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      <title>Diário de aprendizagem da UC Introdução aos Estudos Literários by </title>
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      <description>Lara Lopes Lima (a59296)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-16 22:43:12 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, chamo-me Lara Lima tenho 19 anos e sou de Esposende.</p><p>Eu escolhi tirar a licenciatura em Educação Básica, pois gosto muito de crianças e trabalho como babysitter, que foi o que me despertou ainda mais o interesse em trabalhar com crianças. Com este trabalho percebi que era o que queira fazer no futuro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 15:26:17 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na primeira aula aprendemos através da visualização de um vídeo a definição de literatura, aprendemos também sobre o campo literário e as fronteiras no campo literário. Por fim falamos sobre escritor que se destacaram na literatura portuguesa.</p><p>Nesta aula passei a conhecer mais sobre alguns autores portugueses que conhecia, uma coisa que aprendi é que tem autores portugueses bilingues como por exemplo Camões que escreveu uma obra em inglês e que ganhou um premio com essa obra.&nbsp;</p><p>Com esta aula agora sou capaz de reconhecer as fronteiras da literatura, o que antes eu não era capaz de reconhecer.</p><p>Na aula ao descobrir que alguns escritores portugueses no passado já escreviam em outra língua, com isso mudei a minha perspectiva sobre literatura no passado. Atualmente é mais fácil para um escritor escrever numa língua estrangeira, já no passado era um desafio maior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 17:54:27 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda aula estudamos sobre a literatura como instituição, em que abordamos a dimensão sociocultural, histórica e estética. Aprendemos o significado do louro e qual era a sua importância, conhecemos o que era o mecenatismo e o que era um cânone literário.</p><p>Nesta aula, compreendi o motivo pelo qual na antiguidade os prémios era uma coroa de folhas de louro. As folhas de louro simbolizavam a vitória, honra e glória, sendo o louro associado à conquista e ao reconhecimento. Por exemplo, na Antiguidade Clássica nos Jogos Olímpicos os vencedores recebiam uma coroa de folhas de louro como prémio com o significado de triunfo. Esta forma de premiação foi adotada em várias áreas incluindo os prémios literários como sinal de talento por isso o Prémio Camões tem folhas de louro. Também aprendi que um cânone literário é um conjunto de livros obrigatório nas escolas.</p><p>Com esta aula agora sou capaz perceber um pouco sobre o que é dimensão sociocultural, dimensão histórica e dimensão estética.</p><p>Esta aula proporcionou-me uma visão das diferenças entre o mundo antigo e o mundo atual. Atualmente os prémios nos Jogos Olímpicos são medalhas que são de ouro, prata e bronze que são prémios mais em valor monetário e outros prémios são oferecidos em dinheiro. Por outro lado, na antiguidade os prémios eram simples, como as folhas de louro, apesar da sua simplicidade as folhas tinham um valor significativo muito elevado, em que todos lutavam para as conquistar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 16:11:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na terceira aula começamos por visualizar pequeno vídeo em que falava sobre a dimensão sociocultural. Abordamos que os autores podem ter nomes literários e também sobre como é a distinção entre heterónimos e ortônimos.</p><p>Nesta aula aprendi que a literatura pode ser utilizada pelo o autor para fazer intervenção social e expressar o que senta sem ser punido pelas palavras utilizadas. Percebi o quanto é importante o que os escritores escrevem com a “liberdade” que eles têm de falar de assuntos que a sociedade não pode se expressar, com isso as pessoas viam os escritores como os seus representantes para exprimir as suas emoções que foram cortadas. Assim percebi a importância da dimensão sociocultural da literatura.</p><p>Com esta aula agora sou capaz de saber a distinção entre os heterónimos e os ortônimos. E a importância dos autores na vida das pessoas, pois eles representam muitas as emoções das pessoas.