<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>MEU DIÁRIO DE BORDO by Rayan Santos</title>
      <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x</link>
      <description>(HACB13 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ARTES E TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEA)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-20 21:26:41 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-02-02 03:44:07 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/8.0/png/1f3a8.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>WALLPAPER CRIADO PELA IA COPILOT</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178210736</link>
         <description><![CDATA[<p>Para dar início ao meu diário de bordo, pedi a inteligência artificial da Microsoft, Copilot, para criar uma imagem a partir do tema TÓPICOS ESPECIAIS EM ARTES E TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS. Achei muito interessante a questão das engrenagens e algumas asas em torno, dando uma visão de que essas tecnologias são mais livres e inovadoras, e tudo isso em torno do globo, que controla outra tecnologia. Me pareceu um ponto de circulo vicioso tecnológico, onde sobretudo quem controla essas novas tecnologias sobretudo digitais, tem sempre a necessidade de criar mais.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2121774180/4b0ba960e272fc7d03697c222de7d99c/th.jpeg" />
         <pubDate>2024-10-20 21:40:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178210736</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 1</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178225425</link>
         <description><![CDATA[<p>Com essa disciplina, tenho a expectativa de obter conhecimento sobre o quão a arte está sendo afetada, de forma benéfica ou maléfica, em torno da criação de novas tecnologias que permeiam a sociedade. Fico pensando muito nas questões de originalidade e ferramentas digitais, espero muito entender algumas essas nuances que envolvem esse assunto.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 22:12:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178225425</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 2</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178229470</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir da leitura dos textos, das informações discutidas na aula e do vídeo apresentado no padlet da disciplina, pretendo ter como pesquisa a vivência dos nativos digitais e a educação midiática que perpassa sob eles. Vejo como uma opção de recorte a discussão sobre a cultura digital na vida cotidiana dos nativos digitais, que implica uma forma de educação que vai além do simples aprendizado técnico, envolvendo também aspectos de sociabilidade e solidariedade (ou falta dela) na era digital. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-20 22:21:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3178229470</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 3</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3198657445</link>
         <description><![CDATA[<p>Me questiono muito acerca da convivência social e a interferência das novas tecnologias sob as relações humanas. Um pensador que sempre vem a minha cabeça quando penso nesse tipo de assunto é o Zygmunt Bauman e sua obra "Vida Liquída". O livro é uma crítica à sociedade de hoje, que ele descreve como "líquida" justamente porque parece que tudo está sempre mudando, nada é sólido ou duradouro. Ele fala muito sobre como as coisas que antes foram geradas, como relações pessoais e até profissionais, agora estão meio que “derretendo”, sempre mudando e exigindo que a gente se adapte o tempo todo. O que mais me chama atenção, é como essa ideia de fluidez mexe com nossa identidade e com as nossas relações. A gente vê uma pressão enorme para “se encontrar”, mas ao mesmo tempo tudo ao redor vive mudando, o que torna essa busca mais confusa. Por exemplo, uma ideia de identidade fluida é interessante, mas traz também um pouco de angústia, porque parece que nunca somos uma coisa só, e isso pode gerar uma sensação de incerteza. Entendo que o surgimento das tecnologias digitais foram um dos maiores precursores para essa liquidez nas relações humanas, um cenário onde a tela de um celular substitui um contato humano. Por conta do capitalismo, a gente é incentivado a consumir cada vez mais, a sempre buscar novidades, o que gera um ciclo de compra e descarte, e ele mostra como isso contribui pra solidão e pra sensação de vazio. É aquela coisa de que, mesmo tendo acesso a muita coisa, parece que estamos sempre insatisfeitos e buscando algo que nunca chega. Isso, de certa forma, aumenta a desigualdade, porque essa luta pra “ter mais” acaba favorecendo só quem já tem. Será que no futuro as relações humanas podem ser extinguidas?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://m.media-amazon.com/images/I/91Tr-DSL0DL._UF894,1000_QL80_.jpg" />
         <pubDate>2024-11-02 19:46:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3198657445</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÃO</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3213205728</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>Inicio essa reflexão com o conceito de <strong>ORIGINALIDADE</strong>:</p></blockquote><blockquote><p><em>substantivo feminino, inovação, singularidade, qualidade do que é inusitado, do que não foi ainda imaginado, dito, feito etc. </em></p></blockquote><p><br></p><p>Soube dessa noticia da retirada do livro da premiação em uma palestra ano passado na FACED, os palestrantes abordaram temas a cerca do uso da inteligência artificial em meio ao ambiente educacional. Em meio a discussão do tema, foi dito como exemplo essa noticia que trouxe, e maior parte dos ouvintes repudiaram o ato do autor do livro. Penso que, a decisão de retirar o livro da competição pode refletir uma preocupação com a falta de uma "intenção" humana na criação dos elementos gráficos, o que poderia ser visto como uma desvantagem em um prêmio que valoriza a expressão artística genuína. Porém penso também que, se a IA é um ferramenta que necessita de um prompt comandado por um individuo qualquer, a obra ainda sim pode ser considerada original? Já que o autor utilizou tal ferramenta tecnológica para ilustrar seu livro, isso afronta o termo de originalidade? Concluo minha reflexão trazendo essa controvérsia em torno da autoria pode impactar a forma como as obras geradas por IA são distribuídas e recebidas, refletindo uma tensão entre inovação tecnológica e as normas culturais estabelecidas na sociedade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2121774180/41cad46ef3d252bc5a8687407cd96264/image.png" />
         <pubDate>2024-11-12 13:56:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3213205728</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula 5 - TEXTO: A Ciência da Cultura? ComputaçãoSocial, Humanidades Digitais eAnalítica Cultural - Lev Manovich</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3297375701</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao analisar o texto de Lev Manovich, percebo que ele critica a divisão entre a análise computacional de grandes volumes de dados culturais e os métodos tradicionais das humanidades. Manovich questiona como integrar essas abordagens, sugerindo que a análise de dados deve complementar, e não substituir, os métodos qualitativos. Ele destaca a exclusão dos humanistas da análise em larga escala, o que limita a compreensão da cultura contemporânea, mediada por tecnologias digitais. Além disso, a distinção entre a análise interna das mídias sociais e a consideração de fatores externos é fundamental para contextualizar os dados. A proposta de "estranhamento" de Manovich, que visa desafiar nossos conceitos culturais, é muito interessante, mas também levanta a questão de até que ponto a análise quantitativa pode realmente capturar a complexidade da experiência humana. Em minha opinião, embora a integração de métodos seja essencial, não devemos perder de vista a riqueza das narrativas individuais que muitas vezes se perdem em grandes conjuntos de dados.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-20 13:09:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3297375701</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Apresentação</title>
         <author>rayansantosba</author>
         <link>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3312276891</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Rayan Santos. Tenho 20 anos, sou aluno do curso de B.I em Artes e estou na área de concentração em Cinema e Audiovisual. Nesse semestre, sou integrante da turma de HACB13 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ARTES E TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2121774180/b0540345533a08c9b851ea7eb87098d9/image.png" />
         <pubDate>2025-02-02 03:44:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rayansantosba/70kkxumx8q4yeo9x/wish/3312276891</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
