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      <title>Respostas - Avaliação Fungos by Raphaela Barreto</title>
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      <description>Prezado estudante, neste mural você colocará sua resposta da avaliação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-14 14:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Trichoderma reesei</title>
         <author>pedroassuncao3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedro Rafael Ribeiro Assunção, Biotecnologia.<br><sub>O Trichoderma reesei é um fungo filamentoso que se destaca na biotecnologia devido às suas múltiplas aplicações e características únicas. Originário de ambientes naturais, esse fungo demonstrou habilidades surpreendentes, que vão desde a degradação de celulose até o controle biológico de patógenos.<br>O descobrimento desse fungo data da Segunda Guerra Mundial, quando associaram-no ao deterioramento de barracas militares e equipamentos no Pacífico Sul. Hoje, sua função de deterioração é extremamente famosa e utilizada industrialmente parar a produção de papel — o fungo é capaz de produzir </sub><em><sub>celulases&nbsp;</sub></em><sub>—, porém tem um futuro grande papel no combate aos descartes industriais, na produção de etanol e até mesmo para a degradação de petróleo vazado.<br>O fungo filamentoso tem em seu genoma já sequenciado 4 genes que codificam poderosas enzimas liases, chamadas de epóxido-hidrolases. Quando em contato com solo contaminado por petróleo, elas quebram os hidrocarbonetos em substratos não danosos ao seu organismo e, portanto, remediando os danos ambientais. &nbsp;<br>Ademais, também é destacável o uso bastante estudado do fungo como um meio de degradação do bagaço da cana-de-açúcar e afins, usados para a produção de etanol, diminuindo assim o dano advindo de descartes indevidos e até da queima desses resíduos.<br>Abaixo segue uma pequena animação acerca da enzima consumindo celulose:</sub></div><ul><li><sub>https://www.youtube.com/watch?v=Xgyh59_EDmw</sub></li></ul><div><sub><br>Referências:</sub></div><ul><li><sub>http://www.biotec-ahg.com.br/index.php/pt/acervo-de-materias/meioambiente/419-sequenciado-o-fungo-trichoderma-reesei#:~:text=A%20descoberta%20do%20Trichoderma%20reesei,barracas%20militares%20no%20Pacífico%20Sul.</sub></li><li><sub>https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/49712</sub></li><li><sub>https://repositorio.ufsm.br/handle/1/7973</sub></li><li><sub>https://repositorio.unesp.br/handle/11449/127885</sub></li><li><sub>https://microbiologia.icb.usp.br/cultura-e-extensao/textos-de-divulgacao/micologia/micologia-basica-e-ambiental/fungo-da-especie-trichoderma-reesei-pode-ser-a-solucao-para-limpeza-de-solos-contaminados-com-petroleo/</sub></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 17:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>Acremonium chrysogenum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Maria Vitória da Costa Sousa Soares&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>Biotecnologia&nbsp;</blockquote><div><br>•O <em>Acremonium</em> <em>chrysogenum</em>&nbsp; é um fungo do gênero <em>Acremonium</em>. Esse gênero tem cerca de uma centena de espécies, as quais geralmente tem crescimento lento e prosperam em ambientes úmidos.<br>•Os fungos são usados há anos e anos pela humanidade para seu próprio benefício. Os metabólitos secundários produzidos pelos fungos podem ter ações antibióticas, imunossupressoras e tóxicas, representando assim um alto potencial biotecnológico.<br>•O Acremonium chrysogenum é notório pela produção de cefalosporina, um antibiótico cujo mecanismo de ação se baseia em matar as bactérias à medida que ele inibe a síntese da parede celular bacteriana.<br><br><strong>Referência</strong><br><br>Cavalcante, Felipe Sant'Anna, et al. "BIOECONOMIA DE FUNGOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA." Revista Valore 8 (2023): 8020.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-19 15:02:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ophiocordyceps sinensis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Gabriela Vieira Bernardo&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>Biotecnologia&nbsp;</blockquote><div><br>- O fungo Ophiocordyceps sinensis parasita insetos como lagartas em regiões montanhosas do Himalaia e Ásia. <br>- Ele infecta lagartas através de um processo complexo. Começa quando os esporos do fungo entram em contato com a lagarta. Esses esporos aderem à sua superfície e germinam, formando filamentos chamados hifas. Essas hifas penetram na cutícula (casca) da lagarta, crescendo internamente. O fungo se multiplica nos tecidos da lagarta, consumindo seus nutrientes e eventualmente matando-a. Durante o crescimento, o fungo libera substâncias químicas que afetam o sistema nervoso da lagarta, manipulando seu comportamento. Isso faz com que a lagarta suba em uma planta, proporcionando um local ideal para a disseminação dos esporos do fungo. O fungo então emerge do corpo da lagarta, liberando seus esporos para infectar outras lagartas e reiniciar o ciclo. <br>- Esse fungo é muito usado na medicina chinesa, como erva medicinal, usada para tonificar o corpo, fortalecer o sistema imunológico, tratar problemas respiratórios, atuar como afrodisíaco e promover a longevidade, além disso, por possui compostos bioativos, podem ser usados para o desenvolvimento de medicamentos. <br><br><strong>Referência</strong> <br><br>BIBI, S. et al. Mitogenomic and Phylogenetic Analysis of the Entomopathogenic Fungus Ophiocordyceps lanpingensis and Comparative Analysis with Other Ophiocordyceps Species. Genes, v. 14, n. 3, p. 710, 14 mar. 2023.<br><br><br><br><em><br></em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-20 21:50:02 UTC</pubDate>
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         <title>Monascus ruber</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Isabelly Medeiros do Nascimento<br>Biotecnologia<br><br>- <em>Monascus ruber</em> é um fungo do gênero <em>Monascus</em> sp. ascomiceto filamentoso não patogênico que apresenta a propriedade de produzir um pigmento vermelho. Seu habitat foi registrado em solo, material vegetal, conteúdo de rúmen de herbivoros, rejeitos de indústrias, dentre outros.<br>- O biopigmento tem sido uma alternativa de interesse da indústria alimentícia, de cosméticos e medicamentos por conferir mais segurança - em relação aos pigmentos sintéticos derivados de petroquímicos -, fácil produção, meio de cultura de baixo custo, facilidade de extração, fácil solubilidade e não estar sujeito à sazonalidade (diferentemente dos pigmentos de origem vegetal e animal).<br>- Além disso, o uso de biopigmentos reduz a liberação de substancias químicas prejudiciais ao meio ambiente.<br><br><strong>Referência</strong><br><br>ROSA, Silvia Salvan da. Produção de pigmento vermelho por <em>Monascus ruber</em> em escala piloto: projeto conceitual e especificações de processo. TCC, Curso de Engenharia de Alimentos, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2020.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-20 22:13:46 UTC</pubDate>
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         <title>Fungo: Rhizopus oryzae </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Ana Beatriz Morais de Oliveira - Biotecnologia.&nbsp;</blockquote><div><br></div><div>O <em>Rhizopus oryzae</em> é um fungo filamentoso pertencente à classe <em>Zygomycetes</em>, dentro do filo <em>Zygomycota</em>. Este fungo é comumente encontrado no solo, em materiais em decomposição, alimentos deteriorados e em ambientes diversos. Além disso, o <em>Rhizopus oryzae</em> é utilizado na produção de alimentos fermentados, em alimentos tradicionais chineses e indonésios.&nbsp;</div><div><br>Outrossim, ele desempenha um papel importante na produção de filmes de pectina devido à sua capacidade de produzir enzimas pectinases, que são essenciais para a extração e modificação da pectina. A pectina é um polissacarídeo encontrado em plantas, principalmente em frutas e vegetais, e é conhecida por suas propriedades gelificantes e espessantes. Quando combinada com biomassa fúngica, é possível criar um bioplástico com uma variedade de aplicações. <br><br><strong>Processo de Produção de Filmes de Pectina:</strong></div><ol><li>Preparação da Biomassa Fúngica:<br>&nbsp;Desidratação e trituração da biomassa fúngica para remover a umidade.</li><li>Mistura:&nbsp;<br>Mistura da biomassa fúngica moída com pectina e glicerol.</li><li>Preparação da matriz:<br>Moldagem da mistura em forma de bola com um peso total de 2,5 g.</li><li>Compressão:<br>Submeter as misturas preparadas à moldagem por compressão para produzir os filmes.</li><li>Caracterização:<br>Avaliação das propriedades físicas dos filmes produzidos, como: resistência mecânica, flexibilidade e&nbsp; permeabilidade a gases e umidade.</li></ol><div><br>Esses filmes podem ser usados para fins industriais e comerciais, incluindo embalagens de alimentos, embalagens de produtos farmacêuticos, revestimentos para frutas e vegetais, entre outros. Eles oferecem a vantagem de serem biodegradáveis, o que significa que se degradam naturalmente no ambiente ao longo do tempo, ao contrário dos plásticos convencionais que podem persistir por décadas.<br><br></div><div><strong>Referência científica:</strong><br>Gurram, R., Souza Filho, P.F., Taherzadeh, M.J. <em>et al.</em> A Solvent-Free Approach for Production of Films from Pectin and Fungal Biomass. <em>J Polym Environ</em> <strong>26</strong>, 4282–4292 (2018). https://doi.org/10.1007/s10924-018-1300-x<br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 01:48:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ophiocordyceps unilateralis </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Gislaine Fernandes de Alencar&nbsp;<br><br>Ecologia&nbsp;<br><br>O Ophiocordyceps unilateralis é um fungo do gênero Ophiocordyceps que são fungos entomoparasitas (parasitam insetos) e que pertence ao filo Ascomycota.&nbsp;<br>Os esporos fúngicos do complexo Ophiocordyceps unilateralis podem agir como agentes de controlo biológico de formigas do gênero Camponotus sp.&nbsp; Durante experimentos se observou que a presença do fungo diminui a atividade de forrageio das formigas nas plantas, demonstrando que os esporos do fungos são eficientes em alterar o comportamento das formigas, levando as mesmas a morte.<br>Assim, foi pensado no seu potencial para o seu uso em lavouras, como uma alternativa sustentável ao relação aos agrotóxicos.&nbsp;<br><br>Referência:<br>CARVALHO, João Lucas Ribeiro. Utilização de Fungos do Complexo Ophiocordyceps unilateralis como Agente de Controle Biológico de Formigas da Tribo Camponotini. TCC, Licenciatura em Ciências Biológicas, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- Brasileira ‐UNILAB, Redenção, 2019</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 02:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>Fusarium oxysporum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tamires de Freitas Moura - Biotecnologia<br><br>&nbsp;O <em>Fusarium oxysporum </em>é um fungo ascomiceto que se apresenta na forma de hifas filamentosas e multicelulares que é amplamente reconhecido por sua importância tanto na agricultura quanto na patologia humana, encontrado em solos, plantas, e materiais vegetais em decomposição, é especialmente conhecido por sua relação com plantas, que causa a podridão seca radicular, uma das principais doenças causadas nas batatas no período de armazenamento que não afeta somente o rendimento e a qualidade dos tubérculos, mas também produz micotoxinas, e ocorre uma análise agrícola, que se enquadra na biotecnologia verde. No estudo do artigo "Antifungal activity and mechanism of thymol against Fusarium oxysporum, a pathogen of potato dry rot, and its potential application" o monoterpeno fenol timol (2-isopropil-5- metilfenol) em experimentos realizados em laboratório e em condições reais, foi comprovado que essa substância exerce uma ação antifúngica altamente eficaz contra o Fusarium oxysporum.