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      <title>CUIDADO CULTURALMENTE COMPETENTE  by Rilva Lopes de Sousa Muñoz</title>
      <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b</link>
      <description>Mudar os comportamentos, atitudes e políticas na formação dos profissionais de Saúde para abordar a competência cultural é fundamental para atender às necessidades de saúde de diversas populações de pacientes. Essa mudança é mais eficaz no estágio inicial da educação profissional na saúde com a implementação de um currículo culturalmente competente que aborde as disparidades de saúde. Além disso, os currículos devem ser complementados com conhecimentos e habilidades extraídas de outras disciplinas, como ciências sociais e comportamentais. 
Educar estudantes da área da saúde sobre competência cultural, incluindo conhecimento cultural, consciência e sensibilidade, pode ajudar a preencher as lacunas nas relações entre provedor e paciente. Os estudantes da área da saúde devem adquirir, a partir de seu treinamento de competência cultural, o seguinte para serem eficazes quando entrarem na prática: conhecimento da diversidade cultural com respeito às comunidades que atendem; competências para fazer parte e trabalhar com populações que sofrem desproporcionalmente com as disparidades de saúde; e uma atitude sem julgamento e respeitosa para com todos os pacientes. Embora as disparidades de saúde continuem a existir como um desafio, os futuros profissionais de saúde têm maior capacidade de trabalhar juntos nessa mudança de paradigma na atenção aos usuários de nosso sistema de saúde.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-09 22:54:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-07 10:40:54 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
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      <item>
         <title>COMPETÊNCIA CULTURAL DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE EM RELAÇÃO À POPULAÇÃO LGBT</title>
         <author>rilvamunoz</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1290676883</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A população Lésbica, Gay, Bissexual, Transgênero, Queer, Intersexual, Assexual e + (LGBTQIA+) é desproporcionalmente afetada pela falta de treinamento dos profissionais de saúde, que começa pela incapacidade de obter uma história sexual que inclua questões LGBTQIA+. Na verdade, há um déficit geral no conhecimento médico em relação à saúde sexual, incluindo a capacidade de obter uma história sexual abrangente. Um profissional de saúde está atendendo uma pessoa que procurou o serviço pela primeira vez e ele vai colher sua anamnese (história clínica). Nos seus antecedentes psicossociais, ele deve questionar sobre sua orientação sexual? Todos os pacientes devem ser questionados sobre sua orientação sexual na sua anamnese?<br>Coloco o link de uma revisão integrativa da literatura em que se analisaram as produções científicas que abordam a competência cultural dos profissionais da saúde em relação à população LGBT.<br></mark></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/2314" />
         <pubDate>2021-03-10 01:34:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lorenna Gouveia</title>
         <author>lorennagouveia</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1292613647</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre a Competência Cultural.<br><br>O entendimento do conceito de Competência Cultural é muito importante para compreender a problemática que ainda persiste na Atenção Primária, apesar de uma série de esforços nos últimos tempos que buscaram reduzir a barreira que alguns grupos sociais enfrentam ao tentar obter o acesso devido ao sistema de saúde.<br>Após a leitura do artigo indicado pela professora, o conceito de cultura de Spencer-Oatley me chamou muita atenção:<br>" Um conjunto difuso de premissas e valores fundamentais, orientações para a vida, crenças, políticas, procedimentos e convenções comportamentais que são compartilhadas por um grupo de pessoas e que influenciam (mas não determinam) o comportamento de cada membro e suas interpretações do “significado” do comportamento de outras pessoas. "<br>Dessa maneira, consegui compreender como o conceito de cultura é abrangente, sendo caracterizado por diversos fatores que influenciam as práticas de vida dos grupos. Assim, é de suma importância que o profissional de saúde, através do desenvolvimento de competências culturais, entenda, respeite, e integre toda a população, independente de etnia, orientação sexual, religião e etc.<br>Ainda há a necessidade de busca por conhecimento sobre esses grupos, para entender o modo de vida, os fatores de riscos que cada grupo é mais afetado, e assim, buscar um atendimento mais integral, que respeite as necessidades de cada um. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/pdf/rbem/v43n1s1/1981-5271-rbem-43-1-s1-0082.pdf" />
         <pubDate>2021-03-10 13:02:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1292613647</guid>
      </item>
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         <title>População LGBT e os desafios enfrentados por esse grupo. </title>
         <author>lorennagouveia</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1292669221</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde, dois em cada três entrevistados (67%) já sofreram algum tipo de discriminação motivada pela identidade sexual ou pelo gênero, proporção que alcançou 85% em travestis e transexuais.<br>Tendo em vista esse cenário de exclusão e preconceito podemos perceber a importância da necessidade do aprimoramento da <br>formação profissional dos agentes em saúde para ações frente às especificidades da população LGBT. Entender o processo saúde-doença que atinge os grupos especificamente, estabelecer ações destinadas a população LGBT de integração dos grupos com a unidade de saúde e, principalmente, buscar estar sempre atualizado sobre aspectos da saúde sexual.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932012000300003" />
         <pubDate>2021-03-10 13:15:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1292669221</guid>
      </item>
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         <title>Texto sobre Competência Cultural</title>
         <author>brt2f7edyt</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1294764297</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a minha leitura, percebi o quanto esse tema é importante e pouco conhecido, não só para os profissionais de saúde como para a população em geral. Já possuo outra formação acadêmica, em enfermagem, e durante meus 5 anos de graduação nunca ouvi esse termo ou fui qualificada para possuir essa habilidade. Extrapolando o texto, que trabalha prioritariamente com a formação sobre essa temática do médico da família e comunidade, acredito que para que o sistema funcione e que a equidade buscada pela competência cultural seja alcançada, faz-se necessária a inserção dessa discussão não só no ambiente acadêmico, mas também como educação permanente para os profissionais que já estão atuando. Além disso, outra característica que me chamou atenção no texto foi a de que para se desconstruir e ser capaz de atender com respeito o outro deve haver interesse em conhecer as peculiaridades da cultura desse outro. Atualmente, com o advento das tecnologias percebo as pessoas mais isoladas e cercadas pelos “ amigos próximo“ e penso que essa tendência pode dificultar a empatia necessária para se desenvolver a competência cultural. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-10 19:17:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Competência Cultural</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1295487511</link>
         <description><![CDATA[<div>Já tinha ouvido falar sobre esse tema ao decorrer da graduação, mas nunca o aprofundei. Achei muito interessante e importante as colocações que o artigo traz, nos faz repensar e refletir nosso lugar enquanto profissional da saúde, dotado de poder e privilegio social. <br>É muito interessante  para nos profissionais compreender  o universo cultural daquele publico que assistimos, principalmente o das minorias. Isso como forma de aproximação e de naturalização do atendimento de forma integral, como tratar uma travesti ou transexual pelo seu nome social por exemplo. <br> Essa temática deveria ser obrigatória no componente curricular dos cursos da área da saúde, por se tratarem de cursos em sua maioria elitista e que vão lidar diretamente com pessoas  de realidade socioeconômicas diferentes do sua.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-10 22:55:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural dos profissionais da saúde e a pobreza no Brasil </title>
         <author>jnqn</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1295722983</link>
         <description><![CDATA[<div>As desigualdades sociais e a pobreza presente no Brasil contemporâneo possuem profundas raízes históricas, que remetem aos tempos da colonização. Nesse seara, a pobreza adquire um caráter pernicioso para a sociedade, haja vista que essa fere direitos que, na teoria, deveriam estar ao alcance de todos os indivíduos, a exemplo do acesso aos serviços de saúde. Além disso, muitas vezes os profissionais da saúde não possuem, visto o déficit na formação educacional, competência para lidar com diversidade cultural e, também, com as disparidades sociais, o que resulta em um maior distanciamento na relação médico-paciente e na maior dificuldade de compreensão do processo saúde-doença, tendo em vista que o alvo de cuidado sente-se, muitas vezes, julgado e, vale ressaltar, inferiorizado, o que corrobora para que pacientes não tenham um atendimento eficaz e de qualidade, e não procurem mais amparo médico-hospitalar. Portanto, é necessário que os estudantes e profissionais da saúde desenvolvam uma abordagem holística, humanizada e, principalmente, culturalmente segura, para mitigar as disparidades sociais nos serviços de saúde, e para tornar o acesso a esses efetivo e eficaz. <br><br>Segue abaixo a bibliografia utilizada para o estudo: </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1071382634/2bb48ca4881745b25568ec0a45880f7b/10.pdf" />
         <pubDate>2021-03-11 00:38:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto sobre Competência Cultural.</title>
         <author>justinop15</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1300450389</link>
         <description><![CDATA[<div>É muito importante que os profissionais de saúde possam reconhecer a cultura como integrante constituinte dos processos de saúde e de doença de um indivíduo  e a partir disso constuir as competências e habilidades para o desenvolvimento do cuidado em saúde.<br>É valioso perceber também que as diferenças individuiais, e que muitas vezes são fruto da cultura maior, podem ser tão diversas quanto a de pessoas pertencentes às culturas diferentes. Cada indivíduo traz consigo diferentes tradições e práticas dentro de sua cultura. Dessa forma, o diálogo vai depender de uma relação direta com o outro, em um processo de descoberta e aprendizado que pode ser mútuo e equilibrado. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-11 22:10:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1300450389</guid>
      </item>
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         <title>Competência Cultural de estudantes de medicina e enfermagem em relação à população indígena </title>
         <author>luandomingues</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1300515165</link>
         <description><![CDATA[<div>É ilógico um estado como Roraima não ter uma formação em saúde que oriente às abordagens culturais indígenas visando a busca, a aquisição e a manutenção de competências culturais voltadas para essa população.<br>Essa pesquisa envolveu a aplicação de questionários a 25 estudantes de medicina e 23 de enfermagem - dos quais 10 não responderam - acerca da capacitação universitária relativa aos cuidados de saúde específicos para a população indígena. Os resultados evidenciaram que <strong>100% deles sentem necessidade de um treinamento específico e apenas 67% tem conhecimentos relativos à Política voltada a essa população.</strong> Algumas das reclamações são: Falta de conhecimento sobre a cultura indígena e choques culturais; comunicação oral quase inexistente; Desarticulação da prática com a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI).<br>As autoras explicam que o fato de a amostra ser relativamente pequena é devido ao caráter voluntário e não remuneratório da pesquisa. Elas ainda destacam que, provavelmente, os dados percentuais estão superestimados porque a grande maioria dos estudantes participantes possuem condutas acadêmicas voltadas ao voluntariado e à diversidade.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1074266018/f8e1685f5cd396da4d3c7abc9dee51cc/Competencia_cultural_na_gradua__o_de_medicina_e_enfermagem.pdf" />
         <pubDate>2021-03-11 22:39:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marciela033</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1300934337</link>
         <description><![CDATA[<div>Sempre quando estou estudando sobre nosso sistema de saúde e vejo suas características, como por exemplo a universalidade no atendimento, penso: "nossa o quão lindo é!" Mas infelizmente algumas delas só estão no papel. Como mostrado no texto há alguns empecilhos para o atendimento universal, barreiras que diminuem e dificultam o acesso a alguns grupos. Barreiras que não são estruturais  mas que estão ligadas a atuação do profissional que esta ali para dar suporte a pessoa. <br>É até difícil imaginar que isso ocorre, antes de ler o texto não imaginava que isso acontecia no nosso sistema de saúde, por tal sistema ser um lugar de cuidado, atenção e escuta. Mas o fato é que essa falta de competência ocorre e não somente na saúde, infelizmente outros campos, como a educação, também sofrem com a  falta dessa competência.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-12 01:32:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Situação problema</title>
         <author>justinop15</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1302713837</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se fala em competência cultural, em uma visão sobre as demandas da população LGBTQIA+, a linguagem utilizada pela mesma se torna importante na medida em que se molda de acordo com as vivências dessa população, ligando-se ao íntimo das mais variadas questões do cotidiano, e no contexto de saúde não é diferente. Recentemente, o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) trouxe uma questão a respeito do que seria o "dialeto gay”. O enunciado da referida questão trazia algumas expressões do “Pajubá”, que é um dialeto utilizado por gays e travestis. Assim, a questão do ENEM nos remete à reflexão sobre a situação em que essa parcela da população se encontra na atualidade brasileira. Infelizmente, <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-segue-no-primeiro-lugar-do-ranking-de-assassinatos-de-transexuais-23234780?versao=amp&amp;__twitter_impression=true&amp;fbclid=IwAR0n5r44ErXfQD2qGzwe5n_M6vTrel_uG-ZD3UM688yY8WZkL0iAMSg1zWU">o Brasil é o país que mais mata homossexuais e pessoas trans no mundo</a>. Asssim, em uma situação de cuidado em saúde, enxergando as várias dificuldades enfrentadas pela população LGBT no acesso ao serviço, o conhecimento das variantes linguisticas se torna importante na medida em que aproxima o profissional de saúde à realidade enfrentada, além de valorizar o código linguiístico criado como defesa e como luta diante de uma sociedade heteronormativa. Como se daria essa valorização dessa linguagem em uma consulta ou atendimento na área de saúde?<br>Deixo aqui o link de um estudo de cunho linguístico antropológico, que se propõe a analisar o código falado pela comunidade LGBT, além de sua importância na construção identitária.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://repositorioinstitucional.uea.edu.br/handle/riuea/1945" />
