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      <title>Meu padlet Sebastianista by Mónica Ferreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005202</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Introdução</strong></p><p><br></p><p>  D. Sebastião, filho do príncipe D. João e de D. Joana de Áustria, nasceu em 1554, em Lisboa, e morreu em 1578, em Alcácer Quibir. Foi o décimo sexto rei de Portugal, tendo reinado entre os anos 1557 a 1578.</p><p>  Foi apelidado de "o Desejado" uma vez que os filhos de D. João III, avô de D. Sebastião, morreram cedo, sem descendência. O último foi João Manuel, o último possível herdeiro do trono, mas que morreu antes de seu filho nascer. Assim, a continuação da Dinastia de Avis após a morte de D. João III dependeria desse bebé por nascer. Os últimos tempos da gravidez foram de grande ansiedade, já que herança do trono estava dependente da mesma, assim como a manutenção da independência, o que só aconteceria e desejava se a criança sobrevivesse e fosse do género masculino. É também memorado como "O Encoberto" ou "O Adormecido", devido à lenda que se refere ao seu regresso numa manhã de nevoeiro, em prol da nação.</p><p>  </p><p>  A 27 de janeiro, ao seu oitavo dia de vida, foi batizado pelo Cardeal D. Henrique, irmão do rei D. João III, e recebeu o nome de Sebastião por ter nascido no dia de São Sebastião.                                              </p><p>Com dois anos de idade, o seu avô, o rei enfermo, chamou-o à sua presença, para brincar. Quando o rei pediu água, trouxeram dois copos, um fechado para o rei e outro aberto para D. Sebastião. Vendo isto, o menino começou a chorar, querendo um copo como o do avô, que comentou "Cedo quereis reinar". A 11 de junho de 1557, morre D. João III e D. Sebastião torna-se rei com apenas três anos, quatro meses e vinte e dois dias de vida.</p><p><br></p><ol start="2"><li><p><strong>Vida pessoal</strong></p></li></ol><p><br></p><p>  Apesar da sua importância e grande destaque histórico, teses sustentadas por historiadores da Universidade de Virgínia nos Estados Unidos, mais especificamente por Harold Johnson, indicam o rei português, para além da governação, do país enfrentou sérias perturbações e traumas.</p><p>  D. Sebastião cresceu sem os seus pais. D. Joana, a mãe, teve de o deixar aos 3 meses para ir para Castela, a mando do seu irmão, Filipe II. D. João Manuel, o pai, morreu 18 dias antes de ele nascer, como já se havia referido anteriormente. O tio-avô, cardeal D. Henrique, inquisidor-geral do reino, escolheu para tutor do futuro rei o padre jesuíta Luís Gonçalves da Câmara, descrito pelos cronistas como "gago", "feio" e "cego de um olho".</p><p>  D. Sebastião foi diagnosticado com gonorreia antes dos 10 anos, altura em que passou a expelir regularmente ﬂuidos seminais que poderiam ser confundidos com ejaculações nocturnas, mas sendo tão novo, o historiador rapidamente descartou essa hipótese. O facto de se tratar de uma doença sexualmente transmissível levou Harold</p><p>Johnson a apontar vários indícios de que o rei sofreu abusos sexuais do sacerdote.</p><p><br></p><p>  A cegueira de que Luís Gonçalves da Câmara sofria é uma das sequelas possíveis da gonorreia. Um aio do rei avisou a avó de D. Sebastião, a rainha D. Catarina de Áustria, de que o padre jesuíta já conhecia os hábitos e naturezas do rapaz e que rapidamente passaria a controlar a sua mente. Esta escolha de palavras deixa possivelmente subentendido que já teria abusado do monarca. Em 1566, a rainha Catarina afastou o jesuíta da corte, mais um indício de que suspeitava da relação do padre com o seu neto.                                          </p><p>                                                                        </p><ol start="3"><li><p><strong>Lenda de D. Sebastião</strong></p></li></ol><p><br></p><p>  No dia 4 de agosto de 1578, D. Sebastião liderou as tropas portuguesas no norte de Marrocos, disposto a aliviar a pressão dos mouros sobre as fortalezas portuguesas. Devido à inexperiência do jovem rei, os portugueses sofreram grandes baixas, incluindo a do próprio monarca que, apesar de ter os seus restos mortais enterrados no Mosteiro dos Jerónimos, ainda permanece no imaginário da sociedade como o “Rei Adormecido”, que regressará numa manhã de nevoeiro para livrar Portugal de todo o mal. O seu desaparecimento transformou-o no “Encoberto”, envolvendo-o ainda mais em misticismo. Para além da falta de experiência do rei, havia outro fator que se tornaria importante para o futuro do império: o rei não tinha herdeiros.</p><p>  Em Alcácer, há relatos que, durante a noite, os cavalos do inimigo galopavam entre o acampamento sem serem vistos, para aumentar a insegurança das tropas portuguesas.</p><p>  O seu desaparecimento criou diversos problemas para o império português. Sem herdeiro ao trono, houve várias tentativas de trazer substitutos, mas nenhum conseguiu manter a legitimidade da realeza, tornando o trono português uma presa fácil para o trono espanhol que já há muito tentava unificar a península ibérica.</p><p>  Contudo, o inconformismo do povo português, com a maneira e falta de certezas sobre a real morte de D. Sebastião, permitiu que houvesse esperança de que  o jovem rei pudesse retornar e clamar o trono de volta.</p><p>Segundo a lenda de D. Sebastião, numa manhã de nevoeiro, assim como ele desapareceu por entre os seus homens em combate no seu cavalo branco, ele retornaria para salvar o reino de Portugal. Ele tornar-se-ia na única esperança do povo lusitano, para devolver a mítica e o propósito de luta portuguesa.</p><p><br></p><ol start="4"><li><p><strong>Lenda do Cavaleiro Negro</strong></p><p><br></p></li></ol><p>  D. Sebastião, rei de Portugal, desejoso por combater em África, procurou apoio junto do seu tio, D. Filipe II de Espanha. Nesse sentido, escolheu D. Pedro de Alcáçova como embaixador para tal missão.<br></p><p>  Honrado com a preferência, D. Pedro aproveitou a ocasião para falar com o rei sobre um facto insólito: havia já alguns dias que um jovem cavaleiro, vestido de negro e com uma expressão sofredora, rondava o palácio, pedindo uma audiência com o rei.</p><p>Sem quaisquer credenciais, o jovem cavaleiro de negro tinha como único traço identificador uma miniatura do escudo do próprio rei.</p><p>  Curioso, D. Sebastião ordenou que o trouxessem à sua presença. O cavaleiro de negro dizia ter 18 anos e ser órfão. A razão que o levava à presença do rei era que, em terras árabes, havia aprendido a ler o futuro, tendo previsto certos presságios para D. Sebastião: se este teimasse em prosseguir os seus desejos de combater no Norte de África, desapareceria como fumo e o seu povo chorá-lo-ia por muitos anos.</p><p>  O cavaleiro, que tinha como único desejo salvar o rei, resolveu então revelar-lhe a sua verdadeira identidade. O seu traje masculino escondia um corpo de mulher. D. Sebastião mandou-a embora, dizendo que nunca mais a queria ver. A jovem respondeu- lhe que o rei ainda a iria ver muitas vezes e que aquelas visões não eram mensagens de      amor, mas presságios de morte.</p><p>  Algum tempo depois, um violento incêndio deﬂagrou na Rua do Príncipe, fazendo inúmeras vítimas e, de seguida, fortes chuvas inundaram o centro da cidade. Por      fim, a peste abateu-se sobre os lisboetas.</p><p>  Estava o rei no acampamento militar, juntamente com os seus fidalgos, quando avistou um cavaleiro negro montado num cavalo branco cujas patas se tinham embaraçado nas cordas que sustentavam a tenda do rei. Mas que, logo que se libertou e desapareceu no horizonte. D. Sebastião nem quis ouvir os fidalgos que o avisavam de que se tratava de mais um presságio, nem aceitou modificar os planos de batalha e avançou para o seu destino fatal.</p><p>  Em plena batalha, estavam os portugueses a sofrer muitas baixas, prevendo-se uma pesada derrota, quando apareceu o cavaleiro de negro no meio dos soldados.</p><p>Conta a lenda que D. Sebastião, alucinado, seguiu o cavaleiro, desaparecendo para sempre.</p><p>  Assim como na lenda tradicional de D. Sebastião, o rei é ainda hoje esperado pelo povo português, que crê que ele regressará numa manhã de nevoeiro.