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      <title>Resenhas e Seminário Criativo by Victória Laís ✨</title>
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      <description>Neste Padlet estão contidas minhas resenhas que foram pedidas na aula de Profissão Docente do curso de Pedagogia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-09 01:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica sobre o filme &quot;Escritores da Liberdade&quot;</title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No filme "Escritores da Liberdade", a gestão escolar demonstra preconceito e uma visão pessimista dos estudantes, o que contrasta com o ideal de um ambiente educacional baseado em tolerância e respeito. A escola no início do filme reflete uma <strong>pedagogia</strong> <strong>Tradicional</strong>, onde o professor se limita a ditar o conteúdo e os alunos apenas o copiam (ou nem isso), sem receber a devida orientação e importância do educador.</p><p><br></p><p>A jovem professora Erin Gruwell possui uma visão otimista e se mostra bem disposta a cumprir o seu dever de ensinar utilizando diferentes métodos, o que parece muito com a <strong>concepção</strong> <strong>pedagógica</strong> <strong>da</strong> <strong>Nova</strong> <strong>Escola</strong>, pois o seu modo de ensinar é centralizado nas necessidades dos alunos, a atenção à individualidade de cada um e o seu respeito à diversidade.</p><p><br></p><p>Nessa escola, a visão de uma <strong>pedagogia</strong> <strong>Tecnicista</strong> é muito limitada, já que antes da chegada de Erin, os estudantes não possuíam nenhum incentivo para aprimorar suas habilidades técnicas e conhecimentos específicos para o mercado de trabalho.</p><p><br></p><p>No filme é perceptível a presença da <strong>pedagogia</strong> <strong>Libertadora</strong>, já que a docente valoriza a experiência dos alunos e os incentiva a refletir de forma crítica sobre suas vidas e realidades sociais.</p><p><br></p><p>Juntamente disso, a <strong>pedagogia</strong> <strong>Libertária</strong> também pode ser percebida, porque em muitos momentos do filme a professora usa metetodologias pedagógicas centradas nos alunos, promovendo a autonomia e a expressão pessoal, o que proporciona uma educação participativa que transforma suas vidas e os fazem superar desafios.</p><p><br></p><p>No decorrer do filme, os alunos de Erin não só aprendem para adquirir conhecimentos, mas também para construírem o próprio pensamento crítico e conseguirem alcançar o melhor de si mesmos, suas transformações sociais e a própria intelectualidade. Isso se caracteriza como <strong>pedagogia</strong> <strong>Histórico-crítica</strong>.</p><p><br></p><p>Por fim, a história do filme evidencia a importância de ensinar além do conteúdo acadêmico, promovendo competências como comunicação e resolução de problemas, e demonstra o impacto transformador de uma abordagem pedagógica centrada no desenvolvimento integral dos estudantes, sendo essa a <strong>pedagogia</strong> <strong>das</strong> <strong>Competências</strong>.</p><p><br></p><p>Escritores da Liberdade é uma obra cinematográfica que transforma e emociona, principalmente por ser baseado em fatos reais, pois carrega o peso de várias histórias que aconteceram de verdade e onde todos passaram por um processo de renovação, tanto os alunos quanto a professora. O filme mostra como a dedicação de um profissional da educação pode conseguir cativar o interesse de estudantes marginalizados e que, muitas das vezes, acabam desacreditando em si mesmos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 01:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha sobre os capítulos 1, 2 e 3 do livro Pedagogia da Autonomia e os seminários que abordaram esse capítulo.</title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
         <link>https://padlet.com/victoriaflorentino1/75py5mr1qlb7ab9j/wish/3088764943</link>
         <description><![CDATA[<p>Pedagogia da Autonomia - Capítulo 1:</p><p><br></p><p>No <strong>capítulo 1 </strong>do livro Pedagogia da Autonomia, o autor Paulo Freire intitulado de Não há docência sem discência discute sobre como é importante o engajamento na formação docente, que é bastante essencial para o desenvolvimento dos indivíduos. O título se mostra bastante resumido, que não existe professor sem os seus alunos, onde o docente deve ser um indivíduo progressista e o engajamento é crucial para a formação docente.&nbsp;Ele também destaca que o professor deve incentivar uma ação transformadora, e que é importante que ele tenha uma ética crítica, competência científica e amorosidade autêntica, onde o docente deve aprender a ouvir seus alunos.