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      <title>Animais em vias de extinção by Ana Aniceto</title>
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      <description>Trabalho Biologia e Geologia 10º2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-24 15:06:24 UTC</pubDate>
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         <title>Urso Polar</title>
         <author>Ana_Zita_Aniceto</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1348444164</link>
         <description><![CDATA[<div>- Habitat&nbsp;<br><br>- Categoria (de acordo coma a lista vermelha de espécies ameaçadas )<br><br>- Causas do perigo de extinção<br><br>- Nº estimado de indivíduos em estado selvagem<br><br>- Países onde habita em estado selvagem<br><br>- Formas de preservação (se encontrarem)<br><br>- Curiosidades</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 15:13:44 UTC</pubDate>
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         <title>Pinguim de Magalhães</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat:</mark></strong> zonas costeiras da Argentina, Chile e Ilhas Malvinas, migrando por vezes até ao Brasil, no Oceano Atlântico, ou até ao Peru.<br><strong><mark>- Categoria:</mark></strong> Quase Ameaçada <br><strong><mark>- Causas de perigo de extinção:</mark></strong> devido aos derrames de petróleo, os pinguins de Magalhães enfrentam agora a escassez e quase desaparecimento dos peixes que lhes servem de alimento. Derivado ao aumento da temperatura da água do mar, os peixes afasta-se cada vez mais dos seus locais de origem e obrigam os pinguins a viajar mais para procurarem alimento.<br><strong><mark>- Nº estimado de indivíduos: </mark></strong>1.7 milhão de pares reprodutores; <br><strong><mark>- Países onde habita:</mark></strong> aproximadamente 700.000 pares no Chile, 900.000 pares na Argentina e 100.000 pares nas Ilhas Malvinas;<br><strong><mark>-Formas de preservação:</mark></strong> quando essa ave for avistada na orla com a plumagem suja por petróleo ou seus derivados ela é resgatada e levada ao Setor de Reabilitação do CECLIMA<br><strong><mark>- Curiosidades:</mark></strong> É também conhecido como naufragado e pato-marinho. É um pinguim sul-americano característico de águas temperadas e de temperaturas entre 15 graus centígrados e abaixo de zero grau centígrado.<br>Nome científico: <em>Spheniscus magellanicus<br></em>Comprimento: 61 – 76 cm<br>Peso: 2,7 – 6,5 kg</div><div><em><br></em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 15:56:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atum Rabilho do Antlântico</title>
         <author>sergio23394</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1348714419</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong>Habitat</strong>:Oceano<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico"> </a>Antlântico e no Mediterrâneo,<br>-<strong>Categoria:</strong> Ameaçado<br>-<strong>Causas do perigo de extinção: </strong>é usado para contrabando.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 16:00:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lobo-vermelho</title>
         <author>filipe216981</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1352256393</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat:</mark></strong><strong> </strong>Originalmente, toda a zona sudeste dos Estados Unidos, leste da Pensilvânia, sul da Flórida e no sudeste do Texas, florestas, pântanos.<br><mark>- </mark><strong><mark>Categoria:</mark></strong><strong> Espécie em perigo crítico</strong><br><mark>- </mark><strong><mark>Causas do perigo de extinção:</mark></strong> Os lobos-vermelhos estão em perigo critico de extinção devido caça excessiva/ilegal, colisões com veículos, e devido as pressões ecológicas.<br><strong><mark>- Nº estimados de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> o número é incerto mas constasse que na vida selvagem existam <strong>apenas 50 a 20</strong> lobos-vermelhos.<br><strong><mark>- Países onde habita:</mark></strong> EUA e Florida<br><strong><mark>- Formas de preservação:</mark></strong> <strong>O grupo de</strong> <strong>conservação Wildlands Network</strong>, é uma reserva que tem como um dos seus objetivos tentar proteger e restabelecer a população de lobos vermelhos puros, isto pois em outras reservas como National Wildlife Refuge estão a cruzar lobos-vermelhos com coiotes para conseguirem uma grande população de híbridos, na minha opinião não concordo na criação de híbridos, eles deviam em vez de fazer cruzamento com coiotes deveriam tentar fazer cruzamentos entre os lobos-vermelhos só assim os lobos-vermelhos terão um aumento na sua população.<br><strong><mark>- Curiosidades:</mark></strong> Em 1980 os lobos-vermelhos foram considerados extintos da natureza e só 7 anos depois foram reintroduzidos. Os lobos-vermelhos, possuem um único parceiro por toda a vida.<br><strong>Nome cientifico</strong>: <em>Canis rufus<br></em>Atingem a maturidade sexual no segundo ou terceiro ano de vida<em><br></em>A fêmea às vezes é ajudada pelo macho a cavar ou encontrar uma boa toca para ter seus filhotes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 11:27:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Águia-Imperial-Ibérica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1352395717</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat:</mark></strong> Sudoeste da Península Ibérica e norte de Marrocos <br><strong><mark>-Categoria: </mark></strong>Ameaçada (vulnerável)<br><strong><mark>-Causas do perigo de extinção:</mark></strong> No seculo XX, as águias eram mortas pelos criadores de gado, o desenvolvimento da rede elétrica na Península afetou os coelhos o principal alimento da águia-imperial-ibérica, mais um fator para o inicio da extinção da águia-imperial-ibérica.O uso ilegal de venenos, perda e degradação de habitat.<br><strong><mark>-Nº estimados de indivíduos:</mark></strong> 407 casais reprodutores em toda a península ibérica <br><strong><mark>-Países onde habita:</mark></strong> Em Portugal existem 11 casais os restantes estão distribuídos pelas regiões espanholas,150 em Castela-Mancha, 91 na Andaluzia, 56 em Castela e leão , 50 na fronteira e 49 na comunidade de Madrid.<br><strong><mark>-Formas de preservação:</mark></strong> O Projeto LIFE Imperial é uma oportunidade para restabelecer a população nacional de Águia-imperial, criando condições para o seu aumento através da aplicação de um conjunto de ações de conservação.<br>Estas ações pretendem reduzir o impacte das ameaças sobre a espécie, contribuindo para a sua conservação a longo prazo.