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      <title>Interação nas redes sociais by Vera Menezes</title>
      <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82</link>
      <description>Redes sociais como ambiente ecológico</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-04-11 00:41:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-28 22:41:22 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Redes sociais antes do Orkut</title>
         <author>larissagd</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/165908383</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo dados da Wikipédia, o Orkut foi criado em 2004, enquanto o Friendster é de 2002 e o MySpace e o Hi5 são de 2003. <br>Vale lembrar que, como aparece na Wikipédia e como qualquer um que teve Orkut pôde perceber, a rede social foi usada majoritariamente por Brasileiros e Indianos (países que tiveram o Orkut como rede social líder numa época em que em outros países esse posto era ocupado pelo Facebook, como vemos na matéria do G1). Isso nos faz ter a falsa ideia de que a já extinta rede era mundialmente mais popular do que realmente era.<br>Em 2008, o Facebook já aparecia em segundo lugar no top 20 de acessos no mundo e o Orkut aparecia em nono (Techcrunch).<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Friendster">https://pt.wikipedia.org/wiki/Friendster</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hi5">https://pt.wikipedia.org/wiki/Hi5</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Myspace">https://pt.wikipedia.org/wiki/Myspace</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut">https://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut</a><br><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/07/lider-absoluto-no-brasil-orkut-perde-terreno-para-facebook-na-india.html">http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/07/lider-absoluto-no-brasil-orkut-perde-terreno-para-facebook-na-india.html</a><br><a href="https://techcrunch.com/2008/12/31/top-social-media-sites-of-2008-facebook-still-rising/">https://techcrunch.com/2008/12/31/top-social-media-sites-of-2008-facebook-still-rising/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-11 15:21:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação e Facebook</title>
         <author>larissagd</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/165909342</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de o texto só citar o uso do Facebook na educação, é o que mais acho relevante para nossa disciplina.<br>Acho que a pág. (ou qualquer outra do tipo) é muito útil para manter contato com alunos e colegas e compartilhar informações relevantes. Eu mesma possuo um grupo para manter contato com meus alunos e ex alunos de espanhol, e já participei de vários grupos que professoras criaram.<br>Além disso, algumas págs. são muito boas em relação às informações vinculadas. Cito a página da Fundéu (<a href="https://www.facebook.com/fundeu/?hc_ref=SEARCH&amp;fref=nf">https://www.facebook.com/fundeu/?hc_ref=SEARCH&amp;fref=nf</a>) e Siente China (<a href="https://www.facebook.com/sientechina/">https://www.facebook.com/sientechina/</a>).</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-11 15:25:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relações interpessoais no Facebook</title>
         <author>larissagd</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/165909700</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação às relações interpessoais citadas no artigo, acredito que algumas são verdadeiramente nocivas e podem acabar afastando alguns usuários da rede.<br>A falta de conhecimento sobre as funções do site pode ser, muitas vezes, o responsável por futuros problemas que poderiam haver sido evitados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-11 15:26:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efeito borboleta e caso do médico</title>
         <author>bellalagoeiro</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/165936401</link>
         <description><![CDATA[<div>O efeito borboleta nas redes sociais é muito interessante. Outro exemplo recente e que demonstra bem como uma questão pode ultrapassar os limites do virtual e chegar ao real, é o caso do médico que fez piada no facebook sobre um paciente que falava “peleumonia”, ao invés de “pneumonia”. Depois de uma grande repercussão e várias reflexões, o médico acabou sendo afastado de seu cargo. O mesmo acontece em diversas outras situações; o que o autor da postagem considera como sendo uma coisa simples e talvez até banal toma proporções gigantescas e suscita importantes reflexões, que ultrapassam a esfera virtual. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-11 17:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Facebook: ambiente ecológico</title>
         <author>rafaela_m_siqueira</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/165951064</link>
