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      <title>Agravos by </title>
      <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-07 13:05:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-07 14:35:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ORDEM ENOPLIDA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206481186</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong><mark>GÊNERO </mark></strong><mark> </mark><em><mark>Trichuris</mark></em></p><p>ASPECTO MACROSCÓPICO </p><p>* Os ovos tem formato de barril, casca lisa, cor castanha e possuem um opérculo saliente em cada um dos polos. Tamanho pequeno a médio. Fêmea 3cm a 7cm e macho 2cm a 4cm. </p><p><br/></p><p>FORMA DE INFECÇÃO</p><p>* Os ovos saem nas fezes dos hospedeiros, e no meio ambiente embrionam em aproximadamente 30 dias. Os ovos larvados contendo a L1 podem permanecer viáveis no meio ambiente por anos. Quando o hospedeiro ingere o ovo embrionado, o mesmo libera a L1 no intestino delgado, que migra até o intestino grosso invadindo a mucosa epitelial. Nesse local, fazem quatro mudas: L2, L3, L4, L5 e adultos. Os adultos copulam no epitélio intestinal. A fêmea põe os ovos, que saem nas fezes dos hospedeiros. </p><p><br/></p><p>ESPÉCIES AFETADAS</p><p>* Suínos, cães, gatos, pequenos e grandes ruminantes, homem e roedores. </p><p><br/></p><p>PERÍODO PRÉ-PATENTE</p><p>* Em torno de 2 a 3 meses </p><p><br/></p><p>MÉTODO DE DIAGNÓSTICO </p><p>* Pela presença de ovos bioperculados nos exames de fezes.</p><p><br/></p><p>PROFILAXIA</p><p>* Manter as instalações arejadas e secas, pois os ovos sobrevivem em ambientes úmidos e sombreados, e as ivermectinas e os benzimidazois eliminam os parasitos dos hospedeiros.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><mark>GÊNERO </mark></strong><em><mark>Capillaria</mark></em></p><p>ASPECTO MACROSCÓPICO </p><p>* Tamanho pequeno (1 a 5cm de comprimento), muito finos.</p><p>* Extremidade anterior do corpo é mais afilada que a posterior, porém essa característica não chama a atenção macroscopicamente.</p><p>* Os ovos de parede lisa e bioperculados são muito semelhantes aos de <em>Trichuris sp.</em></p><p><br/></p><p>MÉTODO DE DIAGNÓSTICO </p><p>* Para espécies do sistema digestório pode-se usar técnicas de exames de fezes de sedimentação ou flutuação para identificação dos ovos bioperculados. Para o diagnóstico de <em>C. plica</em>, examinar a urina após sedimentação. Os ovos de <em>C</em>. <em>hepatica</em> medem de 54 a 64um de comprimento por 29 a 33um de largura, são bioperculados e em forma de bandeja, podendo ser identificados na forma não embrionada em cortes histológicos corados por hematoxilina e eosina. <em>C</em>. <em>aerophila</em> pode ser diagnosticada pela presença de ovos em lavado nasal ou traqueal.</p><p><br/></p><p>PERÍODO PRÉ-PATENTE</p><p>* Depende da espécie, varia de três a seis semana.</p><p><br/></p><p>PROFILAXIA</p><p>* Para eliminação dos parasitos presentes no hospedeiro, o uso de benzimidazóis e ivermectina é eficiente.</p><p>* As espécies de <em>Capillaria</em> que possuem hospedeiro intermediário devem ser controladas evitando-se a presença dos animais no ambiente onde há o hospedeiro intermediário (minhoca).</p><p>* Os comedouros e bebedouros devem ficar fora do alcance de fezes dos animais para evitar a contaminação por ovos do parasito.</p><p>* Manter o ambiente limpo, seco e arejado.</p><p><br/></p><p>ESPÉCIES AFETADAS</p><p>* Os principais são hospedeiros intermediários. Eles variam de acordo com a espécie, tendo como principais afetados: gato, cachorro, galinha, peru, raposa, bovino e entre outros.</p><p><br/></p><p>FORMA DE INFECÇÃO </p><p>* No ciclo das espécies que vivem no sistema digestório, os ovos saem nas fezes e no ambiente se tornam larvados (L1) em duas a quatro semanas. O ovo contendo a L1 é ingerido pelo hospedeiro em alimentos ou água contamina-dos. Algumas espécies como <em>C. annulata</em> e <em>C. caudinflata</em> necessitam de hospedeiro intermediário para prosseguir seu ciclo evolutivo. A L1 é liberada no tubo digestivo, onde faz as mudas para L2, L3, LA e adultos.