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      <title>Uma viagem pela leitura, discussões e interações. by JESUS JESUS G9SAUVESLIRO</title>
      <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37</link>
      <description>DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS  GEEDICE:
FORMAÇÃO DE PROFESSORES, INCLUSÃO EDUCACIONAL E ACESSIBILIDADE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-28 17:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES                             - Deficiências ou diversidade humana?                                                                 Por Esther Maria de Magalhães Arantes.                                                    Março de 2021     </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1361662632</link>
         <description><![CDATA[<div>     A resenha de Arantes (2015)&nbsp; pelo livro de Solomon (2013) traz questões comumente relatadas&nbsp; no cotidiano vistas por muitos a deficiência,&nbsp; a sexualidade vistas como anormalidade e diversidade; para alguns vista como sofrimento e para outros alegria. Solomon (2013) ao trazer este assunto ele quer apresentar que as diferenças existem, e não deixarão de florescer,&nbsp; e as mesmas tem que ser vistas, aceitas e respeitadas e não precisam "ser curadas ou eliminadas"; toleradas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando traz do texto a questão da identidade horizontal das crianças, no que concerne as condições, são o inverso da identidade dos pais; que não são herdadas deles,&nbsp; estas crianças são ditas como "estranhas" seja em condições de deficiência, sexualidade, de estupro ou que cometem crimes. E muitas famílias acabam aceitando, tolerando estas condições por tentar fazer de tudo e não encontrar jeito para mudança ou cura destas condições supracitadas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mesmo assim, &nbsp; existem questões sociais, como a luta pelo "direitos dos deficientes" Solomon (2013)&nbsp; onde ele apresenta dois termos que precisam ser debatido e reavaliados; o termo “doença”&nbsp; e o termo “identidade” . Quando os termos&nbsp; estão em confronto não traduz a realidade da diversidade humana, eles precisam convergir para produzirem esta proposta como Arantes (2015) traduz "aspectos compartilháveis de uma mesma condição".<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No trailer do filme Longe da Árvore, por Andrew Solomon ele relata que fez escreveu o livro para consertar os pais dele. No pequeno&nbsp; vídeo se observa que as pessoas que trazem os conceitos que já mencionai anteriormente, eles são felizes e não precisam ser consertados e nem curados para serem felizes, porque já são. E que não tem nada a ver com saúde, pode se compreender disso, mas é uma questão as vezes biológica, de acontecimento ou de opção. O livro que virou filme e ambos representam uma Uma celebração as diferenças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 17:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES                             - Deficiência, autismo e Neurodiversidade, por Francisco Ortega ;            - DA CONCEPÇÃO DE DEFICIÊNCIA AO ENFOQUE DA NEURODIVERSIDADE, por Ana Beatriz Machado;                                            - MULHERES NEURODIVERGENTES, por Igor Lucas Ries e Bany Narondy Cabral Lima;                                                                                        - Perspectiva Editorial: Neurodiversidade - um conceito revolucionário para o autismo e a psiquiatria, por Simon Baron.                                                                                            Março de 2021.                 </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao ler o texto&nbsp; <strong>Deficiência, autismo e neurodiversidade, n</strong>a primeira leitura achei um pouco difícil a compreensão, mas quando li pela segunda vez, foi clara e concisa . Francisco Ortega expõe em seu<strong> </strong>&nbsp;artigo o surgimento de movimento um movimento intitulado de neurodiversidade organizado por autistas e , o mesmo trata de&nbsp; estudos relacionados a deficiência e da organização política de deficientes físicos. Estes autistas lutam por uma representação chamada de alto funcionamento porque eles querem que o autismo não seja tratado como doença, mas de uma diferença existente entre nós seres humanos, e que não precisa de cura, mas sim de respeito. E Estes ativistas autistas insurgem este movimento NEURODIVERSIDADE,&nbsp; a grupos de pais de filhos autistas e até mesmo profissionais que são relutantes em querer uma cura para tal deficiência que para eles é uma doença curável. A influência de autores&nbsp; Derrida e Foucault neste campo permite compreender como a normalização pressupõe a deficiência para sua própria definição: o indivíduo só pode ser considerado ‘normal’ por oposição ao indivíduo considerado ‘deficiente’. Para estes autores a deficiência é vista como construção cultural. Mas, do que um fato biológico, a sociedade se recusa a aceitar esta maneira regulamentar dita normal. Neste contexto entram <br>&nbsp;o orgulho gay, lésbico ou negro, o qual corresponde na <strong>neurodiversidade</strong> à declaração do orgulho autista que incorpora a história e os desdobramentos dos estudos da deficiência e dos movimentos de deficientes, especificamente ligada a cultura autista. Para findar este resumo o termo&nbsp; <strong>neurodiversidade</strong> foi criado socióloga que possui a síndrome de Asperger Judy Singer onde ela utiliza de um texto solícito cujo título é “Por que você não pode ser normal uma vez na sua vida?’ Através desta sua voz em seus texto muitas mães de filhos com deficiência autista favoreceu a influência do feminismo, dando forças as mães de autoconfiança para questionar o modelo psicanalítico que predominava, a subtração da autoridade dos médicos,&nbsp; facilitou tanto a organização dos grupos como a livre transmissão de informações sem mediação dos médicos. Entendi que o texto transparece uma historicidade por&nbsp; traz de histórias que foram e ainda hoje são cunhadas por a insistência da cura de uma deficiência tratada como doença e que a medicação ou a patente médica são os responsáveis para tratar do assunto, enquanto eles nasceram assim, são diferentes sim, tem que ser respeitados e aceitos por que a diferença é que nos torna humanos.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No resumo do texto de Ana Beatriz Machado<strong> DA CONCEPÇÃO DE DEFICIÊNCIA AO ENFOQUE DA NEURODIVERSIDADE</strong>, ela expõe o que todas as pessoas que tem deficiência querem ser enxergados como pessoas diferentes e aceitos e não referenciados como modelos médicos, que de certa forma pauta&nbsp; esta clientela com patologias físicas e que&nbsp; transborda ao meio social.