         <description><![CDATA[<div>Em seu artigo, Vera Lúcia Menezes transpõe o conceito de ecologia para o ambiente do Facebook, atribuindo-lhe o status de comunidade ecológica. Eu achei bem interessante essa representação metafórica da rede social como um sistema ecológico, tratando as "fanpages" como biomas, em que se dão as interações dos usuários, ocorridas por meio da linguagem: mídias virtuais, textos, imagens e vídeos, subsídios para o intercâmbio de ideias entre os usuários da rede.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-11 18:10:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os benefícios das redes sociais </title>
         <author>jessicanmariz</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166051259</link>
         <description><![CDATA[<div>As redes sociais são grandes aliadas na comunicação  e no âmbito educacional. Cabe-nos discutir aqui acerca dos benefícios trazidos à educação. Redes sociais como o Facebook são capazes de proporcionar o contato com diferentes tipos de linguagem: verbal, não verbal, informal, formal.  Além disso, é possível ter contato com a linguagem voltada para o âmbito publicitário e jornalístico, gêneros importantes no estudo da linguagem. Outro aspecto relevante é a possibilidade de discussão oferecida pelo espaço, é possível que o educador se organize para instruir os alunos acerca da utilização das redes sociais mais populares e incentive debates e discussões sobre assuntos pré-determinados. Por meio disso, é possível o trabalho com a capacidade argumentativa e discursiva do educando. Além do Facebook - citado no texto discutido - diversas outras redes sociais podem agregar no processo educativo. Um grande exemplo disso é o Twitter. Esta rede permite que seus usuários façam ''post'' de até 140 caracteres. Com isso, é possível trabalhar, entre outros aspectos, o poder de concisão. As possibilidades de trabalho com as redes sociais são inesgotáveis, o site Nova Escola fez uma discussão bastante interessante sobre o o assunto e que vale a pena conferir no link: <a href="https://novaescola.org.br/conteudo/240/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos">https://novaescola.org.br/conteudo/240/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://novaescola.org.br/conteudo/240/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos" />
         <pubDate>2017-04-12 11:35:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações nos biomas</title>
         <author>jahh_souza</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166128866</link>
         <description><![CDATA[<div>Nunca tinha pensado no Facebook nos conceitos mencionados pela Vera em seu texto (mutualismo, comensalismo, competição e predação), pelos exemplos ficam claras as várias situações que ocorrem na página; apesar da dificuldade de distinguir um termo do outro. O que mais me chamou a atenção é em relação à predação, já vi publicações que falam que uma determinada pessoa fez algo e, sem saber se esta situação é de fato verdadeira, as pessoas compartilham as informações. (Como no caso da mulher confundida com o retrato falado). Outra situação bastante comum são os comentários das publicações, é bastante comum vermos as pessoas trocando palavras de insultos e de agressividade, porque o outro não concorda com sua opinião. Isso quando não criticam uma pessoa por simplesmente visitar o seu perfil, com certeza este tipo de interação não faz bem aos usuários. Ainda acredito que redes sociais, podem trazer benefícios, principalmente no que diz respeito à informação está sempre tão próxima e também pela rapidez na propagação de um conteúdo educativo, por exemplo. No entanto, cabe a cada um ter bom senso no uso.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-12 17:11:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Facebook como ferramenta para o aprendizado</title>
         <author>tatianapaulaleal</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166128902</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-12 17:11:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Facebook como ferramenta para o aprendizado</title>
         <author>tatianapaulaleal</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166129057</link>
         <description><![CDATA[<div>Vera mostra em seu texto como o Facebook pode ser considerado como uma comunidade ecológica, onde existem relações de comensalismo, mutualismo, competição e predação. Infelizmente, é muito comum vermos situações negativas espalhando-se pelo FB, principalmente as que podem ser consideradas como relações de competição e predação. Porém, Vera levanta em seu texto o questionamento sobre o Efeito Borboleta, muito presente no Facebook. Já que quase tudo o que coloca-se no FB alcança proporções gigantescas, essa característica pode ser usada para difundir métodos educacionais. Para os professores, o FB é uma ferramenta muito interessante a ser utilizada, pois é próprio do ambiente dos adolescentes e jovens. Logo, uma publicação interessante, se feita de maneira que atraia os alunos, pode se propagar e alcançar um número maior de pessoas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-12 17:12:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esse mês, em um lugar que eu trabalho, foi discutido com os alunos um tema de redação sobre &quot;Identidade nas redes sociais&quot;. Eles deveriam produzir um texto dissertativo-argumentativo sobre o assunto. Agora, após ler o texto, sinto que esse projeto deveria ser expandido e ampliado. Muitas questões interessantes trazidas pelo texto da Vera (como o &quot;efeito borboleta&quot; ou &quot;mutualismo&quot;) podem ser utilizadas em sala de aula para melhorar a relação (que é, infelizmente, problemática) dos alunos com as redes sociais. </title>
