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      <title>Desigualdade na educação by Luana Schweikart</title>
      <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual</link>
      <description>Um panorama geral sobre a educação no Brasil e o fantasma da desigualdade que continua ainda mais forte após a pandemia </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 00:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios do EAD</title>
         <author>luanatais2009</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2212813499</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos principais desafios é que os estudantes e professores tenham aparelhos que possibilitem acesso à internet, uma realidade ainda não muito satisfatória no Brasil, visto que o acesso, qualidade e velocidade das conexões de internet no país ainda deixam a desejar e podem dificultar o acompanhamento das aulas</div><div><br></div><div>Joaquim Barbosa tem 10 anos e cursa o 4º ano do Ensino Fundamental em uma escola estadual localizada na comunidade do Canarinho, na periferia de Belém, capital do Pará. Desde a suspensão das aulas na rede estadual no dia <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/18460/">17 de março</a> de 2020, o menino está sem aula, literalmente (a matéria é de julho de 2020).<br><br></div><div>Isso porque, ele não tem internet banda larga em casa. O acesso ao mundo virtual é feito somente por meio de um celular que ele divide o uso com a mãe. <br><br>A história do Joaquim se repete em muitos lares paraenses e brasileiros. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (<a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101707_informativo.pdf">PNAD</a>), de 2018, praticamente metade das residências brasileiras não tinha um computador em casa e o acesso à internet era feito, em sua maioria (98,1%), por meio de um aparelho celular.</div><div>Joaquim é o retrato de 80% das crianças brasileiras que têm como principal responsável uma mulher. Assim como ele, outras 5,5 milhões de crianças também não têm o nome do pai no registro de nascimento.</div><div>As desigualdades educacionais que já existiam estão sendo aprofundadas. O estado tem obrigação de combater e diminuir essas desigualdades. Esses problemas mostram uma falha nesse discurso 'gestor' em que é importante fazer e fazer. [As ações da secretaria estadual de Ensino] são bem intencionadas e responsáveis, se comparada ao governo federal que além de não ajudar, atrapalha, mas é preciso observar que temos no Brasil uma desigualdade educacional monumental. A pandemia exibe em praça pública a desigualdade</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 00:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário ‘O mundo global visto do lado de cá’, de Milton Santos</title>
         <author>luanatais2009</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2212818803</link>
         <description><![CDATA[<div>No documentário ‘O mundo global visto do lado e cá’, de Milton Santos, ele mesmo diz: ‘É difícil ser negro e intelectual’, já misturando suas caracteristicas da cor da pele, à educação, que para muitos, influencia e determina, ainda, a condição intelectual e de interpretação.</div><div>Se em um mundo considerado ‘normal’ isso já é difícil imagina em meio a uma pandemia, onde tudo ficou mais difícil para todos, e quem já tinha dificuldades, sofreu ainda mais. Quem já era desigual, ficou sem amparo e naturalmente teve mais prejuízos na educação.&nbsp;</div><div>O dinheiro se mostrou mais uma vez, como dito no documentário, como o centro do mundo, quem já tinha acesso a internet e equipamentos adequados para estudar, se manteve sem grandes dificuldades. Agora quem dependia da escola para se desenvolver, estagnou. E os reflexos deste período não terminam. Daqui 1 ou 2 anos; essas crianças se tornam adultos com lacunas na educação, talvez terão menos capacidade de produzir uma opinião, e se posicionar. A frase final de Santos, é inclusive: somos um ensaio do que será a humanidade, até agora, nunca houve.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 00:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Panorama da Unicef</title>
         <author>luanatais2009</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2212820745</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), crianças de 6 a 10 anos são as mais afetadas pela exclusão escolar na pandemia.</div><div>Nos últimos anos, o Brasil vinha avançando, lentamente, no acesso de crianças e adolescentes à escola. Com a pandemia da Covid-19, no entanto, o País corre o risco de regredir duas décadas. Em novembro de 2020, mais de 5 milhões de meninas e meninos não tiveram acesso à educação no Brasil – número semelhante ao que o País tinha no início dos anos 2000.&nbsp;</div><div>Destes dados, mais de 40% são de crianças com menos de 10 anos, período em que são aprendidos fundamentos básicos, como leitura, interpretação e contas matematicas basicas. sem contar que esta faixa etária, assim como na educação infantil, é necessário um acompanhamento dos pais e responsáveis para a realização das tarefas</div><div>O estudo mostra, também, que a exclusão afetou mais quem já vivia em situação vulnerável. Em relação às regiões, Norte (28,4%) e Nordeste (18,3%) apresentaram os maiores percentuais de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos sem acesso à educação, seguidas por Sudeste (10,3%), Centro-Oeste (8,5%) e Sul (5,1%). A exclusão foi maior entre crianças e adolescentes pretos, pardos e indígenas, que correspondem a 69,3% do total de crianças e adolescentes sem acesso à Educação.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 00:41:52 UTC</pubDate>
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         <title>Evasão escolar no país </title>
         <author>kassiamachado03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 17:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Evasão por localização e gênero</title>
         <author>kassiamachado03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 17:51:37 UTC</pubDate>
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         <title>Abandono escolar em números</title>
