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      <title>Exercício I - Estudos SA. 2025_2 by Sociologia PUC-Rio</title>
      <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud</link>
      <description>Tendo como ponto de partida os textos da Bresciani, do Simmel e do David Harvey, elenque ao menos 2 aspectos (por coluna) relativos aos processos modernos de desenvolvimento das cidades.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cartolas do futebol preferem os estádios vazios do que manter os preços acessíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3110148783</link>
         <description><![CDATA[<p>Bresciani destaca as divisões de classes e aspectos de condições de trabalho insalubres que também são problemas causados pela falta de políticas públicas. Políticas fiscais, como a progressividade dos impostos, são usadas para redistribuir a riqueza da sociedade. Essas políticas são frequentemente debatidas e moldadas com base em considerações sobre a divisão de classes e a justiça social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3110148784</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aspecto que vale ser citado sobre o texto “O fenômeno urbano – a metrópole e a vida mental” de Simmel é o individualismo dos habitantes de metrópoles. Diante de um ambiente hiper estimulado, concentrado e cheio de informações o indivíduo cria uma certa independência individual e liberdade de elaborar sua própria individualidade .</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>“A urbanização planetária passou a ser o centro da reprodução do capital”, disse. Com o vale do silício não foi diferente. Acusações de tentativa de fraude eleitoral patrocinada pelo Aribnb e o uso das estreitas ruas do município pelos ônibus de companhias como o Google, são alguns dos pontos que começam a desagradar a população da região, além do intenso processo de gentrificacão.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sociologiadapuc</author>
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         <description><![CDATA[<p>A matéria é um exemplo do desenvolvimento urbano desenfreado, fruto do sistema capitalista que, como Harvey ensina, escoa o acúmulo de capital para investimentos em infraestrutura e projetos. Neste caso específico, o investimento sequer teve utilização. Ao longo da matéria, é citada a existência de outras 20 cidades "fantasmas" no território chinês.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/03/150322_cidades_fantasmas_china_mj_cc" />
         <pubDate>2024-09-09 16:32:51 UTC</pubDate>
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         <title>Dado sobre as formas de mercantilização - GRUPO 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598274538</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social/article/download/24029/23125/53482?utm_source=chatgpt.com">https://periodicos.unb.br/index.php/SER_Social/article/download/24029/23125/53482?utm_source=chatgpt.com</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://oeco.org.br/salada-verde/documentario-sobre-natureza-esta-disponivel-no-youtube/" />
         <pubDate>2025-09-22 20:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 2</title>
         <author>gsouza915</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598274582</link>
         <description><![CDATA[<p>Seguindo a linha do texto de David Harvey - "O direito à cidade" é possível entender o nascimento das cidades como a concentração do excedente social. Isso sempre envolveu desigualdade, já que poucos controlavam como esse excedente seria usado. No capitalismo, esse processo se torna mais intenso, porque o lucro precisa ser constantemente reinvestido. É aí que a urbanização ganha um papel central, ela se torna o principal meio de absorver esse capital e manter a economia girando, mesmo que isso traga também crises e desigualdades&nbsp;sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598276476</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos aspectos culturais ligado ao desenvolvimento das cidades sobre o texto “O fenômeno urbano - a metrópole e a vida mental” de Simmel é a atitude blasé. Como tem excesso de estímulos nas cidades, como as buzinas de carro, anúncios, gente nova a cada esquina etc o cérebro se protege ficando “anestesiado”. As pessoas continuam vendo e percebendo as coisas mas tudo parecer ter o mesmo peso, nada chama tanta atenção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:49:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598277884</link>
         <description><![CDATA[<p>GRUPO 4</p><p><br></p><p>No texto <em>"A metrópole e a vida mental"</em>, Simmel destaca que o excesso de estímulos e informações característicos da vida urbana leva o indivíduo a adotar uma atitude blasé, marcada pela indiferença e pelo distanciamento emocional. Esse mecanismo de defesa surge como resposta à sobrecarga sensorial das grandes cidades. Nesse contexto, também se intensifica o individualismo, pois o sujeito passa a ter mais liberdade para construir sua própria identidade, afastando-se das normas e tradições coletivas. Ao mesmo tempo, essa autonomia promove um afastamento nas relações sociais, tornando os vínculos mais superficiais e impessoais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:51:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sala 2 </title>
