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      <title>SABER EM MOVIMENTO - Equipe Azul (6º I) by Hiuri Brito</title>
      <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr</link>
      <description>A equipe deve inserir 10 imagens e suas respectivas descrições em relação à temática &quot;A influência africana na culinária brasileira&quot;.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-18 11:07:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-17 16:03:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Acarajé </title>
         <author>lucaszyonzpc10</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852330896</link>
         <description><![CDATA[<div>O acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária africana e <strong>afro-brasileira.</strong> <strong>É</strong> um bolo feito <strong>com</strong> massa de feijão<strong> preto,</strong> cebola e sal <strong>que se</strong> frit<strong>a no</strong> azeite de dendê. <strong>É conhecido</strong> <strong>como Akara no continente</strong> africano <strong>e também é</strong> <strong>chamado</strong> <strong>Kosai,</strong> especificamente no norte da Nigéria. <strong>Em</strong> Gana, por <strong>outro lado,</strong> a iguaria é mais conhecida como koose. <br> Na África Ocidental, onde <strong>é</strong> uma comida de rua muito comum, é servido com pimenta em pó ou molho de tomate picante. <strong>No</strong> Brasil, <strong>principalmente</strong> na Bahia, é servido com pimenta, camarão seco, caruru e vatapá (também uma iguaria africana), e o vinagrete<strong> é adicionado com relativa frequência.</strong> O acarajé faz parte do café da manhã nigeriano. O acarajé é uma especialidade gastronômica da culinária africana e <strong>afro-brasileira.</strong> <strong>É</strong> um bolo feito <strong>com</strong> massa de feijão<strong> preto,</strong> cebola e sal<strong> que se</strong> frit<strong>a no</strong> azeite de dendê. No <strong>continente,</strong> é conhecido como <strong>Akara</strong> e <strong>Kosai.</strong> <strong>É</strong> muito <strong>difundido</strong> na <strong>Bahia</strong> e é feito com <strong>macarrão denden,</strong> vatapá, camarão, tomate e um <strong>pouco de pimenta.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ado</title>
         <author>lucaszyonzpc10</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852331652</link>
         <description><![CDATA[<div>Ado ou Adô é um<strong> alimento</strong> ritual feit<strong>o a</strong> <strong>partir de</strong> milho vermelho <strong>torrado,</strong> moído em moinho e temperado com <strong>óleo</strong> de <strong>palma</strong> e mel, é oferecido principalmente <strong>em</strong> Orixá Oxum e Ogum. <strong>Sobremesa</strong> <strong>afro-brasileira</strong> <strong>à base</strong> de milho torrado e moído, <strong>misturada</strong> com <strong>óleo de</strong> <strong>palma e</strong> mel. (No candomblé, é comida, oferecida a Oxum)<strong> o</strong> <strong>"ado",</strong> diz Querino: <strong>"A farinha de milho</strong> <strong>africana era adicionada ao milho</strong> torrado e <strong>ralada</strong> na pedra, depois de peneirada <strong>...)".</strong> <strong>Da mesma forma,</strong> <strong>Querino informa</strong> sobre <strong>a</strong> <strong>marinada,</strong> que o <strong>fubá (milho</strong> <strong>parecido</strong> <strong>com o</strong> alho) <strong>foi</strong> <strong>torrado</strong> e <strong>temperado</strong> com <strong>"óleo</strong> <strong>fedorento" e</strong> <strong>mel.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:08:17 UTC</pubDate>
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         <title>Farofa </title>
         <author>yasminsantoscoite</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852337281</link>
         <description><![CDATA[<div>A farofa, do <strong>quimbundo,</strong> <strong>a "falofa"</strong> também teve origem na <strong>época</strong> colonial, após <strong>a</strong> <strong>semeadura</strong> da mandioca, grande responsável pela iguaria. <br> Popular no Brasil, acompanha carnes assadas e suas receitas <strong>obviamente</strong> evolu<strong>íram ao</strong> <strong>longo</strong> <strong>dos</strong> anos. ela se faz presente. A farofa, do <strong>quimbundo,</strong> <strong>a "falofa"</strong> também teve origem na <strong>época</strong> colonial, após <strong>a</strong> <strong>semeadura</strong> da mandioca, grande responsável pela iguaria. <br> Popular no Brasil, acompanha carnes assadas e suas receitas <strong>obviamente</strong> evolu<strong>íram ao</strong> <strong>longo</strong> <strong>dos</strong> anos. Farofa é a farinha de mandioca ou farinha de milho escaldada ou torrada, geralmente passada <strong>em</strong> gordura ou manteiga, <strong>à</strong> <strong>qual</strong> podem ser <strong>adicionados</strong> inúmeros outros ingredientes, tais como: bacon <strong>assado,</strong> linguiça frita, <strong>ovos,</strong> carne, tofu ou outros alimentos de origem vegetal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:12:13 UTC</pubDate>