</p><p>Nesta aula vimos que em “Os Maias” de Eça de Queirós, o escritor utiliza a obra para fazer críticas a sociedade e com a esperança que haja uma transformação por meio da ação da literatura. Eça faz uma crítica a leitura dos portugueses da sua época, pois as pessoas liam o jornal “A Corneta do Diabo” que era baseado em escândalos e ataques pessoais. Para Eça de Queirós este jornal não tinha nada de interessante pois deviam falar de assuntos mais pertinentes para se falar por exemplo da situação de Portugal. No mundo atual podemos ver uma relação com a obra por exemplo o jornal CMTV em que por vezes fala de assuntos que não são necessários e que existe temas mais relevantes que deviam ser reportados, mas o jornal não passa. Mostrando assim as similaridades entre os dias de hoje e no passado em que as pessoas estão mais interessadas com coisas irrelevantes do que com coisas mais importantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 17:08:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na quarta aula analisamos vários poemas sobre a dimensão sociocultural. O primeiro poema tratava se da transição da idade media para o renascimento, a intensão do autor era criticar a nobreza e dar concelhos ao rei. Nos outros poemas Portugal estava sobre o regime ditatorial e representa o sofrimento dos portugueses sobre o regime, em que as pessoas não tinham notícias de nada do que se passava a sua volta. Percebemos que o poeta era a voz da sociedade pois com a poesia pode dizer o que lhe vem na alma, a poesia traduz o que acontecia na época. No último poema vemos que mesmo com a liberdade que os escritores tinham para escrever sobre a situação em que o país estava, não podiam escrever poesia que ataque o regime senão eram presos.</p><p>Com esta aula sou capaz de analisar melhor os poemas, aprendi que antes de começar a analisar o poema deve se procurar a data em que foi escrito para perceber em que ambiente o autor esta inserido. Com a noção da situação em que o poema foi escrito conseguimos perceber melhor o que o autor pretende transmitir através das suas palavras.</p><p>Nesta aula vimos como era o mundo na época do regime ditatorial em Portugal que durou muitos anos em que as pessoas não tinham liberdade de expressão e que as pessoas se refugiavam nas obras que através delas a sociedade sentia-se representada. Já no mundo de hoje completamente diferente graças as pessoas que lutaram pela liberdade de Portugal, as pessoas têm a liberdade de falar e contestar de tudo o que querem. Percebemos as diferenças destes dois mundos e o sofrimento passado pelas pessoas para que Portugal estivesse como esta atualmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 17:11:32 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na quinta aula abordamos o conceito da mimese e mundos possíveis. Mimese é um conceito que se refere à imitação, que a arte imita a vida real. em Platão é associado uma ideia de imitação que pode ser enganosa, ilusória e até mesmo mentirosa, para Platão o artista não imita a partir do real, mas a partir de uma imitação. Para Aristóteles a mimese é a imitação da vida real na arte, em sua obra “Poética” imita as ações e os caracteres humanos para gerar empatia e interesse no publico, a mimese é fundamental na arte para que os espectadores se identifiquem com as experiências humanas representadas.</p><p>Com esta aula agora sou capaz de perceber o que é mimese e em que se aplica a mimese, como no livro “O diário inventado de um menino já crescido” na página 27 o último paragrafo é mimese. A mimese superior é quando o herói assume um papel dominante, influenciando completamente as ações dos outros personagens ao seu redor e a mimese inferior o herói iguala se as outras personagens em termos da representação na história.</p><p>Através da mimese podemos ver o mundo de várias formas diferentes, perceber as várias experiências humanas e as noções da realidade. Os artistas e escritores ao utilizarem a mimese permite-nos ver o mundo para além da nossa própria experiência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 17:13:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na sexta aula estudamos os modos da literatura, o modo lírico. Aprendemos que um dos aspetos fundamentais dos textos líricos é a língua e os recursos expressivos. O sujeito poético tem uma atitude individualista , coloca-se no centro de um determinado universo. A dimensão icónica da linguagem verbal é configurada pelos recursos expressivos como a aliteração, devido a sua capacidade sugestiva e poder imitativo.</p><p>Nesta aula aprendi que quando analisamos uma obra lírica não devemos utilizar recursos estilísticos e sim elementos da retórica literária, o que é um Ato Epifânio que é quando o personagem percebe algo importante sobre si ou sobre o mundo que faz com que mude a direção da história.