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      <title>“Mapa do Cotidiano” by TATIANA TARRÃO</title>
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      <description>Vamos pensar juntos(as) sobre como construímos o mundo que compartilhamos!Participe da atividade interativa “Representações Sociais: olhares sobre o conhecimento do cotidiano”, na qual exploraremos como as ideias circulam, ganham sentido e atravessam a forma como percebemos a realidade.Nesta vivência, vamos refletir de forma crítica sobre os conceitos desenvolvidos por Moscovici, Jacques, Jesuíno e Vala, e relacioná-los aos desafios contemporâneos da Psicologia Social.   Para tanto, a) o  grupo de 5 a 7 estudantes  lista através de imagens, estereótipos, opiniões populares  acerca de um dos seguintes temas: Pobreza, Loucura, Drogas, Racismo, Sexualidade, Tecnologia, Infância e Migração; (b) responder sobre como circulam (mídia, política, religião etc.); (c) e quais os efeitos sobre práticas sociais. Cada grupo registra neste mural digital. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-02 21:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 02</title>
         <author>advsac</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616034937</link>
         <description><![CDATA[<p>MIGRAÇÃO: São Paulo é o foco da crença que o sucesso acontece assim. Focamos nosso debate na visão do destaque e reconhecimento de migrar para um estado onde isso se torna mais viável.&nbsp; Oportunidade, sonhos, expectativas.</p><p>Parentes próximos vieram para SP em busca, vindos de outros.</p><p>Mas a realidade é diferente. Preconceitos. xenofobia</p><p>Sotaques, religiões... estudos (nordestino são “burros”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 22:50:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A "loucura" é frequentemente retratada de maneiras estereotipadas, como uma pessoa descontrolada, com aparência bagunçada e comportamento imprevisível. Em filmes e literatura, esse estereótipo pode ser associado a personagens violentos ou excêntricos, muitas vezes em ambientes sombrios como hospitais psiquiátricos. Também existe a ideia de que a loucura é uma forma de genialidade, com pessoas criativas ou brilhantes sendo consideradas "loucas". Em alguns casos, é vista como uma metáfora para a não conformidade social ou sofrimento emocional, sendo romantizada ou tratada com compaixão. Essas representações refletem uma mistura de medo, fascínio e incompreensão, mas também estão mudando à medida que se discute mais sobre saúde mental e as experiências individuais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Daniel Henrique Gabriel Lopes 102411304</p><p><br/></p><p>Opiniões populares positivas</p><ul><li><p>“A tecnologia facilita tudo, hoje em dia dá pra resolver quase tudo pelo celular.”</p></li><li><p>“A internet aproximou as pessoas, dá pra falar com alguém do outro lado do mundo em segundos.”</p></li><li><p>“As redes sociais ajudam a divulgar ideias e negócios pequenos.”</p></li><li><p>“Graças à tecnologia, os estudos ficaram mais fáceis e acessíveis.”</p></li></ul><p><br/></p><p>Opiniões populares negativas</p><ul><li><p>“A tecnologia deixa as pessoas mais frias, ninguém conversa pessoalmente como antes.”</p></li><li><p>“O celular vicia, a gente perde horas do dia rolando a tela sem perceber.”</p></li><li><p>“As crianças estão crescendo sem saber brincar de verdade, só querem ficar no tablet.”</p></li><li><p>“A internet espalha muita fake news, a gente nunca sabe o que é verdade.”</p></li></ul><p>Estereótipos sobre gerações e tecnologia</p><ul><li><p>“Idoso não sabe mexer em celular.”</p></li><li><p>“Jovem é viciado em internet.”</p></li><li><p>“Criança já nasce sabendo usar tablet.”</p></li></ul><p>Olhando nas praticas sociais e meios...</p><ul><li><p><strong>Na política</strong>, a tecnologia pode ser vista como ferramenta de controle ou de libertação (fake news, manipulação, mas também participação e mobilização).</p></li><li><p><strong>Na religião</strong>, há quem a veja como ameaça à espiritualidade (afastando fiéis) ou como aliada na evangelização (lives de cultos, aplicativos bíblicos, etc.).</p></li><li><p><strong>Na sociedade em geral</strong>, os estereótipos tecnológicos — “os jovens vivem no celular”, “a tecnologia destrói famílias” ou “o futuro depende das máquinas” — circulam como verdades, mesmo sem base científica.</p><p><br/></p></li></ul><p>Tecnologia, política e religião <strong>interagem como esferas de influência recíproca</strong>, reforçando práticas sociais como o consumo digital, a militância online, a mobilização de comunidades religiosas em redes, mas também a desconfiança, o medo e a resistência ao novo.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:03:54 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 07</title>