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Trabalho realizado por: </strong>Rita Pereira, Santiago Pereira, Santiago Poças<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na História da monarquia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005204</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                         </p><p>D. Sebastião foi um rei de Portugal que reinou de 1557 até sua morte em 1578.</p><p>A sua história é marcada pela sua personalidade idealista e os seus esforços para expandir o império português, principalmente por meio de empreendimentos militares no norte da África. É mais conhecido pela sua desastrosa expedição a Marrocos em 1578, onde foi morto na Batalha de Alcácer-Quibir, aos 24 anos de idade. Sem deixar descendentes diretos, o seu desaparecimento levou a uma crise sucessória em Portugal, resultando na união pessoal entre Portugal e Espanha sob o domínio do rei espanhol Filipe II, iniciando um período conhecido como a União Ibérica.</p><p>D. Sebastião é muitas vezes lembrado na história portuguesa como "O Desejado", pois o seu regresso, mesmo que miraculoso, era o que todos os portugueses desejavam. E há a ideia generalizada de que o cognome de "O Desejado" vem desta ânsia pelo seu reaparecimento. Na realidade, ele era "O Desejado" desde a nascença e de muito antes da batalha de Alcácer Quibir. Neto de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://D.Jo">D.Jo</a>ão III, era filho do Infante João Manuel que morreu antes do nascimento de D. Sebastião.</p><p>Todos os filhos de D. João III morreram cedo, sem descendência. O último foi João Manuel, último herdeiro do trono, que morreu antes do seu filho nascer. Assim, a continuação da dinastia após a morte de D. João Ill dependeria desse bebé por nascer. Desde a morte de João Manuel até ao nascimento de Sebastião, não se sabia se a criança nasceria viva ou não, e se seria rapaz ou rapariga. Os últimos tempos da gravidez foram de grande ansiedade, porque se jogava a herança do trono e a manutenção da independência, o que só aconteceria - o que se desejava - se a criança sobrevivesse e fosse masculina. Aconteceu o que se desejava.</p><p>Desde cedo que a saúde de D. Sebastião se apresentou frágil. Entre os nove e os dez anos de idade terão começado os seus problemas de saúde com indícios de perturbações renais e, passados três anos, surgem febres, tonturas e desmaios, para além de expelir regularmente fluidos seminais que, segundo alguns investigadores, quanto maior fossem os esforços físicos de natureza desportiva que o monarca tanto apreciava, maiores seriam esses fluidos, podendo tratar-se de uma uretrite, espermatorreia ou até gonorreia.</p><p>O seu pai era um homem doente e a sua mãe poderá ter-lhe transmitido uma doença de cariz sexual - a gonorreia - eventualmente já patente no sangue do seu progenitor, considerando que se dizia que a paixão do casal era tão notória e o seu relacionamento tão ofegoso que tiveram de os separar para não haver escândalos na corte.</p><p>Perante esta situação, nada poderá contrariar uma eventual aventura amorosa de D. João Manuel com mulheres públicas, sendo Alfama, na época, um dos locais muito procurados por homens aventureiros, que, ao que sabemos, o próprio D. Sebastião também conhecia, se não em consumação de atos considerados impróprios para a sociedade lisboeta do seu tempo, pelo menos teria tido contatos ou sabia da existência de mulheres relacionadas com essa função.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Carolina Serra nº3 e Teresa Bento nº13 - Turma 11.º 12     </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sebastianismo em Portugal e pelo mundo</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005205</link>
         <description><![CDATA[<p>  O sebastianismo foi uma crença ou movimento profético que surgiu em Portugal, em fins do século XVI, como consequência do desaparecimento do rei D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578, que gerou uma crise de sucessão em Portugal.</p><p>O sebastianismo transcendeu o domínio religioso e político, tornando-se um elemento importante da cultura popular portuguesa. Inspirou diversas manifestações artísticas, na literatura, música e arte, especialmente durante os períodos de crise e opressão.</p><p>Na literatura, autores como Luís de Camões exploraram temas de saudade e esperança, enquanto na música, o fado muitas vezes retrata a melancolia e a nostalgia associadas ao sebastianismo. Na arte, pintores como José de Almada Negreiros representaram a figura de Dom Sebastião nas suas obras, simbolizando a busca por redenção e renovação.</p><p>  Com o aparecimento dos chamados falsos "D. Sebastião", aquilo que era uma crença difusa acabou por ganhar contornos políticos mais definidos, e em alguns casos mais preocupantes para Madrid que era a sede da União Ibérica. Vários pretendentes tentaram passar-se pelo rei desaparecido e foram punidos com a morte.</p><p>  Um caso emblemático foi o de “Confeiteiro de Madrigal”, um jovem de nome Gabriel de Espinosa, que tinha mulher e filho, era bonito, sabia falar francês e alemão, mas não português e assegurava que tinha esquecido a língua no cativeiro. Como condenação,       foi enforcado.</p><p>  Outro caso emblemático e importante foi o do "Sebastião de Veneza", um calabrês, Marco Túlio Cattizzone, que se fizera passar por D. Sebastião. Cattizzone tinha mulher e filhos vivos, mas, ainda assim, foi tão convincente que, por pouco, não escapou com vida, já que, exceto pelo facto de não falar português, houve pessoas próximas a Dom Sebastião que garantiram estar na presença do próprio. Mesmo assim, todos acabaram condenados à morte. O Sebastião de Veneza obteve o apoio de vários fidalgos, letrados e religiosos portugueses.</p><p>O sebastianismo também inﬂuenciou certos movimentos brasileiros em todo o país, desde o Rio Grande do Sul até ao norte do Brasil, principalmente no início do século XX.</p><p>Destacam-se, assim, dois movimentos sebastianistas no interior do estado de Pernambuco, que, segundo a crítica aos movimentos na época, tiveram um caráter político-religioso violento e com líderes fanáticos, que ludibriavam a população de boa- fé, já vítima dos problemas da seca. O primeiro movimento é conhecido como “A Tragédia da Pedra Bonita”. Foi criada uma espécie de reino na localidade de Pedra Bonita, na Serra Formosa, por João Antonio dos Santos. Como o sucessor de João Antonio, João Ferreira, pregava que o rei D. Sebastião só voltaria se a Pedra Bonita fosse banhada de sangue, foi promovido um grande massacre no qual morreram 87 pessoas.</p><p>  No Maranhão, há a crença, especialmente na ilha dos Lençóis, no litoral do estado, de que o rei D. Sebastião viveria nesta ilha, havendo muitas lendas em torno de sua figura, como a sua transformação num touro negro encantado, com uma estrela na testa.</p><p>  Além disso, o sebastianismo inﬂuenciou movimentos políticos e sociais, como a Revolução de 1640, que resultou na restauração da independência de Portugal. Mesmo após a restauração da monarquia portuguesa, a lenda de D. Sebastião continuou a</p><p>inspirar o imaginário popular, manifestando-se em diversas formas, ao longo dos séculos.</p><p>  Embora o sebastianismo seja frequentemente associado ao passado histórico de Portugal, a sua inﬂuência perdura até aos dias de hoje, reﬂetindo a profunda ligação entre mito, cultura e identidade nacional.<br><br>Localizada na Praça Gil Eanes, esta escultura é da autoria de João Cutileiro.</p><p>        Inaugurada em 1972, perpetua a memória de D. Sebastião que elevou Lagos a cidade,  em 1573, e daqui partiu, em 1578, à conquista de Alcácer Quibir, na fatal expedição militar a Marrocos.</p><p>Contrariamente ao retrato pintado por Cristóvão de Morais, esta escultura é notoriamente menos detalhada, menos formal e principalmente, menos elegante. As pinturas do antigamente favoreciam os monarcas e a realeza em geral para que estes correspondessem aos padrões da sociedade e pudessem assim ser mais aceites por ela.</p><p><br></p><p><strong>Trabalho realizado por: </strong>Rita Pereira, Santiago Pereira, Santiago Poças</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na Pintura</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005206</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pintura, exemplificamos com o retrato do rei D. Sebastião, de Cristóvão de Morais, no Museu Nacional de Arte Antiga. Nele vemos vê o monarca, na sua armadura, com um cão ao seu lado.</p><p>Este não foi o único retrato pintado por Cristóvão de Morais, várias telas foram enviadas a D. Catarina com o intuito de completar a coleção de retratos de Habsburgos.</p><p><strong> </strong></p><p>Trabalho realizado pelas alunas da turma 11.º06, Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sebastianismo - &quot;A morte deu-lhe vida ilimitada&quot;

