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      <title>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO BRASIL E NO MUNDO. by </title>
      <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm</link>
      <description>Representar a situação vulnerável  de crianças e adolescentes no Brasil e no Mundo com relação ao trabalho, direitos e consequências dessa exploração.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-14 12:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>Octávio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalho infantil é toda forma de trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima permitida, de acordo com a legislação de cada país. No Brasil, o trabalho é proibido para quem ainda não completou 16 anos, como regra geral.<br><br>O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), regulamentado pela Lei Federal nº 8.069/1990, é o principal marco legal e regulatório dos direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil.<br><br></div><div>Já em seu artigo 1º, o ECA define-se como uma lei que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.<br><br></div><div>Em 24 horas são 320 crianças abusadas. Segundo as estimativas da agência, das 204 milhões de crianças com menos de 18 anos, 9,6% sofrem exploração sexual, 22,9% são vítimas de abuso físico e 29,1% têm danos emocionais. Além disso, 700 são assassinadas a cada ano.<br><br></div><div>A OMS estima que US$ 581 bilhões sejam gastos anualmente no tratamento de vítimas, mas afirma que “o custo financeiro é insignificante em comparação com o custo na saúde das pessoas.”<br><br></div><div>&nbsp;Para chamar atenção sobre o trabalho infanto-juvenil, o Centro de Referências Especializado da Assistência Social (Creas) de Bragança lançou a campanha “Criança não deve trabalhar, infância é para sonhar”. Devido o cenário da pandemia da Covid-19, a campanha está sendo realizada de forma virtual. Por meio das<a href="https://www.facebook.com/Secretaria-Municipal-de-Trabalho-e-Promo%C3%A7%C3%A3o-Social-1992743740964644/"> redes sociais</a>, são transmitidas lives e publicações com orientações e informações sobre as consequências do trabalho infantil e a importância da garantia de direitos de crianças e adolescentes.<br><br></div><div>A exploração do trabalho infantil ganhou enorme relevo durante o período da Revolução Industrial. No Brasil, há registros no sentido de que a exploração do trabalho infantil ocorre desde seu descobrimento, no ano de 1500.<br><br></div><div>Eu acho isso um absurdo pois o tem tantas pessoas adultas querendo um emprego. Isso ocorre pois o salário baixo tendo um trabalhador. <strong>Isso é escravidão.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:17:28 UTC</pubDate>
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         <title>ALENCAR </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL<br><br>A exploração do trabalho infantil atingiu seu auge durante a <strong>Revolução Industrial</strong>. Nas primeiras indústrias implantadas na Inglaterra, França, Alemanha e demais países da Europa, era comum a exploração da mão de obra infantil em razão de seu menor custo em comparação com a mão de obra masculina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:17:33 UTC</pubDate>
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         <title>Laiz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm/wish/1416279143</link>
         <description><![CDATA[<div>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL<br><br><br>Pobreza, má qualidade da educação e questões culturais são algumas das <strong>causas do trabalho infantil</strong>. A entrada da criança e do adolescente no mercado de <strong>trabalho</strong> pode estar ou não relacionado ao perfil familiar, mas ainda faz parte da cultura brasileira.</div><div>Em 2019, o país tinha 38,3 milhões de pessoas com idade entre 5 e 17 anos, das quais 1,8 milhão estavam em <strong>situação</strong> de <strong>trabalho infantil</strong>. ... Proporcionalmente, o <strong>Brasil</strong> tinha 5,3% de suas crianças e adolescentes em <strong>trabalho infantil</strong> em 2016, percentual que caiu para 4,6% em 2019.<br>O <strong>trabalho infantil</strong> deve ser <strong>combatido</strong> em suas diversas instâncias. Na governamental, através de leis, de fiscalização e de acesso à educação e na sociedade de forma mais ampla, envolvendo as empresas e os demais participantes do ambiente social.<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-14 13:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL<br></em></strong><br>O trabalho infantil foi uma das características mais marcantes da Revolução Industrial. As crianças eram utilizadas nas fábricas e nas minas de carvão, sendo que muitas morriam devido ao excesso de trabalho, da insalubridade do ambiente e da desnutrição. Entre 1780 e 1840 intensificou-se a exploração de crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:18:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Layra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm/wish/1416281648</link>