</p><p>Com esta aula passo a ver o modo lírico de forma diferente e mais clara, consigo ter uma melhor compreensão sobre o assunto e analise de obra literárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 17:15:05 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na oitava aula analisamos a obra literária como cosmovisão e signo ideológico, a cosmovisão refere-se a forma de como a obra literária interpreta o mundo. Cosmo refere-se ao universo e cosmovisão refere-se a visão do universo, as obras literárias podem mostrar várias visões do mundo que permite com que o autor faça uma exploração mais complexa da realidade. A ideologia é um conjunto de ideias, convicções e princípios.</p><p>Nesta aula passei a perceber o que era função catártica, a catarse é as emoções que a obra provoca no publico ao assistir uma tragédia. Através da catarse o publico pode sentir várias emoções profundas como tristeza, horror e empatia. Um exemplo da função catártica é na história de Inês de Castro, na cena em que Inês de Castro esta ajoelhada perante o rei, implorando ao rei para que não a matasse criando assim uma tensão emocional no leitor, o leitor sente tristeza, terror e compaixão por Inês de Castro. Também podemos ver na obra de Frei Luís de Sousa, na morte de Maria é provocado ao leitor um sentimento catártico.</p><p>Com esta aula passei a ver as obras literárias de forma diferente, percebi como as obras são capazes de provocar emoções intensas sem que nos apercebamos. Compreendi a função da cosmovisão e da ideologia nas obras, podendo nos trazer tempos e mundos que não podemos viver.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-04 14:43:50 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na sétima aula abordamos o tema ficcionalidade, percebemos o que é a ficcionalidade do texto literário e como podemos identifica-la como por exemplo no livro “O diário inventado de um menino já crescido” em que existe ficcionalidade praticamente em todas as páginas do livro.</p><p>A partir desta aula aprendi que a ficcionalidade permite ao autor criar através da sua imaginação personagens e mundos que não existem na realidade, permite ao autor abordar temas, emoções e experiências de forma criativa como por exemplo a obra “Dom Quixote” de Miguel de Cervantes em que a realidade e a ficção se misturam.</p><p>Com esta aula passo a perceber melhor sobre a ficcionalidade literária e a maneira como é construída. Através da ficcionalidade podemos sair do mundo real e entrar no mundo imaginário em que escolhemos a maneira como ele é construído diferente da realidade em que podemos experimentar novas experiencias e refletir através da imaginação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-04 14:46:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
         <link>https://padlet.com/a59296/70it5vnpskiwmo00/wish/2980203006</link>
         <description><![CDATA[<p>Na nona aula abordamos o tema intertextualidade, a intertextualidade refere-se à relação entre textos diferentes e como eles influenciam-se mutuamente. Essa interação pode ocorrer de várias formas como citações, alusões, paráfrases, paródias e plágio.</p><p>Nesta aula aprendi que o hipertexto é um texto criado a partir de outros ou sobre outros, o hipotexto é um texto que é referido no hipertexto. Também percebi que o hipertexto pode ser um texto literário e um texto não literário ou texto não verbal. Passei a conseguir a perceber se os textos têm intertextualidade e analisar conforme a intertextualidade.</p><p>Com esta aula passei a ver a intertextualidade como uma forma enriquecedora para a leitura, conectando obras literárias, culturais e históricas. Ao perceber o que é intertextualidade passo a compreender melhor os diálogos que formam o texto e o contexto em que foram produzidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-04 14:47:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>O poema “Liberdade” do poeta Miguel Torga, escrito em 1944 no período em que Portugal estava sobre o regime de ditadura em que a sociedade não tinha liberdade de expressão. A sociedade tinha medo de cometerem atos que fossem reprimidos pelo o regime e viam as palavras dos poemas como um incentivo e como refúgio.</p><p>O poema transmite uma mensagem de luta, esperança e resistência dos portugueses, torga apela as pessoas que lutem pela a liberdade e mesmo com a dificuldade persistam e tenham a esperança pois um dia vão conseguir. Torga utiliza vários recursos no seu poema, por exemplo a apostrofe “Liberdade”, repetição “que estais no céu…”, a metáfora “Saborear, enfim, / O pão da minha fome.”, a adjetivação “triste”, entre outras.</p><p>Em suma, Miguel Torga utiliza o poema “Liberdade” para refletir as suas preocupações socioculturais da época, e pedir por liberdade de Portugal e a resistências dos portugueses para que consigam tornar o objetivo da liberdade realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-04 16:05:32 UTC</pubDate>
