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      <title>Diário de bordo by MARIA EDUARDA CONCEIÇÃO DE JESUS</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-28 14:21:07 UTC</pubDate>
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         <title>Partimos do IFBA - Campus Eunápolis às 8h06 do dia 19 de dezembro de 2024, em direção ao Assentamento Baixa Verde-MLT, que fica na zona rural do município de Eunápolis.</title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>No início do trajeto e ainda dentro da cidade, passamos pelos bairros residenciais, já cheios de vida.Logo no início da viagem, ainda dentro da cidade, passamos por bairros residenciais e movimentados. Aos poucos, à medida que nos afastávamos do centro urbano, as casas deram lugar a sítios e pequenas propriedades rurais. Mais adiante observamos realmente um ambiente rural.</p><p>Área de bioma Mata Atlântica, embora seja mais difícil de reconhecer. Boa parte da vegetação original foi substituída por pasto ou lavouras. O relevo, com morros, vales e algumas planícies, cria paisagens variadas. Na área rural da região, várias propriedades eram vistas como baseadas na agricultura de subsistência, na qual eram produzidas hortaliças, mandioca, manga e pimenta. Há também fazendas mais extensas de monocultura, onde se plantam café, cacau, banana, mamão e principalmente eucalipto.</p><p>O eucalipto, de fato, tem um impacto significativo na paisagem e no meio ambiente. Durante a viagem, vimos extensas áreas desmatadas e compactadas, antes cobertas pela Mata Atlântica, agora usadas para pastagem ou cultivo intensivo. A maioria dessas áreas, no entanto, foi degradada pelo pisoteio do gado ou exploração do solo para plantio de eucalipto, com a crescente demanda das indústrias locais. Isso, infelizmente, faz parte de problemas como erosão do solo, poluição do Rio João de Tiba e perda de espécies nativas.</p><p>Esta viagem nos permitiu ver na prática muito do que aprendemos em sala de aula. Pudemos perceber as diferenças nos tamanhos das propriedades, os tipos de agricultura, os impactos da devastação da Mata Atlântica e as particularidades do relevo e da vegetação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-28 14:51:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p> Ao chegarmos no Assentamento Baixa Verde MLT alguns dos moradores, ocupadores do território, nos explicaram um pouco de como foi a história do assentamento e como começaram a morar no território, falando também um pouco dos obstáculos enfrentados por eles para conseguir a ocupação do território. Onde hoje é o Assentamento Baixa Verde MLT, antes era um território ocupado por uma empresa, a Veracel Celulose. Após suspeitas que o território ocupado pela empresa era público, as pessoas que compõe o assentamento ocuparam o território no ano de 2008, mas foram expulsos do território. O território público, antes ocupado pela empresa Veracel Celulose, com muita batalha e luta feita pelo movimento das pessoas do assentamento, foi passado por uma discriminatória pelo Estado da Bahia que durou aproximadamente um ano e meio para ser realizada, onde de 2000ha apresentadas, 1300ha foram confirmadas de território público. A empresa Veracel Celulose só abriu mão do território definitivamente no ano de 2016, por uma ordem judicial. Após a discriminatória, os moradores ocuparam o território definitivamente, onde estão até hoje.</p><p>Com o auxílio do estado, uma equipe técnica avaliou o território observando as áreas agricultáveis, onde poderia ser feita a agricultura, desconsiderando estradas, reservas, e baseado nesse espaço foi considerada as parcelas individuais de cada um dos beneficiários.</p><p>O assentamento possui 5 áreas coletivas, algumas dessas para produção e infraestrutura.</p><p>O assentamento possui aproximadamente 61 famílias, no total o assentamento apresenta aproximadamente 250 pessoas.</p><p>Hoje em dia, após 16 anos de luta, o território ocupado pelo Assentamento Baixa Verde MLT ainda não está completamente legitimado, porém os ocupantes do assentamento persistem para obter o território completamente legitimado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-28 14:55:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>A visita ao assentamento revelou práticas diversificadas e desafios enfrentados pelos agricultores familiares na busca por uma produção sustentável e equilibrada. O assentamento apresenta uma grande diversidade de culturas, caracterizando-se pela prática da policultura. Entre os principais cultivos, destacam-se o aipim, feijão e pimenta-do-reino. Além disso, há um espaço dedicado a diversas plantas, que contribui para a biodiversidade local. Anteriormente, a área era dominada por plantações de eucalipto, o que causou a degradação do solo. No entanto, com o passar do tempo e com o manejo adequado, o solo tem se recuperado e se tornado mais saudável.