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O artigo de Igor Lucas e Bany Narondy <strong>MULHERES NEURODIVERGENTES</strong> eles apresentam pesquisas&nbsp; apresentadas&nbsp; em redes sociais digitais por mulheres ativistas que buscam a inclusão e o respeito às pessoas cujos cérebros trabalham de maneira atípica, ou seja, aos neurodivegentes, que quer dizer no texto mulheres autistas, mas podem ser também outros transtornos neurológicos. Então cabe aqui resumir que o texto&nbsp; quer sim exaltar e pleitear as práticas exercidas nas redes sociais, principalmnete quando se trata do gênero feminino ,as <strong>mulheres neurodivergentes</strong>, elas buscam vez e vos, seu lugar no mundo, buscam uma visibilidade que até hoje ainda existem preconceitos quanto ao gênero.&nbsp; As <strong>mulheres neurodivergentes</strong>&nbsp; querem e necessitam sim de&nbsp; sua participação política e um reconhecimento do seu lugar de voz e de escuta da sociedade normalizadora, lugar de fala este de quem é mulher e autista.</div><div>"Igor e Bany entende que&nbsp; tanto as "diversidades neurológicas, gênero, raça, religião e outras se tornam foco de disputas políticas"&nbsp; e por esta razão "resistem aos modelos que os privam do direito ao respeito às suas individualidades, intensificando suas vulnerabilidades e, sua exposição às violências."&nbsp; O Ativismo de mulheres autistas e mães de filhos autistas, sendo estas mães levadas a serem culpadas estão no&nbsp; movimento da neurodiversidade sob a perspectiva de mulheres&nbsp; ativistas que enunciam suas lutas nas redes sociais digitais. Um exemplo de mulher autista e que não se deixou ser normalizada pela sociedade e nem segregada lutou por seus direitosTemple Grandin.<br><strong>&nbsp;Temple Grandin</strong>, diagnosticada com autismo na infância, fala sobre como a sua mente funciona, e a sua habilidade de "pensar em imagens", que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam. Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais e todos os tipos de crianças espertas e inteligentes. O filme Temple Grandin apresenta&nbsp; como lhe dar com o autismo de como é o mundo do autista e como a sociedade deve entender e agir com eles.<br><br>Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=6J-_AOEOT0c&amp;t=245s<br>Parte 2: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jWS7tjflPNo&amp;t=0s">https://www.youtube.com/watch?v=6J-_AOEOT0c&amp;t=245s</a><br><br><strong>Biografia de Temple Grandin<br></strong><br></div><div><em>&nbsp;"(...)com as crianças autistas é preciso agir do mesmo modo, isto é, trabalhando a favor delas, ajudando-as a descobrir e desenvolver seus talentos ocultos(...)" ,Temple Grandin</em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mary Temple Grandin,é uma das pessoas mais conhecidas no mundo, como um exemplo a seguir, com a problemática do Autismo, também conhecido como Síndrome de Asperger. Revolucionou as práticas para o tratamento racional de animais vivos em fazendas e batedouros. Bacharel em Psicologia pelo Franklin Pierce College e com Mestrado em Zoologia na Universidade Estadual do Arizona, sendo Ph.D. em Zoologia, desde 1989, pela Universidade de Illinois. Hoje ministra cursos na Universidade Estadual do Colorado sobre o comportamento de rebanhos e projetos de instalação, presta consultoria para a industria pecuária, instalações e cuidado de animais. Atualmente, é a mais bem sucedida e célebre profissional norte-americana com autismo, altamente respeitada no segmento de manejo pecuário. Já escreveu mais de 400 artigos publicados em revistas científicas e periódicos especializados,sobre de manejo de rebanho, instalações,cuidados dos animais e a temática do "Autismo",sendo até mencionada pela revista <em>Time,</em> na lista das 100 pessoas mais influentes do Mundo, na categoria dos "Heróis".&nbsp; &nbsp; Na juventude, criou a "máquina do abraço", uma engenhoca para a pressionar como se estivesse sendo abraçada e que a acalmava (assim como a outras pessoas com autismo). Temple tornou-se uma profissional extremamente bem-sucedida. Projeta equipamentos e instalações para a pecuária. Todos os corredores e currais que desenha são redondos, pois o gado tem mais facilidade em seguir um caminho curvo - primeiro porque, não vendo o que há no fim do caminho, fica menos assustado; segundo porque o desenho curvo aproveita o comportamento natural do animal, que é descrever círculos.<br><br>&nbsp; &nbsp; O texto publicado<strong> Perspectiva Editorial: Neurodiversidade - um conceito revolucionário para o autismo e a psiquiatria</strong>, por Simon Baron aponta que o termo deficiência também pode sinalizar gravidade e também ser mais suave e menos agressivo, mas sem o estigma do termo transtorno. Isso pressupõe&nbsp; uma objeção&nbsp; à noção de neurodiversidade e uma defesa ao termo "transtorno" elevado a deficiência. Quando o autor diz "precisamos de mais linguagem e conceitos éticos e não estigmatizantes para pensar sobre pessoas que são diferentes e / ou que têm deficiências." e que que "visto pelas lentes dos direitos humanos, deve receber o mesmo respeito ao lado de qualquer outra forma de diversidade, como gênero." Precisa -se de um olhar mais respeitoso quanto a lente vista por alguns sobre este termo "transtorno" não visualizando como doença, mas como uma diferença. Compreendendo este adendo "mas quando examinamos a cognição e a biologia do autismo, provavelmente o que vemos não é evidência de disfunção, mas sim evidência de diferença" (Lai, Lombardo, &amp; Baron ‐ Cohen, 2014 ). O conceito de neurodiversidade, a ciência e a prática da psiquiatria precisa de mais estudos aprofundados e de reconhecer os transtornos como diferença e que ela sempre existirá, se um cérebro do lobo frontal de  atípico é maior quede um típico não quer dizer que é uma anomalia ou uma doença, mas apenas uma diferença existente entre pessoas autistas das não autistas. E está tudo bem! Cada um vive feliz do jeito que é.</div><div><br>&nbsp;</div><div><strong>Temple Grandin<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 17:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES                                - EDUCAÇÃO E DIFERENÇA EM TEMPOS DE INCERTEZAS, por Iris Verena Oliveira e Maria Jucilene Lima Ferreira;                                            - DOCÊNCIA EM CONTEXTOS DE DIVERSIDADE: PROFISSIONALIDADES E PRÁTICAS MULTICULTURAIS, por Charles Maycon Almeida Mota, Nádia Barros Araujo e Ana Lucia Gomes Silva.                                  Março de 2021.  </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Ao iniciar a leitura do texto <strong>EDUCAÇÃO E DIFERENÇA EM TEMPOS DE INCERTEZAS</strong>, por Iris Verena Oliveira e Maria Jucilene Lima Ferreira; comecei a ter um olhar mais aguçado ao se tratar do&nbsp; papel da educação no tratamento da diferença.