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      <title>Meu mural estelar by Nery Oliveira Jr.</title>
      <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac</link>
      <description>Feito com uma mente curiosa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-03 21:15:40 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo I</title>
         <author>nery_oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/248310744</link>
         <description><![CDATA[<div>Edema<br>Hiperemia e Congestão<br>Hemorragia<br>Hemostasia e Trombose<br>Hemostasia Normal              Trombose<br>Coagulação Intravascular Disseminada (CID)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-03 21:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo II</title>
         <author>nery_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embolia<br>Embolia Pulmonar<br>Tromboembolismo Sistêmico<br>Embolia Gordurosa e de Medula Óssea<br>Embolia Gasosa<br>Embolia de Líquido Amniótico</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-03 21:17:27 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo III</title>
         <author>nery_oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/248310983</link>
         <description><![CDATA[<div>Infarto<br>Choque<br>Patogenia do Choque Séptico<br>Estágios do Choque</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-03 21:17:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alterações hemodinâmicas.</title>
         <author>nery_oliveira</author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/248311133</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos em grupos deverão apresentar cada conceito bem como o processo de evolução</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-03 21:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo I ( Hemorragia)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378319</link>
         <description><![CDATA[<div>Sempre que o sangue do seu corpo  tem uma grande perda da quantidade de sangue, rapidamente pode levar a morte:<br>Tipo de hemorragias:<br>* Hemorragias externas, são de fácil reconhecimento associados a uma ferida ou trauma no tecido.<br><br>* Hemorragias Internas, subdivididas em duas;<br>Visíveis, saída de sangue pelos orifícios naturais.<br>Não Visíveis, de difícil reconhecimento identificado por sinais e sintomas.<br><br>* Hemorragias Arteriais, o sangue é vermelho, sai em jacto que coincide com a contração cardíaca. são abundantes e de difícil controle.<br><br>* Hemorragias capilares, o sangue de cor intermédia e sai lentamente  chegando a parar espontaneamente<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo I : Edema</title>
         <author>laurafolk97</author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378326</link>
         <description><![CDATA[<div>É o termo usado para referir-se à retensão de fluidos no corpo; um acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, tornando-os inchados. E, esse inchado, pode ocorrer como resultado de uma lesão. O edema ocorre quando pequenos vasos sanguíneos extravasam líquido e o fluido acumula-se nos tecidos circundantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>Hemostasia e Trombose.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378334</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; <strong>Trombose</strong> é um distúrbio vascular causado pela formação de um coágulo de sangue (trombo) dentro de um vaso sanguíneo (<a href="https://www.infoescola.com/sistema-circulatorio/veia/">veia</a> ou <a href="https://www.infoescola.com/sistema-circulatorio/arteria/">artéria</a>), impedindo ou interrompendo o fluxo de sangue. Esses trombos podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os <a href="https://www.infoescola.com/anatomia-humana/pulmoes/">pulmões</a>, bloqueando a oxigenação do sangue (<a href="https://www.infoescola.com/sistema-circulatorio/embolia/">embolia pulmonar</a>). <br><br><strong>Fatores de risco:&nbsp;</strong></div><div>Pílula anticoncepcional&nbsp;<br>&nbsp;Ficar sentado&nbsp;</div><div>&nbsp;Hereditariedade&nbsp;<br>Gravidez<br>Machucados<br>Obesidade<br>Tabagismo&nbsp;<br>Idade.&nbsp;</div><div><br><strong>Exemplos de tromboses:</strong><br><br><strong>Trombose Venosa.</strong>&nbsp;<br>É causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma veia. É a mais comum, 90% dos casos, podendo ter o resultado de:&nbsp;<br><br></div><ul><li>Doenças ou lesões nas veias das pernas.</li><li>Imobilidade por qualquer motivo.</li><li>Fratura.</li><li>Certos medicamentos.</li><li>Obesidade.</li><li>Doenças hereditárias.</li><li>Predisposição hereditária.</li></ul><div>&nbsp;</div><div><strong>Trombose arterial&nbsp;</strong></div><div>Causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma artéria. Quando a trombose arterial ocorre nas artérias coronárias pode causar um ataque cardíaco no indivíduo, se isso acontece na circulação cerebral, pode causar acidente vascular cerebral ou falta de oxigênio para outros órgãos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Dentre os subtipos de trombose arterial, temos:&nbsp;</strong></div><ul><li>Acidente vascular cerebral (AVC).</li><li>Infarto do miocárdio (geralmente uma trombose na coronária devida a uma ruptura em uma placa aterosclerótica).</li><li>Síndrome do desfiladeiro torácico (pode precipitar uma trombose tanto arterial como venosa).</li></ul><div><figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:314,&quot;url&quot;:&quot;https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/04/trombose.jpg&quot;,&quot;width&quot;:391}" data-trix-content-type="image"><img src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/04/trombose.jpg" width="391" height="314"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Hemostasia</strong> é um processo vital que ocorre de forma contínua no organismo sem nossa percepção, consiste em manter a integridade do sistema circulatório, especialmente dos vasos sanguíneos para evitar que ocorram perdas de sangue ou hemorragias.<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:360,&quot;url&quot;:&quot;https://i.ytimg.com/vi/n2SWYMooW3s/hqdefault.jpg&quot;,&quot;width&quot;:480}" data-trix-content-type="image"><img src="https://i.ytimg.com/vi/n2SWYMooW3s/hqdefault.jpg" width="480" height="360"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>Vaso Lesionado.<br><br></div><div><strong>O complexo processo de hemostasia é dividido em três estágios:</strong>&nbsp;</div><div><br>1. <strong>Hemostasia Primária</strong>: ocorre a <a href="https://www.infoescola.com/biologia/vasoconstricao/">vasoconstrição</a>, o que torna menor o fluxo sanguíneo; as plaquetas se agregam no local em que há o sangramento , formando um tampão inicial. <br> <br>2. <strong>Hemostasia Secundária</strong>: maior fase do processo. Envolve uma série de reações enzimáticas, que começa com a formação da <a href="https://www.infoescola.com/sangue/tromboplastina/">tromboplastina</a> pela ação dos fatores do plasma, das plaquetas ou do tecido. <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:214,&quot;url&quot;:&quot;https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2011/11/images-cs1.jpg&quot;,&quot;width&quot;:235}" data-trix-content-type="image"><img src="https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2011/11/images-cs1.jpg" width="235" height="214"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br>3. <strong>Hemostasia Terciária</strong>: ocorre a fibrinólise, ou seja, a dissolução de fibrina, reativando o fluxo sanguíneo. A fibrina é degradada pela plasmina, proveniente do plasminogênio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:30:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo I </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378372</link>
         <description><![CDATA[<div>Coagulação Intravascular Disseminada ( CID)<br><mark>Conceito: </mark>Ativação sistêmica da coagulação, diminuição de plaquetas e fatores de coagulação ( hemorragias) Fibrina IV ( Trombose)<br><mark>Doenças associadas:</mark> Sepse, Trauma Severo, Câncer Hematológico e tumores sólidos- prostático e pancreático , Problemas Obstéticos ( Descolamento de placenta e embolismo de liquido amniótico)<br><mark>Sinais Clínicos</mark>: Sangramentos- Petéquias e diástese hemorrágica, Anemia, Isquemia, falência dos orgãos.<br><mark>Prognóstico</mark> : CID relacionado a prognóstico ruim e morte, Sepse, Trauma dobra o risco.<br><mark>Diagnóstico </mark>: Clínico e Laboratorial<br><mark>Tratamento</mark>: Doença de base, medidas de suporte, anticoagulantes&nbsp; inibidores trombina, transfusão de plaquetas e plasmas, inibidores de coagulação, intervenções e nível de cítocinas, contra-indicado o uso de antifibrinoliticos. <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:160,&quot;url&quot;:&quot;https://0901.static.prezi.com/preview/ti5ha7c7v3cx7r34ixw5txncax6jc3sachvcdoaizecfr3dnitcq_0_0.png&quot;,&quot;width&quot;:269}" data-trix-content-type="image"><img src="https://0901.static.prezi.com/preview/ti5ha7c7v3cx7r34ixw5txncax6jc3sachvcdoaizecfr3dnitcq_0_0.png" width="269" height="160"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:31:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo III -Choque</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378501</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Deficiência circulatória aguda da perfusão tecidual, grave e generalizada, resultante da redução do débito cardíaco, seja por diminuição da capacidade de bombeamento sanguíneo do coração&nbsp; ou por diminuição do retorno venoso.<br><br>&nbsp;<strong>Choque Hipovolêmico:<br></strong>&nbsp;Caracteriza-se por um volume intravascular diminuído, em torno de 15 a 25%.<br><br>&nbsp;*Volume sanguíneo diminuído<br>&nbsp; &nbsp;*Retorno venoso diminuído <br>*Volume sistólico diminuído <br>*Débito cardíaco diminuído<br>* Perfusão tissular diminuída <br><br><strong>&nbsp;Tratamento:</strong> <br>• Restaurar o volume intravascular <br>• Redistribuir o volume de líquidos <br>• Corrigir a causa subjacente da perda de líquidos.<br><br> <strong>Choque Cardiogênico</strong> :<br>• É a insuficiência aguda da perfusão tissular, causada pelo funcionamento cardíaco inadequado ou por qualquer causa que leve à diminuição do débito cardíaco.<br> <br> <strong>Tratamento:</strong><br>• Manter PA suficiente para assegurar um volume urinário maior do que 50 ml/h e impedir acidose metabólica.<br> • Manter volemia suficiente para permitir a contratilidade máxima do miocárdio.<br> • Instalação de Balão Intra-Aórtico Através de um mecanismo de deslocamento de volume em contra pulsão, pode contribuir com o aumento do débito cardíaco de maneira importante. <br>• Medida de pressão na artéria pulmonar, cateterismo cardíaco/angioplastia coronária, agentes inotrópicos positivos e suporte ventilatório.<br><br><strong>&nbsp;Choque Distributivo:<br></strong>&nbsp;Síndrome de hipoperfusão tissular devidas a distúrbios do tônus e/ou da permeabilidade vascular, com redistribuição do fluxo sanguíneo visceral.<br><br>&nbsp;<strong>Choque Anafilático:<br></strong>Reação de hipersensibilidade imediata, em indivíduos previamente sensibilizados, após reexposição a antígenos.<br><strong>Tratamento :</strong><br>• Manter VAS permeáveis<br> • Suplementar Oxigênio <br>• Acesso venoso <br>• Monitorização hemodinâmica<br> • Administrar soluções cristalóides <br>• Uso de drogas vasoativas(ADRENALINA) <br><br> <strong>Choque Neurogênico:<br></strong>&nbsp;Corresponde a um desequilíbrio do tônus vasomotor com predomínio de vasodilatação e hipotensão.