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      <title>Comércio Internacional e Balanço de Pagamentos. by Fernando Santos Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1</link>
      <description>Publique sua contribuição, com relação a atividade solicitada nas instruções abaixo:</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-10 21:02:17 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-26 12:35:41 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Instruções</title>
         <author>fernandospereira</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>Escolha um país e pesquise a relevância deste País, dentro do Cenário Econômico.</p></li><li><p>Prepare uma breve descrição sobre a importância desse País neste cenário, destacando INFLAÇÃO, DEFLAÇÃO E HIPER INFLAÇÃO.</p></li><li><p>Anexe uma imagem que represente o cenário destacado (pode ser gerado por IA).</p></li><li><p>Revise e publique sua contribuição.</p></li><li><p>Explore as publicações de seus colegas para ampliar seu conhecimento sobre diferentes países.</p></li></ol>]]></description>
         <pubDate>2025-09-10 21:02:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3578826426</guid>
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         <title>Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594353835</link>
         <description><![CDATA[<p>Matheus e Pedro </p><p><br/></p><p><strong>Inflação</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>É o aumento contínuo e generalizado dos preços.</p></li><li><p>No Brasil, a inflação já foi um grande problema, principalmente nas décadas de 1980 e início de 1990, quando os preços subiam de forma descontrolada.</p></li><li><p>Hoje, o país controla a inflação com metas definidas pelo Banco Central e o uso da taxa de juros (Selic).</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Deflação</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>É a queda generalizada dos preços em um período.</p></li><li><p>No Brasil, a deflação é rara. Quando ocorre, geralmente está ligada a crises econômicas, queda no consumo ou excesso de produção.</p></li><li><p>Pode parecer positiva, mas pode prejudicar a economia, pois desestimula o consumo e os investimentos.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Hiperinflação</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>É quando a inflação fica extremamente alta e fora de controle, com preços subindo diariamente.</p></li><li><p>O Brasil viveu hiperinflação nos anos 1980 e início de 1990, chegando a mais de 2.000% ao ano.</p></li><li><p>Esse período só foi controlado com o Plano Real em 1994, que estabilizou a moeda e reduziu drasticamente a inflação.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 18:12:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594353835</guid>
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         <title>alyce e emily </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594377557</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Situação histórica em Portugal</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>Portugal jamais enfrentou hiperinflação nos moldes extremos como os de alguns países latino‐americanos ou do leste europeu no século XX. Sempre teve inflação relativamente moderada, embora em algumas épocas bastante elevada.</p></li><li><p>Nos anos 70-80, especially na década de 1980, Portugal teve inflação anual alta (na casa de dezenas de por cento em alguns anos). Um exemplo: em 1984 a inflação anual chegou a cerca de 28,4%.</p></li><li><p>Periodicamente, portugal também teve anos de inflação relativamente baixa, e em alguns momentos (dependendo do setor ou tipo de preços) taxas próximas do zero ou até negativas (em deflação setorial ou mensal), mas nada que configurasse uma deflação generalizada prolongada como fenômeno macroeconômico dominante.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Situação atual (2025)</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>A inflação anual (Índice de Preços ao Consumidor, IPC) em Portugal está em torno de 2,8% em agosto de 2025.</p></li><li><p>Alguns setores têm pressões maiores: alimentação, transportes, restaurantes e hotéis têm visto aumentos de preços acima da média.</p></li><li><p>A inflação subjacente (que exclui energia e alimentos não transformados) situa-se em algo cerca de 2,4-2,5% ultimamente.</p></li><li><p>Não há sinais de hiperinflação atualmente: inflação mensal excessiva, desvalorização da moeda dramática ou perda generalizada da confiança monetária. A inflação está moderada, dentro de limites toleráveis, embora o aumento de preço de alguns bens essenciais gere preocupações.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Comparativo: Deflação</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>Deflação como fenômeno geral: não tem ocorrido em Portugal nos últimos anos de forma prolongada. As taxas negativas de inflação mensal podem ocorrer em determinados meses, mas a inflação anual permanece positiva.</p></li><li><p>Setores específicos ou produtos (energia, bens importados) podem experimentar quedas de preço em alguns momentos, mas isso não configura deflação ampla.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 18:37:31 UTC</pubDate>
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         <title>China</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594379219</link>