         <author>resende_paola</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166180864</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 00:03:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comecei a assistir uma série, pela polêmica que ela causou no Facebook, imagino que todos tenham lido ou visto algo sobre, a &quot;13 reasons why&quot;. É, na minha opnião, uma série muito muito problemática, mas que tem tido uma alcance gigantesco, acredito que pela repercussão nas mídias.  E acho ela um ótimo exemplo para esse momento do nosso curso por dois motivos: o primeiro, já exposto, é que a grande audiência dela foi causada pelos diversos textos, compartilhamentos e depoimentos divulgados no facebook. Ou seja, uma rede social fez o marketing para a série produzida pelo Netflix. O segundo, é pela temática trazida na série: o bullying, seus métodos de ação e suas drásticas consequências. A agressões psicológicas da série todas envolvem redes sociais como meio de propagação,  grupos de mensagem e facebook, que pelo &quot;efeito borboleta&quot; possibilitam uma viralização tremenda em poucas horas.  Acho muito importante agora que as escolas tratem essa temática, que é um tabu, de forma responsável e coerente. Acredito que discutindo o cyberbullying em aulas de redação e sociologia e associando os conceitos usados pela Vera no texto (comensalismo, mutualismo, etc) com as aulas de biologia seria uma dinâmica interessante para trabalhar uma temática tão complexa, mas MUITO necessária de ser abordada. </title>
         <author>resende_paola</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166181263</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 00:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A tecnologia está totalmente interligada em nosso rotina  nos dias de hoje. Hoje em dia vemos crianças de dois anos, jogando online, tirando selfie, coisas que na minha época não era comum. Com essa idade nem celular eu conhecia.  Em todo o tempo estamos conectados a redes sociais e utilizamos os mecanismos fornecidos por elas, as pessoas acabam se tornando “reféns” da tecnologia e estamos sempre nos adaptamos á elas. Antigamente utilizávamos o Orkut, depois veio o facebook, o whatsapp, twitter, blogger, e outros.Mas as pessoas de um modo geral não se preocupam em utilizar as redes sociais de forma consciente, também devemos nos policiar com o que postamos nas redes, pois é algo muito sério. Recentemente vi uma notícia .,o caso de uma moça que trocava mensagens com um rapaz em rede social, ele pegou essas conversas, áudios e fotos e enviou para os grupos dele no whatsapp, uma amiga da moça por acaso viu a conversa e a relatou tudo. E a moça imediatamente acionou um advogado e processou o rapaz por danos morais, e ganhou a causa. Isso é algo bastante sério, pois a  outra pessoa não tinha o direito de divulgar algo que foi divulgado somente á ele, era pra ser algo reservado e discreto, e o rapaz expôs a moça.Eu não sei mexer muito bem em todas essas redes sociais e nem me adaptei bem a todos os mecanismos, uso mais o whatsapp para comunicar com a família que mora distante, com os amigos. Não me sinto tão refén desses mecanismos e da rede social, utilizo o que necessito e não tento acompanhar tudo que me é exposto.</title>
         <author>camila15_gloria</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166190223</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 02:37:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Migração para outras redes sociais.</title>
         <author>martinha_martins</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166273625</link>