         <description><![CDATA[<div>14/04/21<br>Diante da grande <a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/05/14/corovanivus-como-essa-pandemia-afetara-as-desigualdades-sociais"><strong>vulnerabilidade</strong></a> socioeconômica das famílias brasileiras, aprofundada pelos impactos da <a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/06/09/oms-esclarece-confusao-e-diz-que-pacientes-assintomaticos-podem-transmitir-covid"><strong>pandemia do novo coronavírus</strong></a>, o número de crianças exploradas pelo trabalho infantil pode aumentar no país.&nbsp;<br><br></div><div>A grave consequência é denunciada pela campanha nacional <a href="https://fnpeti.org.br/"><strong>“Covid-19: agora mais do que nunca, protejam crianças e adolescentes do trabalho infantil”</strong></a>, protagonizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e pela Justiça do Trabalho, que acontece ao longo de todo o mês de junho.&nbsp;<br><br></div><div>Alinhada à iniciativa global proposta pela <a href="https://www.ilo.org/brasilia/lang--pt/index.htm"><strong>Organização Internacional do Trabalho (OIT)</strong></a>, a campanha também realiza uma série de eventos e ações online nesta sexta-feira (12), Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016, mesmo proibido, o trabalho infantil no Brasil <a href="https://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br/noticias/materias/brasil-tem-tem-quase-1-milhao-de-criancas-trabalhando-de-modo-proibido/"><strong>atinge mais de 2 milhões </strong></a>de meninos e meninas entre 5 e 17 anos.<br><br></div><div>Somente em 2019, das mais de 159 mil denúncias de violações a direitos humanos recebidas pelo <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/disque-100-1"><strong>Disque 100</strong></a>, cerca de 86 mil tinham como vítimas crianças e adolescentes. Conforme informações do Ministério da Ministério da Mulher, da Família e do Direitos Humanos,&nbsp; mais de 4,2 mil desses registros eram relacionados ao trabalho ilegal de crianças e adolescentes.<br><strong><br>Tipos de trabalho infantil</strong></div><div>Existem vários <strong>tipos de exploração</strong> da mão de obra infantil. As mais comuns acontecem em:</div><ul><li>Casas de famílias ricas;</li><li>Zona rural;</li><li>Minas;</li><li>Canaviais;</li><li>Fábricas;</li><li>Narcotráfico;</li><li>Prostituição;</li><li>Pornografia infantil;</li><li>Tráfico de pessoas.</li></ul><div><br>A maioria pode ser corretamente igualada às situações de <strong>trabalho escravo</strong>, uma vez que dificilmente as crianças têm algum tipo de opção entre trabalhar ou não. <strong>Condições precárias</strong> e inapropriadas são comuns nesse cenário.</div><div>O <strong>trabalho infantil doméstico</strong> também é um grande problema. Muitas crianças, sendo a maioria <strong>meninas</strong>, são subjugadas a longas rotinas de trabalho e horas realizando tarefas domésticas.<br><br></div><div><strong>Combate ao trabalho infantil</strong></div><div>O <strong>combate ao trabalho infantil</strong> se dá de diversas formas. A principal delas é a atuação de grupos de <a href="https://www.stoodi.com.br/blog/2018/09/06/atualidades-direitos-humanos/"><strong>Direitos Humanos</strong></a>, que buscam <strong>fiscalizar e denunciar </strong>esse tipo de exploração.</div><div>Muitas ações contam com o <strong>apoio de empresas e setores da sociedade civil</strong> para a erradicação do trabalho infantil. Entretanto, o principal caminho para se chegar a esse resultado é o fortalecimento das políticas de redução da desigualdade social, que costuma levar as crianças ao mercado de trabalho.</div><div>A Organização Internacional do Trabalho (<strong>OIT</strong>) estuda e fiscaliza, também, as relações de trabalho infantil ao redor do mundo. Programas nacionais de <strong>combate ao trabalho infantil</strong> são estimulados, buscando <strong>capacitar professores</strong> e <strong>conscientizar a população</strong> da necessidade de se garantir o fim do trabalho infantil.</div><div>No Brasil, importantes trabalhos são feitos também com o <strong>Ministério da Saúde</strong>, buscando oferecer <strong>capacitações para os profissionais</strong> da saúde, assistência social e educação, além de fortalecer a autonomia dos fiscais do trabalho e das ONGs voltadas para esse propósito.<br><strong><br>Trabalho infantil no Brasil</strong></div><div>De acordo com o último Censo do IBGE, de 2010, <strong>mais de 3 milhões de crianças</strong> e adolescentes <strong>trabalham</strong> ilegalmente no Brasil. Desse total, 1,6 milhão não tinha 16 anos de idade.