<br><br><strong>Referência:<br><br></strong><br>LIU, Yanlin. et al. "Antifungal activity and mechanism of thymol against Fusarium oxysporum, a pathogen of potato dry rot, and its potential application." School of Life Sciences, Chongqing University, Chongqing 401331, China. July 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 12:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Batrachochytrium dendrobatidis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Larissa Ellen Rodrigues Pinto<br>Ecologia<br><br>Referencia:<br>https://www.science.org/content/article/biologists-wipe-out-toad-killing-fungus-spanish-island<br><br>https://www.unicamp.br/unicamp/index.php/ju/noticias/2018/05/11/cientistas-desvendam-origem-de-fungo-letal-causador-de-extincao-de-anfibios</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 15:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Ophiocordyceps unilateralis </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rvgbarreto/7644w0y5j0u72wrf/wish/2667676317</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Gislaine Fernandes de Alencar&nbsp;<br>Ecologia</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 16:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Trichoderma Harzianum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Fernanda Inácio de Lima;<br>Biotecnologia</em><br><br>O gênero Trichoderma abrange fungos amplamente distribuídos, que atuam como agentes de controle biológico, graças à sua habilidade de antagonizar outros fungos. Eles empregam diversos mecanismos de ação de notável valor biotecnológico. Devido à sua presença generalizada e rápida colonização de substratos, além de suas propriedades antifúngicas, esses fungos são frequentemente empregados na agricultura por meio de uma variedade de biopesticidas e biofertilizantes comerciais. Seus sistemas enzimáticos têm aplicações abrangentes, não apenas na agricultura, mas também em indústrias como a de alimentos, papel e têxtil. Espécies de Trichoderma são regularmente usadas no controle biológico de fitopatógenos do solo, graças à sua capacidade de inibir ou eliminar fungos fitopatogênicos. Isso ocorre através da produção de antibióticos antifúngicos, enzimas hidrolíticas ou competição por recursos.<br><br>Além de sua função como agentes de biocontrole, o Trichoderma harzianum também têm efeitos positivos nas plantas. Eles estimulam as defesas vegetais, promovem o desenvolvimento radicular, favorecem o crescimento das plantas, induzem a germinação de sementes, intensificam a coloração das folhas e melhoram a eficiência fotossintética. Além disso, ajudam na absorção de CO2 e no enfrentamento de estresses abióticos.<br><br>Do ponto de vista biotecnológico, a extração de genes do Trichoderma e sua transferência para genomas vegetais podem reforçar significativamente a resistência das plantas a estresses abióticos, contribuindo para o avanço da biotecnologia agrícola. O Trichoderma harzianum é notável como produtor de enzimas essenciais para a degradação da celulose em setores como têxtil e papel, bem como em tratamentos de águas residuais. A melhoria dessas cepas por meio de mutações tem sido bem-sucedida ao longo do tempo, e variantes geneticamente otimizadas têm encontrado aplicações em indústrias alimentícias, farmacêuticas e têxteis, colchicina, uma substância química, é reconhecida por sua força mutagênica e capacidade de induzir poliploidia em várias formas de vida. O fungo T. harzianum emprega três mecanismos de ação: antagonismo, micoparasitismo e antibiose. Eles competem por espaço com outros microrganismos fitopatógenos no solo, exercem parasitismo direto sobre fungos do solo e produzem metabólitos que degradam a parede celular de fungos e nematoides. A rápida colonização da rizosfera pelo Trichoderma o transforma em um eficaz antagonista, estimulando a resistência das plantas contra patógenos e pragas de solo, como nematoides.</div><div><br><strong>Referencias:</strong>&nbsp;<br><br>Toyama H, Yano M, Hotta T, Toyama N (2007) Filter paper degrading ability of a Trichoderma strain with multinucleate conidia. Appl Biochem Biotechnol 137- 140: 155-160.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 17:38:35 UTC</pubDate>
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         <title>Pleurotus ostreatus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre>Isabel Cristina Queiroz Da Costa - Biotecnologia. </pre><div><br></div><ul><li>O Pleurotus ostreatus é um fungo, mais conhecido como cogumelo comestível (Shimeji Branco, Hiratake ou cogumelo Ostra Branco), que costuma ser encontrado, pelo mundo todo, geralmente, no tronco de árvores mortas.&nbsp;</li><li>Uma das suas principais funções é a degradação de substâncias orgânicas, como a lignina e celulose, de modo que por esse fungo ter a capacidade de degradar materiais vegetais, ele se torna uma ótima opção para uso na decomposição de compostos orgânicos, encontrados nos resíduos industriais, em poluentes da agricultura e também em solo contaminados de produtos químicos tóxicos. Ou seja, sua utilização na biorremediação. Ademais, como evidenciado, o Pleurotus ostreatus também tem função na parte alimentícia. Isto é, esse cogumelo possuí um sabor agradável e alto valor nutricional.&nbsp;</li><li>Logo, a profissão da biotecnologia tem grandes chances de estudo com relação a utilização dos Pleurotus ostreatus, de modo que essa profissão pode analisar métodos mais eficazes de descontaminação ambiental, juntamente com uma ideia de otimização do cultivo desse fungo, afim de desenvolver características nutricionais melhoradas e, até mesmo, um produto alimentício inovador.&nbsp;</li></ul><div><br></div><pre><strong>Referência: </strong></pre><div><br>GOMES, A. C. Capacidade biodegradadora de fungos basidiomicetos Pleurotus ostreatus e Ganoderma sp. em efluentes da indústria do couro. <strong>Unoeste.br</strong>, 2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 20:43:24 UTC</pubDate>
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         <title>Saccharomyces cerevisiae</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cirley Tavares Lemos - Ecologia<br><br><br>As leveduras da espécie <em>Saccharomyces cerevisiae</em> são microrganismos unicelulares cruciais para a produção de alimentos e bebidas. Além disso, destacam-se como os principais envolvidos na fabricação de biocombustíveis e outros produtos biotecnológicos. Elas são os principais geradores de produtos biotecnológicos globalmente, superando, em capacidade e lucratividade, qualquer outro grupo de microrganismos industriais.&nbsp;<br><br></div><div>A <em>Saccharomyces cerevisiae</em> é usada como organismo modelo em pesquisas científicas devido à sua simplicidade e facilidade de cultivo em laboratório, além de seu papel na fermentação alcoólica. Sua importância como organismo modelo, aplicação na indústria e potencial para despertar interesse científico a tornam essencial na exploração da biologia e microbiologia.&nbsp;<br><br></div><ul><li>No ano de 1990, uma cepa geneticamente modificada de <em>S. cerevisiae</em> se tornou um dos primeiros Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) aprovados para uso alimentar no Reino Unido.&nbsp;</li><li>Em 1996, a <em>S. cerevisiae</em> foi o primeiro organismo eucariótico a ter seu genoma sequenciado, mantendo-se como o genoma mais completo e caracterizado até hoje.&nbsp;</li><li>Arqueólogos descobriram evidências de que, nos tempos Neolíticos (8500 - 4000 AC), em locais como China, Irã, Egito e várias partes do mundo, as pessoas consumiam bebidas fermentadas produzidas por leveduras.&nbsp;</li><li>Devido às suas características únicas que a tornam propícia para investigações laboratoriais, a <em>S. cerevisiae</em> se destaca como um dos principais organismos-modelo usados no ambiente acadêmico. Por meio dessa levedura, cientistas têm feito uma série de descobertas que enriquecem os conhecimentos em áreas como biologia celular, biologia molecular, genética e bioquímica, contribuindo também para a compreensão de doenças humanas e possíveis abordagens terapêuticas.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><strong>Referências </strong><br><br></div><div>COLOMBO, Mateus; VALENTE, Patricia. Saccharomyces cerevisiae, a pérola dourada da microbiologia. <strong>Microbiologando</strong>, Porto Alegre, 02 ago. 2022. Disponível em: https://www.ufrgs.br/microbiologando/2022/05/02/saccharomyces-cerevisiae-a-perola-dourada-da-microbiologia/. Acesso em: 15 ago. 2023.&nbsp;<br><br></div><div>GONÇALVES, T. M. . Identificando e observando a fermentação alcoólica das leveduras (Saccharomyces cerevisiae): um experimento simples e de baixo custo na disciplina de Biologia. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 3, p. e51511317854, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i3.17854. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/17854. Acesso em: 16 ago. 2023.&nbsp;<br><br></div><div>Instante Biotec. Você sabia que leveduras não servem só para fazer pão? #InstanteBiotec 68. YouTube, 21 ago. 2018. Disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=lOP2MdoAnT4">https://www.youtube.com/watch?v=lOP2MdoAnT4</a> . Acesso em: 16 ago. 2023.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 16:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aspergillus flavus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Laísse M. Holanda Ramos<br>Ecologia</blockquote><div><br><br><strong><mark>O </mark></strong><strong><em><mark>Aspergillus flavus</mark></em></strong> é considerado como fungo de armazenamento, pois leva as sementes à rápida deterioração. <br><br><strong><mark>Ao possuir a capacidade</mark></strong> de produzir compostos chamados aflatoxinas esses fungos podem crescer em alimentos como grãos, especialmente quando são armazenados em condições inadequadas como na alteração de temperatura e umidade. Quando os alimentos são contaminados com <em>Aspergillus flavus</em> que produz aflatoxinas, eles se tornam prejudiciais para consumo humano e animal. <br><br><strong><mark>A prevenção</mark></strong> contra a infecção dos grãos de milho por fungos promotores de grãos ardidos deve levar em consideração um conjunto de medidas:</div><div>a) utilizar cultivares de milho com grãos mais resistentes ao fungo <em>Aspergillus flavus</em>;</div><div>b) realizar rotação de culturas com espécies de plantas não suscetívei ao fungo <em>Aspergillus flavus</em>;</div><div>c) interromper o monocultivo do milho;</div><div>d) usar sementes de alta qualidade sanitária;</div><div>e) evitar altas densidades de plantio;</div><div>f) utilizar cultivares de milho com espigas decumbentes;</div><div>g) evitar colher espigas atacadas por insetos e pássaros;</div><div>h) não colher espigas de plantas acamadas;</div><div>i) não retardar a colheita.<br><br></div><div><br><br><strong><mark>Referência:</mark></strong></div><div>GRÃOS Ardidos em Milho: Produção de Grãos Ardidos. <strong>Circular 66</strong>, Ministério da agricultura, pecuária e desenvolvimento, ano 20, v. 1, n. 1, 11 set. 2019. EMBRAPA, p. 1/200.<br>PODRIDÃO das sementes: Podridão dos grãos armazenados (Aspergillus flavus). <strong>Agrolink</strong>, Portal do conteúdo do agropecuário, ano 20, v. 1, n. 1, 23 set. 2020. 2020, p. 1/39. DOI https://www.agrolink.com.br/problemas/podridao-das-sementes_2137.html. Disponível em: Agrolink. Acesso em: 22 ago. 2023.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 20:05:23 UTC</pubDate>