         <pubDate>2021-03-12 14:37:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Humanização cultural e a contribuição para o atendimento dos grupos minoritários + atendimento de pessoas trans.</title>
         <author>biancabarrosufpb</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1303502697</link>
         <description><![CDATA[<div>O atendimento a grupos minoritários acontece em qualquer área da medicina, desde o atendimento primário até as subespecializações, por isso, é relevante que esses pacientes sejam recebidos de forma respeitosa e sem preconceitos ou estereótipos. Como foi percebido no artigo em questão, uma só pessoa pode pertencer a vários grupos culturais ao mesmo tempo - de acordo com a sua etnia, religião, orientação sexual, profissão, entre outros. Desse modo, uma consulta em que o profissional da saúde esteja preparado e tenha a competência para se mostrar compreensível na hora de fazer a entrevista clínica e de ouvir as respostas do paciente sobre o modo de vida dele é essencial para que seja possível discutir esses aspectos culturais e traçar, em conjunto, um plano de cuidado visando a adesão dessa pessoa ao tratamento e o retorno para a próxima consulta. Assim, essa competência cultural é, realmente, uma forma de humanidade, já que há o esforço do profissional em trabalhar dentro do contexto cultural do paciente, uma pessoa que precisa dos cuidados. Particularmente, eu acredito que me encontro em um estágio de pré competência cultural, a qual foi caracterizada no artigo de Gouveia, E.H.A como um reconhecimento das minhas limitações na habilidade de comunicação e consciência da minha própria cultura e de como ela interfere nas minhas relações com diferenças culturais. Além disso, me esforço para entender como agir de maneira culturalmente competente. </div><div>Nessa perspectiva, deixo aqui um questionamento sobre o atendimento de pessoas trans em consultas ginecológicas. Vi uma entrevista de uma mulher trans que se queixou bastante da forma de tratamento que lhe era dada quando era atendida nos serviços de saúde e um exemplo dessa falta de cuidado com a sua identidade sexual era tanta que (pasmem) na hora de chamar o paciente, se recusaram a utilizar o nome social dela e a chamaram com o nome masculino. Além disso, ela sofreu diversos preconceitos durante as consultas, o que a obrigavam a sempre mudar de profissional de saúde e essa situação criou ainda mais dificuldade para que ela possuísse um plano de cuidado efetivo.</div><div>Então de que forma, nós, como futuros profissionais de saúde, podemos nos preparar para que uma pessoa trans seja atendida de forma respeitosa em uma consulta conosco? </div><div>Obs: O artigo listado ajuda nessa preparação</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5407520/" />
         <pubDate>2021-03-12 17:24:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural dos estudantes de medicina e a população em situação de rua</title>
         <author>sarah_borba</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1303509884</link>
         <description><![CDATA[<div>Como vimos, a competência cultural diz respeito a um olhar e cuidado compreensivo com o outro, respeitando todas as suas facetas, seja ela sua raça, sua crença, sua orientação sexual, tudo que compõe o seu paciente. Sendo assim, como conduzir um tratamento com o morador de rua, visto que esse possui grandes obstáculos ao que diz respeito ao acesso à alimentação, água potável, banheiros além de possuir uma exposição não protegida às mudanças climáticas, como frio e chuva. O artigo que li trazia relatos de alguns moradores de rua, alguns me chamaram bastante atenção e eu gostaria de compartilha-los com vocês. Acredito que ler o relato nos aproxime um pouco mais da real situação dessas pessoas, e possa nos fazer entender, nem que seja 1% , do que elas vivem.<br><br></div><div>“<em>Conseguir água para beber é muito difícil. Eu que trabalho, ainda consigo comprar uma garrafinha aqui e ali, mas quem não consegue trabalhar tem muito mais dificuldade. Aí tem que beber água suja mesmo. Ou é isso ou é passar sede [...] A gente come o que tem, o que dão, o que dá para comprar.”<br></em><br></div><div><em>“Eu acho que uma dificuldade para gente que é mulher é a questão da higiene. Eu estou falando de menstruação mesmo. Às vezes a gente não consegue comprar absorvente.”<br></em><br></div><div><em>“Banheiro... é a coisa mais difícil aqui no município. Se eles pudessem, eles cortavam da gente entrar no banheiro até do supermercado... mas eles não sabem quem é morador de rua e quem não é... aí não tem jeito de cortar, né? Se você é morador de rua... às vezes dá vontade de você urinar, de você ir no banheiro... Olha a dificuldade: tem que ficar pedindo e a pessoa ainda negar”<br></em><br></div><div><em>Mas a pior dificuldade mesmo é o preconceito. A gente sabe que as pessoas olham para gente como se a gente fosse lixo, como se a gente quisesse estar nessa situação ou como se fosse um castigo. “<br></em><br></div><div>Conhecer as dificuldades dessas pessoas, nos faz compreender um pouco mais do processo saúde-doença-cuidado desse grupo populacional, sendo imprescindível a implantação de políticas públicas e serviços que respondam efetivamente às suas necessidades.<br><br></div><div>Acredito que, como profissional de saúde, a primeira coisa que devemos nos despir é do preconceito com essa população, trata-los como igual já é um grande passo na grande jornada que é lutar pelas necessidades dessas pessoas. Segundo passo, seria compreender a situação e traçar um tratamento possível, as vezes o ideal está muito distante dessa realidade, então escolher um tratamento acessível de acordo com as condições dessa parcela populacional já é de grande valia.<br><br></div><div>Agora, deixo com vocês, futuros profissionais de saúde, como vocês dariam andamento a um tratamento numa pessoa que possui os entraves sociais citados acima?!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/814242365/43ef19ac6197fee60f3b7b6b9a9bce99/As_viv_ncias_na_rua_que_interferem_na_sa_de.pdf" />
         <pubDate>2021-03-12 17:26:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1303509884</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural para o atendimento de parturientes indígenas e valorização das parteiras tradicionais </title>
         <author>natijnovaisnj</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1304010097</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao pensar na “competência cultural” como um atributo importante na formação de profissionais da saúde, a partir das conceituações propostas no artigo referência, pude refletir sobre a relevância desses profissionais no atendimento a parturientes indígenas.<br><br></div><div>O nascimento para mulheres indígenas transversaliza fenômenos biológicos, culturais, sociais, espirituais e familiares. O nascimento de um “curumim” possui valor simbólico, valor esse que faz toda a diferença no momento do parto.  O toque, a escuta e a posição são importantes também e, às vezes, fazem parte de rituais específicos. Sendo assim, o parir em casa, com uma parteira, possui um valor simbólico, de identidade e pertencimento indígena. Porém, com o surgimento da medicina moderna (e da obstetrícia), assim como o processo de mecanização do corpo (século XX), as parteiras indígenas sofreram uma inversão de seus saberes, desvalorização e silenciamento. Logo, o parto indígena passa a “perder” todos os valores coletivos que possuíam, com um aumento da migração de jovens parturientes indígenas aos hospitais. Mesmo que nos últimos 10 anos, os números de óbitos maternos entre mulheres indígenas tenham aumentado consideravelmente (por erros obstétricos diretos), estas acreditam que este é o “correto’ (com uma falsa ilusão de que suas parteiras não são tão qualificadas quanto os médicos). <br><br></div><div>Nesse sentido, entra a questão da “competência cultural”, ao meu ver, pois, com a migração dessas mulheres para os hospitais, a cultura é deixada de lado. Há muitos relatos de parturientes indígenas que denunciam a violência simbólica, espiritual, falta de diálogo e constrangimentos que geraram medo e desconforto durante o parto. Em muitos momentos, as parturientes relatam o desrespeito médico a suas crenças e a suas cosmologias. Sendo assim, acredito que a competência cultural é imprescindível na formação profissional para que ocorra a diminuição dessa violência tanto relatada pelas mulheres indígenas (relatos em que eu mesma já presenciei durante minha pesquisa).<br><br></div><div>Esse conhecimento da diversidade cultura é importante para fornecer informação e um atendimento confortável (deixar as parturientes a vontade para realizar seus rituais); respeitar suas opções de posição e de acompanhantes em casos de partos normais e, principalmente, respeitar as parteiras e suas práticas, valorizando essas profissionais que podem, e muito, contribui para construção e produção de novos conhecimentos neonatais. <br><br></div><div>Deixo como referência um livro sobre parteiras tradicionais que discute detalhadamente essa breve síntese que fiz. Especificamente, recomendo o capítulo: Partejar: as mulheres como protagonistas da resistência cultural e da transformação social Potiguara (Juliana Sampaio; Isabella Chianca Bessa Ribeiro do Valle; Nathália Jorge Novais; Micaelle Lages Lucena; Fernanda Monteiro de Abreu Lima), em que nós (membras da pesquisa Partejar Potiguara) relatamos um pouco da nossa experiência com as parteiras Potiguara da Paraíba que, como estratégia para fortalecimento de práticas culturais, se inserem nos âmbitos da educação, política e saúde; propondo a construção de conhecimentos interculturais. <br><br></div><div>https://editora.redeunida.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Livro-PARTEIRAS-TRADICIONAIS-conhecimentos-compartilhados-praticas-e-cuidado-em-saude.pdf<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/816524689/84928755463f5b7667f8e1c64d8253d4/Livro_PARTEIRAS_TRADICIONAIS_conhecimentos_compartilhados_praticas_e_cuidado_em_saude.pdf" />
         <pubDate>2021-03-12 19:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto sobre Competência Cultural</title>
         <author>louisycruz</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305334608</link>
         <description><![CDATA[<div>O que consegui extrair do texto, basicamente, foi que não somos os mesmos, eu definitivamente não sou a mesma pessoa que minha mãe, por exemplo, muito embora carregue conhecimentos sobre relacionamentos, natureza humana que se assemelham aos dela. Os espaços vivenciados por mim e as pessoas que tive acesso, construíram quem sou hoje, não foram apenas os meus pais que me ensinaram o que é a vida. Logo, considerando as minhas incontáveis características particulares, seria limitador e errôneo acreditar que, promover uma saúde da minha forma, da forma que considero certa, é realmente promover saúde. A partir do momento que lido com a saúde do outro, preciso considerar suas incontáveis particularidades de vida e é aí que a Competência Cultural surge como uma necessidade ímpar – no que se refere ao oferecimento de saúde. <br><br>Em se tratando do texto, acredito que estou no estágio de pré competência cultural, caracterizada por reconhecer as limitações da minha habilidade de comunicação e ter consciência da minha própria cultura e como esta interfere nas minhas relações com outras culturas. Esforçando-me, também, para entender como agir de maneira culturalmente competente.  E o que posso fazer hoje para sair deste estágio e conseguir alcançar o de proficiência cultural é trabalhar... Trabalhar de forma a abrir a mente, ter mais consciência de si e do outro, realizar autorreflexões e ser mais solidaria, estudante, tentando e fazendo. Procurando cursos de habilidade de comunicação, estudando como adquirir domínio cognitivo e atitudinal. Todas essas ações me ajudarão a potencializar minha promoção de saúde com equidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 13:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>Situação problema - Povos Indígenas</title>
         <author>louisycruz</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305442005</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostaria de debater um pouco sobre a questão da saúde indígena. Por mais que eu estava apenas no segundo período da graduação de medicina, ainda não consegui localizar uma disciplina (por exemplo), que debata a questão da saúde indígena. Mas por que isso seria tão importante? A cultura indígena abarco a produção material e imaterial de inúmeros e distintos povos em todo mundo, não apenas no Brasil. É importante destacar que não há apenas UMA cultura indígena, mas várias, e cada povo desenvolveu seus conceitos e resoluções para a questão de saúde-doença. <br>Por mais que em minha região não exista uma população<br>indígena, não estamos em uma graduação estudando para trabalhar unicamente para<br>as pessoas de minha cidade. É de responsabilidade do estudante/profissional de<br>saúde estudar/trabalhar para servir primeiramente PESSOAS.<br>Como poderei me considerar apta para cuidar de um usuário sem<br>que eu conheça um pouco sobre sua cultural ou, minimamente, esteja disposta a<br>dialogar com seu eu? <br> <br>Precisamos de ACESSO, seja por meio da visita a comunidades<br>indígenas, ou ao dialogo com algum representante presencialmente ou<br>virtualmente. Precisamos de contato... apenas assim, em diálogos, será exposto<br>quem é o outro (quem são), o que querem quando se direcionam para uma unidade<br>de saúde, o que esperam do atendimento e, como eu enquanto profissional<br>disposta a promover saúde, posso auxiliá-lo. <br> <br>Como pessoas, devemos estar dispostas a realizar o cuidado<br>afetivo. Não estamos colocando óleo em maquinas duras, mas lidando com pessoas.<br>Pessoas precisam ser compreendidas, respeitadas, se sentirem minimamente<br>compatíveis com o outro. Isso se faz no diálogo, quando saímos da "frente"<br>e sentamos ao "lado" do usuário. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://jornalistaslivres.org/competencia-cultural-e-a-atuacao-profissional-no-contexto-da-atencao-a-saude-dos-povos-indigenas/" />
         <pubDate>2021-03-13 14:50:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305442005</guid>
      </item>
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         <title>Contraste teórico-prático</title>
         <author>cvvc</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305496085</link>
         <description><![CDATA[<div>  Apos a leitura do texto, ficou ainda mais evidente um ponto que sempre passa na minha, e com certeza na maioria dos que se relacionam com a saúde pública no Brasil, que é a distância distoante entre o idealismo dos princípios do nossus Sistema Único de Saúde. Nesse contexto, é interessante ver as propostas que dizem respeito a saúde de qualidade gratuita para todos em nosso país e a decepcionante realidade presenciada nas unidades básicas e demais níveis de atendimento, caracterizado pela descaso, negligencia e até desrespeito em especial aos grupos minoritários.<br>  Com isso, no texto é feito uma revisão de literatura sobre os conceitos de cultura e a desigualde enfrentada pelos grupos minoritários. É ainda proposto um conceito muito interessante que diz respeito a Competência cultura, termo que ses refere a capacidade das pessoas -sobretudo nos profissionais de saúde -de reconhecer a influencia dos seus costumes e crenças em sua vida, entender que diferentes pessoas tem diferentes pontos de vista acerca do mundo, e que esses o influenciam de formas distinta. Para tanto, se faz necessário uma abdicação de julgamento por parte do profissional e buscar o entendimento do outro, resultando em uma melhor relação com os pacientes e com as pessoas no geral. Sendo assim, de acordo com o texto, faz -se necessário uma abordagem sobre o tema cultura e competência cultural nas residencias médicas de saúde da comunidade e família, fato que concordo completamente, não apenas para uma melhor abordagem com os paciente, mas para formação de um profissional mais consciente sobre a realidade que é inserido e melhor entendimento sobre a importância do seu papel no sentido de cuidador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 15:28:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência cultural </title>
