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      <title>Padlet de Isadora e Silvia Yasmin by Isadora Rodrigues</title>
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      <description>Criado com muito surto</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-04 20:28:45 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-12-13 09:49:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>nós</title>
         <author>isadorarodrigues10</author>
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         <description><![CDATA[<div>a gente sempre gosta de dizer que dividimos o mesmo neurônio, ou melhor, que somos um neurônio só que (obviamente) só funciona junto. Apesar de não acreditarmos muito nesse movimento de biologizar as coisas, a força do meme fala mais alto.<br><br>Somos Isadora e Silvia Yasmin, temos 20 e 19 anos respectivamente. Pode parecer meio estranho fazer uma apresentação pessoal de duas pessoas, mas a gente é quase a mesma pessoa numa só: amamos música e ambas tocam violão (um dia vamos criar uma banda, isadora na bateria e yasmin da guitarra) é muito difícil não gostarmos da mesma música, do mesmo filme ou série: nosso filme favorito da vida é Sociedade dos Poetas Mortos (e ambas amamos Forrest Gump, por isso a foto no plano de fundo). desenho favorito: Avatar, a Lenda de Aang. Da mesma forma que amamos, também odiamos as mesmas coisas (e pessoas). Dividimos a mesma paixão de escrever o que sentimos, e Yasmin guarda mais um talento que é o de desenhar! A última obsessão que dividimos foi o RPG Segredo na Ilha, sensacional inclusive!!! E por último e mais importante: somos comunistas e dividimos juntas as fronteiras de luta política!<br><br>É sempre muito massa quando a gente encontra quem entende a gente e complementa nossas frases, e é isso que a gente é uma pra outra. O tempo passa e a gente vai se ajeitando, tornando sempre possível essa coexistência meio caótica meio pacífica que faz a gente muito feliz.<br><br>Sejam bem vindes ao nosso mundinho etc &amp; tal !&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 21:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Uma crítica às teorias clássicas da aprendizagem e a sua expressão no campo educativo</title>
         <author>isadorarodrigues10</author>
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         <description><![CDATA[<div>O dicionário Michaelis define "aprendizagem" como "ficar sabendo, reter na memória, tomar conhecimento de", ou "adquirir habilidade prática (em)", ou até mesmo "passar a compreender (algo) melhor graças a um sepultamento da capacidade de apreciação, empatia, percepção ".&nbsp;<br>Achamos interessante essas definições porque elas retomam algo que é muito trazido no texto: a pluralidade da aprendizagem. Em seu trabalho, as autoras citam Keller, um estudioso da psicologia voltado para a compreensão do que seria a aprendizagem, segundo o olhar do autor, é comum que admitamos que aprendemos desde o nascimento e a partir disso ele levanta o questionamento: todas essas aprendizagens são iguais? Há um padrão entre elas?&nbsp;</div><div><br></div><div>Para além dessa questão, Tunes, Tacca e Martinez (2006) ainda colocam mais uma por cima: será que tudo por que passamos em nossa vida é fruto da aprendizagem? As duas primeiras definições trazidas pelo dicionário Michaelis remetem à uma aprendizagem que é mecanicista, armazenar conhecimento, colocá-lo em prática, dar utilidade; a segunda não foge muito desse padrão, mas trata de uma aprendizagem obtida através de uma esfera mais sentimental na relação com o Outro e com o ambiente. Sendo assim, o questionamento levantado pelas autoras não só nos fazem refletir acerca dos nossos processos diários, mas também sobre como e se todos eles podem ser considerados uma fonte de aprendizado e, se são, retomando a provocação de Keller, todos eles podem ser inseridos num mesmo nicho de aprendizagem?