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         <title>Saprolegnia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jadson Feitosa Dantas - Eng. de pesca.<br><br>Saprolegnia é um fungo aquático que pode provocar enfermidades em peixes e anfíbios. No caso dos peixes, provoca o aparecimento de moldes de algodão chamado assim por causa das manchas fibrosas brancas ou cinzentas que se formão no animal.&nbsp;<br><br></div><div>Esses organismos são encontrados geralmente nos ecossistemas aquáticos, e vivem do material orgânico em decaimento, sendo essenciais para a reciclagem de nutrientes. Quando é deixado um excesso de comida no aquário, e encontra-se coberto do que parece algodão, são todos fungos desconstruindo o material orgânico. Tornando problemático quando os fungos afetam os peixes vivos!&nbsp;<br><br></div><div>O fungo é identificado após o crescimento de formações com a aparência de algodão no peixe. Podem não apresentar sintomas, caso afetem as guelras, que pode acontecer caso outro tipo de patogénico (como parasitas) tenham danificado as guelras, permitindo acesso aos fungos.&nbsp;</div><div>A transmissão é direta pela água ou equipamentos. Esporos do fungo colonizam um ponto da pele, embora também possam colonizar olhos, brânquias e órgãos olfativos. A enfermidade geralmente tende a ser progressiva e fatal. Em casos crônicos, ocorre a invasão dos músculos e órgãos internos. Quando colonizam as brânquias juntamente com a pele, os transtornos osmóticos se somam à insuficiência respiratória, com morte mais rápida.&nbsp;<br><br></div><div>O tratamento recomendado é remover qualquer tipo de matéria orgânica em decaimento (especialmente que sejam ricas em proteína, como cadáveres de camarões) e verificar se o filtro está a funcionar correctamente. Tratamento de todas as lesões (de modo a impedir a via de entrada de Saprolegnia). Aumento do pH (para peixes que consigam tolerar pH alto) para níveis superiores a 6.0 (uma vez que Saprolegiasis prosperam a níveis inferiores), e manter níveis aceitáveis de electrólitos (como o Cálcio). Manter a temperatura estável é vital, uma vez que alterações súbitas de temperatura tornam o peixe vulnerável às infecções. Uso de um esterilizador UV também é recomendado.&nbsp;<br><br>Referência:<br><br>https://pdf.sciencedirectassets.com/274134/1-s2.0-S1749461313X00041/1-s2.0-S1749461313000286/main.pdf?X-Amz-Security-Token=IQoJb3JpZ2luX2VjED0aCXVzLWVhc3QtMSJGMEQCIEw96W0KFRm1%2FUJwmz9fzqpf9HeuQ4pCJvKZOsF8wM27AiA9Fo7OUp59VynUMoQW0oI21mlSujZlfBu195OA8QfL5Sq7BQj1%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F%2F8BEAUaDDA1OTAwMzU0Njg2NSIMrLaM3UUY3qDiSye3Ko8FobtlY4L96XoyGVF7oEQyIFY15%2FiMfcZ1xUmkL0XDos0RsMIGkpezphOdbA8gnxeXJ%2BuJyKIPlzq5tq60Kl0WlnxNGHeLhQSoQuM23EMFDKsweLlM6Ud4WXVAOG76vceC9oVq%2FpuR9lUW10azxACxaJq0xKgskS%2FXJ5OsplcY6H8q6%2FpOgsgLLRQf7My2ivX7J84M8AegM8JloDq9IpoM5wKAyFYUmg3Q5z6JLd2Vl9COaUJ7ZRgEs4QQ9m2FbpmKi41bApnHXqqNHPMGEG0xaH38L0L42G0AzzXphFAEoJ7YBZkfXThu0x5fQnzLjRJ7RooORe9AO6tsSktAbWjqMsRW4tGknkZcne%2BYv6WEcEujw28xS7W8TNhLSx90Gv7tBcVl9obv4z%2FhHTQmKpiSeJ3PEA36797f3JS1cjBnN9jVwa8Uqroq%2BpvczE61OaYa0L2%2FcZazLjVwVFcAWBGKbKGXl2hPHRcq0G8KEVEpBNaVWze9Y8VUwCRxC6QLmdK3DIYxF2bVyn2sLniC%2FhiQXGBKkO6iHWgceVRrUyJw9uyIATpQS0DSyGFRdgApW4JwM0lCuf2QBX6BB%2FHBdXuTG0ltvGY5cvhmDhaoAinXdO3tFNzYRCGuDkzBGXkMsMrz4sBt4Es9%2FCTuu7LPP5Ce61604jzIH8IhvnbNDCnI56%2FEt0ruiY5urE8%2B5h0bWKelK9F3PQqN40IdDg%2BMXc87yWfobvrVheo3arv0YvEP%2BR2ZERMWPOtLwRDU84pRwHy99z4jZsNBhjDNPeyDnNKDJGym%2B5zKa28ZUyksKhONzG%2FqasKssKPat%2BhCC5qed5t%2BNy0m%2Bt1b7HWWtnDxyuRxNPTb%2BPn4HRutHxevD%2FbsqjDIrZSnBjqyASb5GU360%2FIJp7ta5GGk48MnhPUoiCMftVeizrwKa0KxktyyqA6lrXjid08gtyvzNh9CjaXxLk5amegj9j3n5jLOUWEFcXpx8uxE2BBqtnShH2L5w%2FvdLbuKhBRmpJ8ApIA17AAhZp7Go2RRXVQe0D6FXA%2B8gPAvhnHqoIBokj3M%2FZ2lReLout8WFfpLyZajCPGticTiDoCAa%2FZcARqy%2Bz2pE0fea0LdhDoWdAEO0vgSohw%3D&amp;X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&amp;X-Amz-Date=20230822T205825Z&amp;X-Amz-SignedHeaders=host&amp;X-Amz-Expires=300&amp;X-Amz-Credential=ASIAQ3PHCVTY5GKM3USD%2F20230822%2Fus-east-1%2Fs3%2Faws4_request&amp;X-Amz-Signature=b17f930b35d4048cd284aecac275b3533f17952410c3eff84563cfb8d41848aa&amp;hash=7b0d50de6532a348fd68adba7bc3b75cd30375835ddbe680440c7ff134794f2d&amp;host=68042c943591013ac2b2430a89b270f6af2c76d8dfd086a07176afe7c76c2c61&amp;pii=S1749461313000286&amp;tid=spdf-95502d63-6988-4fb1-9f51-128c01abf706&amp;sid=80a97d76872a274aad1986268f9f9935b40cgxrqa&amp;type=client&amp;tsoh=d3d3LnNjaWVuY2VkaXJlY3QuY29t&amp;ua=181459040300515f075558&amp;rr=7fae08a379c927ed&amp;cc=br<br><br>The impact of the water moulds Saprolegnia diclina and Saprolegnia parasitica on natural ecosystems and the aquaculture industry.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/TmSrp58SumI" />
         <pubDate>2023-08-22 21:02:45 UTC</pubDate>
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         <title>Micorrízicos Arbusculares</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Marília Aparecida Ferreira de Lemos - Biotecnologia<br><br><br>--&gt; Os fungos Micorrízicos Arbusculares (MA) são um tipo de fungo filamentosos, que estabelece uma relação simbiótica mutualística com as raízes das plantas. Eles fazem parte do grupo de fungos conhecido como Glomeromycota (antes classificado como Zygomycota). &nbsp;</div><div>--&gt; Diferente das leveduras, que são unicelulares, os fungos micorrízicos arbusculares têm uma estrutura multicelular e formam redes de hifas, que são finos filamentos que crescem na raiz da planta, auxiliando na absorção de nutrientes do solo. Essa relação simbiótica é benéfica para ambas as partes: os fungos obtêm carboidratos produzidos pelas plantas hospedeiras, enquanto as plantas recebem nutrientes, principalmente fósforo, dos fungos, além de outros benefícios, como aumento da absorção de água e resistência a doenças.&nbsp;</div><div>--&gt; Além disso, com essa simbiose os microrganismos podem aumentar a tolerância das plantas ao estresse abiótico, como seca e salinidade.&nbsp;</div><div>&nbsp;--&gt; Devido à sua importância ecológica e agrícola, os fungos micorrízicos arbusculares têm sido amplamente estudados em relação aos seus efeitos na saúde das plantas, ecossistemas naturais e na produtividade agrícola, como por exemplo para o crescimento/desenvolvimento de plantação de milho. <br><br><br><strong>Link:</strong> https://www.youtube.com/watch?v=evrftygG1cA<br><br><strong>Referência</strong>: JESUS, Bruno; FAUSTINO, Rafaela; ANDRADE, <a href="https://proceedings.science/confict-conpg/confict-conpg-2021/autores/ocimar-ferreira-de-andrade?lang=pt-br">Ocimar;</a> LIMA, Maria Clara. CONFICT &amp; CONPG. Aplicação de Inoculante de Fungos Micorrízicos Arbusculares Autóctones em Crescimento de Milho (Zea mays L.) Visando Capacitação de Agricultores Familiares (2021)<strong>.</strong> Disponível em: <a href="https://proceedings.science/confict-conpg/confict-conpg-2021/trabalhos/aplicacao-de-inoculante-de-fungos-micorrizicos-arbusculares-autoctones-em-cresci?lang=pt-br.">https://proceedings.science/confict-conpg/confict-conpg-2021/trabalhos/aplicacao-de-inoculante-de-fungos-micorrizicos-arbusculares-autoctones-em-cresci?lang=pt-br.</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 21:31:58 UTC</pubDate>
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         <title> Physarum polycephalum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Italo Carlos de Olivieira Bessa<br>Biotecnologia<br><br>O&nbsp;<em>Physarum polycephalum&nbsp;</em>é apelidado na comunidade científica como Blob, um filme de ficção científica onde um Alienígena come tudo que vê pela frente enquanto fica mais inteligente com esse processo, pois é quase dessa forma que ele se comporta. Ele é um organismo unicelular que cria projeções por todas as direções enquanto busca alimento e ao encontrar o que deseja ele deixa os caminhos sem sucesso registrados para saber que por ali não foi encontrado nada do seu interesse ou que já consumiu o que estava pelo caminho<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dessa forma o Blob foi inspiração de estudos para testar sua eficiência na estratégia de suas "redes de informação". O estudo liderado pelo cientista Atsushi Tero consistiu em representar o Blob como a cidade de Tóquio e flocos de aveia colocados em posições que simulavam as cidades vizinhas em uma superfície úmida. O crescimento do organismo ao fim das conexões se assemelhou ao sistema ferroviário da cidade em questão, mostrando assim que o Blob possui um método eficiente que pode ser utilizado em desenvolvimentos como computadores mais robustos e redes de comunicação móvel.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seu mecanismo de "memória" que consiste na desativação e reconhecimento de rotas que não são eficientes, permite que a sua decisão final até o objetivo desejado seja confiável e abre diversas possibilidades para a ciência aplicar o <em>Physarum polycephalum </em>em soluções de problemas atuais e futuros que envolvem tomada de decisões.<br><br><br><br><br><br>TERO, A. Rules for Biologically Inspired Adaptive Network Design. <strong>Science</strong>, 22 jan. 2010.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 22:41:46 UTC</pubDate>
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         <title>Pycnoporus sanguineus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>•</mark> Este fungo é um decompositor da cadeia alimentar, se alimentando de matéria morta, podendo ser um grande indicador do estado físico da árvore. Quando encontrado em um tronco, indica, na maioria das vezes, que a árvore está comprometida. A parte externa deste fungo é denominada "corpo de frutificação", o fungo verdadeiro fica localizado no interior do tronco. É possível localizar este fungo mais comumente em áreas tropicais.<br><mark>•</mark> Existem estudos para utilização do fungo <em>Pycnoporus</em> <em>sanguineus</em> como pigmento corante e para prétratamento para biopolpação de madeiras com resultados favoráveis sobre a degradação de lignina e potencial aplicação para a indústria de celulose e papel a qual necessita a retirada desses polímeros.</div><div>Ele atua como sintetizador de alguns pigmentos. Um deles, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Cinabarina&amp;action=edit&amp;redlink=1">cinabarina</a>, possui propriedades antibacterianas com bom potencial terapêutico e aplicação farmacológica. Possui potencial lignocelulítico e os metabólitos secundários desse fungo são importantes na conquista de substâncias antivirais, antioxidantes, antifúngicas, além de antibacterianas, atribuídos também aos compostos derivados da cinabarina (ácido cinabarínico e tramesanguine). A cinabarina é mais ativa contra bactérias Gram-positivas do que contra Gram-negativas tanto de origem alimentar, quanto de origem humana. Essa espécie é endêmica do Brasil e pode ser encontrada em vários estados.</div><blockquote><strong>MARIA LUIZA R. FERREIRA - ECOLOGIA</strong></blockquote><div><br><strong><mark>▪︎ Referências <br></mark></strong><strong>https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pycnoporus_sanguineus#cite_ref-1</strong><br>Murrill (1904), In: Bull. Torrey bot. Club 31(8):421<br> .«Pycnoporus sanguineus». www.cortland.edu. Consultado em 28 de setembro de 2015<br> Laurence Lesage-Meessen, Mireille Haon, Eva Uzan, Anthony Levasseur, François Piumi, David Navarro, Sabine Taussac, Anne Favel, Anne Lomascolo, Phylogeographic relationships in the polypore fungus Pycnoporus inferred from molecular data, FEMS Microbiology Letters, Volume 325, Issue 1, December 2011, Pages 37–48, https://doi.org/10.1111/j.1574-6968.2011.02412.x<br> Téllez-Téllez, Maura &amp; Villegas, Elba &amp; Rodriguez, Alexis &amp; Acosta-Urdapilleta, Lourdes &amp; A, O’Donovan &amp; Díaz-Godinez, Gerardo. (2016). Mycosphere Essay 11: Fungi of Pycnoporus: Morphological and molecular identification, worldwide distribution and biotechnological potential. Mycosphera. 7. 10.5943/mycosphere/si/3b/3. Disponível: https://www.researchgate.net/publication/309230701_Mycosphere_Essay_11_Fungi_of_Pycnoporus_Morphological_and_molecular_identification_worldwide_distribution_and_biotechnological_potential Aces. Set.2021<br> «Polpyporales». Flora do Brasil 2020 em construção. Consultado em 28 de janeiro de 2020<br> Ribes, Débora Duarte et al. Utilização do fungo Pycnoporus sanguineus para biopolpação de madeira. Matéria (Rio de Janeiro) [online]. 2018, v. 23, n. 4 [Acessado 7 Setembro 2021] , e12234. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1517-707620180004.0568&gt;. Epub 06 Dez 2018. ISSN 1517-7076. https://www.scielo.br/j/rmat/a/TVYBnmVTNTG64rh3cRbQ5MP/?lang=pt Acesso Set. 2021<br> Milenge Kamalebo, Héritier &amp; Nshimba Seya Wa Malale, Hippolyte &amp; Ndabaga, Cephas &amp; Degreef, Jérôme &amp; Kesel, André. (2018). Uses and importance of wild fungi: Traditional knowledge from the Tshopo province in the Democratic Republic of the Congo. Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine. 14. 