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      <title>ANSIEDADE by Rafael Fonseca</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn</link>
      <description>Criado com extravagância</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-26 18:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>ANSIEDADE</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1845926888</link>
         <description><![CDATA[<div>Ansiedade é um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho. A ansiedade e o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente diversos do que se observa como norma naquela faixa etária e interferem com a qualidade de vida, o conforto emocional ou o desempenho diário do indivíduo. Esta patologia vem afetando mais e mais pessoas devido ao estilo de vida atual da humanidade, se tornando um alarde a saúde pública.<br><br>Castillo, Ana Regina GL et al. Transtornos de ansiedade. Brazilian Journal of Psychiatry [online]. 2000, v. 22, suppl 2 [Acessado 26 Outubro 2021] , pp. 20-23. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006&gt;. Epub 24 Jan 2001. ISSN 1809-452X. https://doi.org/10.1590/S1516-44462000000600006</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 18:16:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ansiedade acometida ou piorada pela Covid-19</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1845929281</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; No momento atual vivenciamos o impacto da mais recente pandemia da Covid-19 causada pelo novo corona vírus. Pode-se afirmar que o ano de 2020 e 2021 será um marcado na história pelo impacto global que a Covid-19 causou em todos os seguimentos da sociedade, sobretudo na saúde e na economia. As alterações sofridas pela sociedade são inúmeras e nem todas as pessoas tem conseguido lidar com tais mudanças. O isolamento e/ou distanciamento social recomendado pelas autoridades de saúde embora seja a melhor estratégia de prevenção da contaminação da doença trouxe também ansiedade.<br><br>Rolim, Josiane &amp; Oliveira, Aldecir &amp; Batista, Eraldo. (2020). Manejo da Ansiedade no Enfrentamento da Covid-19 Managing Anxiety in Coping with Covid-19.&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 18:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>4 estratégias eficazes que ajudarão na ansiedade.</title>
         <author>marchioriju_</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846045537</link>
         <description><![CDATA[<div>Os últimos anos foram levados a que, mundialmente, os casos de estresse e ansiedade aumentem. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda algumas estratégias para menor ansiedade e promover uma melhor saúde mental. Conheça quatro dessas avaliações A maior importância da OMS, que levou a organização a lançar essas propostas, se envolve com a elevação dos índices de ansiedade e depressão ao longo dos anos.<br>&nbsp;• Não desista da atividade física&nbsp;<br>&nbsp;• Tenha uma alimentação saudável e inclua suplementos naturais&nbsp;<br>&nbsp;• Se informar nos meios oficiais &nbsp;<br>• Marque consulta de psicologia&nbsp;<br>https://www.diariodigital.com.br/geral/saude-mental-oms-recomenda-estrategias- contra-a-ansiedade /<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 19:05:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846050301</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A ansiedade pode aparecer de várias formas: predisposição genética, fatores ambientais e até mesmo histórico familiar, é claro dependendo da situação em que cada indivíduo está sendo exposto. Estudos apontam uma maior frequência em indivíduos do sexo feminino do que no masculino (Wang et. al., 2020; Costa et al., 2019; American Psychiatric Association, 2014)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 19:07:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846066440</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;30 de janeiro de 2020, surto da doença causada pelo novo coronavírus constitui Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional.&nbsp; Assim declarando em 11 de março de 2020, o que seria um surto mundial a pandemia do Covid-19.&nbsp; Em um estudo realizado com 1.210 participantes demostra os sintomas moderados a severos de ansiedade, depressão e estresse, em 28,8%, 16,5% e 8,1% dos respondentes, desses 75,2% relatam ter medo de seus familiares contraírem a doença demostrando esse impacto na saúde mental. &nbsp;<br><br>Rolim, Josiane &amp; Oliveira, Aldecir &amp; Batista, Eraldo. (2020). Manejo da Ansiedade no Enfrentamento da Covid-19 Managing Anxiety in Coping with Covid-19.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.researchgate.net/profile/Josiane-Rolim/publication/343678426_Manejo_da_Ansiedade_no_Enfrentamento_da_Covid-19_Managing_Anxiety_in_Coping_with_Covid-19/links/5f3827be299bf13404c8490a/Manejo-da-Ansiedade-no-Enfrentamento-da-Covid-19-Managing-Anxiety-in-Coping-with-Covid-19.pdf" />
         <pubDate>2021-10-26 19:13:52 UTC</pubDate>