</p><p>Os agricultores do assentamento adotam práticas sustentáveis, como a utilização de adubos orgânicos e sistemas de manejo que ajudam a restaurar a fertilidade do solo. Essas iniciativas demonstram o compromisso em reverter os impactos ambientais negativos e garantir uma produção mais equilibrada.</p><p>A divisão do trabalho no assentamento é realizada de maneira colaborativa, com cada membro contribuindo para as diversas atividades. Os agricultores estão organizados em associações, que fortalecem o trabalho coletivo e facilitam o acesso a recursos e oportunidades de comercialização.</p><p>Os produtos do assentamento são comercializados principalmente através da associação, mas não foram detalhadas outras formas de escoamento da produção. Além disso, práticas e conhecimentos passados de geração em geração desempenham um papel importante no manejo agrícola, conectando os agricultores às suas raízes culturais e contribuindo para a preservação de técnicas tradicionais.</p><p>Apesar dos avanços, os agricultores ainda enfrentam desafios significativos, especialmente na luta contínua por melhores condições e infraestrutura. A recuperação do solo após o cultivo intensivo de eucaliptos é um exemplo de como a resiliência e o esforço coletivo podem trazer resultados positivos, mesmo em meio a dificuldades.</p><p>O assentamento visitado é um exemplo da força da agricultura familiar e do impacto positivo de práticas sustentáveis e colaborativas. Apesar dos desafios, os agricultores mostram determinação e criatividade na superação de obstáculos, contribuindo para a recuperação ambiental e o fortalecimento da produção local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-28 14:59:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 14:47:43 UTC</pubDate>
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         <title>Há diversos indícios de conflitos territoriais e relatos de disputas que envolvem as ocupações de terras, expropriação e enfrentamento com grandes proprietários. </title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>O assentamento foi originalmente o fruto de uma ocupação conduzida pelo Movimento de Luta pela Terra (MLT) no ano de 2008 em terras que pertenciam à fazenda São Caetano, controlada pela empresa Veracel Celulose, o movimento suspeitava que se tratava de terras públicas (devolutas) indevidamente apropriada pela empresa que é dedicada ao monocultivo de eucalipto na região. </p><p>No ano de 2009, parte destas terras foi comprovado que era devoluta e o seu uso estava irregular, esse reconhecimento fortaleceu a ocupação e as reivindicações das famílias assentadas. Mesmo após esse reconhecimento, houve disputas entre grupos ligados a diferentes movimentos sociais como o MLT e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Bahia (FETAG-BA), além das grandes ameaças e violências por parte dos representantes dos grandes proprietários, as famílias entregaram despejos e períodos de acampamento às margens da BR. </p><p>O MLT foi o principal articulador da ocupação inicial e tem atuado para fortalecer a organização das famílias assentadas, promovendo ações e mutirões para viabilizar a produção agrícola. A comunidade tem adotado a agroecologia como forma de resistência ao modelo da monocultura de eucalipto, que tanto prejudicou o solo buscando práticas sustentáveis que respeitam o meio ambiente e fortaleçam a segurança alimentar, buscam fornecer a educação dos filhos e netos das famílias para que eles tenham uma base e consigam perpetuar a missão do movimento.</p><p>São realizadas formações e eventos, como a Pré jornada da Agroecologia para capacitar os assentados sobre os direitos. Utilizam também instrumentos legais e impressionam órgãos estaduais, para garantir a regularização fundiária e impedir novos processos de expropriação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:04:45 UTC</pubDate>
