implementação das ações educativas, houve um aumento significativo na conscientização da população sobre questões ambientais, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos e engajados na defesa do meio ambiente.</p></li><li><p><strong>Criação do Ministério do Meio Ambiente (MMA)</strong> : A fundação do MMA, ainda em 1992, foi uma consequência direta do fortalecimento da agenda ambiental no Brasil e garantiu um órgão federal responsável pela implementação de políticas ambientais e pela promoção da Educação Ambiental em todo o país.</p></li></ol><p>Em suma, a criação dos Núcleos de Educação Ambiental pelo IBAMA foi um marco essencial na construção de uma cultura ambiental no Brasil, refletindo a importância da educação como ferramenta para a transformação social e a promoção da sustentabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-31 16:25:46 UTC</pubDate>
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