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         <title>Outro estudo</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846067009</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudo realizado nos EUA entre os dias 20 de março e 20 de abril, com 1.460 participantes de 23 Estados responderam a um questionário de forma online com mais de 200 perguntas. &nbsp; O resultado encontrado foi que 8,7% das pessoas relataram sintomas de ansiedade aguda na primeira rodada (20 e 25 de março) e 14,9% na segunda (15 a 20 de abril). Um salto notório e alarmante, isto no começo da pandemia!<br><br>Rolim, Josiane &amp; Oliveira, Aldecir &amp; Batista, Eraldo. (2020). Manejo da Ansiedade no Enfrentamento da Covid-19 Managing Anxiety in Coping with Covid-19.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 19:14:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marchioriju_</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846067528</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 19:14:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1846110038</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=BJGtzQqrGgQ</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=BJGtzQqrGgQ" />
         <pubDate>2021-10-26 19:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849141208</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;De acordo com Marchi et al, (2013) estudantes de ensino superior da área da saúde são os estudantes que apresentam maior nível de ansiedade, quando comparados a outras áreas de ensino. Apontando alguns fatores desencadeantes a experiência da prática clínica, o lidar com o ser humano, o contato com o sofrimento psíquico, a observação constante dos instrutores no cenário da prática, o medo de cometer erros e sentimentos de inadequação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo publicado para o Conbracis</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849145273</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Com o avanço da tecnologia os jovens estão adquirindo excesso de informação, o que aliado ao excesso de atividades, de pressão, apreensão em relação ao futuro, à necessidade ansiosa ou neurótica de ser perfeito, à transição para a vida acadêmica que esses jovens enfrentam e a cobrança excessivamente, gera assim uma série de sintomas e incômodos para os jovens estudantes, podendo dificultar a realização das suas atividades diárias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologia</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849157199</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi realizada uma pesquisa bibliográfica na literatura, para tanto buscou-se artigos e dissertações indexados nas bases de dados dos periódicos do Google Acadêmico, Scielo e Lilacs que abordassem o transtorno de ansiedade em estudantes universitários na área da saúde.&nbsp; Obtiveram-se cento e setenta e seis trabalhos, os quais foram lidos respeitando os critérios de inclusão que foram utilizados, a saber: ano de publicação, (artigos publicados entre 2013 e 2017) e idioma de publicação português desses&nbsp; foram selecionados cinco artigos e duas dissertações com a finalidade de descrever os principais resultados acerca dessa temática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:30:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resultados</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849183634</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em realizado por Marchi, et al. (2013) constatou-se que o Diazepam foi o medicamento mais utilizado pelos estudantes. Perceberam também que idade com a qual o medicamento foi utilizado pela primeira vez variou de nove a 37 anos, porém com uma proporção maior aos 20 (14,6%).<br>Foi constatado que dos 308 alunos avaliados, 30% apresentou grau mínimo de ansiedade, 34% ansiedade leve, 24% moderada e 12% ansiedade considerada grave. <br>&nbsp;No estudo desenvolvido por Chaves et al. (2015) evidenciaram fatores protetores como a espiritualidade, atividades físicas regulares e vida social, momentos de lazer, podendo atuar na promoção e na preservação da saúde dos estudantes universitários. Observaram também que os estudantes que não possuíam desconforto físico também obtiveram menores níveis de ansiedade traço e estado, abaixo da média, em relação aos indivíduos que possuíam&nbsp; algum desconforto. Sintomas como distúrbio do sono, inquietação, fadiga e dificuldade de concentração apresentaram-se estatisticamente significantes em relação à presença de ansiedade <br><br>Costa, Kercia Mirely Vieira, et al. "Ansiedade em universitários na área da saúde." <em>II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde</em>. 2017.<br>NBR 6023 | COSTA, Kercia Mirely Vieira et al. Ansiedade em universitários na área da saúde. In: <strong>II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde</strong>. 2017. p. 14-16.<br>APA | Costa, K. M. V., Sousa, K. R. S. S., Formiga, P. A., Silva, W. S., &amp; Bezerra, E. B. N. (2017, June). Ansiedade em universitários na área da saúde. In <em>II Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde</em> (pp. 14-16)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849299723</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Identificar a frequência, os fatores determinantes e o uso de serviços de saúde disponíveis para o tratamento dos transtornos ansiosos no Brasil. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 19:37:18 UTC</pubDate>
