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      <title>A Memória do Mar, 8C by Miguel 10 Guimarães</title>
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      <description>Nome: Miguel Roque Ramalho Guimarães, Série: 8C</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-09 21:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Homs, Síria</title>
         <author>miguel22guimaraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Homs, uma cidade na Síria foi uma das mais afetadas pela guerra da Síria e outro conflitos, o que fez com que diversas famílias e pessoas tivessem que se deslocar para outros países, como a Grécia na Europa. Mas esse deslocamento não é tão simples, ele é realizado pelos habitantes dos países que são áreas de repulsão em forma de refugiados, ou seja, os refugiados fogem do seu país deixando tudo para trás normalmente em botes em busca de uma vida melhor e com menos riscos. Isso algumas vezes pode até dar certo para a família ou a pessoa que tentou, mas para muitos é diferente, o sonho vira um pesadelo e algumas vezes até em morte, já que o caminho é longo, e os refugiados passam fome, frio e cansaço, o que muitas vezes acontece. A história contada pelo livro “A memória do mar” retrata exatamente isso, mas do lado ruim da história, onde a pessoa ou a família infelizmente falecem. O livro começa com o pai de uma criança de três anos chamada Alan Kurdi contando como era a vida em Homs antes das guerras, onde ele conta sobre a fazenda de seu pai que ele costumava viver. Infelizmente o mesmo não ocorreu para Alan, que mesmo muito nome teve que tentar se mover para a Europa como um refugiado junto a seu pai e sua mãe, já que viver na Síria agora seria extremamente arriscado e perigoso. Ao longo dos anos mais de 13 milhões de pessoas largaram tudo para fugir da Síria (www.acnur.org)</p><p>Eu fiz os textos a partir apenas do livro "A memória do mar", e as imagens foram usadas a partir do metodo de busca do padlet. Isso se aplica a todos os três pontos. Informações que não estão presentes no livro como números estão como o site que foram achadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 22:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>Ras al Basit (representação da praia do litoral citada no texto), Síria</title>
         <author>miguel22guimaraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>quando Alan e sua família chegaram ao litoral para tentar realizar a travessia para a Europa eles repararam que não havia apenas eles lá, e sim pessoas de vários países como Afeganistão, Somália, Iraque e Síria. Várias mães de bebês choravam desesperadas, pessoas estavam desoladas e tristes, mas era o preço a se pagar para sair da tragédia que acontecia na Síria e nos outros países citados. O barco chegou a navegar até o Mediterrâneo, enquanto as pessoas estavam com frio, fome e exaustas o pai de Alan ainda tentava consolar e o acalmar com frases e diálogos poéticos, que até certo o ajudaram a se acalmar. O pai de Alan rezava e orava muito, já que recorrer a Deus é o menor método para escapar vencer desafios que parecem impossíveis de se enfrentar. Ate 2023 existiam quase 110 milhões de refugiados ou pessoas que tiveram que abandonar suas residências na terra, o que mostra o tamanho desse problema (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.uol.com.br">www.uol.com.br</a>).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 22:21:54 UTC</pubDate>
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         <title>Mar Mediterrâneo, próximo a Turquia.</title>
         <author>miguel22guimaraes</author>
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         <description><![CDATA[<p>Próximos a Turquia, seu local de destino, o barco que abrigava Alan, sua família e outros refugidos infelizmente veio a afundar, resultando na morte dele e das outras pessoas. O sonho de tentar mudar de vida desses refugiados acabou não dando certo. O fato dessas pessoas arriscarem a sua própia vida e de suas família prova que a situação dos países como a Síria e do Afeganistão devido a guerra não esta nada boa, ao ponto de pessoas arriscarem suas vidas atravessando oceanos em busca de mais segurança e uma vida melhor. Como dito no início do livro a vida antes da guerra era bem melhor, mais calma e segura, com um com sua casa e sua vida longe de conflitos, que fizeram com que pessoas abandonassem absolutamente tudo e pondo suas vidas em riso em busca de uma vida melhor. 2023 foi o ano em que mais mortes foram registradas em rotas imigratórias, numero esse que chega a impressionantes 8565 mortes, aumenta de aproximadamente 20% em relação a 2022 (news.un.org)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 22:42:22 UTC</pubDate>
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