<br><strong><mark>-Curiosidades:</mark></strong>Esta águia de grande porte pode atingir 2,10m de envergadura, 80cm de comprimento e entre 3.5 e 5kg de peso, sendo as fêmeas sempre um pouco maiores que os machos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 12:12:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PATO-MERGULHÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1353992058</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-Habitat:</mark></strong> O Pato-Mergulhão vive em zonas montanhosas em pequenos córregos e rios de agua limpa e rápida, com menos de 1m de profundidade e rodeada de florestas. <br><strong><mark>-Categoria:</mark></strong> Esta espécie está criticamente em perigo.&nbsp; &nbsp;<br><strong><mark>-Causas do perigo de extinção:</mark></strong> A destruição de habitat, devido a explorações mineiras, habitação humana,&nbsp; implementação de facilidades turísticas, poluição do meio em que vivem são fatores muito preocupantes para a sobrevivência desta espécie. <br><strong><mark>-Nº estimado de indivíduos:</mark></strong> Estima-se que haja, em todo o mundo, entre 200 a 250 indivíduos desta espécie e que a sua população se reduz para 50 casais. <br><strong><mark>-Países onde habitat:</mark></strong> O Pato Mergulhão e conhecido em três países: Brasil, Argentina e Paraguai. Contudo esta ave já está extinta no Paraguai, quase extinta na Argentina e no Brasil.&nbsp; <br><strong><mark>-Formas de prevenção:</mark></strong> Existem formas de prevenir o risco de extinção desta espécie, tais como: <br>- Proibir legalmente atividades que provoquem a destruição e degradação dos habitats do Pato-Mergulhão; <br>- Assegurar que impactos negativos da construção de barragens sobre as populações do Pato-Mergulhão sejam minimizados e compensados. <br><strong><mark>-Curiosidades:</mark></strong><strong> </strong>-<strong> </strong>É um pequeno pato com 49 a 56 cm de comprimento e com uma longa crista. Tem um bico longo, escuro e serrilhado e as patas têm uma cor avermelhada;<br>- O Pato-Mergulhão alimenta-se de pequenos peixes, como lambari, larvas de insetos e caramujos.&nbsp;<br>- A altura de reprodução desta espécie é entre agosto e setembro. <br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 17:03:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Saramugo</title>
         <author>rafael21714</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1357755546</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat</mark></strong><mark>:</mark> vive exclusivamente na bacia do rio Guadiana e seus afluentes, rios de corrente lenta e com considerável vegetação aquática. <br><strong><mark>Categoria:</mark></strong><strong> </strong>criticamente em perigo.<br><strong><mark>Causas do perigo de extinção</mark></strong><mark>:</mark>&nbsp; poluição da água,&nbsp; barragens e açudes, sobre-exploração dos recursos hídricos, destruição da vegetação das margens, extração de areias e&nbsp; espécies exóticas invasoras.<br><strong><mark>Número estimado de&nbsp; indivíduos em estado selvagem</mark></strong><mark>: </mark>as populações desta espécie apresentam um declínio continuado sendo que se estima um efetivo populacional superior a 10.000 indivíduos. Estima-se que a população tenha decrescido cerca de 50% nos últimos 5 anos e possa sofrer uma redução de cerca de 80% num período de dez anos, sendo que nalgumas subpopulações o número de efetivos já estará abaixo do limiar de sobrevivência da espécie.<br><strong><mark>Países onde habita no estado selvagem</mark></strong><mark>:</mark> habita a Península Ibérica (Portugal e Espanha)<br><strong><mark>Formas de preservação:</mark></strong><strong> </strong>plantação de arbustos e árvores autóctones nas margens das ribeiras, instalação de passagens canadianas para minimizar o impacto do gado nas ribeiras com saramugo, ações de educação ambiental nas escolas locais, ações de formação, instalação de um dispositivo para reter peixes exóticos em barragens e lançar uma campanha de sensibilização junto dos produtores agropecuários e os pescadores.<strong><br></strong><strong><mark>Curiosidades</mark></strong><mark>:</mark> o saramugo tem um ciclo de vida curto, com uma longevidade máxima registada de 3 anos e a sua maturação sexual é precoce, no final do primeiro ano de vida. O seu comprimento raramente ultrapassa os 7 cm, sendo que, regra geral, as fêmeas são maiores que o macho. Possuem um corpo estreito, coberto com escamas finas e pequenas de coloração prateada na zona do ventre, castanho-claro na zona dorsal e quase amarelo na lateral, apresentando por vezes reflexos rosados e alguns pontos negros espalhados pelos flancos.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 15:43:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lobo-ibérico(Canis lupus signatus)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1358598962</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-Habitat:</mark></strong> Floresta, bosque e matagal mediterrânico. Adapta-se a muitos habitats diferentes. <br><strong><mark>-Categoria:</mark></strong> <strong>Península Ibérica:</strong> Quase Ameaçado (NT)</div><div><strong>Portugal:</strong> Em Perigo (EN)</div><div><strong><mark>-Causas do perigo de extinção:</mark></strong> A escassez de recursos alimentares, nomeadamente a ausência de presas na natureza, em conjunto com as poucas áreas de refúgio e a mortalidade provocada pelos humanos, são os principais fatores para que este mamífero esteja em regressão.<br><strong><mark>- Número estimado de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> Outrora muito abundante, a sua população atual deve rondar os 2000 indivíduos, dos quais, atualmente, o lobo-ibérico possui em Portugal uma população reduzida, de 300 indivíduos, restringida à região norte. Enquanto que no início do século XX os lobos ainda se distribuíam por quase todo o território continental português, calcula-se que hoje esses animais ocupem apenas 20% da sua área de distribuição original.<br><strong><mark>- Países onde habita em estado selvagem:</mark></strong> Distribuído pela Península ibérica: As regiões montanhosas do Centro-Norte e Norte de Portugal, Noroeste de Espanha e Serra Morena (Sul de Espanha). <br><strong><mark>-Formas de preservação:</mark></strong>&nbsp; O lobo-ibérico é estritamente protegido por legislação nacional específica (Decreto Lei n.º 54/2016, de 25 de agosto). Esta legislação proíbe o abate e captura da espécie e a destruição ou perturbação do seu habitat; <br>- A aplicação de sistemas de produção e de proteção do gado que sejam compatíveis com a conservação dos predadores ameaçados de extinção é pois uma condição essencial para que a coexistência com o homem seja uma realidade;<br>- A utilização dos cães de gado, por constituir uma forma prática e eficaz de diminuir os prejuízos económicos resultantes dos ataques causados pelos predadores, especialmente em regiões onde estes se encontram ameaçados, como é o caso do lobo na maior parte dos países Europeus, deve ser recuperada.