         <author>jutcmiranda</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598282262</link>
         <description><![CDATA[<p>No texto “A metrópole e a vida mental”, o autor, George Simmel, mostra como que o desenvolvimento das grandes cidades não pode ser entendido apenas como fatos econômicos ou materiais, mas também por cultura e os próprios indivíduos que as habitam. Para Simmel, a vida urbana moderna cria um ambiente cheio de estímulos, como cheiro, barulho, multidões, luzes e movimentos constantes, o que leva as pessoas a adotarem uma atitude de reserva e indiferença diante das demais, isso é chamado de “atitude blasé”.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:56:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 4</title>
         <author>beperroni</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598282263</link>
         <description><![CDATA[<p>A PEC da Blindagem é vista por manifestantes como um mecanismo para criar proteção à deputados e senadores da lei, inclusive em casos de corrupção, como o uso de emendas parlamentares. Esse movimento político para garantir a impunidade de uma elite (os parlamentares) e proteger seus próprios interesses se alinha com a crítica de Harvey de que o excedente de capital é extraído de "algum lugar e de alguém" e seu controle fica nas mãos de poucos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:56:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598282516</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Um aspecto cultural presente no texto de Harvey é a mercantilização da vida urbana. Assim como em Simmel a metrópole estimula novas formas de vida, Harvey mostra que nas cidades contemporâneas a cultura, o lazer e até a qualidade de vida se tornam mercadorias. Cafés, centros comerciais, turismo e espaços culturais passam a definir estilos de vida e identidades urbanas, mas sempre mediados pelo consumo e pelo acesso econômico. Dessa forma, a experiência cultural da cidade é vivida como liberdade de escolha, porém restrita àqueles que podem pagar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:56:57 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 2</title>
         <author>eduardamayumibm</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598282999</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/rio/porto-maravilha-vai-ganhar-mais-de-12-mil-moradores-nos-proximos-tres-anos-2-25370539">https://oglobo.globo.com/rio/porto-maravilha-vai-ganhar-mais-de-12-mil-moradores-nos-proximos-tres-anos-2-25370539</a></p><p>O projeto Porto Maravilha ilustra as ideias de David Harvey sobre o direito à cidade. Grandes obras urbanas geram lucro, mas muitas vezes aumentam a exclusão social. Novos empreendimentos valorizam imóveis e atraem moradores mais ricos, afastando os de menor renda e pequenos comerciantes da região. Assim, nem todos se beneficiam das melhorias urbanas, mostrando que o direito à cidade nem sempre é igualitário.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:57:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598283132</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Um aspecto subjetivo destacado por Harvey é o individualismo possessivo promovido pelo neoliberalismo. Enquanto Simmel descreve o individualismo como reação ao excesso de estímulos urbanos, Harvey evidencia como esse individualismo é reforçado pela lógica da propriedade privada e pelo consumo. Nas cidades, o valor supremo da posse e a fragmentação espacial criam uma experiência subjetiva marcada por isolamento, medo e competição, enfraquecendo práticas coletivas de cidadania e dificultando a construção de pertencimento urbano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:57:48 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author>marcellacmello</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598284713</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base no texto de David Harvey “O direito á cidade”, um aspecto econômico do desenvolvimento das cidades é que as cidades funcionam como uma “válvula de escape” para o excedente de capital. Sempre que sobra dinheiro acumulado, em lucros, investimentos etc, ele precisa ser usado em algum lugar. Uma forma de gastar esse dinheiro é através da cidade, construindo mais prédios, avenidas, rodovias, bairros novos… Isso faz a economia continuar girando, gerando novos empregos, construtoras etc. Com isso o crescimento das cidades não é só “natural” e sim também um estratégia econômica para evitar crises.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:59:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598284886</link>
         <description><![CDATA[<p>Urbanização acelerada e concentração populacional: O crescimento rápido das cidades modernas, muitas vezes impulsionado pela industrialização e pelo mercado de trabalho, leva à concentração de pessoas em áreas urbanas, gerando desafios como falta de infraestrutura, habitação precária e pressão sobre serviços públicos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 20:59:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598285303</link>