<br><strong>&nbsp;Tratamento</strong> :&nbsp;<br>• Infusão de cristaloides para restauração do volume • Tratar a causa primária.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO III</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378554</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Infarto<br>#</mark></strong>Conhecido como ataque cardíaco. <strong><mark>#</mark></strong>Ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio (músculo cardíaco) é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou podendo ser fatal. <br><strong><mark>#</mark></strong>O infarto ocorre quando uma ou mais artérias que levam oxigênio ao coração (chamadas artérias coronárias) são obstruídas abruptamente por um coágulo de sangue formado em cima de uma placa de gordura (ateroma) existente na parede interna da artéria. </div><div><strong><mark>#</mark></strong>O infarto com tratamento adequado, é possível evitar danos significativos no músculo cardíaco e isso é primordial para que o paciente possa viver muitos anos sentindo-se bem.  <br><strong><mark>#</mark></strong>Ao sentir os primeiros sinais do problema procurar atendimento imediatamente. <br><strong>#</strong>Atualmente responsável por 30% das mortes no Brasil<br><strong><mark>Causas</mark></strong><br><strong><mark>#</mark></strong>Presença de placas de gordura no sangue chamada de aterosclerose (placa de colesterol). <br><strong><mark>#</mark></strong>O paciente que possui placas de aterosclerose com algum grau de obstrução na luz de uma artéria tem a chamada DAC – doença arterial coronariana. <br><strong><mark>#</mark></strong>Conforme a placa de gordura (ateroma) cresce, ela leva à obstrução cada vez maior da coronária e pode levar ao sintoma de dor no peito aos esforços (angina). <strong><mark>#</mark></strong>Em geral, uma pessoa tem sintoma de dor no peito aos esforços quando a obstrução é maior que 70%.</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Ocorre devido a uma ruptura na parede da placa de gordura, levando à formação de um coágulo que obstrui abruptamente a artéria e ocasiona o infarto agudo do miocárdio.</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Cerca de 50% a 60% dos infartos ocorrem em pessoas previamente assintomáticas. <br><strong><mark>#</mark></strong>Por conta disso, o check-up é tão importante.</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Um ataque cardíaco também pode ocorrer devido a uma ruptura na artéria do coração, ou coágulos que viajaram de outras partes do corpo pelo sangue. <br><strong><mark>#</mark></strong>Infarto também pode ocorrer se o fluxo sanguíneo para o coração é severamente diminuído, em situações como a pressão arterial muito baixa (choque). <br><strong><mark> Fatores de risco</mark></strong></div><div><strong><mark>#</mark></strong>Idade: homens acima dos 45 anos e mulheres com 55 anos ou mais tem maior propensão ao infarto<br>#Tabagismo<br><strong><mark>#</mark></strong>Hipertensão<br><strong><mark>#</mark></strong>Ipercolesterolemia</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Diabetes</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Históricos Familiares<br><strong><mark>#</mark></strong>Sedentarismo<br><strong><mark>#</mark></strong>Obesidade<br><strong><mark>#</mark></strong>Estresse<br><strong><mark>#</mark></strong>Alcoolismo<br><strong><mark>#</mark></strong>Uso de drogas (cocaína)<br><strong><mark>#</mark></strong>Histórico familiar de infarto<br><strong><mark>#</mark></strong>Uso de drogas (cocaína) </div><div><strong><mark>Diagnóstico de Infarto</mark></strong><br>#Se você está tendo um ataque cardíaco, ele normalmente será diagnosticado em um cenário de emergência e não em uma consulta médica. <br>#Caso você esteja acordado, será solicitado a descrever seus sintomas e vai ter a sua pressão arterial, pulso e temperatura marcada.<br># Você vai ser ligado a um monitor cardíaco e vai começar quase que imediatamente fazer testes para confirmar o infarto.</div><div>#A equipe médica vai ouvir o seu coração e pulmão usando um estetoscópio. <br>#Você será questionado sobre seu histórico de saúde e histórico familiar de doença cardíaca.<br>#Os testes vão ajudar a verificar se os seus sinais e sintomas, como dor no peito, são sinal de um ataque cardíaco ou outra condição. <br><strong><mark>Exames incluem:</mark></strong></div><div><strong><mark>#</mark></strong>Eletrocardiograma (ECG)<br><strong><mark>#</mark></strong>Exames de sangue.</div><div><mark>Exames adicionais:</mark><br><strong><mark>#</mark></strong>Radiografia do tórax<br><strong><mark>#</mark></strong>Ecocardiograma<br>#Cateterização coronariana (angiografia)<br><strong><mark>#</mark></strong>Teste ergométrico, após o quadro estar estabilizado<br><strong><mark>#</mark></strong>Cintilografia do miocardio<br><strong><mark>#</mark></strong>Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética.</div><div><strong><mark>Tratamento de Infarto</mark></strong></div><div><strong><mark>#</mark></strong>Em um hospital varia de acordo com a situação. <br><strong><mark>#</mark></strong>Pode ser tratado com medicamentos, ser submetido a um procedimento invasivo ou ambos - dependendo da gravidade do seu estado e da quantidade de danos ao seu coração.</div><div><strong><mark>Medicamentos</mark></strong></div><div><strong><mark>#</mark></strong>Ácido acetilsalicílico<br><strong><mark>#</mark></strong>Trombolíticos<br><strong><mark>#</mark></strong>Medicamentos semelhantes ao ácido acetilsalicílico para ajudar a prevenir a formação de coágulos novos, incluem clopidogrel e outros, chamados inibidores da agregação plaquetária<br><strong><mark>#</mark></strong>Outros medicamentos para afinar o sangue</div><ul><li>Analgésicos</li><li>Nitroglicerina</li><li>Betabloqueadores</li><li>Inibidores de ECA</li><li>Medicamentos para baixar o colesterol.</li></ul><div><strong><mark>Procedimentos</mark></strong><br>Além de medicamentos, você pode passar por um dos seguintes procedimentos para o tratamento de seu ataque cardíaco:</div><div><strong><mark>#</mark></strong>Angioplastia coronária com implante de stent<br><strong><mark>#</mark></strong>Cirurgia de revascularização miocárdica.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:34:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378748</link>
         <description><![CDATA[<div> Conceito: Refere-se aos êmbolos que viajam dentro da circulação arterial, a maioria surge de trombos murais intracardíacos, dois terços dos quais estão associados a infartos da parede ventricular esquerda e outro quarto com átrios esquerdos dilatados e fibrilantes. <br>Processo de evolução:  Já os êmbolos venosos tendem a se alojarem principalmente num leito vascular (ex. pulmão), os êmbolos arteriais podem viajar para uma ampla variedade de locais; o ponto de interrupção do êmbolo depende da fonte do tromboêmbolo e do volume do fluxo sanguíneo através da corrente tecidual.<br>Os principais locais para a embolização arteriolar são:</div><ul><li>Extremidades inferiores;</li><li>Cérebro;</li><li>Intestinos;</li><li>Rins;</li><li>Pâncreas e;</li><li>Extremidades superiores. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:38:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo III - Estágios do Choque</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378809</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:39:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo II : Embolia Gasosa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378817</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;Fala-se em embolia gasosa sempre que há uma bolha de ar aprisionada em um vaso sanguíneo. A embolia tanto pode ser arterial (embolia arterial) como venosa (embolia venosa), mas em ambos os casos é uma ocorrência rara.&nbsp; A embolia gasosa pode ocasionar a obstrução do fluxo sanguíneo para diversas partes do corpo, sendo <strong>potencialmente fatal quando ocorre no coração e no cérebro</strong>, que são regiões muitos sensíveis a condições de baixa concentração de oxigênio. É importante frisar que, para produzir um quadro significativo de embolia gasosa, é fundamental que sejam injetados mais de 300 ml de ar, segundo dados de alguns trabalhos. Além disso, a velocidade dessa injeção de ar também é importante, sendo necessária uma taxa de 100 ml/segundo. Em pacientes com problemas cardiopulmonares, entretanto, quantidades menores podem ser fatais.&nbsp; As <strong>manifestações mais comuns em casos de embolia gasosa</strong> são falta de ar súbita, dor no peito, tontura, náusea, confusão e perda de consciência. &nbsp;</div><div>Percebe-se, portanto, que apesar de ser um evento considerado raro, o risco de morte pode ser alto se não tratado da forma adequada. Sendo assim, é de fundamental importância que todos os profissionais da saúde saibam diagnosticar, tratar e, principalmente, prevenir o embolismo gasoso.<br>&nbsp;<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:546,&quot;url&quot;:&quot;https://image.slidesharecdn.com/emboliagasosa-100528193635-phpapp02/95/embolia-gasosa-3-728.jpg?cb=1275076107&quot;,&quot;width&quot;:728}" data-trix-content-type="image"><img src="https://image.slidesharecdn.com/emboliagasosa-100528193635-phpapp02/95/embolia-gasosa-3-728.jpg?cb=1275076107" width="728" height="546"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>&nbsp;<br><br><br></div><div><br>&nbsp;</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-04-06 22:39:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249378897</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div><strong>Embolia de Medula Óssea</strong><br><br></div><div>Fragmentos de medula óssea caracterizados pela presença de gordura e células hematopoética são por vezes encontrados na circulação sanguínea em casos de traumatismo ósseo.<br>É freqüente o achado de êmbolos pulmonares na medula óssea de pacientes que sofreram fratura de costela no decurso de ressuscitação cardiopulmonar. Esse tipo de embolia não tem expressão clínica.&nbsp;</div><div>---------------------------------------------------<br><strong>Embolia Gordurosa:</strong><br> A embolia gordurosa é a obstrução de vasos sanguíneos por gotículas de gordura que acontece, na maioria das vezes, após fraturas de ossos longos.<br>O quadro clínico da embolia gordurosa é também paradoxal, porque os pacientes não costumam ter alterações neurológicas nas primeiras horas após o trauma. Apenas 2 a 3 dias após o insulto inicial instala-se um quadro progressivo de <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Obnubila%C3%A7%C3%A3o_mental&amp;action=edit&amp;redlink=1">obnubilação mental</a>, chegando ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coma">coma</a> com alta mortalidade.<br>O primeiro período sem sinais de sofrimento corresponde ao tempo em que as gotículas lipídicas estão retidas no pulmão; o segundo período, com diminuição do nível de consciência, é devido à chegada do lípide ao cérebro, com lesão irreversível da substância branca. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-04-06 22:41:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO I: Homeostasia Normal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379031</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:44:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379122</link>
         <description><![CDATA[
GRUPO I: Homeostasia Normal
GRUPO I: Homeostasia Normal 
HOMEOSTASIA NORMAL GRUPO I.docx
HOMEOSTASIA NORMAL GRUPO I.docx
Documento do Word
padlet drive
GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
 Conceito:  