</p><p><br/></p><p><strong><mark>GÊNERO </mark></strong><em><mark>Trichinella</mark></em></p><p>- Aspecto macroscópico: Parasitos adultos muito pequenos, com 1 a 3mm de comprimento e corpo com diâmetro ligeiramente espessado posteriormente.</p><p><br/></p><p>- Forma de infecção: os hospedeiros comem carne com cistos contendo larvas infectantes de <em>Trinchinella</em> e o músculo é dissolvido pelos ácidos do estômago, liberando as larvas. Estas passam ao intestino delgado, onde em dois dias a quatro ficam adultas . Após a cópula, os machos morrem e as fêmeas fazem a postura de larvas L1 ( cada fêmea produz em torno de 500 larvas), que através da circulação vão para a musculatura esquelética, onde ficam encapsulada. As larvas podem permanecer na musculatura por vários anos. As infecções ocorrem quando esse músculo contendo os cistos é ingerido, libera a L1 que passa por quatro mudas L2, L3, L4 e adultos no intestino delgado. Os parasitos adultos vivem embebidos na mucosa do intestino delgado.</p><p><br/></p><p>ESPÉCIES AFETADAS</p><p>* Mamíferos, principalmente em homens, suíno e rato.</p><p><br/></p><p>MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO </p><p>* No homem, a confirmação é feita pela anamnese e sorologia</p><p>* Em grandes infecções podem-se encontrar larvas no sangue através do exame direto.</p><p>* Já em suínos o diagnostico é feito em laboratório de controle de qualidade da carne, é utilizado enzimas como a pepsina de 1% para a pesquisa de <em>T.spiralis</em> em carcaças de suínos, principalmente destinadas ao mercado de exportação.</p><p><br/></p><p>PROFILAXIA</p><p> * Tratamento dos hospedeiros com benzimidazóis. Esses produtos atuam nas formas larvais e adultas. A principal fonte de contaminação para o homem é a carne mal cozida , as larvas de trichinella morrem em temperaturas de 60°C, por isso deve-se cozinhar bem a carne ou evitar seu consumo. </p><p>O congelamento da carne a -15°C por 20 dias mata as larvas.</p><p>Evitar alimentar animais com carne crua ou mal-cozida.</p><p><br/></p><p><strong><mark>GÊNERO </mark></strong><em><mark>Dioctophyma</mark></em></p><p>ASPECTO MACROSCÓPICO</p><p>* Verme do rim</p><p>* Nematoides de cor vermelha </p><p>* Fêmeas podem atingir até 1m de comprimento por 1cm de diâmetro e possuem a vulva próxima à extremidade anterior do corpo</p><p>* Ovos bioperculados de casca grossa e enrugada</p><p>* Machos medem em torno de 40cm de comprimento, possuem somente um espículo e apresentam uma pequena bolsa copuladora com aspecto de sino.</p><p><br/></p><p>FORMA DE INFECÇÃO </p><p>* Os ovos saem na urina morulados e no ambiente a L1 se desenvolve dentro do ovo. O anelídeo aquático ingere o ovo e a L1 é liberada, indo para sua cavidade celomática, onde passa a L2 e L3. O peixe ou a rã pode ingerir o anelídeo com a L3, tornando-se parasitado. O hospedeiro definitivo ingere o peixe ou a rã com a L3, a qual atravessa ativamente o tubo digestivo e migra preferencialmente para o rim direito, podendo localizar-se em vários órgãos, onde passa a L4 e adultos.</p><p>* Os animais e o homem podem adquirir o nematóide a partir das ingestão de carne de peixe e rã pouco cozida e também ao comerem anelídeos aquáticos infectados com a forma larval L3.</p><p><br/></p><p>ESPÉCIES AFETADAS</p><p>* Hospedeiro definitivo: homem e carnívoros (preferencialmente cães).</p><p>* Hospedeiro intermediário: anelídeos, rãs e peixes dulcícolas.</p><p><br/></p><p>PERÍODO PRÉ-PATENTE</p><p>* Aproximadamente 135 dias.</p><p><br/></p><p>MÉTODO DE DIAGNÓSTICO </p><p>* Deve-se fazer a sedimentação da urina para pesquisa dos ovos. Porém, apenas em alguns casos o verme está no rim. Ultrassonografia pode visualizar os parasitos no rim e na cavidade abdominal. A maioria dos casos registrados é de achados de necropsia.</p><p><br/></p><p>PROFILAXIA </p><p>* Não existe tratamento; deve-se remover cirurgicamente os parasitos. A prevenção é feita evitando que o homem e animais comam minhocas, rãs e peixes crus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 13:46:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206481186</guid>