         <author>analigia5</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305767351</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei esse vídeo fazendo uma introdução a temática <br>https://www.youtube.com/watch?v=sZwB2NaPHRI</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-13 18:26:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um pouco do que entendi sobre competência cultural </title>
         <author>analigia5</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305832993</link>
         <description><![CDATA[<div>O entendimento do conceito de cultura é de grande importância para começar entender o que é competência cultural. Cultura é algo que faz parte do cotidiano de um indivíduo que pode se exteriorizar ou não, afetando, consequentemente a visão de mundo de quem está imerso nela. Diante das diversas culturas ao redor do mundo muitas vezes, devido ao comodismo e até mesmo alienação, acabamos por negar ou ignorar a cultura do outro, algo que pode ocorrer rotineiramente, sobretudo, na prática médica.<br><br></div><div>Dessa forma, para que esse tipo de problema seja evitado na prática médica e em outras esferas sociais, é interessante que se tenha noção do que é competência cultural, sendo esta a capacidade de realizar um atendimento agradável e compreensivo respeitando as crenças e meio cultural de uma pessoa. <br><br></div><div>Embora, muitas vezes, o conhecimento da cultura do outro passe despercebido, um esforço para conhecer tal universo é muito bem vindo. Para isso, deve-se valer não apenas da boa vontade ou curiosidade, mas também se valer consciência cultural (eliminação do preconceito com a cultura do outro) e habilidades culturais (comunicação, capta visão de mundo ).<br><br></div><div>Embora seja um conceito cada vez mais válido para medicina, pouco disso é abordado nas faculdades de medicina fazendo com que o recém-formado e até mesmo o médico veterano permaneça dentro de uma bolha, ocasionando situações que geram desconforto para o paciente, falha terapêutica e falta de confiança na relação médico paciente. Dessa forma a competência cultural permite que a partir do conhecimento do coletivo seja possível compreender e tratar bem o individual. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 19:14:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Situação Problema</title>
         <author>analigia5</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1305889732</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos aspectos que me chamou atenção em um vídeo sobre competência cultural e o artigo indicado pela professora, foi a questão da comunicação. Como sabemos, o ato de dizer algo e ser entendido é de grande importância para uma consulta e diagnóstico bem sucedido, bem contribui para o método clínico centrado na pessoas. Por isso eu pesquisei e me deparei com artigo que enfatizava a relação médico-paciente na percepção do paciente surdo. <br>Como foi destacado no artigo, devido ao não conhecimento de LIBRAS diversos médicos adotavam  uma postura onde não levava o paciente surdo em conta. Foi relatado que o médico mau olha para o paciente, falando quase sempre com o acompanhante ou interprete. A comunicação. às vezes ocorre por escrita, mas ainda sim de forma muito precária. Tal situação, segundo os participantes, causa uma situação de tristeza e desprezo para com eles, os deixando com sentimento de inferioridade. Um dos relatos me chamou  foi esse:  <br><br>“O médico não falou quando foi fazer o exame, quando chegou na hora, ele só colocou um aparelho em mim, sem explicar nada sobre isso. ” <br><br>Muitos afirmam que ficariam extremamente alegres em ser atendido por uma médico que saiba LiBRAS, mas sabe que isso é uma realidade um pouco distante. <br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 19:59:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>lauraalberto13</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306066831</link>
         <description><![CDATA[<div>A competência cultural é um importante pilar para a garantia do acesso à saúde, juntamente com os aspectos financeiro, estruturais, legais e mão de obra. Entretanto é negligenciada durante a graduação na área da saúde e também na residência médica.</div><div>Consequentemente, populações minoritárias são cada vez mais marginalizadas no atendimento, o qual é marcado por preconceitos, estereótipos e relações de poder na dinâmica médico-paciente. </div><div>Assim, para maior equidade durante o atendimento, o artigo disponibilizado sugere que esses aspectos sejam rompidos por meio da competência cultural (“mente aberta, consciência de si, ‘ausência’ de ego, autorreflexão, autocrítica e solidariedade”), que vai além sensibilidade cultural e do método clínico centrado na pessoa (MCCP), requer reflexão, reconhecimento dos próprios estereótipos, compreender como a cultura influencia no agir e pensar do outro, conhecimento a respeito da história e epidemiologia do grupo minoritário a ser atendido. Após a leitura fiquei com algumas dúvidas e questionamentos:</div><ul><li>A competência cultural é um processo complexo e continuo, como seria encaixada/mais explorada durante a residência médica em MFC que possui apenas 2 anos de duração e carga horária mínima de 60h semanais? Esse tempo é suficiente?</li><li>Considerando um alto fluxo de pacientes em uma UBS e uma duração média de 25 min a consulta, como seria efetivamente implementado o desenvolvimento da competência cultural?</li><li>Considerando que o local de realização da residência difere do local de atuação após a formação, como abranger durante a residência uma ampla competência cultural em um país tão miscigenado como o Brasil?</li><li>Como a competência cultural seria desenvolvida por profissionais que atendem na atenção secundária e terciária?</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 22:52:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural </title>
         <author>danieldantas</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306093207</link>
         <description><![CDATA[<div>Partindo da análise feita sobre o que é competência cultural no contexto do artigo citado, podemos perceber que, além de seu forte significado, é uma grande necessidade atual. Desde as muitas e breves experiências na faculdade, pude observar como o meio em que as pessoas então direcionadas a viver podem influenciar em quem elas são, sendo assim, definindo-se pensamentos, uns diferentes dos outros. Diante disso, na atenção básica, principalmente, é essencial saber fazer uma escuta ativa do indivíduo, focando nosso manejo nas suas dificuldades e potencialidades, tendo em vista que aquele é um dos primeiros contatos do usuário com o sistema de saúde. Às vezes é incompreensível por alguma parcela da sociedade perceber o quanto a nossa cultura diz sobre nós mesmos. Certo dia, navegando em uma rede social vi a seguinte frase: “mimimi é aquilo que não dói em você” e fazendo uma ponte com o artigo, vejo que isso tem todo sentido, pois, ao me colocar no lugar do outro, percebo que não há felicidade quando sentimos que nossos princípios foram feridos e não fomos respeitados por um médico ou demais profissionais ligados ao cuidado. Quando damos sentido à competência cultural, aprendemos a respeitar, ouvir, concordar e entender o outro, sem deixar que falemos por nós mesmos, mas que exerçamos o cuidado acima de tudo.  Como o próprio texto coloca, passamos a agir sem ego, com uma autocritica e autorreflexão. Por isso e muito mais acho que é significativamente importante para o médico e demais profissionais, conhecer, saber interpretar e respeitar o que as premissas do outro podem interferir no vínculo, diagnóstico e aderência ao tratamento na realidade das minorias. Sendo assim, esperamos que haja o desenvolvimento da sensibilidade cultural por meio da implementação desse assunto importantíssimo o mais rápido possível no meio médico, começando por nós mesmos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 23:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação problema </title>
         <author>danieldantas</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306109761</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Pensando e refletindo sobre o tema, podemos abordar diversas situações em que as pessoas entram em situações vexatórias e desconfortáveis por causa da falta de sensibilidade à cultura do próximo. No entanto, levando para o que já vivenciei, pude perceber que as barreiras impostas quanto a locomoção de pessoas com necessidades específicas é algo muito pouco abordado na prática profissional, visto que, mesmo tendo, teoricamente, programas como o NASF (Núcleo Ampliado de Saúde da família) e SAD (Serviço de Atendimento Domiciliar), a interlocução entre os profissionais da atenção básica é escassa, sendo assim, não tendo uma agilização nos processos burocráticos relacionados a estes programas, o que causa o agravamento de muitas situações de vulnerabilidade socioeconômicas. Além da dificuldade de locomoção, senti que a falta de competência cultural relacionado a idade das pessoas ainda é um estigma muito presente em nosso meio, o que define muito o processo de saúde-doença na nossa sociedade senil.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-13 23:46:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A influência do processo colonizador no cuidado integral</title>
         <author>anandarcampos</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306148676</link>
         <description><![CDATA[<div>O sociólogo, Ramón Grosfoguel, em seu artigo sobre a estrutura do conhecimento moderno questiona como, historicamente, o conhecimento moderno é centrado no privilégio epistêmico do homem ocidental, o qual foi construído às custas do genocídio e epistemicídios - a destruição de conhecimentos ligada à de destruição de seres humanos - de diversos povos colonizados ao longo do século XVI. Entre esses, inclusive, estando a violência contra os povos nativos na conquista das Américas, a qual realizou a destruição do conhecimento e da espiritualidade. Afinal, a ausência de uma crença em um "Deus" como antes conhecido no mundo europeu, levou os colonos a se referir aos indígenas como sujeitos sem religião e isso os removia da categoria humana. Além disso, os africanos - também considerados "povos sem alma"- foram escravizados e o racismo religioso foi complementado, ou substituído, pelo racismo de cor. Desde então o racismo contra o negro é enraizado em toda a estrutura moderna de conhecimento, a qual desvaloriza seus saberes, sua cultura, suas religiões. Muitas vezes, religiões de origem africana são pejorativamente chamadas de "macumba", possuindo diversos preconceitos associados a sua prática.</div><div>Dessa forma, proponho a discursão da importância da Competência Cultural ao estabelecer o cuidado de pessoas de diferentes religiões, combatendo à intolerância religiosa na prática médica. Assim, sendo necessário a compreensão do processo histórico associado a marginalização de religiões não cristãs na sociedade brasileira e o fomento do respeito acerca de seus praticantes, pois no momento do cuidado é essencial que o paciente se sinta acolhido e respeitado por quem ele é e o que ele acredita. Inclusive, caso haja a necessidade pessoal de praticar algum ritual, oração, ou qualquer manifestação de fé. Além disso, é necessário que exista um acolhimento e reconhecimento das práticas populares de cura associadas.<br><br></div><div><strong>Situação Problema</strong>: Médico ao cuidar de um paciente umbandista se depara em uma situação onde o paciente acredita que sua patologia de influência do plano espitural. A umbanda possui suas percepções sobre as doenças e de que meios dispõe para tratá-las. Assim, como exemplo, pode ser observado como causa das doenças os feitiços ou os castigos dos orixá e os tratamentos são variados, podendo ser prescritos banhos de ervas ou outros interditos alimentas. Dessa maneira, o tratamento completo do paciente precisa levar em consideração toda a sua religiosidade e crenças, permitindo um cuidado integral que respeite sua perspectiva. Por isso, acredito que essa questão é de extrema importância, como lidar com situações similares, como não deslegitimar o saber e a religião do paciente e se médicos e profissionais de saúde estão preparados para vivenciar esse cuidado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/pdf/se/v31n1/0102-6992-se-31-01-00025.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 00:43:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306148676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>andressagabriellaaq</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306171821</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto em questão levanta uma série de questionamentos e indagações sobre qual o contexto atual da abordagem às diferentes situações, sejam culturais, étnicas, socioeconômicas, religiosas, etc.<br><br></div><div>Ao observar a estrutura da sociedade brasileira e sua própria distribuição geográfica em comparação a países desenvolvidos como Nova Zelândia e Noruega, podemos concluir que o Brasil é um país desigual e que isso não é um produto recente, desde sua “colonização” esse problema foi construído. O simples fato de precisarmos usar aspas para nos referenciar a esse momento histórico é prova dessa construção, pois os nativos que aqui moravam foram oprimidos, mal tratados e mortos em massa devido às doenças advindas de terras estrangeiras. Contudo, essa adversidade não é endêmica, ou seja, outros países também não conseguem oferecer um serviço de saúde de qualidade para grande parte de sua população, destacando aqui os indivíduos que vivem em maior vulnerabilidade, então qual seria o fator causador dela? Como o texto aponta, provavelmente seria a ausência de uma preparação profissional mais ligada a questões humanas, como a competência cultural. <br><br></div><div>Essa é uma proposição muito aplicável em nosso território, pois claramente temos um desequilíbrio na relação profissional da saúde – paciente (não acho que devemos tratar apenas o médico como agente deturpador do sistema, pois, por exemplo, nas unidades de saúde eles não são as figuras de destaque quando se fala em comunicação com a população e mesmo assim esses ambientes são repletos de relatos sobre distanciamento por conta de repressões), construída por a insuficiência de discussões sobre diversidade. Assim, o profissional que não é preparado ao enfrentar uma situação fora de sua realidade se perde em suas próprias frustrações, ignorâncias e valores, o que resulta em um atendimento pouco adequado e ineficiente no setor saúde.<br><br></div><div>Nesse cenário, entramos em uma situação meio que paradoxal: lugares destinados a prevenir, cuidar, tratar e/ou amenizar riscos tornam-se lugares que geram, na maioria das vezes, repulsa, medo e mais problemas para a vida das pessoas que estão em maior condição de vulnerabilidade e que precisam desses serviços. Como se os profissionais fechassem os olhos para as necessidades, direitos e expectativas desses grupos, reforçando um processo preconceituoso doentio na sociedade.<br><br></div><div>Isso constrói um conflito interno nessas pessoas de natureza imensurável, pois de um lado eles estão sendo julgados, apedrejados e maltratados por serem quem são e mostrarem isso com genuinidade para o mundo e do outro, onde poderiam receber algum conforto e tratamento, eles também recebem ofensas, indiretas e até mesmo pedidos negados por justificativas inválidas. Logo, é projetada uma imagem de rua sem saída. <br><br></div><div>Retornemos ao ponto de partida: a ausência de preparação da competência cultural. Então, afinal, o que seria a cultura? <br><br></div><div>A cultura é uma construção individual e ao mesmo tempo coletiva que se modifica ao longo do tempo. Eu tenho minha própria cultura dentro de uma cultura maior a qual eu participo. Seria o grande Outro e o pequeno outro que são apresentados por Freud. O grande Outro é aquele conjunto de crenças e valores que nos são apresentados dentro de um determinado grupo social que nos influencia, enquanto o pequeno outro são as características que adotamos como verdades que surgiram de nossas experiências e vivências. Um indivíduo pode ainda dentro de sua própria cultura ter diversas culturas distintas por variáveis específicas, como idade, etnia, gênero, etc. Portanto, a cultura não é estática, ela é impressionantemente dinâmica e precisamos estar dispostos a compreender a rede que a constrói, seu funcionamento e suas motivações. <br><br></div><div>Para ministrar bem isso precisamos como profissionais possuir competência cultural, ou seja, a capacidade de trabalhar dentro dessa diversidade cultural. Acredito que precisamos aprender até onde nossa noção sobre certo ou errado e bom ou ruim podem ser benéficos para a pessoa que estamos atendendo. As vezes o processo de entender a realidade se transforma em um querer mudar a visão do paciente quase que imperativamente. É sobre construir um vínculo humanizado na relação profissional de saúde – paciente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 01:16:40 UTC</pubDate>