<br><strong><mark>-Curiosidades:</mark></strong><strong> -</strong>É a subespécie de lobo de menores dimensões. O macho é ligeiramente mais corpulento do que a fêmea. As orelhas são rígidas, triangulares e relativamente curtas. No focinho, é visível a típica máscara facial de cor clara. A pelagem distingue-se pela zona dorsal castanho-amarelada, e é mais escura no inverno. Exibe uma lista negra longitudinal bem definida na zona anterior dos membros;<br>- A época de acasalamento é em março-abril, altura em que ocorre o período reprodutor da fêmea (5-7 dias/ano). Fêmea e crias mantêm-se na toca desde o nascimento até ao fim do período de amamentação, cerca de 7-9 semanas depois. As crias recebem cuidados tanto dos progenitores como dos restantes membros da alcateia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 19:00:29 UTC</pubDate>
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         <title>Lince-ibérico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1359724673</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-Habitat:</mark></strong> Península Ibérica, em áreas montanhosas cobertas de bosques e mato mediterrâneo;</div><div><strong><mark>-Categoria:</mark></strong><strong> </strong>Espécie em perigo. Sendo que em 2015 já foi categorizado como espécie em perigo crítico;&nbsp;</div><div><strong><mark>-Causas do perigo de extinção:</mark></strong><mark> </mark>Uma das principais causas pela extinção é o desaparecimento e a morte da sua principal presa, o Coelho Bravo, afetado pelo aparecimento de doenças virais. Mas também a caça ilegal, a destruição do seu habitat, as mortes acidentais causadas por armadilhas e os atropelamentos, são causas pela extinção desta espécie;&nbsp;</div><div><strong><mark>-Nº estimados de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong><strong> </strong>Em 2017 a população total do lince era de 475 espécimes. Segundo o Programa de Conservação Ex-Situ, em 2020 devem ter nascido entre 37 e 45 crias nos cinco centros de reprodução em Portugal e Espanha;</div><div><strong><mark>-Países onde habita em estado selvagem:</mark></strong> Esta espécie está distribuída em duas áreas na Península Ibérica onde existem populações reprodutoras – Doñana e Andújar-Cardeña. Poderá também existir nas regiões dos Montes Toledo Oriental, Sistema central Ocidental e em algumas áreas da Serra Morena.</div><div><strong><mark>-Formas de preservação:</mark></strong> Portugal, durante o primeiro semestre de 2015, iniciou o projeto Europeu de Vida Natural numa tentativa de salvar esta espécie da extinção, e incluiu a preservação do habitat, a monitorização da população do Lince- Ibérico e a gestão das populações do Coelho Bravo&nbsp;<br><br></div><div><strong><mark>-Curiosidades:</mark></strong> Estudos científicos realizados na década de 90 revelaram que, ao contrário do que se poderia supor, a presença do Lince numa dada área favorece as populações de coelhos, pois controla a densidade de outros predadores como a raposa, capturando-os ou mantendo-os afastados do seu território. Assim, a quantidade de coelhos em áreas onde o Lince está presente são de 2-4 vezes superiores às áreas onde o felino está ausente.<br><strong><mark>-Características físicas:</mark></strong> O Lince-ibérico tem uma cor de pelo castanho-amarelado com manchas, orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba.&nbsp;<br>Esta espécie pode medir dos 85 aos 110 centímetros, acrescentando de 12 a 30 centímetros devido á sua pequena cauda.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 11:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>Tigre (Panthera tigris)</title>
         <author>carla21725</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1359832687</link>
         <description><![CDATA[<div>- O tigre cujo nome científico é <strong>Panthera tigris</strong>, é um mamífero que <strong><mark>habita</mark></strong> no continente asiático sendo a sua distribuição geográfica desde a Sibéria, às Ilhas de Bornéu, Sumatra e Indonésia. Contudo, atualmente é mais encontrado no Sudeste Asiático, na Sibéria e na Índia.<br><br>- Esta espécie em relação a <strong><mark>categoria</mark></strong> é uma <strong><mark>espécie em perigo</mark></strong>, existindo atualmente <strong>três espécies de tigres extintas</strong> o tigre-de-Java, o tigre-do-Cáspio e o Tigre-de-Bali.<br><br></div><div>- As principais <strong><mark>causas do perigo de extinção</mark></strong> deste animal são o aumento da <strong>caça clandestina</strong> que tem como principal objetivo a recolha de algumas partes dos seus corpos para uso na medicina tradicional Asiática, a <strong>recolha dos seus ossos e peles</strong> exuberantes, muito cobiçadas no mercado, <strong>desflorestação acelerada,</strong> as <strong>alterações climáticas</strong> e o <strong>aumento do nível do mar </strong>que ameaça o habitat natural destas populações.<br><br>- Estudos recentes estimam que o <strong><mark>número de indivíduos desta espécie no estado selvagem</mark></strong> é de aproximadamente <strong>3000</strong>, havendo um aumento mínimo a decorrer ao longo dos anos em relação ao número de tigres no seu estado natural.<br><br></div><div>- Esta espécie no seu <strong><mark>estado selvagem</mark></strong> habita principalmente no Sudeste Asiático, Sibéria, Índia e são encontrados em bosques, bambuzais, estepes e florestas húmidas.<br><br>- Algumas medidas que estão ou deveriam estar a ser tomadas para a <strong><mark>preservação</mark></strong> desta espécie são principalmente: <strong>acabar com a caça furtiva </strong>e com a <strong>destruição dos habitats naturais</strong>, sendo uma ótima opção a criação de corredores ecológicos em áreas protegidas que são propícias a aumentar a população de tigres, <strong>preservar áreas florestais</strong> não apenas dentro dos espaços protegidos (principalmente fora destes, onde continua sendo preocupante a preservação dos tigres) e <strong>acabar com as atividades ilegais </strong>como o comércio das peles e ossos deste animal (devido ao ser elevado valor).<br><br></div><div>- Este animal possui algumas <strong><mark>curiosidades</mark></strong> interessantes, pois são <strong>animais carnívoros</strong> que podem atingir em média dois metros e meio de comprimento, um metro de altura e uma cauda de um metro ou mais, existindo indivíduos com mais de 300 quilos e devido à sua força e poder conseguem caçar presas até de 900 quilos.