&nbsp; Quando as autoras tratam do reconhecimento&nbsp; do retrocesso quanto aos limites da sua atuação no enfrentamento de questões estruturantes como o debate sobre o aborto, na perspectiva da saúde pública; as medidas de combate a violência contra a população LGBTI; ou ainda a construção de ações para a diminuição no número de jovens negros assassinados no Brasil. É algo que não só vemos aqui neste texto, mas nos josnais pela TV e nas redes sociais, são constantes. Ainda tratam no campo da educação, a normatização curricular atende as demandas dos movimentos negros e indígenas, por políticas identitárias.&nbsp; A&nbsp; criminalização dos movimentos sociais, crimes envolvendo militantes e a ataques as universidades e escolas, como pauta do movimento que na época em 2018 dito como conservador, denominado Escola sem Partido &nbsp; divulgação de informações sobre o Projeto Escola Sem Homofobia ,&nbsp; frequentes ataques que apresentam cunho de intolerância religiosa, acusações a professores por realizar doutrinação marxista em sala de aula e o entendimento de que combater a homofobia nas escolas incentivaria a homossexualidade de crianças. As autoras abordam&nbsp; a&nbsp; diferença em registro pós-estrutural articulamos a discussão de um conto ao debate acadêmico sobre diferença no campo do currículo para pensar possibilidade de significação da escola a partir de deslocamentos e contingências que vazam em fluxos de enquadramentos normativos.&nbsp; Resumindo&nbsp; elas tentam abordar a prática social tomada a diferença com preconceito e discriminação e visando romper&nbsp; o círculo acadêmico, no qual falamos apenas para os nossos pares, aqueles que compartilham as mesmas referências mas, que a fala seja para os ímpares os que também não compartilham das mesmas referências .&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A leitura do artigo<strong> DOCÊNCIA EM CONTEXTOS DE DIVERSIDADE: PROFISSIONALIDADES E PRÁTICAS MULTICULTURAIS</strong>, por Charles Maycon Almeida Mota, Nádia Barros Araujo e Ana Lucia Gomes Silva, &nbsp; compreende de que maneira a diversidade cultural vem sendo tomada sob um enfoque multicultural nas práticas de professores da Educação Básica no Território Piemonte do Paraguaçu tecidas no entrelace empiria-teoria na relação entre Docência e Práticas Multiculturais no cenário educacional. Seu texto&nbsp; traz&nbsp; a formação docente&nbsp; no dever contribuir subsídios para que o professor possa (re)construir sua identidade profissional, através da sua emancipação pelas propostas de professor-pesquisador que se coloca além de sua condição de pesquisador&nbsp; solidário.&nbsp; A autonomia do professor deve ser conquistada de maneira individual e também coletiva, todos os participantes da escola e da comunidade, como também, o avanço intelectual que o próprio profissional docente deve buscar, partindo das condições reflexivas em que este se encontra no momento. Os autores tencionam:<br>&nbsp; &nbsp;" Acomplexidade que é desencadeada pelos desafios que propõem as novas perspectivas da formação docente com vistas à profissionalidade do professor, onde o mesmo busca a autonomia como um elemento de participação política, social, cultural e ética exigido por um novo paradigma, mencionando uma educação que tem como seu ponto de partida as culturas locais e os interesses dos grupos sociais que a constituem '.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Diante disso finalizo com as falas das autoras com a ideia de &nbsp; que a relação entre Docência e Práticas Multiculturais constitui discussões que ainda devem promover grandes reflexões e investimentos, uma vez que a escola configura-se num contexto polissêmico e multifacetado, no qual precisamos problematizar e tensionar inúmeras demandas e esferas: a formação do professor, a seleção dos conteúdos e temas norteadores, as metodologias de ensino, a avaliação do ensino e da aprendizagem, o tratamento didático dado aos conteúdos , as relações com os sujeitos do ensino e da aprendizagem, a imersão da comunidade no contexto escolar, dentre tantos outros elementos basilares que nos convidam ao debate e dele nos inteirar , pois somos a escola e dela tomamos parte. É um texto grande a compreensão é um pouco difícil quando se lê pela primeira vez, na segunda  as ideias vão clareando e podemos identificar o que o texto que tratar principalmente no que tange a formação dos professores ao se tratar de diversidade um contexto amplo e discutido em todas as esferas, sociais, política, escolar etc.<mark><br></mark><del><br></del><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES                           1º ENCONTRO DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS: Diferenças, diversidades e neurodiversidades.                                                                                      24 de março de 2021.</title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1362045612</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZxtAvSGPM3o">https://www.youtube.com/watch?v=ZxtAvSGPM3o</a><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong><em>Devemos celebrar as diferenças enquanto seres humanos, porque a vida é curta para caber tanto preconceito desumano.</em></strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Agradeço aos idealizadores do curso de extensão por fazer parte destes diálogos que acrescentam na minha vida como profissional, como mãe e como um ser humano aberta diálogos as questões que emergem&nbsp; no nosso meio social e que as vezes são tratados com preconceito. E quando tomamos por fazer parte de cursos que nos abrem a mente para construir e desconstruir&nbsp; questões que convergem e divergem em nosso meio acadêmico, profissional e social faz de nós profissionais em formação e atuantes para uma educação inclusiva. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Me apresentarei no final deste encontro, <strong>sou Paula Alexandra Alves Oliveira Gonçalves, formada em Letras/Inglês, com especialização em Gestão Educacional, estou cursando a Segunda Licenciatura em Pedagogia e estou trabalhando No Centro de Atendimento Especializado Tatiana Morais de Santana gerenciando um projeto de Oficinas Terapêuticas (em construção), esta instituição atende as pessoas com deficiência e a alunos da rede regular de ensino que possuem dificuldades na aprendizagem, a mesma possui uma equipe interdisciplinar.</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"O curso de extensão DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS GEEDICE: FORMAÇÃO DE PROFESSORES, INCLUSÃO EDUCACIONAL E ACESSIBILIDADE é ofertado pelo Grupo de Estudos em Educação Inclusiva e Especial (GEEDICE), objetiva fomentar a inclusão educacional e social de estudantes com deficiência por meio da oferta de formação continuada para profissionais que atuam na área de educação ou em diálogo com área de educação ( professores, gestores e mediadores da educação básica e do ensino superior), bem como estudantes em formação inicial de professores."