&nbsp;</div><div><br></div><div>É um tanto frustrante pensar que sempre voltamos para essas questões, parece um andar em círculos infinito. Fazendo uma pequena pesquisa, é possível notar como a aprendizagem é relacionada à inteligência e a outros processos cognitivos, ressaltando o mecanicismo presente não só no imaginário social, mas também na teoria. Não que o mecanicismo seja algo ruim nesse sentido, muito pelo contrário, ele é extremamente importante para pensar uma outra crítica que as autoras fazem em seu trabalho. Se pensarmos numa linha histórico-cultural, não podemos ignorar o fato de que a educação no capitalismo segue a mesma lógica da jornada de trabalho: valorizar a produção e não o produtor. Portanto, é muito comum que se adote métodos produtivistas e conteudistas pautados na utilização daquilo que se adquiriu nessa jornada, isso nos introduziria, por exemplo, no debate acerca da hegemonia de certas teorias da aprendizagem dentro da escola enquanto instituição e sua permanência na atualidade.</div><div><br></div><div>Sobre as aprendizagens em suas diversas formas, o aspecto cultural adentra à discussão: a cultura reflete o modo como as pessoas aprendem? se sim, como isso se dá? Estamos muito propensas a dizer que sim, a cultura influencia na aprendizagem, e um exemplo disso é o que observamos no reality “Crescidinhos” que se passa no Japão, e coloca crianças entre 2 a 4 anos para realizar tarefas do cotidiano pela primeira vez sozinhas. É muito interessante observar como desde cedo elas são ensinadas a ter responsabilidades e autonomia, uma forma de perceber a criança como um ser ativo da ação, e não paciente, de colocá-la para realizar a tarefa, e não deixá-la de lado e falar “ela não sabe fazer, vai bagunçar”, hábito muito comum pelo no Ocidente. É bem possível que colocar a criança desde cedo como agente da ação dá a ela a noção de conseguir fazer as coisas, perceber seus limites e possibilidades, e assim se desenha uma forma diferente de ensinar, aprender e crescer.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-04 21:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Pedagogia da Encruzilhadas: Exu como Educação </title>
         <author>silvialeite3</author>
         <link>https://padlet.com/isadorarodrigues10/73n4q9tjebxq4ms9/wish/2291614030</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação, nos moldes que costumamos ver, é uma estrutura sólida, fria, que por poucas vezes se apresenta de forma maquiada, tentando não transparecer sua construção de séculos. Uma estrutura colonial, ocidental, racista, patriarcal, capitalista. uma educação que se propõe como “castradores da vida em sua diversidade”. Dessa forma, ao invés de se criar na raiz da diversidade do ser, a educação passa a ser instrumento para (re) produção da estrutura dominante. Ao atentar contra vida, usa-se do epistemicídio como principal ferramenta de assassinato de saberes não-brancos. Mata-se as pessoas, seus saberes e sua existência.</div><div><br><br></div><div>Porém, em um ato de transgressão o ator traz para sua escrita-vivência a relação do axé e Exú e sua importância para mudança de paradigma ideológico/material/epistemológico/cultural. Exú, que resguarda e dinamiza os poderes divinos, é o princípio, domínio e potência da linguagem como um todo, mas não se limitando às formas discursivas, mas como a própria existência. O axé, energia viva que fundamenta o acontecer e o devir, que se multiplica ao ser compartilhado, se vincula a Exú, trazendo o processo da encruzilhada como possibilidade conceitual para pensar problematizações da vida, arte e conhecimentos. A educação, atada a esses três pilares, vai de encontro ao axé, se constituindo não só como uma questão social, no campo do humano, mas também como uma questão inscrita na energia vital que é o axé. Ela só pode ser produzida a partir dos seres e a energia vital que emana deles por eles é praticada, o que torna a educação um processo não estático, sempre renovador e vivido em conjunto - exatamente o contrário do que o projeto colonial reproduz em sociedade.</div><div><br></div><div>O documentário "Emicida: Amarelo - É Tudo Pra Ontem" tece a narrativa sobre como os povos pretos sempre foram vítimas da diáspora até mesmo depois dela. A obra traz consigo as verdadeiras histórias por trás das narrativas contadas e validadas como fato pelo homem branco, narrativas essas que são epistemicidas e homicidas. Segundo Guerra et al. (2021), testemunhamos a experiência de epistemicídio como uma destruição do conhecimento associada a seres humanos quando falamos de colonialidade, é nesse molde de (re)produção de conhecimento que mora o contra-axé que o autor tanto pontua. Quando forçamos narrativas que violentam, apagam e exterminam povos, estamos impedindo que o axé, que é força livre e circulante, alcance os mais diversos horizontes onde ele pode chegar.