</div><div>O trabalho infantil é um dos maiores problemas sociais do Brasil, de modo que cerca de 30% da mão de obra das crianças se encontra no <strong>setor agropecuário</strong>. Do total, mais de 60% ocorrem nas regiões Norte e Nordeste do país, abrangendo 65% de <strong>crianças negras</strong> e 70% de <strong>meninos</strong>.</div><div>Desde 1988, <strong>ano em que foi promulgada a</strong> <strong>Constituição</strong>, que proíbe trabalho infantil, o Brasil aumentou com bastante força as ações de combate a esse tipo de exploração. Órgãos, leis e estatutos foram criados para <strong>proteger as crianças</strong>, buscando mantê-las nas escolas e fora do mercado de trabalho.</div><div>Para se ter uma ideia, quatro anos após a promulgação da nova Constituição, o cenário mostrava <strong>8 milhões</strong> de crianças e adolescentes trabalhando no ano de <strong>1992</strong>. Após a proibição, esse número caiu para <strong>5 milhões em 9 anos</strong>, em 2003.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:18:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Paiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm/wish/1416288617</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL</strong><br><br>A exploração do trabalho infantil atingiu seu auge durante a <strong>Revolução Industrial</strong>. Nas primeiras indústrias implantadas na Inglaterra, França, Alemanha e demais países da Europa, era comum a exploração da mão de obra infantil em razão de seu menor custo em comparação com a mão de obra masculina.<br><strong>Combate ao trabalho infantil:</strong><br>O combate ao trabalho infantil se dá de diversas formas. A principal delas é a atuação de grupos de Direitos Humanos, que buscam fiscalizar e denunciar esse tipo de exploração. Muitas ações contam com o apoio de empresas e setores da sociedade civil para a erradicação do trabalho infantil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:19:39 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm/wish/1416291832</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><mark>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO BRASIL E NO MUNDO.</mark></strong></h1><div><br>Legislação. Cada país do <strong>mundo</strong> possui uma legislação que determina a idade mínima para adentrar ao mercado de <strong>trabalho</strong>. No <strong>Brasil</strong>, o <strong>trabalho infantil</strong> é considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos. <mark>A partir dos 14, o </mark><strong><mark>trabalho</mark></strong><mark> é legalizado se a pessoa estiver na condição de aprendiz.<br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:20:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lyandra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariangelanogueira1/7111ra4m9jnflizm/wish/1416316253</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>trabalho</strong> <strong>infantil</strong> é uma terrível realidade que <strong>insiste em roubar a infância de milhões de crianças todo ano</strong>. Não falaremos aqui de adolescentes que ajudam a própria família em negócios familiares ou domésticos em meio período e em condições satisfatórias de controle do risco. Falaremos aqui da exploração da <strong>força de trabalho infantil</strong> e da exposição da criança, geralmente por conta da<strong> vulnerabilidade social</strong>, a situações de risco, a condições de trabalho degradantes, a condições insalubres e a exploração e assédio moral e sexual&nbsp;<br><br></div><div><strong><br>Trabalho infantil na atualidade<br></strong><br></div><div>O trabalho infantil <strong>não é algo novo na história da humanidade</strong>. Na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/civilizacoes.htm">Antiguidade</a> e nas sociedades escravocratas, as crianças trabalhavam desde pequenas. Na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/idade-media.htm">Idade Média</a>, o trabalho infantil era um modo de haver a complementação da renda familiar da maioria das famílias, que viviam na extrema pobreza. <strong>Essa prática ainda foi muito comum até o início do século XX</strong>, quando passa a ser questionada pelo avanço das discussões sobre o direito universal à educação e os direitos da criança e do adolescente.<br><br></div><div><br>O trabalho infantil ainda é uma realidade a ser combatida no Brasil e no mundo, em especial nos países em desenvolvimento. [1]</div><div>Apesar de ser uma prática condenável e criminosa na maioria dos países, além de ser fiscalizado por agências internacionais ligadas à <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/onu.htm">Organização das Nações Unidas (ONU)</a> por meio do&nbsp; Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o trabalho infantil ainda persiste.