         <author>advsac</author>
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         <description><![CDATA[<p>SALA 7 - &nbsp;DROGAS</p><p>Falamos sobre a questão dos estereótipos dos usuários / dependentes, que acabam por serem excluídos da sociedade. A marginalização é patente em todos os cantos. Em nossa cidade se destaca a Cracolândia, por exemplo, onde é tratado como problema de politicas públicas e não sociais. Nas praticas sociais, podemos destacar as ONGs que auxiliam esta população e a necessidade de ampliar debates informativos em escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:04:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616041871</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616042330</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>As representações do racismo circulam principalmente:</p><ul><li><p><strong>Na mídia</strong> (noticiários que muitas vezes reforçam estereótipos, filmes e novelas que apresentam papéis estigmatizados ou, por outro lado, movimentos de valorização da cultura negra);</p></li><li><p><strong>Na política</strong> (leis de combate ao racismo, mas também discursos discriminatórios que reforçam a desigualdade);</p></li><li><p><strong>Na religião</strong> (valorização ou desvalorização de práticas afro-brasileiras, muitas vezes marginalizadas);</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>(c) Quais os efeitos sobre as práticas sociais?</strong></p><ul><li><p><strong>Exclusão social</strong>: pessoas negras ainda têm menos acesso a empregos de prestígio e sofrem discriminação em espaços públicos;</p></li><li><p><strong>Violência e insegurança</strong>: o racismo estrutural resulta em maior vulnerabilidade da população negra a abordagens policiais violentas e desigualdades no sistema de justiça;</p></li><li><p><strong>Desigualdade educacional e econômica</strong>: afeta oportunidades de ascensão social, reforçando ciclos de pobreza;</p></li><li><p><strong>Efeitos psicológicos</strong>: baixa autoestima, sofrimento psíquico e dificuldade de pertencimento;</p></li><li><p><strong>Movimentos de resistência e empoderamento</strong>: surgem práticas sociais de luta contra o racismo, como coletivos negros, ações afirmativas e campanhas educativas que transformam a percepção social.</p></li></ul><p>Ana Júlia Candido - 102220535</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Sexualidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616043195</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sexualidade e Cotidiano: Como Nossas Crenças Moldam a Vida</strong></p><p>Começar a explorar a <strong>Sexualidade e Gênero</strong> através da Psicologia Social é mergulhar em como as nossas crenças diárias (o nosso "senso comum") criam o mundo em que vivemos.</p><p>Todos nós carregamos ideias e imagens sobre o que é o amor, a família e a identidade. Essas ideias são as <strong>Representações Sociais (RS)</strong>, que, como propôs <strong>Moscovici</strong>, são o conhecimento que pegamos nas conversas do dia a dia, nos filmes e nas notícias.</p><p>Para a maioria das pessoas, a <strong>Heterossexualidade</strong> e a <strong>Família Tradicional</strong> são vistas como a única "coisa natural" (a <strong>Objetivação</strong> da norma). E, quando olhamos para a diversidade (LGBTQIA+), o nosso cotidiano muitas vezes nos ensina a ter medo ou a julgar, <strong>ancorando</strong> essas identidades em ideias de "erro" ou "problema".</p><p>A proposta deste trabalho é justamente <strong>desnaturalizar</strong> esse olhar. Vamos analisar como o conhecimento que circula por aí — o <strong>Conhecimento do Cotidiano</strong> (Vala) — pode machucar e excluir, mas também como podemos transformá-lo para construir um espaço de respeito e pertencimento para todos. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:07:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 09 - Tema: Racismo </title>
         <author>geovanameybel</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616044356</link>