&nbsp;</div><div><br></div><div>“O encante desse feitiço é a reinvenção dos seres a partir dos cacos despedaçados, da resiliência, transgressão e sabedorias de frestas praticadas durante mais de</div><div>cinco séculos nas margens de cá.”</div><div>Os processos de transgressão feitos a partir da expressão do axé - sua existência e dinâmicas -&nbsp; são essenciais para a sobrevivência de uma perspectiva de educação que seja plural, diversa, que abranja todos os corpos e destrua todas as tentativas dos moldes coloniais de se perpetuar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 02:36:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Representação da Linguagem e o Processo de Alfabetização </title>
         <author>silvialeite3</author>
         <link>https://padlet.com/isadorarodrigues10/73n4q9tjebxq4ms9/wish/2327311480</link>
         <description><![CDATA[<div><em>em alguns momentos da história faz falta uma revolução conceitual. acreditamos ter chegado o momento de fazê-la a respeito da alfabetização.</em><br><br>Após a discussão em sala, eu (Yas) acabei retomando algumas memórias e compartilhei um pouco com Isadora ontem. Na aula, discutimos um pouco sobre as estratégias e mecanismos próprios que o sujeito produz a fim de ajudar no seu próprio aprendizado, como a Gabi que decorava as palavras nos livros de história quando era mais nova. Isso me fez pensar muito no meu processo de aprendizado (que ainda estou passando) em relação ao violão, em como é comum pra mim arrumar outras formas de tocar algumas notas porque elas são muito espaçadas ou não consigo fazer a pestana direito.&nbsp;<br><br>Assim, ao pensar os processos de alfabetização, várias questões são apontadas. Como a criança aprende? Qual é a melhor forma de iniciar o processo de alfabetização, leitura ou escrita?&nbsp;<br>Um dos pontos mais cruciais da discussão trazida, é o fato de que a pedagogia não é neutra, e sendo assim, o ensino tem epistemologia, eixo político e metodologia. A importância de se pensar nisso é principalmente para se entender o motivo de que, nas escolas, é comum a criança ser percebida como um mero objeto, alheio ao conhecimento, que precisa ser educado e aprender a concessões de linguagem criadas pela gramática. De onde vem essa prática?&nbsp;<br><br>Pensar a criança como sujeito social, que descobre e aprende coisas novas todos os dias é importante para uma prática pedagógica humanizada e que respeite o indivíduo como ser ativo do aprendizado. A dicotomia aluno-professor coloca o pedagogo como superior, e não como pertencente a uma relação de prática linguística e do processo de aprendizado conjuntamente com a criança. Essa relação engessada transforma a escola como única fonte do aprendizado "importante" - pois a alfabetização se dá por meio desses preceitos mecânicos e formais - e despreza todo o processo de alfabetização que já acontece ao seu redor, ao interagir com pessoas, objetos, brincadeiras, situações…<br><br>Além disso, a importância de entender e valorizar os mecanismos de aprendizado de cada indivíduo coloca em cheque a padronização da alfabetização, que de certa forma é interessante para o desenvolvimento de políticas públicas e metodologias, mas sempre bate no risco de podar a criatividade e individualidade de cada criança. Por isso, um meio termo é mais que necessário, meio termo esse que valorize esses aspectos. No final tudo volta à questão da epistemologia do processo pedagógico e a necessidade de revisitar e construir novas epistemologias de ensino.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 10:07:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 11 de Outubro</title>
         <author>silvialeite3</author>
         <link>https://padlet.com/isadorarodrigues10/73n4q9tjebxq4ms9/wish/2343011478</link>