10.1186/s13002-017-0203-6. https://www.researchgate.net/publication/323132670_Uses_and_importance_of_wild_fungi_Traditional_knowledge_from_the_Tshopo_province_in_the_Democratic_Republic_of_the_Congo Acesso em set. 2021<br> Smania Junior, Artur &amp; Marques, C &amp; Smânia, E &amp; Zanetti, Carlos &amp; Carobrez, S &amp; Tramonte, Ricardo &amp; Loguercio-Leite, Clarice. (2003). Toxicity and Antiviral Activity of Cinnabarin Obtained from Pycnoporus sanguineus (Fr.) Murr. Phytotherapy research : PTR. 17. 1069-72. 10.1002/ptr.1304. https://www.researchgate.net/publication/9027617_Toxicity_and_Antiviral_Activity_of_Cinnabarin_Obtained_from_Pycnoporus_sanguineus_Fr_Murr Acesso em set. 2021<br> Borderes, Josiane et al. Antioxidant activity of the extracts from Pycnoporus sanguineus mycelium. Brazilian Archives of Biology and Technology [online]. 2011, v. 54, n. 6 [Accessed 7 September 2021] , pp. 1167-1174. Available from: &lt;https://doi.org/10.1590/S1516-89132011000600012&gt;. Epub 13 Dec 2011. ISSN 1678-4324.<br> Smania, E. d. F. A. (1996). Parametros otimos para a sintese da cinabarina por PYCNOPORUS SANGUINEUS (L: Fr.) MURR. e sua atividade antimicrobiana em relação a bacterias isoladas de alimentos. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Agrarias. Orientadora: Leite, Clarice Loguercio. http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/76548 Aces. Setembro, 2021<br> CRUZ MUNOZ, Rocío et al . Producción de pigmentos de Pycnoporus sanguineus en medio de cultivo sólido. Agrociencia, México , v. 49, n. 4, p. 347-359, jun. 2015 . Disponible en &lt;http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1405-31952015000400001&amp;lng=es&amp;nrm=iso&gt;. accedido en 07 sept. 2021.<br> Marques, Caroline Junckes da Silva. Atividade de antiparasitária e antiviral de Pycnoporus sanguineus (L. : Fr.) Murr. Dissertação (Mestrado) apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências da Universidade Federal de Santa Catarina, 2001 Disponível: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/112298 Aces: Set. 2021<br> Vanderlinde, Daniela Godinho; Onofre , Sideney Becker. Atividade antimicrobiana de metabólitos produzidos pelo fungo Pycnoporus sanguineus (Linnaeus: Fries) Murrill. Revista Saúde e Pesquisa, v. 3, n. 1, p. 11-16, jan./abr. 2010 - ISSN 1983-1870 DO - 10.13140/RG.2.1.3352.8169 Disponível: https://www.researchgate.net/publication/280569720_Atividade_antimicrobiana_de_metabolitos_produzidos_pelo_fungo_Pycnoporus_sanguineus_Linnaeus_Fries_Murrill Aces. Set. 2021<br> Baumer, Janaina Duarte. Produção do Antibiótico Cinabarina pelo Fungo Pycnoporus sanguineus utilizando Resíduos Lignocelulósicos como Substrato Dissertação de mestrado. Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina em Engenharia Química. Orientadores: Prof. Dr. Ayres F. Morgado; Prof. Dr. Agenor Furigo Jr. Florianópolis, 2009 Disponível: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/93015 Aces. Set. 2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-22 23:57:09 UTC</pubDate>
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         <title>Neonothopanus gardneri</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Felipe Lima Silva - Biotecnologia</em><br><br>&nbsp; &nbsp;<em>Neonothopanus gardneri</em> é um fungo filamentoso encontrado no Brasil e popularmente conhecido como Floco-de-coco. Ele pertence à classe <em>Agaricomycetes</em> e à ordem <em>Agaricales</em>, que engloba a maioria dos cogumelos verdadeiros, incluindo os cogumelos comuns que estamos mais acostumados a ver. Sua capacidade de emitir bioluminescência o destaca na biotecnologia, assim lhe tornando um fungo filamentoso notável e incomum.<br><br>&nbsp; &nbsp;Bioluminescência é o termo usado para seres vivos que tem a capacidade de emitir luz em decorrência de reações químicas que ocorrem em seu corpo. Tal característica está presente tanto em seres eucariontes quanto procariontes. assim englobando várias espécies de bactérias, animais (principalmente os marinhos), e também em fungos.<br>&nbsp; &nbsp;No caso do fungo especificado a reação de bioluminescência acontece em derorrência de uma enzima chamada de luciferase e uma molécula chamada luciferina. No processo, a luciferina é oxidada pela luciferase na presença de oxigênio, durante essa reação, elétrons que estão presentes na luciferina são excitados para níveis mais altos de energia. Quando os elétrons excitados retornam aos seus níveis de energia originais, é liberado uma energia extra em forma de fótons, que é a luz visível. Dessa forma, a luz que vemos como bioluminescência e a intensidade da luz emitida vai variar de acordo com a espécie, as propriedades e a composição química da luciferina e luciferase. E a cor, varia de acordo com o comprimento de onda.<br>   Contudo, por ter essa incrível capacidade de bioluminescência o fungo <em>Neonothopanus gardneri</em> tem um grande potencial biotecnológico, haja vista que a bioluminescência tem várias aplicações na biotecnologia, como por exemplo, o monitoramento de expressões gênicas usando a bioluminescência. Essa técnica já é usada e permite aos cientistas estudar a atividade de expressões de genes específicos em tempo real. No processo, após induzir a célula a produzir o gene e a enzima luciferase na mesma quantidade, acontece a utilização da quantidade de luciferase como um indicador de expressão do gene, assim, a luz emitida durante a reação da luciferina e da luciferase é detectada usando um equipamento sensível a luz chamado luminômetro. Como visto antes, a intensidade da luz está diretamente relacionada à quantidade de luciferase presente, que por sua vez está relacionada à expressão do gene de interesse. Diante de tudo, essa abordagem de monitoramento de expressão gênica fornece informações valiosas sobre quando, onde e como um gene específico é expresso em diferentes condições.<br><br><strong>REFERÊNCIAS:</strong><br><br>VIEIRA , M. B. B. .; OLIVEIRA, I. C. .; OLIVEIRA, M. das D. A. de .; COSTA JÚNIOR, J. S. da .; ANDRADE, T. de J. A. dos S. .; FEITOSA, C. M. .; RAI, M.; LIMA, N. M. .; SILVA, D. da C. . A review on bioluminescent fungus Neonothopanus gardneri . Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 5, p. e16811528009, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i5.28009. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/28009.&nbsp;<br>PROTEÍNAS FLUORECENTES. Fujifilm, 2018. Disponível em: https://pt.wakolatinamerica.com/blog/produtos-wako/post/proteinas-fluorescentes-2/.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 00:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Fungo dermatófito </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Adryelly lorrane braga da silva</em><br><br>Alguns ascomicetos são usados na biotecnologia para produzir enzimas, antibióticos, vitaminas e outros compostos de interesse industrial. Por exemplo, o fungo Penicillium, que produz a penicilina, é um ascomiceto. Outros ascomicetos são parasitas de plantas e animais, como os dermatófitos, que se alimentam da queratina presente na pele e nos anexos cutâneos. Os dermatófitos são responsáveis por infecções cutâneas que afetam milhões de pessoas no mundo todo e podem se tornar graves em pacientes imunodeprimidos. Os mecanismos de interação entre os dermatófitos e o hospedeiro, bem como os mecanismos de resistência aos antifúngicos, podendo ser alvos de estudos para o desenvolvimento de novos antifúngicos, já que muitas espécies apresentam resistência aos medicamentos disponíveis atualmente.<br><br>-REFERÊNCIAS:&nbsp;<br><br>https://images.app.goo.gl/psynMCjCMngzmGd17<br>Dermatófitos: interação patógeno-hospedeiro e resistência a antifúngicos - SciELO<br><br>https://www.canva.com/design/DAFsUfr1iGM/Hh2jf2dW0l01woMddYayuQ/edit?utm_content=DAFsUfr1iGM&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 12:10:33 UTC</pubDate>
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         <title>Penicillium chrysogenum</title>
         <author>hillarysilva3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hillary Dayane de Souza- Biotecnologia <br><br>-&nbsp; Em 1928, o cientista Alexander Fleming observou que o Penicillium chrysogenum produzia uma substância que inibia o crescimento de bactérias próximas. Essa descoberta revolucionou a medicina ao fornecer um meio eficaz de tratar infecções bacterianas.<br>- A penicilina é produzida pelo Penicillium chrysogenum como uma defesa natural contra outras bactérias que competem por recursos. Ela interfere na parede celular bacteriana, enfraquecendo-a e levando à morte das bactérias.<br>- O Penicillium chrysogenum não produz apenas uma forma de penicilina, mas sim várias variantes desse antibiótico. Cientistas posteriormente modificaram e refinaram essas variantes para criar uma ampla gama de antibióticos que podem ser usados para combater diferentes tipos de infecções.<br>- Além da penicilina, o Penicillium chrysogenum produz outras substâncias com potencial médico e industrial. Essas incluem enzimas e compostos secundários que podem ter usos variados, desde a produção de alimentos até a biorremediação ambiental.. A pesquisa contínua sobre esse fungo e seus produtos pode levar a novas descobertas e aplicações, como a modificação genética para produzir novos compostos bioativos.<br><br>REFERENCIAS:<br>Aquisição Beroe Advantage. Mercado de Penicilina, Fornecedor, Risco e Inteligência Competitiva. 2021. Disponível online: <a href="https://www.beroeinc.com/category-intelligence/penicillin-market/"><strong>https://www.beroeinc.com/category-intelligence/penicillin-market/</strong></a> (acessado em 16 de dezembro de 2021).<br>Pesquisa Grand View. Tamanho do mercado de antibióticos, relatório de análise de ações e tendências por classe de medicamentos, 2021–2028. 2021. Disponível online: <a href="https://www.grandviewresearch.com/industry-analysis/antibiotic-market"><strong>https://www.grandviewresearch.com/industry-análise/antibiotic-market</strong></a> (acessado em 16 de dezembro de 2021).</div><div>.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 12:22:00 UTC</pubDate>
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         <title> Pleurotus sajor-caju</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Victor Rodrigues de Alencar Daxo - Biotecnologia<br><br>&nbsp; &nbsp;O&nbsp; Pleurotus sajor-caju, conhecido no Japão como "Houbitake", é um cogumelo de origem asiática, hoje támbem produzido e exportado no Brasil, produz uma secreção de fenol-oxidases, enzimas de grande potencial na biotecnologia, já que desempenham um papel impotentíssimo na oxidação e polimerização de compostos fenólicos, usados no mundo têxtil em relação a mudança de cor e propriedades dos tecidos, na indústria de alimentos ajudam na melhoria da cor e gosto dos alimentos, na biorremediação são capazes de degradar compostos tóxicos em formas menos prejudiciais ao meio ambiente e muitos outros usos em diversas áreas.<br>&nbsp; Uma pesquisa postada em 2014 busca fazer o melhoramento genético destes fungos para aumentar sua secreção de fenol-oxidases, através de protoplastização e mutagênese, buscando a obtenção de clones que possuam as características em especifico que trazem a melhoria no aumento de secreção destes fungos.<br><br>REFERENCIAS:<br>Melhoramento genético de Lentinula edodes e Pleurotus sajor-caju para aumento da atividade extracelular de fenol-oxidases e produtividade de basidiomas Disponivel online: <a href="https://repositorio.ucs.br/xmlui/bitstream/handle/11338/671/Dissertacao%20Anameli%20Lipreri.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">&nbsp;Dissertacao Anameli Lipreri.pdf (3.147Mb)</a>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 14:59:21 UTC</pubDate>