 </title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005207</link>
         <description><![CDATA[<p>A necessidade de Portugal em afirmar a sua história em grandes acontecimentos revela a necessidade "de esconder de si mesmo a sua autêntica situação de ser histórico em estado de intrínseca fragilidade. Não fomos, nós somos uma pequena nação que desde a hora do nascimento se recusou a sê-lo sem jamais se poder convencer que se transformara em grande nação" (Lourenço, 1992, p.19).</p><p><br></p><p><br></p><p>Trabalho realizado pelas alunas da turma 11.º06: Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12.</p><p><br></p><p><strong> </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na Música e no Teatro</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005209</link>
         <description><![CDATA[<p>Quanto às artes performativas, existe uma ópera de Gaetano Donizetti, “Dom Sébastien, roi de Portugal“, que estreou a 13 de novembro de 1843 na Ópera Le Peletier, em Paris.  </p><p>É uma ficção histórica sobre D. Sebastião e a trágica expedição de Alcácer Quibir.</p><p><br></p><p>No que diz respeito à música português, apresentamos “Os Demónios de Alcácer-Quibir” de Sérgio Godinho.</p><p>“A LENDA D'EL REI D. SEBASTIÃO”, do quarteto 1111 liderado por José Cid, conta-nos a curta história do rei.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado pelas alunas da turma 11.º06, Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12</p><p><strong> </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião em Mensagem de Fernando Pessoa</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005210</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fernando Pessoa - Mensagem</strong></p><p><br></p><p>“Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a Sorte a não dá.</p><p>Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está</p><p>Ficou meu ser que houve, não o que há.</p><p><br></p><p>Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ía.</p><p>Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?</p><p><br></p><p>A Mensagem, cujas poesias componentes foram escritas entre 1913 e 1934, é a obra-prima onde Fernando Pessoa imprimiu o seu ideal patriótico, sebastianista e regenerador. É uma obra nacional, uma versão moderna, espiritualista e profética de Os Lusíadas.</p><p>  A Mensagem apresenta um carácter profético, visionário, pois antevê um império futuro, não terreno, e ansiar por ele é perseguir o sonho, a sede do absoluto, a ânsia do impossível, a loucura. </p><p>D. Sebastião é o mais importante símbolo da obra que, no conjunto dos seus poemas, se alicerça num sebastianismo messiânico e profético.</p><p>  Menciona-se a morte das energias de Portugal simbolizada no “nevoeiro”; dá-se afirmação do sebastianismo representado na figura do “Encoberto”.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Rita Pereira, Santiago Pereira, Santiago Poças</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>O mito sebastianista</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005212</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a morte do rei, houve casos de pessoas que disseram ser D. Sebastião. Essas histórias terminaram, na maioria das vezes, com os farsantes sendo condenados à morte. Um desses impostores, o "Sebastião Italiano", foi um homem que ganhou grande notoriedade e sua farsa teve uma duração muito maior do que poderia ser esperado: cinco anos.</p><p>Apesar disso, a mentira era óbvia, afinal, ele não falava português e era bem diferente do monarca falecido, tendo cabelos escuros em vez de claros.</p><p>Como morreu jovem e sem descendência na batalha de Alcácer Quibir, D. Sebastião causou uma crise dinástica e a perda da independência. Para lidar com esse infortúnio, criou-se a lenda de que o rei não tinha morrido e que voltaria um dia numa manhã de nevoeiro, libertando o país.</p><p>Também a literatura chorou, com a perda de D. Sebastião, o desfazer das esperanças desmedidas, a ruína dum povo que, havia pouco, deslumbrara o mundo com os Descobrimentos e a criação de um grande Império. Foi então que surgiu, como instintiva reação, o sebastianismo.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Carolina Serra nº3 e Teresa Bento nº13 - Turma 11.º 12       </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>O mito sebastianista em Frei Luís de Sousa</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005213</link>
         <description><![CDATA[<p>Na obra Frei Luís de Sousa, surge o mito sebastianista, desde o início, no conflito vivido pelas personagens, na medida em que a crença no regresso de D. Sebastião implicava idêntica possibilidade da vinda de D. João de Portugal, que combatera ao lado do rei na batalha de Alcácer Quibir, o que, desde logo, colocaria em causa a legitimidade do segundo casamento de D. Madalena.</p><p>Esse sentimento sebastianista é personificado principalmente por Maria e por Telmo, mas também, em parte, por Madalena, ainda que com uma conotação negativa, consiste no facto de a expectativa do regresso de D. João de Portugal arrastar consigo o regresso do rei, desaparecido na mesma batalha (Alcácer Quibir - 1578).</p><p>Telmo Pais é, sem dúvida, a personagem sebastianista por excelência. Aio de D. João de Portugal, cultiva, durante quase toda a peça, a esperança de que o seu amo regresse. Ironicamente, será no reencontro com D. João que a sua posição se alterará, tomando o partido, ainda que involuntário, por Maria de Noronha. Maria, por sua vez, é idealista, estimada, perspicaz e culta. O seu gosto pela leitura leva-a a ter uma imaginação fértil e, muitas vezes, delirante. Vibra com a hipótese de regresso do rei D. Sebastião, sem ter em conta que ele poderá significar também o retorno do primeiro marido da mãe.</p><p>O sebastianismo em Frei Luís de Sousa representa, assim, a sobreposição do emocional em relação ao racional, do pressentimento sobre a razão. O desfecho, ainda que muito trágico - e aí difere substancialmente de um eventual regresso de D. Sebastião -, contribuiria para o recrudescer do mito sebastianista: apesar de todos os anos que passaram e das buscas efetuadas em vão, o improvável e o indesejável aconteceram mesmo, 21 anos depois.</p><p>Há vários momentos em que se verificam referências ao mito sebastianista na obra, como por exemplo:</p><p>- no ato I, cena II, no primeiro diálogo com Dona Madalena que censura o velho aio Telmo pelas suas crenças sebastianistas;</p><p>- no ato I, cena Ill, em que as crenças de Telmo são assinaladas pela jovem Maria de Noronha, que acredita no regresso de D. Sebastião;</p><p>- com a ocorrência do incêndio na casa de Manuel Sousa Coutinho, que permite a mudança de espaço físico para o palácio de D. João de Portugal e o contacto com o retrato de D. Sebastião.</p><p>Nesta obra, o mito sebastianista assume uma conotação negativa, pois é perspetivado como sinal de paragem no tempo, estagnação e de sacrifício do herói na catástrofe final.</p><p>Almeida Garrett tem como intenção, ao abordar o mito sebastianista na sua obra, mostrar que a espera do retorno de D. Sebastião é símbolo de uma problematização do modo de ser português e da autointerrogação de Portugal como país que busca a sua identidade e não a encontra.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Carolina Serra nº3 e Teresa Bento nº13 - Turma 11.º 12       </p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Frei Luís de Sousa e Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005214</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura interpretativa de Frei Luís de Sousa não pode esquecer a atuante presença do Sebastianismo e o que este mito do "Desejado" significava na conceção  de Portugal: uma nação à procura da sua identidade, assombrada por mitos do passado.</p><p>  A possibilidade teórica do regresso de D. Sebastião é simbolicamente representada na peça pelo regresso de D. João de Portugal, na figura do Romeiro. As personagens que melhor simbolizam a esperança no seu regresso são Telmo e Maria.