         <description><![CDATA[<p>O racismo no Brasil aparece em estereótipos, como achar que pessoas negras só se destacam em esportes ou música, ou na ideia de que “não existe racismo, só desigualdade social”. Frases como “não vejo cor” também acabam negando o racismo estrutural. Na mídia, negros são mostrados como suspeitos e padrões de beleza brancos são reforçados; na política, há quem negue políticas afirmativas; na religião, práticas de matriz africana são demonizadas; e nas redes sociais circulam memes e discursos de ódio.</p><p>Essas visões afetam o trabalho (menos acesso e salários menores), a educação (mais punições e barreiras), a segurança pública (mais violência policial) e a vida cotidiana (piadas e exclusão simbólica). Por outro lado, a crítica ao racismo fortalece movimentos sociais, políticas de igualdade e dá mais visibilidade à cultura negra.</p><p><br></p><p><br></p><p>Gabrielle de Azevedo Dias  RA-292512668</p><p>Geovanna Meybel Barreto Bucci RA-292512624</p><p>Maria Eduarda Rodrigues Ferreira RA-292520695</p><p>Danielly Pedroso Mendes Vidal Leite RA-292520282</p><p>Caio Rogério Bezerra de Lima Ra-302410805</p><p>Giovanni Soares da Silva RA-292410458</p><p>Tainá Cristina Gomes Moura RA-292520380</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:09:54 UTC</pubDate>
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         <title>MIGRAÇÃO</title>
         <author>danpsilva10</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616044727</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>migração</strong> é um fenômeno social que transcende o deslocamento físico, sendo um campo de batalha para as <strong>Representações Sociais (Moscovici)</strong>. Essas representações são o modo como o senso comum assimila o tema, transformando-o em <strong>estereótipos</strong> e <strong>opiniões</strong> que moldam a sociedade e as políticas.</p><p>O <strong>migrante</strong> é representado de forma <strong>ambivalente</strong>: ora como <strong>"ilegal" e mão de obra barata</strong> (reforçando a hostilidade), ora como <strong>trabalhador e resiliente</strong> (fomentando a solidariedade). Essa ambiguidade simbólica circula e é reforçada em diversas esferas:</p><ul><li><p><strong>Mídia:</strong> Reforça estigmas (ameaça/vitimização) com manchetes sensacionalistas.</p></li><li><p><strong>Política:</strong> Legitimam discursos de segurança ou identidade cultural para justificar acolhimento ou exclusão.</p></li><li><p><strong>Cultura:</strong> Reproduz preconceitos ou valoriza a diversidade.</p></li></ul><p>Os efeitos práticos dessas construções são significativos: no nível social, geram <strong>xenofobia</strong> e <strong>exclusão</strong> ou, inversamente, <strong>solidariedade</strong> e <strong>redes de apoio</strong>. No nível político, orientam leis que oscilam entre o <strong>controle de fronteiras</strong> e o <strong>reconhecimento de direitos</strong>.</p><p>Para a <strong>Psicologia Social</strong>, estudar criticamente essas representações é essencial, pois elas <strong>produzem ativamente a realidade</strong>, e não apenas a refletem. A intervenção ética busca <strong>desconstruir estereótipos</strong>, promovendo <strong>empatia</strong>, <strong>alteridade</strong> e <strong>justiça social</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:10:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sala 06 - Tema: Tecnologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616045712</link>
         <description><![CDATA[<p>A Teoria das Representações Sociais de Moscovici pode ser aplicada ao tema Tecnologia, especialmente no que diz respeito à circulação e construção de significados sociais sobre a tecnologia.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Representações sociais da tecnologia: A tecnologia é uma construção social. Ou seja, as pessoas não apenas utilizam a tecnologia, mas também a interpretam, criando imagens e significados sobre ela.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Exemplo: a ideia de que “tecnologia é sempre positiva” ou que “os jovens são viciados em tecnologia” são representações sociais que circulam e ganham sentido nas diferentes esferas da sociedade.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A teoria de Moscovici pode ser usada para entender como essas representações são construídas (mídia, política, educação, etc.) e como elas influenciam a percepção coletiva.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Circulação: A tecnologia é, muitas vezes, tratada como uma solução para tudo, mas ao mesmo tempo geradora de novos medos, como a perda de privacidade e o impacto no mercado de trabalho.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:12:57 UTC</pubDate>
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         <title>Migração</title>