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         <title>O Papel da Integração de Saberes na Recuperação Ecológica do Assentamento Baixa Verde</title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>A preservação ambiental e as práticas sustentáveis são fundamentais para assegurar o equilíbrio dos ecossistemas e a manutenção da biodiversidade, especialmente em tempos de mudanças climáticas aceleradas. No Assentamento Baixa Verde, coordenado pelo Movimento de Luta pela Terra (MLT), a aplicação de práticas como viveiros de mudas, reflorestamento e restauração de áreas degradadas busca recuperar terrenos impactados por práticas agrícolas predatórias. Ao adotar conhecimentos de Geografia, Biologia, História e Química, o assentamento trabalha com a ideia de regenerar o meio ambiente, promovendo alternativas para o enfrentamento das mudanças climáticas.</p><p>Um dos principais projetos do Assentamento Baixa Verde é o viveiro de mudas, voltado para o reflorestamento. A produção de mudas tem como objetivo a restauração de áreas que, por anos, foram ocupadas por monoculturas como o eucalipto, o que levou à perda de biodiversidade e degradação do solo. Esse trabalho de reflorestamento não apenas recupera a vegetação original, mas também contribui para a captura de carbono da atmosfera, ajudando na redução do aquecimento global. Além disso, melhora a qualidade do solo, propaga a biodiversidade e garante um melhor equilíbrio hídrico na região.</p><p>O processo de restauração no Assentamento Baixa Verde vai além da simples plantação de mudas. Envolve a recuperação do solo, que foi severamente afetado pelo uso intensivo de produtos químicos nas monoculturas. A transição para práticas agroecológicas, como o cultivo da mandioca, resgata a fertilidade do solo e promove uma agricultura mais sustentável. As nascentes, antes secas e deterioradas, agora estão sendo revitalizadas, transformando-se em lagoas que beneficiam a fauna e a flora da região.</p><p>No entanto, esse trabalho encontra grandes obstáculos, principalmente devido à falta de apoio governamental. Em vez de apoiar iniciativas sustentáveis, o governo frequentemente favorece o uso de pesticidas e fertilizantes químicos, práticas que agravam a degradação do solo e prejudicam o meio ambiente. A resistência política e o predomínio de práticas agrícolas destrutivas dificultam a implementação de soluções mais sustentáveis, como as propostas pelo Assentamento Baixa Verde.</p><p>As iniciativas de reflorestamento e restauração de áreas degradadas têm uma ligação direta com o combate às mudanças climáticas. Essas práticas ajudam a absorver carbono, recuperam ecossistemas locais e protegem habitats que são essenciais para várias espécies. A restauração da biodiversidade contribui para o equilíbrio natural dos ecossistemas, protegendo o ciclo da água, do solo e do ar. Além disso, o conhecimento geográfico e histórico da região é crucial, pois as práticas de recuperação devem considerar os impactos das ações humanas no passado e integrar as soluções ao meio ambiente de maneira equilibrada.</p><p>Em resumo, as práticas de preservação e sustentabilidade do Assentamento Baixa Verde são essenciais para a recuperação ecológica e a mitigação das mudanças climáticas. A implementação de viveiros de mudas, reflorestamento e restauração de áreas degradadas, aliada a um conhecimento profundo e interdisciplinar, oferece respostas concretas para os problemas ambientais atuais. Contudo, é fundamental que a sociedade e o poder público colaborem para apoiar essas iniciativas e garantir um futuro mais equilibrado e sustentável. O exemplo do Assentamento Baixa Verde mostra que, mesmo sem o apoio do governo, é possível criar soluções regenerativas e construir uma agricultura mais justa e ecológica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:12:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>No decorrer do caminho vimos uma farinheira e várias fazendas com muitas plantações, criação de gados, pastos que já houveram plantios, criação de cabritos, muitas plantações da espécie angiosperma e gimnosperma.