</p><p>  Ao longo da peça, são várias as referências expressas à mítica figura de D. Sebastião que, segundo Garrett, inserem esta obra "no rico intertexto e interdiscurso literário e cultural do Sebastianismo".</p><p>Na obra Frei Luís de Sousa é feita uma critica, através do Sebastianismo, ao Portugal da época, isto é, através das personagens Telmo e Maria, que representam o Portugal velho, aquele que Almeida Garrett pretendia criticar, como um país que acredita profundamente que aquilo que deseja um dia vai acontecer, mas simultaneamente fica à espera que aconteça sem implicação da sua responsabilidade. Não faz nada para mudar qualquer situação em que se possa encontrar, limitando-se a esperar que alguém faça por "ele". Por outro lado, através da personagem Manuel de Sousa Coutinho, Garrett faz alusão ao Portugal novo, aquele que o escritor defende e deseja, um Portugal futurista, moderno e prometedor.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Rita Pereira, Santiago Pereira, Santiago Poças</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na escultura - Rossio</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Diz-se que, em todas as representações de D. Sebastião, o rei parecia mais bonito do que na vida real, mas que, na verdade, era um homem bastante desprovido de beleza e há quem diga que tinha a cara deformada.</p><p>Há uma estátua na estação do Rossio, em Lisboa. Infelizmente, esta acabou por ser destruída em 2016 por um turista que decidiu nela empoleirar-se para tirar uma <em>selfie</em>. A estátua de 126 anos ficou muito danificada e foi substituída por uma réplica em 2021.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Carolina Serra nº3 e Teresa Bento nº13 - Turma 11.º 12 </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na escultura - Praça Gil Eanes</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estátua situada na Praça Gil Eanes, da autoria de João Cutileiro, inaugurada em 1973, em memória de D. Sebastião.</p><p><br></p><p>Martim Marques, Matilde Fontinha, Sofia Martins, 11º6</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na escultura - Gulbenkian </title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na escultura, destacamos a estátua de José de Guimarães “Rei D. Sebastião”, uma representação de D Sebastião que foi inspiração para o autor, pois este também fez parte de uma aventura em África e, tal como podemos observar pelos símbolos, este artista é influenciado pela cultura africana, esta escultura pode ser observada no centro de arte moderna, Gulbenkian.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12 do 11º6.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Sepultura de Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>D. Sebastião permanece sepultado até os dias de hoje no Mosteiro dos Jerónimos.</p><p><br></p><p>Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12 do 11º6.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião em Folhas Caídas, de Almeida Garrett</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em <em>Folhas Caídas</em> de Almeida Garrett, D. Sebastião é retratado de uma maneira mais romântica e nostálgica, explorando o seu desaparecimento e o impacto que teve na identidade portuguesa, especialmente durante o período da restauração da independência.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por Carolina Santos n.º3, Ema Silva n.º8 e Inara Machado n.º12 do 11º6.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião em A Mensagem, de Fernando Pessoa</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>“D. SEBASTIÃO</p><p>REI DE PORTUGAL</p><p> </p><p>Louco, sim, louco, porque quis grandeza</p><p>Qual a sorte a não dá.</p><p>Não coube em mim minha certeza;</p><p>Por isso onde o areal está</p><p>Ficou meu ser que houve, não o que há.</p><p> </p><p>Minha loucura, outros que me a tomem</p><p>Com o que nela ia.</p><p>Sem a loucura que é o homem</p><p>Mais que a besta sadia,</p><p>Cadáver adiado que procria?”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>           Em Itália ouve quem se passasse por D. Sebastião, após a sua morte. Quem cometia tal ato acabava por ser descoberto e condenado à morte.</p><p>            Curiosamente o impostor que durou por mais tempo, 5 anos, era conhecido como o "Sebastião Italiano", mas nem falava português nem tinha a mesma cor de cabelo do rei.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/desventuras/morte-precoce-lenda-e-impostor-veja-5-curiosidades-sobre-o-rei-dom-sebastiao.phtml">Aventuras Na História</a> (Visitado em 9/4)</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por Afonso Cabral / Artur Soeiro / Francisco Magro – 11.º 6</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na Música</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005224</link>
         <description><![CDATA[<p>A história sobre D. Sebastião é frequentemente retratada através de composições que exploram o seu mito e o mistério em torno do seu desaparecimento durante a Batalha de Alcácer- Quibir em 1578. No entanto, sua morte prematura e sem herdeiros diretos levou a um período de crise e instabilidade em Portugal.</p><p>Muitas músicas abordam a figura de D. Sebastião de forma poética e melancólica, refletindo sobre a sua morte precoce e as consequências para Portugal. Elas podem evocar o seu idealismo e o seu desejo de reconquistar terras na África ou podem explorar os mitos que surgiram em torno do seu desaparecimento, como a crença popular de que ele voltaria um dia para salvar Portugal da sua hora mais sombria.</p><p>Além disso, algumas composições também podem contextualizar o reinado de D. Sebastião, no contexto mais amplo da história portuguesa, destacando a influência dos descobrimentos e das conquistas ultramarinas durante o seu governo.</p><p><br></p><p><br>Artistasportuguesescontemporâneosebandasdemúsicacomo“Quarteto1111”Possuem a faixa “El-Rei D.Sebastião”.</p><p><br></p><p>A música "El-Rei D. Sebastião" aborda o mito em torno do desaparecimento de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578. A letra evoca o sentimento de esperança e expectativa que rodeava o rei português na época de sua morte, sugerindo a crença popular de que ele poderia retornar para salvar Portugal dos seus problemas futuros. O regresso será no meio do nevoeiro, montado no seu cavalo.</p><p>A música é marcada por arranjos instrumentais distintos e uma atmosfera poética, características que são comuns nas composições do Quarteto 1111. "El-Rei D. Sebastião" é uma das músicas mais emblemáticas da banda e continua a ser lembrada como uma contribuição significativa para a música popular portuguesa.</p><p><br></p><p><strong>Trabalho realizado por </strong>Rúben Mira, 11.º 12.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na escultura - Esposende</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005226</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta estátua, localizada no Largo D. Sebastião, foi feita em moldagem pelo escultor Lagoa Henriques. Com ela se pretendia prestar homenagem ao Rei D. Sebastian, que no dia 19 de agosto de 1572 concedeu a carta regia a Esposende, dando-lhe o status de vila e tornando-a município autónomo de Barcelos.</p><p>O monumento foi erguido como motivo do IV centenário deste evento histórico tão significativo para Esposende.</p><p> </p><p>Madalena Monteiro, Matilde Fernandes, Tomás Governo - 11.º 12</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na escultura - Gulbenkian</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005227</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gulbenkian.pt/cam/noticias/jose-de-guimaraes-no-ciajg/">A estátua de D. Sebastião na exposição “Mitos…Non…Avesso”</a> é uma obra de José de Guimarães, de 1985, e faz parte da coleção do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.</p><p>Para além da frente, tem também o verso.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por Afonso Cabral / Artur Soeiro / Francisco Magro – 11.