 
Grupo III - Estágios do Choque
Grupo III - Estágios do Choque
 
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
 Conceito: Refere-se aos êmbolos que viajam dentro da circulação arterial, a maioria surge de trombos murais intracardíacos, dois terços dos quais estão associados a infartos da parede ventricular esquerda e outro quarto com átrios esquerdos dilatados e fibrilantes. 
Processo de evolução:  Já os êmbolos venosos tendem a se alojarem principalmente num leito vascular (ex. pulmão), os êmbolos arteriais podem viajar para uma ampla variedade de locais; o ponto de interrupção do êmbolo depende da fonte do tromboêmbolo e do volume do fluxo sanguíneo através da corrente tecidual.
Os principais locais para a embolização arteriolar são:
Extremidades inferiores;
Cérebro;
Intestinos;
Rins;
Pâncreas e;
Extremidades superiores. 
Grupo II : Embolia Gasosa
Grupo II : Embolia Gasosa

 Fala-se em embolia gasosa sempre que há uma bolha de ar aprisionada em um vaso sanguíneo. A embolia tanto pode ser arterial (embolia arterial) como venosa (embolia venosa), mas em ambos os casos é uma ocorrência rara. 
Grupo I
Grupo I 
Coagulação Intravascular Disseminada ( CID)
Conceito: Ativação sistêmica da coagulação, diminuição de plaquetas e fatores de coagulação ( hemorragias) Fibrina IV ( Trombose)
Doenças associadas: Sepse, Trauma Severo, Câncer Hematológico e tumores sólidos- prostático e pancratico 
Grupo I ( Hemorragia)
Grupo I ( Hemorragia)
Sempre que o sangue do seu corpo  tem uma grande perda da quantidade de sangue, rapidamente pode levar a morte:
 
Grupo I : Edema
Grupo I : Edema
É o termo usado para referir-se à retensão de fluidos no corpo; um acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, tornando-os inchados. E, esse inchado, pode ocorrer como resultado de uma lesão. 
 
Grupo III -Choque
Grupo III -Choque
 Deficiência circulatória aguda da perfusão tecidual, grave e generalizada, resultante da redução do débito cardíaco, seja por diminuição da capacidade de bombeamento sanguíneo do coração  ou por diminuição do retorno venoso.
Alterações hemodinâmicas.
Alterações hemodinâmicas.
Os alunos em grupos deverão apresentar cada conceito bem como o processo de evolução
Grupo I
Grupo I
Edema
Hiperemia e Congestão
Hemorragia
Hemostasia e Trombose
Hemostasia Normal              Trombose
Coagulação Intravascular Disseminada (CID)
GRUPO III
GRUPO III
Infarto
 Conhecido como ataque cardíaco. Ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio (músculo cardíaco) é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou podendo ser fatal. 
O infarto com tratamento adequado, é possível evitar danos significativos no músculo cardíaco e isso é primordial para que o paciente possa viver muitos anos sentindo-se bem.  Ao sentir os primeiros sinais do problema procurar atendimento imediatamente. Atualmente responsável por 30% das mortes no Brasil

 
Hemostasia e Trombose.
Hemostasia e Trombose.
  Trombose é um distúrbio vascular causado pela formação de um coágulo de sangue (trombo) dentro de um vaso sanguíneo (veia ou artéria), impedindo ou interrompendo o fluxo de sangue. Esses trombos podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os pulmões, bloqueando a oxigenação do sangue (embolia pulmonar). 

Exemplo de Trombose Venosa/Arterial.  
A hemostasia é um processo vital que ocorre de forma contínua no organismo sem nossa percepção, consiste em manter a integridade do sistema circulatório, especialmente dos vasos sanguíneos para evitar que ocorram perdas de sangue ou hemorragias.