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         <title>Vatapá</title>
         <author>mariaeduardatrabucooliveiraviwvau</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852363973</link>
         <description><![CDATA[<div>Vatapá é um prato típico da culinária afro-brasileira.<br>O seu preparo pode incluir pão molhado ou farinha de rosca, fubá, gengibre, pimenta-malagueta, amendoim, cravo, castanha de caju, leite desnatado, azeite de oliva, cebola, alho e tomate. Pode ser preparado com camarões frescos inteiros, ou secos e moídos, com peixe, com bacalhau ou com carne de frango, acompanhados de arroz. A sua consistência écremosa.O vatapá é de origem africana, e chegou ao Brasil por intermédio dos africanos iorubás com o nome de ehba-tápa.<br>É um prato típico das cozinhas nordestina e nortista e é marca da influência da população negra nessas regiões. É muito divulgado pela Bahia onde em seu feitio acrescentam o azeite de dendê, e serve como um acompanhamento do acarajé. É igualmente popular no Amazonas, no Amapá, no Pará, no Maranhão e em Rondônia, onde a receita sofre variações como a ausência de amendoim (ingrediente original das Américas) e outros ingredientes comuns na versão tradicional. O vatapá é influência da culinária africana trazida pelos africanos escravizados nos navios negreiros, a partir do século XVI. Com zilches ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar sua dieta alimentar, desenvolveram outros pratos, que passaram a ser típicos da culinária brasileira. É exemplo disso o angu, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:31:58 UTC</pubDate>
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         <title>Abará</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852364168</link>
         <description><![CDATA[<div>Abará é um bolinho de feijão fradinho moído cozido em banho maria embrulhado em folha de bananeira. É um prato típico da culinária da África e da cozinha baiana. Também faz parte da comida ritual do candomblé.[1] É feito com a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito. O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho. Desta vez, deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa, acrescentam-se cebola ralada, sal, camarão seco e azeite de dendê.&nbsp;<br>&nbsp;Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal. Os camarões secos podem ser moídos junto com o feijão, preservando-se alguns inteiros.&nbsp;<br>&nbsp;Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, analogamente ao processo usado para se fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho maria. Pode ser comido puro, mas, geralmente, é ingerido com camarão, caruru, vatapá e salada, e, para quem gosta, pimenta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:32:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quibebe</title>
         <author>yasminsantoscoite</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852364333</link>
         <description><![CDATA[<div>Prato típico <strong>nordestino</strong> de origem africana, <strong>à base</strong> de carnedesol ou <strong>carne-seca,</strong> <strong>cozido</strong> e cozido com abóbora. <br> Tem a consistência de um p<strong>irão espesso</strong> e pode ser <strong>aromatizado</strong> com <strong>óleo de</strong> <strong>palma e</strong> <strong>perfume</strong> verde. <br> Embora <strong>a sua</strong> origem seja <strong>polémica,</strong> uma coisa é certa: o <strong>kibeb</strong> <strong>tinha</strong> fortes raízes africanas, sendo os escravos <strong>do sul</strong> os principais <strong>propagadores</strong> <strong>do</strong> nosso território. Hoje a deliciosa receita é famosa não só no Rio Grande do Sul, mas também em <strong>vários</strong> <strong>lares</strong> <strong>brasileiros,</strong> além de ser muito saudável.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>Feijoada</title>
         <author>yasminsantoscoite</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852375492</link>