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         <title>Ordem Spirurida </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206491549</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gênero Spirocerca</strong></p><p>Aspecto macroscópico: grande, corpo enrolado de cor vermelha.</p><p>Forma e ciclo de infecção: os nódulos fibrosos têm fístulas que se comunicam com a luz do órgão, local por onde saem os ovos. Nos besouros coprófagos, ocorrem as fases de L1, L2 e L3 em cerca de dois meses. Galinhas, lagartixas, roedores e outros animais funcionam como hospedeiros paratênicos. Com a ingestão do hospedeiro intermediário ou paratênico, as L3 são liberadas. Estas penetram na parede do estô-mago, migram por três semanas pelas artérias gástricas, artéria celíaca até a aorta torácica, onde mudam para LA. Após cerca de três meses migrando pelos tecidos adjacentes, atingem a submucosa do esôfago e estômago, formando nódulos e passando à fase adulta. Período pré-patente: cerca de cinco meses.</p><p><br/></p><p>Hospedeiros</p><p>•Definitivos: cão, gato, caprinos, equinos e bovinos.</p><p>•Intermediários: coleópteros (besouros) coprófagos dos gêneros Scarabeus, Geotru-pes, Gymnopleurus e outros.</p><p>•Paratênicos: galinhas, lagartixas e roedores.</p><p><br/></p><p>Período pré-patente: cerca de 5 meses</p><p><br/></p><p>Profilaxia: evitar dar carnes cruas de animais silvestres para cães ou de galinhas domésticas de criação extensiva.</p><p><br/></p><p><strong>Gênero Thelazia</strong>: </p><p>características macroscópicas: pequenos e delgados, machos medem cerca de 1,2 cm e fêmeas 2cm</p><p><br/></p><p>Forma de infecção: fêmeas larvíparas depositam as L1 nas secreções lacrimais sendo ingeridas pelas moscas ao se alimentarem dessas secreções crescem dentro da mosca até L3 e migram para as peças bucais de diptera. Quando as moscas se alimentam de secreções oculares as larvas são liberadas e entram na conjuntiva de novos hospedeiros, crescem e alimentam-se no mesmo local onde atingem o estágio adulto. Não fazem migração. </p><p><br/></p><p>espécies afetadas: </p><p>definitivos: bovinos, equinos, cães, gatos, aves e homem.</p><p>intermediários: moscas (musca, faninna)</p><p>Período Pré-patente: Dois a três meses </p><p><br/></p><p>Diagnostico: pode ser feito por meio da observação dos parasitas no globo ocular. Aconselhável o uso de gotas oftálmicas anestésicas. Caso observados vermes, eles podem ser recolhidos e analisados para identificação em um microscópio.</p><p>Profilaxia: Higiene, desparasitantes e repelentes.</p><p><br/></p><p><strong>Habronema</strong></p><p>aspectos macroscopico </p><p>pequenos e brancos em torno de 0.8 milímetros a 1.4 centímetros. Boca com dois lábios laterais, em formato cilíndrico. </p><p><br/></p><p>Forma de infecção </p><p>larvas ou ovos são eliminados com as fezes do hospedeiro definitivo e ingeridos por larvas de moscas. Estágio infectante (L3) é alcançando quando a mosca chega á fase da pupa, onde elas pousam nos lábios, orifícios nasais e lesões dos animais.</p><p><br/></p><p><em>Hospedeiro definitivo:</em> cavalo</p><p><br/></p><p><em>Período pré-patente</em> </p><p>O período pré-patente da Habronema muscae é de aproximadamente dois meses, que é o tempo necessário para que as larvas se desenvolvam em vermes adultos no intestino delgado do cavalo.</p><p><br/></p><p>Tratamento</p><p>Para formas de tratamento, em casos que o animal possui apenas pequenas lesões, é indicado o curativo local com uma pomada cicatrizante associada a um organofosforado, o tratamento cirúrgico é indicado para feridas que não cicatrizam e remoção de nódulos calcificados. Para hebronemose gástrica, utiliza-se produtos sistêmicos, por exemplo invermectinas, pois poucos produtos atuam no verme adulto.