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      <title>Cuidados de Si _ Pandemia _Módulo III by Beatriz Melo</title>
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      <description>Criado com um ar de mistério</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-17 19:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>Construção de um mural virtual colaborativo com as referências e os possíveis diálogos com os autores.</title>
         <author>bisabia42</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 20:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Nuvem de palavras do grupo</title>
         <author>bisabia42</author>
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         <description><![CDATA[<div>Componentes: <strong>ANA BEATRIZ, BRUNA RAYANNE, DANYELLE SOARES,&nbsp; DOMINGOS SÁVIO,&nbsp; JOSÉ LUIZ, SANDRA LIMA, </strong>&nbsp;<strong>SILVIA SILVEIRA, SUZY DAVID, THAÍS DE SOUZA.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 11:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Fato Social Total (Marcel Mauss)</title>
         <author>bisabia42</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>põem em movimento, em certos casos, a totalidade da sociedade e das suas instituições</em> (<em>...</em>) <em>Todos estes fenômenos são, a um tempo, jurídicos, econômicos, religiosos, e mesmo estéticos</em>.."<br><br>Qual a relação do Fato Social Total com a pandemia de COVID-19?&nbsp;A manifestação de um grande leque de dimensões (economia, religião, legislação, moralidade, estética, ciência), e suas consequências altamente complexas nas mais diversas proporções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 11:12:53 UTC</pubDate>
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         <title>O cuidado de si e dos outros</title>
         <author>bisabia42</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma prática social com dimensões pessoais e coletivas que continua a ser vivenciada por grande parte da população mundial. A responsabilidade dos cuidados diante de um vírus,&nbsp; evidencia o viver em comunidade, o quão somos conectados e não adianta jogar apenas com a individualidade. Coloca em cheque o "saber/poder" , e escancara a desigualdade social nesses tempos tão sombrios. É preciso pensar e agir de forma coletiva. Será que temos realmente cuidado de nós? Será que temos cuidado dos outros? Ou estamos&nbsp; em meio à neblina da irresponsabilidade?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 11:58:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bisabia42</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1663158760</link>
         <description><![CDATA[<div>"Somos constituídos por técnicas de poder mas também nos constituímos arquitetura e urbanística permeada por relações de poder"&nbsp;<br><br>Dessa forma, indagar como somos afetados pelo poder, e de que forma essas relações continuam a influenciar durante à pandemia de COVID-19 ...&nbsp;<br><br>As obras de Foucault retratam diferentes modalidades de poder: disciplinar, biopoder, biopolítica e governamentabilidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 13:58:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“em qualquer sociedade, o corpo está preso no interior de poderes muito apertados, que lhe impõem limitações, proibições ou obrigações” (FOUCAULT, 2004, p. 126)&quot;</title>
         <author>bisabia42</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1663183529</link>
         <description><![CDATA[<div>"micropoderes perpassam todo o corpo social, acarretando em transformações e modificações de condutas nos indivíduos." </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-28 14:24:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“o regime proposto para os prazeres sexuais parece estar centrado inteiramente sobre o corpo: seu estado, seus equilíbrios, suas afecções, as disposições gerais ou passageiras em que se encontra aparecem como as variáveis principais que devem determinar as condutas” (FOUCAULT, 1985, p. 135).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1663548690</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Podemos interpretar juntamente com o pensamento citado que os cuidados de si vão muito além dos cuidados apenas do corpo. Quando falamos em  corpo e alma eles necessariamente precisam caminhar juntos. Assim, como citamos em diversos momentos em aula que: respeito a si, ao seu corpo, a sua alma e ao próximo poderá ajudar a uma caminhada mais tranquila. O nosso corpo é reflexo da nossa alma. Os nossos sonhos, o nosso inconsciente diz muito sobre o que queremos, tememos e/ou alcançamos. O prazer sexual citado no livro é apenas um dos pontos do nosso corpo, e não apenas o ato, mas o conjunto de todo um desejo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 00:53:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chama atenção quando Foucault discorre sobre a idade socrático-platônico, e o quanto isso, principalmente neste período pandêmico, se tornou contemporâneo. Filósofos, após essa fase socrática, passaram a se “preocupar” com o pensamento e como isso poderia influenciar em seu dia a dia. Sócrates, não teve a preocupação em quem ia atingir se fosse contrário ao que o &quot;governo&quot; ditava, mas foi para as ruas falar em praça pública, chamando atenção principalmente dos jovens, para terem essa nova forma de pensar e/ou questionar alguns fatos. Era o cuidado com a alma, um pensamento mais detalhado por Platão, que refletiria em seu corpo, comportamento, atitudes para que a seu povo/sociedade/próximo cuidassem uns dos outros. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1663567798</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-29 01:16:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Corpo em Pandemia</title>