</p><p><br></p><p>No <strong>capítulo 2</strong> que fala sobre como ensinar não é transferir conhecimento, vemos que, em vez disso, ensinar é criar possibilidades para a sua própria produção ou sua construção. Além disso, é importante destacar sobre como ensinar exige consciência do Inacabamento, que seria a condição essencial da incompletude e da abertura ao desenvolvimento contínuo. Nesse contexto, o inacabamento é inerente à experiência vital, e onde há vida, há espaço para evolução, aprendizado e transformação.</p><p><br></p><p>O capítulo também levanta a questão de que ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado, onde ser condicionado significa ter consciência do inacabado para ir além e ser determinado. Esse capítulo também fala sobre como o respeito à autonomia do educando&nbsp;significa respeitar a individualidade comportamental, a aparência, a cultura, o gênero e outras características do estudante.&nbsp;</p><p><br></p><p>Freire também defende nesse capítulo a luta dos professores em defesa dos seus direitos e dignidade, que devem ser entendidos como um momento importante da sua prática docente, enquanto prática ética.&nbsp;Ele fala como ensinar também exige apreensão da realidade, onde o professor deve ter clareza, além de defender o seu posicionamento quanto a assuntos que ensina, tendo, consequentemente, segurança daquilo que está falando, demonstrando e ensinando. </p><p><br></p><p>Ele aborda juntamente disso como ensinar exige alegria e esperança, porque a relação de ensino e aprendizagem deve ser através desses dois sentimentos e pela convicção de que a mudança é possível, mesmo nas situações mais difíceis. Paulo Freire também fala sobre ter a convicção de que a mudança é possível, pois os professores devem ter a convicção de que é possível intervir na realidade imposta e que os alunos e eles mesmos devem questionar os motivos de estudar um assunto e como mudar essa realidade. Por último, a curiosidade. Segundo o autor, a curiosidade é o elemento principal da prática educativa e deve ser estimulada tanto nos discentes quanto nos docentes. </p><p><br></p><p>O <strong>capítulo 3</strong> do livro Pedagogia da Autonomia, intitulado de Ensinar é uma especificidade humana, Paulo Freire faz a defesa de que a autoridade do professor deve ser generosa e não arrogante, e que a afetividade deve fazer parte da relação com os alunos.&nbsp;O autor também alerta que o afeto não deve interferir na forma de ver e atender cada aluno, e que deve ser evitada a criação de distinções de pessoas. O capítulo 3 fala bastante sobre o professor democrático, que precisa ser seguro de sua autoridade, porém sem a necessidade de ser autoritário, para que assim seja construído um clima respeitoso nas relações entre professor e aluno, propiciando um ambiente harmônico de liberdade e autonomia entre ambos.</p><p><br></p><p>Nos seminários sobre o capítulo 2 do livro Pedagogia da Autonomia, foi possível conhecer mais a mente de Paulo Freire através das ótimas explicações dos grupos que apresentaram sobre o capítulo, onde foram usados exemplos e palavras concisas que me fizeram, particularmente, entender mais sobre o assunto que estava sendo discutido no capítulo do livro. Também houveram as explicações dinâmicas, como foi o teatro que elaboraram, que fizeram o entendimento sobre o assunto em questão ser aprendido de uma forma mais divertida. Os jogos também colaboraram para que isso fosse extremamente possível. Algumas palavras de Freire me deixavam confusa, tanto que eram lidas por mim várias vezes, mas os grupos que ficaram responsáveis por abordar o capítulo 2 conseguiram falar de uma forma bastante concisa e utilizando de palavras-chave do assunto, que facilitaram o meu entendimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 16:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário Criativo - Paulo Freire (Grupo 6)</title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 16:02:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
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         <pubDate>2024-09-17 16:10:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O documentário Nunca Me Sonharam (2017) é uma produção cinematográfica da Maria Farinha Filmes que aborda a realidade do ensino médio nas escolas públicas do Brasil. O filme conta com a participação de estudantes, professores, gestores, especialistas e outras muitas pessoas que estão presentes no ambiente educacional, compartilhando suas experiências, sonhos e expectativas, além de seus diferentes pontos de vistas com relação a escola.