         <description><![CDATA[<div>Feijoada é um <strong>nome</strong> comum <strong>para</strong> pratos <strong>culinários</strong> de <strong>países e regiões</strong> <strong>de</strong> <strong>língua portuguesa</strong> como Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Timor<strong> Leste</strong> e Macau. Consiste <strong>em</strong> <strong>uma</strong> <strong>feijoada,</strong> <strong>geralmente</strong> com carne e quase sempre com arroz. <br> É um prato criado no <strong>norte</strong> de Portugal <strong>que veio</strong> para o Brasil na época da colonização <strong>dos escravos e</strong> hoje <strong>é</strong> um dos pratos mais típicos da <strong>culinária</strong> portuguesa, <strong>com versões como Trás-os-Montes,</strong> <strong>Poveira, Portuguesa etc. . e</strong> do Brasil, com a chamada feijoada brasileira, feita com <strong>feijão</strong> preto <br> A feijoada é um dos pratos típicos mais <strong>famosos</strong> e populares da culinária brasileira. Comumente <strong>chamada</strong> <strong>de</strong> criação culinária dos <strong>escravos africanos</strong> que vieram ao <strong>Brasil,</strong> <strong>a feijoada</strong> é um dos pratos típicos mais <strong>famosos</strong> <strong>queridos da </strong>culinária brasileira. <strong>É constituído essencialmente</strong> por feijão preto, <strong>várias</strong> partes <strong>de</strong> <strong>🤬,</strong> <strong>enchidos,</strong> farinha e <strong>guarnições</strong> de <strong>legumes</strong> e é <strong>vulgarmente</strong> <strong>conhecido</strong> como uma criação culinária d<strong>e escravos</strong> africanos que vieram para o Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:40:48 UTC</pubDate>
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         <title>Acaçá</title>
         <author>mariaeduardatrabucooliveiraviwvau</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852386048</link>
         <description><![CDATA[<div>Acaçá ou Ecô é um<strong> alimento</strong> ritual do <strong>Candomblé</strong> e da <strong>culinária</strong> <strong>baiana.</strong> Feito com milho branco ou vermelho, que <strong>é</strong> <strong>embebido</strong> em água <strong>durante</strong> <strong>a</strong> <strong>noite,</strong> e <strong>depois deve</strong> ser passado <strong>ao</strong> moinho para formar a massa que será cozida em uma panela com água, mexe<strong>ndo sempre,</strong> até ficar <strong>pronta.</strong> <strong>Isso é</strong> <strong>adivinhado</strong> quando a massa não <strong>se dissolve,</strong> se <strong>cair</strong> em um copo <strong>de</strong> água. <strong>Enquanto ainda</strong> <strong>está quente,</strong> pequenas porções <strong>de</strong> <strong>macarrão</strong> devem ser embrulhadas em <strong>uma folha</strong> de bananeira limpa, assada e cortada em pedaços <strong>do</strong> <strong>mesmo</strong> tamanho, para <strong>que</strong> tudo <strong>fique harmonioso.</strong> <strong><br>&nbsp;Coloque</strong> a <strong>massa</strong> na palma da <strong>sua mão</strong> esquerda e <strong>coloque</strong> a massa. Com o <strong>polegar,</strong> <strong>dobre</strong> a primeira ponta da <strong>massa</strong> sobre a massa, <strong>dobre</strong> a outra ponta e <strong>vire,</strong> fazendo o mesmo do outro lado. <strong>A</strong> forma <strong>resultante</strong> é <strong>a</strong> de uma pirâmide retangular. <br> <br> Todos os orixás recebem <strong>acaçá</strong> como oferenda<strong> Doce da culinária</strong> <strong>afro-brasileira,</strong> feito de milho embebido em água fria, ralado, cozido e embrulhado em folhas verdes de bananeira. <strong>(Combina</strong> com vatapá ou caruru. É feito com leite de coco e açúcar e se chama leite <strong>de acaçá).</strong> [No <strong>Candomblé,</strong> é um alimento sagrado e é dedicado a Oxalá, Nanã, Ibeji, Iêmanja e Exu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>Munguzá</title>
         <author>mariaeduardatrabucooliveiraviwvau</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852437229</link>
