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      <title>Repositório Apyãwa by Rodrigo Lopes Alencar</title>
      <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk</link>
      <description>O Repositório Apyãwa contempla um conjunto de serviços oferecidos visando a gestão e disponibilização dos trabalhos produzidos por indígenas Apyãwa e por pesquisadores externos sobre História e Educação do seu povo.

Missão do Repositório Apyãwa: agrupar, armazenar, organizar, preservar, recuperar e disseminar a informação cientifica produzida em diversas universidades ou pesquisas científicas, contribuindo para a evolução das atividades de ensino, pesquisa e extensão e potencializando a visibilidade de sua produção científica. 

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-10 11:48:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-06 17:13:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A FUNÇÃO DO CACIQUE APYÃWA COM SUA COMUNIDADE</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088198211</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO<br>Esta pesquisa tem como finalidade registrar as experiências dos anciões do povo Apyãwa (Tapirapé), para saber o processo de trabalho do cacique como membro da sua comunidade. Foram entrevistadas duas pessoas ̷ anciãs da comunidade, que contribuíram com sua sabedoria referente ao tema deste trabalho. Também pretendo mostrar os diferentes materiais usados pelos caciques no dia a dia e nos rituais. Mostrar como eram preparadas as atividades coletivas na comunidade e o que acontecia com aqueles que não obedecessem às demandas do cacique. Este trabalho ainda busca discutir o comando da aldeia pelo cacique e pelo pajé. Por fim, pretendo deixar este registro documentado e publicado na biblioteca da Escola Estadual Indígena ʺTapi’itãwaʺ e disponibilizar para o uso da comunidade Apyãwa.<br>Palavras-chave: Tapirapé. Função do Cacique. Apyãwa. Pajé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 12:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>ESCOLA APYÃWA: DA VIVÊNCIA E CONVIVÊNCIA DA EDUCAÇÃOINDÍGENA À EDUCAÇÃO ESCOLAR INTERCULTURAL</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088204973</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO: Historicamente, a imposição do modelo europeu de visão de mundo aos povos indígenas, é marcada pela tentativa de pacificá-los via catequese para a aceitação do trabalho escravo enquanto suas terras eram desocupadas para instalação dos invasores. Nos tempos<br>atuais, as atividades de nossa sociedade, com a introdução de novas tecnologias, impactam o modo de vida dos povos indígenas. O genocídio gerado pelo contato de sociedades tão distintas, num confronto desproporcional, revela que não há um caminho fácil para a manutenção de suas culturas, mesmo com a Constituição Federal contemplando os direitos<br>destes povos nos Art. 231 e 210. Garantir esses direitos tem sido um desafio e,<br>contraditoriamente, ao que estabelece a legislação, o Estado não dá condições adequadas ao<br>exercício dessa diversidade. Esse texto faz uma reflexão acerca desta realidade dos povos indígenas focalizando a Escola Apyãwa como uma experiência que propôs uma ruptura com os modelos seculares de educação escolar indígena. Para abordar o tema, as obras de Bartomeu Meliá (1979, 1999), que fazem uma leitura dos processos tradicionais de Educação<br>Indígena em contraponto aos novos modelos introduzidos pela escola; Paulo Freire (1967, 1968), com o conceito de Educação como prática de uma ação libertadora; as experiências relatadas pelos estudos de NOBRE (2005), PAULA (2000, 2008, 2014) e GORETE NETO<br>(2009); os autores pós coloniais (SANTOS, 2009; MARÍN, 2014; QUIJANO, 2009) foram fundamentais para a reflexão. A metodologia utilizada para o desenvolvimento da pesquisa é de natureza qualitativa focando, de modo especial, o significado que as pessoas dão às coisas, buscando captar a perspectiva dos participantes com