</p><p><br/></p><p>Profilaxia </p><p>Para medidas de prevenção, é utilizado esterqueiras para a diminuição da população de moscas para evitar larvas do nematóide na lesão.</p><p>É importante eliminar os resíduos de esterco rapidamente, e o uso de repelentes também pode ajudar.</p><p><br/></p><p><strong>Dirofilaria immitis</strong></p><p>	•	Aspecto macroscópico: Vermes longos e finos (até 30 cm), branco-acinzentados, localizados principalmente no coração e artérias pulmonares de cães infectados.</p><p>	•	Forma de infecção e ciclo: Transmissão pela picada de mosquitos (principalmente Culex, Aedes e Anopheles) infectados com larvas L3, que penetram na pele do cão. O parasita se desenvolve até L5 no sistema circulatório e chega ao coração e pulmões, onde se torna adulto.</p><p>	•	Espécies afetadas:</p><p>	•	Hospedeiro definitivo: Principalmente cães.</p><p>	•	Hospedeiro intermediário: Mosquitos.</p><p>	•	Hospedeiro reservatório: Pode incluir outros animais como gatos e animais selvagens.</p><p>	•	Período pré-patente: De 6 a 9 meses (tempo até os vermes adultos serem detectáveis).</p><p>	•	Método de diagnóstico: Testes sorológicos, detecção de microfilárias no sangue e radiografias torácicas para verificar lesões pulmonares.</p><p>	•	Profilaxia: Medicações preventivas mensais (como ivermectina, milbemicina) ou injeção anual (moxidectina), controle de mosquitos e exames regulares.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 13:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>ORDEM ASCARIDIDA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206510587</link>
         <description><![CDATA[<p><em><mark>TOXOCARA CANIS</mark></em></p><p><strong>•</strong>Hospedeiro definitivo</p><p>-Cães </p><p>•Ciclo biológico</p><p>-As fêmeas fazem a postura dos ovos (saem nas fezes) e formam-se L1, L2 e L2 dentro do ovo</p><p>•Forma de infecção: </p><p>-Ingestão  de ovo larvado</p><p>-Via transplacentária</p><p> -Via transmamária </p><p>-Hospedeiros paratênicos</p><p>•Período  pré-patente</p><p>-4 a 5 semanas </p><p>•Diagnóstico </p><p>-Exame de fezes pela técnica de flutuação para identificação dos ovos </p><p>•Profilaxia</p><p>-Evitar que os hospedeiros tenham contato com ovo larvado removendo e queimando ou fazendo compostagem das fezes parasitárias</p><p>-Tratamento dos animais parasitados com benzinidazois ou piperazina. </p><p>- Como os ovos são pegajosos é recomendado lavar o ambiente com água quente e vassoura para desgrudá-los e manter o ambiente seco e arejado </p><p><br></p><p><em><mark>TOXOCARA VITULORUM:</mark></em></p><p>•Aspecto macroscópico</p><p>-Longas e brancas (semelhantes a cobras pequenas)</p><p>•Hospedeiro definitivo </p><p> -Ruminantes (Principalmente búfalos)</p><p>•Forma de infecção </p><p>-Ingestão de ovos</p><p>•Período pré-patente</p><p>-3 a 4 semanas</p><p>•Profilaxia</p><p>-Injeções anti-helminticas</p><p>-controle de pastagens </p><p>-Imunização </p><p>•Diagnóstico</p><p>-Métodos copologicas como flutuação e sedimentação, além de exames sorológicos e hemogramas</p><p><br></p><p><em><mark>TOXOCARA CATI</mark></em></p><p>•Aspecto macroscópico</p><p>-tamanho médio( femea: 4 a 12cm; macho: 3 a 7cm), boca trilabiada, asa cervical larga e curta, difere do canis por apresentar a asa mais estreita anteriormente e mais larga posteriormente</p><p>•Hospedeiro definitivo</p><p>-Felinos </p><p>•Ciclo biológico </p><p>- Semelhante ao canis porem não ocorre infecção pré natal. Os animais infectam-se por ingestão do ovo larvado, de hospedeiros paratenicos infectados e através do leite da mãe </p><p>•Diagnóstico</p><p>-Exame de fezes dos animais para pesquisa de ovos</p><p>•Profilaxia:</p><p>-Evitar que os hospedeiros tenham contato com ovo larvado removendo e queimando ou fazendo compostagem das fezes parasitárias</p><p>-Tratamento dos animais parasitados com benzinidazois ou piperazina. </p><p>-Como os ovos são pegajosos é recomendado lavar o ambiente com água quente e vassoura para desgrudá-los e manter o ambiente seco e arejado </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 14:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206522011</link>
