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      <title>Eletivas-Vida by Levi</title>
      <link>https://padlet.com/denisquintanarivas/Bookmarks</link>
      <description>Fotografias que representam a vida de diversas maneiras.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-23 16:38:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Nuvens. No que podem elas se comparar a vida do ser humano? Em sua instabilidade, podendo assim como a vida, trazer tempestades e tempo de calmaria? Em sua efemeridade, ilustrando o quão rápida é a vida do ser humano? Ou em sua leveza e de delicadeza, demostrando o qual frágil e bela é nossa existência?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 16:29:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O céu. O que há demais no céu? O que nos encanta nesse gigante infinito e impalpável, enfeitado pela brancura etérea das nuvens? Talvez a grandeza do vazio que reina no céu, nos lembre de nossa própria pequenez e insignificância. Talvez, seu cume inexistente e intocável, nos lembre de que nada do que fizermos, se comparará ao esplendor do Universo.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 16:34:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Qual será o sentido da vida? Será dar continuidade a corrupta espécie humana? Será servir a algo maior que não nos é dado conhecimento imediato? Será seguir o hedonismo de "carpe diem" e viver para o eu, e somente para o eu? Ou será ir na contramão deste, priorizando a felicidade alheia, e quem sabe, recebendo em troca, como muitos costumam dizer, o famoso karma que nos destina alguma alegria maior, ou, pelo menos, em igual medida a que proporcionamos?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 16:39:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
         <link>https://padlet.com/denisquintanarivas/Bookmarks/wish/2199649319</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Há algo oculto nos fios tecidos pelo destino, discrição essa que confere substância e sentido a vida, pois sem o segredo do amanhã, que haveria de beleza em nossa existência? Se a incerteza que nos impulsiona a guerrear pelo destino não estabelecido se desfizesse pela ciência dos acontecimentos futuros, que disposição se faria necessária para a conquista de tais feitos?</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 16:34:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A existência da flor não se difere em muito da nossa. No inverno da vida, nosso espírito pode definhar aos poucos, quase não suportando a tumultuosidade do vento da dificuldade. Na primavera, as flores, como os espíritos mais fortes, renascem de seu torpor no ventre da natureza e retornam a vida, inspirando o poeta e o amante, o vadio e o perdido em sua própria existência, lançando com um vislumbre de sua beleza e singeleza, uma pequena faísca de esperança em seus corações.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 23:03:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A estátua. Um monumento petrificado, munido de beleza e extraordinariedade, esculpido pelo homem, para representar a própria humanidade, porém com extravagâncias e perfeições imperfeitas e atemporais pertencentes apenas a escultura, feita por meio de habilidades humanas limitadas. Mas a vida por vezes também se empenha na tarefa de escultora de certos monumentos errantes, duros e inflexíveis&nbsp; como a pedra, que perambulam pela terra, julgando-se&nbsp; vivos, porém mortos. Duros. Petrificados. Como a estátua.</em></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
         <link>https://padlet.com/denisquintanarivas/Bookmarks/wish/2205163468</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O segredo. O mistério do futuro. Segredos do presente que serão expostos e confidências passadas que jamais serão reveladas. Uma névoa que oculta o que para sempre será desconhecido para nós.</em></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>No meio do caminho, tinha um espinho...</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 00:03:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
         <link>https://padlet.com/denisquintanarivas/Bookmarks/wish/2227228640</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O vento. O vento da vida. Os ventos que fazem o balançar dos acontecimentos que regem nossa existência e abalam a estabilidade das mais variadas estruturas, desde uma delicada e frágil planta, ao&nbsp; mais implacável e sórdido homem a viver. Nenhum átomo resiste a força e inescrupulosidade que a vida empenha ao escrever quais ventos cruzarão nossa existência.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 00:01:07 UTC</pubDate>
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         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>“Dizem que cada átomo do nosso corpo um dia foi estrela. Talvez não estejamos morrendo. Talvez só estejamos voltando para casa.”</em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Gerome Morrow&nbsp; (Garttaca - A Experiência genética)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 00:07:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
         <link>https://padlet.com/denisquintanarivas/Bookmarks/wish/2227248249</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Na natureza, tudo se faz arte. Cada entalhe de uma folha, cada saliência de uma pedra, a silhueta de cada ser vivo, a curvatura do bico de cada pássaro, a vaporosidade de cada nuvem, a poeira de cada estrela, o coração pulsante de cada ser. Nada escapa da singeleza caprichosa descendida da divindade suprema criadora, que um dia se fez de artista e deliberou criar um reino chamado Universo.</em></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>denisquintanarivas</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A consciência. A lâmpada interior que reflete nas façanhas exteriores a magnitude de sua significância e presença, reverberando em todo o ser existente, a magnificência desta, ou mesmo sua ínfima existência.</em></div>]]></description>
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