         <description><![CDATA[<p>A China se estabeleceu como uma <strong>potência econômica global</strong>, com um impacto que vai muito além de suas fronteiras. Como a <strong>maior produtora e exportadora do mundo</strong>, o país tem um papel central nas cadeias de suprimentos globais. Isso significa que, se você compra um eletrônico, uma roupa ou até mesmo um brinquedo, há uma grande chance de ter sido fabricado na China. Essa influência direta torna o país um ponto de referência para a estabilidade e o crescimento econômico mundial.</p><p>A relação da China com o Brasil exemplifica essa relevância. A economia brasileira depende fortemente da demanda chinesa por commodities. Produtos como a <strong>soja e o minério de ferro</strong> são pilares das nossas exportações e, quando a economia chinesa desacelera, o impacto é sentido aqui.</p><p><br></p><p>Os desafios da deflação na China</p><p><br></p><p>Enquanto o mundo se preocupa com a inflação, que é o aumento dos preços, a China enfrenta um desafio diferente e preocupante: a <strong>deflação</strong>, que é a queda contínua dos preços.</p><ul><li><p><strong>O que a deflação significa?</strong> Preços mais baixos podem parecer bons para os consumidores, mas sinalizam problemas mais profundos. A deflação na China é vista como um reflexo de uma demanda interna fraca, onde as pessoas estão consumindo menos. Isso pode ser causado por fatores como a crise no setor imobiliário, que fez com que muitas famílias perdessem poder de compra e confiança no futuro.</p></li><li><p><strong>O ciclo negativo:</strong> Quando os preços caem, as empresas ganham menos dinheiro e podem ser forçadas a cortar a produção, reduzir salários ou até mesmo demitir funcionários. Isso diminui ainda mais o poder de compra da população, criando um ciclo vicioso de desaceleração econômica.</p></li><li><p><strong>Comparação com a hiperinflação:</strong> A deflação é o oposto da <strong>hiperinflação</strong>, um cenário que a China não enfrenta há décadas. Enquanto a hiperinflação é um aumento de preços tão rápido que torna a moeda praticamente inútil, a deflação representa um estancamento que pode levar a um longo período de estagnação, como o que o Japão viveu por anos.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 18:39:26 UTC</pubDate>
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         <title>Argentina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594412631</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Inflação</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>É o aumento contínuo e generalizado dos preços.</p></li><li><p>Na Argentina, a inflação tem sido um dos maiores problemas econômicos, especialmente nas últimas décadas.</p></li><li><p>O país enfrenta taxas de inflação muito altas, que afetam o poder de compra da população e geram instabilidade econômica.</p></li><li><p>Atualmente, o Banco Central da Argentina tenta controlar a inflação por meio de políticas monetárias, mas com pouca eficácia.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Deflação</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>É a queda generalizada dos preços em um período.</p></li><li><p>Na Argentina, a deflação é rara, já que o país sofre muito mais com a inflação.</p></li><li><p>Quando ocorre, está ligada a fortes crises econômicas, queda no consumo e aumento do desemprego.</p></li><li><p>Embora pareça positiva, pode prejudicar a economia, reduzindo investimentos e piorando a recessão.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Hiperinflação</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>É quando a inflação fica extremamente alta e fora de controle, com preços subindo diariamente.</p></li><li><p>A Argentina já enfrentou períodos de hiperinflação, especialmente no final da década de 1980, quando a inflação anual chegou a mais de 3.000%.</p></li><li><p>Esse cenário levou à criação do Plano de Conversibilidade em 1991, que tentou estabilizar a moeda ao atrelá-la ao dólar.</p></li><li><p>Apesar de algumas melhorias temporárias, o país ainda enfrenta dificuldades em manter a estabilidade econômica até hoje.</p></li><li><p><br></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 19:19:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3594412631</guid>
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         <title>Fabiolla e Rhamily; País escolhido: Mônaco</title>
         <author>fabiollaccarli</author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3598805886</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>A importância de Mônaco no cenário econômico</p><p>_________________________________________________</p><p>Mônaco é um país bem pequeno, mas é considerado um dos lugares mais ricos do mundo. A economia dele é baseada em turismo de luxo, bancos, imóveis caríssimos e outros serviços. Como não tem imposto de renda para os moradores, muita gente rica vai morar lá, o que aumenta ainda mais o dinheiro que circula no país.</p><p><br/></p><p>1. Inflação</p><p>_________________________________________________</p><p>A inflação em Mônaco não é muito alta. Em 2023, por exemplo, ficou em torno de 5%. Isso mostra que os preços aumentam, mas não de uma forma exagerada como acontece em outros países.</p><p><br/></p><p>2. Deflação</p><p>_________________________________________________</p><p>Deflação é quando os preços caem. Em Mônaco isso praticamente não acontece, já que a economia é bem estável.