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         <title>Poema sobre o 25 de Abril</title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 15:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas com intertextualidade</title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>A intertextualidade é a forma como os textos interagem entre si, o poema de Fernando Pessoa e o poema de António Gedeão têm uma relação intertextual, são poemas que compartilham temas e estilos literários semelhantes.</p><p><br/></p><p><strong>Autopsicografia</strong></p><p>O poeta é um fingidor</p><p>Finge tão completamente</p><p>Que chega a fingir que é dor</p><p>A dor que deveras sente.</p><p>&nbsp;</p><p>E os que lêem o que escreve,</p><p>Na dor lida sentem bem,</p><p>Não as duas que ele teve,</p><p>Mas só a que eles não têm.</p><p>&nbsp;</p><p>E assim nas calhas de roda</p><p>Gira, a entreter a razão,</p><p>Esse comboio de corda</p><p>Que se chama coração.</p><p><strong><br>Poesias</strong>. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995).&nbsp; - 235.</p><p>1ª publ. in Presença , nº 36. Coimbra: Nov. 1932.</p><p>&nbsp;</p><p>Meu moinho abandonado,</p><p>meu refúgio de inocente,</p><p>meu suspiro impertinente,</p><p>meu social transtornado.</p><p>&nbsp;</p><p>Meu sussurro de oceano,</p><p>meu ressoar de caverna</p><p>minha frígida cisterna,</p><p>minha floresta de engano.</p><p>&nbsp;</p><p>Minha toca de selvagem,</p><p>meu antro de vagabundo,</p><p>minha torre sobre o mundo,</p><p>minha ponte de passagem.</p><p>&nbsp;</p><p>Meu atributo coitado,</p><p>meu tanger de hora serena,</p><p>rolo de pele morena,</p><p>silêncio petrificado.</p><p>&nbsp;</p><p>António Gedeão, in Poesias Completas</p><p>&nbsp;</p><p>O poema de Pessoa fala sobre a natureza da poesia e do papel do poeta como um “fingidor ”, o poema de Gedeão aborda vários espaços e objetos pessoais e emocionais. Ambos os poemas criam uma sensação de isolamento emocional e introspeção.</p><p>Gedeão utiliza imagens relacionadas a lugares abandonados, natureza e objetos introspetivos como “”moinho abandonado” e “floresta do engano”, Pessoa usa a metáfora “comboio de corda” que representa o coração e a natureza cíclica de sentir e fingir.</p><p>Ambos os poemas exprimem um profundo sendo de emoção interna e complexidade de expressar os sentimentos, Gedeão usa a expressão “silêncio petrificado” que mostra uma luta interna semelhante à “dor que deveras sente” de Fernando Pessoa.</p><p>A relação intertextual é a forma como os dois poetas usam metáforas e introspeção para abordar temas de emoção e o papel do poeta. O tom reflexivo é melancólico em ambos os poemas cria um diálogo entre eles, destacando a exploração literária e emocional compartilhada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 15:43:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na décima aula estudamos os modos da literatura, o modo narrativo. Os textos literários integrados no modo narrativo são designados de narrativa literária, as obras narrativas podem ser escritas em prosa ou verso. Nas narrativas literárias não é o narrador que constrói o centro da narrativa, mas as coisas, os lugares, as personagens e os acontecimentos. O tempo narrativo tem três temporalidades autónomas, o tempo da história, tempo do discurso e tempo da narração. As novelas e filmes não são narrativas literárias.</p><p>Nesta aula aprendi que o narrador heterodiegético narra a história a partir de uma perspectiva externa logo não participa na história, o narrador autodiegético participa na história normalmente é uma personagem que narra na primeira pessoa trazendo uma perspectiva interna dos eventos narrados. Percebi que a caracterização das personagens pode ser direta e indireta, a direta tem autocaracterização e heterocaracterização.