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         <title>Métodos</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849301310</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Buscas foram realizadas nas seguintes bases de dados: PubMed, LILACS e Google Acadêmico, cobrindo os 10 últimos anos (desde 2007). Os descritores foram: “epidemiologia”, “transtornos de ansiedade”, “prevalência” e “Brasil”. Foram selecionados os artigos com dados originais, de amostras representativas da comunidade. Critérios de inclusão: os transtornos de ansiedade devem ter sido avaliados por meio de entrevistas diagnósticas padronizadas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 19:37:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849301310</guid>
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      <item>
         <title>Resultados </title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1849303056</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A prevalência-ano de transtornos ansiosos em algumas regiões do Brasil (principalmente regiões sudeste e sul) foi elevada, chegando a 19,9% nos últimos 12 meses e 28,1% ao longo da vida. A fobia específica (Medo&nbsp; e&nbsp; sentimento&nbsp; de&nbsp; evitação&nbsp; a&nbsp; um&nbsp; objeto&nbsp; ou&nbsp; situação,&nbsp; de&nbsp; forma<br>desproporcional&nbsp; ao&nbsp; risco&nbsp; que eles realmente eles representam) foi a condição mais prevalente entre&nbsp; todos&nbsp; os&nbsp; diagnósticos&nbsp; de&nbsp; ansiedade,&nbsp; variando&nbsp; de&nbsp; 10,6%&nbsp; nos&nbsp; últimos&nbsp; 12&nbsp; meses&nbsp; a&nbsp; 12,4%&nbsp; ao&nbsp; longo&nbsp; da&nbsp; vida. Bem como fobia social e o transtorno obsessivo-compulsivo, ambos&nbsp; com&nbsp; uma&nbsp; prevalência&nbsp; de 3,9%&nbsp; nos&nbsp; últimos&nbsp; 12&nbsp; meses. Já o transtorno menos prevalente foi o de pânico com 1,1%.</div><div><br>&nbsp;<br><br>MANGOLINI, V. I.; ANDRADE, L. H.; WANG, Y.-P. Epidemiologia dos transtornos de ansiedade em regiões do Brasil: uma revisão de literatura. <strong>Revista de Medicina</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 98, n. 6, p. 415-422, 2019. DOI: 10.11606/issn.1679-9836.v98i6p415-422. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/144226. Acesso em: 27 out. 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 19:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores de risco</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1856811817</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns fatores sociodemográficos foram associados à ansiedade, a RC (razão de chances) para mulheres foi de 2,2, ou seja, mulheres tiveram&nbsp; o&nbsp; dobro&nbsp; da&nbsp; chance de desenvolver a ansiedade quando comparado aos homens.<br><br>Faixas&nbsp; etárias&nbsp; mais&nbsp; jovens&nbsp; também&nbsp; tiveram&nbsp; uma&nbsp; maior&nbsp; chance&nbsp; (RC&nbsp; =&nbsp; 2,9&nbsp; a&nbsp; 3,4)&nbsp; de&nbsp; apresentarem&nbsp; ansiedade&nbsp; em&nbsp; comparação&nbsp; aos&nbsp; idosos (maiores de 65 anos).<br><br>Em relação ao estado marital,&nbsp; os&nbsp; grupos&nbsp; de&nbsp; indivíduos&nbsp; separados,&nbsp; viúvos&nbsp; ou&nbsp; divorciados tiveram maior chance (RC = 1,5) de apresentar transtornos de ansiedade em comparação com os indivíduos casados.<br><br>A renda não mostrou influência evidente sobre a frequência dos transtornos de ansiedade.<br><br>Há também relação entre número de exposição a eventos relacionados a crimes e a chance de ter transtornos de ansiedade. Grupo de indivíduos que foram expostos a&nbsp; pelo&nbsp; menos&nbsp; um&nbsp; evento&nbsp; traumático&nbsp; no&nbsp; ano anterior à entrevista&nbsp; apresentou&nbsp; maior&nbsp; risco&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; ansiedade&nbsp; (RC&nbsp;=&nbsp;1,6 a&nbsp;3,5).</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 15:20:12 UTC</pubDate>
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         <title>Uso dos serviços de saúde pelos indivíduos doentes no Brasil.</title>
         <author>rafaelfonseca2001</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1856824635</link>
         <description><![CDATA[<div>O Estudo São Paulo Megacity estimou que somente 23%&nbsp; dos&nbsp; indivíduos&nbsp; diagnosticados&nbsp; com&nbsp; algum&nbsp; tipo&nbsp; de&nbsp; transtornos&nbsp; de&nbsp; ansiedade&nbsp; obtiveram&nbsp; acesso&nbsp; a&nbsp; algum&nbsp; tipo&nbsp; de&nbsp; serviços.&nbsp;<br><br>Apesar de ser o transtorno de ansiedade com menos prevalência no Brasil, o transtorno de pânico foi o que houve maior uso dos serviços de saúde com 56,7%, seguido de agrofobia sem pânico(37,1%),&nbsp; e ansiedade generalizada (35,0%) como mostra o gráfico acima.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 15:29:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1857555668</link>