</p><p>Como plantações: cafés, bananas, jacas, cocos, limões, mandioca, pimenta, milho, manga, mamão, caju, eucalipto. </p><p>Um dos maiores impactos ambientais visto no assentamento MLT, no qual também foi estudado em sala de aula pela matéria Geografia, foi a solo seco, no qual ele houve um plantação logo após, houve a colheita e depois causou um solo seco. Algo também muito preocupante foi a seca do Rio Santa Cruz, que virou um rio “morto”. Pois eles utilizavam a água desse rio e com o tempo o rio acabou sofrendo uma seca no qual acaba prejudicando-os. </p><p>O desmatamento também é alvo do impacto ambiental, ou seja, a retirada das vegetações a nativas para abertura de áreas agrícolas e construções, isso acaba afetando as floras locais. </p><p>E as queimadas também, são praticadas de maneira inadequada, ou seja, como uso do fogo, pode afetar as áreas de vegetação e o ciclos naturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:14:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>A decomposição de matéria orgânica, são realizadas por fungos e bactérias, no qual eles transformam as matérias orgânicas em substâncias e assim liberam nutrientes que são essenciais no solo. Esse processo garante a reciclagem de nutrientes para produtividade do ecossistema. </p><p>Já o fluxo de energia ele é unidirecional, ou seja, ele começa com plantas que recebem energia solar e depois segue como carnívoros e por fim terminam como decompositores. </p><p>Com a presença de resíduos, alterações na cor da água, cheiro desagradáveis. São sinais de poluição hídrica. Isso pode ocorrer pelo motivo de despejo de esgoto em lugares inadequados.</p><p>Um dos principais impactos na biodiversidade aquática, são as poluições da água no qual isso acaba reduzindo o oxigênio, e com isso acaba resultando na morte dos organismos aquáticos, como peixes e entre outros.</p><p>As evidências de composições são as evidências visuais, no qual a decomposição pode ser observada se contém a matéria orgânica em diferentes estágios de decomposição, por exemplo, se contém folhas secas, restos de animais ou galhos caídos. </p><p>E também temos as evidências olfativas que são características dos cheiros de terras úmidas e às vezes de cheiros fortes e desagradáveis. </p><p>A contribuição do calor a aceleração da decomposição, melhoria da estrutura e com isso é fundamental para o crescimento vigoroso das plantas trazendo a sustentabilidade e a produtividade do ecossistema local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>No Assentamento Baixa Verde, é possível observar os sinais das alterações ambientais que podem estar relacionados às mudanças climáticas, abaixo temos os tópicos relacionados a essas mudanças. </title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Erosão do Solo:</p><p>O uso intensivo da terra e as práticas inadequadas de manejo podem agravar a erosão, especialmente em áreas de monocultura, como o cultivo de eucalipto que é bastante predominante na região. Chuvas mais intensas e irregulares, são comuns devido às mudanças climáticas, podendo aumentar o escoamento superficial, levando à perda de nutrientes e comprometendo a fertilidade do solo.</p><p><br></p><p>Mudanças na Vegetação:</p><p>A vegetação nativa pode estar sendo substituída por espécies adaptadas a condições mais secas, como consequência de alterações no regime hídrico. A expansão da monocultura de eucalipto também contribui para a degradação da biodiversidade, afetando ecossistemas locais.</p><p><br></p><p>Irregularidade de Chuvas:</p><p>Os agricultores locais podem enfrentar períodos de seca de período prolongado ou chuvas intensas concentradas em pequenos intervalos, afetando diretamente a produção agrícola. Essa imprevisibilidade no clima compromete o ciclo das culturas e a segurança alimentar das famílias assentadas.</p><p>Essas alterações impactam diretamente o dia a dia das comunidades locais, exigindo uma estratégias de adaptação, como práticas de agroecologia, recuperação de áreas degradadas e diversificação de cultivos, para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade do assentamento.</p><p><br></p><p>As mudanças climáticas têm implicações significativas tanto na vida das comunidades locais do Assentamento Baixa Verde quanto no ecossistema da região. Esses impactos podem ser observados nos seguintes aspectos:</p><p>Na vida das comunidades locais com a</p><p>perda de Produtividade Agrícola, a irregularidade das chuvas e os períodos de seca prolongada reduzem a produção de alimentos, colocando em risco a segurança alimentar das famílias.</p><p>No aumento dos Custos de Produção, a necessidade de investir em sistemas de irrigação e outras tecnologias de adaptação eleva os custos para os agricultores, dificultando a manutenção de práticas sustentáveis.