Vaso Lesionado.

Grupo II
Grupo II
Embolia
Embolia Pulmonar
Tromboembolismo Sistêmico
Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
Embolia Gasosa
Embolia de Líquido Amniótico
Grupo III
Grupo III
Infarto
Choque
Patogenia do Choque Séptico
Estágios do Choque
Grupo1 - Hiperemia e Congestão
Grupo1 - Hiperemia e Congestão
Ambos os termos indicam fluxo sanguíneo aumentado em uma região.

HIPEREMIA
É processo ativo resultante do fluxo interno tecidual aumentado devido á dilatação arteríolar, como no músculo esquelético durante o exercício ou em locais de inflamação. O tecido afetado é avermelhado pelo congestionamento dos vasos com sangue oxigenado. 

  

 
CONGESTÃO
É um processo passivo resultante do ]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:46:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379122</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Grupo III - Patogenia do Choque Séptico.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379176</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceito:</strong></div><div>Choque séptico é geralmente causado por infecção bacteriana. Qualquer tipo de bactéria pode causar choque séptico. Fungos e vírus também podem causar essa condição, embora infecções virais sejam extremamente raras. As toxinas liberadas pelos agentes invasores podem causar danos nos tecidos e resultar em pressão arterial baixa e função reduzida dos órgãos. Essa hipoperfusão dos tecidos, secundária à redução do volume sanguíneo, do débito cardíaco ou da redistribuição inadequada de sangue, ocorre independente do fator clínico.<br> </div><div><strong>&gt; Fatores de risco: </strong><br><br></div><div>* Idade;</div><div>* Doenças do sistema geniturinário, sistema biliário e no sistema intestinal ;</div><div>*Doenças que enfraquecem o sistema imunológico, como a Aids; </div><div>* Cateteres de longa permanência;</div><div>* Uso prolongado de antibióticos .<br><br></div><div><strong>&gt; Sintomas:</strong><br> </div><div>* Extremidades frias e pálidas;<br>* Temperatura alta ou muito baixa, tremores;<br>* Tontura leve;<br>*Pressão arterial baixa, especialmente quando de pé;<br>*Produção de urina reduzida ou ausente;<br>* Palpitações;<br>* Frequência cardíaca acelerada *Inquietação, agitação, letargia ou confusão;<br>*Falta de ar;</div><div>* Exantema cutâneo ou descoloração da pele.</div><div> </div><div><strong>Como evolui o choque séptico?</strong> </div><div>Em geral, os pacientes que sofrem de choque séptico são atendidos em unidades de terapia intensiva e a taxa de mortalidade é de aproximadamente 25 a 50%. Essa taxa é de aproximadamente 40% em adultos e 25% em crianças, e é significativamente maior quando não tratada por mais de sete dias. <br> </div><div><strong>Quais são as principais complicações possíveis do choque séptico?</strong> </div><div>O choque séptico muitas vezes já é a complicação de uma infecção não controlada. No entanto, quando há o agravamento do caso, ele pode causar a síndrome da falência múltipla dos órgãos e levar à morte. <br><br> </div><div><strong>Como o médico trata o choque séptico?</strong></div><div>O tratamento consiste tanto em administrar medicações sintomáticas como em procedimentos destinados a repor volumes de líquidos circulatórios, administração precoce de antibióticos de amplo espectro, identificação e controle rápidos da fonte da infecção e apoio às disfunções orgânicas, entre outros.</div><div>Como a pressão arterial está baixa no choque séptico, prejudicando a perfusão dos tecidos, a administração de fluidos deve ser feita desde o início, para aumentar o volume circulante. Os vasopressores, como a norepinefrina ou a vasopressina, também devem ser prontamente usados. O uso de betabloqueadores é um assunto controverso. Os esteroides em dose baixa parecem ter levado a melhores resultados. Uma técnica recente e ainda necessitando mais pesquisas, recomenda sequestrar os lipopolissacarídeos, os quais efetivamente seriam os causadores do choque séptico. <br><br></div><div><br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Hiperemia e congestão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379289</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Hiperemia e congestão são caracterizados pelo aumento de volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. É dividida em hiperemia ativa e hiperemia passiva ou congestão. <br><strong>Hiperemia Ativa</strong>  é causada por uma dilatação arterial ou arteríolar que provoca um aumento do fluxo sanguíneo nos leitos capilares, com abertura da capilares inativos. <br><strong>Hiperemia passiva</strong>,  decorre de diminuição da drenagem venosa.<br>Consequência da hiperemia ativa : aumento da vermelhidão na região afetada. Causa da dilatação arteriolar e arterial : mecanismos neurogênicos (rubor) simpáticos e liberação de substâncias vasoativas. Hiperemia ativa da pele : dissipar um excesso de calor (exercício físico - fisiológica e estado febril - patológica). Fisiológica - digestão, exercício físico, emocões, ambientes secos.]<br>Consequência da hiperemia passiva : coloração azul-avermelhada intensificada nas regiões afetadas, conforme sangue venoso se acumula. Tal coloração aumenta quando há um aumento da concentração de hemoglobina não-oxigenada no sangue - cianose. <strong>Congestão </strong>pode ser um fenômeno sistêmico (insuficiência cardíaca) ou localizado (obstrução de uma veia). No primeiro caso, ocorre na descompensação ventricular direita - afeta todo o corpo, poupando os pulmões - e na descompensação ventricular esquerda - afeta apenas o circuito pulmonar. No segundo caso, temos como exemplo o comprometimento da circulação porta e o bloqueio do retorno venoso de uma extremidade através de uma obstrução. Existe uma ligação entre formação de edema e congestão dos leitos capilares. Congestão aguda - vasos distendidos e órgão mais pesado ; congestão crônica - hipotrofia do órgão e micro-hemorragias antigas. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:49:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379569</link>
         <description><![CDATA[￼]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-04-06 22:54:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379584</link>
         <description><![CDATA[￼]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-04-06 22:54:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo II - Embolia de Líquido Amniótico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379647</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A </strong>&nbsp;<strong>embolia por líquido amniótico ocorre quando um pouco do líquido amniótico (o líquido que envolve o feto dentro do útero) que contém células e tecido do feto entra na corrente sanguínea da mãe e causa uma reação grave na mulher. Esta reação pode causar danos aos pulmões e coração e causar sangramento excessivo.</strong>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Embolia por líquido amniótico é muito rara.</div><div><br></div><div>O risco é maior quando</div><ul><li>O parto é por cesariana ou é usado fórceps.</li><li>A mulher é mais velha.</li><li>Há mais de um feto no útero.</li><li>A placenta se descola com muita antecedência (<strong>Placenta</strong> <strong>Abrupta</strong>) ou está no local incorreto (<strong>Placenta Prévia)</strong>.</li><li>A mulher tem uma lesão abdominal ou laceração no colo do útero ou há <strong>Ruptura do Útero.</strong></li><li>Há uma quantidade excessiva de líquido ao redor do bebê (<strong>Polihidrâmnio</strong>).</li><li>O trabalho de parto é iniciado artificialmente (<strong>Induzido</strong>).&nbsp;</li><li>&nbsp;O líquido ou tecido pode causar uma reação grave na mulher. Ela pode apresentar aumento dos batimentos cardíacos, ritmo cardíaco irregular, pressão baixa e dificuldade em respirar. Podendo ocorrer&nbsp; <strong>(Parada</strong> <strong>Respiratória</strong>) ou (<strong>Parada</strong> <strong>cardíaca</strong>). Aproximadamente 13 a 44% das mulheres com embolia por líquido amniótico morrem. <figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:720,&quot;url&quot;:&quot;http://slideplayer.com.br/9726625/31/images/8/Diagn%C3%B3stico+Mucilagem+Confus%C3%A3o+e+Irritabilidade+Cianose+Dispn%C3%A9ia.jpg&quot;,&quot;width&quot;:960}" data-trix-content-type="image"><img src="http://slideplayer.com.br/9726625/31/images/8/Diagn%C3%B3stico+Mucilagem+Confus%C3%A3o+e+Irritabilidade+Cianose+Dispn%C3%A9ia.jpg" width="960" height="720"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:55:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249379816</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 22:59:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo II - Embolia e Embolia Pulmonar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249380232</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Embolia:&nbsp;<br><br></div><div>Conceito: Consiste na existência de um corpo sólido, líquido ou gasoso (êmbolo) transportado pelo sangue capaz de obstruir um vaso.&nbsp;</div><div>Mais de 90% dos êmbolos se originam de um trombo, chamados de tromboembolia.&nbsp;</div><div>O trombo se desprende da parede do vaso e seus fragmentos são transportados pela circulação.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sólido: São formados por fragmentos de partículas, fragmentos de placas de ateromas, e trombos.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Líquida (gordurosa): presença de lipídeos que obstruem a microcirculação, pode também ser causado por medicamentos viscosos endovenoso.&nbsp;</div><div><br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gasosa: pode ser causado por bolhas de gás na seringa, ou por contraturas durante o parto.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Pulmonar: um embolo, geralmente formado na perna (às vezes conhecido como trombose da veia profunda ou TVP), se aloja em uma das artérias dos pulmões. Muitas embolias são dissolvidas pelo corpo e saem sozinhas; no entanto, a embolia pulmonar grave pode causar a morte.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Cerebral: se um coágulo de sangue viaja para o cérebro, isso causa um acidente vascular cerebral (AVC) ou um ataque isquêmico transitório (AIT) também conhecido como mini AVC.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Retiniana: pequenos coágulos que não bloqueiam uma grande artéria podem bloquear os pequenos vasos sanguíneos que alimentam a retina na parte de trás do olho. O resultado geralmente é cegueira súbita em um olho.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Séptica: ocorre quando as partículas criadas por infecção no corpo atingem a corrente sanguínea e bloqueiam os vasos sanguíneos.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Amniótica: nem todos os êmbolos são feitos de sangue coagulado. Na gravidez, o útero é preenchido com líquido amniótico, que protege o feto. O líquido amniótico pode embolizar e alcançar os pulmões da mãe, causando embolia amniótica pulmonar.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Gasosa: os mergulhadores que voltam rapidamente à superfície podem desenvolver uma embolia de ar. Essas bolhas de ar podem bloquear o fluxo sanguíneo arterial.&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Gordurosa: se as partículas de gordura ou medula óssea forem introduzidas na circulação sanguínea, elas podem bloquear os vasos sanguíneos da maneira como um coágulo de sangue ou uma bolha de ar.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Embolia Pulmonar:&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Conceito: também conhecida como tromboembolismo pulmonar (TEP) é o bloqueio da artéria pulmonar ou de seus ramos. Geralmente ocorre quando um trombo venoso (sangue coagulado de uma veia) se desloca de seu local de formação e viaja ou embolisa para o fornecimento sanguíneo arterial de um dos pulmões.&nbsp;<br><br></div><div>A evolução é variável de caso para caso. Se a embolia não for muito significativa e não se tiver produzido um enfarte do pulmão, o trombo dissolve-se em uma ou duas semanas altura em que se restabelece a normalidade na circulação arterial. Pelo contrário, se a área afetada for extensa e se deu um enfarte do pulmão, as lesões serão irreversíveis, os sintomas mais duradouros e é provável que se manifeste alguma complicação, como uma pneumonia ou insuficiência respiratória grave.&nbsp;<br><br></div><div>O tratamento de base consiste na administração de fármacos anticoagulantes e fibrinolíticos, que aceleram a dissolução do coágulo sanguíneo e previnem a eventual produção de outros. Por vezes, em alguns casos mais graves, é necessário realizar uma intervenção cirúrgica de urgência para extrair o coágulo, denominada embolectomia pulmonar.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 23:05:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/nery_oliveira/73nxdqyzkaac/wish/249380383</link>
         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 23:06:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-06 23:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>Trombose (Ana Claudia Freitas, Nicollas, Samara)</title>
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         <pubDate>2018-04-06 23:17:07 UTC</pubDate>
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         <author>nery_oliveira</author>
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         <description><![CDATA[Trombose (Ana Claudia Freitas, Nicollas, Samara)
Trombose (Ana Claudia Freitas, Nicollas, Samara)
ratamento :
 ratamento :
É causada por um coágulo
 É causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma veia.