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         <title>Situação problema</title>
         <author>andressagabriellaaq</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306190873</link>
         <description><![CDATA[<div>Como foi visto no artigo, cultura é um processo individual e coletivo e dinâmico, sofrendo constantes modificações. A exposição e a discussão de situações consideradas favoráveis ou desfavoráveis para determinado grupo a outros possibilita essas alterações na definição dos aspectos culturais de um contingente maior de pessoas. Diante do cenário atual, repleto de debates feministas sobre empoderamento e posição da mulher na sociedade, apresento como situação problema o cuidado a mulheres em contexto de violência doméstica. Como qualquer elemento cultural, podemos expor que:<br><br></div><div>“A violência contra a mulher é uma manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres, o que acabou conduzindo à discriminação e à dominação das mulheres pelos homens.”<br><br></div><div>Essa estruturação da hierarquia familiar é uma construção milenar retrato do sistema patriarcal adotado por sociedades antigas. Contudo, a herança cultural entre famílias conservadoras ainda mantem essa organização social como uma verdade absoluta: a mulher deve ser submissa a seu marido, aceitando toda e qualquer ação/ato que ocorrer sem envolver outras pessoas. Situações como essas ainda são reforçadas por ditados populares como “em briga de marido e mulher ninguém mete colher”. Porém, como 🤬 o profissional de saúde ao se deparar com uma mulher com sérios problemas de saúde devido à violência e maus tratos em ambiente domiciliar?<br><br></div><div>Como podemos ajudar sem interferir invasivamente nas crenças e valores que aquela mulher acredita? Esse ponto é importante, pois devemos ter em mente que algumas mulheres cresceram vendo aquilo como sua verdade absoluta e sair de um relacionamento, mesmo que abusivo, seria uma vergonha maior para si do que apanhar do marido. Nesse momento devemos trabalhar bem nossa competência cultural, compreendendo que o auxílio não pode ser um processo imediatista, pois, em algumas realidades, isso geraria um trauma e um receio a ir a unidade de atendimento. Isso ocorre por o profissional estar impactando uma realidade aceita a muito tempo, o que é uma verdade para a gente não pode ser alterado de forma <em>espontânea</em>, pois pode ser que aquela mulher se sinta pertencente a aquela construção. <br><br></div><div>Recomendo assistir a primeira temporada da série “Unidade mais básica” que retrata bem o dia a dia de uma unidade de saúde e suas adversidades ligadas à diversidade. Em alguns dos primeiros episódios essa situação de violência doméstica contra a mulher é bem apresentada, assim como todo o desenrolar. Assim como também a leitura do artigo:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/817936502/be9f2e38bf34ae18b3b53953259fbf25/0103_1104_sdeb_41_spe2_0013.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 01:45:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Situação Problema</title>
         <author>lauraalberto13</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1306194221</link>
         <description><![CDATA[<div>A piora da situação política e econômica na Venezuela é um fator que impulsiona venezuelanos a migrar para o Brasil, trazendo novas problemáticas para a saúde pública (a exemplo o sarampo). Diferenças culturais, étnicas, linguísticas e epidemiologia tornam se grandes empecilhos para um atendimento efetivo. Princípios da competência cultural como o conhecimento básico do espanhol, das principais práticas culturais e da epidemiologia pode contribuir para a prestação de um melhor serviço. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 01:50:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência cultural e situação problema</title>
         <author>albuquerqueerich</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307176560</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo traz conceitos importantes para a reflexão pessoal e formação do profissional de saúde, que está em contato constante com diversas pessoas de diferentes culturas e vivências. Uma parte que me chamou a atenção foi a descrição do conceito de competência cultural como humildade cultural, possuindo seis componentes: mente aberta, consciência de si, ausência de ego, autorreflexão, autocrítica e solidariedade. Esses componentes, na minha visão, são imprescindíveis para que o profissional se livre de preconceitos e possa realmente acolher o paciente da melhor forma para efetuar o tratamento necessário. Nesse contexto entre preconceito e acolhimento, eu gostaria de trazer a temática das dificuldades enfrentadas pela população em situação de rua (PSR), tanto para ter acesso ao sistema de saúde quanto para suprir suas necessidades básicas. <br><br>No semestre passado eu tive a oportunidade de pagar o módulo de Saúde Coletiva IV, que tratava sobre a vulnerabilidade e cuidado de populações específicas como a população indígena, a população negra, a LGBT, a população em situação de rua, entre outras. Ao final do módulo, o trabalho de conclusão do meu grupo foi a respeito da PSR. Construir esse trabalho foi muito enriquecedor para trabalhar os componentes da humildade cultural, principalmente para desconstruir preconceitos e informações errôneas baseadas em senso comum.<br><br><strong>Situação Problema</strong><br>Aqui vou destacar alguns dados que utilizamos no trabalho, baseados na Pesquisa Nacional sobre População em Situação de Rua, realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em 2008:</div><ul><li>Estima-se que apenas 15,7% das pessoas em situação de rua mendigam ou pedem dinheiro como principal estratégia de sobrevivência, enquanto 70,9% trabalham para obter dinheiro, majoritariamente em trabalhos informais e irregulares; </li><li>A maioria (79,6%) da PSR consegue fazer ao menos uma refeição por dia, porém cerca de 19% não conseguem se alimentar todos os dias; </li><li>Cerca de 24,8% das pessoas entrevistadas não possuíam quaisquer documentos de identificação, o que impacta diretamente nas possibilidades de conseguirem emprego formal e, ainda mais grave, na possibilidade de conseguirem ou não acesso aos serviços e programas governamentais: 88,5% afirmaram que não recebem acesso a benefícios dos órgãos governamentais; </li><li>Cerca de 18% dos moradores de rua já passaram por experiências de impedimento de receber atendimento na rede de saúde, 30% afirmaram ter problemas de saúde e 18% fazem uso de medicamentos.</li></ul><div>Vou deixar o link para o pdf da pesquisa caso alguém se interesse: http://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Livros/Rua_aprendendo_a_contar.pdf</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-14 13:13:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307176560</guid>
      </item>
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         <title></title>
         <author>jgustavo0804</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307376909</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>COMPETÊNCIA CULTURAL<br></strong>O artigo compartilhado nos remete a uma desconstrução interna ao trazer o conceito de cultura estabelecido por Spencer-Oatey. Isso acontece porque há uma tendência de rotulação a todos os membros que pertençam a um grupo cultural. <br><br>Por isso a importância de entender cultura como algo que influência, mas que não determina uma ação individual. Dessa forma, é necessário que, ao buscar uma competência cultural o profissional admita a coexistência das características culturais e individuais de cada paciente. <br><br>Ao entender esse contexto, mais facilmente iremos promover ações em saúde culturalmente seguras que, como o texto propõe, não só reconheçam e respeitem as diversas culturas, mas que alimentem as várias identidades culturais numa perspectiva de atender suas necessidades específicas, sem deixar de lado a individualidade do paciente.<br><br><strong>SITUAÇÃO PROBLEMA</strong><br><br>Dentro do que já foi abordado, ao atender uma pessoa em situação de rua, o profissional precisa se despir da rotulação de uma pessoa pedinte e preguiçosa, para assumir as dificuldades individuais enfrentadas pelo paciente específico. Caso isso não aconteça, a saúde que funcionaria como um portal para a garantia de cidadania daquele indivíduo se transforma em mais uma barreira para o mesmo.<br><br>Por conta dessas generalizações consequentes do pouco conhecimento sobre esta população, muitos relatam já terem sofrido preconceito dentro da rede de saúde. Por exemplo, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua (Ministério do Desenvolvimento Social, 2009) relatou que 18,4% das pessoas em situação de rua já passaram por experiências de impedimento de receber atendimento.<br><br>Este fato só fortalece o argumento  trazido no artigo de que a competência cultural não é garantida apenas com uma sensibilidade cultural, mas ela precisa estar aliada a certo conhecimento teórico sobre aquela minoria.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_populacao_situacao_rua.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 14:52:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>johnrocha</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307574487</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo traz uma reflexão sobre uma temática cada vez mais comentada nos dias atuais, tendo em visto os crescentes movimentos pela conquista de direitos e igualdade por parte dos grupos minoritários. A parte do texto que mais me foi atrativa, foi referente a adesão aos tratamentos,  devido a já ter publicado um resumo que abordava esse tema e também pelas praticas vivenciadas em estágios, nos quais tive contato com pacientes das mais diversas crenças, etnias e condições socioeconômicas. Assim, durante a leitura do texto, pude fazer uma associação teórico-prática e perceber a importância da competência cultural como um requisito para fazer com que o paciente sinta-se bem recebido e acolhido pelo médico e, assim. possa haver uma comunicação médico-paciente efetiva e uma adequação do cuidado às necessidades e realidade do paciente.  Como situação problema, eu trago o questionamento de como deveria agir um médico ao se encontrar com um paciente - com baixa escolaridade ou de cultura diferente -  que utilize demasiadamente expressões comuns ao seu grupo social mas que fogem do entendimento do profissional. Deveria esse questionar ao paciente o que cada expressão significa, ou pedir que o paciente se abstenha de utilizar essas expressões, ou mesmo pesquisar o que cada expressão significa ?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 16:28:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307574487</guid>
      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>ibsacavalcante</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307734546</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo fala sobre a importância da competência cultural para que seja efetivado um cuidado de saúde de forma universal, integral e com equidade. Podendo, dessa forma, superar no âmbito da saúde, os desafios históricos das desigualdades sociais do nosso país que reflete e exclui as populações minoritárias ao criar barreiras de acesso aos serviços e agravar os indicadores de saúde que atinge essas pessoas.<br><br></div><div>O texto também nos mostra que o profissional de saúde ao se apropriar e praticar o atributo da competência cultural, permite que seja estabelecido um vínculo forte, com maior adesão ao tratamento e melhores resultados no processo saúde-doença dos usuários. No entanto, ainda é um desafio tanto por parte dos usuários quanto por parte dos profissionais transcender e compreender a bagagem cultural um dos outros, permitindo com isso uma melhor comunicação, atendimento mais completo e humanizado.<br><br></div><div>Ao se ter competência cultural,  o respeito é cultivado, a identidade cultural dos usuários contemplada e suas necessidades e expectativas quanto aos serviços são atingidas. Permitindo, portanto, que os profissionais e pacientes interajam sem danos culturais para ambos e haja valorização , adaptação e acolhimento para os diversos grupos. <br><br></div><div>É por tudo isso, que os profissionais precisam ser preparados, seja numa educação continuada ou durante sua graduação, para lidar, enfrentar e pôr em prática uma terapêutica intercultural. Melhorando a qualidade , eficiência ,abrangência assistencial e pondo em prática um cuidado holístico.<br><br><strong>Situação Problema<br></strong><br>Fazendo associação do artigo sobre competência cultural e outros artigos que li, como  o texto citado abaixo,  sobre pessoas em situação de rua, por exemplo. Podemos perceber que os profissionais ao compreender esta população permitem que ações de promoção, proteção, prevenção da saúde ocorram, possibilitando a inclusão social desse grupo no quesito saúde.<br><br></div><div>Um dos agravos, por exemplo, que leva a pessoa a essa condição de vulnerabilidade social é a dependência do álcool. Portanto, ao lidar com a saúde do povo de rua, os profissionais de saúde precisam estar preparados para atuar conscientemente com questões como o uso abusivo dessa substância, proporcionando uma melhoria na qualidade do seu atendimento. <br><br></div><div>Podemos entender, que para que os profissionais de saúde tenham efetividade nas suas ações, eles precisam apresentar atitudes culturalmente competentes e conhecimento sobre as peculiaridades desta população para que os equipamentos sociais e de saúde sejam corretamente acionados, o estigma abandonado, as barreiras de acesso sejam diminuídas , o plano terapêutico compartilhado e o cuidado em saúde realizado. Seja através do contato desse perfil de usuário buscando o serviço de saúde , como através dos próprios profissionais indo até essas pessoas e realizando medidas de vigilância em saúde.<br><br></div><div>Para que isso ocorra é fundamental capacitar a equipe de saúde para que sejam assegurados o vínculo, infraestrutura  física e de materiais( Ex: medicamentos), ajustando o cuidado de acordo com as necessidades e realidade dessa população minorizada. Educando a população no geral e direcionando os recursos para que esse grupo seja respeitado e tenha seu direito a saúde efetivado. <br><br>Levando, em consideração a situação e realidade de cada Estado, deixamos a reflexão de como cada profissional de saúde pode atuar e se ajustar, visando a diminuição das desigualdades de atendimento e tratamento no cenário da saúde para essa minoria, respeitando  o perfil das necessidades desse grupo presente em cada área do território nacional.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-71672006000300015&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt" />