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         <title>Claviceps purpurea</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nayara Juliane dos Santos Nunes - Biotecnologia<br><br>Claciceps purpurea também conhecida como esporão-do-centeio, classificado como um fungo ascomycota, ou seja, sua reprodução ocorre de maneira assexuada através da produção de conídios que são geradas por mitose nas extremidades de hifas conidióforos. Atinge grãos de gramíneas em lavouras e a ingestão em excesso das sementes contaminadas podem causar uma serie de problemas para a saúde de bovinos, aves, suínos, cães, equinos e humanos. Causando o aumento da pressão arterial, vasoconstrição, bradicardia, depressão do miocárdio, entre outros sintomas. <br>No entanto, em 1918 foi isolada em um laboratório da suíça a molécula capaz de promover a vasoconstrição chamada ergotamina, visando a possibilidade de sintetizar medicamentos com ações analgésicas e para problemas associados ao parto, três anos após a manipulação da molécula foi realizado a produção de um medicamento a base de ergotamina para tratar sintomas da enxaqueca, assim exibindo importante valor econômico no setor farmacêutico. <br><br>-Referências:<br>&nbsp; HEMCKMEIER, D. et al. Claviceps purpurea e Bipolaris sp. como causa de ergotismo em bovinos no estado de Santa Catarina. <strong>Pesquisa Veterinária Brasileira</strong>, v. 38, n. 5, p. 875–882, maio 2018. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br> <strong>ERGOTAMINA – Museu do Universo da Farmácia</strong>. Disponível em: &lt;https://museudouniversodafarmacia.com.br/acervo/moleculas-da-natureza/ergotamina/&gt;. Acesso em: 23 ago. 2023.</div><div>‌ <br><br></div><div>‌&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 16:59:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rhizopus oligosporus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>Ana Victória Jucá Santiago - Biotecnologia</em><br><br>O <em>Rhizopus oligosporus</em> é um fungo filamentoso que pertence ao grupo dos zigomicetos. Ele é amplamente conhecido por sua utilização na produção de alimentos fermentados, sendo o Tempeh um dos exemplos mais conhecidos. O Tempeh é um alimento fermentado feito através da junção de grãos de leguminosas, com destaque para a soja, cozidos em conjunto com esse fungo, o qual é muito comum na Indonésia e popular na comunidade vegana.<br><br>A fermentação do tempeh é uma fonte significativa de proteínas, fibras, vitaminas e minerais, tornando-o um alimento altamente nutritivo. O <em>Rhizopus oligosporus</em> desempenha um papel crucial no processo fermentativo por meio da secreção de enzimas proteases e amilases. Essas enzimas quebram os macronutrientes presentes nos grãos, tornando-os mais facilmente digestíveis e, ao mesmo tempo, promovendo o crescimento do próprio fungo ao degradar os carboidratos presentes.<br><br>As hifas são os principais componentes do <em>Rhizopus oligosporus</em>, das quais emergem os micélios responsáveis pela absorção eficiente de nutrientes. A característica mais marcante do tempeh é a sua notável compactação. O processo de produção do tempeh começa com grãos cozidos, que são misturados com uma cultura inicial do <em>Rhizopus oligosporus</em>. Em condições ideais para o crescimento, o fungo forma os micélios que penetrarão os grãos, criando uma intrincada rede tridimensional. Essa rede compacta de micélios é fundamental para a coesão e firmeza característica do tempeh.<br><br>Referências<br>Peñaloza, W., Davey, C.L., Kell, D.B. and Hedger, J.N. (1991). Real time monitoring of the accretion of Rhizopus oligosporus biomass during the solid substrate tempeh fermentation. World Journal of Microbiology and Biotechnology <br><em>Disponivel em</em>: <br>http://dbkgroup.org/Papers/penaloza_biomass_wjmb91.pdf<br><br><em>RAIMBAULT, Maurice. &nbsp; Ge</em>neral and microbiological aspects of solid substrate fermentation. &nbsp; Electron. J. Biotechnol.&nbsp; [online]. 1998, vol.1, n.3<em> <br>Disponível em: </em>&lt;http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0717-34581998000300007&amp;lng=es&amp;nrm=iso&gt;.<br><br><em>PINTO NETO, L.M.Q., 20</em>22, PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA DE PRODUTO OBTIDO DE RHIZOPUS OLIGOSPORUS COM FOCO PARA DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO INOVADOR ALIMENTÍCIO. Em: Anais do Seminário em Inovação e Tecnologia na Área de Alimentos. Campinas : Galoá. 2016.<br>Disponível em: <br><em>&lt; https://proceedings.science/sita/trabalhos/prospeccao-tecnologica-de-produto-obtido-de-rhizopus-oligosporus-com-foco-para-d?lang=pt-</em>br&gt;.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 17:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>Clonostachys rosea</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kewin Henderson Xavier Monteiro - Biotecnologia <br><br>Clonostachys rosea também conhecido como Gliocladium roseum é um fungo com potencial para desenvolver bioprotetores. Esse fungo inibe a esporulação de outros fungos fitopatogênicos em plantas e podem colonizar tecidos senescentes (tecidos no processo de envelhecimento ao nível celular) e mortos. <br>Alguns cientistas verificaram que o fungo <em>Clonostachys rosea, dadas suas capacidades,</em> se mostrou um agente extremamente eficaz de controle do mofo-branco (<em>Sclerotinia sclerotiorum</em>). Além do mofo-branco, o <em>Clonostachys rosea também foi capaz de causar mortalidade nas </em>mosca-branca (<em>Bemisia tabaci </em>biótipo B).<br>Ambas são consideradas como um grande problema fitossanitário em diversas plantações como feijão, soja, algodão e girassol, juntas são responsáveis por prejuízos bilionários as lavouras por todo o mundo.&nbsp;<br><br>A&nbsp;<em>Clonostachys rosea é um fungo que ainda é pouco explorado, tendo grandes capacidades. Ele possui outra característica interessante, sendo capaz de produzir hidrocarbonetos, basicamente produz grandes quantidades de hidrogênio e carbono. Essa habilidade poderia ser utilizada para produzir um diesel verde, denominado de mycodiesel, que seria renovável.&nbsp; <br><br>Referências: <br>SILVA, Ana; </em>FERMENTAÇÃO LÍQUIDA DE Clonostachys rosea E BIOEFICÁCIA CONTRA Sclerotinia sclerotiorum; 2021.<br>SANTOS; Josué; A PRODUÇÃO DE HIDROCARBONETOS E MYCODIESEL PELO FUNGO ENDOFÍTICO GLIOCLADUIM ROSEUM; Even3; 03 de dezembro de 2019; disponível em: https://www.even3.com.br/anais/snct_ifmacx19/215773-a-producao-de-hidrocarbonetos-e-mycodiesel-pelo-fungo-endofitico-gliocladium-roseum-(nrrl-50072)/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 18:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Clathrus archeri</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Júlia Régis Sousa - Ecologia<br><br>Também conhecido como p<strong>olvo stinkhorn</strong> ou<strong> dedos do diabo, </strong>o fungo <em>Clathrus archeri </em>tem uma aparência chamativa e intrigante, assim como alguns outros da família Phallaceae, originário da Austrália e Nova Zelândia, esse fungo é comumente encontrado em ambientes com abundante matéria orgânica em decomposição e por isso também preferem áreas com alta umidade e com temperaturas variando entre baixas e médias. Seu aparecimento consiste primeiramente em um esfera branca parecida com um ovo que emerge do solo e se rompe formando uma rede de tentáculos, esse processo se assemelha a algo alienigína mas representa fortemente a diversidade encontrada na natureza, como se não bastasse o visual marcante a medida que eles amadurecem seus esporos presentes dentro dessa massa vermelha interior ficam expostos produzindo um odor característico semelhante a carne podre, é a partir disso que encontramos sua relação ecológica mais notável, tendo em vista o odor fétito atrai insetos insetos necrófagos, como moscas e besouros, ao entrar em contato com o fungo em busca de alimento, entram em contato com os esporos que se predem e acabam por carregar e espalhar esses esporos pelo ambiente, disseminando os fungos e consequentemente acarretando na sobrevivência da espécie, o que nos remete a uma adaptação ecológica.<br><br></div><div><strong>Referências:</strong><br><strong>Fungtopus? The Incredible Fungus that Looks Like an Octopus</strong>. Disponível em: &lt;https://www.kuriositas.com/2013/10/fungtopus-incredible-fungus-that-looks.html&gt;. Acesso em: 23 ago. 2023.<br><br>MYKCHAYLOVA, Oksana et al. Morphological characteristics of the culture Clathrus archeri (Phallaceae, Basidiomycota). <strong>Pol. J. Natur. Sc</strong>, v. 36, n. 3, p. 283-298, 2021.&nbsp;</div><div>‌&nbsp;</div><div>‌&nbsp;</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 18:52:25 UTC</pubDate>
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         <title>Aspergillus Terreus e Angyodontium album </title>
         <author>gracilasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Grácila Nayrá Silva dos Santos <br>Ecologia <br><br>Recentemente, um estudo publicado na revista científica <strong>NPJ Materials Degradation </strong>que resume-se em dois fungos capazes de degradar polipropileno, um derivado de plástico não biodegradável, que por ser difícil sua reciclagem, polui o meio ambiente por causa de seus resíduos plásticos. <br><br>A pesquisa envolve o fungo Aspergillus Terreus e Engyondontium album. São encontrados no solo e nas plantas; possui enzimas altamente poderosas por degradar materias em moléculas mais simples e assim, sendo absorvidas pelas células fúngicas.<br><br>Os cientistas colocaram condições ideias para a degradação do plástico: um pré-tratamento com luz uv no prolipropileno, pois descobriram que <strong>os fungos foram mais eficazes em um material tratado antes por uma fonte de iluminação ultravioleta; calor e reagentes químicos que também possibilitou a fixação do fungo no material. <br><br></strong>O prolipropileno <strong>reduziu </strong>em <strong>21% em 30 dias </strong>com o material pré-tratado em uma placa de Petri com fungos e <strong>25% - 27% em 90 dias.&nbsp;<br></strong><br></div><div>Como a poluição plástica é um dos maiores inimigos do nosso planeta, principalmente em rios, oceanos e aterros sanitários, a pesquisa sobre “devoradores de prolipropileno” pode, com ainda mais pesquisar, virar um grande aliado. <br><br>Referências: <br><a href="https://www.sydney.edu.au/news-opinion/news/2023/04/14/fungi-makes-meal-of-hard-to-recycle-plastic.html">https://www.sydney.edu.au/news-opinion/news/2023/04/14/fungi-makes-meal-of-hard-to-recycle-plastic.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 19:20:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pisolithus Arhizus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alex Alves Targino - Ecologia<br><br></div><div>O <em>Posolithus Arhizus</em>, além de seu enorme papel ambiental, sendo fundamental como micorriza para os ecossistemas que integra, trazendo mais estabilidade, captação de recursos além de comunicação para as plantas as quais se associa, é usado ainda na jardinagem, exercendo o papel que comumente exerce na natureza e assim servindo de apoio ao crescimento de plantas, também é utilizado na confecção de corantes naturais, utilizados no tingimento de lãs entre outros tecidos, e por ser de origem natural, o corante obtido dele é ecologicamente amigável, não sendo tóxicos e sendo considerado uma boa alternativa aos corantes sintéticos, o fungo é até mesmo utilizado na produção de produtos medicinais.<br><br>A espécie<em> Pisolithus Arhizus</em> é mais encontrada em florestas mistas de pinheiro, sobreiro e estevas, forma cogumelos arredondados com cerca de 4 a 15 centímetros de diâmetro, sua coloração é de tons de castanho-amarelado e o interior é mais escuro, interior este que abriga “sacos” que contém os esporos do fungo, que são liberados de acordo com que o cogumelo atinge a maturação e começa a se desfazer.<br><br></div><div>Fungos micorrízicos tal qual o <em>Pisolithus Arhizus,</em> vivem em simbiose com várias espécies de árvores e arbustos, seus filamentos (hifas), se espalham pelo solo buscando se ligar à raízes das árvores, transferindo água e nutrientes em troca de energia na forma de açúcares já sintetizados, além do melhor aproveitamento dos recursos, essa relação ainda proporciona maior proteção às árvores contra doenças radiculares e cria uma rede de comunicação entre árvores, possibilitando, por exemplo, o envio de alertas quanto à predação por insetos entre outras perigos, o que permite aos demais membros da rede reforçar suas defesas contra a ameaça antes mesmo dela chegar a lhes causar danos .&nbsp;<br><br>Recomendo um vídeo curtinho da BBC sobre redes de micorrizas:<br>https://www.youtube.com/watch?v=UirW2aBP-PY&amp;ab_channel=BBCNewsBrasil<br><br>REFERÊNCIAS:<br><br>PRATES JÚNIOR et al. Micorrizas: conceitos, metodologias e aplicações. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Núcleo Regional Leste, 2021.&nbsp;</div><div>SOUZA, V. C. DE et al. Estudos sobre fungos micorrízicos. <strong>Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental</strong>, v. 10, p. 612–618, 1 set. 2006.&nbsp;</div><div>WWW, a intricada rede de raízes, fungos e bactérias que interliga as plantas nas florestas. <strong>BBC News Brasil</strong>, [s.d.].&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 20:26:55 UTC</pubDate>