</p><p> </p><p>Através de 20 episódios disponíveis no YouTube pelo Instituto Unibanco, a websérie brasileira tem como objetivo principal provocar reflexões sobre o valor que a educação possui e os desafios que ainda precisam ser superados. A obra também questiona como a sociedade está cuidando da qualidade da educação e como a escola pode ser um instrumento para que os jovens consigam alcançar os seus sonhos e construir o seu futuro. </p><p><br/></p><p>Algumas características e curiosidades sobre essa websérie são: </p><p><br/></p><p>O filme foi produzido em dois anos e passou por oito estados e 15 cidades, onde mais de 100 pessoas foram entrevistadas. Entre elas estavam diversos estudantes que possuíam diferentes realidades sociais. A produção é utilizada por instituições do terceiro setor para pautar debates sobre políticas públicas. O filme é extremamente importante no meio tanto social quanto educacional, bastante envolvente emocionalmente e provoca o espectador a sonhar por um futuro menos desigual e mais esperançoso para crianças e jovens.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 16:40:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
         <link>https://padlet.com/victoriaflorentino1/75py5mr1qlb7ab9j/wish/3184464901</link>
         <description><![CDATA[<p>Capítulo 1 - As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão.</p><p><br/></p><p>No capítulo 1 do livro "Os sete saberes necessários à educação do futuro", do autor Edgar Morin, temos um capítulo que aborda as chamadas "cegueiras do conhecimento", que são o erro e a ilusão. Com relação aos erros, o autor nos apresenta três tipos: os mentais, os intelectuais e os da razão. Os erros mentais falam bastante sobre a mente humana e a memória, que dita como a fonte insubstituível da verdade por Morin, pode ela mesma estar sujeitas aos erros e às ilusões. A parte intelectual aborda nossos sistemas de ideias, isto é, nossas teorias, doutrinas, ideologias e etc. Esse sistema de ideias possui uma lógica relacionada com a resistência de nossa mente com informações que não nos convém ou que simplesmente não podemos assimilar. Nesse capítulo, é dito que as teorias resistem à agressão das teorias inimigas ou de argumentos contrários, enquanto as doutrinas são teorias fechadas absolutamente convencidas de sua verdade e também fechadas sobre elas mesmas. Por último, mas não menos importante, temos os erros da razão, onde vemos que a racionalidade é a melhor proteção contra o erro e a ilusão. Em outras palavras, a racionalidade que é corretiva, de acordo com o livro. Ela se torna uma racionalidade verdadeira quando se é reconhecida a capacidade de identificar as próprias insuficiências.</p><p><br/></p><p>Capítulo 2: Os princípios do conhecimento pertinente.</p><p><br/></p><p>No capítulo 2, o autor fala em relação ao multidimensional, que para ele, é um aspecto inseparável, pois&nbsp;acredita na pertinência do conhecimento quando as dimensões são perceptíveis, validadas por quem estuda. É dito no capítulo que a multidimensão de um conhecimento comporta as inúmeras facetas que dão sustentação e significado a ele, não podendo assim separá-las. Para Morin, a realidade social também é multidimensional, sendo preciso contextualizar todos os dados para compreender o mundo.&nbsp;Morin acreditava na necessidade de reagrupar saberes para entender o universo, conectando uma informação ao seu contexto.&nbsp;Além disso, ele também acreditava que o todo organizado seria capaz de produzir qualidades e propriedades que não existem nas partes isoladamente.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Capítulo 3: Ensinar a condição humana.</p><p><br/></p><p>De acordo com o capítulo 3 do livro, a condição humana deveria ser o objeto essencial de todo o ensino. Ele aborda como o  ser humano é a um só tempo físico, biológico, psíquico, cultural, social, histórico. Esta unidade complexa da natureza humana é totalmente desintegrada na educação por meio das disciplinas, tendo-se tornado impossível aprender o que significa ser humano. É preciso restaurá-la, de modo que cada</p><p>um, onde quer que se encontre, tome conhecimento e consciência, ao mesmo tempo, de sua identidade complexa e de</p><p>sua identidade comum a todos os outros humanos. O capítulo em questão mostra a possibilidade de reconhecer tanto a unidade quanto a complexidade humanas.</p><p><br/></p><p>Capítulo 4: Ensinar a identidade terrena.</p><p><br/></p><p>No capítulo 4, é abordada a ideia de ensinar a identidade terrena, que seria a identificação com o planeta e com a espécie humana mesmo que as pessoa sejam diferentes. É conveniente ensinar a história da era planetária, que vai se iniciando com o estabelecimento da comunicação entre todos os continentes no século XVI, e mostrar como todas as partes do mundo se tornaram solidárias, sem, contudo, ocultar as opressões e a dominação que devastaram a humanidade e que ainda não desapareceram. Nesse capítulo é falado sobre os novos perigos, sendo um deles a possibilidade da morte ecológica devido aos dejetos, emanações e a exalação. Além disso, também é abordado o assunto de doenças que se rebelaram como o vírus da aids, o suicídio e também as drogas pesadas conhecidas, como a heroína, exemplo utilizado no livro.