         <description><![CDATA[<p>Fagner faz chamadaa aí querido beijos!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 14:09:20 UTC</pubDate>
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         <title>ORDEM STRONGYLIDA</title>
         <author>luizadeoliveirabrito</author>
         <link>https://padlet.com/luizadeoliveirabrito/71w5lp2v4hvkdcyk/wish/3206530867</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Gênero Ostertagia </strong></p><p><br/></p><p><strong>Aspecto microscópio:</strong></p><p>fêmeas de 8 a 9 mm, machos de 6 a 8mm, coloração avermelhada.</p><p><br/></p><p><strong>Forma de infecção:</strong></p><p>Se desenvolve nas fezes, migram para a vegetação, e durante a fase de L3 são ingeridos pelo hospedeiro, sendo assim, a porta de entrada é a cavidade oral. Em fase de L4, o parasita invade a região estomacal, e se hospeda no abomaso, onde realiza a hipobiose. Após 18 dias a partir do início da infecção, as L5 emergem para a superfície mucosa das glândulas.</p><p><br/></p><p><strong>Espécies afetadas:</strong></p><p>-bovinos</p><p>-ovinos</p><p>-raramente caprinos</p><p><br/></p><p><strong>Período pré-patente:</strong></p><p>Normalmente, o ciclo se completa em três semanas, mas em certas circunstâncias as L4 podem permanecer em hipobiose e têm o desenvolvimento inibido por até seis meses, dependendo do clima.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>O diagnostico é realizado através de observação dos sintomas (O animal parasitado apresenta sinais clínicos como: inapetência, perda de peso e diarreia), pela contagem de ovos nas fezes, níveis de pepsinogênio e necropsia.</p><p><br/></p><p><strong>Profilaxia:</strong></p><p>O método consiste no tratamento dos animais jovens com anti-helmínticos (um tipo de vermífugo específico para a ordem) e fazer descanso de pasto entre troca de rebanhos, principalmente se</p><p> os animais que habitavam o pasto manifestaram a doença.</p><p><br/></p><p><strong>Gênero Cooperia</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Espécie Cooperia oncophora</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Aspectos macroscópicos: </strong>do parasita Tamanho muito pequeno ( fêmeas com 6 a 8 mm e machos 5,5 a 9 mm de comprimento) coloração rosa</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Formas de infecção</strong></p><p>Direto. Fêmeas colocam até 3 mil ovos por dia. Após ingestão de L3, ha migração para as criptas intestinais, onde realizam duas mudas; os adultos se desenvolvem na mucosa e na superfície epitelial do intestino delgado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Espécies afetadas</strong></p><p>Bovinos, ovinos e caprinos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Período pré-patente</strong></p><p>Aproximadamente 3 semanas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico</strong></p><p>Causa inapetência e emagrecimento, infecções moderadas a graves, podem causar enterite catarral e edema da mucosa intestinal. Infecções graves podem causar diarreia intermitente. Ocorre imunidade parcial após 8 a 12 meses do contato com larvas infectantes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Profilaxia</strong></p><p>Exame parasitológico, teste de eficácia, controle da pastagem.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Especie Cooperia pectinata</strong></p><p>Aspectos Macroscópicos do parasita</p><p>Semelhantes as de C. oncophora. Os machos medem 7 a 8 mm e as fêmeas 7,5 a 10 mm de comprimento.</p><p><br/></p><p><strong>Formas de infecção</strong></p><p>Semelhante ao de C. punctata.</p><p><br/></p><p><strong>Especies afetadas</strong></p><p>Bovinos.