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         <title>Leptolegnia spp.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hayron Kawan Fernandes Linhares - Engenharia de Pesca<br><br>👋<strong>Introdução</strong>-&nbsp; O <em>Leptolegnia spp.</em> é um fascinante grupo de fungos aquáticos que merece atenção devido às suas notáveis adaptações e interações com ecossistemas aquáticos. Pertencendo à classe Chytridiomycota, esses microrganismos têm uma vida intrigante, marcada por sua capacidade de parasitar invertebrados aquáticos, desempenhando um papel importante na ecologia dos ambientes de água doce.<br><br>📚<strong>Características</strong>- a)Podem ser encontrados em diversos ecossistemas de água doce, tais como lagos, rios, riachos e pântanos, eles prosperam em ambientes onde a água é um componente vital. <br>b)O ciclo de vida de<em> Leptolegnia spp.</em> é notavelmente complexo. Inicia-se com esporos móveis flagelados, uma característica única entre os fungos. Esses esporos nadam na água até encontrar um hospedeiro adequado.<br>c) É conhecido por sua capacidade de parasitar invertebrados aquáticos, principalmente larvas de insetos e crustáceos. Uma vez que o esporo encontra um hospedeiro, ele se prende a ele e começa a se desenvolver, causando uma infecção parasitária prejudicial.<br>d)O parasitismo por <em>Leptolegnia spp. </em>pode ter impactos significativos nas populações de invertebrados aquáticos. Isso, por sua vez, pode influenciar a estrutura das comunidades aquáticas e até mesmo afetar os ciclos de nutrientes nos ecossistemas aquáticos.<br>e) Além de seu papel ecológico, algumas espécies de<em> Leptolegnia spp.</em> são estudadas como potenciais agentes de controle biológico de populações de insetos aquáticos indesejados, uma abordagem ecologicamente sustentável para o manejo de pragas.<br><br>🔬<strong>Importância da pesquisa</strong>- O estudo de <em>Leptolegnia spp.</em> oferece uma janela para compreender a complexidade dos ecossistemas aquáticos. A investigação sobre suas adaptações, seu ciclo de vida único e suas interações com outros organismos abre oportunidades para desenvolver estratégias de conservação e manejo sustentável de recursos hídricos.<br><br>🤔<strong>Curiosidades a mais</strong>- a) Fazem parte dos quitrídeos, um grupo de fungos aquáticos notáveis por suas estruturas flageladas móveis, que são raras em outros fungos.<br>b) A capacidade de<em> Leptolegnia spp.</em> de parasitar invertebrados aquáticos levanta questões interessantes sobre coevolução e adaptações evolutivas.<br><br>📰 <strong>EXTRA, EXTRA !<br></strong><strong><sub>"Fungo argentino pode ajudar a conter dengue e chikungunya"</sub></strong><strong><br><br></strong>🌿🦟 Descubra o intrigante potencial dos fungos aquáticos do gênero Leptolegnia como uma possível solução inovadora no combate a dengue. Esses microrganismos têm chamado a atenção da comunidade científica devido a sua habilidade de parasitar larvas de mosquitos transmissores, apresentando um método de controle biológico mais sustentável. Além disso, a pesquisa sobre <em>Leptolegnia spp.</em> não só nos oferece esperança na luta contra a dengue, mas também a oportunidade de aprofundar nosso entendimento sobre os ecossistemas aquáticos. 🌍💡&nbsp;<br><br>REFERÊNCIAS:&nbsp;<br><br>exame.com/tecnologia/fungo-argentino-pode-ajudar-a-conter-dengue-e-chikungunya/<br><br>www.sciencedirect.com/topics/agricultural-and-biological-sciences/leptolegnia<br><br>arquivos.ambiente.sp.gov.br/pgibt/2017/03/dissertacao-sarah_rocha.pdf<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 20:57:13 UTC</pubDate>
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         <title>Branchiomyces sp (BRANQUIOMICOSE)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>WESLEY MANGETH DA COSTA - ENG. DE PESCA<br><br><br>A infecção por Branchiomyces sp. em cultivos de peixes pode ser prejudicial para a produção aquática. Branchiomyces sp. é um gênero de fungos aquáticos que pode causar doenças respiratórias em peixes, principalmente em suas brânquias. Essa infecção pode levar a problemas respiratórios, redução da taxa de crescimento e mortalidade nos peixes infectados. &nbsp; Para prevenir e controlar a infecção por Branchiomyces sp., é importante manter uma boa qualidade da água no cultivo, incluindo uma adequada circulação e oxigenação. Além disso, práticas de manejo adequadas, como evitar superpopulação e garantir uma nutrição equilibrada, podem fortalecer o sistema imunológico dos peixes e reduzir o risco de infecção. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para combater a infecção por Branchiomyces sp. em cultivos de peixes. Consultar um especialista em saúde aquática ou um veterinário pode ser importante para identificar a causa da infecção e prescrever o tratamento adequado.É fundamental monitorar regularmente a saúde dos peixes em cultivos e tomar medidas preventivas para minimizar o risco de infecção por Branchiomyces sp. Isso ajudará a manter a produção de peixes saudáveis e sustentáveis.</div><div><br></div><div>REFERENCIA:</div><div><a href="https://pt.scribd.com/document/128043304/DOENCAS-DE-PEIXES-DE-AGUA-DOCE">https://pt.scribd.com/document/128043304/DOENCAS-DE-PEIXES-DE-AGUA-DOCE</a></div><div><a href="https://fishpathogens.net/pathogen/branchiomyces-sp">https://fishpathogens.net/pathogen/branchiomyces-sp</a></div><div><a href="https://www.iomcworld.org/abstract/common-fungal-infections-in-in-nile-tilapia-fish-79868.html">https://www.iomcworld.org/abstract/common-fungal-infections-in-in-nile-tilapia-fish-79868.html</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 21:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>Lentinula edodes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><pre><strong>Ana Sabrina de Freitas Soares</strong>
Biotecnologia</pre></blockquote><div><br></div><div><em>Lentinula edodes</em> é um fungo popularmente conhecido como Shiitake. É um cogumelo comestível nativo do leste da Ásia, que foi introduzido no Brasil no ano de 1990.&nbsp;</div><div><br></div><div>Esse macrofungo além de possuir grande valor nutricional, é rico em polissacarídeos bioativos, terpenóides, esteróis e lipídios, possuindo grande potencial para aplicações terapêuticas e em outros âmbitos.&nbsp;<br><br></div><div>Um de seus mecanismos bioquímicos, é a ação antitumoral. Os polissacarídeos desse cogumelo no quesito antitumoral, não agem atacando diretamente células cancerígenas, mas produzindo efeitos através da ativação de respostas imunes do hospedeiro, de células T, B e respostas sistema imunológico dependentes dos macrófagos.&nbsp;<br><br></div><div>No que diz respeito à sua ação imunomoduladora, é especialmente valiosa como meio de profilaxia, além de atuar na prevenção de tumores metastáticos também.&nbsp;<br><br></div><div>Uma curiosidade relacionada ao fungo, é que o lentinan foi uma das primeiras drogas desenvolvidas a partir de cogumelos medicinais, sendo sua maior evidência clínica diretamente ligada a atividade antitumoral.&nbsp;<br><br></div><div>Além das atividades antitumorais e imunomoduladoras, o <em>Lentinula edodes</em> apresentam também outros mecanismos bioquímicos, os quais mediam as atividades biológicas, que são de grande importância em atividades anticoagulantes, antibacteriano, antivirais e cicatrizantes. Diversos estudos mostraram seus resultados significativos com relação não só a prevenção e tratamento do câncer, como tambem na defesa antioxidante, atuando como agente antiaterosclerótico, além do tratamento de infecções e diversas outras doenças.&nbsp;<br><br></div><blockquote><strong>Referências:</strong></blockquote><div><br>SP, Wasser. Cogumelos medicinais como fonte de polissacarídeos antitumorais e imunomoduladores, Appl. Microbiol. Biotecnologia. Disponível em: &lt; <a href="https://openaccess.blucher.com.br/download-pdf/326/20260">https://openaccess.blucher.com.br/download-pdf/326/20260</a>&gt;. Acesso em: 18/08/2023.&nbsp;<br><br></div><div>FINIMUNDY, T., DILLON, A., HENRIQUES, J. e ELY, M. (2014). Uma revisão sobre compostos nutricionais gerais e propriedades farmacológicas do cogumelo <em>Lentinula edodes</em>. Disponível em: &lt;<a href="https://www.scirp.org/journal/PaperInformation.aspx?PaperID=47339">https://www.scirp.org/journal/PaperInformation.aspx?PaperID=47339</a>&gt;. Acesso em: 18/08/2023.&nbsp;<br><br></div><div>NIKITINA, Valentina E., TSIVILEVA, Olga&nbsp; M., PANKRATOV, Alexei N. e BYCHKOV Nikolai A.. <em>Lentinula edodes </em>Biotechnology: From Lentinan to Lectins. Disponível em: &lt;<a href="https://hrcak.srce.hr/24166">https://hrcak.srce.hr/24166</a>&gt;. Acesso em: 18/08/2023.&nbsp;<br><br></div><div>RAHMAN, Mohammad Azizur,ABDULLAH, Noorlidah e AMINUDIN, Norhaniza. <em>Lentinula edodes</em> (shiitake mushroom): An assessment of in vitro anti-atherosclerotic bio-functionality. Disponível em: &lt;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1319562X16000231">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1319562X16000231</a>&gt;. Acesso em: 20/08/2023.<br><br>NIETO-MOSQUERA, D. L., SEGURA-PUELLO, H. R. e SEGURA-CHARRY, J. S.. Immunomodulatory Fungi: An Alternative for the Treatment of Cancer. Disponível em: &lt;<a href="https://typeset.io/papers/immunomodulatory-fungi-an-alternative-for-the-treatment-of-2z4mpf80br">https://typeset.io/papers/immunomodulatory-fungi-an-alternative-for-the-treatment-of-2z4mpf80br</a>&gt;. Acesso em: 20/08/2023.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 22:44:43 UTC</pubDate>
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         <title>Saccharomyces cerevisiae</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A&nbsp; Saccharomyces cerevisiae é popularmente conhecida como leverdura de cerveja, por ser uma ótima fonte de polissacarídeos, tal como&nbsp; β-glucanos , chegando a possuir um percentual superior a 75%.<br><br>Além disso, é um organismo eucarionte unicelular amplamente utilizado na produção de cerveja e outros fermentados. Uma curiosidade sobre, é que seu uso durante a produção de pão gera a liberação de dióxido de carbono e possui capacidade de converter açúcar em álcool.<br><br>&nbsp;Sua produção supera a marca de 1 milhão de toneladas, ultrapassando a produção combinada de outros microrganismos industriais. No geral, o uso desta levedura move bilhões de dólares no mercado pelas suas inúmeras aplicações.<br><br>KURTZMAN, Cletus; FELL, Jack W.; BOEKHOUT, Teun (ed.). The yeasts: a taxonomic study. Elsevier, 2011.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 23:01:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aspergillus niger</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Josimar Gabriel Rodrigues de Araújo<br>Biotecnologia<br><br>Sobre o artigo Fungal Electronics (ADAMATZKY et al., 2022).<br><br>O estudo recente que investiga a eletrônica fúngica, com foco no Aspergillus niger, destaca uma fascinante interseção entre biologia e eletrônica. A pesquisa se concentra em modelar colônias desse fungo em circuitos RC, compostos por resistores e capacitores. A descoberta intrigante é que esses circuitos fúngicos podem realizar operações lógicas complexas, como portas "e" e "ou", abrindo caminho para a computação biológica.</div><div>Ao experimentar diferentes configurações de conexões nas colônias de fungos, os pesquisadores observaram respostas elétricas variadas. Essas respostas foram traduzidas para um formato binário com base em um limiar de voltagem, alinhando-se com a lógica binária comumente usada na computação tradicional.</div><div>Apesar dos avanços, o estudo também enfrentou desafios. Algumas operações lógicas mostraram respostas oscilatórias devido à presença limitada em amostras, destacando a complexidade subjacente das interações biológicas e eletrônicas.</div><div>Em resumo, a eletrônica fúngica, exemplificada pelo Aspergillus niger, abre novas perspectivas de computação que transcendem fronteiras tradicionais. Essa pesquisa não apenas tem implicações práticas, como sensores biológicos, mas também oferece insights valiosos sobre a interação entre sistemas biológicos e eletrônicos. À medida que continuamos a explorar essa convergência, podemos estar rumo a um futuro onde biologia e eletrônica se unem de maneira inovadora.<br><br>REFERÊNCIAS<br><br>ADAMATZKY, A. et al. Fungal electronics. <strong>Biosystems</strong>, v. 212, p. 104588, fev. 2022.&nbsp;<br>https://doi.org/10.1016/j.biosystems.2021.104588</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-23 23:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>Agaricus bisporus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rvgbarreto/7644w0y5j0u72wrf/wish/2670648138</link>