         <description><![CDATA[<div>O FB trata-se realmente de um sistema complexo, mas também adaptativo pois está constantemente mudando para atender as expectativas dos seus usuários. Os resultados no seu uso podem trazer efeitos desproporcionais a mensagens postadas conforme observado pela Prof. Vera em seu artigo dando o nome de “ Efeito Borboleta”. Atualmente as redes sociais, em geral, tem sido uma importante ferramenta para se externar pontos de vista, opiniões, sentimentos, por outro lado, tem sido também fonte intolerância, preconceito, racismo e outras manifestações ofensivas. Das interações citadas no artigo, ‘mutualismo, comensalismo, competição, predação”, considero a última a mais perigosa pois traz várias formas de discriminação como: comentários ofensivos, bullying, incitação à violência, racismo, entre outros. Apesar da dinamicidade desta ferramenta, já começo a perceber uma migração das pessoas para outras redes como o Instagram, justamente por causa das interações predatórias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 15:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Facebook realmente é uma ferramenta muito importante no nosso dia a dia, como a Vera citou em seu texto. Mas pensando bem,  nunca havia percebido que poderia ser um recurso útil para usarmos em prol da educação (planejamento de aulas, propostas de atividades, contato aluno/professor, etc). Se bem aproveitado, é uma ferramenta e tanto, já que é algo tão presente na vida dos adolescentes, jovens e até mesmo muitas crianças. O fb possui muitos recursos para usarmos em nosso favor ao invés de enxergamos como um inimigo. Se é algo que prende tanto a atenção das pessoas de uma forma geral, porque não tirar proveito disso. </title>
         <author>raiane_cristiane</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166332772</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 22:06:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook e seus usos</title>
         <author>marinacoutor</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166333334</link>
         <description><![CDATA[<div>O FB, ferramenta criada em 2004, teve um crescimento extremo após alguns anos de existência que foi capaz de "derrubar" o Orkut, que foi cancelado e tirado do ar em 2014. Nessa ferramenta, vemos várias formas de uso, indo de uma ferramente auxiliar de ensino, a uma forma de manter o contato entre amigos. Como a professora Vera apresenta em seu artigo, a rede social pode ser comparada às interações sociais reais, através de aspectos como mutualismo e comensalismo. Vê-se assim que o comportamento dos usuários no espectro da rede social é um espelho do seu comportamento na vida real.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-13 22:23:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A dualidade da rede</title>
         <author>milagres_daniella</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166336742</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook é um meio de interação fundamental do século XXI, mas como apontado no texto, acaba sendo uma ferramenta muita mais de exposição de opiniões do que informacional, como seria o papel&nbsp; dos principais meios digitais. O engajamento social passa a ser muito ligado a como o sujeito espera que o mundo o veja, já que nem sempre é a realidade que está sendo exposta na rede, uma "amostra virtual do mundo real" (página 3).&nbsp;<br>Acredito que por essas características, dentre outras, a ideia de comunidade ecológica é tão interessante para se entender o FB, em que aquilo que ocorre na rede é reflexo do mundo contemporâneo, as coisas refletem e são refletidas a todo instante. Inclusive, questões negativas, como o bullying.&nbsp;<br>O facebook acaba criando para o usuário a falsa ilusão de que tudo é permitido, pode ser falado e, de certo modo, anônimo. Por isso, é comum ver preconceitos, estereótipos e comportamentos agressivos.&nbsp;<br>Com essas questões postas, é fundamental que seja feito um trabalho em sala de aula com esse meio virtual. Entendê-lo como uma comunidade ecológica e explorar suas características são importantes para um  letramento digital dos alunos. Ajudando não só no entendimento dessa rede e nos modos de utilizá-la, como fazendo um ensino mais interdisciplinar.&nbsp;É necessário não partir da ideia de que os alunos inseridos já sabem como usar e um uso consciente, e extrapolar o estudo desse gênero. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 00:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interação Tecnológica: Artifício de Força Política </title>
         <author>jessica_angel23</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166338901</link>
         <description><![CDATA[<div>As redes sociais dizem respeito a ambientes virtuais em que há a troca de ideias, bem como de ideais a partir da contribuição digitalizada proveniente de diversos indivíduos. Nesse contexto, tais mecanismos, na última década, se tornaram relevantes ferramentas de atuação política; exemplo isso foi evidenciado a partir das últimas manifestações populares do território nacional, dado que esses mesmos movimentos foram, principalmente, planejados e divulgados por meio das redes entre 2015 e 2017. Não obstante, esses corpos tecnológicos atuam para além do âmbito político, pois cada vez mais cidadãos usufruem daqueles a fim de propagar ideologias e questionamentos sociais, pois, atualmente, grupos étnico-raciais reivindicam tanto direitos quanto deveres graças as comunidades tecnológicas com mais facilidade, mas também legitimidade. Então, essa validade é (re)construída pela força atribuída aos postulados tendo em vista o número de indivíduos os quais apoiam e compartilham, como no caso do Facebook, informativos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 01:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interação nas redes sociais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166346709</link>