º 6</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> Bibliograﬁa</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005228</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-51452807">https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-51452807</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sabado.pt/vida/detalhe/os-escandalos-dos-reis-d-sebastiao-o-">https://www.sabado.pt/vida/detalhe/os-escandalos-dos-reis-d-sebastiao-o-</a> abusado-1554-1578</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_I_de_Portugal">https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_I_de_Portugal</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infopedia.pt/artigos/%24lenda-do-cavaleiro-de-negro">https://www.infopedia.pt/artigos/$lenda-do-cavaleiro-de-negro</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebastianismo">https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebastianismo</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/pintura-portuguesa/retrato-de-d-">http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/pintura-portuguesa/retrato-de-d-</a> sebastiao</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.joaomorgado.net/blog/2019/04/20/oretrato-d-sebastiao/">https://www.joaomorgado.net/blog/2019/04/20/oretrato-d-sebastiao/</a></p><p>  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Monumento_ao_Rei_Dom_Sebasti%C">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Monumento_ao_Rei_Dom_Sebasti%C</a> 3%A3o_-_Lagos_-_Portugal_(6292604129).jpg</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://notapositiva.com/a-mensagem-e-os-lusiadas/#">https://notapositiva.com/a-mensagem-e-os-lusiadas/#</a><br> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.studocu.com/pt/document/ensino-medio-">https://www.studocu.com/pt/document/ensino-medio-</a> portugal/portugues/frei-luis-de-sousa-sebastianismo/10440221</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gulbenkian.pt/cam/works_cam/rei-d-sebastiao-156622/">https://gulbenkian.pt/cam/works_cam/rei-d-sebastiao-156622/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.wikiwand.com/pt/Dom_S%C3%A9bastien_(%C3%B3pera)">https://www.wikiwand.com/pt/Dom_S%C3%A9bastien_(%C3%B3pera)</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/jorge-fiel/a-lenda-del-rei-d-sebastiao-1139577.html/">https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/jorge-fiel/a-lenda-del-rei-d-sebastiao-1139577.html/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/godinho-demoniosDeAlcacerQuibir.html">https://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/godinho-demoniosDeAlcacerQuibir.html</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fototeca.cm-lagos.pt/monumentos-e-patrimonio/estatua-d-sebastiao">https://fototeca.cm-lagos.pt/monumentos-e-patrimonio/estatua-d-sebastiao</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/187">http://arquivopessoa.net/textos/187</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/amp/noticias/reportagem/dom-sebastiao-o-rei-que-portugal-nao-queria-deixar-morrer.phtml">https://aventurasnahistoria.uol.com.br/amp/noticias/reportagem/dom-sebastiao-o-rei-que-portugal-nao-queria-deixar-morrer.phtml</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/7889/1/TMECLOA_AntonioXavier.pdf">https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/7889/1/TMECLOA_AntonioXavier.pdf</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revistaminha.pt/2019/08/05/a-lenda-de-d-sebastiao-o-desejado/">https://www.revistaminha.pt/2019/08/05/a-lenda-de-d-sebastiao-o-desejado/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://casaducaldebraganca.wordpress.com/2015/04/01/a-aparencia-fisica-de-d-sebastiao/">https://casaducaldebraganca.wordpress.com/2015/04/01/a-aparencia-fisica-de-d-sebastiao/</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://arquivopessoa.net/textos/187">http://arquivopessoa.net/textos/187</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fototeca.cm-lagos.pt/monumentos-e-patrimonio/estatua-d-sebastiao">https://fototeca.cm-lagos.pt/monumentos-e-patrimonio/estatua-d-sebastiao</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infraestruturasdeportugal.pt/pt-pt/estatua-de-d-sebastiao-regressa-estacao-do-rossio">https://www.infraestruturasdeportugal.pt/pt-pt/estatua-de-d-sebastiao-regressa-estacao-do-rossio</a></p><p> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/d-sebastiao-1554-1578/">https://ensina.rtp.pt/artigo/d-sebastiao-1554-1578/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Moedas da época de Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Trabalho realizado por Afonso Cabral / Artur Soeiro / Francisco Magro – 11.º 6</strong></p><p><br></p><p>Meio tostão de prata  de 1557-1578</p><p>Vintém de prata de 1557-1578</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião no cinema</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Trabalho realizado por Afonso Cabral / Artur Soeiro / Francisco Magro – 11.º 6</strong></p><p><br></p><p>Filme realizado por Manoel de Oliveira em 2004.</p><p>Sinopse - A história passa-se após a derrota na Batalha de Alcácer-Quibir</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião no cinema</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Trabalho realizado por Afonso Cabral / Artur Soeiro / Francisco Magro – 11.º 6</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.camara.leg.br/tv/199159-a-ilha-de-dom-sebastiao/">"A Ilha de Dom Sebastião”</a></p><p>Documentário coordenado por Ivan Canabrava.</p><p>As filmagens foram realizas em 2002, durante 2 semanas, numa ilha perto da cidade de Cururupu, em Maranhão.</p><p>Recebeu dois prémios no 29.º Festival Guarnicê de Cinema e Vídeo de São Luís (MA) que decorreu de 13 a 19 de junho de 2006.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário sobre Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>De José Hermano Saraiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na música</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005234</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalho de Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p><p>A lenda D'El Rei D. Sebastião, de José Cid.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/qAoFJgnbjz4?feature=shared">https://youtu.be/qAoFJgnbjz4?feature=shared</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na pintura</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalho de Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p><p>Retrato do rei D. Sebastião antes de ir para a batalha de Alcácer-Quibir <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ncultura.pt/a-batalha-de-alcacer-quibir-ou-a-batalha-dos-tres-reis-em-1578/">A Batalha de Alcácer-Quibir (ou a Batalha dos três Reis) em 1578 (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://ncultura.pt">ncultura.pt</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ncultura.pt/a-batalha-de-alcacer-quibir-ou-a-batalha-dos-tres-reis-em-1578/">)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>A derradeira batalha de Alcácer-Quibir</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005236</link>
         <description><![CDATA[<p>“Em 1578, D. Sebastião tinha então 24 anos, partiu para Marrocos com um exército de 17.000 homens, dos quais cerca de um terço eram estrangeiros. Embora os militares mais experimentados na guerra o aconselhassem a não se afastar da costa (de onde lhe poderia vir auxílio dos navios portugueses), o rei preferiu avançar para o interior com as suas tropas.”<br>Encontrou o exército muçulmano em Alcácer Quibir e aí se travou a célebre batalha em que foram mortos ou feitos prisioneiros praticamente todos os portugueses que nela participaram. O rei desapareceu na batalha e nenhum dos portugueses que conseguiram regressar disse que viu o seu corpo.<br>“A chegada da notícia a Lisboa provocou cenas de perturbação e dor indescritíveis às famílias dos portugueses. Das famílias, poucas eram as que não tinham perdido um ou mais dos seus filhos ou parentes. Outros tinham ficado cativos em Marrocos e iria ser preciso pagar grandes importâncias para os libertar.”<br>Os portugueses choraram o seu rei que tinha desaparecido e que provavelmente estaria morto; no entanto, alguns ainda tinham esperança que voltasse, embora solteiro e sem descendentes.</p><p><br></p><p>Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005239</link>