         <pubDate>2021-03-14 17:47:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>danieldiniz1</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307768110</link>
         <description><![CDATA[<div>A realidade econômica/social exige um olhar diferenciado para as populações vulneráveis, que são as que mais sentem o impactos das discrepâncias presentes. Nesse sentido, questões históricas colaboram para a fixação desse cenário, exigindo, cada vez mais, uma maior atenção dos diversos setores para, ao se sensibilizarem, reduzirem os principais impactos. Esse entendimento das principais características dos diversos grupos, pelo olhar do cuidado e da promoção à saúde por nós profissionais é um fator crucial para o bem estar e superação desses problemas históricos, como preconceito, segregação e tabu. Assim, o texto conceitua e evidencia a competência cultural englobando componentes como consciência de si, mente aberta, autorreflexão e entre outros que permitem a manutenção do cuidado dessas populações. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 18:04:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural </title>
         <author>lucasmelo2</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307805519</link>
         <description><![CDATA[<div>É interessante destacar o peso da palavra "empatia" nas mais diversas discussões quando se trata de relações interpessoais. Tanto o Método clínico centrado na pessoa (MCCP), quanto a competência cultural partem da premissa de você, como profissional de saúde, se colocar no lugar da outra pessoa, tentar entender o que perpassa sobre sua vida, tendo como norteador desse entendimento a cultura do indivíduo. Por mais que tivemos em nosso País um grande avanço na realização de programas que mitiguem essa discrepância de atendimento por motivos culturais, os programas assistenciais ainda são incapazes de garantir que a cultura seja utilizada como uma base para a implementação de práticas que valorizem as diversas interpretações e modos de intervenção na área da saúde, pois essa visão não está relacionada com a presença de um Programa assistencial ou de um modelo de assistência, essa visão se relaciona, sobretudo, com a capacidade dos profissionais de lidar com essas diferenças culturais. Uma prática de saúde culturalmente segura (segurança cultural) é caracterizada por ações que reconhecem, respeitam e alimentam a identidade cultural única de um povo e atendem às suas necessidades, expectativas e direitos. Ela acontece quando um profissional de saúde desenvolve sensibilidade cultural e é capaz de identificar e refletir sobre sua própria cultura e a influência que ela exerce sobre sua prática. Ou seja, o que precisa ser implementado, ampliado e discutido é a preparação do profissional de saúde para lidar com as mais diversas tradições de uma população. Portanto, 🤬 evidente a necessidade de treinamento adequado dos profissionais de saúde para o desenvolvimento da competência cultural. As evidências apontam que esse treinamento (em competência cultural) aumenta a satisfação dos usuários, uma vez que é um atributo derivado da própria atenção primária, que, segundo Starfield, por meio desse atributo, é possível desenvolver laços fortes com as pessoas e famílias alvo dos cuidados em saúde, obtendo-se maior satisfação, diagnósticos mais precisos e maior adesão ao tratamento.</div><div><br><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 18:21:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>competência cultural</title>
         <author>thomazfeijo</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307805793</link>
         <description><![CDATA[<div>o meio médico muitas vezes é permeado de um obscuridade no entendimento  da essencialidade da unicidade de seus pacientes. Ou seja, a carência, no ensino médico, sobre a relevância da observação de quem é o paciente e o que ele precisa, frequentemente, ocasiona situações típicas, as quais prejudicam psicologicamente e até fisicamente o paciente. Assim, o entendimento de quem é o seu paciente,  ou por outra, qual sua realidade, se ele passa algum necessidade, se ele tem algum tipo de contexto que lhe faz mais necessitado de atenção, favorece o conforto do mesmo, visto que este sente-se acolhido e entendido pelo médico, que, geralmente, atua como um remediador de suas dores, um "salvador", dessa forma, 🤬 mais eficaz o atendimento do enfermo, visto que ele se sentirá a vontade para compartilhar o que ele passa, compartilhar o que sente e assim facilitar todo o processo de anamnese. Além disso, com o completo entendimento da realidade do paciente e com sua cooperação na busca por um tratamento chegamos à utopia do atendimento médico, pois, conseguiremos dar diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes, dessa forma poupamos o paciente de exames e tratamentos desnecessários , os quais causariam ainda mais prejuízos a sua saúde.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 18:21:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação Problema </title>
         <author>lucasmelo2</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307846599</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura do artigo proposto e do aprofundamento da temática, deparei-me com um imbróglio bastante pertinente e pouquíssimo debatido, tornando-se, muitas vezes, um refém da invisibilidade das diferenças culturais do nosso País. Essa situação problema se relaciona com a saúde mental das populações indígenas, tema tratado como tabu até entre a própria comunidade indígena, uma vez que, os  sinais  e  sintomas  que  definem  o diagnóstico   das   doenças   mentais   não são universais e tem intrínseca relação com a cultura dos  indivíduos,  com  o  sistema  de  símbolos que  fornece  modelos  para  cada  grupo  em  um determinado tempo. Portanto, quando se pensa nos sinais e sintomas definidos pelos indígenas para  os  transtornos  mentais,  compreende-se que esses significados emergem de situações concretas e em constante transformação (PEREIRA et al, 2013). Dessa forma, o profissional de saúde responsável pela assistência dessa população deve primeiro fazer uma imersão na cultura desse povo para entender, mormente, o que é considerado um grau de anormalidade mental para eles. Dessa forma, se destaca a pergunta: quais são os instrumentos e estratégias da abordagem terapêutica para a questão mental da população indígena, que são contundentes com a competência cultural na assistência em saúde ? <br>Destaco aqui, um artigo que elucidam tal questionamento e foram de muita valia para minha instrução.  </div><div><br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 18:42:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>elbs</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307882575</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do capítulo fornece uma compreensão maior sobre a realidade dos sistemas de saúde, além de ajudar a ter uma visão de mundo mais respeitosa para as culturas diferentes das que somos acostumados.</div><div>Embora existam políticas públicas que em tese objetivem diminuir a desigualdade em saúde, na prática não são consolidadas e são incapazes de garantir que a cultura seja usada como critério para a consolidação de práticas que valorizem as diversas interpretações e modos de intervenção na área da saúde. Bem como existem pessoas que se recusam a procurar unidades de saúde por causa do mau atendimento.</div><div>É nesse contexto em que se insere a competência cultural onde se pode desenvolver laços fortes com as pessoas e famílias, com o objetivo de ter uma maior satisfação, diagnósticos mais precisos e maior adesão ao tratamento. Ela é definida como a capacidade de realizar um cuidado efetivo, compreensivo e respeitoso, de forma compatível com as crenças e práticas culturais de saúde do usuário, e no idioma de sua preferência. Tenho compromisso com a justiça social. Sou flexível e me esforço para me adaptar à cultura do outro, criando um ambiente útil e acolhedor a todos. Sendo preciso o treinamento adequado dos profissionais de saúde para o desenvolvimento da competência cultural.</div><div>Apesar de haver uma resistência entre os profissionais de saúde, o processo de desenvolvimento da competência cultural deve ser contínuo, com uma evolução ao longo dos anos, dependendo do seu empenho para o tal. </div><div>Outra coisa interessante que achei no artigo, foram os componentes da competência cultural, que deveriam ser essenciais e de base para a formação de qualquer ser humano, são elas: ser mente aberta, haver consciência do si, não possuir ego, sempre fazer uma autorreflexão e autocrítica, além de ser solidário.</div><div>Mas vale salientar que embora a competência cultural seja uma boa forma de diminuir as diferenças culturais na saúde, ainda faltam instrumentos validados e padronizados para que ela seja avaliada. É importante lembrar que para a competência cultural acontecer, o profissional precisa desenvolver sensibilidade e refletir sobre a sua cultura, além de identificar o quanto ela exerce sobre sua prática.<br><br>SITUAÇÃO PROBLEMA<br>- Acredito que a demanda de usuários do sistema único de saúde seja muito superior a quantidade de profissionais que trabalham neste sistema, seja por falta de incentivo de formação na área ou por baixa valorização dos atuantes, onde optam por trabalhar em clínicas e ambientes particulares. Deixando o sistema sobrecarregado, dificultando para os profissionais que atuam no SUS.<br>- Outra questão que dificulta é a infraestrutura, onde na maioria dos casos não é suficiente para a demanda.<br>- Embora existam programas como a  Política Nacional para a População em Situação de Rua, por exemplo, na prática eles não ocorrem da forma ideal e mais adequada para o acolhimento dos usuários.<br>- Também é necessário haver uma consciência cultural por meio de cada profissional, tendo em vista que viemos de culturas e realidades diferentes e que precisamos respeitar a pessoa que está ao nosso lado. Essa pode ser estimulada por meio de palestras e programas fornecidos.<br>- Há um despreparo entre os profissionais para lidar com situações relevantes na atenção básica, um exemplo disso é que nos formamos sem conhecer o básico da língua brasileira de sinais,  uma língua muito importante, sendo a segunda oficial do Brasil e totalmente necessária para que ocorra a comunicação entre o usuário e o profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-14 19:00:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão acerca da competência cultual</title>
         <author>iasminduarte</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1307997367</link>
         <description><![CDATA[<div>O conhecimento acerca da realidade do outro e do modo de vida é fundamental para viver bem em sociedade. Nesse contexto, e levando em consideração que a função do médico, sobretudo do MFC, consiste no cuidado adequado e integral, um atendimento de saúde deve ser pautado em valores básicos de respeito, possibilitando um amparo adequado. Não obstante, a realidade das consultas médicas destoa, por vezes, dessa teoria, reproduzindo preconceitos e estereótipos coletivos, o que acarreta no prejuízo do atendimento de populações excluídas e minoritárias, por não se sentirem confortáveis. Assim, é imprescindível ao profissional de saúde descontruir internamente esses rótulos e, além disso, trabalhar para que o ambiente laboral também favoreça isso, haja vista a autoridade médica desempenhada nos serviços de saúde e seu poder de influência nesses locais.<br><br></div><div>Por exemplo, uma situação que demanda sensibilidade do médico é no atendimento a pessoas transexuais. O simples fato de questionar ao paciente como ele prefere ser chamado, seja pelo nome social, seja pelo nome civil, pode aumentar a confiança do indivíduo com o profissional da saúde e consequentemente influenciar em uma maior adesão ao tratamento necessário. Mais do que uma atitude de compreensão, é direito do indivíduo ser chamado pelo nome que desejam, existindo até mesmo protocolos específicos de atendimento que norteiam o profissional. Ademais, tal atitude pode desencadear ações empáticas de outros colegas de trabalho, em fazer o mesmo. Cabe a reflexão: se fosse eu, futura médica, no lugar daquele paciente, que já carrega consigo vários sofrimentos de preconceito, não aceitação, dentre outros, como gostaria de ser tratada?<br><br>Exemplo de protocolo:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Protocolo_Saude_de_Transexuais_e_Travestis_SMS_Sao_Paulo_3_de_Julho_2020.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 20:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Competência Cultural</title>
         <author>ramonbraz</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308018818</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a leitura desse artigo, pude perceber o quão importante é o conhecimento acerca não só da existência como também da normatização de todas culturas existentes. Uma vez que conhecidas e devidamente respeitadas, creio fortemente que a relação profissional-paciente, como também todos os outros tipos de interação, serão mais bem articulados e nossos índices vergonhosos de violência diminuirão. Em relação ao médico, acho imprescindível haver um conhecimento mais amplo a respeito das culturas, uma vez que para atender um paciente você deve abordá-lo de maneira mais ampla para que seu tratamento seja o mais eficiente possível. Por fim, achei de extrema assertividade do autor quando ele diz: “Não se trata de uma lista de verificação ou memorização de normas diferentes baseadas no grupo cultural, mas de entender a pessoa à sua frente e estabelecer uma relação de confiança, considerando a interferência das opressões históricas e das relações de poder nesses relacionamentos.”, dessa maneira corrobora nossa necessidade de nos tornarmos cada vez mais profissionais, bem como mais humanos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 20:13:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação Problema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308058879</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 20:38:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308058879</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação Problema </title>
         <author>renataandradeufpb</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308061360</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a pesquisa para essa parte da discussão semanal, não consegui propor uma situação problema, mas encontrei um artigo que conta uma situação que podemos facilmente visualizar no nosso cotidiano de trabalho. No artigo, um relato de caso, é apresentado o caso de:  " V.,  19  anos, que deu  entrada  na  Emergência  Obstétrica  da  Santa  Casa  de </div><div>Misericórdia de Anápolis, trazida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), </div><div>em trabalho de parto. </div><div>Na história clínica, ela relata ser usuária contínua de drogas lícitas e ilícitas </div><div>(crack e maconha) e ainda desconhecer o pai da criança por se prostituir para adquirir as drogas e  também  informou  ter  um  relacionamento  fixo  homoafetivo.  Mostrou resistência em amamentar e realizar os cuidados no bebê, afirmando temer </div><div>reações da parceira que negava a criança" ( GONÇALVES, 2019) . Conforme o autor desenvolve o relato, vemos que a paciente foge do hospital e abandona a criança. Diversos nós críticos na atuação dos profissionais podem ser apontados: a falta de acolhimento, o julgamento e diversas outras condutas que  influenciaram as ações de uma pessoa que já estava lutando com suas dificuldades. É um artigo muito bacana que trata de definições e formas de agir que nos ajudam a construir a competência cultural. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/5733/5173" />
         <pubDate>2021-03-14 20:40:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308061360</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação Problema</title>
