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      <title>Descobertas, aprendizados e desconstruções. by Larissa de Rezende Cunha e Laiane Santos Cisneiros de Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi</link>
      <description>Um pladlet escrito por duas universitárias, Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-17 02:53:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Educação, Comunicação, e Tecnologia Digitais (25/02/2022) </title>
         <author>larissarezendec</author>
         <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi/wish/2103151076</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Oi, galera!! Hoje é hora de falar sobre <em>software</em>!! Pois é, quem nunca ouviu esse termo por aí, não é mesmo? Porém, quem realmente sabe o que, de fato, é um <em>software</em>? Podemos dizer que o mesmo é um código, instruções, ou seja, um programa de computador que faz com que o mesmo funcione. Sem esse código o computador não desempenharia funções e seria constituído apenas pela máquina, chamada de <em>hardware</em>.&nbsp; Diante disso, através desses processos de codificação específicos, conseguimos criar, escrever textos, criar vídeos, jogos e desempenhar diversas funções através de <em>clicks</em> nos nossos computadores, tablets, notebooks e outros...<br><br></div><div>É interessante ressaltar que nem tudo era como é hoje!! Nas décadas de 1960 e 1970, a produção de hardware e software eram feitas como uma única unidade, logo, se você adquirisse um computador, ele já vinha com o software integrado, fruto de compartilhamento dos códigos dos programadores. Pensando nesse compartilhamento, o software passa a ser visto como um produto que poderia estar, assim como o hardware, no mercado.&nbsp;<br><br></div><div>Depois disso, a socialização do software acaba e fica na mão da empresa ou do produtor do sistema. Sendo este, um modelo fechado, o software proprietário, ou privado, como também é conhecido, começa a gerar insatisfação pois o conhecimento está restrito apenas ao seu proprietário. Um problema que pode ser mencionado é que, quando possuía erros de desenvolvimento, levava-se muito tempo para reparar já que poucas pessoas estavam envolvidas no trabalho.<br><br></div><div>O cenário gera uma insatisfação e surge então o chamado software livre, denominado por Raymond de “modelo bazar”. Esse modelo é caracterizado pela liberação do código fonte, sendo assim, a liberação do conhecimento. Assim, é possível estudar, modificar, aperfeiçoar um software, não apenas por quem esteja envolvido na criação, mas por aqueles que tenha interesse no desenvolvimento do mesmo!!&nbsp;<br><br></div><div>Com tanto desenvolvimento, interação, GLOBALIZAÇÃO e inovação, não tem como ficarmos insatisfeitos com a luta pelos softwares livres, não é mesmo? Afinal, se pensamos em avanços, precisamos pensar em COMPARTILHAMENTO, UNIÃO, TROCA de informações. Em um modelo, fechado, como nos softwares proprietários o adjetivo em questão acaba por ser... restrição!! Isso dificulta o avanço do conhecimento, não é mesmo??<br><br></div><div>E aí?? Gostaram de saber a história por trás dos avanços dos softwares?!! Achamos incrível perceber, ainda mais, o quanto estudiosos se empenham para que o conhecimento e a tecnologia possam ser democráticos e, assim, melhorar a vida de todos!!<br><br>Escrito por Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 18:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Educação, Comunicação, e Tecnologia Digitais (04/03/2022)  </title>
         <author>larissarezendec</author>
         <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi/wish/2103151474</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Oi, gente!! Estamos por aqui de novo e o tema a ser tratado não poderia ser mais atual... afinal, a educação remota nunca foi tão falada, mencionada, questionada e posta a jogo como nos últimos anos (mais especificamente de 2020 para cá). Durante a pandemia do COVID-19 houve um período de real isolamento, logo uma das grandes preocupações que se fez presente girou em torno da EDUCAÇÃO!! Como ela poderia acontecer se as escolas estavam fechadas, os alunos e professores em casa, com inúmeras restrições?!<br><br></div><div>Diante da situação surgem algumas dúvidas com relação a alguns termos e expressões, afinal você sabe o que significa bem como as diferenças entre <strong>EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, ENSINO HÍBRIDO, EDUCAÇÃO ONLINE E ENSINO REMOTO?&nbsp; </strong>&nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>Vamos juntos pontuar as principais diferenças de cada um... vai ser uma verdadeira viagem no mundo da educação, onde as tecnologias estão imersas, marcando a história e fazendo total diferença na vida das pessoas e principalmente discentes e docentes... Vamos nessa?!!<br><br></div><div>Falar em EaD (Ensino à distância) não é algo novo. Ela já é bem comum e há algum tempo já era ofertada por algumas universidades brasileiras. Para acontecer, segue uma série de regulamentações, e nem todos os cursos podem ocorrer nessa modalidade de ensino. É importante ressaltar que esse ensino não possui como característica necessária a ausência da presencia física de alunos e professores.