         <description><![CDATA[<div>desde que o Facebook surgiu, após à comunidade do Orkut, que também reunia grupos de amigos. O mais interessante para os usuários do Face era o compartilhamento de seus momentos.O mesmo funciona também como uma pequena agenda que avisa data de aniversário e de amigos,mostra e- mail, existem também os que deixam o número de telefone. Virtualmente, foi criado um mundo em que sujeitos poderiam se manter conectados, compartilhando a sua individualidade através de fotos e suas opiniões através de comentários e da aba "diga o que você está pensando agora."A auto afirmação passou a valer à partir das curtidas e muitos em determinados casos só mantém contato através do chat e notícias de pessoas pelo Face. Pessoas muito tímidas passaram a ter mais coragem de se comunicarem através da página social. Os 'emotions' que simbolicamente como o indivíduo está e se senti tornou em uma manifestação de sentimento.Infelizmente, nem todos tem uma boa consciência para o bom uso do Face, pois agressões verbais são feitas explicitamente, intolerâncias e preconceitos, oque é pior. A página também tem tem a capacidade de separar as "tribos". Isso é bem explicito nos grupos e qual tipo de público eles se destinam.Assim, as pessoas interagem entre si  postagens e mensagens de interesse coletivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 05:26:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interação nas redes sociais</title>
         <author>kellyguidotti</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166349232</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Desde que o Facebook surgiu, após à comunidade do Orkut que também reunia grupos de amigos.O mais interessante para os usuários do Face era o compartilhamento de seus momentos. O mesmo funciona também como uma pequena agenda que avisa as datas de aniversários dos amigos, mostra e-mails, existem também os que deixam o número de contato pessoal. Virtualmente, foi criado um mundo em que sujeitos poderiam se manter conectados compartilhando a sua individualidade através de fotos e suas opiniões por meio de comentários e da aba "diga o que você está pensando agora". A auto afirmação passou a valer à partir das curtidas e muitos em determinados casos só mantém contatos através do chat e notícias de pessoas através do Face. Pessoas muito tímidas passaram a ter mais coragem de se comunicarem através da página. Os emojis que transmitem que transmitem simbolicamente como o indivíduo está ou se senti se tornou em uma manifestação de sentimentos. Infelizmente, nem todos tem uma boa consciência para o bom uso do Facebook, pois agressões verbais são feitas explicitamente, intolerâncias e manifestações de preconceito.Ele também tem a capacidade de separar as "tribos". Isso é bem explicito nos grupos e que tipo de público os indivíduos se destinam. Assim,eles integram entre si postagens e mensagens de interesse coletivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 06:52:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Interações no Facebook</title>
         <author>kassia_mca</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166351296</link>
         <description><![CDATA[<div>As redes sociais são grande parte das interações humanas nos dias atuais. O Facebook é uma rede que abriga imensa diversidade de pensamentos e comportamentos, ora saudáveis, ora desagradáveis do ponto de vista social. Mesmo sendo uma conta pessoal, ela está inserida em um contexto público, onde regras devem ser respeitadas. O direito de falar e fazer o que pensa não subjaz o dever de respeitar o outro.  <br><br></div><div>O sistema ecológico do Facebook defendido por PAIVA (2016) abriga situações análogas aos comportamentos cotidianos nos diversos setores, como o escolar, o mercado de trabalho ou o núcleo familiar, porém, parece potencializado pela impressão de intocabilidade promovida pela internet.<br><br></div><div> É importante, enquanto profissionais da educação, tentarmos entender estes comportamentos dos membros do Facebook, pois muitos deles podem influenciar a vida cotidiana dos alunos das próximas gerações, talvez até mais do que têm influenciado os estudantes da geração atual. Acredito que para sermos capazes de lidar com os diversos comportamentos, devemos entender os efeitos e influências que as interações dentro das redes sociais são capazes de causar nas pessoas em fase de formação psicológica e social. Além, claro, de tentar administrar o espaço escolar da melhor forma possível para que todos se respeitem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marilia_martins</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166370858</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo "Facebook: um estado atrator na Internet" levanta questões muito interessantes sobre a forma como interagimos nas redes sociais, tratando mais especificamente do Facebook. Sendo visto, principalmente, como uma ferramenta de "engajamento social" o Facebook está presente na vida de milhões de pessoas que, muitas vezes, não têm consciência de como esta ferramenta, nutrida pela linguagem, pode interferir nas relações humanas de maneira benéfica ou não. A comparação utilizada neste texto, do Facebook como uma comunidade ecológica, é totalmente pertinente e vem nos mostrar, através dos exemplos, que assim como na natureza, este "bioma virtual" segue, de certo modo, a "padrões de interação" (mutualismo, comensalismo, competição e predação ou vandalismo). Assim, tendo em vista tais padrões, acredito que  devemos estar atentos às potencialidades desta ferramenta, que representa um grande avanço na interação entre os indivíduos, que tem a possibilidade de, através de seu "sistema ecológico", praticar "ações altruístas", mas que também podem agir de forma "não conveniente", praticando a competição e a predação, tornando esse ambiente menos harmonioso e interessante para outros usuários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 13:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook e seu ecossistema</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166386190</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 16:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso do Facebook como ferramenta educacional?</title>
         <author>livia_gfiuza</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166386575</link>
         <description><![CDATA[<div>A professora Vera Lucia aborda o tema das interações em redes sociais, mais especificamente o FB, em seu artigo, de uma maneira que eu, particularmente, nunca tinha pensado (com as ideias de comensalismo, mutualismo, predação, etc.). Sempre tive muita dificuldade de ver o Facebook como uma ferramenta que poderia ajudar de maneira positiva a educação, pois muitas vezes (especificamente em época de eleições ou quando alguma notícia polêmica era postada) via postagens e comentários muito agressivos em minha timeline (que algumas vezes eram mentirosos e não contribuíam para o debate saudável de ideias, sendo somente um jogo de poder, de quem está "certo" ou quem está "errado") , o que fez com que eu me afastasse bastante da rede. Após ler sobre os exemplos de situações de mutualismo e comensalismo no FB, acredito que ele possa ser usado na educação como uma plataforma de compartilhamento de informações a respeito de cursos, ou até um link para um vídeo ou para materiais didáticos, uma explicação a respeito de uma matéria que cause mais dúvidas nos alunos (pensando no ensino da língua inglesa,&nbsp; que é com o quê trabalho atualmente) ajudando assim a manter o contato com os alunos, além de ajudá-los em suas dúvidas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 16:22:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>aline_diniz6</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166386698</link>
         <description><![CDATA[<div>Como todo usuário de um sistema sabe como ele acontece, posso dizer que a leitura do artigo me fez perceber que tomar notas de ocorrências do nosso dia-a-dia pode nos ajudar a compreendê-las melhor e a evitarmos a contaminação do mesmo. Como exemplo, o indivíduo que pratica a ''competição virtual" pode ter problemas de autoaceitação e baixa autoestima, e, uma vez que ele passa a ter consciência deste fato, ele pode buscar ajuda quanto a ele. Sendo assim, tal estudo pode até mesmo contribuir para a psicologia, ao invés de ter o intuito de apenas relatar ocorrências no mundo virtual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 16:23:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook ferramenta fundamental da rede social nos de hoje</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166407752</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook como qualquer outra rede social, tem como finalidade, propor a um público variado e extenso maior agilidade na interação da informação. Atender a demanda da grande maioria dos usuários u</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-04-14 21:43:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Facebook e os impactos para a Era Digital</title>