         <description><![CDATA[<p>Gentrificação e segregação socioespacial: O desenvolvimento urbano moderno frequentemente promove a valorização de determinadas áreas, deslocando populações de menor renda e modificando a composição social dos bairros. Esse processo cria desigualdades no acesso a recursos urbanos e na qualidade de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:00:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sala 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598286588</link>
         <description><![CDATA[<p>Bresciani, no capítulo "Classes pobres, classes perigosas" comenta sobre a visão de que no momento em que as ruas e praças passam a ser ocupadas por uma população pobre, trazendo as necessidades básicas para o centro do debate político, isso transforma a função da cidade a tornanando também em um espaço de reivindicações sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598290623</link>
         <description><![CDATA[<p>O crescimento acelerado das cidades modernas transformou profundamente a forma como os indivíduos se relacionam consigo mesmos e com o mundo ao seu redor. À medida que os centros urbanos se expandem e se tornam cada vez mais densos e complexos, o sujeito urbano é constantemente exposto a uma multiplicidade de estímulos que exigem uma adaptação quase automática. Nesse cenário, a atitude blasé surge como uma resposta inevitável: uma espécie de anestesia emocional que protege o indivíduo da saturação sensorial. No entanto, essa mesma indiferença abre espaço para uma nova forma de liberdade. Longe das amarras das comunidades tradicionais, o cidadão da metrópole conquista a possibilidade de se reinventar, de construir sua identidade de maneira singular. Mas essa liberdade tem um custo: o enfraquecimento dos vínculos sociais, a superficialidade das relações e o sentimento de isolamento em meio à multidão. Assim, o desenvolvimento urbano, embora promova autonomia e diversidade, também desafia a capacidade humana de conexão e pertencimento.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:06:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3</title>
         <author>annateresapellicano</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598292097</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aspecto cultural destacado por David Harvey no texto "O direito á cidade" é a forma como os espaços urbanos moldam identidades, valores e relações sociais. A cidade não deve ser vista apenas como cenário de consumo ou crescimento econômico, mas também como um espaço onde modos de vida são produzidos e transformados. Ao mesmo tempo em que  oferecem oportunidades de convivência e expressão cultural, ela também impõe limites, já que o acesso a muitos espaços é condicionado por desigualdades sociais e econômicas. Assim, a experiência urbana se torna, ao mesmo tempo, um espaço de liberdade e de restrição, influenciando diretamente quem somos e como nos relacionamos coletivamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:08:05 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598292761</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/porto-maravilha-o-fracasso-de-um-projeto-bilionario-que-excluiu-os-menos-favorecidos/">https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/porto-maravilha-o-fracasso-de-um-projeto-bilionario-que-excluiu-os-menos-favorecidos/</a></p><p>o projeto de revitalização do Porto Maravilha foi como um exemplo de cidade-mercadoria. A prefeitura transformou uma região numa área atraente para investimentos mas vários antigos moradores foram expulsos. Essa “revitalização” se transformou em um gentrificação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:09:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sala 2</title>
         <author>gsouza915</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598293420</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base no capítulo "Amarrando o Globo" do texto de David, ele comenta que nos Estados Unidos, o setor habitacional foi essencial para manter a economia estável após a crise do setor de tecnologia nos anos 1990. O mercado imobiliário absorveu grande parte do capital excedente com a construção de casas, escritórios e bairros suburbanos, enquanto o crédito barato estimulava o consumo. Isso ajudou não só a economia americana, mas também a global, já que o país financiava seu déficit com empréstimos diários bilionários. Esse movimento se espalhou para outros países, como Grã-Bretanha e Espanha, que também usaram o mercado imobiliário para sustentar o crescimento. Na China, a urbanização tomou outro rumo, com forte investimento em infraestrutura, tornando-se ainda mais relevante para a economia mundial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:09:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598294188</link>
         <description><![CDATA[<p>O Palácio Monroe foi um monumento construído em 1904 e demolido em 1976 no Rio de Janeiro, após sua demolição foi construída uma praça e um estacionamento subterrâneo. Com isso, se faz evidente de que as cidades perderam seu direito a memória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sala 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598295299</link>