&nbsp;<br><br></div><div>O ensino Híbrido passou também a ser muito mencionado e discutido. Ele é caracterizado por aula presenciais e atividades realizadas a distância. Aqui é necessário que no projeto pedagógico do curso, bem como plano de ensino da disciplina, descrevam as atividades realizadas a distância, e a carga horária definida para cada uma, deixando claro a forma de integralização da carga horária destinada às atividades on-line.&nbsp;<br><br></div><div>Já a educação online, fenômeno da cibercultura, não é, como muitos pensam, fenômeno do EaD. Esse modelo pedagógico pode ser considerado uma forma de potencializar situações de ensino e aprendizagem, podendo ser mediada em encontros presencias, a distância ou em processos híbridos. Aqui conseguimos interatividade e ensino dinâmico, motivador, com construção de conhecimento colaborativo.<br><br></div><div>Por fim... chegamos a definição do termo ENSINO REMOTO, mais um queridinho da mídia, não é? Rsrsrs... vamos lá!! Como surgiu para suprir, de forma emergencial, não está presente na LDB. O ensino remoto emergencial foi importante para suprir a suspensão repentina das aulas, afinal, não era algo esperado!! Para amenizar o caos que estava instalado, professores, por meio de recursos e plataformas digitais, ou não, afinal os alunos que não possuem condições de assistir ou possuir recursos como computadores e celulares também precisavam de um help!! A solução então, foi disponibilizar atividades impressas, para amenizar a situação!!<br><br></div><div>Pois é gente... finalizamos por aqui!! Nós adoramos esclarecer termos, que durante esse período se confundiram ou foram usados erroneamente!! E vocês?? Gostaram?<br><br>Escrito por Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 18:03:18 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Educação, Comunicação, e Tecnologia Digitais (08/03/2022)  </title>
         <author>larissarezendec</author>
         <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi/wish/2103212119</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>REA</strong>, Recursos Educacionais Abertos. Alguém por aqui já ouviu falar? Pois é!! Para nós o termo é novo e foi muito bacana aprender sobre ele. Vamos juntos aprender ainda mais?!<br>Como o próprio nome diz, os REA, são ferramentas, materiais, que podem ser de ensino, aprendizado e pesquisa. Essas ferramentas facilitam a aprendizagem e podem ser encontradas de formas digitais ou físicas. Com relação ao termo "abertos", podemos afirmar que, mais uma vez, temos um recurso que preocupa-se com um uso dinâmico, aberto, público. Isso, de fato, é de grande importância, já que o dinamismo possibilita um aprendizado enriquecido quando utilizado de forma eficiente e segura.<br>Os REA podem ser inúmeros: anotações, livros didáticos, vídeos, pesquisas, jogos, aplicativos, software,... e outros diversos, mostrando, desse modo, que o meio é amplo. Como vimos, muitos desses recursos, podem ser compartilhados e estar inseridos nos formatos digitais ou ser impressos.<br>Desse modo, compreendemos que este modelo pode ser disseminado de formas distintas e por meios distintos, mas é necessário esteja sob o domínio público, ter licença aberta, para que possa sofre mudanças, adaptações e redistribuições para outros com restrições muito poucas ou até mesmo nenhuma.<br>Percebemos que os Recursos Educacionais Abertos, possibilitam troca e interação, o que, quase sempre acaba por ser pauta de conversa e importância. Mais uma vez, temos um recurso dinâmico e possível de alterações e modificações mediante necessidade de aprendizado. Além disso, por não estar centrado na utilização apenas de instrumentos digitais, promove uma grande inclusão para com aqueles que, muitas vezes, não os possuem. <br>Percebemos ainda, que os REA, são bastante dinâmicos e repletos de possibilidades.&nbsp; <br>E aí? Curtiram conhecer essas possibilidades e infinidades de recursos?? Esperamos que sim, ao menos, tanto como nós!!<br>Que tal agora colocarmos muito do que foi aprendido em prática? Afinal, <strong>criatividade</strong>, <strong>colaboração </strong>e <strong>participação</strong>, são as palavras de ordem!!<br>Abraços!!&nbsp;<br><br>Escrito por Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 20:02:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de educação, comunicação e Tecnologia digitais (11/02/2022)</title>
         <author>larissarezendec</author>
         <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi/wish/2103231527</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Olá, como vocês estão? Das últimas décadas do século 20 para a década de 21 acontecem muitos avanços em relação a tecnologia, e como toda tecnologia quando surge causa estranhamento, pois bem, lá no final do século XX não foi diferente, a lentidão era um fator a ser comentado, pois, para ter acesso a internet precisava ter telefone fixo em casa e o computador usava a linha do telefone fixo, não era acessível, pois era caro e distante da realidade de muitas pessoas. Em 1981, aconteceu o I Seminário de informática na Educação Brasília: Educação e informática, informática educativa ou informática na educação, foi a formação de um grupo de professores e pesquisadores, que depois de pesquisar sobre o assunto, viram que não existiam coisas mais elaboradas voltadas para a educação. O seminário de informática, que aconteceu em Brasília, reuniu esses pesquisadores para pensar sobre como seriam os métodos desse programa, e o primeiro passo foi colocar laboratórios