Grupo II - Embolia e Embolia Pulmonar
Grupo II - Embolia e Embolia Pulmonar
 
Embolia: 

Conceito: Consiste na existência de um corpo sólido, líquido ou gasoso (êmbolo) transportado pelo sangue capaz de obstruir um vaso. 
Mais de 90% dos êmbolos se originam de um trombo, chamados de tromboembolia. 
O trombo se desprende da parede do vaso e seus fragmentos são transportados pela circulação. 
·         Sólido: São formados por fragmentos de partículas, fragmentos de placas de ateromas, e trombos. 
·         Líquida (gordurosa): presença de lipídeos que obstruem a microcirculação, pode também ser causado por medicamentos viscosos endovenoso. 

·         Gasosa: pode ser causado por bolhas de gás na seringa, ou por contraturas durante o parto. 

 

Embolia Pulmonar: um embolo, geralmente formado na perna (às vezes conhecido como trombose da veia profunda ou TVP), se aloja em uma das artérias dos pulmões. Muitas embolias são dissolvidas pelo corpo e saem sozinhas; no entanto, a embolia pulmonar grave pode causar a morte. 

Embolia Cerebral: se um coágulo de sangue viaja para o cérebro, isso causa um acidente vascular cerebral (AVC) ou um ataque isquêmico transitório (AIT) também conhecido como mini AVC. 

Embolia Retiniana: pequenos coágulos que não bloqueiam uma grande artéria podem bloquear os pequenos vasos sanguíneos que alimentam a retina na parte de trás do olho. O resultado geralmente é cegueira súbita em um olho. 

Embolia Séptica: ocorre quando as partículas criadas por infecção no corpo atingem a corrente sanguínea e bloqueiam os vasos sanguíneos. 

Embolia Amniótica: nem todos os êmbolos são feitos de sangue coagulado. Na gravidez, o útero é preenchido com líquido amniótico, que protege o feto. O líquido amniótico pode embolizar e alcançar os pulmões da mãe, causando embolia amniótica pulmonar. 

Embolia Gasosa: os mergulhadores que voltam rapidamente à superfície podem desenvolver uma embolia de ar. Essas bolhas de ar podem bloquear o fluxo sanguíneo arterial. 

Embolia Gordurosa: se as partículas de gordura ou medula óssea forem introduzidas na circulação sanguínea, elas podem bloquear os vasos sanguíneos da maneira como um coágulo de sangue ou uma bolha de ar. 

 

Embolia Pulmonar: 

 Conceito: também conhecida como tromboembolismo pulmonar (TEP) é o bloqueio da artéria pulmonar ou de seus ramos. Geralmente ocorre quando um trombo venoso (sangue coagulado de uma veia) se desloca de seu local de formação e viaja ou embolisa para o fornecimento sanguíneo arterial de um dos pulmões. 

A evolução é variável de caso para caso. Se a embolia não for muito significativa e não se tiver produzido um enfarte do pulmão, o trombo dissolve-se em uma ou duas semanas altura em que se restabelece a normalidade na circulação arterial. Pelo contrário, se a área afetada for extensa e se deu um enfarte do pulmão, as lesões serão irreversíveis, os sintomas mais duradouros e é provável que se manifeste alguma complicação, como uma pneumonia ou insuficiência respiratória grave. 

O tratamento de base consiste na administração de fármacos anticoagulantes e fibrinolíticos, que aceleram a dissolução do coágulo sanguíneo e previnem a eventual produção de outros. Por vezes, em alguns casos mais graves, é necessário realizar uma intervenção cirúrgica de urgência para extrair o coágulo, denominada embolectomia pulmonar. 

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Grupo II - Embolia de Líquido Amniótico
Grupo II - Embolia de Líquido Amniótico
A  embolia por líquido amniótico ocorre quando um pouco do líquido amniótico (o líquido que envolve o feto dentro do útero) que contém células e tecido do feto entra na corrente sanguínea da mãe e causa uma reação grave na mulher. Esta reação pode causar danos aos pulmões e coração e causar sangramento excessivo. 
 
Embolia por líquido amniótico é muito rara.