entrevistas abertas além da pesquisa documental e fotográfica, com o objetivo de investigar o processo de implantação da instituição escolar entre os Apyãwa (Tapirapé). Os resultados evidenciaram aspectos da pedagogia indígena presentes na vida da Escola, bem como identificaram os desafios enfrentados na relação com o Estado para que se mantenha a especificidade sociocultural desejada para as escolas indígenas. Acredito que o registro dessa experiência educativa gestada em um contexto sociocultural específico de um povo indígena contribui para os<br>estudos das Ciências da Educação relativos à diversidade sociocultural, além de enriquecer o debate em torno das políticas públicas educacionais desenvolvidas pelo Estado para as<br>populações indígenas.<br>PALAVRAS-CHAVE: Educação Indígena. Escola Apyãwa. Povo Tapirapé. Educação<br>Intercultural. Mato Grosso.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579559496/6f904a89f2aaba2e41c16d154bf763b2/POVO_INDIGENA_APY_WA.pdf" />
         <pubDate>2022-03-10 12:19:27 UTC</pubDate>
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         <title>A GESTAÇÃO DA MULHER APYÃWA/TAPIRAPÉ</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088216626</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO<br>Esta pesquisa foi realizada na Aldeia Tapi’itãwa, Terra Indígena Urubu Branco, Município de Confresa – Mato Grosso. O objetivo é demonstrar que as mulheres do povo Apyãwa estão realizando, além do parto tradicional, também parto na cidade. Descrevo ainda sobre como algumas mulheres tiveram parto tradicional há um tempo, e, recentemente, estão tendo seus filhos em parto cesariano. Com a substituição do parto tradicional do povo Apyãwa pelo parto cesariano do não indígena, me interessei por fazer este registro, enquanto ainda permanece forte e viva a nossa tradição cultural. Para realizar a pesquisa, entrevistei um educador tradicional, um ancião do povo Apyãwa que concedeu as informações sobre a realização do parto tradicional. Com esse registro, quero contribuir para a valorização da realização do parto tradicional do povo Apyãwa e incentivar a comunidade a respeitar a importância da manutenção das formas tradicionais de transmissão de conhecimentos culturais.<br>Palavras-chave: Aldeia Tapi’itãwa. Terra Indígena Urubu Branco. Mulheres Apyãwa. Parto tradicional.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579559496/add0e44e2f077afb073155c93a94b681/A_GESTA__O_DA_MULHER_APY_WA_TAPIRAP_.pdf" />
         <pubDate>2022-03-10 12:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>AS REPRESENTAÇÕES DOS TAPIRAPÉ SOBRE SUA ESCOLA EAS LÍNGUAS FALADAS NA ALDEIA: IMPLICAÇÕES PARA AFORMAÇÃO DE PROFESSORES</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088221147</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RESUMO</strong></div><div>Esta tese busca construir interpretações para as representações dos professores</div><div>e líderes do povo Tapirapé, que vive no Mato Grosso, a respeito de sua escola e</div><div>sobre as línguas, Tapirapé e portuguesa, faladas na aldeia. A escola Tapirapé tem</div><div>sido considerada uma escola bilíngüe de sucesso (cf. Ferreira, 2000/2001) uma</div><div>vez que tem conseguido ensinar tanto a língua indígena como a língua portuguesa</div><div>e uma vez que obedece a alguns princípios que vêm sendo apontados como</div><div>essenciais na construção de uma escola indígena (cf. RCNEI, 1998) quais sejam:</div><div>o currículo considera a realidade e a cultura indígena; a língua de instrução é a</div><div>língua Tapirapé; os professores e demais funcionários da escola são Tapirapé; há</div><div>participação efetiva da comunidade nos assuntos referentes à escola. Entretanto,</div><div>apesar dessas características, os Tapirapé têm argumentado que a sua escola</div><div>tem mudado o modo de vida Tapirapé e isto inclui tanto aspectos da vida diária</div><div>Tapirapé como também a língua Tapirapé e a educação indígena. Com o intuito</div><div>de compreender esses questionamentos e contribuir na discussão, norteia este</div><div>trabalho a seguinte pergunta de pesquisa: “Que representações são construídas</div><div>pelos Tapirapé sobre: a) as línguas Tapirapé e portuguesa faladas na aldeia? b) a escola?”