         <author>costadanyelle</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1666067786</link>
         <description><![CDATA[<div>Vigarello (2016) ao comentar sobre a história da percepção do corpo, mostra que desde o século XVII já se apresentavam cuidados sobre o comportamento e sensações do corpo. Durante a pandemia, o estigma de "corpo saudável" passou a ser abordado com ênfase e sob novos olhares. Além da perspectiva do corpo perfeito dentro de padrões, ganhou espaço a saúde mental, onde mesmo em meio a uma situação de muito desgaste físico e emocional, as pessoas se viram precisando manter-se "controladas". Questões como o aumento de peso, ansiedade, depressão por exemplo, trouxeram mudanças que não estavam sendo esperadas fazendo com que algumas pessoas tenham se sentido "transformadas em outras".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 22:48:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Sinto, logo existo!&quot;</title>
         <author>costadanyelle</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1666082760</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a pandemia, algumas pessoas buscaram a prática de atividades que lhes proporcionassem uma maior intimidade com o corpo, com suas sensações, sentimentos, emoções, etc, tais como: yoga, meditação, esportes, terapias, automassagem, e outros. Vigarello (2016) traz em sua reflexão os sentimentos do corpo sob uma perspectiva sensível, mostrando o olhar do "sinto, logo existo". ele aponta que: "a maneira de experimentar o corpo tem efeitos sobre a maneira de experimentar-se a si mesmo" e durante esse período, além de buscar terapias e psicólogos para acompanhamento e reconhecimento de si, as pessoas buscaram se conhecer através das atividades corporais, tendo em vista que "o corpo pode revelar uma história íntima, um conflito passado, uma emoção de carne".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 23:34:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Escrita de si</title>
         <author>savioffarias</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669320797</link>
         <description><![CDATA[<div>os tempos pandêmicos pelos quais temos passado, há mais de um ano, trouxeram perdas e danos irreparáveis tamanha a dimensão da pandemia causada pelo corona vírus, sobretudo no Brasil. Contudo, a covid-19 e todo o contexto em que ela está inserida, trouxe-nos também reflexões significativas acerca dos cuidados que devemos ter para conosco e para com as pessoas e o mundo que está ao nosso redor, em perspectivas micropolíticas e macrocósmicas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-04 22:15:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escrita de si.                                  Eis que um dia, despertamos e ativamos todos os nossos dispositivos cotidianos e habituais, necessários para cumprir nossas obrigações e interesses já estabelecidos pela sequência diária da vida. Porém, algo novo se instalava no mundo, já percebíamos que em lugares mais distantes, a vida comum das pessoas estava sendo alterada por um desconhecido vírus que dava voltas no planeta e nos deixou a todos desestabilizados, pois era algo que interferia em toda a rotina das pessoas. Assim me deparei naquele dia, em meio ao trabalho, com a determinação de ir para casa e de lá não sair, nem para voltar a trabalhar, não podia estar com minha família, com minha Mãe, essa parte foi dificílima de aguentar. Havia novos hábitos para aprender, novas técnicas de corpo necessárias para a sobrevivência, como em uma guerra, silenciosa e sufocante. Uma nova consciência se instalava, a nível individual e social. A partir dali, vivíamos com o Covid-19.Os encontros, os abraços, os apertos de mão, falar, sorrir, beijar, tudo que antes nos trazia uma sensação de pertencimento, de alegria, de envolvimento, se tornava um grande perigo para a nossa saúde e sobrevivência. A princípio, para mim, nada se encaixava, estava habituada aos meus códigos, aos meus desejos, a minha rotina e toda aquela mudança no modo de viver e interagir demorou um pouco para ser compreendido e se tornar o novo habitual.Ficou claro que precisávamos mudar, transformar a nossa maneira de ser e agir no mundo. Então começou todo o processo de desapego daquilo que não era possível mais, e também o reconhecimento das novas possibilidades e daquilo que era obrigatório fazer, por uma questão de cuidado e atenção com a vida, com o próprio corpo e com o corpo do outro. Tomar banho e lavar as mãos inúmeras vezes, quase como uma psicose, passar álcool nas mãos, nas compras, na casa, higienizar constantemente tudo, até o que parecia estar limpo, usar máscara e não ver mais os sorrisos... Acessar novas maneiras de compreender o mundo, as pessoas e a mim mesma, foi essencial para seguir diante de tantas incertezas, medos e ansiedades. Busquei mergulhar profundo nos conhecimentos do Yoga, praticando com mais intensidade e regularidade esta filosofia de vida que já vinha estudando há mais de dez anos e esse foi um bom caminho, que sigo até hoje e que me ajuda a buscar o equilíbrio quando este se