         <description><![CDATA[<p>Louco, sim, louco, porque quis grandeza</p><p>Qual a Sorte a não dá.</p><p>Não coube em mim minha certeza;</p><p>Por isso onde o areal está</p><p>Ficou meu ser que houve, não o que há.</p><p> </p><p>Minha loucura, outros que me a tomem</p><p>Com o que nela ia.</p><p>Sem a loucura que é o homem</p><p>Mais que a besta sadia,</p><p>Cadáver adiado que procria?</p><p><br></p><p>Mensagem, de Fernando Pessoa.</p><p><br></p><p>Madalena Monteiro, Matilde Fernandes, Tomás Governo - 11.º 12 </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dom Sebastião na escultura</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005242</link>
         <description><![CDATA[<p>Estatua de mármore encomendada pelo Rei D. Luís, para coleção real- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/pecas/ver/440/artist">MNAC: D. Sebastião (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://museuartecontemporanea.gov.pt">museuartecontemporanea.gov.pt</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/pecas/ver/440/artist">)</a></p><p><br></p><p>Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na Ópera</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005243</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Trabalho de Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p><p>Dom Sébastien, rei de Portugal, é uma grande ópera francesa em cinco atos de Gaetano Donizetti. Eugene Scribe escreveu o libreto baseado na peça Don Sébastien de Portugal de Paul Foucher (1838), uma ficção histórica sobre o rei D. Sebastião (1554-1578) e a fatídica expedição de 1578 em Alcácer Quibir. A estreia teve lugar a 13 de novembro de 1843 na Ópera Le Peletier em Paris.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião no teatro</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005244</link>
         <description><![CDATA[<p>A peça de teatro D. Sebastião de Portugal que hoje ainda pode ser vista em língua portuguesa, mostra-nos como era viver numa época Sebastianista. Esta foi apresentada e publicada pela primeira vez em Bruxelas no ano 25 de Abril de 1974.</p><p><br></p><p>Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na literatura</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005245</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalho de Alexandre Ferreira nº2, Ana Padeiro nº3, André Formiga nº5, Diogo Guimarães nº6 - 11-º5</p><p><br></p><p>Livro sobre a História, a Verdade, o Mito e o depois de Alcácer-Quibir - O Regresso de D. Sebastião História, Verdade e Mito Depois de Alcácer-Quibir - Brochado - Abdul Rahman Azzam </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Memorial a Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Monumento comemorativo construído por volta do final do séc. XX, em memória do rei português D. Sebastião que ali morrera, na batalha de Alcácer Quibir, composto por estrutura piramidal, tosca e caiada, formada por três degraus quadrangulares sobrepostos por pequeno paralelepípedo, totalizando cerca de 0,8 m de lado e 1,20 m de altura. A construção desta estrutura, por determinação desconhecida, veio substituir o antigo monumento, erigido em 1939, por iniciativa de um grupo de estudantes de direito portugueses, da Universidade de Coimbra, e destruído em meados da centúria. De linguagem moderna, típica do Estado Novo, era constituído por plataforma quadrangular, de três degraus, e estrutura tronco-piramidal, em mármore, coroada por brasão com as armas de Portugal, enquadrado por Cruz de Cristo. Na face principal, tinha inscrição alusiva à figura de D. Sebastião e aos promotores da obra: </p><p><br></p><p>"EM HONRA DO REI DE / PORTVGAL DOM SEBASTIÃO / SÍMBOLO DA RAÇA LVSÍADA / ESTÍMULO ETERNO DOS / MOÇOS SEQVUIOSOS DE IDEAL E / VOTADOS À TAREFA PEREGRINA / DE ENGRANDECER NVM SONHO / DE CIVILIZAÇÃO O IMPÉRIO / PORTUGVÊS"; mais abaixo, "O V ANO JVRIDICO DE 1938-1939 / DA VNIVERSIDADE DE COIMBRA".</p><p><br></p><p>Madalena Monteiro, Matilde Fernandes, Tomás Governo - 11.º 12</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na música</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Madalena Monteiro, Matilde Fernandes, Tomás Governo - 11.º 12</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>A influência histórica e cultural de Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005249</link>
         <description><![CDATA[<p>A figura enigmática e trágica do rei D. Sebastião exerceu uma influência duradoura na cultura portuguesa, transcendeu os séculos e deixou uma marca indelével em diversas expressões artísticas.</p><p>O seu reinado efémero e a sua suposta morte na desastrosa batalha, referida anteriormente, alimentaram a imaginação do povo português, inspirando obras de música, estátuas, pintura e até mesmo nomes de ruas e outros espaços públicos.</p><p>As pessoas acreditavam que ele não estava morto e que voltaria para salvar Portugal. Este movimento/crença profética que surgiu em Portugal foi muito forte durante algum tempo e influenciou muitos artistas, incluindo escritores como Almeida Garrett, autor da obra <em>Frei Luís de Sousa</em>.</p><p>No Algarve, há uma estátua única que retrata D. Sebastião de forma pouco gloriosa (FIG. III). Localizada em Lagos, a estátua representa o monarca com traços que sugerem fragilidade e vulnerabilidade, em contraste com as representações tradicionais de coragem e liderança. Esta interpretação iconoclasta foi concebida pelo escultor João Cutileiro, em 1973, refletindo uma visão mais realista do reinado de D. Sebastião e da sua história, pois tinha uma condição física muito frágil e, segundo muitos historiadores, como Harold Johnson, há uma grande probabilidade de ele ter sido violado com menos de 10 anos e, como consequência, ter adquirido gonorreia. Como afirmou o próprio Cutileiro: "Com esta obra, pretendi desafiar a narrativa convencional e oferecer uma representação alternativa de D. Sebastião, mais humana e vulnerável.</p><p>Na literatura portuguesa, D. Sebastião é frequentemente mencionado como um símbolo de esperança e desespero.</p><p>Em <em>Os Lusíadas</em>, de Luís de Camões, D. Sebastião é mencionado principalmente no Canto I, estâncias 6 e 7. Camões expressa a sua esperança e confiança no jovem rei que, na época da publicação do poema (1572), era o monarca reinante de Portugal. Camões dedica parte da introdução da obra à exaltação de D. Sebastião, destacando-o como um símbolo de esperança e de renovação da nação portuguesa.</p><p>Como descreveu a crítica literária Maria Alzira Seixo, "Camões retrata D. Sebastião como um líder visionário, cujo destino trágico ecoa na alma nacional."</p><p>Até os nomes de ruas em Portugal testemunham a influência duradoura do monarca. Ruas com o nome de D. Sebastião podem ser encontradas em várias cidades do país, servindo como lembretes constantes da sua importância histórica e cultural. Como afirmou o historiador municipal Manuel Luís Real, "As ruas com o nome de D. Sebastião são como elos que ligam o passado ao presente, mantendo viva a memória deste rei."</p><p><br></p><p>André Portela, Henrique Zava. Inês Salvado, Inês Beirós - 11ª5.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>A batalha de Alcácer Quibir</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Em 4 de agosto de 1578, na batalha de Alcácer-Quibir, os portugueses enfrentaram uma derrota significativa nas mãos do sultão Abedal Maleque (conhecido como Mulei Maluco), resultando na perda de uma parte substancial de seus exércitos.</p><p>Quanto ao rei D. Sebastião, há relatos contraditórios sobre seu destino. Alguns sugerem que ele desapareceu durante a batalha, deixando seu destino incerto. Conta-se que suas últimas palavras foram de recusa à rendição, proclamando: "A liberdade real só há de perder-se com a vida." A sua suposta morte deixou o povo português em choque, colocando em risco a independência do país e agravando as suas dificuldades financeiras. Em 1582, na esperança de acabar com o sebastianismo, o rei Filipe I de Portugal mandou trasladar para o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, um corpo alegando ser o de D. Sebastião. No entanto, a identidade deste corpo nunca foi comprovada de forma conclusiva.