         <author>kassiamachado03</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 17:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos Matriculados - Público X Privado</title>
         <author>brunaschaefer31</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223298185</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><strong>As diferenças do ensino público e privado:</strong></div><div><br>- Infraestrutura: a estrutura oferecida pela escola é provavelmente uma das principais diferenças. Isso vai desde o acesso ao saneamento básico, até a manutenção de áreas e materiais, como: salas de aula, carteiras, quadras poliesportivas, pátio, cantina e banheiros. Com base no Censo Escolar de 2019, divulgado pelo Inep, revelou que menos da metade das escolas públicas (46,7%) têm rede de esgoto adequado. Na rede privada, esse percentual sobe para 89%. Essa desigualdade se deve, principalmente, pela pouca verba destinada a área pública. Onde as escolas precisam pensar em qual parte depositam seu dinheiro, se é no lanche para as crianças não passarem fome ou em um móvel novo, e acho que a escolha para isso é bem óbvia.</div><div><br></div><div>- Tecnologia: as escolas particulares investem mais em tecnologias, e no mundo que vivemos atualmente, além de ter habilidades manuais, precisamos também desenvolver referentes a tecnologia. Isso com certeza será um ponto principal na vida da pessoa quando ela se tornar um adulto e tiver em busca de emprego.</div><div><br></div><div>- Idiomas: em 2017, o inglês se tornou obrigatório desde o 6º ano do Ensino Fundamental, até o Ensino Médio. Porém, nas escolas particulares a língua estrangeira já se faz presente nos primeiros anos da vida escolar da criança, com 2 e 3 anos de idade. O idioma com certeza também é um aspecto importante e que faz diferença no nosso mercado de trabalho.</div><div><br>- Conteúdos todas as escolas seguem a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), porém, cada escola aborda isso da sua forma. É muito comum, por exemplo, observarmos escolas públicas apresentarem uma didática mais engessada. Já nas escolas particulares é mais fácil encontrarmos mais inovação e alternativas didáticas para apresentação do conteúdo.&nbsp;</div><div><br>- Relação com a família: essa relação costuma ser maior quando as crianças estão matriculadas na escola particular. Isso se dá pelo fato de que a comunicação, normalmente, costuma ser mais assertiva e direcionada. Além disso, os responsáveis costumam ter mais interesse quando estão investindo na educação dos filhos. Essa parceria é de extrema importância para o desenvolvimento dos estudantes.</div><div><br>Também temos aqui outras coisas que devemos levar em conta:</div><ul><li>Vagas disponíveis;</li><li>Quantidade de alunos por professor;</li><li>Atividades extracurriculares;</li><li>Recursos existentes na escola, como: laboratórios, biblioteca e áreas de lazer;</li><li>Desempenho em exames (Enem, vestibulares);</li><li>Atendimento oferecido ao aluno e a família.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 18:13:12 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico dos financiamentos estudantis no Brasil</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223389028</link>
         <description><![CDATA[<div>Os financiamentos estudantis surgem no Brasil com a finalidade de democratizar o acesso à educação superior. O primeiro criado no país foi o Programa de Crédito Educativo (CREDUC) em 1975. O programa atendeu cerca de 876 mil estudantes que podiam realizar empréstimo para usar na mensalidade e despesas ao longo da graduação segundo o Ministério da Educação.</div><div><br>Em 1999 foi lançado o Fies. O Fundo de Financiamento Estudantil existe até hoje e tem como objetivo financiar a graduação de estudantes que não têm condições financeiras de arcar com a mensalidade em universidades privadas. Com o Fies, o acadêmico possui a chance de realizar o pagamento integral ou parcial após o término da faculdade.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.fnde.gov.br/financiamento/fundeb/area-para-gestores/dados-estatisticos/item/4752-hist%C3%B3rico" />
         <pubDate>2022-06-16 20:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Como funciona o Fies</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223391433</link>
         <description><![CDATA[<div>O Fies aceita a inscrição de estudantes com renda familiar máxima de 3 salários mínimos por pessoa. Além disso,&nbsp;o acadêmico precisa estar matriculado em um curso superior com avaliação positiva do MEC. A instituição de ensino precisa estar cadastrada no programa, segundo o Ministério da Educação.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CBcBfnulQ80" />
         <pubDate>2022-06-16 21:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como funciona o ProUni</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223394495</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como o Fies, o Programa Universidade para Todos também tem como objetivo facilitar o acesso de pessoas com baixa renda no ensino superior. O ProUni foi criado em 2004 e a diferença entre ele e o Fundo de Financiamento Estudantil é que o ProUni oferece bolsas. O acadêmico beneficiado com pode ter 50% ou a mensalidade integral abatida. Quem pode se inscrever na modalidade é necessário:<br><br>– estudante com renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos;<br><br></div><div>– estudante que tenha cursado todo o ensino médio em escola pública ou ter cursado parte ou todo o Ensino Médio em escola privada com bolsa integral;<br><br></div><div>– estudante com deficiência;<br><br></div><div>– professor da rede pública de ensino básico, concorrendo a vagas em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://prouniportal.mec.gov.br/tire-suas-duvidas-pesquisa/o-prouni/47-como-funciona-o-prouni" />