</p><p><br/></p><p><strong>Período pré-patente</strong></p><p>Semelhante ao de C. punctata</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico</strong></p><p>Causa inapetência e emagrecimento, infecções moderadas a graves, podem causar enterite catarral e edema da mucosa intestinal. Infecções graves podem causar diarreia intermitente. Ocorre imunidade parcial após 8 a 12 meses do contato com larvas infectantes.</p><p><br/></p><p><strong>Profilaxia</strong></p><p>Exame parasitológico, teste de eficácia, controle da pastagem.</p><p><br/></p><p><strong>Espécia Cooperia punctata</strong></p><p><br/></p><p>Aspectos macroscópicos do parasita</p><p>Semelhantes as de C. oncophora. Machos medem 4,5 a 6 mm e as fêmeas 6 a 8 mm de comprimento.</p><p><br/></p><p><strong>Formas de infecção</strong></p><p>Direto. Fêmeas colocam até 3 mil ovos por dia. Após ingestão de L3, ha migração para as criptas intestinais, onde realizam duas mudas; os adultos se desenvolvem na mucosa e na superfície epitelial do intestino delgado.</p><p><br/></p><p><strong>Espécies afetadas</strong></p><p>Bovinos</p><p><br/></p><p><strong>Período pré-patente</strong></p><p>De 2 a 3 semanas.</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico</strong></p><p>Causa inapetência e emagrecimento, infecções moderadas a graves, podem causar enterite catarral e edema da mucosa intestinal. Infecções graves podem causar diarreia intermitente. Ocorre imunidade parcial após 8 a 12 meses do contato com larvas infectantes.</p><p><br/></p><p><strong>Profilaxia</strong></p><p>Exame parasitológico, teste de eficácia, controle da pastagem. </p><p><br/></p><p><strong>espécie: Dictrocoulos Vivipares</strong></p><p><strong>Hospedeiro:</strong> Bovinos</p><p><br/></p><p>Se localiza na traqueia e brônquio</p><p><strong>Características: </strong>Vermes Finos e filiformes.</p><p>Fêmeas medindo de 6 a 8 em Machos medindo de 4 a 5,5 cm</p><p>As larvas (11) medem 300 a 360um</p><p>Fase pré-patente: 8 a 25 dias</p><p>Diagnóstico: os sinais clínicos, a época do ano (inverno) e a história de pastejo em pastos permanentes confirmam o diagnóstico.</p><p>-exame Fecal: São encontradas larvas apenas nas</p><p>Fezes de infecções patentes.</p><p>- Na necropsia: vermes podem ser vistos apos a abertura dos brônquios. </p><p><strong>Ciclo Biológico:</strong></p><p>As Fêmeas produzem ovos contendo larvas L1 completamente desenvolvidas. Geralmente eclodem na mucosa das vias respiratórias, as larvas migram até a traquéia, são deglutidas e eliminadas nas fezes ou expelidas pela tosse quando passam a ser chamadas de L2. Após, um período de 5 dias essas larvas passam a ser L3, passando para o estágio infectante seguida deixam o bolo fecal e chegam até a forragem. Desta forma, os hospedeiros ingerem as L3 junto do pasto e penetram na mucosa intestinal.  Através da circulação chegam aos alvéolos, brônquios e bronquíolos. As larvas L3 sofrem muda para L4 depois de cinco dias da infecção e então, no 15° dia é possível observar adultos jovens nos brônquios </p><p><strong>Controle:</strong> nos países do norte da Europa, a melhor forma de prevenir a ocorrência desse parasito consiste na utilização de vacinas ate-nuadas. Porém, somente a vacinação não é suficiente para prevenir o estabelecimento de quantidades pequenas de vermes pulmonares e a presença reduzida de vermes no pasto.</p><p>Normalmente, a baixa contaminação do pasto estimula a imunidade dos bezerros.</p><p><br/></p><p>O <strong>tratamento</strong> com produto de amplo espectro no início da estação seca é suficiente para prevenir grandes infecções, entretanto já existe relato de resistência lateral para as micro-lactonas no Brasil. </p><p><br/></p><p><strong>Gênero Nematodirus</strong></p><p>Espécie Nematodirus abnormalis</p><p><br/></p><p><strong>Aspecto macroscópico do parasita</strong></p><p>Vermes delgados, medindo aproximadamente 2 cm. O entrelaçamento dos vermes da uma aparência semelhante a algodão em rama. Ovos grandes, ovoides e incolores.</p><p><br/></p><p><strong>Forma de infecção</strong></p><p>Ingestão</p><p><br/></p><p><strong>Especies afetadas</strong></p><p>Ruminantes</p><p><br/></p><p><strong>Período pré-patente</strong></p><p>Praticamente única nos tricostrongilídeos, em razão do desenvolvimento em L3 no interior do ovo. Período lento levando no mínimo 2 meses.