<br><br>Os tigres ao contrário da maioria dos outros felinos são <strong>excelentes nadadores</strong> e podem percorrer grandes distâncias a nado.&nbsp;</div><div>Um tigre consegue saltar aproximadamente 9 metros de distância e quase 5 metros de altura e correr a mais de 60 km por hora, especialmente quando estão atrás de uma presa.<br><br></div><div>Os <strong>números destes indivíduos </strong>têm vindo a <strong>aumentar ligeiramente</strong> nos últimos anos, porém continuam bem abaixo da taxa de reposição.<br><br>Cada <strong>gestação</strong> dura em média de 93 a 112 dias, sendo geradas de 1 a 4 crias, que nascem cegos e bem pequenas com cerca de 30 centímetros e 1 quilo que já após o primeiro mês ficam quatro vezes maior.<br><br>Sendo<strong> o padrão das riscas de um tigre único</strong>, à semelhança das nossas impressões digitais onde não há mais que um tigre com o mesmo padrão.<br><br></div><div>Na medicina tradicional chinesa <strong>o tigre é explorado</strong> para várias receitas, por exemplo, acredita-se que a ingestão do globo ocular do animal pode tratar até mesmo convulsões.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 13:38:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bufo-Real</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1360112364</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat</mark></strong><mark>:</mark> O bufo-real está presente na Europa, Ásia e África, é mais comum no nordeste da Europa, também circunda o Mar mediterrâneo.<br>O Bufo-Real habita em terrenos rochosos com ou sem bosques.<br><strong><mark>- Categoria:</mark></strong> É considerada como uma espécie quase ameaçada.<br><strong><mark>- Causas do perigo de extinção:</mark></strong> O Bufo-Real está em vias de extinção devido à perseguição humana, isto porque é considerado uma espécie "destruidora da caça"<br><strong><mark>- Nº estimada de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> Entre 1997 e 2012 a população de Bufo-Real era de aproximadamente 8920 espécies.<br><strong><mark>- Países onde habita em estado selvagem:</mark></strong> Esta espécie habita em vários países da Ásia e da Europa, como por ex: Portugal, Espanha, Noruega, Suécia, Finlândia, China, Mongólia, Cazaquistão, Turquia e Irão.<br><strong><mark>- Formas de prevenção:</mark></strong> As medidas de prevenção do Bufo-Real poderá passar por: criação de ferramentas de decisão legal acerca da instalação de traçados eléctricos e parques eólicos nas zonas importantes para espécie;<br>Desenvolvimento de acções de sensibilização e educação ambiental que versem sobre a temática da conservação das aves de rapina dirigidas a caçadores;<br>Guardas e gestores de caça e florestais e para o público em geral, assim como a adopção, e correcta divulgação, de boas práticas na exploração agrícola e florestal, conjugadas com a implementação de medidas de controlo da venda e uso de substâncias tóxicas; Implementação de programas de recuperação das populações de coelho-bravo e intensificação das acções de fiscalização.<br><strong><mark>- Curiosidades:</mark></strong> O Bufo-Real possui no cimo da cabeça dois "cornos" que ficam direitos quando o animal se zanga;<br>Esta espécie pode viver muitos anos em cativeiro e quando o casal se dá bem pode cuidar dos filhos na gaiola;<br>A fêmea pode também chocar ovos de galinha, mas, é necessário estar alerta para ela não comer os pintos;<br>É a maior ave de rapina nocturna da Europa;<br>Alguns exemplares expostos foram encontrados feridos e foram recuperados num Parque Biológico não estando em condições para serem restituídos à natureza;<br>O nome científico do Bufo-Real é <em>Bubo</em> <em>bubo<br></em><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-27 17:14:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Doninha-de-patas-pretas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1361318525</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat</mark></strong><mark>:</mark> A doninha-de-patas-pretas é nativa do centro da América do Norte, desde o Sul do Canadá até ao norte do México. Habitam em pradarias, onde podem se alimentar de cães-da-pradaria, e usar as suas tocas e túneis para dormir e cuidar das suas crias.<br><strong><mark>- Categoria:</mark></strong> Espécie em perigo, embora no passado tivesse estado criticamente em perigo.<br><strong><mark>- Causas do perigo de extinção:</mark></strong> Ao longo do século XX, houve uma queda drástica da população de cães-da-pradaria devido à peste silvestre (doença que afeta os cães-da-pradaria) e à caça dos mesmos, por serem considerados uma ameaça às colheitas. Consequentemente, as doninhas-de-patas-pretas sofreram com a escassez de alimento, uma vez que os cães-da-pradaria representavam 91% de toda a sua dieta.<br><strong><mark>- Nº estimado de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> Existem atualmente cerca de 1000 indivíduos adultos nascidos em estado selvagem.<br><strong><mark>- Países onde habita em estado selvagem:</mark></strong> Atualmente presenciam-se cerca de 18 populações, quatro das quais são autossustentadas no Dakota do Sul (duas), Arizona e Wyoming (Estados Unidos da América).<br><strong><mark>- Formas de prevenção:</mark></strong> Algumas formas de prevenir o risco de extinção das doninhas-de-patas-pretas incluem a manutenção do seu habitat, o estabelecimento de novas áreas realocando cães-da-pradaria para aumentar o habitat das doninhas, mitigar a peste silvestre em colónias de cães-da-pradaria e participar no estudo de uma vacina oral para proteger os cães-da-pradaria desta doença.<br><strong><mark>- Curiosidades:<br></mark></strong>- Uma doninha-de-patas-pretas adulta tem cerca de 40 cm de comprimento e pesa 910 g.<strong><mark><br></mark></strong>- As doninhas-de-patas-pretas são animais noturnos.<br>- É a única espécie de doninhas nativa da América do Norte.<br>- Apesar dos cães-da-pradaria constituírem 91% da sua dieta, as doninhas também se alimentam de ratos, esquilos-terrestres e outros animais pequenos.<br>- O seu nome científico é <em>Mustela nigripes</em>.<br>- Em dezembro de 2020, uma equipa de cientistas conseguiu criar um clone de uma doninha-de-patas-pretas, a qual chamaram Elizabeth Ann, a partir de células congeladas que haviam pertencido a Willa, outra doninha-de-patas-pretas que morreu nos anos 1980s. Elizabeth Ann viverá no estado de Colorado e será estudada para fins científicos, e não será libertada na natureza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 13:33:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lobo-marinho (também conhecido como foca-monge)</title>