&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>CAPACITISMO: O PRECONCEITO DAQUILO QUE NÃO É CONHECIDO, LIDO, VIVIDO, IDENTIFICADO...</title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Trago esta charge como uma reflexão capacitista. Muito antes de conhecer a vida das pessoas com deficiência e o que é de fato deficiência eu tratava como doença, porque ouvia dos outros, mas depois ao estudar, vivenciar e compreender que ser deficiente é ser diferente, é fazer parta da sociedade multicultural. Desde adolescente minhas companhias até os dias de hoje com 38 anos&nbsp; são com gays,&nbsp; olha que sou heterossexual,&nbsp; e nunca aceitei que alguém machucasse verbalmente um amigo meu. Nunca discuti religião porque cada um escolhe o caminho a seguir a Deus, misturo-me com brancos, amarelos, negros e nunca achei a diferença na cor, mas nos pensamentos, diálogos, afetos , alegrias, tristezas. Conheci pessoas que foram presas e que hoje não fazem o que cometeram antes, mas todo mundo nesta vida necessita de uma segunda chance. E de uma coisa eu tenho a certeza, quem julga é Deus e nós seremos julgados somente por "ele" e não por aqueles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 21:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES&quot;                             - ESPAÇO ESCOLAR E OS PROCESSOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: estudo de caso em Junco/BA,  Capítulo 3. - Trabalho docente no atendimento educacional especializado: uma análise dos municípios de uma região do estado da Bahia . </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1400510651</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De início ao ler o texto percebe-se o número satisfatório elevado n diz respeito a relação entre gênero e docência no país. Quanto&nbsp; ao sexo feminino que trabalham no Atendimento Educacional Especializado -AEE enquanto&nbsp; do sexo masculino é reduzido; principalmente no que tange a Educação Especial.&nbsp; Quando se trata do papel do cuidador no ensino infantil tanto no texto quanto atualmente é difícil encontrar um profissional do sexo masculino, dá-se a perceber neste aspecto o preconceito quanto ao gênero masculino . Abaixo Osni (2020) pontua:<br>O que se percebe é que os problemas relacionados as questões de gênero no mundo do trabalho estão cada vez mais sendo debatidos, demonstrando avanços no que diz respeito ao fortalecimento e enfrentamento dessa situação. Assim, a questão da melhoria das condições de trabalho docente precisa considerar as históricas desigualdades entre homens e mulheres, dentro de um sistema capitalista que se rege pelo consumo (OSNI 2020, P. 117) . E de acordo com seus estudos , na etnia,&nbsp; participação de negros na profissão é reduzida na Educação Básica.&nbsp; Tem uma ressalva feita pelo autor no que tange ao AEE, não existe concurso para atuar nesta área , sendo os docentes de carreira que assumem este cargo e estes mesmos professores atuam nas salas de recursos multifuncionais. è uma questão a ser levantada hoje, porque não existe concurso para o AEE? Muitos dos profissionais não são servidores públicos e sim contratados, onde este processo será sempre interrompido, na contratação de funcionários no que tange a esfera municipal por cooperativa ou&nbsp; tipo Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) . <strong>(grifo meu</strong>).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No AEE exige-se formação em qualquer licenciatura e curso de Especialização na área <br> <br><br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Me debruçando na leitura do texto, perpassando por questionamentos que emergiram pelas práticas de profissionais da sala comum e das Salas de Recursos Multifuncionais - SRM na modalidade do AEE,&nbsp; a comungação destes profissionais em questão da dialógica&nbsp; no ensino inclusivo para estes alunos com deficiência. Principalmente na atualização, participação do PPP com a comunidade escolar. Este documento que norteia as práticas escolares precisam&nbsp; ser atualizados anualmente e de forma colaborativa, e não foi o caso desta escola onde foi feito o estudo de caso e principalmente este documento precisa acolher os alunos com deficiência&nbsp; removendo as barreiras arquitetônicas, garantindo-lhes acessibilidade os seus materiais didáticos-pedagógicos. Pelo o que a entender é que a escola segue as normativas sobre a inclusão, mas não faz uso, então não existe inclusão na prática, somente teoria. Principalmente a SRM precisam também deste respaldo quando. Os assuntos que emergiram no contexto da autora :&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Reformulação no PPP da escola voltado para as políticas de inclusão educacional; plano de ação que contemple a formação continuada por meio de palestras, oficinas e diálogos de todos os atores educacionais; o incentivo junto ao poder público municipal para garantir a acessibilidade arquitetônica e pedagógica aos alunos com deficiência. Dessa forma, fica posta a necessidade de dialogar e intervir para mudar o contexto atual para a inclusão dos alunos com deficiência na Escola Municipal pesquisada. (LUCIDEIDE OLIVEIRA SILVA 2018, P. 76 a 162. <strong>Segue abaixo uma nuvem de palavras chaves que emergem no texto.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 15:57:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AEE, FORMAÇÃO E TRABALHO DOCENTE                                                    - ESPAÇO ESCOLAR E OS PROCESSOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: estudo de caso em Junco/BA.                     - Trabalho docente no atendimento educacional especializado: uma análise dos municípios de uma região do estado da Bahia.                      - Salas de recursos multifuncionais: é possível um serviço “tamanho único” de atendimento educacional especializado? de Eniceia Gonçalves Mendes e Cícera A. Lima Malheiros. In: MIRANDA, T.G.; GALVÃO FILHO, T. A. (Org.).                                                                              - A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: AMBIGUIDADES CONCEITUAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Nicoleta Mendes de Mattos .  </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1439964958</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O texto de <strong>Lucineide (2018)</strong>&nbsp; nos traz uma relevância ao analisar distinção na Sala de Recursos Multifuncionais -SRM onde &nbsp; se realiza o Atendimento Educacional Especializado – AEE&nbsp; comunga com o texto de <strong>Mattos (2017) </strong>quando se traz ambiguidade nos conceitos sobre a efetivação da escola inclusiva. Quando <strong>Lucineide (2018)</strong> traz uma abordagem&nbsp; sobre "o termo sala de aula comum para o ensino regular, chama atenção e nos permite fazer um contraponto com a SRMF, que por sua vez denota ser uma “sala incomum”. Entende -se que os alunos especiais estão de certa forma fazendo parte de uma inclusão excludente, que separa, segrega por conta de nomenclaturas e estruturações. As SRM são para o atendimento de quem necessitar delas, crianças com Necessidades Educacionais Especiais - NEE sejam especiais ou não, apenas com dificuldade de aprendizagem, e as vezes o profissionais remete este atendimento referenciando somente para os alunos com deficiência. <strong>Mattos ( 2018)</strong> traz esta ambiguidade em seu texto sobre a política de inclusão educacional e/ou escolar, uma política que&nbsp; a inserção&nbsp; de alunos especiais foram excluídos da escola e que está em ação a uma educação inclusiva, mas por parte de membros da escola, especialmente o professor onde tratam alterações&nbsp; terminológicas que por sua vez atravessa o viés da luta inclusiva, do seu propósito com estas mudanças conceituais que traduzem divergências na concepção de inclusão. E por conta desta diferenciação lidamos com a diferença não de diversidade, mas de anormalidade. O autor aponta que o termo NEE da a entender a oferta ampliada a outras anormalidades como portador de com NEE associando a patologização,&nbsp; assim esta distorção eleva também a&nbsp; posições retrógradas&nbsp; na divisão de normalidade/anormalidade baseada nas condições orgânicas no que tange a escola especializada, mantendo a inclusão para alunos com dificuldades de aprendizagem e&nbsp; deficiências leves. Dessa forma este modelo descrito leva a exclusão deste alunos que ao invés de alcançarem a inclusão estão proporcionando a exclusão escolar.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Tomando o texto de <strong>Osni (2020)</strong>&nbsp; e de <strong>Mendes&nbsp; (2012)</strong> Algo relevante no texto de <strong>Osni (2010) </strong>&nbsp; é quando ele trata da urgência&nbsp; na formação de professores para atuar com AEE&nbsp; serviço de apoio para os serviços das SRM, pois o mesmo pontua que se precisa garantir uma projeção de políticas bem elaboradas, a implementação de formação de professores bem qualificados para trabalharem na oferta do AEE .&nbsp; Ele ainda aponta:</div><ul><li>&nbsp;Assim, é vital melhorar o currículo da graduação para os futuros professores e garantir também a formação continuada dos docentes que já atuam, por conta do desespero e desgaste mental que acometem tanto eles quanto as famílias dos estudantes que cotidianamente precisam enfrentar as dificuldades existentes no processo de inclusão escolar.</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Corroborando com o autor supracitado&nbsp; <strong>Mendes&nbsp; (2012)</strong> pega o gancho&nbsp; ela borda que também acaba havendo uma sobrecarga de responsabilidades para o serviço de apoio o AEE no contra turno, "pois o professor de educação especial tem que ensinar e atender, em cerca de duas horas semanais, enquanto o professor de ensino comum não consegue em mais de 20 horas semanais."<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<strong>Osni (2010) </strong>aponta:</div><ul><li>&nbsp;O AEE é, em sua essência, um serviço de apoio para alunos com deficiência e/ou necessidades educacionais especiais, em todas as modalidades de ensino, e não uma etapa da Educação formal. Por isso, suas características, como o atendimento de alunos feito de forma agendada, individualizado e no turno oposto, diferem um pouco do ensino convencional.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; No que tange o termo 'modalidade' <strong>Mattos ( 2018) </strong>corrobora com o supracitado no esse sentido de que a educação inclusiva deve ser entendida, mais do que uma modalidade de educação, mas, como uma política que orienta para o respeito e valorização das diferenças, que preveja ações a curto, médio e longo prazo. No que tange as NEE ela ainda permeia:</div><ul><li>O conceito de NEE não se referia apenas à deficiência, mas a todas as dificuldades de aprendizagem escolares, refletindo, principalmente, uma mudança de atenção educacional, que deixa de centrar-se na dificuldade do aluno, para focar os meios de atendê-lo; na situação educacional, a escola deve atender a todos os que estão excluídos, inclusive as pessoas com deficiência.</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Mendes&nbsp; (2012) </strong>aponta sobre a política de AEE em SRM no que concerne nosso contexto brasileiro que o fomento deste atendimento nos serviços  está como uma espécie de serviços 'tamanho único' , ou simplificado onde  este serviço não da sustentação para o viés da educação especial&nbsp;em termos de efetividade para estes alunos com NEE.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:49:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O 2º ENCONTRO  DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS aborda o  tema AEE, FORMAÇÃO E TRABALHO DOCENTE.    28/04/2021</title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1471374369</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No segundo encontro foi muito enriquecedor sobre questões que emergiram no chat sobre o AEE, formação continuada do professor quanto a sua autonomia nas SRM tencionada por<strong> Osni e Suzana Pimentel.</strong> Osni pontuou muito bem a precariedade&nbsp; da política do AEE, precisa sim de mais atenção a este profissional;&nbsp; precarização do trabalho docente. Bem tencionado professora <strong>Lucineide</strong>, os mediadores da sala comum não tem preparação para lhe dar com esta aluno com deficiência jogam qualquer pessoa para atuar nesta área auxiliando o professor da sala regular.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 23:05:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E NEURODIVERSIDADES                           3º ENCONTRO DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS: Educação inclusiva, planejamento e trabalho colaborativo : qual o papel da gestão ?             - Capítulos 3 e 4 da Dissertação “EQUIPE GESTORA E CURRÍCULO INCLUSIVO: Reflexões sobre a inclusão do/a estudante com deficiência na rede municipal de Jacobina-Ba;                                              - Capítulos 3, 4 e 5 da Tese “PERCEPÇÃO DOS DIRETORES ACERCA DA GESTÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE JACOBINA-BA .                          - O IMPACTO DA COVID-19 NO COTIDIANO ESCOLAR: UM ESTUDO SOBRE O TRABALHO DE GESTORES ESCOLARES EM JACOBINA/BA.