</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico</strong></p><p>Ocorre no período pré-patente, a contagem de ovos nas fezes não é tão expressiva para o diagnóstico, que deve se basear ma história de pastejo, nos sinais clínicos e no exame pós morte</p><p><br/></p><p><strong>Profilaxia</strong></p><p>Semelhante ao realizado para outros estrongilídeos, com excessão do N. battus. Infecções mono especificas por Nematodirus são raras.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 14:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Oxyuris equi e Gênero Enterobius</title>
         <author>sbsilvajulia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Grupo 2</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 14:26:02 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:31:09 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:31:28 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:31:43 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:31:58 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:32:11 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-11-07 14:32:24 UTC</pubDate>
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         <title>Ordem Ascaridida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gênero <strong>Heterakis</strong></p><p>Aspecto microscópio: Tamanho de 0,4 a 1,5cm, boca trilabiada, esôfago com bulbo posterior, fêmeas com vulva no meio do corpo e machos apresentam dois espículos de tamanho diferente</p><p><br/></p><p>Forma de infecção: comendo ovo com L3 ou comendo minhoca infectado com L3</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: galinha, peru, pavão, pato, ganso e outras aves</p><p><br/></p><p>Período pré patente: 4 semanas</p><p><br/></p><p>Método de diagnóstico: pode ser feito pela presença de ovos no exame de fezes</p><p><br/></p><p>Profilaxia: o controle é feito com higiene e tratamento das aves parasitas com anti-helminticos na água e ração</p><p><br/></p><p>Gênero <strong>Ascaridia</strong></p><p><br/></p><p>Aspecto microscópio: tamanho entre 6 a 12cm( fêmea ) e 1 a 2cm ( Macho ), esôfago claviforme, boca trilabiada, macho apresenta dois espículos de mesmo tamanho e uma ventosa pré-cloacal.</p><p><br/></p><p>Forma de infecção: aves ingerindo o ovo contendo a L3.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: galinha, peru, pato, faisão e outras aves.</p><p><br/></p><p>Período pré patente: 9 dias</p><p><br/></p><p>Método de diagnóstico: apresenta ovos no exame de fezes</p><p><br/></p><p>Profilaxia: higiene e tratamento das aves com anti-helminticos na água ou na ração</p><p><br/></p><p>Gênero <strong>Ascaris:</strong></p><p><br/></p><p>Aspectos microscópio: tamanho grande entre 20 a 40cm ( fêmea ) e 15 a 25cm ( macho), fêmea com vagina localizada no terço anterior do corpo, macho não possuem ventosas.</p><p><br/></p><p>Forma de infecção: ingerindo ovo contendo L3.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: homem e suíno.</p><p><br/></p><p>Período pré patente: 2 meses.</p><p><br/></p><p>Método de diagnóstico: apresenta ovos no exame de fezes.</p><p><br/></p><p>Profilaxia: limpeza e esterilização do ambiente com produtos químicos ou água fervente.</p><p><br/></p><p>Gênero <strong>Parascaris:</strong></p><p><br/></p><p>Aspectos microscópio: tamanho grande entre 20 a 50cm ( fêmea ) e 15 a 28cm ( macho ), macho possuem asa caudal, boca trilabiada com interlábios.</p><p><br/></p><p>Forma de infecção: comendo ovo com L3.</p><p><br/></p><p>Espécies afetadas: equinos.</p><p><br/></p><p>Período pré patente: entre 6 a 1 ano.</p><p><br/></p><p>Método de diagnóstico: por exame de fezes.</p><p><br/></p><p>Profilaxia: higiene dos recintos e tratamento dos animais com anti-helminticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 14:35:04 UTC</pubDate>
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