desmonta. Não foi e nem está sendo fácil, mas estamos em meio a uma situação inusitada, onde qualquer erro pode ser fatal e isso gera estresse e irritação.Dançar, cantar, contemplar, observar meus sentimentos, pensamentos e escrever sobre eles, sentir-me bem com as coisas simples, cuidar do jardim, contemplar o céu, as nuvens, o tempo, mergulhar e pairar nas águas do mar, como algas que vão e vem de acordo com o movimento do universo, viver um dia de cada vez. Foram algumas atitudes que incorporei em minha rotina, quase que como uma necessidade. Com a pandemia da covid-19, tivemos que mudar a nossa percepção do mundo, tivemos que construir um novo olhar sobre o que é imprescindível, essencial. Fomos tirados da zona de conforto e nossos sentimentos e emoções revirados em mil voltas. Encontrar novas maneiras de viver e se relacionar, reconhecer-se no outro, aprender novas técnicas, sejam elas ferramentas eletrônicas e digitais ou corporais (físico, mental, emocional, social), são atitudes resilientes e essenciais, para não perdermos a força, a capacidade, o desejo e a esperança de seguirmos na luta diária da vida. Estar aberto ao novo, levando em consideração antigos conhecimentos, acredito, ser um caminho viável para a construção de um novo mundo pós pandêmico.  </title>
         <author>suzyynha69</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669329742</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-04 22:34:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Se ocupa contigo (também)!</title>
         <author>savioffarias</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669340856</link>
         <description><![CDATA[<div>Foucault aponta que “é preciso que te ocupes contigo mesmo, que não te esqueças de ti mesmo, que tenhas cuidado contigo mesmo” (FOUCAULT, 2010, p. 6). Percebo nesta afirmação uma possibilidade de se aproximar da ideia de que sem cuidarmos de nós mesmas/mesmos não conseguimos, de fato, cuidar das pessoas que nos relacionamos de modo afetivo. Cultivar em si o amor próprio pode significar o acionamento de uma abordagem sócio histórica do corpo em termos de saúde e existência. Portanto, percebo que, a ocupação excessiva com o trabalho e o mundo externo ao ser/à pessoa pode, por outro lado, ser compreendida como ausência da prática do cuidado de si.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-04 22:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>brunarms1995</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669392930</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a <strong>pandemia</strong>, a atenção teve que ser redobrada, às vezes de forma exagerada. A assepsia do <strong>corpo</strong>, do ambiente doméstico são as mais realizadas neste período, especificamente, lavar as mãos, passa álcool em gel, higienizar as compras do supermercado. Em relação ao <strong>distanciamento social</strong>, este já era uma realidade, de certa forma, pois costumo sair apenas para o necessário. Quando o contexto pandêmico surgiu foi um impacto muito forte, a princípio inacreditável. <br>Evoco o conceito do <strong>Cuidado de Si/Técnicas de Si</strong> como um “conjunto de <strong>experiências</strong> e das <strong>técnicas</strong> que o sujeito elabora e que o ajuda a <strong>transformar-se</strong> a si mesmo” de Revel (2005) para elucidar as práticas corporais cotidianas, tanto as desenvolvidas durante a pandemia (que ainda não acabou até o momento da escrita desse texto), como também aquelas realizadas anteriormente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:26:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>brunarms1995</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669399068</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong> especificidade do contexto pandêmico</strong> nos desloca para uma reflexão profunda sobre nosso corpo e o quanto somos reféns da realidade social, cultural e histórico vivido. É essencial trazer à tona, também, o movimento de <strong>resistência</strong>, como consequência natural dessas tentativas de <strong>dominação</strong>.<br>O Cuidado de si aparece na obra de Foucault (1926-1984) no trinchar da ideia de governamentalidade e não anula o outro, pois é na relação consigo que se torna possível relação com o outro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:34:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possibilidades de Cuidado de si</title>
         <author>brunarms1995</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669405073</link>
         <description><![CDATA[<div>Há diversas possibilidades de cuidar do corpo, por meio das <strong>práticas corporais</strong> como <strong>Esporte</strong>, <strong>Ginástica,</strong> <strong>Dança</strong>, as <strong>Lutas</strong> (alguns conteúdos da Educação Física) (DARIDO, RANGEL, 2011).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:39:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Técnicas do corpo</title>
         <author>brunarms1995</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1669408996</link>
         <description><![CDATA[<div>Para além das práticas institucionalizadas, nós podemos citar os rituais religiosos, por exemplo. Para os olhares arraigados pela compreensão moderna do que seria técnica, algumas práticas podem ser desconsideradas como tal. Entretanto, a técnica representa a forma linear ou não de se realizar uma determinada tarefa, uma ação, onde ao realizá-la o sujeito expressa uma síntese do ser. Ou seja, compreende-se, também, uma certa ambivalência ao vivenciar uma experiência que busca as relações entre o <strong>eu, o outro e o mundo.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:43:12 UTC</pubDate>