<br><br></div><div>As crianças e os adolescentes que se encontram atualmente em condição de exploração do trabalho também vivem em <strong>situação de vulnerabilidade social</strong>. Advindos de famílias extremamente pobres em locais de <strong>alta miséria e </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/desigualdade-social.htm"><strong>desigualdade social</strong></a>, ou até mesmo órfãs em locais onde não há auxílio efetivo, milhões de crianças e adolescentes são obrigados a trabalhar.<br><br></div><div>Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)</div><div><strong>Muitas das crianças exploradas têm menos de 10 anos de idade</strong>. Elas trabalham em situações e locais que oferecem riscos à sua saúde e sua integridade física e social, além de terem sua infância roubada e não terem acesso ao direito universal à educação. Comumente, crianças e adolescentes explorados exercem<br><br></div><ul><li>trabalho doméstico (faxineiras, lavadeiras, cozinheiras, jardineiros e “ajudantes” que fazem reparos em casas de família);</li><li>trabalho rural (trabalham em lavouras — no Brasil, geralmente são lavouras de cana);</li><li>trabalho na rua (engraxando sapatos, vendendo balas ou limpando vidros de carros nos semáforos, ou simplesmente fazendo malabarismos e pedindo esmolas);</li><li>trabalho perigoso no campo (geralmente localizado em carvoarias, olarias e minas);</li><li>a exploração sexual de crianças e adolescentes.&nbsp;</li></ul><div>Essa última é uma das piores formas de exploração infantil, pois, além das <strong>sequelas</strong> tradicionais&nbsp; (perda da infância, exclusão educacional e danos à saúde), ainda provoca<strong> danos psicológicos irreversíveis nas crianças e adolescentes</strong> que são submetidas a tal situação. A exploração sexual infantil ocorre quando uma criança ou um adolescente é forçado a desenvolver práticas sexuais em troca de dinheiro, presentes ou algum tipo de benefício ao explorador.<br><br></div><div><br>O trabalho infantil expõe as crianças e os adolescentes a danos físicos e psicológicos, além de roubar-lhes o direito à educação e à infância. [2]</div><div>Segundo a convenção 138 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)<strong>|1|</strong>, trabalho infantil é aquele realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima de contratação exposta pela legislação local. Em caso de lugares onde os menores podem trabalhar, desde que cumpridos certos requisitos, o trabalho infantil é aquele que fere tais regras excepcionais.</div><div><br></div><div><strong><br>Trabalho infantil no mundo<br></strong><br></div><div>A Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência ligada à ONU, lança há algumas décadas medidas de erradicação do trabalho infantil no mundo. Os países signatários dos tratados de medidas de erradicação do trabalho infantil comprometem-se a criminalizar, fiscalizar e punir quem utiliza de mão de obra infantil e quem é responsável pela exploração das crianças. No entanto,<strong> o mundo ainda está longe de erradicar essa prática</strong>.<br><br></div><div>De acordo com a OIT, em levantamento de 2016<strong>|2|</strong>, <strong>152 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos de idade estavam sendo obrigados a trabalhar </strong>no mundo. Segundo o mesmo levantamento, 40 milhões de pessoas eram vítimas do trabalho análogo à escravidão (a chamada <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/escravidao-nos-dias-de-hoje.htm">escravidão moderna</a>), sendo que em torno de 10 milhões desse contingente eram menores.<br><br></div><div>A<strong> maioria das vítimas infantis do trabalho escravo no mundo era de meninas</strong> (em torno de 71%), sendo que a maioria delas era explorada sexualmente (em torno de 99% das vítimas de exploração sexual eram mulheres e meninas).<br><br></div><div><br>As meninas são maioria nos índices de exploração do trabalho infantil por conta da exploração sexual. [3]</div><div><strong><br>Trabalho infantil no Brasil<br></strong><br></div><div>Apesar de o Brasil ser um dos países que assumiu, junto à OIT e à ONU, o compromisso de erradicar o trabalho infantil até o ano de 2025, ainda temos muito o que fazer para erradicar de vez tal prática em nosso território. O primeiro passo já foi dado por aqui desde 1990, com a <strong>promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente</strong> (<strong>ECA</strong>), que proíbe o trabalho infantil, e com a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/constituicao-1988.htm">Constituição Federal de 1988</a>, que <strong>criminaliza a exploração do trabalho infantil</strong>.<br><br></div><div>Apesar da atual legislação, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/ibge.htm">IBGE</a> de 2016<strong>|3|</strong> mostrou que o Brasil tinha em torno de 1,8 milhão de crianças e adolescentes trabalhando. Desses:<br><br></div><ul><li>apenas cerca de 800 mil estavam contratados de acordo com as regras de contratação de menores em nosso país, o que não configura exploração;</li><li>cerca de 808 mil adolescentes entre 14 e 17 anos trabalhavam sem carteira assinada;</li><li>cerca de 190 mil crianças menores de 14 anos estavam trabalhando.