</p><p>Conflitos por Recursos Naturais, com a escassez de água e a degradação do solo, podem surgir disputas internas e externas pelo acesso a esses recursos essenciais.</p><p>No ecossistema com a degradação do Solo, intensificação da erosão prejudica a capacidade do solo de sustentar vegetação e culturas agrícolas, comprometendo a regeneração natural e a biodiversidade.</p><p>Perda de Biodiversidade, com as mudanças na vegetação e a expansão de espécies exóticas, como o eucalipto, reduzem a variedade de espécies nativas e afetam os habitats de animais locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:15:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em relação ao uso sustentável, as famílias do assentamento têm se dedicado a recuperação de áreas degradadas, no qual eles implementam sistemas agro florestais que causam o cultivo de espécies nativas. Essas práticas servem para restaurar biodiversidade local, melhorando a saúde do solo e garantindo a produção sustentável de alimentos. </p><p>Como exemplo temos também a resistência a monocultura, onde as comunidades tem se posicionado contra a monocultura de eucalipto onde isso é comum na região onde eles vivem, devido aos impactos negativos associados como a degradação ambiental e a redução da biodiversidade. </p><p>Como prática ecológicas , temos os Sistemas Agroflorestais, onde a implementação de SAFs no assentamento tem sido uma boa estratégia para promover a segurança alimentar, gerando renda e preservando o meio ambiente. </p><p>E por fim temos a educação e capacitação, no qual são formados de Agentes Agroecológicos, eles atuam na implementação de viveiros de mudas, plantio de árvores, monitorando as práticas agroecológicas e no monitoramento ambiental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Assentamento Baixa Verde é um exemplo marcante de resistência e luta pela reforma agrária, evidenciando a complexidade das questões agrárias, ambientais e sociais enfrentadas pelas comunidades rurais no Brasil.</title>
         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>É evidente a forte conexão das famílias assentadas com o território, tanto como meio de sobrevivência quanto como espaço de identidade coletiva. As práticas agroecológicas em desenvolvimento mostram uma alternativa ao modelo de monocultura predominante na região.</p><p>Apesar das conquistas, as famílias ainda lidam com dificuldades como acesso limitado à infraestrutura básica (água, energia elétrica, saúde) e ameaças constantes de grandes proprietários, o assentamento evidencia o desequilíbrio na distribuição de terras no Brasil e a importância da reforma agrária como ferramenta de justiça social. A luta pelo reconhecimento de terras devolutas destaca o poder do agronegócio e sua influência sobre as políticas públicas.</p><p>O que mais nos chamou a atenção foi o contraste entre o modelo agroecológico praticado no assentamento e o modelo de monocultura na região. Enquanto o agronegócio busca maximizar lucros à custa de grandes impactos ambientais, as famílias do Baixa Verde mostram que a produção sustentável é viável e necessária para garantir um futuro equilibrado, sem trazer riscos. Essa realidade provoca reflexões, sobre o papel das políticas públicas no estímulo a práticas agrícolas sustentáveis e na redução da desigualdade no campo.</p><p>A visita nos reforçou a necessidade de pensar o espaço agrário não apenas como um local de produção, mas como um território que carrega significados culturais, sociais e ambientais, fundamentais para o desenvolvimento humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-30 15:23:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>202313600017</author>
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         <pubDate>2025-01-04 20:40:26 UTC</pubDate>
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         <author>202313600017</author>
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         <pubDate>2025-01-04 20:41:05 UTC</pubDate>
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         <author>202313600017</author>
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         <description><![CDATA[<p>Bruna Lopes Rodrigues </p><p>Letycia Sansão Ripardo </p><p>Luiz Antônio Santos Vieira</p><p>Luiza Santos Lima</p><p>Maria Eduarda Conceição </p><p>Mariana Ramos Soares</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-04 20:52:53 UTC</pubDate>
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