         <author>fukudaantony</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616046342</link>
         <description><![CDATA[<p>1-Antony Hiroshi Santana Fukuda </p><p>2. Kesia Fim </p><p>3. Silvia Roberta Florencio Cunha </p><p>4. Nicole Vitória Perretti Bernardes </p><p>5. Caroline de Oliveira Fernandes </p><p><br/></p><p><br/></p><p>1- Estereótipos:</p><p>	“Migrantes trabalham de forma ilegal”.</p><p>	“Aceitam qualquer condição de trabalho por pouco dinheiro”.</p><p>	“Estão tirando empregos dos brasileiros”.</p><p>	</p><p>2- Opiniões populares:</p><p>		“Eles vêm para explorar o mercado informal”.</p><p>		“São mão de obra barata e facilmente explorada”.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>3. Essas ideias se propagam mais pelos meios de mídias como redes sociais focadas nesse tipo de discurso, além de serem propagadas por políticos simpatizantes com essa ideia.</p><p><br/></p><p>4- Enquanto por um lado temos um estigma sendo formado, temos também principalmente o preconceito formado contra essas pessoas agravando suas situações</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:14:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sala 02 - Continuação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616046563</link>
         <description><![CDATA[<p>Exemplos de preconceitos e suas consequências:</p><p><br/></p><p><strong>Discriminação no acesso à moradia:</strong></p><p>Imigrantes, como os brasileiros em Portugal, enfrentam recusas de aluguel e exigências de cauções elevadas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Preconceito no trabalho:</strong></p><p>Imigrantes são alvo de comentários depreciativos e desvalorização de suas competências, o que pode levá-los a abandonar empregos. Empresas também evitam contratar refugiados por desinformação e preconceitos, segundo estudos.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Violência e assédio:</strong></p><p>Existem casos de assédio sexual em escolas e agressões físicas, como a que imigrantes venezuelanos sofreram em Roraima, no Brasil.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Microagressões e estigma:</strong></p><p>Comentários sobre o sotaque, a forma de vestir ou a ideia de que o imigrante está "tirando a oportunidade de emprego" de quem nasceu no país são exemplos de microagressões.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Xenorracismo e racismo:</strong></p><p>Imigrantes não-brancos enfrentam a combinação de preconceitos de raça e de nacionalidade/origem.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Os principais desafios enfrentados pelos migrantes ao chegar em São Paulo, sob a ótica da teoria do Senso Comumde Serge Moscovici, envolvem a reestruturação de seu conhecimento social para entender e navegar o novo ambiente urbano.</p><p><br/></p><p>Nome dos participantes: </p><p>Gabrielle - Sandro - Mirelly - Lara - Priscila </p><p>- Aline - Raissa - Lina - Debora - Yasmin - Debora Coelho - Eduarda - Lorena - João- Yasmin Eduarda - Beatriz - Victoria</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sala Loucura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616049150</link>
         <description><![CDATA[<p>A) Esteriótipos:</p><p>	•	Cabelo bagunçado ou desgrenhado</p><p>	•	Olheiras profundas</p><p>	•	Roupa larga, suja ou rasgada</p><p>	•	Risada alta e fora de contexto</p><p>	•	Evitar contato visual</p><p>	•	Falar sozinho ou falar coisas desconexas</p><p>	•	Ser inquieto, “não parar quieto”</p><p>	•	Ter algum movimento repetitivo ou involuntário (muitas vezes chamado de “tique nervoso”)</p><p>Opiniões populares: </p><p>Quem tem transtorno mental é perigoso.</p><p>Quem vai no psicólogo é louco.</p><p>Quem tem transtorno é pra chamar atenção, frescura ou falta de Deus.</p><p><br></p><p>B) •	Mídia: filmes, novelas e jornais que retratam pessoas com transtornos mentais como violentas, perigosas, cômicas ou o tempo todo fora da realidade; memes na internet que usam “louco” como insulto ou humor, ou usam o nome remédios que tratam algum transtorno como algo pejorativo. </p><p>	•	Política: historicamente, leis que legitimaram a exclusão e o isolamento de pessoas em manicômios. Hoje, debates sobre saúde mental ainda sofrem com preconceitos e são evitados, muitos políticos inclusive, ainda zombam de pessoas com algum transtorno mental.</p><p>	•	Religião: em algumas tradições, a “loucura” é interpretada como possessão espiritual, castigo de Deus ou falta de fé.