         <description><![CDATA[<div>Os cogumelos da variedade champignon de Paris (Agaricus bisporus) são amplamente consumidos tanto no Brasil quanto ao redor do mundo. Sua produção envolve a fermentação em meio sólido, utilizando materiais lignocelulósicos. No entanto, o processo tem uma eficiência variável, situando-se entre 20% e 25%, o que implica na geração significativa de resíduos sólidos ao final da produção. Esses resíduos contêm quantidades consideráveis de matéria orgânica e, comumente, passam por compostagem antes de serem utilizados como adubo ou comercializados.<br><br></div><div>A produção dos cogumelos champignon requer um rigoroso controle de temperatura e refrigeração desde a etapa de produção até a comercialização. Isso resulta em um consumo considerável de energia. Sqbendo disso, o artigo escolhido teve&nbsp; como&nbsp; objetivo&nbsp; estudar a&nbsp; viabilidade de&nbsp; realização da biodigestão anaeróbica do substrato exaurido da produção de cogumelos do tipo&nbsp; champignon de Paris (Agaricus bisporus) como forma de produzir energia elétrica a&nbsp; partir do&nbsp; biogás,&nbsp; reduzindo&nbsp; os&nbsp; custos da&nbsp; produção. &nbsp;<br><br></div><div>Concluiu-se que os resíduos provenientes do Agaricus bisporus apresentam potencial como materiais para a digestão anaeróbia. Durante o ciclo produtivo, ocorre a decomposição de compostos complexos em matéria disponível. Os componentes não utilizados pelo cogumelo, juntamente com os resíduos de micélio e os micro-organismos presentes no substrato esgotado, se transformam em fonte de nutrientes para os micro-organismos envolvidos na digestão anaeróbia.<br><br></div><div>A prévia hidrólise causada pelo fungo facilita a etapa de hidrólise durante a digestão anaeróbia, contribuindo para acelerar o processo de geração de biogás.<br><br>Referência: VIEIRA, Sabrina et al. <strong>Biodigestão anaeróbica do resíduo da produção de cogumelos tipo champignon de Paris (Agaricus bisporus)</strong>. 2021. Dissertação de Mestrado. Universidade Tecnológica Federal do Paraná. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 00:04:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Beauveria Bassiana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luan Gabriel Batista Costa - Engenharia Química<br><br>Referência: PEREIRA, Raquel Moraes Costa. Tecnologia de aplicação de Beauveria bassiana (Hypocreales: Cordycipitaceae) no controle de Hypothenemus hampei (Coleoptera: Curculionidae). Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2020.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2113444235/b0b9f352ebc168d4630baf43f7340668/Beauveria_Bassiana.pdf" />
         <pubDate>2023-08-24 00:06:39 UTC</pubDate>
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         <title>Trichoderma asperellum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Amélia de Oliveira Sena - Ecologia<br><br></div><ul><li>O Trichoderma asperellum é uma espécie de fungo que faz parte do gênero trichoderma. Ele é um controlador de pragas que vive no solo e ajuda a proteger as plantas saudáveis contra fungos que fazem elas adoecerem.</li><li>&nbsp;Este fungo desempenha um papel importante na ecologia que contribui para o equilíbrio dos ecossistemas naturais e para saúde das plantas.</li><li>O Trichoderma asperellum está envolvido na decomposição da matéria orgânica no solo. Isso é importante para a reciclagem de nutrientes, transformando materiais mortos em nutrientes que podem ser usados novamente pelas plantas e outros organismos.&nbsp;</li><li>Este fungo pode induzir resistência sistêmica em plantas, o que significa que ajuda as plantas a se tornarem mais resistentes a doenças e outros estresses ambientais. Isso promove a saúde das plantas e a estabilidade do ecossistema.</li></ul><div><br>Referências:&nbsp;<br><br></div><div>https://www.sciencedirect.com/topics/agricultural-and-biological-sciences/trichoderma-asperellum</div><div>&nbsp;https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5452466/</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2112809334/0789f9aaff806580476422f03c6b209e/voc__sabia__2_.pdf" />
         <pubDate>2023-08-24 00:16:02 UTC</pubDate>
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         <title>Branchiomyces sp</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hugo Romero Costa de Melo - Engenharia de Pesca. <br><br>O Branchiomyces spp.&nbsp; é um organismo filamentoso pertencente a classe dos <strong>Oomi</strong>cetos, esses organismos são&nbsp; <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Unicelular">unicelulares</a>, e se assemelham morfologicamente a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fungo">fungos</a>. São absortivos e se reproduzem tanto sexual quanto assexuadamente.<br><br>Ocasionado diretamente pela excessiva presença de matéria orgânica em ambientes aquáticos esse organismo se beneficia diretamente da baixa qualidade da água e de efluentes com um ph muito ácido.<br><br></div><div>Agindo diretamente nas brânquias, os "Branchiomyces" migram-se por vias sanguíneas, preferindo ocupar as artérias branquiais, obstruindo assim os vasos sanguíneos por meio de sua hifas, acarretando em uma trombose e consequentemente a necrose, influenciada diretamente pela falta de irrigação sanguínea e pela destruição maciça das superfícies respiratórias, apresentando assim insuficiência respiratória em peixes, principalmente em carpas <em>(Cyprinus carpio ).<br></em><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Referência:&nbsp;<br><br></div><div><a href="http://www.biologico.sp.gov.br/publicacoes/comunicados-documentos-tecnicos/comunicados-tecnicos/fungos-em-peixes-e-anfibios-diagnostico-prevencao-e-tratamento">http://www.biologico.sp.gov.br/publicacoes/comunicados-documentos-tecnicos/comunicados-tecnicos/fungos-em-peixes-e-anfibios-diagnostico-prevencao-e-tratamento</a></div><div>https://www.sciencedirect.com/topics/agricultural-and-biological-sciences/branchiomyces<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2115149400/24bf110d1fbeb0d32e3e054e8b78c79c/Microscopic_appearance_of_Branchiomyces_sanguinis_A_Growing_tops_40X_BSpores.png" />
         <pubDate>2023-08-24 00:16:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ganoderma Lucidum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ingrid Ariely Silva Santa Brigida<br>Biotecnologia<br><br>&nbsp;Ganoderma é um fungo filamentoso, pertencente a classe Basidiomycetes e ordem Ganodermatales, família Ganodermatales(polyporaceae), e por serem, em sua maioria, fungos saprófitos ou decompositores de madeira, degradando a lignina, celulose e hemicelulose, podem ser encontrados em arvores mortas ou debilitadas, tocos e raízes.&nbsp;</div><div>Tal cogumelo vem sendo utilizado há muito tempo para tratar doenças, na Ásia, devido à sua capacidade medicinal, é tradicionalmente usada- isoladamente ou em combinação com agentes quimioterápicos- para tratar doenças infecciosas, como hepatite crônica e bronquite. Fazendo-se, assim, amplamente estudado por indústrias de obtenção de substâncias bioativas, por ser popularmente usado contra uma variedade de doenças e por conter grande variedade de compostos químicos- como, polissacarídeos, proteínas, aminoácidos, nucleosídeos, alcaloides, esteroides, ácidos graxos e enzimas-, extraídos do seu micélio, esporos e corpo de frutificação.&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Um trabalho realizado pela estudante Alessandra Sydney, por estudos de doutorado em engenharia de bioprocesso e biotecnologia da universidade federal do Paraná, realizou pesquisas que levantaram sobre a aplicação de extratos de esporos do Gonoderma Lucidum analisando seu potencial em produtos cosméticos. No qual, um dos resultados, voltados para o sistema conservante, mostraram que o extrato potencializou a ação de conservantes testados, atuando de maneira sinérgica, possuindo, assim, alto caráter preservante quando comparado com cremes contendo agentes preservastes químicos. Dessa forma, tal característica apresentou um grande potencial para uso pela indústria cosmética como agente antioxidante e antimicrobiano, além de mostrar compatibilidade com fórmulas cosméticas e baixa toxicidade.&nbsp;<br><br><br>Referência:<br>CRUZ, Mycheli. Compostos bioativos de Ganoderma lucidum na indução de resistência a oídio em soja e a toxicidade a organismos não-alvo, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, 2019. Disponível em: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/4407<br>NOVAK, Alessandra. POTENCIAL COSMÉTICO DOS ESPOROS DE Ganoderma lucidum, Universidade Federal do Paraná, AcervoDigital da UFPR, 2013. Disponível em: https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/36046/R%20-%20T%20-%20ALESSANDRA%20CRISTINE%20NOVAK.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 00:42:48 UTC</pubDate>
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         <title>Rhizopus sp.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As mucormicoses são doenças causadas por fungos da ordem Mucorales, que são ubíquos e podem ser encontrados em solos úmidos, matéria vegetal em decomposição, fezes de herbívoros e alimentos. Estes fungos podem se tornar patogênicos em certas condições, especialmente em indivíduos imunodeprimidos.<br><br>&nbsp; Em um estudo no Rio Mondego, foi descrito um caso de peixes recolhidos com lesões cutâneas causadas pelo fungo Rhizopus sp. Foi observado que as bogas com lesões foram recolhidas de locais onde a acidez e a temperatura da água eram propícias ao crescimento desse fungo. A mucormicose cutânea, embora rara, foi identificada nessas bogas.<br><br>&nbsp; Estudo realizado no rio Mondego, o maior rio de Portugal,&nbsp; que possui uma bacia hidrológica de 6.670 km2 e deságua a sul da Figueira da Foz.<br><br>CURIOSIDADE:<br><br></div><ul><li>O Rhizopus também tem sido estudado para fins como tratamento de efluentes industriais derivados de fontes orgânicas e produção de ração animal.<br><br></li></ul><div><br><br>REFERENCIAS: <a href="https://www.scielo.br/j/abmvz/a/cP8k9gbvLRYTMJ6Cb9phnnR/">https://www.scielo.br/j/abmvz/a/cP8k9gbvLRYTMJ6Cb9phnnR/</a><br><br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;ved=0CDQQw7AJahcKEwjg0teokPSAAxUAAAAAHQAAAAAQAw&amp;url=https%3A%2F%2Fmicrobiologynote.com%2Fpt%2Frhizopus-spp-estrutura-ciclo-de-vida-habitat-patog%25C3%25AAnese%2F&amp;psig=AOvVaw3bK_DwLc56Emfo2bHErTmq&amp;ust=1692926368687906&amp;opi=89978449">https://microbiologynote.com/pt/rhizopus-spp-estrutura-ciclo-de-vida-habitat-patog%C3%AAnese/</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 01:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Fusarium xyrophilum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O fungo possui uma estratégia oportunista rara de mimetizar pseudoflores, capazes de emitir ''brilho'' em luz ultravioleta e fluídos açucarados característicos da espécie afetada para aumentar suas populações, disseminar seus esporos,&nbsp; e assim infectar outra plantas por meio dos polinizadores visitantes. A relação ecológica afeta negativamente a população de Xyris.&nbsp; Principalmente, ao perder a capacidade de produzir as inflorescências quando está infectada.&nbsp;<br><br>Durante o estudo realizado, possível observar que essas pseudoflores, os fungos infectam completamente as plantas, tornando-as incapacitantes de se reproduzir normalmente.&nbsp;<br>Além disso, investigaram se F. xyrophilum a possibilidade de criar cheiros interessantes para insetos, comparando-os com os cheiros de flores reais da planta X. laxifolia var. iridifolia. Testaram a ideia de que F. xyrophilum causa uma infecção em todo o corpo das plantas hospedeiras, e também examinaram se as pseudoflores são realmente folhas alteradas, como acontece em outros casos de fungos que fingem ser flores. Estudaram os genes responsáveis ​​pela reprodução do fungo, chamados de loci MAT, e observaram se havia diferentes tipos de genes para se acasalar.&nbsp; Por fim, investigaram se F. xyrophilum produz substâncias semelhantes a hormônios nas plantas, que podem influenciar a formação das pseudoflores.<br><br></div><div>Conclusão:&nbsp;<br><br></div><blockquote>''O sistema é único porque as estruturas semelhantes a pétalas das pseudoflores resultantes são compostas inteiramente de tecido fúngico, em vez de tecido vegetal modificado, conforme relatado para outros sistemas de mimetismo floral. ''</blockquote><div><mark><br></mark><strong><mark>REFERÊNCIAS:<br></mark></strong><br>LARABA, Imane <em>et al</em>. Pseudoflowers produced by Fusarium xyrophilum on yellow-eyed grass (Xyris spp.) in Guyana: a novel floral mimicry system?. <strong>Fungal Genetics And Biology</strong>, [S.L.], v. 144, p. 103466, nov. 2020. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.fgb.2020.103466. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1087184520301572?via%3Dihub. Acesso em: 23 ago. 2023.<br><br>FUNGO produz flores falsas para atrair polinizadores Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/fungo-produz-flores-falsas-para-atrair-polinizadores. 2021. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/fungo-produz-flores-falsas-para-atrair-polinizadores. Acesso em: 23 ago. 2023.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 02:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Candida albicans</title>