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         <title>Possibilidades de Cuidado de si</title>
         <author>brunarms1995</author>
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         <description><![CDATA[<div>As <strong>Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - PICs </strong>são técnicas diferentes e de acordo com as especificidades individuais e coletivas potencializam a transformação de si e do outro, além de ser o resultado de um processo de resistência sobre uma perspectiva hegemônica de ciência. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 00:48:31 UTC</pubDate>
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         <title>Marcel  Mauss.                               &quot;O corpo primeiro  e o mais natural instrumento  do homem &quot;.&quot;A tudo a observar e não  apenas a comparar&quot;.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1670309702</link>
         <description><![CDATA[<div>Na pandemia tivemos&nbsp; que fazer a escolha&nbsp; de nos autocuidar em casa e também&nbsp; cuidar da nossa família.&nbsp; A prática&nbsp; escolhida&nbsp; foi&nbsp; o yoga/ meditação&nbsp; e a dança&nbsp; intuitiva livre. A auto observação&nbsp; e auto percepção&nbsp; foi bastante importante&nbsp; para sentir&nbsp; minhas&nbsp; emoções e e pensamentos. Sentir a vida&nbsp; que pulsa&nbsp; em mim, que vibra, que flui...<br><br>Sílvia S.S. Bacelar</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 19:14:18 UTC</pubDate>
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         <title>No primeiro ano da pandemia de Covid-19, 61,7% dos brasileiros utilizaram práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) em sua rotina de autocuidados. Das 29 modalidades reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), meditação e fitoterapia foram as mais frequentes (28,2% dos usuários), seguidas pelo reiki (21,6%), aromaterapia (16,4%)  e pela homeopatia (14,5%). Entre os usuários declarados, 25% praticam de quatro a mais PICS.Esse retrato está sendo revelado pelos primeiros resultados da pesquisa PICCovid – Uso de Práticas Integrativas e Complementares no Contexto da Covid-19, estudo mais abrangente sobre as PICS realizado no Brasil até o momento. De 25 de agosto a 18 de dezembro de 2020, 12.136 pessoas maiores de 18 anos das cinco regiões do país foram entrevistadas por um formulário on-line.Vejam a reportagem com os resultados completos da pesquisa em: http://observapics.fiocruz.br/617-dos-brasileiros-adotam-praticas-integrativas-como-meditacao-e-fitoterapia-para-ampliar-autocuidado-2/</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Silvia Silveira Soriano Bacelar </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 19:16:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>zlneto10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao elencar algumas práticas do cuidado de si percebo a associação com uma frase citada por Mauss 2003, onde aponta a necessidade de “servir-se de seu corpo”. Esse autocuidado ficou mais nítido nesse período pandêmico, onde saímos da rotina frenética por alguns meses e permanecemos na inércia dentro de nossas residências. Precisei usar máscara, álcool em gel, manter o distanciamento das pessoas, praticar exercício físico com mais frequência, meditar, manter hábitos de higiene físico e mental – esforcei-me para não dormir tarde, evitei bebida alcoólica e tentei manter uma dieta saudável.&nbsp;<br><br>O cuidado com o outro depende muito do cuidado de si mesmo como ponto de partida, a aproximação familiar proporcionada pela circunstância proposta pelo período de isolamento social trouxe-nos a oportunidade de viver com mais cuidado e responsabilidade com a comunidade que mais temos afinidade e afinco: a nossa família.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 21:53:42 UTC</pubDate>
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         <title>Tempos difíceis…</title>
         <author>thatha_souza23</author>
         <link>https://padlet.com/bisabia42/6zn42ph343gez2pa/wish/1670426042</link>
         <description><![CDATA[<div>Vivemos momentos difíceis, não só eu ou você, não só meu corpo ou o seu, todos nós estamos no mesmo mar... Alguns dentro do barco, outros com coletes salva-vidas e muitos nadando contra as ondas. Por muitas vezes a dança, o lazer com minha família dentro do lar e o silencio foram o meu cuidado comigo, minhas válvulas de escape, mas ao cuidar de mim percebia que muitas pessoas não tinham a mesmas condições de cuidados básicos. Em pandemia o que era ruim, condições básicas de sobrevivência, ficaram ainda piores. Mesmo sabendo que todos deveriam ter uma qualidade de vida: social, econômica, com educação, saúde e lazer, mas sabemos que não é a realidade na prática. Foucalt na idade de Ouro já identificava também o cuidado com o outro. Fazer o bem ao próximo, mesmo que minimamente, também fazem parte dos cuidados de si, fazem bem ao corpo, alma e espírito. O que para nós pode ser algo básico do dia a dia, para outros pode significar sobrevivência. Esperança por dias melhores agora e sempre...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-05 22:26:45 UTC</pubDate>
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