         <author>rayssagsp</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308080354</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura desse tema me lembrou a situação de diversos imigrantes, vindos principalmente da Venezuela que tem aparecido nas ruas de João Pessoa, famílias inteiras, incluindo adultos e crianças expostas a diversos perigos na rua, pedindo por alguma ajuda. Houveram inclusive casos de famílias terem sido encontradas em estado de subnutrição e desidratação, com crianças doentes, mas que tinham receio de levar ao hospital pois todo dinheiro que conseguiam pedindo nas ruas era destinado a pagarem um lugar para dormir. Estava procurando sobre o atendimento aqui no estado e vi que tem sido montada uma rede intersetorial que divide as responsabilidades de acordo com as competências de cada órgão, além da disponibilização de casas de abrigo. Entretanto, apesar de alguns estarem sendo incluídos nesses programas de apoio social, ainda é comum o medo por estar em um local desconhecido, a falta de informações sobre o acesso básico a serviços de saúde e a barreira linguística, gerando uma situação desesperadora. Então quando falamos de comunicação cultural eficaz, também temos de levar em consideração a linguagem adequada ao contexto e o idioma, principalmente no caso dos imigrantes, para conseguir transmitir as informações de forma precisa e passar certo conforto.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-de-desenvolvimento-humano/botoes-pagina-inicial-1/direitos-humanos/atendimento-ao-povo-venezuelano-warao" />
         <pubDate>2021-03-14 20:52:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308080354</guid>
      </item>
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         <title>Situação problema</title>
         <author>seehimplay</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308157865</link>
         <description><![CDATA[<div>O atendimento de pessoas trans. Levando em conta a violência que essa população enfrenta, é de se esperar que elas procurem com menos frequência os serviços de saúde. É importante que os profissionais que as atendam tenham o mínimo de competência para saber e entender não só que são pessoas extremamente marginalizadas, mas também como tratar essas pessoas. Um exemplo bem casual e corriqueiro de violência é o uso de pronomes que não correspondam com a identidade de gênero da pessoa. O problema não é o profissional não conseguir "adivinhar" o gênero do usuário, e sim continuar utilizando termos errados para se referir ao paciente mesmo depois deste expressar seus pronomes preferidos (e, aproveitando esse gancho, seu nome social). Sem esse respeito (que, diga-se de passagem, é mínimo) por parte dos profissionais que atendem e acolhem o paciente trans, não há como construir um vínculo deste com o sistema de saúde.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 21:42:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308157865</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural</title>
         <author>iancamoreiraufpb</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308177613</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do texto lido, tem-se a percepção da importância da competência cultural na prática clínica. O entendimento da história e da construção social dos diferentes grupos existentes em seu território é essencial para a realização de uma escuta qualificada e para a formação de um plano de cuidado adequado. Entretanto, mesmo o Brasil sendo um país que fornece assistência em saúde universal, ainda é possível observar discrepâncias entre a teoria e a realidade, o que é corroborado pela existência de diferentes políticas públicas que, apesar de constarem entre as normativas que regulam a saúde brasileira, não são efetivamente efetuadas. Essa adversidade tem entre os motivos de sua existência o fato de que a compreensão e o reconhecimento da relevância da competência cultural é uma ação majoritariamente individual, isto é, tem a sua partida na autorreflexão e na autocrítica do profissional da saúde. </div><div>Apesar de ser uma ação extremamente necessária, procurar entender a dor do outro e como esse sofrimento é assimilado a partir de uma cultura determinada, é um exercício que força o indivíduo (médico, enfermeiro, etc) a sair de sua zona de conforto. A competência cultural vai muito além do mero reconhecimento dos problemas sofridos por grupos minoritários e do entendimento superficial das diferentes formas que uma cultura influencia no processo saúde-doença. Para tornar-se capacitado é preciso um estudo profundo da história, cultura, religião e epidemiologia das parcelas desfavorecidas da sociedade, o que representa um trabalho árduo e que requer um contínuo processo de desconstrução.</div><div>A despeito das dificuldades encontradas nesse processo, é necessária a reiteração da importância da formação da competência cultural para os profissionais da saúde. Estudos apontam uma melhor adesão ao tratamento por pacientes que tiveram as suas individualidades e culturas reconhecidas. Ainda que os resultados clínicos sejam importantes, não só deve ser considerado o viés técnico quando se discute o valor da competência cultural, mas também deve ser valorizada a perspectiva humana dessa prática. A competência cultural é, antes de tudo, uma ação que permite uma maior humanização da medicina. </div><div>Ademais, a competência cultural permite a identificação das principais necessidades de um determinado grupo (ex:. indígenas, quilombolas, população LGBTQIA+, etc) e, consequentemente, a construção de um plano de ação que seja mais efetivo, já que será centrado na raiz do problema. </div><div>Em suma, a competência cultural permite a prática do Princípio Constitucional da Igualdade: “Dar tratamento isonômico às partes significa tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na exata medida de suas desigualdades”.</div><div><br></div><div><strong>Situação-problema:</strong></div><ul><li>Um paciente seguidor das Testemunhas de Jeová precisa de uma transfusão sanguínea, prática que é considerada proibida e impura para essa religião. Até onde o Código de Ética Médica respalda as ações do profissional para a preservação de uma vida? Segundo a Jusbrasil, “o Código de Ética Médica prevê a autonomia do paciente em decidir, após esclarecimentos dos riscos e consequências, que pode optar por determinado tratamento médico. Por outro lado, o mesmo ordenamento legal determina que é dever do médico utilizar de todos os meios para curar a enfermidade e salvar a vida de seu paciente”.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 21:56:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação problema</title>
         <author>wesleyrodrigues5</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308211687</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do artigo me fez lembrar quase que imediatamente de uma notícia que li recentemente, que contava o caso de uma idosa de Itaquaritinga, interior de São Paulo, que, durante a campanha de vacinação de combate ao coronavírus, se recusou a ser vacinada por um enfermeiro negro, a mesma pediu a sua filha para que entregasse os seus documentos para outro profissional, para que o mesmo pudesse vaciná-la. Tal caso levantou uma questão que, para mim, merece a discussão: como garantir que o profissional de saúde seja valorizado integralmente, considerando todos os aspectos que compõem a sua individualidade? Existem diversos relatos de pessoas que se recusam a serem atendidas por profissionais da saúde devido a sua raça, etnia, orientação sexual, mesmo que de forma velada. O preconceito é direcionado no sentido de questionar a capacidade e competência do profissional de exercer a sua função. Nesse sentido, como garantir ao profissional de saúde a sua integridade? No caso da idosa do interior de São Paulo, a prefeitura afirma estar investigando o caso. No que diz respeito a dignidade do profissional em questão, acredito que o melhor seria transformar a situação em uma oportunidade de compartilhar o conhecimento, e tornar o caso uma grande campanha contra o preconceito dirigido aos profissionais de saúde negros, indígenas, membros da comunidade LGBTQIA+ e etc.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2021/03/03/idosa-e-acusada-de-racismo-por-evitar-enfermeiro-negro-em-vacinacao-em-sp.htm" />
         <pubDate>2021-03-14 22:22:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308211687</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308222359</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1075308160/dbfbc4fffb8dbc4fd0c06e3b57aeb413/Care_of_the_transgender_patient__the_role_of_the_gynecologist.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 22:31:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308222359</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural e situação problema (pessoas trans e o atendimento ginecológico)</title>
         <author>leticiaramossousa</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308228986</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura dos artigos, entendi que competência cultural é o saber olhar para populações minorizadas, tais como questões de etnia, identidade de gênero, orientação sexual e outras. Nesta senda, a competência cultural é uma ferramenta a ser desenvolvida pelo profissional de saúde a fim de que, a partir de um longo processo de humildade e quebra de paradigmas egoístas, promova-se uma resposta às barreiras de acesso à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade. <br><br>Ao médico, portanto, cabe reconhecer o conjunto de premissas e valores parciais que o constituem, para então reconhecer a influência de sua bagagem cultural sobre seus julgamentos e, só então, poder proporcionar um atendimento que valorize a cultura, história, dores e compreensões do paciente em questão. Dessa forma, é possível o planejamento de um plano de cuidados compartilhado eficaz para cada indivíduo em particular. <br><br>Nessa senda, o paciente transgênero enfrenta, ao longo de sua vida, inúmeras barreiras impostas pela sociedade, tendo dificuldade de educação, habitação e, consequentemente, cuidados de saúde. Necessitando de cuidados especiais no tocante às suas particularidades, os ginecologistas assumem um importante papel nessa assistência, precisando ter o conhecimento específico e suficiente para atender as necessidades destes pacientes (que identificam incongruências entre seu gênero auto-identificado e aquele gênero de nascença). Por um histórico de marginalização e dificuldade de acesso a necessidades básicas, educação, acesso à saúde e moradia, um estudo nacional dos EUA (conforme artigo anexado) concluiu que apenas cerca de 30 a 40% de indivíduos transgêneros possuem acesso à rotina médica de saúde. <br><br>Como conclusão, médicos ginecologistas ocupam um papel primordial de cuidado e atenção a esta população extremamente vulnerável, seja com relação a homens ou mulheres transsexuais. Esses pacientes escolhem os médicos ginecologistas, em geral, para seus cuidados preventivos anuais, seja para cuidados com relação à fertilidade, terapias hormonais, exames papanicolau, prevenção de ISTs, medidas de prevenção à gravidez, orientações e outros. Ademais, a título de curiosidade, são os médicos ginecologistas que promovem a reserva de espermas em pacientes mulheres trans que desejam guardá-los para eventual uso, ou até mesmo a recuperação de ovários em homens trans que se submeteram a tratamentos hormonais por longos períodos.<br><br>Diante do exposto, resta evidente que médicos ginecologistas não tratam apenas de mulheres heterossexuais, de modo que seu público pode ser o mais variado possível, seja em questão de gênero, necessidades biológicas, orientação sexual e tantos outros. Por isso, é essencial que o profissional construa um ambiente seguro de atendimento, de modo que seus pacientes se sintam em um local seguro e acolhedor, certos de que seu gênero, orientação sexual ou demais particularidades que envolvam sua cultura e sua história sejam compreendidos, respeitados e considerados pelo médico em seu processo de saúde-doença, diagnóstico, tratamento e acompanhamento.<br><br>É dever do ginecologista (e de todos os outros profissionais da saúde), portanto, investir em conhecimento e desenvolvimento de sua competência cultural. <br><br> </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1079820026/d0b0e1ad426dee414a2d5f95255007f2/Care_of_the_transgender_patient__the_role_of_the_gynecologist.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 22:36:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>giovanabarduchi</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308232437</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>O artigo  <a href="https://sigaa.ufpb.br/sigaa/verProducao?idProducao=2847298&amp;&amp;key=a2f825ae2cb2878f7b7684f935faf6bf">Competência Cultural: uma Resposta Necessária para Superar as Barreiras de Acesso à Saúde para Populações Minorizadas</a> traz à tona diversos temas de extrema importância para reflexão.  A definição de cultura como uma origem comum de um grupo ou autodefinição de um indivíduo e não como um rótulo aplicado a certo grupo por terceiros foi algo que me fez refletir bastante. Não somos nós que classificamos ou colocamos as pessoas em “caixinhas”, não devemos já “julgar” alguém como pertencente a um grupo ou a outro, isso cabe a cada indivíduo se autodefinir e se autodeclarar. Gosto muito de ler artigos do tipo, pois sinto que são fundamentais no meu processo de desconstrução e ao mesmo tempo no meu processo de formação médica, porque saber fazer as perguntas “ certas” na entrevista clínica pode ser uma questão de vida ou morte. Compreender todo o cenário dos diversos grupos existentes e entender que um mesmo indivíduo pode fazer parte simultaneamente de vários grupos é uma habilidade necessária a todo profissional de saúde e todos nós devemos desenvolver essa competência cultural, visando a equidade no tratamento de saúde, que é até um dos princípios fundamentais do SUS, tratando cada caso com singularidade.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 22:39:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308232437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural e pandemia</title>
         <author>sarabecao</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308244885</link>
         <description><![CDATA[<div>Como relatado no texto, a negligência no cuidado de populações minorizadas está intríseco ao modo como se dão as relações sociais aqui no Brasil. A desigualdade social têm estado cada vez mais evidente, principalmente com o atual contexto da pandemia, onde o Brasil volta a ocupar o Mapa da Fome, causada pelos danos econômicos decorrentes da não contenção de danos necessária por parte do governo. Estamos passando por um momento de crise sanitária, humanitária, econômica e política e as medidas neoliberais tomadas revelam as prioridades dos nossos governantes e as populações socialmente excluídas definitivamente não são uma prioridade. Sendo assim, são essas populações as mais afetadas pelo Covid-19, pois estão em condições mais precárias, desempregadas, dependem de transporte público (potencial infeccioso) e não têm uma boa relação com os serviços de saúde. Nesse sentido, a competência cultural por parte do serviço em se aproximar dos usuários que ocupam o território pelo qual são responsáveis se faz fundamental, com o fim de orientar sobre as medidas preventivas e redutoras de danos em relação ao coronavírus. Além disso, ser culturalmente competente facilita no estabelecimento da relação de confiança entre o profissional de saúde e o usuário, estreitando as relações do serviço-comunidade. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 22:49:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308244885</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>marioaquino2</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308250158</link>
