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      <title>Psicologia 12° C by Ana Rita</title>
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      <description>As relações precoces</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-12 08:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 12 de março</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula divertida e dinâmica! 🙌</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:51:53 UTC</pubDate>
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         <title>Relações precoces e prematuridade</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma relação recíproca que se baseia num conjunto de comportamentos que nos primeiros anos de vida permitem estabelecer uma conexão a nivel afetivo entre a criança e quem dela cuida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:59:56 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>Designa a necessidade básica e fundamental de conexão do bebé à figura cuidadora ( mãe, pai, avó...). Este elemento é fundamental para o desenvolvimento socioemocional da criança. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:27 UTC</pubDate>
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         <title>Carateristicas da relação de vinculação</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>- A procura de proximidade; <br>- A noção de base de segurança;<br>- O comportamento de refúgio;<br>- A angústia e o protesto face â separação involuntária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:01:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:02:17 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Depressão infantil: <br>-Privação afetiva particial com a figura de vinculação que leva à atonia afetiva, inércia motora, pobreza interativa e desorganização psicossomática da criança;<br>• Síndrome do hospitalismo: <br>-Ao existir uma privação afetiva total e duradoura por parte da figura de vinculação, a criança adquire um atraso global do desenvolvimento, sentimentos de abandono, desamparo e medo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Ansiedade da separação:<br>1a Fase -&gt; A criança chora e chama pela figura de vinculação.<br>2a Fase -&gt; Devido à perda/afastamento da figura de vinculação a criança entra num período de dor e luto.<br>3a Fase -&gt; Criação de uma defesa evitando relações con outras pessoas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:11:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
         <link>https://padlet.com/ana_barradinhas18/6yh42af5i1kx/wish/240741367</link>
         <description><![CDATA[<div>• Vinculação segura, insegura e evitante<br>Mary distinguiu 3 padrões diferentes de vinculação precoce através dos seus estudos.<br>Vinculação segura -&gt; A criança é amigável e brinca com um estranho na presença da figura de vinculação. Esta protesta com a saída da figura de vinculação. No momento da reunião, a criança procura conforto na figura de vinculação sendo rapidamente consolada por esta. <br>Vinculação insegura -&gt; A criança apresenta ansiedade durante toda a experiência. Fica inconsolável no momento da separação com a figura de vinculação. Revela comportamentos de aproximação/hostilidade no momento da reunião. <br>Vinculação evitante -&gt; A criança não altera o seu comportamento com a partida nem a chegada da figura de vinculação. Esta não manifesta os seus sentimentos e reprime a necessidade de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:12:52 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Síndrome do isolamento:<br>Até 3 meses -&gt; As crias isoladas nos primeiros três meses de vida ao serem colocadas em contacto com indivíduos da mesma especie, revelaram comportamentos perturbadores e medo. Alguns macacos não se adaptaram à situação e morreram de anorexia. <br>Até 6 meses-&gt; Os macacos, isolados durante os primeiros seis meses de vida, isolam-se, não interagem com outros primatas, embalam-se e abraçam-se a si mesmos. Adquirem, na adolescência, comportamentos violentos mesmo com as suas crias que, por vezes, chegam a agredir até à morte.<br>1° ano -&gt; Os primatas isolados no primeiro ano de vida adquiriram sentimentos de apatia e indiferença em relação aos outros individuos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:14:42 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow: Experiências com primatas</title>
         <author>ana_barradinhas18</author>
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         <description><![CDATA[<div>1a experiência- Repara-se que a cria apesar de ser alimentada por a "mãe" de arame ela vai escolher sempre a "mãe" de pano, pois esta dá-lhe contácto de conforto.<br>2a experiência: Quando o macaquinho é exposto a um "perigo" ele corre para a "mãe" de pano, onde se acalma e relaxa, sentindo-se protegido. <br>3a experiência: Quando o primáta é colocado num ambiente estranho sem a "mãe" de pano, sente-se com medo e inseguro. Apesar da "mãe" de arame o alimentar o primata não se sente seguro a explorar a sala com ela. Esta segurança é obtida com a "mãe" de pano que lhe oferece a segurança e a confiança necessária para ele explorar o que o rodeia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:50:31 UTC</pubDate>
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