         <author>allencavalcante</author>
         <link>https://padlet.com/rvgbarreto/7644w0y5j0u72wrf/wish/2670845576</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>ÁLLEN JONNY SILVA CAVALCANTE</strong><br><sup>BIOTECNOLOGIA&nbsp;</sup></blockquote><div><sup><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</sup>A espécie <em>Candida albicans</em>, é conhecida por ser causadora da <strong>Candidíase vulvovaginal</strong>, se caracteriza por ser um organismo polifórmico, ou seja, sofre transições morfológicas entre levedura, pseudo-hifa e hifa. Em condições inadequadas de crescimento para multiplicação, nesse fungo, pode ocorrer a formação de <strong>clamidoconídios</strong>, que, são esporos arredondados que possuem uma camada celular bem espessa. Vale ressaltar que, há certas discussões, sobre a utilização do termo <strong>poliformismo </strong>ao invés de <strong>diformismo </strong>para esse organismo, por existirem formas celulares intermediárias entre levedura e a hifa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Enquanto que, outros fungos são encontrados na natureza na fase filamentosa e se modificam em levedura nos tecidos humanos, causando doenças, a <em>C. albicans</em> faz o oposto. Pois nas células humanas, na forma de hifa, <em>C. albicans</em> é<strong> invasiva e patogênica</strong>, enquanto que na forma de levedura é <strong>comensal e não patogênica</strong>.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O primeiro contato desse fungo com humanos, é na maioria dos casos, já no nascimento, no momento da passagem pelo canal vaginal. No qual, o fungo se coloniza na boca e as porções inferiores do trato gastrointestinal do recém-nascido, e vive em comensalismo, fazendo parte da microbiota saudável do ser humano.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; No entanto, o excesso dessa levedura, podem causar infecção, como a <strong>Candidíase vulvovaginal</strong>, onde esses organismos comensais que estão na mucosa vaginal se tornam patogênicos, alterando o ambiente vaginal.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A candidíase, pode ser transmitida por meio do contato com mucosas e secreções da pele de portadores ou doentes, água contaminada e contato sexual. Vale ressaltar que, apesar de contato sexual ser uma forma de transmissão, não é considerada uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), pois, mulheres virgens podem desenvolver Candidíase, uma vez que o fungo causador, faz parte da microbiota vaginal.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Na candidíase, os sintomas incluem um corrimento branco, inchaço, vermelhidão, coceira e uma sensação de queimação. A coceira é o sintoma mais forte, ao coçar pode causar feridas na pele próxima da vagina.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Considerada a segunda maior causa de infecção genital em mulheres na idade reprodutiva, ficando atrás apenas da vaginose bacteriana. Estudos apontam que 70-75% das mulheres, irão contrair pelo menos uma vez em suas vidas, um quadro de Candidíase Vulvovaginal. A candidíase não é letal, porém existem discussões na literatura, sobre potenciais riscos ligados a ela. No mais, especula-se que, hábitos higiênicos inadequados, podem ser fatores que gerem pré-disposição à contaminação vaginal.<br><br><strong>REFERÊNCIAS<br></strong>Soares, D. M. et al. <em>Candidíase Vulvovaginal: Uma Revisão de Literatura com Abordagem para Candida albicans</em>. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR. 2018<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-24 02:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mycena lucentipes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rvgbarreto/7644w0y5j0u72wrf/wish/2672251182</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Cristina Gomes Torres<br>Ecologia<br><br><strong>Curiosidade: </strong><br><em>Mycena lucentipes</em> é um fungo cogumelo filamentoso, uma das seis novas espécies de cogumelos bioluminescentes encontradas na Mata Atlântica do Brasil.<br>Não se restringindo somente a criaturas do mar e outras voadoras, como os vagalumes, estes cogumelos têm essa notável característica de emitir luz estérea, como um verde suave onde dá pra iluminar ao seu redor.&nbsp;<br>Como eles emitem luz?<br>Através de uma reação química este fenômeno é criado: é a bioluminescência.<br>Acontecem algumas reações químicas que dependem do O2 (oxigênio), as enzimas luciferases catalisam substratos com luciferan e essa interação resulta em produtos químicos na sua decomposição gerando energia que é liberada em forma de luz. Em alguns aparecem nas hífas, em outros no corpo e nos esporos emitindo assim a luz verde fluorescente. A bioluminescência pode ter função de proteção oxidativa em relação a espécies que reagem ao oxigênio.<br>Por que eles emitem luz?&nbsp;<br>Existem hipóteses fisiológicas e ecológicas que tentam explicar para que serve essa habilidade de transmitir luz.<br>As hipóteses dos estudos até o momento é que o motivo por trás da emissão da bioluminescência é para atrair possíveis dispersores de seus esporos para ajudar assim na sua proliferação, atraindo animais e insetos. Também tem função de repelir fungívoros fotofóbicos, como atração de fungívoros, função também de atrair os predadores de fungos, para sua proteção, atrair fertilizadores, através até de excrementos dos animais; ajudando assim no desenvolvimento e propagação dos fungos.&nbsp;<br>A bioluminescência também serve para avisar uma possível toxicidade no organismo, chamada de função aposemática. </div><div><strong>Característica marcante: Bioluminescência</strong><br>Esta espécie ocorre preferencialmente na mata atlântica.<br>A bioluminescência varia também de acordo com a parte iluminada, influenciando o papel ecológico que deve ter essa emissão de luz para os táxons.<br>Esta linhagem Mycena compreende apenas duas espécies: Mycena lucentipes Desjardin e Gerronema viridilucens Desjardin.<br>Os táxons de Mycena são caracterizados quanto à macromorfologia por apresentarem basidiomas pequenos a médios, normalmente frágeis e delicados.&nbsp;<br>O píleo cônico transparente-estriado, com superfície seca, úmida. As lamelas podem ser livres. A esporada de um branco a creme. O estipe, central e oco.<br>Mesmo ricos em caracteres morfológicos e por ser um gênero grande, os táxons de<br>Mycena são muitas vezes difíceis de serem identificados somente através da morfologia, por isso há a necessidade de se obter dados moleculares.<br>Mycena é um gênero polifilético e os táxons estão distribuídos em dois clados:<br>‘hydropoid’ e Mycenaceae.&nbsp;</div><div><strong>Classificação:</strong></div><div>Reino: <em>Fungos</em><br>Filo: <em>Basidiomicota</em><br>Ordem: <em>Agaricales</em><br>Família: <em>Micenáceas</em><br>Gênero: <em>Micenas</em><br>Espécie: <em>Mycena lucentipes</em> Desjardin<br><strong>Informações gerais:</strong><br>Até 2016, se sabe que existem 16 espécies de Mycena bioluminescentes registradas para o Brasil. <br>Os táxons bioluminescentes pertencentes ao gênero Mycena já foram registrados nos estados do Amazonas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.<br><strong>Ideia:</strong> Pela característica da Bioluminescência, esses fungos podem ser usados no mapeamento de um determinado local, para investigação criminal ou na procura por alguém desaparecido numa floresta. E sua importância ecológica, é que se ele está presente num ambiente, prova a nutrição do solo, indicando que está saudável, podendo ser usado como bioindicador ecológico.(Maria Cristina Gomes Torres).<br><strong>Docente:</strong> Raphaela Barreto<br><br><strong>Referências:</strong><br>Desjardin, D.E., Capelari, M. &amp; Stevani, C. V. (2007) Bioluminescent Mycena species from Sao Paulo, Brazil. Mycologia 99: 317–331. https://doi.org/10.3852/mycologia.99.2.317.<br>Desjardin, D.E., Oliveira, A.G. &amp; Stevani, C. V. (2008) Fungi bioluminescence revisited. Photochemical &amp; Photobiological Sciences 7: 170–182. https://doi.org/10.1039/b713328f&nbsp;<br>Desjardin, D.E., Perry, B.A., Lodge, D.J., Stevani, C. V. &amp; Nagasawa, E. (2010) Luminescent Mycena : new and noteworthy species. Mycologia 102: 459–477. https://doi.org/10.3852/09-197<br>Desjardin, D.E., Perry, B.A. &amp; Stevani, C. V. (2016) New luminescent mycenoid fungi (Basidiomycota, Agaricales) from Sao Paulo State, Brazil. Mycologia 6: 1165–1174. https://doi.org/10.3852/16-077<br>Matheny, P.B., Curtis, J.M., Denitis, M., Way, H., Carolina, N., Daniele, G.M., Aime, M.C., Desjardin, D.E., Kropp, B.R., Norvell, L.L., Slot, J.C., Way, R., Falls, M., Carolina, N. &amp; Bougher, N.L. (2006) Major clades of Agaricales : a multilocus phylogenetic overview. Mycologia 98: 982–995. de Meijer, A.A.R. (2010) Preliminary list of the macromycetes from the Brazilian state of Paraná : corrections and updating. Boletim do Museu Botânico Municipal 72: 1–9.&nbsp;<br>Referências de Sites:<br>https://www.tripadvisor.com.br/LocationPhotoDirectLink-g2572216-i487890008-Iporanga_State_of_Sao_Paulo.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-25 00:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Espécie de abelhas sem ferrão brasileira cultivam fungos para sobreviver.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Caroline Santos de Oliveira&nbsp;<br>Ecologia<br>Fungo: Monascus pilosus<br><br>O primeiro caso de relação obrigatória entre a abelha sem ferrão brasileira Scaptotrigona depilis e um fungo do gênero Monascus (Ascomycotina). Os micélios fúngicos que crescem no alimento fornecido dentro da célula de criação são comidos pela larva. Descobriu-se que o fungo se origina do material de que são feitas as células da cria. Como as abelhas reciclam e transportam esse material entre os ninhos, o fungo seria transferido para células recém-construídas e também para ninhos recém-fundados. A maioria das larvas que não comem o fungo não sobrevive. Os ninhos de insetos sociais fornecem microambientes adequados para muitos microrganismos, pois oferecem condições ambientais estáveis ​​e uma rica fonte de alimento. Os microrganismos, por sua vez, podem fornecer vários benefícios aos seus hospedeiros, como nutrientes e proteção contra patógenos.<br><br>Referência: A Brazilian Social Bee Must Cultivate Fungus to Survive: Current Biology https://www.cell.com/current-biology/fulltext/S0960-9822%2815%2901108-2&nbsp;<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-26 20:31:01 UTC</pubDate>
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