         <description><![CDATA[<div>A proficiência cultural citada no artigo é tida, para mim, como algo inalcançável, no sentido de que nunca devemos deixar de buscar (não só profissionais da saúde - sendo obrigatório a estes). Esta ideia (proficiência cultural) é rasa e inespecífica, de tal forma que se faz necessária constante evolução por parte dos médicos. Acredito que essa é a maior falha do artigo, por refletir exatamente a falta da "humildade cultural" enraizada na população brasileira, visto que eu, por exemplo, poderia facilmente me considerar bom o suficiente e - <strong>não me dando conta de minha ignorância e estando de olhos vendados para a possibilidade de melhora</strong> - receitar um exame preventivo, como um papanicolau, a mulheres trans. Isso pode ocorrer pela não consideração das multifacetadas formas das mulheres se expressarem socialmente, de tal forma que, devido à incompetência cultural, o médico se utilizou de um protocolo padrão ouro segundo o Ministério da Saúde, mas bronze para aquela usuária. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 22:54:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308250158</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural</title>
         <author>laischaves</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308260116</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto proposto, surgiram inúmeras reflexões acerca da temática abordada. Resumidamente, entender o conceito de competência cultural, o qual eu não possuía conhecimento, foi bastante relevante.  De forma geral, o médico, independente de especialidade, deveria ter como base pensamentos e atitudes advindas dessa concepção. Tem-se, então, a sensibilidade cultural, como primeiro passo. Reconhecer-se culturalmente diferente do outro, realizar autorreflexões e autocríticas, reavaliar possíveis preconceitos devem ser etapas fundamentais para a construção de um ser humano mais empático e mais consciente perante a sociedade, não apenas no ambiente profissional. Entender que a cultura, apesar de componente dinâmico, muitas vezes solidifica normas, pensamentos e atitudes de caráter preconceituoso e desafeito à diversidade. Dentro desse contexto maior, é imprescindível entender o sujeito como parte integrante do meio social, possuindo voz e história. Muitas vezes, é preciso que o profissional de saúde se desconstrua, com o objetivo de procurar entender o próximo. Depois disso, é fundamental, por meio de ações concretas, traçar objetivos para que a cultura e as especificidades e necessidades de uma população socialmente menos privilegiada consiga se inserir no contexto do cuidado. Tendo essas reflexões como base, trago a seguinte situação problema: como lidar com o cuidado da população lgbt, mais especificamente, a mulher bissexual? Sabe-se que vivemos em uma sociedade marcada pelas cicatrizes da discriminação, pautada em uma lógica predominantemente monossexista, em que pessoas bissexuais sofrem invisibilidade até dentro da própria comunidade. Dessa forma, como, culturalmente competentes, lidar com o processo de saúde-doença, principalmente dentro das esferas de saúde psicológica e ginecológica desse grupo minoritário? <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 23:02:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação problema</title>
         <author>giovanabarduchi</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308265244</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou uma grande fã de séries e filmes do mundo médico, reconheço que há muita fantasia e coisas que se distanciam da realidade, principalmente no quesito científico, porém acredito que esses programas tenham importância fundamental no quesito de assuntos político-sociais, envolvendo temas relacionados à saúde e também nos incentivando a nos tornarmos agentes de mudança na vida real, após “vivenciar” os dramas nos episódios e gosto muito de fazer links entre o que assisto e o que acontece na vida real e refletir sobre isso. Nos últimos dias assisti ao episódio 20 da terceira temporada da série “ The Resident”, que refletiu muito um problema extremamente presente na sociedade, porém ignorado por muitos, e extremamente compatível com o tema que estamos discutindo. No episódio em questão, uma mulher negra acaba de ter seu bebê e após o parto sente fortes dores, mas mesmo o marido e ela pedindo ajuda, são ignorados por muito tempo e a mulher acaba morrendo, devido a uma hemorragia interna. Um dos personagens da série indaga a equipe médica, predominantemente branca se isso teria acontecido se ela não fosse negra, ao observar um tratamento completamente diferente para mães brancas. Ao pesquisar sobre o assunto encontrei que Segundo a Agência Brasil, em 2018, mais da metade (54,1%) das <strong>mortes maternas</strong> no País ocorrem entre as <strong>mulheres negras</strong> de 15 a 29 anos. Garotas recebem pouca ou nenhuma atenção médica ou medicamentos para dor pelo simples fato de não serem brancas. Já nos E.U.A os números são ainda mais assustadores, e mortes por partos negligenciados são 243% maiores com mães negras. Nós, futuros profissionais de saúde devemos exercitar e treinar muito mais que procedimentos clínicos ou conhecimentos anatômicos, devemos exercitar nossa conscientização cultural, desde o início da graduação até o final de nossas vidas, sendo de extrema importância aulas com esse teor em nossa graduação ou até mesmo a abordagem desses temas em programas de televisão.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/pdf/csc/v23n11/1413-8123-csc-23-11-3505.pdf" />
         <pubDate>2021-03-14 23:06:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308265244</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>gabrielvteless</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308272897</link>
         <description><![CDATA[<div>Não é de hoje que sabemos as grandes desigualdades existentes desde o início da nação brasileira, com isso, a medida que o tempo passou, ainda sim fomos taxados como um país em que existia democracia racial, entretanto, como próprio Gilberto Freyre citou, não passa de um mito. Nesse sentido esse artigo permitiu uma grande reflexão sobre o nosso papel social, não só como médicos, mas também como cidadãos, que cuidam, zelam e trabalham para que as desigualdades sejam diminuídas. Acredito que de nada adianta evoluirmos como uma sociedade tecnológica em pleno século 21, senão evoluirmos também humanisticamente, a saúde é um direito de todos, e devemos sim zelar por aqueles que mais precisam e trazer EQUIDADE, e OPORTUNIDADES. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 23:12:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308272897</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação-problema </title>
         <author>sarabecao</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308283895</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse evento da DENEM (<strong><em>Direção</em></strong> Executiva <strong><em>Nacional</em></strong> dos Estudantes de Medicina) traz discussões direcionadas às populações negligenciadas (populações negra, lgbtqia+, indígenas e em situação de rua) e conta com participação de médicos que atuam no cuidado dessas populações. <br>Durante esse evento é comentado em relação ao cuidado da população indígena dentro do SUS e como se dá esse acesso. É comentado sobre as unidades básicas de saúde específicas para o atendimento de populações indígenas e nesse contexto 🤬 perceptível a necessidade da competência cultural para entender a cultura dessas populações que são diversas entre si e, por isso, têm demandas específicas, por mais que sejam agrupados em uma só população. Sendo assim, precisamos ter o entendimento dos elementos culturais de cada um desses povos, nos adaptarmos às suas formas de cuidado não medicamentosos e não biomédicos, que podem envolver ritualísticas as quais não concordamos. Além disso, têm visões diferentes das ocidentais em relação a o que é saúde, doença, morte e envelhecimento. Logo, é necessário ser criativo, comunicativo, humilde, empático para proporcionar uma escuta ativa sobre as necessidades desses povos e saber como eles desejam ser cuidados. <br>Por volta de 2:35:00 a médica convidada traz um relato muito bacana e achei interessante a forma como ela conduziu a situação e acho que demonstra o conceito de segurança cultural apresentado no artigo de referência sobre competência cultural. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8LpX8uzSSfg" />
         <pubDate>2021-03-14 23:22:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308283895</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação problema </title>
         <author>gabrielvteless</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308291944</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando um médico se depara com a diversidade de opções religiosas deve estar preparado para saber respeitar, acolher e compreender a demanda de seus pacientes, penso na situação problema dos indivíduos que são testemunhas de Jeová, na situação em que necessitam de uma transfusão de sangue. O médico deve interferir? Para essas pessoas as vezes a transfusão é pior que a morte, é preciso pensar, refletir e construir uma solução conjunta. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30517358/" />
         <pubDate>2021-03-14 23:28:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308291944</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Curso: Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT)</title>
         <author>sarabecao</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308297831</link>
         <description><![CDATA[<div>é um excelente curso de capacitação sobre a politica nacional de saúde integral da população lgbtqia+ </div>]]></description>
         <enclosure url="https://lumina.ufrgs.br/course/view.php?id=62" />
         <pubDate>2021-03-14 23:33:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308297831</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sarabecao</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308307148</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou enviando essa referência aqui que foi lançada recentemente sobre os cuidados transdisciplinares da saúde LGBTQIA+ com temas pouco abordos na nossa formação e que acredito que acrescentarão muito nas discussões em torno da temática. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sbmfc.org.br/noticias/livro-sobre-cuidados-lgbtia/" />
         <pubDate>2021-03-14 23:41:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308307148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>amandaraquel</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308309420</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto proposto, foram suscitadas muitas reflexões a partir do tema, até então desconhecido por mim, e até conexões com outras temáticas estudadas anteriormente no curso. No texto, o autor cita as diferenças entre o Método clínico centrado na pessoa (MCCP) e a Competência Cultural, enquanto os dois isoladamente são conceitos importantes para o acesso universal e atendimento humanizado aos usuários, juntos os conceitos não casam bem por terem direcionamentos diferentes. Enquanto o MCCP foca no paciente, em um cuidado igualitário a todos, a Competência Cultural visa à equidade no atendimento, garantindo tratamentos adequados a cada população. Essa diferenciação entre os assuntos me lembrou o conceito de Acolhimento em Saúde, estudado previamente no módulo de Cuidado em Saúde na Atenção Básica, que proporciona uma relação de escuta entre o trabalhador de saúde e o usuário, garantindo uma relação de confiança e vínculo e, assim, garantindo uma maior promoção a saúde a população. Ao unir todos esses conceitos, podemos chegar a conclusão que é essencial que haja um relação de proximidade e confiança entre os profissionais da saúde e o usuário, pois somente assim é possível que haja um cuidado especializado, focado nas dificuldades específicas de cada população. A partir daí, também podemos compreender a importância da Competência Cultural, pois somente tendo um conhecimento amplo das crenças e individualidades do usuário, é possível oferecer um cuidado mais empático, compreensivo e com equidade. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 23:43:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308309420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural</title>
         <author>msl34</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308331186</link>
         <description><![CDATA[<div>Após ler o artigo proposto no Sigaa,  "Competência Cultural: uma Resposta Necessária para Superar as Barreiras de Acesso à Saúde para Populações Minorizadas", eu ratifico a minha opinião de que competência cultural é algo extremamente importante para quaisquer cidadãos. Em um país tão grande e com tantas culturas diferentes, é muito necessário que cada pessoa reconheça como verídica as características culturais de cada grupo social e aceite a maneira como cada um desses grupos lida com o processo saúde-doença. <br>Infelizmente no mundo inteiro, em pleno século 21, essa aceitação geral de todas as culturas, de que o outro é diferente, não ocorre por completo. Nos últimos anos os casos de racismo e homofobia, entre outros, crescem cada vez mais e com crimes cada vez mais terríveis. <br>Para as pessoas que vão atuar no atendimento de saúde básica, como nas USF, é necessário que tenha sempre empatia com as pessoas que busquem atendimento, procurando fazer o acolhimento de cada pessoa, sem quaisquer tipos de preconceitos e valorizando o ser social que está buscando ajuda.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 23:58:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308331186</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Artigo competência cultural </title>
         <author>pauloham2408</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308332817</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do artigo foi perceptível a importância da competência cultural para um cuidado em saúde que atenda e acolha os indivíduos e suas pluralidades. O texto ressalta a importância que o reconhecimento da cultura do outro, assim como a flexibilidade para interagir e comunicar de maneira efetiva resulta na atenção primária com o desenvolvimento de laços mais fortes entre médico e paciente. Além disso, outro ponto pertinente abordado foi apontar o Brasil como um país com riquezas culturais, étnicas e raciais diversas, porém ser território no qual as populações minoritárias ainda sofrem de maneira expressiva com barreiras para o acesso integral aos serviços de saúde; ou seja, a negligência para com alguns grupos faz existir um paradoxo em um país que possui as diversidades desde sua formação histórica. Ademais, o médico da família e comunidade, assim como os demais, devem reconhecer que seus valores influenciam na maneira de se manifestar e compreender o outro, pois os indivíduos desenvolvem uma visão de mundo a partir de suas vivências e experiências, sendo assim, reconhecer a competência cultural é não impor a própria cultura como a única correta e impedir os demais de possuírem o direito à saúde devido às diferenças culturais. Dessa forma, é fundamental propiciar que estudantes e profissionais da saúde tenham contato com a competência cultural desde o ambiente acadêmico, para desenvolverem habilidades e competências e estarem aptos a agir de maneira flexível e respeitosa com grupos diversos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 23:59:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308332817</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pensamentos sobre competência cultural</title>
         <author>biabezerracarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308359624</link>