         <author>anateles21689</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1361876994</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong><mark>Nome:</mark></strong> lobo-marinho (<em>Monachus monachus</em>)<br><br></div><div><strong><mark>Habitat:</mark></strong> Há séculos atrás, as praias a céu aberto eram o habitat ideal dos lobos-marinhos, no entanto foram alvo de perseguição pelo interesse económico na sua pele e gordura e devido à atividade piscatória, acabaram por se refugiar em praias no interior de grutas remotas ao largo das ilhas Desertas, da ilha da Madeira e a do Porto Santo, sendo estes locais onde atualmente o lobo-marinho tem como habitat, apesar de não ser o ideal. Nos últimos anos verificou-se o retorno da utilização ocasional de praias abertas, uma vez que são mamíferos que dependem de terra (de vir à costa)&nbsp; para as suas atividades vitais tais como, descanso, reprodução e cuidados com as crias.<br><br></div><div><strong><mark>- Categoria (de acordo coma a lista vermelha de espécies ameaçadas):</mark></strong> esta espécie encontra-se em perigo crítico, segundo a UICN<br><br></div><div><strong><mark>- Causas do perigo de extinção:</mark></strong> Durante o século XV, segundo os primeiros colonos europeus, a população de lobos-marinhos era abundante na Madeira, porém a espécie foi <strong>alvo</strong> de <strong>perseguição</strong> pelo <strong>interesse económico</strong> na <strong>sua gordura e na sua pele,</strong> o que culminou no seu <strong>quase desaparecimento.</strong>&nbsp;<br><br></div><div>A <strong>acumulação de lixos</strong> provenientes da <strong>atividade piscatória e da ação humana </strong>também se revelou um <strong>problema,</strong> dado que as <strong>redes de pesca,</strong> <strong>cordas, garrafas e sacos de plástico,</strong> entre outros são vistas como <strong>brinquedos</strong> pelas <strong>crias e por juvenis</strong> que muitas vezes acabam <strong>ficar aprisionados, por ingerir e até mesmo asfixiados com estes materiais. </strong>A atividade piscatória foi responsável por dizimar a população de chicharros e de douradas que servem de alimento a estes seres vivos. Em 1990 ocorreu um <strong>derrame de crude (petróleo bruto)</strong>, ao largo do <strong>Porto Santo e das ilhas Desertas,</strong> responsável por <strong>devastar a população de lobos-marinhos</strong>, entre outras espécies de seres vivos, muitas delas que serviam de alimento a esta espécie. <br><br></div><div>A crescente <strong>ocupação costeira </strong>por parte do Homem, desde o século XV, <strong>não</strong> <strong>favorece </strong>o desenvolvimento da espécie visto que necessita da terra para se reproduzir e para outras atividades.<br>A <strong>baixa variabilidade genética</strong> desta espécie, bem como o facto de a <strong>maturidade sexual das fêmeas</strong> só ser atingida entre os <strong>4 e os 6 anos de idade </strong>(é considerada uma espécie de geração longa)<strong> </strong>e de só ser gerada uma cria por cada gestação são fatores que constituem <strong>perigo de extinção desta espécie.&nbsp;</strong></div><div>Um motivo que justifica <strong>o perigo de extinção</strong> desta espécie é o facto de as crias, sem serem acompanhadas pelos progenitores, começam a fazer as saídas das grutas para o mar na altura das <strong>tempestades marinhas</strong>, dado que nascem essencialmente entre <strong>outubro e novembro</strong>, acabando por <strong>não resistir devido a choques contra rochas. <br>M</strong>uitas vezes <strong>acabam por não resistir devido a situações&nbsp;<br>de hipotermia nas grutas, pois não são o local mais adequado devido às baixas temperaturas&nbsp; perdendo a hipótese de se poder reproduzir futuramente.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>- Nº estimado de indivíduos em estado selvagem:</strong> Sendo uma das focas mais raras do mundo, estima-se que existam cerca de 700 indivíduos em toda a sua área de distribuição, no estado selvagem.&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Países onde habita em estado selvagem</strong> Os lobos-marinhos encontram-se distribuídos em três áreas geográficas<strong>:</strong> Ilha da Madeira e Desertas (Arquipélago da Madeira, Portugal, onde existem cerca de 30 a 40 lobos-marinhos); Cabo Branco (Mauritânia e Marrocos, no continente Africano, com uma população estimada em 270 indivíduos) e no Mar Mediterrâneo (entre a Grécia e Turquia, com uma população estimada em cerca de 300 e 100 indivíduos, respetivamente).<br><br></div><div><strong><mark>- Formas de preservação: </mark></strong><strong><br></strong><br></div><div>-Evitar a ocupação antrópica de zonas costeiras (correto ordenamento do território)<br><br>-Modernização das artes da pesca<br><br></div><div>-Sensibilizar a população para a deposição do lixo nos devidos lugares, bem como para a limpeza das praias.&nbsp;<br><br></div><div>-Limitar, legalmente, a captura de espécies que servem de alimento aos lobos-marinhos, tais como a dourada, polvo, choco, caranguejo, mexilhão e chicharro.&nbsp;<br><br>- Proibição da utilização de redes de emalhar e covos na atividade piscatória.&nbsp;<br><br></div><div>- Promover o correto funcionamento da rede de informação e de emergência do lobo-marinho;<br><br></div><div>- Aplicação de sistemas de monitorização com câmaras fotográficas automáticas no interior das grutas que não perturbem o bem-estar animal, permitindo assim que haja um maior controlo e monitorização da espécie.&nbsp;<br><br></div><div><a href="https://youtu.be/eNdvcshlB94"><strong><mark>https://youtu.be/eNdvcshlB94</mark></strong></a><strong><mark><br></mark></strong><a href="https://youtu.be/Cz9Q_NPhkTI"><strong><mark>https://youtu.be/Cz9Q_NPhkTI </mark></strong></a><strong><mark><br><br>Informação extra:<br>- </mark></strong>Caso de aviste ou até mesmo encontre um lobo-marinho, se&nbsp; estiver no mar deve dirigir-se para terra calmamente, caso possível. Se estiver em terra não perturbe o lobo-marinho, apesar ser uma espécie que é dócil, no caso de sentir ameaçado pode revelar-se agressivo. <strong><br></strong>No caso de se encontrar a praticar caça submarina e de algum lobo-marinho (estes animais têm a capacidade de&nbsp; capturar do peixe deverá abandonar o local, procurando outro para dar continuidade à sua caça<mark><br></mark><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:17:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>morsa do pacífico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1363459406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat</mark></strong>: A morsa do pacifico mora no mar de Chuckchi e no mar de Bering no Ártico.