</title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1515783573</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na Dissertação “EQUIPE GESTORA E CURRÍCULO INCLUSIVO: Reflexões sobre a inclusão do/a estudante com deficiência na rede municipal de Jacobina-Ba, da autora<strong> Jesus (2018)</strong>&nbsp; ela compreende em sua pesquisa que a formação continuada dos &nbsp; professores/as e gestores é importante pata uma melhor condições de ensino para os alunos com deficiência onde sejam geridas condições de ensino&nbsp; de inclusão na perspectiva de uma aprendizagem de qualidade. Cabe aqui salientar que para que se aconteça a inclusão a gestão precisa também estar preparada quanto aos professores, para dialogarem sobre situações de dificuldade e de aprender com novas ideias e de saberes, como pontua a autora também sobre esta questão. Para bons resultados resultados de aprendizagem dos professores e estudantes precisa-se também do aporte da gestão, da mediação com processos de ensino aprendizagem .&nbsp; Uma gestão tem que se democrática e que consolide a educação inclusiva reconhecendo a diversidade humana, respeito ao próximo e na construção de valores, principalmente partindo&nbsp; de um currículo flexibilizado&nbsp; e de um PPP pautado na diversidade e acompanhado, reformulado pela comunidade escolar. para a pergunta <strong>"Educação inclusiva, planejamento e trabalho colaborativo : qual o papel da gestão ?"</strong> a resposta&nbsp; apresentada por <strong>Jesus (2018)</strong> é&nbsp; "o plano de ação constitui uma importante ferramenta para o estabelecimento da gestão democrática na escola' Percebe-se que este plano engloba o planejamento e a colaboração&nbsp; do trabalho&nbsp; construído na escola em colaboração com os/as profissionais que integram a equipe gestora. Por conseguinte, se não houver&nbsp; um diálogo entre a direção e a parte pedagógica sempre existirá dificuldades a gestão democrática e ensino e se não houver formação continuada também implicará nas flexibilizações da inclusão no currículo, sendo que os alunos com deficiência serão os prejudicados.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Corroborando com <strong>Jesus (2018)</strong> e <strong>Leal (2016)</strong> sobre as percepções da equipe gestora em relação ao gerir uma escola, traz como base que a gestão não está na instituição como um modelo arcaico, controlador, supervisionador&nbsp; e administrador, sem dar a voz e ouvidos aos profissionais da educação seguindo uma linha vertical,&nbsp; mas está para colaborar juntamente com seus professores para uma educação formativa, qualitativa, equitativa e com seu papel fundamental de gerir uma escola em colaboração de forma democrática como assim tange a&nbsp; normativa da LBD de 96 sobre&nbsp; GESTÃO DEMOCRTÁTICA.&nbsp; Findando com as palavras da aurora <strong>Leal (2016) </strong>sobre o papel da gestão é&nbsp; de<strong> "</strong> um articulador e incentivador do trabalho coletivo na escola, o diretor poderá promover o sucesso da relação interpessoal de qualidade." Dessa forma, a&nbsp; gestão&nbsp; deve ser democrática e participativa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Araújo, Leal, Rios e Vasconcelos (2021)</strong> apontam o trabalho da gestão escolar&nbsp; para o desafio de gerir a instituição neste meio pandêmico, em 2020, " ,&nbsp; apontam que de início&nbsp; é preciso ter um trabalho colaborativo e para que isso aconteça todos os envolvidos&nbsp; precisam dar as mãe e trabalhar em equipe. A partir do pressuposto as autoras apontam que:<br><br></div><blockquote>o trabalho da gestão escolar já apresenta este desafio inicial, que é o de conquistar a participação e envolvimento da equipe nas atividades da escola de forma presencial, desenvolver as ações inerentes ao cargo, decidir sobre o andamento da escola de forma remota e sem o contato direto com as pessoas para fazer acompanhamento e auxiliar no momento de necessidade, pode se constituir um grande desafio para os gestores escolares, neste momento de pandemia. <strong>(Araújo, Leal, Rios e Vasconcelos (2021)<br></strong><br></blockquote><div>&nbsp;    O ensino teve que ser voltado ao ensino Híbrido, de início, e logo após teve uma tomada emergencial de ensino remoto onde o papel dos gestores eram cruciais nos esforços e no desenvolvimento de ações para garantir a continuidade e qualidade do processo de ensino e aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 00:58:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O 3º ENCONTRO  DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS com tema papel e lugar da gestão na educação inclusiva expressa no título &quot;Educação inclusiva, planejamento e trabalho colaborativo : o papel da gestão&quot; .  26/05/2021. </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1563141536</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De acordo com as colocações de <strong>Vilas Boas</strong> sobre a inclusão escolar e gestão em sua fala , eu acredito que a inclusão é parte fundamental do conhecimento e práticas não somente do professor, mas de todos, como também da gestão. Existem sim, barreiras atitudinais enquanto a inclusão quando parte da gestão, mas são poucos, hoje muitos têm um novo olhar para a inclusão escolar.<br>&nbsp; &nbsp;Corroborando com iz <strong>Rocha, </strong>não percebemos o outro como deveríamos em sala e a diversidade&nbsp; invisibilizada.<br>&nbsp; &nbsp; Na fala de <strong>Ione</strong>, sempre imaginamos que ao falar em inclusão o item acessibilidade arquitetônica é logo colocado em foco. No entanto, percebemos nessa fala de Ione que as lacunas, mesmo nesse campo ainda existe em grande escala. As barreiras sociais são também existentes entre as famílias quanto a deficiência de seus filhos. A autora ainda fala da formação continuada que não pode parar somente na formação inicial, acredito também que a formação continuada parte do profissional, pela exigência que o cotidiano os obriga.<br>     A diferença precisa ser respeitada e vista no espaço escolar.<br>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 22:47:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O 4º ENCONTRO  DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS com tema o TEMA:  Mediação e aprendizagens: conceitos e práticas .  16/06/2021.                      - PERFIL E ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE APOIO À INCLUSÃO ESCOLAR, preferencialmente capítulos 1 e 3.                                              -  MEDIAÇÕES EM SALA DE AULA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO EM ESCOLAS INCLUSIVAS.                                              -    Mediação escolar: sobre habitar o entre.  </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1610638370</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O<strong> primeiro texto </strong>apresenta através do Público- Alvo da Educação Especial - <strong>PAEE </strong>&nbsp;a multiplicidade de denominações dadas aos Profissionais de Apoio à Inclusão Escolar - <strong>PAIE</strong>, tanto nas cidades pesquisas&nbsp; em dois estados, trouxe modelos fora do Brasil na França e nos estados Unidos; Profissional de Apoio, cuidadores, em uma perspectiva psicológica, optou por Acompanhante Terapêutico,&nbsp; Agente de Inclusão, profissional de apoio pedagógico, auxiliar de ensino, estagiário de inclusão, mediador, entre outros. Na literatura estrangeira na<br>França, auxiliares de vida escolar, e nos Estados Unidos, se referem ao termo paraprofissional . A autora aponta que&nbsp; " quanto a função atribuída, há muitas semelhanças entre algumas cidades, porém há funções diferentes de acordo com cada realidade ". Tratando de forma colaborativa a autora identificou muitos problemas, desafios e pontos negativos da atuação dos <strong>PAIE</strong> , como as próprias condições de trabalhos que abordaram a desvalorização, a sobrecarga de trabalho, a ausência de profissionais qualificados para execução da função de forma colaborativa, trabalho estes aos profissionais de "apoio" mediadores/cuidadores do ensino regular, assim como a ausência de normativas norteadoras. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O <strong>segundo texto</strong> sobre "Mediações" trouxe um fato importante para o atravessamento do processo de ensino aprendizagem inclusivo, tal como a relação professor e auno e auno para aluno. Quando eu trago&nbsp; o desenvolvimento proximal de Vygotsky&nbsp; enfatizo&nbsp; a mediação que as duas alunas (especial e regular) tiveram partindo da disposição da aluna regular em poder trabalhar em dupla num processo colaborativo. Houve êxito no conteúdo desenvolvido pela professora entre as duas alunas onde uma ajudava e ao mesmo tempo aprendia com seu processo de ensino a sua colega especial, ela ajudava&nbsp; neste processo colaborativo direcionando na história contada vários signos que mediaram na construção e elaboração "de conhecimento:&nbsp; os bonecos representando os personagens, os desenhos e a escrita dos nomes e da ordem dos personagens na lousa, a parceria do colega (o outro)". <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Mesmo a professora ter mencionado no inicio que esta dupla seria diferenciada, no meu ponto de vista não foi uma semiótica segregadora e nem marginalização, lógico que a relação de professor e aluno não foi de forma horizontal como de aluno-aluno, mas a professora&nbsp; na sua ação pedagógica ela incentivou um trabalho colaborativo entre as duas alunas propiciando a aprendizagem das mesmas através de sua orientação e da mediação da aluna regular e do interesse que foi notado da aluna especial em querer conhecer e escrever as letras ditadas e também ao desenhar ela tinha orientação da colega e perguntava quando tinha dúvida e também ela respondia&nbsp; mesmo com gestos e ações ela teve seu ponto crítico sobre a&nbsp; atividade. No meu ponto de vista o professor foi o facilitador, mas a mediação, a ponte para a aprendizagem foi da aluna regular ao ensinar a colega, e ao mesmo tempo ela interagia e aprendia também com a sua colega especial sobre seu modo de ver, de entender, de perguntar, de agir, de negar e de colaborar.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; No <strong>terceiro&nbsp; texto </strong>&nbsp;traz<strong> </strong>na sua introdução que eu e muitos esperam de uma educação especial inclusiva; a descolonização da norma. para uma educação inclusiva é um desafio que por direito as escolas têm que se estruturarem para atender esta demanda. Não existe separação de pessoas e nem uma norma, mas sim, a diferença, vista como diversidade e não como desigualdade/anormalidade.&nbsp; &nbsp; A Educação é para todos e não é seletiva, é inclusiva. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O papel da escola atual&nbsp; não está para separar os aluno diferente/com deficiência dos alunos ditos normais em instituições que acolham os ditos anormais e nem menos a escola está para integrar o aluno diferente/corpo físico na escola e marginalizá-lo ela tem o direito de incluir tratar a diferença com amor e alteridade.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Este texto traz um conceito muito importante sobre a partícula <strong>'com', </strong>quando tratamos o indivíduo com as nomenclaturas “pessoa <strong>com</strong> deficiência” e “pessoa <strong>com</strong> necessidades educacionais especiais”, nos remete que este indivíduo, como estamos tratando de escola, digo: aluno. Então, este aluno e/ou&nbsp; "criança não é a sua deficiência ou a sua limitação. Nesse sentido, a partícula marca que o sujeito não se reduz ao seu diagnóstico', além, da deficiência a mesma tem suas potencialidades e peculiaridades que não está retida na deficiência, mas nela como criança; se dar lugar a ela e não ao termo ou nome que lhe atribui. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O papel do mediador vai além&nbsp; da sua atuação em mediar em sala de aula atuação acompanhando o aluno com deficiência, no texto tratado é o aluno autista.&nbsp; O mediador&nbsp; escolar te seu aporte profissional para além da sala:<br><br><strong>&nbsp;Deve dar o apoio necessário em diferentes situações, ambientes e contextos escolares, seja nas atividades em sala de aula, no recreio, na interlocução com professores regentes e equipe escolar ou até mesmo na relação da criança com seus pares, tentando criar meios de possibilitar possíveis amizades, de acordo com o repertório de interesses da criança.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 18:45:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O 4º ENCONTRO  DIÁLOGOS (IN)FORMATIVOS com tema o TEMA:  Mediação e aprendizagens: conceitos e práticas .  16/06/2021</title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1615806530</link>