. Os registros analisados foram gerados etnograficamente (Erickson,</div><div>1984, 1989; Cavalcanti, 2000; Mason, 1997; Emerson e outros, 1995; Ely e outros,</div><div>1991) e o <em>corpus </em>investigado é composto de entrevistas – foco principal da análise</div><div>- com lideranças e professores Tapirapé, diários e notas de campo, memos e</div><div>vinhetas narrativas. Embasam a análise os conceitos de representações,</div><div>hibridismo e a relação dos mesmos com culturas(s), língua(gem) e identidades.</div><div>Tais conceitos são discutidos a partir de aportes dos Estudos Culturais (Said,</div><div>1978/2007; Hall, 1997; 1997a; Bhabha, 1994/2003; Woodward, 2000; Da Silva,</div><div>2000), da Antropologia (Tassinari, 1995/1998; Thomaz, 1995/1998), da Sociologia (Cuche, 1999/2002; De Certeau, 1994/2002) e da Lingüística Aplicada (Cavalcanti, M. 1986; 1999; 2000; 2004; 2006; César e Cavalcanti, 2007; Fabrício, 2006; Maher, 1996; 2006; 2007; Moita Lopes, 1996/2002; 2006), dentre outros. Observax se que a construção de significados para a escola e as línguas portuguesa e Tapirapé enseja representações e identidades antagônicas. Compreender tais contradições como parte desse processo de construção abre brechas a que representações e identidades cristalizadas sejam desestabilizadas, possibilitando</div><div>construir novos significados tanto para a escola bem como para as línguas</div><div>Tapirapé e portuguesa. Espera-se que os resultados da análise possam subsidiar</div><div>reflexões feitas em contextos de formação de professores indígenas sobre escola</div><div>e ensino de línguas nas aldeias.</div><div><strong>Palavras-chave: </strong>representações, hibridismo, escola indígena, língua tapirapé,</div><div>língua portuguesa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 12:31:11 UTC</pubDate>
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         <title>TESE: Vermelho e negro: Beleza, sentimentos e proteção entre os Tapirapé</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088234733</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>O objetivo desta tese é pensar a relação entre a produção de artefatos, pintura corporal e xamanismo entre o povo indígena Tapirapé- autodenominação Apyãwa- e como esses saberes entrecruzam-se e são compartilhados dentro e fora da aldeia. A metodologia<br>utilizada é o trabalho de campo, realizado na aldeia Tapi'itãwa, localizada no território<br>Urubu Branco MT, com registros em diário de campo, fotográficos e em audiovisual.<br>Os Tapirapé têm a língua de tronco tupi, e seu território está localizado no nordeste do estado de Mato Grosso. Busquei como principais referências para essa etnografia<br>Charles Wagley (1988), Hebert Baldus (1972), Els Lagrou (2007). A pintura corporal, aqui, é entendida como os motivos realizados nos corpos das pessoas, e esses motivos<br>estão presentes tanto nos corpos das pessoas quanto nas máscaras, cuias e demais artefatos produzidos pelos Tapirapé. O Xamã é o principal guerreiro e tem o poder da cura, da doença, e da morte e é o responsável pela proteção da aldeia. A pintura corporal, os artefatos e o xamanismo operam na transformação dos corpos entre os Tapirapé. Como reflexão final, penso o Xamã como um demiurgo, pois ele conecta o visível e invisível para apreender e repassar os saberes para os Tapirapé. Se o Xamã é o responsável por trazer esses saberes, a escola surge como uma instituição que contribui para a manutenção transmissão desses saberes. Mas ela não é isenta de críticas entre os<br>Tapirapé. A inserção dos artefatos nos museus gera debate sobre como inserir e como expor esses artefatos. A imagem é uma das vertentes dessa etnografia, além das imagens aqui inseridas, o xamanismo e os rituais são compostos por imagens. Integra esta pesquisa, também, a realização de dois vídeos sobre a pintura corporal e xamanismo Tapirapé.