</p><p>	•	Cultura popular: ditados, piadas e expressões que associam a loucura a algo negativo ou a um estigma social. Por exemplo, no dia a dia, quando a gente chama alguém de doido, louco ou pirado de forma pejorativa, apenas porque é diferente ou agiu fora do contexto pregado socialmente como “correto”.</p><p><br></p><p>C) Os efeitos desses estereótipos e opiniões populares sobre a loucura se manifestam em diferentes práticas sociais. Em primeiro lugar, produzem exclusão e segregação, já que pessoas com transtornos mentais muitas vezes são isoladas e afastadas da vida em comunidade, como se fossem contagiosas, o que acaba levando muitas delas a preferirem se esconder. Além disso, geram estigmatização, pois chamar alguém de “louco” é visto como insulto, diminuindo as possibilidades de acolhimento e apoio para quem está em sofrimento psíquico. Também geram medo e preconceito, na medida em que reforçam a ideia de que essas pessoas seriam perigosas, violentas, impulsivas ou incapazes. Por fim, acarretam restrições de oportunidades, pois, ao observarmos esse conjunto de representações sociais, compreendemos por que indivíduos com algum transtorno psiquiátrico encontram maiores dificuldades em conseguir emprego, acessar a educação e participar plenamente da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>RACISMO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Estereótipos: associação da população negra à criminalidade, hipersexualização de mulheres negras, homens negros vistos como violentos, trabalhos subalternos.</p><p><br/></p><p>Circulação: reforçado pela mídia (novelas, filmes, notícias), discursos políticos que minimizam o problema, intolerância religiosa contra religiões de matriz africana, e falas populares que negam o racismo (“somos todos iguais”).</p><p><br/></p><p>Efeitos sociais: exclusão no mercado de trabalho, violência policial, desigualdade socioeconômica, adoecimento psicológico, mas também fortalecimento de movimentos sociais de resistência e luta por direitos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:19:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Identidade social</title>
         <author>morenaneta</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Construção contínua:</strong></p><p>A identidade social não é fixa, mas um processo dinâmico que se constrói ao longo da vida, influenciado por experiências e interações sociais.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 08 - Infância </title>
         <author>felipeseiiti33</author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616050916</link>
         <description><![CDATA[<p>Felipe Seiiti Tanaka RA: 292420127</p><p>Gabriela Martins de Almeida RA: 292420916</p><p>Sandra Sganzerla RA: 292420902</p><p><br/></p><p>B) A infância quando citada em campanhas publicitárias e programas de TV sempre passa a imagem da infância como um período mágico, idealizado e sem problemas. Excluindo o contexto em que cada uma delas vivem.</p><p>Na maioria das religiões, a criança é símbolo de pureza, renovação e esperança no futuro, mas também responsabilidade da comunidade e da família para ser educada nos valores&nbsp;espirituais.</p><p>Na política, a criança é vista como patrimônio da sociedade, sujeito de direitos e prioridade de proteção, mas também usada como símbolo retórico&nbsp;em&nbsp;discursos.</p><p><br/></p><p>C)A visão que a sociedade tem da criança orienta suas práticas sociais. Se ela é vista apenas como “o futuro”, suas práticas ficam restritas ao preparo para a vida adulta. Se é vista como sujeito ativo de direitos, ela participa mais das decisões, da cultura, da comunidade e do convívio social ainda&nbsp;na&nbsp;infância.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:22:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616051323</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Infância</strong></p><p>1. Beatriz de Melo Barbosa – RA 292420811</p><p>2. Débora Teixeira dos Santos – RA RA 292420808</p><p>3. Ingrid Lourenço de Almeida – RA 292420853</p><p>4. Newton Cesar dos Santos Quartarollo – RA 292420133</p><p>5. Melyssa Araújo Rocha – RA 292420686</p><p>6. Hellen Joyce de Almeida Machado – RA 292420028</p><p><strong>a.&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>A teoria das Representações Sociais de Moscovici entende a infância como uma construção social, influenciada por discursos, imagens e estereótipos culturais que variam entre as sociedades. Autores como Jacques e Jesuíno destacam que essas representações afetam diretamente nossas atitudes e são reforçadas por instituições como a família, a escola e, atualmente, pela mídia digital. Vala aponta que os estereótipos moldam identidades sociais e, no caso da infância, observa-se uma transição da ideia de pureza para a adultização das crianças.