O risco é maior quando
O parto é por cesariana ou é usado fórceps.
A mulher é mais velha.
Há mais de um feto no útero.
A placenta se descola com muita antecedência (Placenta Abrupta) ou está no local incorreto (Placenta Prévia).
A mulher tem uma lesão abdominal ou laceração no colo do útero ou há Ruptura do Útero.
Há uma quantidade excessiva de líquido ao redor do bebê (Polihidrâmnio).
O trabalho de parto é iniciado artificialmente (Induzido). 
 O líquido ou tecido pode causar uma reação grave na mulher. Ela pode apresentar aumento dos batimentos cardíacos, ritmo cardíaco irregular, pressão baixa e dificuldade em respirar. Podendo ocorrer  (Parada Respiratória) ou (Parada cardíaca). Aproximadamente 13 a 44% das mulheres com embolia por líquido amniótico morrem. 

 


Grupo 1 - Hiperemia e congestão
Grupo 1 - Hiperemia e congestão 

 Hiperemia e congestão são caracterizados pelo aumento de volume sanguíneo em um tecido ou área afetada. É dividida em hiperemia ativa e hiperemia passiva ou congestão. 
Hiperemia Ativa  é causada por uma dilatação arterial ou arteríolar que provoca um aumento do fluxo sanguíneo nos leitos capilares, com abertura da capilares inativos. 
Hiperemia passiva,  decorre de diminuição da drenagem venosa.
Consequência da hiperemia ativa : aumento da vermelhidão na região afetada. Causa da dilatação arteriolar e arterial : mecanismos neurogênicos (rubor) simpáticos e liberação de substâncias vasoativas. Hiperemia ativa da pele : dissipar um excesso de calor (exercício físico - fisiológica e estado febril - patológica). Fisiológica - digestão, exercício físico, emocões, ambientes secos.]
Consequência da hiperemia passiva : coloração azul-avermelhada intensificada nas regiões afetadas, conforme sangue venoso se acumula. Tal coloração aumenta quando há um aumento da concentração de hemoglobina não-oxigenada no sangue - cianose. Congestão pode ser um fenômeno sistêmico (insuficiência cardíaca) ou localizado (obstrução de uma veia). No primeiro caso, ocorre na descompensação ventricular direita - afeta todo o corpo, poupando os pulmões - e na descompensação ventricular esquerda - afeta apenas o circuito pulmonar. No segundo caso, temos como exemplo o comprometimento da circulação porta e o bloqueio do retorno venoso de uma extremidade através de uma obstrução. Existe uma ligação entre formação de edema e congestão dos leitos capilares. Congestão aguda - vasos distendidos e órgão mais pesado ; congestão crônica - hipotrofia do órgão e micro-hemorragias antigas. 



 GRUPO I: Homeostasia No
 
GRUPO I: Homeostasia Normal
GRUPO I: Homeostasia Normal 
HOMEOSTASIA NORMAL GRUPO I.docx
HOMEOSTASIA NORMAL GRUPO I.docx
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GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
 Conceito:  

 
Grupo III - Estágios do Choque
Grupo III - Estágios do Choque
 
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
 Conceito: Refere-se aos êmbolos que viajam dentro da circulação arterial, a maioria surge de trombos murais intracardíacos, dois terços dos quais estão associados a infartos da parede ventricular esquerda e outro quarto com átrios esquerdos dilatados e fibrilantes. 
Processo de evolução:  Já os êmbolos venosos tendem a se alojarem principalmente num leito vascular (ex. pulmão), os êmbolos arteriais podem viajar para uma ampla variedade de locais; o ponto de interrupção do êmbolo depende da fonte do tromboêmbolo e do volume do fluxo sanguíneo através da corrente tecidual.
Os principais locais para a embolização arteriolar são:
Extremidades inferiores;
Cérebro;
Intestinos;
Rins;
Pâncreas e;
Extremidades superiores. 
Grupo II : Embolia Gasosa
Grupo II : Embolia Gasosa

 Fala-se em embolia gasosa sempre que há uma bolha de ar aprisionada em um vaso sanguíneo. A embolia tanto pode ser arterial (embolia arterial) como venosa (embolia venosa), mas em ambos os casos é uma ocorrência rara. 
Grupo I
Grupo I 
Coagulação Intravascular Disseminada ( CID)
Conceito: Ativação sistêmica da coagulação, diminuição de plaquetas e fatores de coagulação ( hemorragias) Fibrina IV ( Trombose)
Doenças associadas: Sepse, Trauma Severo, Câncer Hematológico e tumores sólidos- prostático e pancratico 
Grupo I ( Hemorragia)
Grupo I ( Hemorragia)
Sempre que o sangue do seu corpo  tem uma grande perda da quantidade de sangue, rapidamente pode levar a morte:
 
Grupo I : Edema
Grupo I : Edema
É o termo usado para referir-se à retensão de fluidos no corpo; um acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, tornando-os inchados. E, esse inchado, pode ocorrer como resultado de uma lesão. 
 
Grupo III -Choque
Grupo III -Choque
 Deficiência circulatória aguda da perfusão tecidual, grave e generalizada, resultante da redução do débito cardíaco, seja por diminuição da capacidade de bombeamento sanguíneo do coração  ou por diminuição do retorno venoso.
Alterações hemodinâmicas.
Alterações hemodinâmicas.
Os alunos em grupos deverão apresentar cada conceito bem como o processo de evolução
Grupo I
Grupo I
Edema
Hiperemia e Congestão
Hemorragia
Hemostasia e Trombose
Hemostasia Normal              Trombose
Coagulação Intravascular Disseminada (CID)
GRUPO III
GRUPO III
Infarto
 Conhecido como ataque cardíaco. Ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio (músculo cardíaco) é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou podendo ser fatal. 
O infarto com tratamento adequado, é possível evitar danos significativos no músculo cardíaco e isso é primordial para que o paciente possa viver muitos anos sentindo-se bem.  Ao sentir os primeiros sinais do problema procurar atendimento imediatamente. Atualmente responsável por 30% das mortes no Brasil

 
Hemostasia e Trombose.
Hemostasia e Trombose.
  Trombose é um distúrbio vascular causado pela formação de um coágulo de sangue (trombo) dentro de um vaso sanguíneo (veia ou artéria), impedindo ou interrompendo o fluxo de sangue. Esses trombos podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os pulmões, bloqueando a oxigenação do sangue (embolia pulmonar). 

Exemplo de Trombose Venosa/Arterial.  
A hemostasia é um processo vital que ocorre de forma contínua no organismo sem nossa percepção, consiste em manter a integridade do sistema circulatório, especialmente dos vasos sanguíneos para evitar que ocorram perdas de sangue ou hemorragias.

Vaso Lesionado.

Grupo II
Grupo II
Embolia
Embolia Pulmonar
Tromboembolismo Sistêmico
Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
Embolia Gasosa
Embolia de Líquido Amniótico
Grupo III
Grupo III
Infarto
Choque
Patogenia do Choque Séptico
Estágios do Choque
Grupo1 - Hiperemia e Congestão
Grupo1 - Hiperemia e Congestão
Ambos os termos indicam fluxo sanguíneo aumentado em uma região.

HIPEREMIA
É processo ativo resultante do fluxo interno tecidual aumentado devido á dilatação arteríolar, como no músculo esquelético durante o exercício ou em locais de inflamação. O tecido afetado é avermelhado pelo congestionamento dos vasos com sangue oxigenado. 

  

 
CONGESTÃO
É um processo passivo resultante do 
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GRUPO I: Homeostasia Normal
GRUPO I: Homeostasia Normal 
GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
GRUPO II - Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
 