<br>Palavras-chave: Pintura corporal, produção de artefatos, xamanismo Tapirapé, e vídeo<br>etnográfico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 12:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>DISSERTAÇÃO: TAKÃRA: CENTRO EPISTEMOLÓGICO E SISTEMA DE COMUNICAÇÃO CÓSMICA PARA A VITALIDADE CULTURAL DO MUNDO APYÃWA</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088240327</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO<br>Este texto apresenta os resultados da minha pesquisa de Mestrado em Letras e Linguística, realizada a partir de experiência e vivência junto ao meu povo Apyãwa, habitante da Terra Indígena Urubu Branco, situada na Região do Médio Araguaia, Mato Grosso, com o objetivo central de constituir um conjunto de estudos e reflexões sobre a Takãra (Casa Cerimonial) e rituais de iniciação, interpretados a partir do fluxo do discurso social Apyãwa. As reflexões se deram em torno do tema Takãra no contexto de formação do Apyãwa, que expressam conhecimentos produzidos a partir de diferentes modos de se relacionar com o mundo. Para esta pesquisa, foram realizadas entrevistas com sábios, professores e lideranças nas duas aldeias Apyãwa, Tapi‟itãwa e Wiriaotãwa. Outro método utilizado foi a participação nos eventos e atividades culturais nas aldeias, atividades escolares, participação das conversas noturnas na Takãra, onde são abordados assuntos e problemas relacionados ao povo e às biodiversidades do território Apyãwa. Espero que os resultados dessa pesquisa possam subsidiar reflexões feitas em contextos de formação Apyãwa sobre a Takãra e o ensino de juventude no espaço.<br>PALAVRAS-CHAVE: Povo Apyãwa; Povo Tapirapé; Takãra; Rituais de Iniciação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579559496/763ea4192b88c880164f8fe90ba779bd/Dissertacao_Gilson_Ipaxi_awyga_Tapirape___versao_final__1_.pdf" />
         <pubDate>2022-03-10 12:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>DISSERTAÇÃO: A FORMAÇÃO DO CORPO E DA PESSOA ENTRE O APYÃWA – RESGUARDOS, ALIMENTOS PARA OS ESPÍRITOS E TRANSIÇÃO ALIMENTAR</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088242541</link>
         <description><![CDATA[<div>Apyãwa reka (sociedade indígena Tapirapé), autodenominação Apyãwa, possui o sistema que coaduna o mundo maira e o mundo próprio dos Apyãwa. É um processo desafiador na contemporaneidade, sobretudo no que se refere à Saúde e Alimentação, um dos pontos críticos que se presenciam na vida quotidiana dos Apyãwa. Não há dúvida que os processos próprios das técnicas de preparações, os consumos de alimentações, as suas regras estão desaparecendo nos últimos anos. Refiro-me a ambas partes, Alimentação e Saúde Apyãwa, que fazem elo com a parte espiritual e, é claro, os alimentos do novo tempo que está ocasionando as novas febres de doenças. Abordo também a questão da intermedicalidade e biomedicina.<br>O objetivo desta dissertação é pensar e debater sobre a pouca utilização dos alimentos tradicionais do povo Apyãwa, e o grande consumo de produtos industrializados, analisando formas eficazes de usufruir os bens do nosso território, pensando na qualidade da saúde e na sobrevivência física e cultural das nossas comunidades, no presente e no futuro.<br>A metodologia utilizada é o trabalho de campo, realizado na aldeia Tapi'itãwa, localizada na Terra Indígena Urubu Branco MT, com registros de pesquisa de campo, no diário de campo, fotografia e áudio. Os Apyãwa têm a língua da família tupi-guarani, de tronco tupi. Para aprofundar a minha compreensão a respeito do tema da minha pesquisa, obviamente, busquei como principais referências os trabalhos de dois etnólogos, Charles Wagley (1988) e Herbert Baldus (1970).