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      <title>Meu padlet formidável by Antônia Albuquerque Bozzetti</title>
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      <pubDate>2025-03-12 10:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Holandesa das Índias Ocidentais.</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1634, a WIC passou a traficar milhares de escravos da Costa do Ouro (atual Gana) para a Nova Holanda para mandá-los ao trabalho nas plantações</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 14:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Holandesa das Índias Ocidentais.</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1634, a WIC passou a traficar milhares de escravos da Costa do Ouro (atual Gana) para a Nova Holanda para mandá-los ao trabalho nas plantações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 14:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>Berço da escravidao no Brasil</title>
         <author>isabella_calcada</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Recife era considerado o berço da escravidao porque na epoca colonial, a capitania de Pernambuco era a regiao mais rica, e isso era a graças do povo africano que foram escravos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 14:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Holandesa das Índias Ocidentais</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>No ano de 1634, a companhia conquistou Curaçao, uma ilha caribenha que antes pertencia aos espanhóis e rapidamente transformou-se em um centro de comércio de escravos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 15:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia de Cacheu e Rios da Guiné</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os principais destinos dos escravizados eram as colônias portuguesas na América, especialmente o Brasil, nas cidades de Recife, Salvador e Rio de Janeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 19:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia de Cacheu e Rios da Guiné</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>As ilhas de Cabo Verde serviam como um ponto estratégico de parada e redistribuição, onde os escravizados podiam ser embarcados para outros destinos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 19:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Holandesa das Índias Ocidentais</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após a conquista do Suriname, este se tornou um importante destino de escravizados, onde trabalhavam em plantações de açúcar e outras culturas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 19:26:46 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia de Cacheu e Rios da Guiné</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>O porto de São Luís também foi um ponto de entrada de escravizados, principalmente para atender a demanda de trabalho nas plantações de algodão e arroz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 19:46:46 UTC</pubDate>
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         <title> Companhia de Cacheu e Rios da Guiné</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os principais destinos dos escravizados eram as colônias portuguesas na América, especialmente o Brasil, nas cidades de Recife, Salvador e Rio de Janeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 20:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>A Companhia Geral do Comércio do Brasil</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A companhia estabeleceu entrepostos comerciais na costa da África Ocidental, principalmente em Angola e Guiné-Bissau.</p><p>  Nesses entrepostos, os navios trocavam mercadorias por escravizados, capturados ou comprados de comerciantes locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 00:36:03 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Geral do Comércio do Brasil</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A companhia estabeleceu entrepostos comerciais na costa da África Ocidental, principalmente em Angola e Guiné-Bissau.</p><p>  Nesses entrepostos, os navios trocavam mercadorias por escravizados, capturados ou comprados de comerciantes locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 00:37:58 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Geral do Comércio do Brasil</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Os escravizados eram então embarcados em navios negreiros e transportados através do Oceano Atlântico em direção ao Brasil, onde desembarcavam no Rio de Janeiro, Pernambuco e Recife.</p><p>  Nesses portos, os escravizados eram desembarcados e vendidos para trabalhar nas plantações de açúcar e em outras atividades econômicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 00:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Companhia Geral do Comércio do Brasil</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os escravizados eram então embarcados em navios negreiros e transportados através do Oceano Atlântico em direção ao Brasil, onde desembarcavam no Rio de Janeiro, Pernambuco e Recife.</p><p>  Nesses portos, os escravizados eram desembarcados e vendidos para trabalhar nas plantações de açúcar e em outras atividades econômicas.</p>]]></description>