         <description><![CDATA[<p>Bresciani destaca a Influência de Rousseau e sua visão de que a compaixão, antes sentimento privado, torna-se um dever político racional. O conceito de povo passa a ser redefinido  e expandido para os pobres, trabalhadores e excluídos. Dessa forma passa-se a dominar uma ideia de vontade geral. E uma busca pela felicidade da maioria colocando essa mesma maioria sobre o centro do debate político.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:12:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 4</title>
         <author>btaborda14903</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598296145</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos apetos económicos discutidos no “Direito à cidade”, de David Harvey, é a transformação de moradia em artigo financeiro, tornando a cidade num dispositivo de poder. Com o desenvolvimento das metrópoles, associado ao capitalismo, e por isso, com um aumento da necessidade de transformar dinheiro em capital, abrem-se novos mercados e acelera-se o ritmo de produção. Quando este processo estagna e o capital pára a uma grande escala, dá-se uma crise de capital tal como a crise de petróleo dos anos 70. Neste contexto, dá-se um processo de restruturação produtiva e muitas vezes usa-se o espaço para movimentar o capital parado. Assim, o imóvel passa a ativo financeiro e geram-se problemáticas como a especulação imobiliária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:13:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598296268</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vozdascomunidades.com.br/destaques/vidigal-e-o-sexto-bairro-mais-caro-do-brasil-para-se-morar-diz-pesquisa/?utm_source=chatgpt.com">https://vozdascomunidades.com.br/destaques/vidigal-e-o-sexto-bairro-mais-caro-do-brasil-para-se-morar-diz-pesquisa/?utm_source=chatgpt.com</a> O Vidigal, tradicional comunidade localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, tem passado por um processo intenso de valorização imobiliária nas últimas décadas. Antes reconhecido por sua cultura local e forte senso de comunidade, o bairro agora atrai investimentos, novos moradores de maior poder aquisitivo e turistas, transformando seu perfil urbano e social. Como resultado, o Vidigal tornou-se o sexto bairro mais caro do Brasil para se morar, evidenciando o impacto da gentrificação e da mercantilização da cidade, que, ao mesmo tempo em que moderniza e dinamiza o espaço, pressiona os moradores originais e altera a identidade histórica da comunidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:14:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4</title>
         <author>btaborda14903</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598297356</link>
         <description><![CDATA[<p>Outro aspeto, relaciona-se com o conceito de “cidade marca” e o ato de modernizar a cidade, que para além de gerar emprego e novas oportunidades dentro da metrópole, pressupõe uma melhoria na qualidade de vida de quem a habita. No entanto, consequentemente, também aumenta o seu custo de vida, o que acaba por expulsar grande parte das pessoas, direta ou indiretamente, para a periferia. A entidade que investe nesta melhoria, espera sempre um retorno. Nisto, torna-se visível, o padrão, com início na modernidade, das políticas de classe exibidas extravagantemente na forma urbana, com centros ocupados pela alta classe e burguesia e as minorias, classes baixa e operária obrigadas a habitarem na periferia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:15:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GRUPO 3</title>
         <author>annateresapellicano</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598298795</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aspecto econômico do desenvolvimento das cidades destacado por Bresciani é a transformação da pobreza urbana em questão social diretamente ligada ao funcionamento da economia capitalista. No século XIX, Paris viveu um processo de industrialização intensa, que atraiu diversas pessoas para o espaço urbano, mas também intensificou as desigualdades. A massa de trabalhadores pobres, concentrada em bairros operários, passou a ser vista como ameaça social e política, ao mesmo tempo em que sua força de trabalho era essencial para a expansão da cidade.Assim, as crises de desemprego e greves revelavam que o crescimento urbano estava diretamente vinculado às contradições do capital, gerando condições de vida precárias para os trabalhadores e impulsionando sua mobilização em busca de mudanças econômicas e sociais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-22 21:17:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598298922</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Bresciani, o discurso de progresso serviu para remover pobres e negros libertos das áreas centrais, criando segregação. Monumentos e nomes de ruas foram usados para construir uma memória oficial e apagar outras histórias. A cidade é espaço de conflito: diferentes grupos lutam para impor seus interesses e formas de ocupar o espaço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:17:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598300123</link>