<br>Como reflexão final, trago aqui a complexidade do trabalho do paxẽ no sentido de acreditar e não acreditar perante as novas doenças de maira, porém, de fato o paxẽ tem a conexão do mundo visível e invisível para nos repassar os saberes que não conhecemos visivelmente.<br><br>Palavras chaves: alimentação tradicional, saúde, alimentação industrializada, espiritualidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 12:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Saudações Tapirapé: expressões do Tekateka</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088245677</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo<br>A revisita de autores aos postulados de Boas, Sapir e Whorf por meio da<br>Etnossintaxe, possibilita que possamos analisar, descrever e compreender<br>aspectos lingüísticos das línguas indígenas intrinsecamente relacionados com<br>a sociedade e a cultura nelas indiciados. Neste artigo apresentamos o sistema<br>de saudações utilizado cotidianamente pelos Tapirapé, povo indígena de Mato<br>Grosso. Este sistema apresenta bastante vitalidade, embora a língua se encontre<br>em situação de risco frente ao Português. À luz dos referenciais teóricos da<br>Antropologia e da Lingüística Antropológica (Boas, Sapir e Whorf e, mais<br>recentemente, Hymes) e da Etnossintaxe (Enfield, Wierzbicka e Pawley entre<br>outros), a análise dos dados nos mostra que as saudações traduzem os traços<br>de polidez, cortesia e gentileza profundamente arraigados no modo de ser –<br>tekateka – dos Tapirapé.<br>Palavras-chave: língua indígena, saudações Tapirapé, polidez, cortesia,<br>gentileza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 12:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>XEKAKOPÃWA E XETANOGÃWA: UM PROCESSODE CONSTRUÇÃO DA SABEDORIA NO ESPAÇOSOCIOCULTURAL APYÃWA</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088272874</link>
         <description><![CDATA[<div>RESUMO<br>Este artigo demonstra o processo de construção de conhecimento e<br>preparação de ser Apyãwa para a vida da comunidade em seu próprio espaço<br>sociocultural. Trata de uma educação cultural complexa e admirada pelos<br>membros participantes, porém ainda pouco conhecida pelo público geral.<br>A pesquisa aborda duas noções distintas: Xekakopãwa e Xetanogãwa. O artigo tenta responder quais são seus significados e suas diferenças. Busca, assim, uma melhor definição desses termos tão importantes para o processo vital dos Apyãwa.<br><br>Palavras-chave: Povo Apyãwa. Sabedoria e vida Apyãwa. Definição de<br>conduta, caráter e comportamento de ser Apyãwa.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/579559496/d21c635aead35aec23b3dcca3b95340b/Artigo___Nivaldo_Korira_i__Tapirap____2017.pdf" />
         <pubDate>2022-03-10 13:05:43 UTC</pubDate>
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         <title>Os Tapirapé, Tenetehara e gurupaenses através das lentes damáquina de Charles Wagley: uma análise de conteúdo</title>
         <author>rodrigoconfresa6</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigoconfresa6/6zdlnv82isy26zbk/wish/2088279547</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Resumo: </strong>Durante a sua longa carreira, Charles Wagley tirou centenas de fotografias de pesquisa, mas até agora muito poucas foram publicadas. Em 2011, a Universidade da Flórida postou <em>on-line </em>centenas de suas imagens dos Tapirapé, Tenetehara e Gurupá. Em 2012, Isabel Wagley Kottak – filha de Charles Wagley – forneceu-me dezenas de fotos tiradas por ele. Neste trabalho, analiso essas imagens, comentando sobre a particularidade de sua produção no contexto histórico e teórico da</div><div>época, assim como as convenções fotográficas que Wagley usou em suas representações do outro. Essas convenções incluem um olhar humanístico, classificatório, exótico e masculino.</div><div><strong>Palavras-chave: </strong>Fotografia. Representação. Povos indígenas. Etnologia. Amazônia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 13:09:52 UTC</pubDate>
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