<br><strong><mark>Categoria:</mark></strong> espécie ameaçada<br><strong><mark>Causas do perigo de extinção</mark></strong><mark>:</mark> As morsas do Pacífico dependem do gelo que flutua à superfície da água do mar para descansar, procurar alimento e cuidar das suas crias. As morsas estão a sofrer com a escassez do gelo nas águas do Árctico durante o Verão e Outono, algo que os cientistas atribuem ao aquecimento global.<br><strong><mark>Número estimado de&nbsp; indivíduos: </mark></strong>verifica se como desconhecido.<br><strong><mark>&nbsp;Países onde habita em estado selvagem: </mark></strong>A morsa do pacifico mora no mar de Chuckchi e no mar de Bering no Ártico.<br><strong><mark>&nbsp;Formas de prevenção:</mark></strong> Diminuir a caça a essa população, e visto que dos principais motivos pela quase extinção desta espécie foi devido ao aquecimento global, havemos de fazer algo para combater, como por exemplo evitar o uso do carro sempre que possível. Os veículos, na queima de combustíveis, emitem gases de efeito estufa. Para percursos de até 3 km de distância, ir a pé é a escolha com menor impacto ambiental, sendo bom para a saúde e elimina a emissão de GEE. <br><strong><mark>Curiosidades</mark></strong><mark>:</mark> Enquanto as morsas comem todos os tipos de pequenas criaturas aquáticas, a sua comida preferida é o molusco. Para encontrar amêijoas, as morsas mergulham no fundo do mar e buscam com suas vibrissas sensíveis (bigodes). Uma vez encontrada, a morsa selará os lábios na concha do molusco e rapidamente recolocará a língua na boca, o que cria um vácuo, sugando o molusco para fora da concha. As morsas também atacam focas e até narvais se estiverem presas no gelo. Eles normalmente podem mergulhar a uma profundidade de 80 a 90 metros e permanecer debaixo d’água por 30 minutos por vez. Morsas são carnívoros, mas não são caçadores ferozes. A comida favorita da morsa é o marisco. Elas mergulham debaixo d’água e usam seus bigodes para detectar o marisco nas águas escuras do oceano. De acordo com o Arctic Study Center da Smithsonian Institution , uma morsa pode comer até 4.000 mariscos em uma alimentação. Quando é difícil encontrar comida, as morsas também comem as carcaças de focas mortas. As morsas podem se mover surpreendentemente rápido em terra, correspondendo à velocidade de corrida de um ser humano, uma vez que correm de quatro como um cachorro (enquanto algumas focas só podem ondular e arrastar-se junto com suas nadadeiras dianteiras).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 10:00:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rinoceronte de Java</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1363853990</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>-Habitat:</mark></strong> Planícies aluviais, florestas tropicais densas, juncais e canaviais.<br><strong><mark>-Categoria:</mark></strong> Em perigo crítico(CR)<br><strong><mark>-Causas do perigo de extinção:</mark></strong><strong> </strong>O rinoceronte de java , tal como todas as espécies de rinocerontes, foram caçadas&nbsp; pois acreditam que os seus cornos possua propriedades terapêuticas, outro fator importante é a perda de habitat pela grande expansão humana.<br><strong><mark>-Nº estimado de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> Estimada em menos de 100 indivíduos<br><strong><mark>-Países onde habitam em estado selvagem:</mark></strong><strong> </strong>Indonésia<br><strong><mark>-Formas de Preservação:</mark></strong> O Parque Nacional de Ujong Kulon , em Java , foi totalmente proibida a caça ao rinoceronte de java em 23 de outubro de 1909 <br><strong><mark>-Curiosidades:</mark></strong><strong> </strong>O rinoceronte-de-java já não é exibido em zoológicos há um século. O último exemplar em cativeiro, um macho com 20 anos, morreu em 4 de fevereiro de 1907 no zoológico de Adelaide.<br>As fêmeas atingem sua maturidade sexual entre os três e quatro anos de idade, enquanto os machos são sexualmente maduros aos seis anos. Estima-se que a gestação ocorra num período entre 16 a 19 meses.<br><strong>Nome cientifico:</strong> <em>Rhinoceros sondaicus</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 12:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleia-Azul</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1365661373</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>-</mark><strong><mark>Habitat</mark></strong><strong>: Todos os oceanos<br></strong><strong><mark>-Categoria:</mark></strong><strong> Quase ameaçado<br></strong><strong><mark>-Causas de perigo de extinção</mark></strong><strong>: Poluição; colisões em navios; presas em equipamentos de pesca; caça comercial das baleia; alterações climáticas<br></strong><strong><mark>- Número de indivíduos:</mark></strong><strong> 1100 e 1700<br></strong><strong><mark>- Países onde habita:</mark></strong><strong> Águas próximas da Islândia e da Irlanda, os mares do sul Caribe e o mar de Cortez <br></strong><strong><mark>- Formas de preservação:</mark></strong><strong> Deixar de haver tanta caça; poluir menos.<br></strong><strong><mark>- Curiosidades:</mark></strong><strong> A baleia azul é o maior animal do planeta podendo atingir 30 metros de comprimento. São animais difíceis de estudar pois não existem em abundância e são frequentemente encontradas em águas profundas. O coração da baleia pode pesar mais de 150 quilos<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:02:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Panda-gigante (Ailuropoda melanoleuca)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1367689979</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Habitat:</mark></strong><strong> </strong>Ursos pandas, também chamados de pandas gigantes, são animais mamíferos solitários, originários da Ásia e que vivem em florestas de bambu.</div><div><strong><mark>- Categoria:</mark></strong><strong>&nbsp; </strong>Ameaçado (vulnerável). Em 2016, o panda se afastou um passo da extinção, passando da categoria "em perigo", na qual estava há tempos, para "vulnerável".</div><div><strong><mark>- Causas do perigo de extinção:</mark></strong><mark> <br></mark><strong>1. Agravamento das alterações climáticas&nbsp;</strong></div><div>Por muito tempo em perigo, o panda gigante "está em uma situação melhor, mas continua em perigo", em razão do aquecimento global que ameaça seu habitat e sua alimentação.</div><div><strong>2. Ações humanas, fragmentação e perda de habitat &nbsp;</strong></div><div>A construção de estradas, minas e outras infraestruturas criadas por seres humanos, a caça dos pandas gigantes pelo Homem e também a expansão sem restrições das atividades do Homem é uma das principais ameaças sofridas pelas diversas populações de pandas.