</li></ul><div><strong><br>Trabalho infantil segundo o ECA<br></strong><br></div><div>Segundo o ECA e a legislação brasileira,<strong> é vedada a contratação de menores de 14 anos de idade</strong>. Adolescentes<strong> entre 14 e 17</strong> anos podem trabalhar, desde que tenham sua<strong> carteira assinada</strong> e trabalhem em uma categoria de registro especial, a de <strong>menor aprendiz</strong>, na qual eles possam aprender um ofício e trabalhar por meio período, para que não haja prejuízo dos estudos. Eles também devem estar matriculados e frequentando a escola e não podem desenvolver atividades de risco, atividades degradantes e trabalho noturno.<br><br></div><div><br>A exploração do trabalho infantil é crime no Brasil, mas ainda falta fiscalização e assistência às crianças.</div><div>Veja os artigos do capítulo V do ECA que dispõem sobre o trabalho infantil:<br><br></div><ul><li><strong>Art. 60.</strong> É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz.</li><li><strong>Art. 61</strong>. A proteção ao trabalho dos adolescentes é regulada por legislação especial, sem prejuízo do disposto nesta Lei.</li><li><strong>Art. 62.</strong> Considera-se aprendizagem a formação técnico-profissional ministrada segundo as diretrizes e bases da legislação de educação em vigor.</li><li><strong>Art. 63</strong>. A formação técnico-profissional obedecerá aos seguintes princípios:</li></ul><div><strong>I - </strong>garantia de acesso e freqüência obrigatória ao ensino regular;<br><br></div><div><strong>II -</strong> atividade compatível com o desenvolvimento do adolescente;<br><br></div><div><strong>III - </strong>horário especial para o exercício das atividades.<br><br></div><ul><li><strong>Art. 64.</strong> Ao adolescente até quatorze anos de idade é assegurada bolsa de aprendizagem.</li><li><strong>Art. 65</strong>. Ao adolescente aprendiz, maior de quatorze anos, são assegurados os direitos trabalhistas e previdenciários.</li><li><strong>Art. 66.</strong> Ao adolescente portador de deficiência é assegurado trabalho protegido.</li><li><strong>Art. 67.</strong> Ao adolescente empregado, aprendiz, em regime familiar de trabalho, aluno de escola técnica, assistido em entidade governamental ou não-governamental, é vedado trabalho:</li></ul><div><strong>I - </strong>noturno, realizado entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte;<br><br></div><div><strong>II - </strong>perigoso, insalubre ou penoso;<br><br></div><div><strong>III - </strong>realizado em locais prejudiciais à sua formação e ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social;<br><br></div><div><strong>IV - </strong>realizado em horários e locais que não permitam a freqüência à escola.<br><br></div><ul><li><strong>Art. 68.</strong> O programa social que tenha por base o trabalho educativo, sob responsabilidade de entidade governamental ou não-governamental sem fins lucrativos, deverá assegurar ao adolescente que dele participe condições de capacitação para o exercício de atividade regular remunerada.</li></ul><div><strong>§ 1º</strong> Entende-se por trabalho educativo a atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo.<br><br></div><div><strong>§ 2º</strong> A remuneração que o adolescente recebe pelo trabalho efetuado ou a participação na venda dos produtos de seu trabalho não desfigura o caráter educativo.<br><br></div><ul><li><strong>Art. 69.</strong> O adolescente tem direito à profissionalização e à proteção no trabalho, observados os seguintes aspectos, entre outros:</li></ul><div><strong>I -</strong> respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento;<br><br></div><div><strong>II -</strong> capacitação profissional adequada ao mercado de trabalho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<h1><mark>EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NO BRASIL E NO MUNDO</mark></h1><div><br>O <strong>trabalho infantil</strong> foi uma das características mais marcantes da <strong>Revolução Industrial</strong>. As crianças eram utilizadas nas fábricas e nas minas de carvão, sendo que muitas morriam devido ao excesso de <strong>trabalho</strong>, da insalubridade do ambiente e da desnutrição. Entre 1780 e 1840 intensificou-se a <strong>exploração</strong> de crianças.<br><br><mark>No brasil:</mark><br>O <strong>trabalho infantil no Brasil</strong> é um dos problemas sociais existentes no país em questão. Desde a promulgação da Constituição de 1988, a qual proíbe o <strong>trabalho infantil</strong>, o governo <strong>brasileiro</strong> intensificou o combate a essa forma de <strong>exploração</strong>, aderindo a convenções internacionais sobre o assunto.