</p><p>&nbsp;</p><p>Baseado na obra referente a representações sociais, Moscovici via a infância como uma construção social e depende de representações sociais existentes variando de cultura a cultura</p><p>&nbsp;</p><p>Para Jacques Rosseau, a infância é um lugar ou estagio do ser humano onde pode se identificar o seu humano no seu modo de ser mais natural.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>b.&nbsp;&nbsp;&nbsp; A infância é vista como uma fase de inocência e aprendizado, que exige cuidado e proteção. Na mídia, pode aparecer de forma idealizada ou em campanhas de combate a violações. Nas políticas públicas, é tratada como um direito garantido pelo ECA. Na cultura, surge tanto como tempo mágico quanto marcado por desafios sociais. Assim, pode ser divulgada de forma idealizada ou crítica. O debate recente levantado pelo influenciador Felca ilustra bem essa questão, ao denunciar a exploração de crianças em conteúdos de redes sociais, muitas vezes em contextos sexualizados ou constrangedores.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>c.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong>A infância molda as práticas sociais futuras, pois é na infância que a criança desenvolve a socialização, a linguagem e a compreensão do mundo, adquirindo as bases para interações, relações afetivas, autonomia e adaptação. Experiências sociais na infância definem habilidades emocionais e cognitivas, influenciando a resiliência, as expectativas em relação a si e aos outros, e a capacidade de formar vínculos. A falta de condições adequadas, como alimentação e educação, pode criar obstáculos difíceis de superar, afetando o desenvolvimento e podendo perpetuar a desigualdade entre gerações. Assim, vemos como as representações sociais da infância se transformam e circulam, gerando efeitos práticos como normalização da exploração, necessidade de novas políticas de proteção e maior conscientização social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:22:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sala 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatianatarrao/74j3gi2owtakkin1/wish/3616053380</link>
         <description><![CDATA[<p>Bruno dos Santos Figueiredo</p><p>Giovana Souza Garcia</p><p>Rayka Rezende Martins</p><p>Maria Eduardo Souza</p><p>Luiz Mukunda Abatte Barbato</p><p>Eduarda Vitória Alves</p><p>Lidiane</p><p>Everton de Almeida</p><p>Maria Fernanda Rodrigues</p><p><br/></p><p>Racismo </p><p><br/></p><p>É um tema que sempre está em pauta, com várias iniciativas, mas que na prática ainda sofrem muitas barreiras de compreensão e de mudança de comportamento pelos grupos que a exercem. <br><br>Mídia:</p><p>Os jornais televisivos acabam usando abordagens diferentes, dependendo da cor de pele dos executores dos crimes. O tema é tratado como intolerante em alguns assuntos, como no esporte, por exemplo, mas quase não mencionado em programas com focos em públicos de elite.<br>&nbsp;</p><p>Sociedade<br>O racismo estrutural que existe atualmente na sociedade tem barreiras das aberturas de compreensão e de autorreconhecimento dentro de comportamentos dos indivíduos que, aparentam não se reconhecem assim, com falas como "Eu tenho vários amigos negros, sem problemas". Esse letramento se faz necessário todos os níveis da sociedade.</p><p>&nbsp;</p><p>Política<br>Várias iniciativas de leis de inclusão e equidade são iniciadas, mas passam pela barreira de aprovações parlamentares, e quando aprovadas, enfrentam as questões estruturais da sociedade que oculta racismos. Por exemplo, no caso das cotas raciais, em que muitos se mostram contra, sem entender os desafios históricos e sociais.</p><p>&nbsp;</p><p>EFEITOS SOBRE PRÁTICAS SOCIAIS</p><p>&nbsp;</p><p>Reforço do racismo pelos grupos nas redes sociais, sem regulamentação e necessidade de construção nas bases educacionais infantis.</p><p>Existem alguns grupos com narrativa centrada, onde comunicadores negros tem trazido e promovido debates para conscientização e disseminação muito nichada na mesma esfera que a sofre.</p><p>No momento em que a discussão chega nas esferas que precisam de clareza para mudança de comportamento, são tratadas com desprezo e deboche, sem uma efetiva mudança nos padrões históricos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 23:26:08 UTC</pubDate>
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