         <description><![CDATA[<div>     Muito caloroso e cheio de discussões sobre o papel do mediador e as suas várias terminologias .&nbsp; A terminologia professor de apoio e professor de apoio Emergiu as perguntas :<br>- Como se dá a atuação deste profissional/mediador agora na pandemia? parou seu trabalho colaborativo ou está no processo contínuo? e se estiver de que forma?<br>- Como  este aluno com deficiência que necessita do apoio deste mediador nas aulas online?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Como contribuiu as afirmativas sobre o termo "apoio" escolar :<br>- O termo "Apoio" vai além de apoio de ensino escolar com o mediador/cuidador, existe os profissionais de "apoio" como: merendeira, porteiro...<br>- Há uma ambiguidade neste termo profissional de "apoio". [ <strong>Grifos meus</strong>].<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Mariana Morais Lopes</strong> traz esta questão que que "<strong>O ALUNO É DA ESCOLA</strong>". Quem define se o aluno precisa ou não&nbsp; do <strong>PAIE</strong> (Profissional de Apoio à inclusão escolar )&nbsp; é a escola.&nbsp; <strong>Ideilton Alves</strong> trouxe&nbsp; as normativas que se embasam o profissional de apoio e as suas várias nomenclaturas...</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 01:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>5º Encontro A temática a ser abordada é a de Deficiências,  corponormatividade e atividades físicas :  práticas inclusivas e acessíveis na perspectiva da diversidade/diferença.                               - Corpos deficientes: concepções e possibilidades na Educação Física ;                                                           - CORPOS DEFICIENTES, EFICIENTES E DIFERENTES: UMA VISÃO A PARTIR DA EDUCAÇÃO FÍSICA;                                                                    - Deficiência, incapacidade e vulnerabilidade: do capacitismo ou a preeminência capacitista e biomédica do Comitê de Ética em Pesquisa da UFSC;                                                                                           - O capítulo ESTUDOS DA DEFICIÊNCIA: interseccionalidade, anticapacitismo e emancipação social. </title>
         <author>amomeufilhojesus</author>
         <link>https://padlet.com/amomeufilhojesus/74wqle5jdpxqsa37/wish/1708901706</link>
         <description><![CDATA[<div>O<strong> primeiro texto</strong> traz em sua conjuntura uma clareza de como foi e continua sendo visto&nbsp; corpos deficientes; com piedade, desprezo, indiferença.&nbsp; No que tange uma ideologia de&nbsp; corpos perfeitos, esperados para&nbsp; trabalhar a Educação Física, é sempre um corpo "normal", ou até mesmo belo; sem limitações.&nbsp; Desta forma esta visão da E. F. traça um preconceito "biologicista": primeiro por não aceitar as condições biológicas e a segunda por gerar um pré-conceito sobre a pessoa com deficiência como se ela não pudesse ter seu espaço na sociedade e que a sua opinião/personalidade não&nbsp; fosse aceita, é o capacitismo.<br>A Educação Física pode ser vista de diferentes formas, seja dentro ou fora da escola, respeitando corpos deficientes/diferentes na sua construção biológica como também propor a trabalhar enfatizando os "aspectos históricos, sociais e culturais do indivíduo e do movimento humano'.&nbsp; Dialogando com o <strong>segundo texto </strong>a exclusão dos corpos deficientes, já carrega uma historia segregadora/integradora, foram historicamente renegados, inferiorizados e estigmatizados por décadas e até hoje ainda carrega resquícios de discriminações, hoje capacitismo. O mesmo chama para a oportunidade que precisa ser dada, não como obrigação, mas como direito. Eles não precisam de esmolas, se humilhar para fazer parte de um corpo eficiente, diferente&nbsp; e que este seja assim aceito para a Educação Física. É um direito. Antes a pessoa com deficiência tinha que se ajustar a critérios de rendimentos e eficácia, hoje nada mudou, pode ter uma ponta de aceitação, mas o capacitismo continua. Então, a E.F. sim, precisa se ajustar a pessoa com deficiência, e não o contrário.&nbsp; Com a necessidade de mudança epistemológica da Educação Física tradicional um novo olhar sobre a Educação Física surge;&nbsp; Motricidade Humana, desenvolvida no Brasil. "Na Motricidade Humana se evidencia o corpo, entendido não apenas em seu aspecto físico, mas também como construção social, cultural e política que se inter-relaciona consigo, com o outro e com o mundo." No <strong>terceiro texto</strong>,&nbsp; a autora em sua pesquisa ela apresentou a discriminação e o preconceito por ela ser uma pessoa com deficiência, surda, e mulher. Quando tratado o termo "corponormatividade " o mesmo traz questões discriminatórias ligados ao capacitistismo quando trata um corpo com deficiência como inferior/incompleto que não podem ser reabilitados relacionado a padrões corporais/funcionais de poder; hegemônicos. Para a autora estas questões são incompreensíveis e denota “violência capacitista”, por acharem que as pessoas com deficiência são incapazes, principalmente para a autora que sofreu este preconceito quando estava pesquisando, em seu projeto, para o seu trabalho de mestrado encaminhado ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (CEP/UFSC), ela traz a concepção&nbsp; capacitista que sofreu sendo"<em>&nbsp; aquela oriunda do campo da biomedicina, que via até recentemente a deficiência como uma patologia cujo resultado seria a ‘incapacitação’ social e muitas vezes também intelectual e de autonomia pessoal dos sujeitos com deficiência." Enfim, o texto resume em um ideal de sujeito que é&nbsp; produzido pela reiteração compulsória de capacidades normativas como modelo a deficiência homogenia e hegemônica, como também dialogou sobre o </em>&nbsp;<strong><em>capacitismo</em></strong><em> </em>a forma como as limitações das pessoas com deficiência são vistas e tratadas como incapazes, aproximando o movimento de pessoas com deficiência a outras discriminações sociais como o <strong>racismo, o sexismo e a homofobia.</strong> Dialogando com o <strong>&nbsp;quarto texto&nbsp; </strong>a contextualização do capacitismo e também capacitismo com a <strong>eugenia (</strong>práticas eugênicas, práticas institucionais de muitas instituições médicas, jurídicas e educacionais "centenas de milhares de pessoas que foram alvo desses programas, sendo amplamente institucionalizadas e/ou esterilizadas compulsoriamente".<strong>) </strong>o mesmo trouxe<strong>&nbsp; </strong>implicações sociais na vida das pessoas com deficiência e também as relações&nbsp; opressão contra o feminismo negro e com o sexismo, LGBTfobia e racismo ampliando o processo de exclusão social; são compulsoriamente produzidas com base nos discursos biomédicos, com base no pressuposto da corponormatividade. <strong>Eliana Ávila</strong> <strong>(2014)</strong> aponta: "Incorporar o capacitismo aos estudos interseccionais significa reconhecer a deficiência como um componente constitutivo primordial das lutas antirracistas, decoloniais, feministas e queer – sem falar nas lutas contra opressões ainda menos nomeadas".&nbsp; A autora aponta que é preciso incorporar&nbsp; a luta anticapacitista&nbsp; para combater aaaas formas de opressão do capacitismo , racismo, colonialismo, sexismo . Em suma o capacitismo&nbsp; traz&nbsp; a emancipação social das pessoas com deficiência como também a ação/menção de&nbsp; desconstruir normas corporais opressoras infligidas, mostrando que "ão existe uma forma única de ser humano".<br><br>A corponormatividade de nossa estrutura social é pouco sensível à diversidade corporal. Não existe corpo único e sim corpo diverso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 03:38:20 UTC</pubDate>
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