<br><br><mark>COMO EVITAR O TRABALHO INFANTIL</mark><br><br>Ao suspeitar que uma criança esteja trabalhando, denuncie. Nem sempre o <strong>trabalho infantil</strong> é facilmente detectado pelas autoridades. A ligação para o Disque 100 é gratuita – o canal encaminha o caso para a rede de proteção. Outra alternativa é acessar a página de denúncias do Ministério Público do <strong>Trabalho.<br><br></strong><strong><mark>Dados de 2015:</mark></strong><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Exploração do trabalho infantil</mark><br> <br>A exploração do trabalho infantil, sem duvida, é um problema mundial. Existem cerca de 210.800 milhões de menores entre 5 e 14 anos trabalhando, de forma abusiva e ilegal. Apesar do maior compromisso dos governos,&nbsp; o problema persiste por ser parte de questões culturais, econômicas, políticas e sociais. É fundamental ampla conscientização. É necessário que todos façam sua parte, inclusive cada um de nós. <br>O trabalho infantil <strong><mark>não é algo novo na história da humanidade</mark></strong><mark>.</mark> Na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/civilizacoes.htm">Antiguidade</a> e nas sociedades escravocratas, as crianças trabalhavam desde pequenas. Na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/idade-media.htm">Idade Média</a>, o trabalho infantil era um modo de haver a complementação da renda familiar da maioria das famílias, que viviam na extrema pobreza. <strong><mark>Essa prática ainda foi muito comum até o início do século XX</mark></strong>, quando passa a ser questionada pelo avanço das discussões sobre o direito universal à educação e os direitos da criança e do adolescente. <strong><mark>Muitas das crianças exploradas têm menos de 10 anos de idade</mark></strong><mark>. </mark>Elas trabalham em situações e locais que oferecem riscos à sua saúde e sua integridade física e social, além de terem sua infância roubada e não terem acesso ao direito universal à educação. <br>A Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência ligada à ONU, lança há algumas décadas medidas de erradicação do trabalho infantil no mundo. Os países signatários dos tratados de medidas de erradicação do trabalho infantil comprometem-se a criminalizar, fiscalizar e punir quem utiliza de mão de obra infantil e quem é responsável pela exploração das crianças. No entanto,<strong> </strong><strong><mark>o mundo ainda está longe de erradicar essa prática</mark></strong>.<br><br></div><div>De acordo com a OIT, em levantamento de 2016<strong>|2|</strong>, <strong><mark>152 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos de idade estavam sendo obrigados a trabalhar</mark></strong><strong> </strong>no mundo. Segundo o mesmo levantamento, 40 milhões de pessoas eram vítimas do trabalho análogo à escravidão (a chamada <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/escravidao-nos-dias-de-hoje.htm">escravidão moderna</a>), sendo que em torno de 10 milhões desse contingente eram menores.<br><br></div><div>A<strong> </strong><strong><mark>maioria das vítimas infantis do trabalho escravo no mundo era de meninas</mark></strong> (em torno de 71%), sendo que a maioria delas era explorada sexualmente (em torno de 99% das vítimas de exploração sexual eram mulheres e meninas).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> Exploração do trabalho infantil<br> O trabalho infantil é uma das características mais distintivas da revolução industrial. Crianças são usadas em fábricas e minas de carvão, e muitas delas morreram devido ao excesso de trabalho, ambientes insalubres e desnutrição. Entre 1780 e 1840, a exploração de crianças se intensificou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:39:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[o brasil:]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 13:39:31 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Luisa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho infantil É toda forma de trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima permitida o mesmo foi uma das características mais marcantes da Revolução Industrial, muitas morriam devido ao excesso de trabalho que tinham que fazer.Hoje em dia no Brasil, o trabalho é proibido para quem ainda não completou 16 anos, como regra geral.<br><br><strong>Como evitar</strong><br><br></div><div>Se tiver suspeita que uma esteja trabalhando, denuncie rapidamente. Nem sempre o trabalho infantil é detectado pelas autoridades. A ligação para o<br>Disque 100 é gratuita, e o canal encaminha o caso para a rede de proteção. Você<br>também pode acessar a página de denúncias do Ministério Público do trabalho.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 16:40:19 UTC</pubDate>
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