         <description><![CDATA[<div>As anotações da última aula nos lembraram uma teoria completamente sem pé nem cabeça de que Tarzan era irmão de Ana e de Elsa, de Frozen. A teoria dizia que, segundo os produtores do filme Frozen, os pais das irmãs de Arendelle não morreram no naufrágio, mas, na verdade, conseguiram chegar até uma ilha tropical e lá mesmo eles arrumaram formas de sobreviver e até mesmo tiveram um filho, morrendo por um ataque de leopardo algum tempo depois, assim como os pais de Tarzan. A teoria já foi negada por não haver nenhuma evidência dessa fala dos produtores, mas ainda assim é um cenário muito interessante de se imaginar.&nbsp;<br><br>Pensando na cultura como um fator que diferencia o desenvolvimento entre humanos e animais, como sugere a teoria vigotskiana, é interessante fazer essa comparação entre Tarzan e as irmãs, visto que viveram em contextos completamente diferentes, um sendo criado por macacos após a perda dos pais e as outras num castelo, tendo acesso aos ensinamentos escolares, à linguagem (não que Tarzan não tenha tido, mas a linguagem dele é organizada diferente da nossa) e ao contato com outros humanos durante seu crescimento. Vale ressaltar, também, a forma como ele aprende as coisas ao longo do filme, mesmo não sendo da maneira convencional, mas ainda assim ele arruma um jeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 11:31:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Padlet final ;) - Isadora, Jéssica, Rafael e Silvia Yasmin (Chat da Isadora)</title>
         <author>isadorarodrigues10</author>
         <link>https://padlet.com/isadorarodrigues10/73n4q9tjebxq4ms9/wish/2418528679</link>
         <description><![CDATA[<div>Se tentássemos aqui iniciar este texto com uma única conceituação para o que seria a aprendizagem, teríamos um oceano de possibilidades de conceitos para escolher. Isso em nada se deve a uma inconsistência teórica ou mesmo do “objeto”, mas sim por algumas perguntas precisarem ser respondidas a priori: aprendizagem onde? para quem? para quê? quando? E assim, quem sabe, conseguiríamos reduzir aquele oceano de conceitos, para mares de conceitos. Fica, portanto, mais do que claro: o processo de aprendizagem não é objetivo, bem como a psicologia também não o é. Sorte a nossa! Isso dá muito pano para manga para que nós concordemos ou discordemos sempre que alguém chegue com um assunto qualquer.&nbsp;<br><br>É interessante nesse ponto notar a completa inexistência de terrenos limítrofes para o aprender, visto que do Whatsapp pode surgir muito conhecimento e informação (alerta: tal afirmação é inválida para bolsonaristas!). Isso porque as salas de aula enquanto ambiente assim como o/a professor/professora enquanto mediador/mediadora são elementos tão reducionistas quanto a tentativa de firmar a aprendizagem enquanto sendo única e exclusivamente X. Como apontamos antes, depende.&nbsp;<br><br>Do mesmo modo é a psicologia, pois as perguntas feitas a ela são em sua maioria respondidas com “depende”: da teoria que se segue, do contexto político, social, econômico em questão, do objeto do qual se pretende falar etc. A psicanálise, a TCC, a sócio-histórica ou qualquer outra perspectiva psicológica, sobre um mesmo objeto, certamente teriam muito a dizer, porém tais enunciados, por muitas vezes, são bastante contraditórios ou até mesmo paradoxais. E claro, como dito, a psicologia não é objetiva e não tem a pretensão de sê-lo, mas para o/a estudante dessa área, isso acaba implicando numa loucura teórica.&nbsp;<br><br>Depois de ter tido contato com tantas visões diferentes acerca dos mais diversos objetos, quando perguntado/as “e aí, tu aprendeu o quê?”, o que vem não é bem uma resposta, é muito mais uma enxurrada de ideias diferentes que precisam de um grande esforço para serem organizadas e sistematizadas, de modo que é a sensação de angústia que se manifesta de forma mais clara. “O que foi mesmo que eu aprendi no final deste semestre?” é a pergunta que acaba sendo feita, mesmo tendo lido centenas de páginas de conteúdo obrigatório, mesmo tendo discutido dentro e fora de sala de aula as tais páginas, mesmo tendo dado opiniões acerca dos conteúdos.&nbsp;<br><br>Por um lado, entendemos que jogar o jogo da psicologia é necessariamente estar em constante crise teórica, no sentido de que o contato com perspectivas diversas e a angústia por não conseguir sistematizar bem o que se estudou é parte integrante do curso. Simplesmente, essa angústia é uma das regras do jogo da aprendizagem nesse campo. Por outro lado, pensamos que, por tais angústias estarem localizadas num campo muito teórico, a prática em psicologia - com o que pretendemos um dia trabalhar - parece muito distante.