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         <title>Companhia Geral do Comércio do Brasil</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os escravizados eram então embarcados em navios negreiros e transportados através do Oceano Atlântico em direção ao Brasil, onde desembarcavam no Rio de Janeiro, Pernambuco e Recife.</p><p>  Nesses portos, os escravizados eram desembarcados e vendidos para trabalhar nas plantações de açúcar e em outras atividades econômicas.</p>]]></description>
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         <title>Companhia de Pernambuco e Paraíba</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>  A Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba, fundada em 1759, desempenhou um papel crucial no comércio de escravos, com rotas que ligavam a África ao Nordeste do Brasil. </p><p>  Os navios da companhia partiam de Lisboa, carregados com bens manufaturados e outros produtos destinados ao comércio na África.</p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/afro/a/WY9sptMHsDDVLCK8NgNgPBD/">https://www.scielo.br/j/afro/a/WY9sptMHsDDVLCK8NgNgPBD/</a>;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.puc-campinas.edu.br/humanitas/article/view/13374">https://periodicos.puc-campinas.edu.br/humanitas/article/view/13374</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 00:59:14 UTC</pubDate>
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         <title>A Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Assim como a Companhia Geral do Comércio do Brasil, a companhia estabeleceu entrepostos comerciais em Angola.</p><p>  Nesses entrepostos, os navios trocavam mercadorias por escravizados, capturados ou comprados de comerciantes locais.</p>]]></description>
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         <title>A Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Assim como a Companhia Geral do Comércio do Brasil, a companhia estabeleceu entrepostos comerciais em Angola.</p><p>  Nesses entrepostos, os navios trocavam mercadorias por escravizados, capturados ou comprados de comerciantes locais.</p>]]></description>
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         <title> Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Os escravizados eram então embarcados em navios negreiros e transportados através do Oceano Atlântico em direção ao Brasil.</p><p>  Nesses portos, os escravizados eram desembarcados e vendidos para trabalhar nas plantações de açúcar e em outras atividades econômicas.</p>]]></description>
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         <title>Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba</title>
         <author>jack_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os escravizados eram então embarcados em navios negreiros e transportados através do Oceano Atlântico em direção ao Brasil.</p><p>  Nesses portos, os escravizados eram desembarcados e vendidos para trabalhar nas plantações de açúcar e em outras atividades econômicas.</p>]]></description>
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         <title>Principais portos de embarque</title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <title>Principais portos de embarque</title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <title>Principais portos de embarque</title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <title>Principais portos de embarque</title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <title>Embarques e desembarques (escravizados que não chegaram ao Brasil).</title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com a tabela do site Slave Voyages, do total de 10.665.067 cativos embarcados nos navios que iam para o Brasil, apenas 9.212.223 desembarcaram, o que significa uma diferença de 1.452.844 pessoas que morreram durante a travessia. Grande parte dessa população faleceu durante a navegação pelo Oceano Atlântico, com uma estimativa de mortalidade entre 15% e 25% dos africanos escravizados a bordo dos navios negreiros, que ficaram conhecidos como "tumbeiros" — ou seja, tumbas flutuantes.</p><p>O Atlântico tornou-se um grande cemitério, com pelo menos 1,8 milhão de africanos escravizados mortos durante a travessia e sepultados no oceano.</p><p>Em média, quatorze pessoas eram lançadas ao mar todos os dias.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.megacurioso.com.br/educacao/121912-ha-centenas-de-restos-mortais-de-escravos-no-fundo-do-atlantico.htm">https://www.megacurioso.com.br/educacao/121912-ha-centenas-de-restos-mortais-de-escravos-no-fundo-do-atlantico.htm</a> </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/laurentino.gomes2018/p/CwX6vYispp5/">https://www.instagram.com/laurentino.gomes2018/p/CwX6vYispp5/</a> </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.slavevoyages.org/">https://www.slavevoyages.org/</a></p>]]></description>
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         <title>Brasil -  legado histórico no tempo presente. </title>
         <author>antonia_bozzetti</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com a pesquisa, um dos legados histórico, econômico, social ou cultural do período escravista brasileiro é a violência extrema sobre a população negra. Podendo citar a violência policial contra a população negra, violência doméstica e violência urbana, que são alguns dos legados sociais deixados pelo período escravista brasileiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 22:48:53 UTC</pubDate>
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