</p><p>Com esta aula passo a ver o modo narrativo de forma diferente, em que percebo a importância do narrador e a existência de várias tipos de narradores no texto narrativo e das várias formas temporalidades autónomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 15:56:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na décima primeira aula falamos sobre as perspectivas teóricas. Na obra de Aristóteles deu origem ao termo Poética, que se deve a primeira reflexão sobre a leitura. Aristóteles criou um paradigma dos tratados da teoria da literatura na sua obra Poética, reflete sobre as relações entre a literatura e a realidade.</p><p>Nesta aula aprendi que era na obra Poética de Aristóteles que os escritores encontravam respostas para as perguntas “como qual o estilo mais adequado a uma tragédia?”. Camões inspirava-se nos clássicos na sua obra Os Lusíadas. Durante muito tempo a poética e a retorica destinavam-se a ensinar a escrever e a falar bem. O Barroco prima pelo cultismo e concetismo e destina-se a um publico culto, mesmo que o drama e a epopeia visem para um publico comum, Padre António Vieira é uma figura central do barroco.</p><p>Com esta aula percebi que Aristóteles foi um grande autor e muito importante para o desenvolvimento da teoria da literatura. Percebi também a importância do desenvolvimento da teoria da literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 15:56:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na décima segunda aula estudamos os modos da literatura, o modo dramático. O drama privilegia a questão da imitação e representação da ações do real, valoriza as tensões e conflitos e o drama e o espetáculo teatral têm uma estreita relação com o quotidiano.</p><p>Nesta aula aprendi Platão reconhece os textos diegéticos, os miméticos e mistos. O texto misto tem características do texto narrativo e forma do texto poético. Percebi também a necessidade de captar e manter a atenção do publico um exemplo em que o publico ficou muito captado foi numa peça em que o ator estava a ferir o braço de uma mulher e um espectador estava tao absorvido pela história que achou que era real e foi defender a mulher</p><p>Com esta aula passei a perceber a complexidade de criar texto dramático e representa-lo. É necessário que o autor mantem um enredo que capte a atenção dos espectadores para que não percam o interesse, e a importância do ator para transmitir a historia com bastante expressividade para que consiga a atenção do publico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 15:56:50 UTC</pubDate>
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         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 16:08:13 UTC</pubDate>
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         <title>Recensão crítica do livro de poesia</title>
         <author>a59296</author>
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         <pubDate>2024-06-08 16:34:55 UTC</pubDate>
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         <title>Recensão crítica do livro narrativo</title>
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         <pubDate>2024-06-08 16:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Recensão crítica do livro dramático</title>
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         <pubDate>2024-06-08 16:37:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a59296</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na décima terceira aula, aprendemos sobre a periodização literária, as várias épocas literárias e os seus principais autores portugueses.</p><p>Nesta aula aprendi que a periodização literária se refere à divisão da história da literatura em períodos distintos. Passei a reconhecer alguns autores portugueses importantes para cada época literária. </p><p>Como por exemplo:</p><p><strong>Trovadorismo-</strong> Dom Dinis, Fernão Rodrigues de Calheiros.</p><p><strong>Humanismo-</strong> Fernão Lopes, Gil Vicente.</p><p><strong>Maneirismo-</strong> Luís de Camões, Francisco Sá de Miranda.</p><p><strong>Barroco-</strong> Padre António Vieira, Francisco Manuel de Melo.</p><p><strong>Arcadismo-</strong> Manuel Maria Barbosa du Bocage.</p><p><strong>Romantismo-</strong> Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco.</p><p><strong>Realismo-</strong> Eça de Queiroz.</p><p><strong>Simbolismo-</strong> Eugénio de Castro, Camilo Pessanha.</p><p><strong>Modernismo-</strong> Fernando Pessoa, Miguel Torga, José Saramago.</p><p><br/></p><p>Com esta aula passei a ver o mundo da literatura de forma diferente, através da compreensão de que a literatura é dividida por épocas, como foi feita essa divisão e as diferenças entres as épocas. &nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-08 16:56:30 UTC</pubDate>
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