</p><p><br/></p><p>Capítulo 5: Enfrentar as incertezas.</p><p><br/></p><p>O capítulo 5 do livro nos apresenta que a educação deveria incluir o ensino das incertezas que surgiram nas ciências físicas (microfísicas, termodinâmica, cosmologia), nas ciências da evolução biológica e nas ciências históricas, pois de acordo com o capítulo em questão, as ciências permitiram que adquiríssemos muitas certezas, mas igualmente revelaram, ao longo do século XX, inúmeras zonas de incertezas também. Basicamente, o autor fala sobre como lidar com as incertezas, ter precauções e resiliência com as informações, está preparado para as mudanças.</p><p><br/></p><p>Capítulo 6: Ensinar a compreensão.</p><p><br/></p><p>O capítulo 6 nos fala sobre a compreensão mútua entre os seres humanos, sejam eles próximos ou estranhos, pois é daqui para a frente vital para que as relações humanas saiam de seu estado bárbaro de incompreensão. Juntamente disso, surge a necessidade de estudar mais sobre a incompreensão a partir de suas raízes, além de suas modalidades e também seus efeitos. O autor salienta que o problema da compreensão tornou-se crucial para os humanos. E, por este motivo, deve ser uma das finalidades da educação do futuro. Ele também diz messe capítulo para que nos lembremos de que nenhuma técnica de comunicação, seja do telefone à Internet, traz por si mesma a compreensão, pois nesse caso, a compreensão não pode ser quantificada e educar para compreender a matemática ou uma disciplina determinada é uma coisa; já educar para a compreensão humana é outra. </p><p><br/></p><p>Capítulo 7: A ética do gênero humano.</p><p><br/></p><p>O capítulo 7 trás um pouco de informações em relação ao capítulo 3, sobre a concepção complexa do gênero humano que comporta a tríade, que seriam o indivíduo; a sociedade e a espécie. Os indivíduos são mais do que produtos do processo reprodutor da espécie humana, mas o mesmo processo é produzido por indivíduos a cada geração, segundo Morin. Neste último capítulo e último saber, o autor define que a ética não poderia ser ensinada por meio de lições de moral, mas que deve formar-se nas mentes com base na consciência de que o humano é, ao mesmo tempo, indivíduo, parte da sociedade e parte da espécie, e que levamos conosco esta tripla realidade. Desse modo, todo desenvolvimento verdadeiramente humano deve compreender o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e da consciência de pertencer à espécie humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 21:49:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victoriaflorentino1</author>
         <link>https://padlet.com/victoriaflorentino1/75py5mr1qlb7ab9j/wish/3184466006</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário "Nunca Me Sonharam", uma produção cinematográfica da Maria Farinha Filmes feita em 2017 no Brasil, conta com as participações de estudantes, professores, gestores, especialistas e outras muitas pessoas que estão presentes no ambiente educacional e também no dia a dia escolar, compartilhando suas experiências, sonhos e expectativas, além de seus diferentes pontos de vistas com relação a escola. Essa produção cinematográfica é extremamente importante tanto em meios sociais quanto educacionais, bastante envolvente emocionalmente e provoca o espectador a sonhar por um futuro menos desigual e mais esperançoso para crianças e jovens. Relacionando ele com o livro "Os sete saberes necessários à educação do futuro" de Edgar Morin e publicado em 1999, percebe-se que os sete saberes abordados no livro acabam se encontrando bastante com os episódios 20 episódios do documentário sobre a educação. </p><p><br/></p><p>Acredito que o capítulo 3, que fala sobre ensinar a condição humana, seja de acordo com a grande maioria dos episódios do documentário. O capítulo 3 do livro diz que a condição humana deveria ser o objeto essencial de todo o ensino. Ele aborda como o ser humano é a um só tempo físico, biológico, psíquico, cultural, social, histórico. Assistindo o documentário, é possível reconhecer semelhança das palavras do capítulo 3 com a maioria dos episódios, onde podemos ver diversas pessoas de idades diferentes falando sobre um assunto em comum: educação. Assim como Morin aborda em seu capítulo sobre características dos seres humanos, o documentário também faz essa abordagem, colocando principalmente o estudante no centro de tudo, visto que todas as questões discutidas nesse ambiente educacional são sobre esse papel do discente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 21:51:32 UTC</pubDate>
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