de informática nas universidades, assim possibilitando condições de professores ensinar a informática educativa nas escolas. O segundo seminário, aconteceu no ano de 1982, na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, e com as diretrizes expostas no primeiro e segundo seminário, começam a pensar no primeiro programa, que se chamava (EDUCAM) Projeto Brasileiro de Informática na Educação, que começa em 1983, em cinco universidades, o projeto era de colocar os computadores nas universidades descritas a seguir: Unicamp, UFRGS, UFMG, UFRG e UFPE, pois os pesquisadores dessas universidades também já pesquisavam sobre o assunto e mostraram interesse se inscrevendo nos editais, recebendo apoio do MEC para ter laboratório de informática e trabalhar em pesquisas relacionadas a informática educativa no campus.&nbsp;<br><br>Com o tempo, foi necessário criar centros para descentralizar e levar a informática educativa, também para a educação básica de ensino e com esse objetivo, surge a Implantação dos Centros de Informática Educativa- CIED, que foi um centro de treinamento, que disponibilizava cursos de informática, não sendo necessariamente para educação. Os primeiros cinco CIED foram ligados a essas universidades, mas, depois foram criados outros. No ano de 1989, surge o Programa Nacional de Informática Educativa, o PRONINFE, que tinha uma característica diferente do CIEP, pois, o foco deles era atingir os professores, buscando concretizar a formação dos professores para que trabalhassem nos centros.<br><br></div><div>Sobre o conceito de ferramenta, o livro não é ferramenta e a tecnologia digital também não, ela é um elemento para estruturar a prática, é um elemento para auxiliar os professores. Em 1996, executam o programa- Diretrizes do FMI, pacotes institucionais, em que A FMI era o grande responsável da dívida externa do Brasil e que para a educação foi disponibilizado programas da TV escola de acordo com os PNC, e também era uma visão de informática seguindo instruções dos EUA. Na TV escola, muitas vezes as aulas não tinham relação com a regionalidade e nem com o conteúdo que deveria ser ofertado para os alunos, assim, dificultando a adesão do que a tecnologia poderia ter sido trabalhada e continua se repetindo nos próximos programas. Em 1997- O proinfo, o programa tinha interesse de formar professores para serem multiplicadores, onde implantou-se os NTE- para trabalhar em núcleos que atendiam as escolas que recebiam os laboratórios de informática do MEC. Com o decorrer do tempo, aconteceram problemas em relação a ao uso dessa tecnologia em escolas públicas, principalmente nas zonas rurais. Diante disso, surge em 2012, o PRONA Campo, onde o governo Dilma tem a atitude de comprar laptops para as escolas do campo. É um assunto extenso e muito interessante de ser lido, obrigado por chegar até aqui!!!<br><br>Escrito por Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 20:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Educação, Comunicação e Tecnologias Digitais (18/02/2022)</title>
         <author>larissarezendec</author>
         <link>https://padlet.com/larissarezendec/73gcdticbosiiegi/wish/2103268524</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Oi gente, vamos debater sobre a inclusão digital no Brasil, primeiramente, é importante falar que para implantar medidas de inclusão, se faz necessário que os professores e alunos estejam aptos a recebê-las, em nosso país existe uma lacuna muito grande a ser preenchida, muitas pessoas não tem e nunca tiveram a chance e o acesso à internet, se falamos em inclusão é porque existe a exclusão, esses foram temas que instigaram discursões ao sociólogo e pesquisador francês Robert Castel, na década de 70, para ele e para outros sociólogos que debatem por meio das políticas públicas e da nossa sociedade capitalista e nos faz refletir sobre o que seja a inclusão, não é concreto, é estruturado, está no campo ideológico, a inclusão se tratava de integração e a exclusão era todo um processo que levava o cidadão aquela situação em que ele se encontrava, com isso, programas foram criadas com a tentativa de solucionar esses impasses, um deles foi o “sociedade da informação” para que a informação pudessem chegar em locais de difícil acesso, como por exemplo, as escolas do campo, que não é comum o acesso à internet.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>A inclusão digital veio com o intuito de melhorias nos obstáculos vivenciados pela nossa sociedade, principalmente para as pessoas que são excluídos por diversos fatores, um deles é a sua condição financeira. Existem políticas públicas voltadas para as inclusões digitais, mas em alguns casos não existe suporte para tornar a inclusão acessível, assim prejudicando também a ideia de auxilio da tecnologia no apreendizado do discente. No final da década de 1980, aconteceu um investimento no desenvolvimento tecnológico por parte de alguns países, porém, apenas nos anos 2000, houve a migração para a área das tecnologias. No nosso país, o direito do acesso da comunicação e informações provocou as discursões sobre a inclusão digital. Com isso, programas foram criados como UCA, PROINFO, PBLE e Brasil conectado.<br><br>Escrito por Laiane Cisneiros e Larissa de Rezende.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 22:28:48 UTC</pubDate>
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