         <description><![CDATA[<p>A alta demanda por aluguéis turísticos levou a uma especulação imobiliária que encareceu drasticamente os preços das casas e aluguéis tradicionais, tornando-se um problema central para os moradores de Barcelona.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:19:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 1 </title>
         <author>maluumartins02</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598300223</link>
         <description><![CDATA[<p>A zona portuária do Rio de Janeiro passou por um processo de revitalização, incluindo a construção do Museu do Amanhã, VLT e do AquaRio. Além disso, os galpões localizados no Porto Maravilha são utilizados para a realização de eventos, o que movimenta a região, diminuindo o numero de assaltos e situações de risco. </p><p>Essa sequência de mudanças aumenta o custo de vida, deslocamento de moradores tradicionais e afastamento de trabalhadores de seus locais de trabalho, aumentando o movimento pendular.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://revista.fct.unesp.br/index.php/cpg/article/download/5716/4933" />
         <pubDate>2025-09-22 21:19:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4</title>
         <author>anabeatrizrrmagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598300682</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Harvey, o “direito à cidade” está concentrado nas mãos das elites políticas e econômicas, que decidem como o espaço urbano sera moldado, de forma que favorece seus próprios interesses e limitando a participação da população, Enquanto Bresciani mostra que as intervenções urbanas refletem também essa lógica política, tendo em vista que o Estado organiza a cidade e disciplina a população de forma a proteger os interesses da elite e garantir controle social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:20:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4</title>
         <author>anabeatrizrrmagalhaes</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598300835</link>
         <description><![CDATA[<p>Harvey mostra que a urbanização foi utilizada como ferramenta para controlar a classe trabalhadora e prevenir revoltas, assim reorganizando o espaço urbano de acordo com os interesses das elites, como nas reformas de Haussmann em Paris e na suburbanização dos EUA. Já Bresciani complementa e destaca que o estado interviu em saneamento, habitação e saúde para vigiar, higienizar e manter a ordem pública, sempre motivado pelo medo das multidões e pela necessidade de evitar instabiidades sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:20:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sala 2</title>
         <author>jutcmiranda</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598301016</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Stella Bresciani destaca em seu texto que o desenvolvimento das cidades não pode ser entendido apenas por fatores materiais, mas também pelos aspectos culturais e subjetivos relacionados à percepção da pobreza. A presença das multidões urbanas gerava fascínio e, ao mesmo tempo, medo, sendo as classes pobres frequentemente associadas à desordem, à criminalidade e à imoralidade, o que as tornava vistas como “classes perigosas”. Esse olhar moralizador criava uma distinção entre o pobre “respeitável”, ligado ao trabalho, e o pobre “perigoso”, associado ao ócio e ao vício, estigmatizando grande parte da população. Representações literárias e visuais reforçaram esses imaginários, apresentando a cidade como espaço de contrastes entre riqueza e miséria, ordem e caos. Assim, a pobreza era não só um problema econômico, mas também cultural e moral, o que justificava práticas de policiamento, higienização e reformas urbanas voltadas para o controle e a exclusão social.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:21:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sala 2</title>
         <author>gsouza915</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598302741</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem desse famoso cruzamento no Japão (Shibuya Crossing) exemplifica o que Simmel escreve em seu texto. O excesso de estímulos visuais e sociais e a sensação de anonimato, molda uma nova forma de vida mental marcada pela indiferença no meio da multidão e pela necessidade de se proteger do ritmo acelerado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:22:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 1</title>
         <author>luizabsantos44</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598304275</link>