         <description><![CDATA[<div>Munguzá ou munguzá é uma iguaria doce feita <strong>com</strong> grãos de milho levemente <strong>moídos,</strong> <strong>brancos ou amarelos, cozidos</strong> em caldo contendo coco ou <strong>leite de</strong> vaca, açúcar, canela em pó ou casca e cravo. O prato faz parte da culinária brasileira, onde é apreciado o ano<strong> todo,</strong> <strong>ao contrário</strong> de outras iguarias de milho, que geralmente <strong>são</strong> <strong>preparadas em</strong> <strong>junho.</strong> <strong><br></strong>&nbsp;<strong>Mungunzá</strong> é comum em várias partes do país, <strong>com diferentes</strong> nomes e <strong>preparações.</strong> <strong>Também há</strong> duas versões salgadas: uma com milho e outra com milho e <strong>feijão,</strong> <strong>encontrados</strong> no sul do Ceará e oeste da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, qu<strong>e utilizam</strong> ingredientes semelhantes <strong>à</strong> feijoada. <strong>Assemelha-se</strong> ao tradicional <strong>prato cabo-verdiano</strong> Cachupa.<strong> </strong><br> No <strong>sul</strong> e <strong>sudeste</strong> do Brasil, e também no Distrito Federal, o mesmo prato é <strong>chamado</strong> <strong>de canjica</strong> ou canjicão.<strong> </strong>Nos estados da <strong>sub-região</strong> do Meio Norte (Maranhão e Piauí), o prato é conhecido como "mingau de milho". No estado do Pará é conhecido <strong>como</strong> "mingau de milho branco".<strong> Nas</strong> religiões <strong>afro-brasileiras</strong> um prato semelhante, mas sem tempero <strong>ou</strong> sal, <strong>é</strong> <strong>chamado</strong> mukunza ou, mais comumente, ebô, um<strong> alimento</strong> ritual na cultura JejeNagô. <br> Etimologicamente, a palavra é de origem africana e <strong>deriva</strong> do <strong>Kimbundo</strong> <strong>mu'kunza,</strong> que em português <strong>significa</strong> <strong>"milho</strong> <strong>cozido".</strong></div><div>&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 21:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>Aluá</title>
         <author>mariaeduardatrabucooliveiraviwvau</author>
         <link>https://padlet.com/hiuri25/73mo93ve40vfgtmr/wish/1852485728</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Alua</strong> é uma bebida fermentada, <strong>feita</strong> com milho ou abacaxi, que pode ser adoçada com açúcar mascavo<strong> ou panela.</strong> <br> <br> Tanto a origem do produto quanto a etimologia da palavra <strong>são</strong> controversas, uma vez que existem preparações <strong>semelhantes</strong> entre os povos africanos e indígenas brasileiros, <strong>bem</strong> como <strong>nos</strong> <strong>continentes</strong> europeu e asiático. <br> <strong><br>&nbsp;Africa</strong> possui <strong>uma</strong> <strong>vasta</strong> <strong>gama</strong> de bebidas fermentadas, <strong>à</strong> base de <strong>grãos nativos, seiva de palma</strong> e fruta fermentada, <strong>posteriormente</strong> adaptadas aos novos produtos originais <strong>americanos,</strong> como o milho e o <strong>ananás.</strong> <br> <br> É o caso da kissanga, <strong>tradicional bebida</strong> caseira <strong>feita</strong> <strong>pelos</strong> Ovimbundu no sul de Angola. Dependendo da região, o ingrediente básico da kissanga pode variar, mas hoje os mais comuns são o milho e o abacaxi. <strong>Muitas vezes</strong> vendida em locais públicos em Angola, esta bebida tem <strong>um sabor</strong> agradável e refrescante. <strong><br><br></strong>&nbsp;Os portugueses <strong>talvez</strong> <strong>conhecessem</strong> algo próximo <strong>de</strong> kvass, das culturas báltica e eslava (Rússia, Ucrânia, <strong>Polónia,</strong> <strong>etc.),</strong> onde <strong>especiarias,</strong> <strong>aromas e especiarias podem ser adicionados à fermentação</strong> induzida por um pedaço de pão de centeio ou outro cereal em <strong>água.,</strong> em algumas versões, beterraba. <strong>Essa</strong> influência pode ter sido a origem do “aluá de <strong>pan”,</strong> <strong>que ainda está presente</strong> no interior do Ceará. <br> <strong><br>&nbsp;No entanto,</strong> é <strong>verdade</strong> que os brasileiros <strong>também preparavam</strong> bebidas fermentadas <strong>à base de</strong> milho, mandioca e frutas nativas como o abacaxi. As técnicas de fermentação variam de acordo com regiões e ingredientes (induzidas <strong>por</strong> enzimas <strong>na</strong> saliva, no caso da mandioca ou <strong>excremento de</strong> milho, ou com leveduras espontâneas, como no caso do pajuaru, caxiri e outros). <strong>De</strong> milho<strong> fermentado com açúcar,</strong> arroz ou <strong>cascas de</strong> <strong>abacaxi.</strong> ou <strong>a cana-de-açúcar,</strong> tradicionalmente <strong>usada como</strong> oferenda aos orixás nas festas populares de origem africana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 22:16:18 UTC</pubDate>
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