</p><p><br/></p><p>3. Hiperinflação</p><p>_________________________________________________</p><p>A hiperinflação é quando os preços sobem de maneira absurda e descontrolada. Esse tipo de problema nunca aconteceu em Mônaco, até porque o país usa o euro e tem uma economia bem organizada.</p><p>Conclusão</p><p>Mesmo sendo minúsculo no mapa, Mônaco tem uma importância grande no cenário econômico porque mostra como um país pode ser estável e muito rico com base em serviços e turismo de luxo. Diferente de países que enfrentam problemas sérios de inflação, Mônaco consegue manter sua economia tranquila.</p><p><br/></p><p>------------------------------------------------</p><p>                  Obrigado Pela Atenção!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 03:44:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>França e o mundo internacional  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fernandospereira/6ys6e62mmsizs3s1/wish/3605804084</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentro do cenário econômico mundial a França se destaca em ramos principais como têxtil, alimentício e de bebidas — sendo o vinho um de seus principais produtos destinados à exportação —, aeronáutica, eletrônico, automobilístico, químico, metalúrgico e mecânico. O setor agropecuário responde por apenas 1,7% do PIB, mesmo com a presença de 52,7% de terras agricultáveis na França. Os principais gêneros agrícolas desenvolvidos no país são trigo, milho, batata, uva, maçã e beterraba sacarina, além dos derivados do leite e carne suína.</p><p><br/></p><p>Sobre inflação na França A taxa anual de inflação na França desacelerou para 0,9% em agosto de 2025, vindo de 1% em julho, confirmando estimativas preliminares. A moderação foi principalmente devido ao crescimento mais lento nos preços de serviços (2,1% vs 2,5%), juntamente com uma queda ligeiramente maior nos preços de bens manufaturados (-0,3% vs -0,2%). Os preços da energia caíram a um ritmo mais moderado (-6,2% vs -7,2%), enquanto os preços de alimentos (1,6%) e tabaco (4,0%) subiram à mesma taxa de julho. Em uma base mensal, os preços ao consumidor aumentaram 0,4%, em linha com os dados iniciais e acima do ganho de 0,2% em julho. Isso foi impulsionado por um aumento nos preços de bens manufaturados (1,3% vs -2,4%), especialmente roupas e calçados (5,6% vs -9,3%) após o fim das vendas de verão, e um aumento modesto nos preços de serviços (0,2% vs 1,3%). Os preços dos alimentos também subiram 0,3% após permanecerem estáveis. Enquanto isso, a taxa anual de inflação harmonizada desacelerou para 0,8% vindo de 0,9% em julho, enquanto o IHPC mensal subiu 0,5%, acima de 0,3%.</p><p><br/></p><p>Sobre deflação na França A imprensa econômica francesa demonstra grande preocupação com o risco de deflação no país. O jornal <em>Les Echos</em> destaca que, embora a recente queda nos preços especialmente da energia e derivados de petróleo  possa aliviar temporariamente o poder de compra da população, a longo prazo isso pode desencadear uma desaceleração econômica generalizada. O jornal alerta que a França, segunda maior economia da zona do euro, pode arrastar outros países para a deflação, caso o Banco Central Europeu (BCE) não atue rapidamente, comprando títulos da dívida pública.</p><p>O <em>Libération</em> reforça essa preocupação e critica as políticas de austeridade adotadas na França e na Europa, apontando que elas agravaram o desemprego e enfraqueceram a demanda. Isso força empresas a reduzir preços, o que diminui lucros e leva a cortes de salários e empregos criando uma “espiral infernal” deflacionária. Tanto <em>Les Echos</em> quanto <em>Libération</em> defendem uma ação urgente do BCE para injetar liquidez na economia.</p><p>Já o <em>Aujourd’hui en France</em> aborda o tema sob uma perspectiva mais cotidiana, destacando o impacto da crise no poder aquisitivo da população, especialmente entre aqueles que desejam comprar a casa própria. Todos os jornais convergem na avaliação de que a solução depende de uma resposta coordenada em nível europeu.</p><p><br/></p><p>Sobre hiperinflação na França A França enfrenta uma grave crise política e econômica, após o primeiro-ministro François Bayrou perder o voto de confiança no Parlamento, repetindo o que já havia ocorrido com seu antecessor, Michel Barnier, em dezembro de 2024. A situação reflete a profunda dificuldade em implementar cortes orçamentários para controlar a dívida pública, que já ultrapassa 3,35 trilhões de euros cerca de 114% do PIB e pode atingir 125% até 2030. Com o maior déficit fiscal da União Europeia, entre 5,4% e 5,8% do PIB, a França enfrenta crescente desconfiança dos mercados, que aplicam sobretaxas de risco aos seus títulos públicos. A instabilidade política e fiscal levanta preocupações sobre a estabilidade da zona do euro, especialmente diante da iminência de novas eleições e da dificuldade do presidente Emmanuel Macron em formar um novo governo. Segundo especialistas, o risco de uma nova crise da dívida não é imediato, mas o cenário é preocupante, principalmente num momento em que várias potências globais também lançarão títulos no mercado, elevando ainda mais a pressão sobre o sistema financeiro internacional.</p><p><br/></p><p>Fonte dos site: G1, Brasil escola e jornal RFI</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 12:35:40 UTC</pubDate>
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