</div><div><strong>3. Fraca capacidade de reprodução</strong></div><div>Os pandas gigantes adultos só acasalam uma vez por ano. O número de crias por ninhada é de um ou duas. O seu crescimento não é completo, o sistema imunitário é fraco, resultando também de uma fraca taxa de sobrevivência.</div><div><strong>4. Única fonte de alimentação</strong></div><div>Os pandas gigantes têm uma alimentação muito restrita pois só comem bambu. No entanto, a floração dos bambus é cíclica, secando após a floração (o ciclo é de aproximadamente 60 anos). A floração dos bambus é um processo natural e os pandas gigantes têm vindo a adaptar-se ao ciclo de floração do bambu pelo que têm mantido a sua sobrevivência.</div><div><strong><mark>- Nº estimados de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong>&nbsp; Na China vivem hoje 1.864 pandas-gigantes em estado selvagem, um aumento em relação aos 1.114 de há quatro décadas.</div><div><strong><mark>- Países onde habita em estado selvagem</mark></strong><mark>:</mark>&nbsp; China(ocorrendo em mais regiões ao leste e ao sul)</div><div><strong><mark>- Formas de preservação:</mark></strong>&nbsp;<br>O pequeno aumento no habitat disponível, o aumento da proteção da floresta, além das ações de reflorestamento levam a uma estabilização da população. &nbsp;</div><div>O Governo chinês conseguiu retirar a espécie da lista das mais ameaçadas e diminuindo assim para uma situação “vulnerável”, mas continuando em perigo, impondo&nbsp; Políticas de proteção e batendo o recorde no número de nascimentos em cativeiro.</div><div><strong><mark>- Curiosidades:</mark></strong>&nbsp;</div><div>-O peso pode chegar a 150 quilos;</div><div>-Têm em média&nbsp; 1.5 metro de comprimento;</div><div>-Vivem em cavernas e no oco de árvores;</div><div>-Ao contrário de outras espécies de ursos, os pandas não hibernam durante o inverso;</div><div>-As patas do urso panda possuem cinco dedos;</div><div>-Os filhotes nascem rosa, medem cerca de 15 cm e pesam de 90 g a 200 g. Eles nascem cegos e só abrem os olhos entre seis e oito semanas após o nascimento;</div><div>-Possuem dentes e mandíbulas muito fortes para poderem triturar os brotos de bambu;</div><div>-Em média um urso panda vive durante 12 anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 12:20:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gorila-das-montanhas(Gorila Beringei Beringei)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1368204677</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat</mark></strong>: nas Montanhas Virunga na África Central , no Parque Nacional Mgahinga no sudoeste de Uganda , no Parque Nacional dos Vulcões no noroeste de Ruanda , no Parque Nacional de Virunga no leste da República Democrática do Congo e no Parque Nacional Impenetrável de Bwindi.<br><strong><mark>Categoria</mark></strong>: Antigamente a espécie dos gorilas-das-montanhas era considerada uma espécie criticamente em perigo (CR) , mas no decorrer dos anos através de cuidados constantes , a espécie atualmente está em perigo de extinção (EN).<br><strong><mark>Causas do perigo de extinção</mark></strong>: Caça furtiva , desflorestação , doenças.<br><strong><mark>Número estimado de indivíduos em estado selvagem</mark></strong>: Em 2018 o número de indivíduos dos gorilas-das-montanhas era estimado em 1000 indivíduos a nível global.<br><strong><mark>Países onde habita em estado selvagem</mark></strong>: Uganda , República Democrática do Congo , Ruanda.<br><strong><mark>Formas de preservação</mark></strong>: <br>- Eficácia de políticas e estratégias de preservação e conservação principalmente a nível turístico,<br>- tratamentos veterinários constantes,<br>- preservação da transmissão de doenças,<br>- projetos de conservação com as comunidades que vivem nas proximidades dos parques nacionais onde habitam os gorilas-das-montanhas.<br>- ecoturismo , que é uma atividade turística onde se utiliza de forma sustentável , o património natural e cultural , para incentivar a conservação e a formação de uma mentalidade ambientalista através da interpretação do ambiente , para assim proteger e promover o bem-estar das populações envolvidas.<br><strong><mark>Curiosidades</mark></strong>:<br>-as fêmeas podem pesar 100kg e ter de altura 1,40m , e os machos podem pesar&nbsp;at+e 220kg e atingir 2,10m de altura;<br>- o seu único inimigo natural é o leopardo;<br>- o pelo do gorila-das-montanhas é mais espesso do que as outras espécies de gorilas por isso eles conseguem viver em locais com temperaturas mais frias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 14:29:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Urso Polar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1368687201</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat</mark></strong><strong>:</strong> Círculo polar ártico.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong><mark>Categoria</mark></strong>: vulnerável</div><div><br></div><div><strong><mark>Causas do perigo de extinção</mark></strong><strong>:&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;<strong>&nbsp;1. Aquecimento global e perda de habitat</strong></div><div>Os ursos polares alimentam-se essencialmente de focas e caçam-nas nas águas congeladas do ártico. Com o aquecimento global, essas áreas têm vindo a diminuir e a tornar-se mais finas. Como consequência, demoram mais tempo a se formar no outono e derretem com mais facilidade na primavera, diminuindo o tempo de caça dos ursos. Quando o gelo derrete, os ursos polares são obrigados a nadar dezenas de quilómetros para o continente, gastando muita energia no processo. Estes ursos passam o verão, e muitas vezes o outono, em jejum, utilizando a gordura armazenada da caça de focas como fonte de energia. Muitas vezes a gordura armazenada não é suficiente para garantir a sobrevivência do indivíduo, o que resulta em morte.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;<strong>&nbsp;2. Caça</strong></div><div>Os ursos polares foram atormentados por caçadores durante muito tempo. No século passado, porém, a caça tornou-se menos incidente após os países onde os ursos polares habitam, concordarem em proteger a espécie. Hoje em dia, os ursos polares são caçados por populações nativas árticas, principalmente para alimento, vestuário, artesanato e venda de peles.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong><mark>Nº estimado de indivíduos em estado selvagem</mark></strong><strong>: </strong>Estimam-se que hoje restam entre 22 000 e 31 000 exemplares no mundo. Algumas previsões apontam para que até 2050 a população terá diminuído em um terço, devido ao aumento da temperatura.