Embolia de Medula Óssea

Fragmentos de medula óssea caracterizados pela presença de gordura e células hematopoética são por vezes encontrados na circulação sanguínea em casos de traumatismo ósseo.
É freqüente o achado de êmbolos pulmonares na medula óssea de pacientes que sofreram fratura de costela no decurso de ressuscitação cardiopulmonar. Esse tipo de embolia não tem expressão clínica. 
---------------------------------------------------
Embolia Gordurosa:
 A embolia gordurosa é a obstrução de vasos sanguíneos por gotículas de gordura que acontece, na maioria das vezes, após fraturas de ossos longos.
O quadro clínico da embolia gordurosa é também paradoxal, porque os pacientes não costumam ter alterações neurológicas nas primeiras horas após o trauma. Apenas 2 a 3 dias após o insulto inicial instala-se um quadro progressivo de obnubilação mental, chegando ao coma com alta mortalidade.
O primeiro período sem sinais de sofrimento corresponde ao tempo em que as gotículas lipídicas estão retidas no pulmão; o segundo período, com diminuição do nível de consciência, é devido à chegada do lípide ao cérebro, com lesão irreversível da substância branca.  
Grupo III - Estágios do Choque
Grupo III - Estágios do Choque
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
GRUPO II - Tromboembolismo Sistêmico
 Conceito: Refere-se aos êmbolos que viajam dentro da circulação arterial, a maioria surge de trombos murais intracardíacos, dois terços dos quais estão associados a infartos da parede ventricular esquerda e outro quarto com átrios esquerdos dilatados e fibrilantes. 
Processo de evolução:  Já os êmbolos venosos tendem a se alojarem principalmente num leito vascular (ex. pulmão), os êmbolos arteriais podem viajar para uma ampla variedade de locais; o ponto de interrupção do êmbolo depende da fonte do tromboêmbolo e do volume do fluxo sanguíneo através da corrente tecidual.
Os principais locais para a embolização arteriolar são:
Extremidades inferiores;
Cérebro;
Intestinos;
Rins;
Pâncreas e;
Extremidades superiores. 
Grupo I : Edema
Grupo I : Edema
É o termo usado para referir-se à retensão de fluidos no corpo; um acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, tornando-os inchados. E, esse inchado, pode ocorrer como resultado de uma lesão. O edema ocorre quando pequenos vasos sanguíneos extravasam líquido e o fluido acumula-se nos tecidos circundantes.
Alterações hemodinâmicas.
Alterações hemodinâmicas.
Os alunos em grupos deverão apresentar cada conceito bem como o processo de evolução
Grupo I
Grupo I
Edema
Hiperemia e Congestão
Hemorragia
Hemostasia e Trombose
Hemostasia Normal              Trombose
Coagulação Intravascular Disseminada (CID)
Grupo III - Patogenia do Choque Séptico.
Grupo III - Patogenia do Choque Séptico.
Conceito:
Choque séptico é geralmente causado por infecção bacteriana. Qualquer tipo de bactéria pode causar choque séptico. Fungos e vírus também podem causar essa condição, embora infecções virais sejam extremamente raras. As toxinas liberadas pelos agentes invasores podem causar danos nos tecidos e resultar em pressão arterial baixa e função reduzida dos órgãos. Essa hipoperfusão dos tecidos, secundária à redução do volume sanguíneo, do débito cardíaco ou da redistribuição inadequada de sangue, ocorre independente do fator clínico.
 
&gt; Fatores de risco: 

* Idade;
* Doenças do sistema geniturinário, sistema biliário e no sistema intestinal ;
*Doenças que enfraquecem o sistema imunológico, como a Aids; 
* Cateteres de longa permanência;
* Uso prolongado de antibióticos .

&gt; Sintomas:
 
* Extremidades frias e pálidas;
* Temperatura alta ou muito baixa, tremores;
* Tontura leve;
*Pressão arterial baixa, especialmente quando de pé;
*Produção de urina reduzida ou ausente;
* Palpitações;
* Frequência cardíaca acelerada *Inquietação, agitação, letargia ou confusão;
*Falta de ar;
* Exantema cutâneo ou descoloração da pele.
 
Como evolui o choque séptico? 
Em geral, os pacientes que sofrem de choque séptico são atendidos em unidades de terapia intensiva e a taxa de mortalidade é de aproximadamente 25 a 50%. Essa taxa é de aproximadamente 40% em adultos e 25% em crianças, e é significativamente maior quando não tratada por mais de sete dias. 
 
Quais são as principais complicações possíveis do choque séptico? 
O choque séptico muitas vezes já é a complicação de uma infecção não controlada. No entanto, quando há o agravamento do caso, ele pode causar a síndrome da falência múltipla dos órgãos e levar à morte. 

 
Como o médico trata o choque séptico?
O tratamento consiste tanto em administrar medicações sintomáticas como em procedimentos destinados a repor volumes de líquidos circulatórios, administração precoce de antibióticos de amplo espectro, identificação e controle rápidos da fonte da infecção e apoio às disfunções orgânicas, entre outros.
Como a pressão arterial está baixa no choque séptico, prejudicando a perfusão dos tecidos, a administração de fluidos deve ser feita desde o início, para aumentar o volume circulante. Os vasopressores, como a norepinefrina ou a vasopressina, também devem ser prontamente usados. O uso de betabloqueadores é um assunto controverso. Os esteroides em dose baixa parecem ter levado a melhores resultados. Uma técnica recente e ainda necessitando mais pesquisas, recomenda sequestrar os lipopolissacarídeos, os quais efetivamente seriam os causadores do choque séptico. 



 

Grupo I ( Hemorragia)
Grupo I ( Hemorragia)
Sempre que o sangue do seu corpo  tem uma grande perda da quantidade de sangue, rapidamente pode levar a morte:
Tipo de hemorragias:
* Hemorragias externas, são de fácil reconhecimento associados a uma ferida ou trauma no tecido.

* Hemorragias Internas, subdivididas em duas;
Visíveis, saída de sangue pelos orifícios naturais.
Não Visíveis, de difícil reconhecimento identificado por sinais e sintomas.

* Hemorragias Arteriais, o sangue é vermelho, sai em jacto que coincide com a contração cardíaca. são abundantes e de difícil controle.

* Hemorragias capilares, o sangue de cor intermédia e sai lentamente  chegando a parar espontaneamente



Grupo I
Grupo I 
Coagulação Intravascular Disseminada ( CID)
Conceito: Ativação sistêmica da coagulação, diminuição de plaquetas e fatores de coagulação ( hemorragias) Fibrina IV ( Trombose)
Doenças associadas: Sepse, Trauma Severo, Câncer Hematológico e tumores sólidos- prostático e pancreático , Problemas Obstéticos ( Descolamento de placenta e embolismo de liquido amniótico)
Sinais Clínicos: Sangramentos- Petéquias e diástese hemorrágica, Anemia, Isquemia, falência dos orgãos.
Prognóstico : CID relacionado a prognóstico ruim e morte, Sepse, Trauma dobra o risco.
Diagnóstico : Clínico e Laboratorial
Tratamento: Doença de base, medidas de suporte, anticoagulantes  inibidores trombina, transfusão de plaquetas e plasmas, inibidores de coagulação, intervenções e nível de cítocinas, contra-indicado o uso de antifibrinoliticos. 

 
Grupo II : Embolia Gasosa
Grupo II : Embolia Gasosa

 Fala-se em embolia gasosa sempre que há uma bolha de ar aprisionada em um vaso sanguíneo. A embolia tanto pode ser arterial (embolia arterial) como venosa (embolia venosa), mas em ambos os casos é uma ocorrência rara.  A embolia gasosa pode ocasionar a obstrução do fluxo sanguíneo para diversas partes do corpo, sendo potencialmente fatal quando ocorre no coração e no cérebro, que são regiões muitos sensíveis a condições de baixa concentração de oxigênio. É importante frisar que, para produzir um quadro significativo de embolia gasosa, é fundamental que sejam injetados mais de 300 ml de ar, segundo dados de alguns trabalhos. Além disso, a velocidade dessa injeção de ar também é importante, sendo necessária uma taxa de 100 ml/segundo. Em pacientes com problemas cardiopulmonares, entretanto, quantidades menores podem ser fatais.  As manifestações mais comuns em casos de embolia gasosa são falta de ar súbita, dor no peito, tontura, náusea, confusão e perda de consciência.  
Percebe-se, portanto, que apesar de ser um evento considerado raro, o risco de morte pode ser alto se não tratado da forma adequada. Sendo assim, é de fundamental importância que todos os profissionais da saúde saibam diagnosticar, tratar e, principalmente, prevenir o embolismo gasoso.
 

 



 

 
Hemostasia e Trombose.
Hemostasia e Trombose.
  Trombose é um distúrbio vascular causado pela formação de um coágulo de sangue (trombo) dentro de um vaso sanguíneo (veia ou artéria), impedindo ou interrompendo o fluxo de sangue. Esses trombos podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os pulmões, bloqueando a oxigenação do sangue (embolia pulmonar). 

Fatores de risco: 
Pílula anticoncepcional 
 Ficar sentado 
 Hereditariedade 
Gravidez
Machucados
Obesidade
Tabagismo 
Idade. 

Exemplos de tromboses:

Trombose Venosa. 
É causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma veia. É a mais comum, 90% dos casos, podendo ter o resultado de: 

Doenças ou lesões nas veias das pernas.
Imobilidade por qualquer motivo.
Fratura.
Certos medicamentos.
Obesidade.
Doenças hereditárias.
Predisposição hereditária.
 