         <description><![CDATA[<div>Ansiedade e depressão são doenças mentais cada vez mais prevalentes no mundo que proporcionam qualidade de vida aos pacientes. Embora a medicação seja considerada a primeira linha de intervenção, muitos não apresentam boa adesão ao tratamento.&nbsp;<br>O monitoramento nutricional e a fitoterapia aparecem como recurso terapêutico para melhorar os sintomas e promover a saúde dessas patologias. Este estudo teve como objetivo compreender, por meio de revisão da literatura, o papel dos alimentos e fitoterápicos no tratamento dos transtornos de ansiedade e depressão na população adulta e idosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 01:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>ANSIEDADE E ALIMENTAÇÃO: UMA ANÁLISE INTERRELACIONAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1857622946</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Um dos estados emocionais que mais exerce influência sobre o comportamento alimentar é a ansiedade, a mesma é uma emoção negativa que deixa um sentimento constante de angustia e medo. O comportamento alimentar pode ser bastante afetado por tal emoção, tendo em vista que as escolhas alimentares, as quantidades ingeridas e a frequência das refeições dependem também de vários fatores de origem biopsicosocioculturais. Haja vista, a ansiedade generalizada ser prevalente na sociedade atual, devido a fatores estressantes causados pelos fatos sociais, tendência hereditária e está relacionada ao sistema de neurotransmissores noradrenérgicos e serotoninérgicos, ela influencia e é influenciada pela alimentação. Com base nos dados de estudos científicos, a atual pesquisa teve como finalidade de analisar a inter-relação entre a alimentação e a ansiedade, conhecendo-a sob a óptica da psicologia dentro da nutrição, com o intuito de avaliar o efeito da alimentação, compulsão e escolhas alimentares sobre a ansiedade. A ansiedade é considerada por muitos estudiosos o mal do século, é um estado emocional que é voltado sempre ao futuro. Ela passa a ser patológica quando acontece sem nenhum motivo específico ao qual se direcione. Os desvios alimentares, são fatores de risco para o surgimento da ansiedade intensa, causam transtornos alimentares como a anorexia e bulimia nervosa, bem como se encontra presente em casos de obesidade, sendo um problema significativo para a saúde do sujeito. Procura-se atualmente, meios eficazes de intervenção, entre eles estão os neurotransmissores a favor do controle da ansiedade. A serotonina é um destes neurotransmissores, é sintetizada pelo triptofano, que é um aminoácido encontrado em diversos alimentos de origem animal e vegetal, uma de suas funcionalidades é justamente o controle da ansiedade. Neste estudo, observouse que a ansiedade interfere diretamente nas emoções alterando o humor. E essas alterações, quando em excesso, podem levar a problemas de saúde tanto psicologicamente quanto nutricionalmente falando.&nbsp;<br><br>https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conbracis/2017/TRABALHO_EV071_MD1_SA6_ID1109_02052017134105.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 02:30:39 UTC</pubDate>
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         <title>•ATUALMENTE SÃO 4.024 PESSOAS CADASTRADAS NO PSF.                 </title>
         <author>marchioriju_</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1876453433</link>
         <description><![CDATA[<div>•<strong>COM A PANDEMIA O AUMENTO DE QUADROS DE ANSIEDADA AUMENTOU MUITO NO PSF.<br><br>•NÃO EXSITE UMA FAIXA ÉTARIA ESPECIFICA PARA A&nbsp;ANSIEDE. &nbsp;<br><br>•COMO O PÚBLICO MAIS PREVALENTE DO PSF SÃO ADULTOS E IDOSOS, OCORREM MAIOR NÚMERO DE&nbsp; REGISTROS DE ANSIEDADA NESSA FAIXA ÉTARIA.&nbsp; &nbsp;<br><br>QUANDO A EQUIPE DETECTA ESSE DIAGNÓSTICO&nbsp; DE ANSIEDADA O PREIMEIRO PASSO É&nbsp;ESCUTAR E ENTENDER QUAL A ORIGEM DO QUADRO DE ANSIEDADE DO PACIENTE.&nbsp;<br><br>•NO PSF EXISTEM&nbsp; ATIVIDADES&nbsp; &nbsp; ONLINE PARA O PACIENTE PODER ESTAR CONVERSANDO COM OS MÉDICOS, NUTRICIONISTAS E INFERMEIROS.<br><br><br><br>•PARA OS CASOS MAIS GRAVES OS PACIENTES SÃO ENCAMINHADOS&nbsp; A MÉDICA&nbsp; PARA AVALIAR SE EXISTE A NECESSIDADE DO USO DE MEDICAMENTOS.<br><br><br>EM CASOS MAIS EXTREMOS É ENCAMINHADO PARA O PSICOLOGO</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 21:54:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marchioriju_</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelfonseca2001/72jvnvtz0wq1vgjn/wish/1876469217</link>
         <description><![CDATA[<div>Como alternativa ao uso de ansiolíticos e antidepressivos, que podem causar efeitos colaterais e até dependência, alguns especialistas apontam para os fitoterápicos, que são feitos com plantas e agem ...&nbsp;<br><br>Leia mais em: https://saude.abril.com.br/bem-estar/como-os-fitoterapicos-atuam-contra-a-depressao-e-a-ansiedade/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 22:04:47 UTC</pubDate>
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