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong><mark>Países onde habita em estado selvagem</mark></strong>: Noruega, Rússia, Estados Unidos (Alasca) Canadá e Gronelândia.</div><div><br></div><div><strong><mark>Formas de preservação</mark></strong><strong>: </strong>Sendo o aquecimento global a principal causa do perigo de extinção, devemos agir de forma a travar esse problema, como por exemplo:</div><div>- Diminuir as emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera.&nbsp;</div><div>- Optar por energias renováveis em vez de queima de combustíveis fósseis.</div><div>- Diminuir o consumo de carne e outros produtos animais, principalmente bovinos;</div><div>- Reduzir o consumo de eletricidade;</div><div>- Reciclar.</div><div><br></div><div><strong><mark>Curiosidades</mark></strong><strong>: <br>- </strong>Ao deslocarem-se para o continente, os ursos polares por vezes reproduzem-se com outras espécies de ursos. Os ursos polares são uma espécie híbrida resultante do cruzamento de um urso polar e de um urso pardo. Apresenta um pelugem branca-acastanhada.&nbsp;</div><div>- o urso polar é a maior espécie de urso e vive em torno de 30 anos.<br>- o período de reprodução ocorre entre março e maio. A fêmea dá á luz entre novembro e janeiro. As crias permanecem com a mãe por volta de dois anos. 1 em cada 5 ursos morrem após começarem a luta pela sobrevivência sozinhos. <br><br><br><strong>Vídeo de um urso polar exausto:</strong><br>https://youtu.be/1s-HyW5C3RA</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 16:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>Leopardo das neves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat</mark></strong>: O leopardo-das-neves é encontrado na Ásia. Eles vivem entre 2.000 a 6.000 metros, nas encostas de montanhas e picos com neve.<br><br><strong><mark>Categoria</mark></strong><mark>: </mark>Vulnerável<br><br><strong><mark>Causas do perigo de extinção:</mark></strong><strong> </strong>Os leopardos das neves são caçados para fazer casacos de pele<br><br><strong><mark>Número estimado de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> 4000 a 7500<br><br><strong><mark>Países onde habita em estado selvagem:</mark></strong><strong> </strong>Sibéria, Rússia, Paquistão, Mongólia, Tibete, Índia, Nepal e Uzbequistão.<br><br><strong><mark>Formas de preservação:</mark></strong> Não comprar casacos feitos com a pele do animal<br><br><strong><mark>Curiosidades: </mark></strong>O seu rugido não é tanto como o de um tigre ou de um leão, e sim parece mais um grito levemente desesperado.; O leopardo-das-neves é um dos mais importantes predadores das montanhas da Ásia Central, e destaca-se pelo fato de poder caçar presas que pesam quatro vezes o seu peso;&nbsp; Tem uma das caudas mais longas entre todas as espécies felinas – tal comprimento permite ao leopardo muita estabilidade nas falésias por onde passa.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 16:34:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tubarão-Baleia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Habitat:</mark></strong><strong> </strong>Zonas neríticas, Oceâno Atlântico, Pacífico e Indico.<br><br><strong><mark>Categoria:</mark></strong> Em perigo.<br><br><strong><mark>Causas de perigo de extinção:</mark></strong> Caça ilegal, poluição e atropelamento por embarcações.<br><br><strong><mark>Número estimado de indivíduos em estado selvagem:</mark></strong> Em 2016 o número estimado de tubarões-baleia era de 7,011.<br><br><strong><mark>Países ond ehabita em estado selvagem: </mark></strong>Península de Yucatán, nas ilhas de Honduras, nas Ilhas Galápagos, nas Filipinas, na Tailândia, na Austrália Ocidental, no Caribe e no Brasil. Poucas vezes foram observados nas costas de Nova York e na região da África do Sul.<br><br><strong><mark>Formas de preservação:</mark></strong> Diminuição da poluição, utilização da polícia marinha para impedir a sua caça ilegal.<br><br><strong><mark>Curiosidades:</mark></strong> Apesar de ser um animal gigantesco, o tubarão-baleia não é um grande predador dos oceanos. Ele alimenta-se de pequenos organismos, tais como pequenos crustáceos que formam o chamado plâncton. Por frequentarem sempre as mesmas regiões, esses pontos são geralmente fonte de muita exploração turística. Na Austrália, por exemplo, existem pontos em que é possível nadar tranquilamente com esses animais. Apesar do nome tubarão ser bastante assustador, os tubarões-baleia são animais muito dóceis, por isso, nadar com eles não gera muitos riscos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 16:57:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Formas de preservação:]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 17:18:43 UTC</pubDate>
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         <title> Curiosidades:                 </title>
         <author>anateles21689</author>
         <link>https://padlet.com/Ana_Zita_Aniceto/Bookmarks/wish/1369105368</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<mark>&nbsp;</mark><strong><mark>-</mark></strong>A cidade de Câmara de Lobos, na Ilha da Madeira tem o seu nome devido ao facto de outrora, terem sido vistos, na baía desta localidade, uns animais marinhos que uivavam, aí foi-lhes atribuído o nome de lobos marinhos e também o nome da cidade referida. <br><br> <mark>-</mark>Quando nascem têm cerca de 1 metro e pesam 15 a 20 Kg. Podem atingir os 3 metros de comprimento e chegar aos 350 Kg, quando adulto.&nbsp; Quando nascem têm o pelo escurecido, com a idade e as sucessivas mudas de pelo, a coloração vai-se alterando e pode variar do preto ao cinzento, apresentando geralmente uma mancha esbranquiçada na zona ventral.&nbsp;</div><div><mark>-</mark> O período de gestação ronda os 9 meses e a amamentação vai até aos 4 meses de idade.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <mark>-</mark> Na década de 80, estimou-se a existência de apenas 6 a 8 indivíduos, residentes nas Ilhas Desertas, no Arquipélago da Madeira. Este número, realmente preocupante, levou a que se o Serviço do Parque Natural da Madeira criasse um programa para a recuperação desta população, graças aos fundos económicos cedidos pela Comissão Europeia. As ilhas Desertas passaram a ser consideradas uma área protegida (em 1990), o que, mais tarde conduziu à criação da Reserva Natural das Ilhas Desertas em 1995. &nbsp;</div><div><br><br><a href="https://dai.ly/x6a8mju"><mark>https://dai.ly/x6a8mju</mark></a><mark>&nbsp;<br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 17:58:31 UTC</pubDate>
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