Trombose arterial 
Causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma artéria. Quando a trombose arterial ocorre nas artérias coronárias pode causar um ataque cardíaco no indivíduo, se isso acontece na circulação cerebral, pode causar acidente vascular cerebral ou falta de oxigênio para outros órgãos. 

Dentre os subtipos de trombose arterial, temos: 
Acidente vascular cerebral (AVC).
Infarto do miocárdio (geralmente uma trombose na coronária devida a uma ruptura em uma placa aterosclerótica).
Síndrome do desfiladeiro torácico (pode precipitar uma trombose tanto arterial como venosa).

Hemostasia é um processo vital que ocorre de forma contínua no organismo sem nossa percepção, consiste em manter a integridade do sistema circulatório, especialmente dos vasos sanguíneos para evitar que ocorram perdas de sangue ou hemorragias.

Vaso Lesionado.

O complexo processo de hemostasia é dividido em três estágios: 

1. Hemostasia Primária: ocorre a vasoconstrição, o que torna menor o fluxo sanguíneo; as plaquetas se agregam no local em que há o sangramento , formando um tampão inicial. 
 
2. Hemostasia Secundária: maior fase do processo. Envolve uma série de reações enzimáticas, que começa com a formação da tromboplastina pela ação dos fatores do plasma, das plaquetas ou do tecido. 


3. Hemostasia Terciária: ocorre a fibrinólise, ou seja, a dissolução de fibrina, reativando o fluxo sanguíneo. A fibrina é degradada pela plasmina, proveniente do plasminogênio. 
GRUPO III
GRUPO III
Infarto
#Conhecido como ataque cardíaco. #Ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio (músculo cardíaco) é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou podendo ser fatal. 
#O infarto ocorre quando uma ou mais artérias que levam oxigênio ao coração (chamadas artérias coronárias) são obstruídas abruptamente por um coágulo de sangue formado em cima de uma placa de gordura (ateroma) existente na parede interna da artéria. 
#O infarto com tratamento adequado, é possível evitar danos significativos no músculo cardíaco e isso é primordial para que o paciente possa viver muitos anos sentindo-se bem.  
#Ao sentir os primeiros sinais do problema procurar atendimento imediatamente. 
#Atualmente responsável por 30% das mortes no Brasil
Causas
#Presença de placas de gordura no sangue chamada de aterosclerose (placa de colesterol). 
#O paciente que possui placas de aterosclerose com algum grau de obstrução na luz de uma artéria tem a chamada DAC – doença arterial coronariana. 
#Conforme a placa de gordura (ateroma) cresce, ela leva à obstrução cada vez maior da coronária e pode levar ao sintoma de dor no peito aos esforços (angina). #Em geral, uma pessoa tem sintoma de dor no peito aos esforços quando a obstrução é maior que 70%.
#Ocorre devido a uma ruptura na parede da placa de gordura, levando à formação de um coágulo que obstrui abruptamente a artéria e ocasiona o infarto agudo do miocárdio.
#Cerca de 50% a 60% dos infartos ocorrem em pessoas previamente assintomáticas. 
#Por conta disso, o check-up é tão importante.
#Um ataque cardíaco também pode ocorrer devido a uma ruptura na artéria do coração, ou coágulos que viajaram de outras partes do corpo pelo sangue. 
#Infarto também pode ocorrer se o fluxo sanguíneo para o coração é severamente diminuído, em situações como a pressão arterial muito baixa (choque). 
 Fatores de risco
#Idade: homens acima dos 45 anos e mulheres com 55 anos ou mais tem maior propensão ao infarto
#Tabagismo
#Hipertensão
#Ipercolesterolemia
#Diabetes
#Históricos Familiares
#Sedentarismo
#Obesidade
#Estresse
#Alcoolismo
#Uso de drogas (cocaína)
#Histórico familiar de infarto
#Uso de drogas (cocaína) 
Diagnóstico de Infarto
#Se você está tendo um ataque cardíaco, ele normalmente será diagnosticado em um cenário de emergência e não em uma consulta médica. 
#Caso você esteja acordado, será solicitado a descrever seus sintomas e vai ter a sua pressão arterial, pulso e temperatura marcada.
# Você vai ser ligado a um monitor cardíaco e vai começar quase que imediatamente fazer testes para confirmar o infarto.
#A equipe médica vai ouvir o seu coração e pulmão usando um estetoscópio. 
#Você será questionado sobre seu histórico de saúde e histórico familiar de doença cardíaca.
#Os testes vão ajudar a verificar se os seus sinais e sintomas, como dor no peito, são sinal de um ataque cardíaco ou outra condição. 
Exames incluem:
#Eletrocardiograma (ECG)
#Exames de sangue.
Exames adicionais:
#Radiografia do tórax
#Ecocardiograma
#Cateterização coronariana (angiografia)
#Teste ergométrico, após o quadro estar estabilizado
#Cintilografia do miocardio
#Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética.
Tratamento de Infarto
#Em um hospital varia de acordo com a situação. 
#Pode ser tratado com medicamentos, ser submetido a um procedimento invasivo ou ambos - dependendo da gravidade do seu estado e da quantidade de danos ao seu coração.
Medicamentos
#Ácido acetilsalicílico
#Trombolíticos
#Medicamentos semelhantes ao ácido acetilsalicílico para ajudar a prevenir a formação de coágulos novos, incluem clopidogrel e outros, chamados inibidores da agregação plaquetária
#Outros medicamentos para afinar o sangue
Analgésicos
Nitroglicerina
Betabloqueadores
Inibidores de ECA
Medicamentos para baixar o colesterol.
Procedimentos
Além de medicamentos, você pode passar por um dos seguintes procedimentos para o tratamento de seu ataque cardíaco:
#Angioplastia coronária com implante de stent
#Cirurgia de revascularização miocárdica.

Grupo II
Grupo II
Embolia
Embolia Pulmonar
Tromboembolismo Sistêmico
Embolia Gordurosa e de Medula Óssea
Embolia Gasosa
Embolia de Líquido Amniótico
Grupo III
Grupo III
Infarto
Choque
Patogenia do Choque Séptico
Estágios do Choque
Grupo III -Choque
Grupo III -Choque
 Deficiência circulatória aguda da perfusão tecidual, grave e generalizada, resultante da redução do débito cardíaco, seja por diminuição da capacidade de bombeamento sanguíneo do coração  ou por diminuição do retorno venoso.

 Choque Hipovolêmico:
 Caracteriza-se por um volume intravascular diminuído, em torno de 15 a 25%.

 *Volume sanguíneo diminuído
   *Retorno venoso diminuído 
*Volume sistólico diminuído 
*Débito cardíaco diminuído
* Perfusão tissular diminuída 

 Tratamento: 
• Restaurar o volume intravascular 
• Redistribuir o volume de líquidos 
• Corrigir a causa subjacente da perda de líquidos.

 Choque Cardiogênico :
• É a insuficiência aguda da perfusão tissular, causada pelo funcionamento cardíaco inadequado ou por qualquer causa que leve à diminuição do débito cardíaco.
 
 Tratamento:
• Manter PA suficiente para assegurar um volume urinário maior do que 50 ml/h e impedir acidose metabólica.
 • Manter volemia suficiente para permitir a contratilidade máxima do miocárdio.
 • Instalação de Balão Intra-Aórtico Através de um mecanismo de deslocamento de volume em contra pulsão, pode contribuir com o aumento do débito cardíaco de maneira importante. 
• Medida de pressão na artéria pulmonar, cateterismo cardíaco/angioplastia coronária, agentes inotrópicos positivos e suporte ventilatório.

 Choque Distributivo:
 Síndrome de hipoperfusão tissular devidas a distúrbios do tônus e/ou da permeabilidade vascular, com redistribuição do fluxo sanguíneo visceral.

 Choque Anafilático:
Reação de hipersensibilidade imediata, em indivíduos previamente sensibilizados, após reexposição a antígenos.
Tratamento :
• Manter VAS permeáveis
 • Suplementar Oxigênio 
• Acesso venoso 
• Monitorização hemodinâmica
 • Administrar soluções cristalóides 
• Uso de drogas vasoativas(ADRENALINA) 

 Choque Neurogênico:
 Corresponde a um desequilíbrio do tônus vasomotor com predomínio de vasodilatação e hipotensão.
 Tratamento : 
• Infusão de cristaloides para restauração do volume • Tratar a causa primária.


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         <pubDate>2018-04-07 23:19:35 UTC</pubDate>
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