</p><p><br></p><p><br>A lendade D. Sebastião como um "rei dormente" que um dia retornaria para salvar Portugalnasceudessecontexto,tornando-seumafigurapatrióticavenerada.Duranteodomínioespanhol (1580-1640), vários pretendentes surgiram alegando ser D. Sebastião, mastodosforamdesacreditados.NofinaldoséculoXIX,noBrasil,especificamentenosertãodaBahia,duranteaGuerradeCanudosenosuldopaísduranteaGuerradoContestado,oscamponesessebastianistasacreditavamqueD.Sebastiãoretornariaparaajudá-losnalutacontraas autoridades"ateístas"donovoregimerepublicanobrasileiro. Essascrenças sebastianistas destacam a duradoura influência e a ressonância da figura de D.Sebastiãonahistóriaenaculturaportuguesaebrasileira.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Leonor Abreu, Mafalda Simões, Margarida, Tomás Matos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>A lenda de El-Rei D. Sebastião – Música do Quarteto 1111</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Depois de Alcácer Quibir</strong></p><p><strong> El Rei D. Sebastião</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Perdeu-se num labirinto  </strong></p><p><strong>Com seu cavalo real</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>As bruxas e adivinhos</strong></p><p><strong>das altas serras beirãs</strong></p><p><strong>Juravam que nas manhãs,</strong></p><p><strong>encerrado num nevoeiro</strong></p><p><strong> Vinha D. Sebastião</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Pastores e trovadores</strong></p><p><strong>das regiões litorais</strong></p><p><strong>Afirmaram terem visto,</strong></p><p><strong>perdido por entre os pinhais</strong></p><p><strong>El Rei D. Sebastião</strong></p><p><strong> </strong><br><strong>Ciganos vindos de longe</strong></p><p><br></p><p><strong>Falcatos desconhecidos Tentando iludir o povo</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Afirmaram serem eles</strong></p><p><strong>El Rei D. Sebastião</strong></p><p><strong>E que voltava de longe</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Todos foram desmentidos, condenados às galés</strong></p><p><strong>Pois nas praias dos Algarves,</strong></p><p><strong>trazido pelas marés</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Depois de Alcácer-Quibir</strong></p><p><strong>Virá D. Sebastião</strong></p><p><br></p><p><strong>Encontraram um cavalo</strong></p><p><strong>e farrapos do seu chibão</strong></p><p><strong>Pedaços de nevoeiro,</strong></p><p><strong>a espada e o coração</strong></p><p><strong>D'El Rei D. Sebastião</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Depois de Alcácer-Quibir Virá D. Sebastião</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>E uma lenda nasceu</strong></p><p><strong>entre a bruma do passado</strong></p><p><strong>Chamam-lhe o desejado</strong></p><p><strong>mas que nunca mais voltou</strong></p><p><strong>El Rei D. Sebastião</strong></p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Leonor Abreu; Mafalda Simões; Margarida; Tomás Matos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Dom Sebastião</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma das várias ruas que foi nomeada em homenagem ao rei D. Sebastião é a rua Dom Sebastião em Porto Alegre, no Brasil. É uma rua localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, famosa pela sua história abundante e pela arquitetura típica.           </p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Leonor Abreu; Mafalda Simões; Margarida; Tomás Matos        </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rua Dom Sebastião - Quinta do Conde</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Rua Dom Sebastião, na Quinta do Conde, uma localidade no distrito de Setúbal, é uma homenagem ao rei D. Sebastião de Portugal.</p><p>Lamentavelmente, sem dados mais precisos ou específicos sobre estas ruas, como os locais de interesse ao longo delas, motivos, datas ou eventos relacionados, não é possível oferecer mais informações. Contudo, é frequente que algumas vias sejam nomeadas recorrendo a personalidades históricas que apresentam importância regional e demonstram o orgulho da comunidade pela sua história e legado.</p><p><br></p><p>Trabalho realizado por: Leonor Abreu; Mafalda Simões; Margarida; Tomás Matos</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>D. Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Primeiro</p><p><br></p><p>        D. SEBASTIÃO</p><p><br></p><p>Esperai! Caí no areal e na hora adversa</p><p>Que Deus concede aos seus</p><p>Para o intervalo em que esteja a alma imersa</p><p>Em sonhos que são Deus.</p><p><br></p><p>Que importa o areal e a morte e a desventura</p><p>Se com Deus me guardei?</p><p>É O que eu me sonhei que eterno dura,</p><p>É Esse que regressarei.</p><p>s.d.</p><p><br></p><p><strong>Mensagem</strong>. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972).</p><p> - 81.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Segundo: O QUINTO IMPÉRIO</strong></p><p>        Segundo</p><p><br></p><p>        O QUINTO IMPÉRIO</p><p><br></p><p>Triste de quem vive em casa,</p><p>Contente com o seu lar,</p><p>Sem que um sonho, no erguer de asa,</p><p>Faça até mais rubra a brasa</p><p>Da lareira a abandonar!</p><p><br></p><p>Triste de quem é feliz!</p><p>Vive porque a vida dura.</p><p>Nada na alma lhe diz</p><p>Mais que a lição da raiz —</p><p>Ter por vida a sepultura.</p><p><br></p><p>Eras sobre eras se somem</p><p>No tempo que em eras vem.</p><p>Ser descontente é ser homem.</p><p>Que as forças cegas se domem</p><p>Pela visão que a alma tem!</p><p><br></p><p>E assim, passados os quatro</p><p>Tempos do ser que sonhou,</p><p>A terra será teatro</p><p>Do dia claro, que no atro</p><p>Da erma noite começou.</p><p><br></p><p>Grécia, Roma, Cristandade,</p><p>Europa — os quatro se vão</p><p>Para onde vai toda idade.</p><p>Quem vem viver a verdade</p><p>Que morreu D. Sebastião?</p><p><br></p><p><br></p><p>21-2-1933</p><p><strong>Mensagem</strong>. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972).</p><p> - 82.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005258</link>
         <description><![CDATA[<p>Terceiro</p><p><br></p><p>O DESEJADO</p><p><br></p><p>Onde quer que, entre sombras e dizeres,</p><p>Jazas, remoto, sente-te sonhado,</p><p>E ergue-te do fundo de não-seres</p><p>Para teu novo fado!</p><p><br></p><p>Vem, Galaaz com pátria, erguer de novo,</p><p>Mas já no auge da suprema prova,</p><p>A alma penitente do teu povo</p><p>À Eucaristia Nova.</p><p><br></p><p>Mestre da Paz, ergue teu gládio ungido,</p><p>Excalibur do Fim, em jeito tal</p><p>Que sua Luz ao mundo dividido</p><p>Revele o Santo Gral!</p><p><br></p><p>18-1-1934</p><p><strong>Mensagem</strong>. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972).</p><p> - 84.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bom Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005259</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Terceiro: Escrevo meu livro à beira-mágoa.</strong></p><p>      Terceiro</p><p><br></p><p>Escrevo meu livro à beira-mágoa.</p><p>Meu coração não tem que ter.</p><p>Tenho meus olhos quentes de água.</p><p>Só tu, Senhor, me dás viver.</p><p><br></p><p>Só te sentir e te pensar</p><p>Meus dias vácuos enche e doura.</p><p>Mas quando quererás voltar?</p><p>Quando é o Rei? Quando é a Hora?</p><p><br></p><p>Quando virás a ser o Cristo</p><p>De a quem morreu o falso Deus,</p><p>E a despertar do mal que existo</p><p>A Nova Terra e os Novos Céus?</p><p><br></p><p>Quando virás, ó Encoberto,</p><p>Sonho das eras português,</p><p>Tornar-me mais que o sopro incerto</p><p>De um grande anseio que Deus fez?</p><p><br></p><p>Ah, quando quererás, voltando,</p><p>Fazer minha esperança amor?</p><p>Da névoa e da saudade quando?</p><p>Quando, meu Sonho e meu Senhor?</p><p><br></p><p><br></p><p>10-12-1928</p><p><strong>Mensagem</strong>. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972).</p><p> - 93.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dom Sebastião na poesia</title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005260</link>