         <description><![CDATA[<div>Com relação ao artigo lido, o que mais me chamou atenção foi a diferenciação entre ter o método clínico centrado na pessoa e competência cultural. Vejo a existência de diversos profissionais de saúde que entendem a presença de minorias no serviço de saúde e como foi dito possuem certa sensibilidade. Porém, ter a competência perpassa ao entendimento e atinge a ideia de você profissional como constituinte daquela população, aprimorando as atitudes que serão tomadas para ajudar da forma mais eficiente. <br>É muito comum no meio acadêmico de formação médica termos profissionais que não se responsabilizam com a forma de cuidado que vai ser transmitida ao paciente, sendo necessário entender que isso gera uma repercussão grande na busca pelo acesso simples ao sistema de saúde, de modo que a população minorizada tender a não recorrer quando necessário. <br>É de extrema importância que medidas sejam adotadas como foi falado no texto, existem até mesmo cursos ofertados pela Unasus de capacitação profissional gratuitos que propõem mesmo que breve um estudo sobre algumas minorias, disponibilizando aulas e materiais teóricos online.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-15 00:14:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308359624</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação Problema</title>
         <author>msl34</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308378037</link>
         <description><![CDATA[<div>Graças aos mais variados avanços tecnológicos, foi criada a técnica de substituição das válvulas do pericárdio por válvulas biológicas, com partes suínas, por exemplo, que aumentam a sobrevida de pacientes cardíacos. No entanto, existem diversas religiões que não aceitariam esse transplante por causa das próprias convicções religiosas. Além disso, existem as pessoas que optam por aderir em sua vida a cultura vegana ou vegetariana. Então, se a vida dessas pessoas dependesse de um transplante desses, qual seria o caminho a seguir?<br>https://revistapesquisa.fapesp.br/valvulas-de-pericardio-bovino-aumentam-a-sobrevida-de-pacientes-cardiacos/<br>http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1322939-5603,00-VEGETARIANA+PASSA+MAL+E+RECEBE+IMPLANTE+CARDIACO+DE+🤬.html</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-15 00:23:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308378037</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural na medicina(Axel Ravanello)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308378051</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiramente, gostaria de dizer que gostei da bibliografia utilizada. O artigo é simples, curto e direto ao ponto sem, no entanto, perder a qualidade. Sobre o artigo em si, ele comenta a respeito da competência cultural que todo médico deveria ter. Saber colocar-se no lugar do outro, tendo empatia e aceitando o diferente é algo que todo ser humano deveria ter na realidade. Nunca se deve julgar um livro pela capa. Os seres humanos são diferentes e cada um terá uma história de vida/contexto sociocultural diferente. Cabe ao médico perceber em qual "espectro" cultural o paciente se identifica e ter noção dos principais desafios enfrentados por tal indivíduo. Embora sejamos diferentes, os seres humanos costumam formas grupos com interesses e vivências semelhantes. Pedir que o médico identifique a exata individualidade de seu paciente é impossível, mas ele pode identificar o grupo com o qual ele (o paciente) mais se assemelha e com base nisso traçar um tratamento factível e prover um suporte adequado. Todavia, para saber fazer essa identificação de perfil, o médico deve saber qual é a população que ele atende, suas especificidades e cultura regional.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-15 00:23:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308378051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação problema</title>
         <author>amandaraquel</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308423708</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do texto lido, me foi despertado alguns pensamentos sobre as políticas públicas desenvolvidas pelo Estado. Essas políticas consistem em programas e ações que visam assegurar a garantia dos direitos constitucionais inerentes a todos os cidadãos. Nesse sentido, tem-se o Processo Transsexualizador, instituído no Sistema Único de Saúde em 2008 e ampliado em 2013, que visa incluir os procedimentos transgenitalizadores na tabela de procedimentos do SUS. No entanto, diversas vezes os estados não recebem orçamento adequado para financiar os serviços específicos a população trans, não apenas a quantidade requirida de cirurgias, mas também os medicamentos necessários para o pós-operatório ou a hormonoterapia. Além disso, também há uma maior dificuldade em acessar os serviços de saúde devido a transfobia institucionalizada, a exemplo da insistência no uso do nome do documento em vez do nome social do paciente trans. Dessa forma, após encontrar tantas dificuldades, como abarcar todas as variáveis do processo saúde-doença dessa população tão marginalizada de forma empática e garantindo, acima de tudo, equidade no cuidado?<br><br>https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-32832019000100268</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-15 00:41:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308423708</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural </title>
         <author>mco18</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308435976</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio da leitura do artigo e das exposições dos colegas foi possível reconhecer a importância da competência cultural no ambiente de saúde, como ela pode moldar as relações medico-paciente e o quanto é relevante para oferecer um serviço de escuta e compreensão do outro. Além disso, tornou-se evidente que muitas vezes o profissional busca sua formação baseada apenas no método clínico centrado na pessoa, englobando qualidade no serviço e um atendimento igualitário, mas em determinados cenários não atrela tal conhecimento à competência cultural que busca oferecer um atendimento transcultural, no qual o médico inclue preferências e valores ligados à cultura do outro, visando a equidade. Desse modo, incluir o entendimento de competência cultural na formação médica é essencial para permitir que haja uma identificação por parte do paciente, bem como para melhorar as interações entre esses pacientes e a equipe prestadora de serviço.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-15 00:45:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308435976</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Competência cultural</title>
         <author>arb12</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308438748</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo trouxe à tona uma reflexão de extrema importância para a prática médica. Atender um paciente de forma padronizada sem levar em consideração sua cultura pode afastá-lo, pois ele pode se sentir inferiorizado e tratado com preconceito, o que afeta no cuidado de sua saúde e consequentemente desvela as desigualdades existentes nas diferentes minorias sociais, como por exemplo as pessoas em situação de rua, que apresentam maior prevalência em ISTs e transtornos mentais, que acabam não procurando o sistema de saúde por não serem tratados de forma digna. Portanto, é imprescindível que na formação médica exista o preparo para lidar com as diferenças culturais e o reconhecimento do próprio privilégio, para que as pessoas vulnerabilizadas se sintam acolhidas e seguras de procurar o sistema de saúde e, consequentemente, as desigualdades diminuam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 00:46:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308438748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Situação problema</title>
         <author>arb12</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308481284</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do artigo me fez pensar na vulnerabilidade dos povos indígenas. Além de serem mais propensos à viroses e apresentarem as doenças respiratórias como maior causa de mortalidade infantil, eles estão sendo muito afetados pelo covid-19. Historicamente sofreram genocídios por doenças trazidas por outros povos e hoje sofrem com a invasão de garimpeiros que, não apenas ameaçam seus territórios como também estão disseminando o vírus responsável pela pandemia e ocasionando inúmeras mortes. Nesse sentido, a população indígena não possui assistência de saúde adequada e até hoje sofrem as consequências pelo simples fato de preservarem sua cultura e não serem tratados de forma digna por isso, permanecendo, portanto, marginalizados socialmente e com a saúde em maior risco.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 01:02:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Competência Cultural</title>
         <author>laisbornas</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308507896</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o artigo e as postagens do colega, me lembrei muito do livro de Júlia Rocha "pacientes que curam". Nele, a autora debate a disparidade entre o que foi aprendido durante a faculdade e o que ela realmente utiliza no seu dia a dia como MFC no SUS. Ela cita como ainda ocorre com frequência doenças negligenciadas como malária e verminoses, principalmente devido às condições   sanitárias em que vivem os pacientes de baixa condição econômica. Recentemente, ela citou novamente a necessidade de entender as realidades diversas das classes economicamente mais desfavorecidas. Dessa vez, debateu a importância de entender que por motivos diversos essas pessoas não tiveram acesso a educação e não devem ser debochadas por isso e sim, escutadas. Na ocasião ela rebateu o comentário de um médico que postou em sua rede social um deboche acerca de um paciente que se queixava de "peleumonia". Em forma de poesia respondeu o médico sobre a importância de não desprezar o conhecimento alheio por um mero erro de ortografia. https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/07/30/interna_gerais,789264/peleumonia-medica-mineira-resposta.shtml</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-15 01:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Situação problema</title>
         <author>mco18</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308509085</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois de refletir sobre o tema abordado, uma pauta me chamou atenção, a oferta de assistência médica a mulheres que fazem parte de minorias sexuais, raciais e etnicas.<br>Como o SUS se prepara para ouvir e entender o contexto social desses grupos? E quais vertentes precisam ter enfoque nessa preparação?<br>E encontrei um artigo muito interessante que fala sobre mulheres de minoriais sexuais, trazendo o impacto na saúde, além dos riscos adicionais desse grupo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 01:13:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sobre ser humano.</title>
         <author>lauralissa</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308517990</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do artigo suscitou em mim memórias e sentimentos diversos, entre eles a memória dos ensinamentos que recebi da minha mãe - uma mulher negra, do interior, de origem humilde, extremamente resiliente e de sabedoria invejável - de como ser um ser humano decente.</div><div><br></div><div>Discussões acerca da competência cultural, ao meu ver, são absurdamente necessárias na formação dos profissionais de saúde porque implicam o entendimento do que é o cerne do cuidado com o outro. Não é difícil pensar em situações em que cultura, orientação sexual e etnia foram barreira no atendimento apropriado em saúde de populações minorizadas. O esforço no sentido contrário a essas barreiras se faz imprescindível se considerarmos o atendimento universal preconizado pelo SUS e os próprios Direitos Humanos. </div><div><br></div><div>Quanto ao título do meu comentário, explico que o que ficou mais forte para mim do artigo foi que simplesmente nós todos precisamos nos esforçar no sentido de sermos melhores seres humanos, com empatia, solidariedade, compaixão e entrega. Acredito que quando o cuidado em saúde é prestado com amor e paciência, todo o diálogo e aproximação necessários para uma boa anamnese são conseguidos com maior facilidade - o que aumenta significativamente a adesão ao tratamento e a assertividade do diagnóstico.</div><div><br></div><div>Na minha ótica, é sobre ser humano e se colocar no lugar do outro, se aproximar da cultura do outro, abraçar a diversidade e entender que ser um médico competente também implica conhecer as folhas de chá para indicar para a Dona Maria, entender que o Joaquim do prontuário se sente mais confortável sendo chamado de Joana, entender que a novena da Cida é também um remédio, entre tantas outras situações em que ter empatia e tato impacta positivamente a vida e a saúde dos outros seres humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 01:17:22 UTC</pubDate>
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         <title>Situação problema </title>
         <author>pauloham2408</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308570114</link>
         <description><![CDATA[<div>A população LGBT historicamente sofre com a marginalização imposta pela sociedade, no cenário do acesso à saúde isso não é diferente, sendo marcado por preconceito e discriminação. Nesse sentido, a heteronormatividade institucionalizada constitui como barreira para essa população, uma vez que a falta de qualificação e o preconceito dos profissionais corrobora para a população LGBT apresentar uma resistência à procura dos serviços de saúde, pois tem seus direitos básicos infringido, levando a uma situação de vulnerabilidade. Alem disso, diversos programas para essa população existem, como Brasil sem Homofobia e a Política Nacional de Saúde Integral de LGBT, todavia, a efetivação desses programas na prática ainda é um problema, devido à falta de formação profissional para lidar com essa população e suas demandas. Dessa forma, como é possível aplicar de maneira efetiva as políticas e programas existentes para proporcionar um cuidado no processo saúde-doença dessa população de maneira integralizada e humanística? Encontrei esse artigo que aborda bem as dificuldades de acesso da população LGBT ao serviço de saúde. <br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/pdf/sdeb/v37n98/a15v37n98.pdf" />
         <pubDate>2021-03-15 01:37:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308570114</guid>
      </item>
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         <title>Competência cultural</title>
         <author>dudusalmeida01</author>
         <link>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308707359</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura do artigo proposto me permitiu refletir a necessidade da ampliação do debate acerca da promoção de saúde para os grupos minoritários. Sobretudo no Brasil, País que possui uma população rica culturalmente e onde a diversidade é evidente, é fundamental que o sistema de saúde esteja preparado para receber e acolher os mais variados grupos, sobretudo os minoritários. A diferença entre o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP) e a competência cultural me despertou atenção e fez com que eu percebesse a necessidade de, enquanto estudante e futuro médico, utilizar essas duas estratégias para prestar uma boa assistência aos pacientes, sobretudo com <strong>empatia</strong> e <strong>respeito</strong>, sabendo valorizar a diversidade dos brasileiros.<br><br><strong><em>Situação problema</em></strong><br><br>A partir do conceito de competência cultural, pensei nas comunidades quilombolas e as dificuldades que as gestantes desse grupo possuem no que diz respeito ao acesso aos serviços de saúde para realização do pré-natal e assistência no puerpério. Pude encontrar um artigo interessante que trata da ação interprofissional com o auxílio de discentes de medicina na promoção de saúde a esse grupo e nas estratégias que permitem aos profissionais e aos estudantes desenvolverem a competência cultural. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 02:35:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rilvamunoz/6z3wwewrks12zf0b/wish/1308707359</guid>
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