         <description><![CDATA[<p>“Palavras da cidade” (org. Maria Stella Bresciani, 2001)</p><p>“A cidade e o imaginário político”, Bresciani mostra que o traçado urbano é usado como instrumento de poder. Assim como ela aponta, as reformas no centro de São Paulo e do Rio no início do século XX não foram só técnicas, mas decisões políticas para disciplinar a cidade.</p><p>Em vários capítulos, aparece a cidade como campo de conflitos sociais: operários, imigrantes e camadas populares resistiam às tentativas de expulsão ou às reformas que beneficiavam as elites.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:25:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598306601</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/favela-federal-periferia-aumenta-no-entorno-de-brasilia/">https://www.observatoriodasmetropoles.net.br/favela-federal-periferia-aumenta-no-entorno-de-brasilia/</a></p><p>Brasilia como todos já sabem foi super planejada. Mas com essa lógica de mercantilização fez com que as áreas principais fossem super valorizadas, tornando as em espaços exclusivos para classes com poderes aquisitivos altos. O resultado disso foi que a periferia se expandiu de forma desordenada, pessoas com poderes aquisitivos baixos foram empurrados para cidades no entorno, “cidades satélites”. Essas cidades cresceram muito rapidamente, sem nenhum planejamento, de forma desordenada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:28:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598309785</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir de Georg Simmel, conseguimos compreender aspectos políticos do desenvolvimento das cidades. Ele analisa a metrópole como espaço em que forças sociais, políticas e econômicas se concentram. O poder foi deslocado do campo para o urbano com a revolução industrial e assim, transformou a cidade em palco de disputas e decisões coletivas. Para simmel, a vida metropolitana cria formas de regulação que são baseadas em dinheiro, na racionalidade e na especialização, que nivelam relações e também, impõem limites aos indivíduos. Assim, a metrópole revelia contradições entre a liberdade e o controle, a autonomia e a disciplina, expressando como é o urbano e, ao mesmo tempo, espaço de dominação e emancipação.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:32:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3</title>
         <author>annateresapellicano</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598310017</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aspecto político do desenvolvimento das cidades, de acordo com David Harvey, é que a urbanização sempre esteve ligada ao poder de classe. O excedente de capital é controlado por uma minoria que define como e onde investir, enquanto trabalhadores e populações mais humildes são frequentemente deslocados e excluídos. Dessa forma, o espaço urbano torna-se não apenas um cenário econômico, mas também um campo de disputa social e politica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:33:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sala 2</title>
         <author>eduardamayumibm</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598311234</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2022/12/venda-de-terreno-de-batalhao-da-pm-no-leblon-volta-a-ser-discutido-e-e-motivo-de-impasse-entenda.ghtml">https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2022/12/venda-de-terreno-de-batalhao-da-pm-no-leblon-volta-a-ser-discutido-e-e-motivo-de-impasse-entenda.ghtml</a></p><p>O terreno do antigo batalhão da PM no Leblon está sendo avaliado para venda pelo governo, visando gerar recursos financeiros. Segundo David Harvey, a cidade não deve ser moldada apenas por interesses econômicos, o direito à cidade é coletivo e democrático, permitindo que todos participem do uso e da produção do espaço urbano. No caso do Leblon, é possível questionar quem se beneficia dessa venda e quem pode ser excluído, mostrando o desafio de equilibrar lucro e direito coletivo à cidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:35:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Morro da Viúva - Sala 2</title>
         <author>jutcmiranda</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje em dia cercado por condomínios e do lado oposto ao Pão de Açúcar, está o Morro da Viúva. Com mais de 450 anos de ocupação, a região tem uma trajetória que reflete o crescimento do Rio</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:35:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Revolta do vinagre - Grupo 4</title>
         <author>beperroni</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598313157</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto de Simmel, "A Metrópole e a Vida Mental", explora a complexidade e a tensão da vida urbana moderna, que é moldada por forças conflitantes. Ele descreve a cidade como a arena onde o "combate e a reconciliação dos combatentes" acontecem, destacando a coexistência de oportunidades e estímulos opostos. Esse conceito se conecta diretamente aos protestos de junho de 2013 no Brasil, conhecidos como a <strong>"Revolta do Vinagre". </strong>A cidade se tornou o palco para o choque entre o poder estabelecido (representado pelo estado e pela polícia) e o clamor da população por melhores condições de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:38:18 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 3 </title>
         <author>annateresapellicano</author>
         <link>https://padlet.com/sociologiadapuc/705r1xlbaq38m6ud/wish/3598316162</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem reflete o que Harvey chama de desigualdade urbana: enquanto a favela expressa exclusão e precariedade, o condomínio de luxo mostra como o espaço da cidade é moldado para os interesses de uma minoria, tornando o “direito à cidade” restrito a poucos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 21:43:01 UTC</pubDate>
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