         <description><![CDATA[<p>6</p><p>E vós, ó bem nascida segurança</p><p>Da Lusitana antiga liberdade,</p><p>E não menos certíssima esperança</p><p>De aumento da pequena Cristandade;</p><p>Vós, ó novo temor da Maura lança,</p><p>Maravilha fatal da nossa idade,</p><p>Dada ao mundo por Deus, que todo o mande,</p><p>Pera do mundo a Deus dar parte grande;</p><p>7</p><p>Vós, tenro e novo ramo florecente</p><p>De ũa árvore, de Cristo mais amada</p><p>Que nenhua nascida no Ocidente,</p><p>Cesárea ou Cristianíssima chamada</p><p>(Vede-o no vosso escudo, que presente</p><p>Vos amostra a vitória já passada,</p><p>Na qual vos deu por armas e deixou</p><p>As que Ele pera si na Cruz tomou);</p><p>8</p><p>Vós, poderoso Rei, cujo alto Império</p><p>O Sol, logo em nascendo, vê primeiro,</p><p>Vê-o também no meio do Hemisfério,</p><p>E quando dece o deixa derradeiro;</p><p>Vós, que esperamos jugo e vitupério</p><p>Do torpe Ismaelita cavaleiro,</p><p>Do Turco Oriental e do Gentio</p><p>Que inda bebe o licor do santo Rio:</p><p>9</p><p>Inclinai por um pouco a majestade</p><p>Que nesse tenro gesto vos contemplo,</p><p>Que já se mostra qual na inteira idade,</p><p>Quando subindo ireis ao eterno templo;</p><p>Os olhos da real benignidade</p><p>Ponde no chão: vereis um novo exemplo</p><p>De amor dos pátrios feitos valerosos,</p><p>Em versos divulgado numerosos.</p><p>10</p><p>Vereis amor da pátria, não movido</p><p>De prémio vil, mas alto e quási eterno;</p><p>Que não é prémio vil ser conhecido</p><p>Por um pregão do ninho meu paterno.</p><p>Ouvi: vereis o nome engrandecido</p><p>Daqueles de quem sois senhor superno,</p><p>E julgareis qual é mais excelente,</p><p>Se ser do mundo Rei, se de tal gente.</p><p>11</p><p>Ouvi, que não vereis com vãs façanhas,</p><p>Fantásticas, fingidas, mentirosas,</p><p>Louvar os vossos, como nas estranhas</p><p>Musas, de engrandecer-se desejosas:</p><p>As verdadeiras vossas são tamanhas</p><p>Que excedem as sonhadas, fabulosas,</p><p>Que excedem Rodamonte e o vão Rugeiro</p><p>E Orlando, inda que fora verdadeiro.</p><p>12</p><p>Por estes vos darei um Nuno fero,</p><p>Que fez ao Rei e ao Reino tal serviço,</p><p>Um Egas e um Dom Fuas, que de Homero</p><p>A cítara par' eles só cobiço;</p><p>Pois polos Doze Pares dar-vos quero</p><p>Os Doze de Inglaterra e o seu Magriço;</p><p>Dou-vos também aquele ilustre Gama,</p><p>Que para si de Eneias toma a fama.</p><p>13</p><p>Pois se a troco de Carlos, Rei de França,</p><p>Ou de César, quereis igual memória,</p><p>Vede o primeiro Afonso, cuja lança</p><p>Escura faz qualquer estranha glória;</p><p>E aquele que a seu Reino a segurança</p><p>Deixou, com a grande e próspera vitória;</p><p>Outro Joane, invicto cavaleiro;</p><p>O quarto e quinto Afonsos e o terceiro.</p><p>14</p><p>Nem deixarão meus versos esquecidos</p><p>Aqueles que nos Reinos lá da Aurora</p><p>Se fizeram por armas tão subidos,</p><p>Vossa bandeira sempre vencedora:</p><p>Um Pacheco fortíssimo e os temidos</p><p>Almeidas, por quem sempre o Tejo chora,</p><p>Albuquerque terríbil, Castro forte,</p><p>E outros em quem poder não teve a morte.</p><p>15</p><p>E, enquanto eu estes canto – e a vós não posso,</p><p>Sublime Rei, que não me atrevo a tanto –,</p><p>Tomai as rédeas vós do Reino vosso:</p><p>Dareis matéria a nunca ouvido canto.</p><p>Comecem a sentir o peso grosso</p><p>(Que polo mundo todo faça espanto)</p><p>De exércitos e feitos singulares,</p><p>De África as terras e do Oriente os mares.</p><p>16</p><p>Em vós os olhos tem o Mouro frio,</p><p>Em quem vê seu exício afigurado;</p><p>Só com vos ver, o bárbaro Gentio</p><p>Mostra o pescoço ao jugo já inclinado;</p><p>Tétis todo o cerúleo senhorio</p><p>Tem pera vós por dote aparelhado,</p><p>Que, afeiçoada ao gesto belo e tenro,</p><p>Deseja de comprar-vos pera genro.</p><p>17</p><p>Em vós se vêm, da Olímpica morada,</p><p>Dos dous avós as almas cá famosas;</p><p>Ũa, na paz angélica dourada,</p><p>Outra, pelas batalhas sanguinosas.</p><p>Em vós esperam ver-se renovada</p><p>Sua memória e obras valerosas;</p><p>E lá vos têm lugar, no fim da idade,</p><p>No templo da suprema Eternidade.</p><p>18</p><p>Mas, enquanto este tempo passa lento</p><p>De regerdes os povos, que o desejam,</p><p>Dai vós favor ao novo atrevimento,</p><p>Pera que estes meus versos vossos sejam,</p><p>E vereis ir cortando o salso argento</p><p>Os vossos Argonautas, por que vejam</p><p>Que são vistos de vós no mar irado,</p><p>E costumai-vos já a ser invocado.</p><p><br></p><p><strong>Lusíadas, Luís de Camões.</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>monicaferreira14</author>
         <link>https://padlet.com/monicaferreira14/73drflivdncm3xhs/wish/3145005261</link>
         <description><![CDATA[<p>146</p><p>E não sei por que influxo de Destino</p><p>Não tem um ledo orgulho e geral gosto,</p><p>Que os ânimos levanta de contino</p><p>A ter pera trabalhos ledo o rosto.</p><p>Por isso vós, ó Rei, que por divino</p><p>Conselho estais no régio sólio posto,</p><p>Olhai que sois (e vede as outras gentes)</p><p>Senhor só de vassalos excelentes.</p><p><br></p><p>147</p><p>Olhai que ledos vão, por várias vias,</p><p>Quais rompentes liões e bravos touros,</p><p>Dando os corpos a fomes e vigias,</p><p>A ferro, a fogo, a setas e pelouros,</p><p>A quentes regiões, a plagas frias,</p><p>A golpes de Idolátras e de Mouros,</p><p>A perigos incógnitos do mundo,</p><p>A naufrágios, a pexes, ao profundo.</p><p><br></p><p>148</p><p>Por vos servir, a tudo aparelhados;</p><p>De vós tão longe, sempre obedientes;</p><p>A quaisquer vossos ásperos mandados,</p><p>Sem dar reposta, prontos e contentes.</p><p>Só com saber que são de vós olhados,</p><p>Demónios infernais, negros e ardentes,</p><p>Cometerão convosco, e não duvido</p><p>Que vencedor vos façam, não vencido.</p><p><br></p><p>149</p><p>Favorecei-os logo, e alegrai-os</p><p>Com a presença e leda humanidade;</p><p>De rigorosas leis desalivai-os,</p><p>Que assi se abre o caminho à santidade.</p><p>Os mais exprimentados levantai-os,</p><p>Se, com a experiência, têm bondade</p><p>Pera vosso conselho, pois que sabem</p><p>O como, o quando, e onde as cousas cabem.<br></p><p>150</p><p>Todos favorecei em seus ofícios,</p><p>Segundo têm das vidas o talento;</p><p>Tenham Religiosos exercícios</p><p>De rogarem, por vosso regimento,</p><p>Com jejuns, disciplina, pelos vícios</p><p>Comuns; toda ambição terão por vento,</p><p>Que o bom Religioso verdadeiro</p><p>Glória vã não pretende nem dinheiro.</p><p><br></p><p>151</p><p>Os Cavaleiros tende em muita estima,</p><p>Pois com seu sangue intrépido e fervente</p><p>Estendem não sòmente a Lei de cima,</p><p>Mas inda vosso Império preminente.</p><p>Pois aqueles que a tão remoto clima</p><p>Vos vão servir, com passo diligente,</p><p>Dous inimigos vencem: uns, os vivos,</p><p>E (o que é mais) os trabalhos excessivos.</p><p><br></p><p>152</p><p>Fazei, Senhor, que nunca os admirados</p><p>Alemães, Galos, Ítalos e Ingleses,</p><p>Possam dizer que são pera mandados,</p><p>Mais que pera mandar, os Portugueses.</p><p>Tomai conselho só d' exprimentados,</p><p>Que viram largos anos, largos meses,</p><p>Que, posto que em cientes muito cabe,</p><p>Mais em particular o experto sabe.<br></p><p>153</p><p>De Formião, filósofo elegante,</p><p>Vereis como Anibal escarnecia,</p><p>Quando das artes bélicas, diante</p><p>Dele, com larga voz tratava e lia.</p><p>A disciplina militar prestante</p><p>Não se aprende, Senhor, na fantasia,</p><p>Sonhando, imaginando ou estudando,</p><p>Senão vendo, tratando e pelejando.</p><p><br></p><p>154</p><p>Mas eu que falo, humilde, baxo e rudo,</p><p>De vós não conhecido nem sonhado?</p><p>Da boca dos pequenos sei, contudo,</p><p>Que o louvor sai às vezes acabado.</p><p>Nem me falta na vida honesto estudo,</p><p>Com longa experiência misturado,</p><p>Nem engenho, que aqui vereis presente,</p><p>Cousas que juntas se acham raramente.</p><p><br></p><p>155</p><p>Pera servir-vos, braço às armas feito,</p><p>Pera cantar-vos, mente às Musas dada;</p><p>Só me falece ser a vós aceito,</p><p>De quem virtude deve ser prezada.</p><p>Se me isto o Céu concede, e o vosso peito</p><p>Dina empresa tomar de ser cantada,</p><p>Como a pres[s]aga mente vaticina</p><p>Olhando a vossa inclinação divina,</p><p><br></p><p>156</p><p>Ou fazendo que, mais que a de Medusa,</p><p>A vista vossa tema o monte Atlante,</p><p>Ou rompendo nos campos de Ampelusa</p><p>Os muros de Marrocos e Trudante,</p><p>A minha já estimada e leda Musa</p><p>Fico que em todo o mundo de vós cante,</p><p>De sorte que Alexandro em vós se veja,</p><p>Sem à dita de Aquiles ter enveja.</p><p><br></p><p><em>Os Lusíadas </em>/ de Luís de Camões. Leitura, prefácio e notas de Álvaro Júlio da Costa Pimpão. 4.ª ed., Lisboa: Instituto Camões, 2000</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 00:36:42 UTC</pubDate>
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