         <pubDate>2022-06-16 21:07:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dados referentes aos financiamentos no Brasil</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223400263</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2016, segundo dados do Ministérios da Educação, dos 5.9 milhões de estudantes de universidades privadas no Brasil, 2.4 milhões eram beneficiados com o Fies ou ProUni. Além das duas modalidades oferecidas pelo Governo Federal, também existem linhas de créditos ofertadas&nbsp; pelas próprias universidades. Entretanto, os juros costumam ser mais altos que dos programas públicos.&nbsp;<br><br>Em 2022, serão ofertadas 111 mil vagas pelo Fies, entretanto, o orçamento desse ano foi reduzido em 35%. Os financiamentos estudantis ofertados pelo Governo Federal apresentam uma diminuição considerável de vagas disponíveis ao longo dos anos segundo dados do Ministério da Educação.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 21:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Dívidas referentes ao Fies</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223403865</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora o Fundo de Financiamento Estudantil tenha garantido a presença de milhões de estudantes no ensino superior, hoje cerca de 1,3 milhão de beneficiados estão endividados.<br><br>Com o corte de orçamento que era destinado aos financiamentos estudantis, os juros referentes ao Fies tiveram um aumento considerável ao longo dos anos, fazendo com que as dívidas também aumentassem.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2021/08/24/me-formar-virou-um-pesadelo-os-brasileiros-endividados-com-o-fies.ghtml" />
         <pubDate>2022-06-16 21:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>Renegociação das dívidas do Fies</title>
         <author>anacseberino</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223404244</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o Governo Federal, a taxa de inadimplência chega a 51,7% dos beneficiados. Com essa porcentagem, as prestações não pagas chegam ao valor de 9 bilhões de reais.<br><br>Hoje, o FNDE trabalha na renegociação das dívidas dos estudantes e em 2022 já conseguiu a renegociação com 127 mil pessoas que estavam com atraso no pagamento das parcelas. As renegociações apontam uma diminuição de até 92% no valor da dívida segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2022/04/07/fies-balanco-de-renegociacao-de-dividas.ghtml" />
         <pubDate>2022-06-16 21:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>Evasão Escolar no Brasil</title>
         <author>evelinsamara43</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223425187</link>
         <description><![CDATA[<div>A evasão escolar é o ato de abandonar o ensino em decorrência de qualquer motivo, sendo que esse problema social é recorrente principalmente entre os alunos do Ensino Médio. É um problema social crescente e complexo, pois desestimula o aluno bem como afeta a gestão escolar.</div><div>&nbsp; As causas variam conforme o nível de ensino. Nos anos iniciais, é comum que os alunos deixem a escola por conta da falta de transporte e dificuldades de acesso. No Ensino Médio, a falta de interesse ou não entendimento do aluno dos conteúdos passados em sala de aula, é um motivo para que ele abandone a escola. Currículo ultrapassado, repetência, precarização da infraestrutura, professores mal remunerados e falta de atividades extracurriculares: todo este quadro desolador contribui com a diminuição da permanência dos alunos em sala de aula.</div><div>&nbsp; A situação financeira é outro fator que colabora para a evasão, pois muitas vezes os estudantes deixam de lado os estudos para trabalhar para assim, auxiliar nas despesas domésticas.</div><div><br></div><div>&nbsp; De acordo com dados de 2018 do IBGE, 11,8% dos jovens entre 15 e 17 anos estavam fora da escola, o que representa 1,2 milhão de pessoas sem atividade educacional.</div><div><br></div><div>CONSEQUÊNCIAS:&nbsp;</div><ul><li>Dificuldade para se inserir no mercado de trabalho, uma vez que o nível de ensino está diretamente ligado ao cargo/remuneração que a pessoa receberá;</li><li>&nbsp;Baixa autoestima, podendo dificultar as relações pessoais e futuras relações profissionais;</li><li>Comprometimento intelectual e cognitivo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 22:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Dados: Evasão Escolar </title>
         <author>evelinsamara43</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2223425771</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 22:23:23 UTC</pubDate>
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         <title>Gravidez 🤰 na adolescência x evasão escolar </title>
         <author>samarasantos4065</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 14:39:10 UTC</pubDate>
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         <title>Saiba mais:👇</title>
         <author>samarasantos4065</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2224990458</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 16:03:04 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de Analfabetismo Funcional</title>
         <author>evelinsamara43</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2225144114</link>
         <description><![CDATA[<div>"São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes."<br><br>Veja mais em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 00:02:38 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação </title>
         <author>evelinsamara43</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2225144425</link>
         <description><![CDATA[<div>"De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo."<br><br>Veja mais em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 00:03:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2225144425</guid>
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         <title>Dados Analfabetismo Funcional</title>
         <author>evelinsamara43</author>
         <link>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2225144782</link>
         <description><![CDATA[<div>"Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.<br><br>Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional."<br><br>Veja mais em: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 00:04:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanatais2009/educacaodesigual/wish/2225144782</guid>
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