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, em convergência à proposta de reformulação da grade curricular do curso de psicologia, trazer as matérias com caráter mais prático para os períodos iniciais do curso já seria um importante passo na direção de proporcionar um aprendizado mais calcado numa base “sólida” e sistematizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-13 00:51:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Padlet final ;) - Isadora, Jéssica, Rafael e Silvia Yasmin (Chat da Yasmin)</title>
         <author>isadorarodrigues10</author>
         <link>https://padlet.com/isadorarodrigues10/73n4q9tjebxq4ms9/wish/2418529896</link>
         <description><![CDATA[<div>Se tentássemos aqui iniciar este texto com uma única conceituação para o que seria a aprendizagem, teríamos um oceano de possibilidades de conceitos para escolher. Isso em nada se deve a uma inconsistência teórica ou mesmo do “objeto”, mas sim por algumas perguntas precisarem ser respondidas a priori: aprendizagem onde? para quem? para quê? quando? E assim, quem sabe, conseguiríamos reduzir aquele oceano de conceitos, para mares de conceitos. Fica, portanto, mais do que claro: o processo de aprendizagem não é objetivo, bem como a psicologia também não o é. Sorte a nossa! Isso dá muito pano para manga para que nós concordemos ou discordemos sempre que alguém chegue com um assunto qualquer.&nbsp;<br><br>É interessante nesse ponto notar a completa inexistência de terrenos limítrofes para o aprender, visto que do Whatsapp pode surgir muito conhecimento e informação (alerta: tal afirmação é inválida para bolsonaristas!). Isso porque as salas de aula enquanto ambiente assim como o/a professor/professora enquanto mediador/mediadora são elementos tão reducionistas quanto a tentativa de firmar a aprendizagem enquanto sendo única e exclusivamente X. Como apontamos antes, depende.&nbsp;<br><br>Do mesmo modo é a psicologia, pois as perguntas feitas a ela são em sua maioria respondidas com “depende”: da teoria que se segue, do contexto político, social, econômico em questão, do objeto do qual se pretende falar etc. A psicanálise, a TCC, a sócio-histórica ou qualquer outra perspectiva psicológica, sobre um mesmo objeto, certamente teriam muito a dizer, porém tais enunciados, por muitas vezes, são bastante contraditórios ou até mesmo paradoxais. E claro, como dito, a psicologia não é objetiva e não tem a pretensão de sê-lo, mas para o/a estudante dessa área, isso acaba implicando numa loucura teórica.&nbsp;<br><br>Depois de ter tido contato com tantas visões diferentes acerca dos mais diversos objetos, quando perguntado/as “e aí, tu aprendeu o quê?”, o que vem não é bem uma resposta, é muito mais uma enxurrada de ideias diferentes que precisam de um grande esforço para serem organizadas e sistematizadas, de modo que é a sensação de angústia que se manifesta de forma mais clara. “O que foi mesmo que eu aprendi no final deste semestre?” é a pergunta que acaba sendo feita, mesmo tendo lido centenas de páginas de conteúdo obrigatório, mesmo tendo discutido dentro e fora de sala de aula as tais páginas, mesmo tendo dado opiniões acerca dos conteúdos.&nbsp;<br><br>Por um lado, entendemos que jogar o jogo da psicologia é necessariamente estar em constante crise teórica, no sentido de que o contato com perspectivas diversas e a angústia por não conseguir sistematizar bem o que se estudou é parte integrante do curso. Simplesmente, essa angústia é uma das regras do jogo da aprendizagem nesse campo. Por outro lado, pensamos que, por tais angústias estarem localizadas num campo muito teórico, a prática em psicologia - com o que pretendemos um dia trabalhar - parece muito distante.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, em convergência à proposta de reformulação da grade curricular do curso de psicologia, trazer as matérias com caráter mais prático para os períodos iniciais do curso já seria um importante passo na direção de proporcionar um aprendizado mais calcado numa base “sólida” e sistematizada.</div>]]></description>
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