         <author>felipe91f_silva</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166408059</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook é uma das ferramentas mais utilizadas por um público diverso e um utensílio multitarefas, que agiliza todas as necessidades pertinentes ao cotidiano do usuário. Como foi colocado no artigo da professora Vera Lúcia Menezes, colocando os conceitos e metáforas do universo da ecologia para o mundo virtual, percebemos que a relação das redes sociais, inclusivamente, a relação do Facebook, nos traz a um entendimento de uma rede de dependência e conexão a diversos eixos da sociedade, através de compartilhamentos e interações com diversas pessoas de diversos lugares, uma troca agilizadora nas informações, como material de apoio para pesquisa e ensino educacional e entre outros. O Facebook, pode ser dividido por dois gumes fundamentais, que apresenta visões diferenciadas: os prós e os contras. Os prós já foi citado anteriormente, principalmente, tratando-se como uma ferramenta de auxílio para a educação. Já os contras, está inteiramente relacionado a forma como o usuário irá usufruir desse meio. Como é visto em pesquisas e estudos sobre o uso das redes sociais, geralmente pessoas com baixa auto estima, depressivas e ansiosas, tendem a utilizar o facebook, como uma forma de aliviar as pressões do mundo cotidiano, porém, funciona como mera camuflagem pontual.<br>Gostaria compartilhar, um vídeo do posicionamento do filósofo Luís Filipe Pondé, que trata a relação da sensação dos momentos de felicidade com o uso das redes sociais.Segue o link:<a href="https://www.youtube.com/watch?v=OQ1FPUHekk4">https://www.youtube.com/watch?v=OQ1FPUHekk4</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-14 21:52:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efeito borboleta </title>
         <author>sharonlima_sharonf</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166444497</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto da Vera é mencionado o efeito borboleta no FB, achei muito interessante, pois muitas vezes um simples comentário pode gerar uma discussão gravíssima, ou seja, as pessoas precisam saber separar certas coisas, o FB deveria ser um local para entretenimento apenas, mas muitos querem expor suas opiniões, discutem com outros, expõe as próprias vidas, e fazem deste local que deveria ser uma distração, um sacrilégio para si próprios!</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-15 22:28:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>guta_matos</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166444502</link>
         <description><![CDATA[<div>Paiva (2016) provoca reflexões acerca da possibilidade de se observar as interações humanas em um ambiente artificial, o Facebook, à luz de conceitos ecológicos. O fato de que o ser humano consegue transpor características essencialmente naturais para um ambiente essencialmente sintético aponta que são as relações interpessoais, e não o ambiente onde elas acontecem, que realmente está voga. O fator humano é que torna possível a aplicação desse conceito das relações ecológicas homotípicas em uma análise das interações que acontecem no Facebook. Acredito que, tomando isso como pressuposto, é possível concluir que o fator 'humano' transforma o ambiente artificial em algo próximo ao natural, ao menos em relação ao uso de conceitos que seguem essa linha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-15 22:28:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandatiagosousa</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166448244</link>
         <description><![CDATA[<div>As metáforas da ecologia usadas no artigo de Paiva (2016), foram uma interessante maneira de analisar os usos feitos da ferramento Facebook pelos seus usuários.<br>A metodologia contou com colaboradores que exemplificaram os conceitos usados : mutualismo, comensalismo, competição e predação, em situações reais da rede social. O que facilita o modo de entender e aplicar as metáforas da ecologia.<br>A abordagem do que se chama de Efeito Borboleta enriqueceu o artigo, pois está sendo cada vez mais comum nas redes sociais que permitem a interação direta com comentários entre seus leitores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 02:42:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações no Facebook</title>
         <author>Talita_Martins_Mendes</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166471054</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook surgiu em 2004 com a intenção de ser uma rede para estudantes da Universidade de Harvard, mas a rede social foi além daquele local e hoje tem bilhões de acessos mensais. Um dos reflexos desse uso desenfreado é o bullying. Nesse ambiente, as pessoas acreditam que não podem ser controladas e se sentem livres para falar, muitas vezes, coisas que não teriam coragem de dizer ao vivo. A ideia de ter um computador na frente e não uma pessoa leva muitos a acreditarem que não sofrerão consequências de seus atos. Um fato interessante do texto de Vera Menezes é a análise do Facebook como uma comunidade ecológica. Apesar da rede ser voltada para pessoas acima de 13 anos, a rede conta com crianças, adolescentes, adultos e idosos. Pessoas de diferentes culturas e ideologias. Pensar na rede social como um bioma faz com que percebamos a interação do ser humano como animalesca. Os conceitos competição e predação, presentes na natureza e explicitados por Menezes são os que eu mais vejo nessa rede. Pessoas que criam páginas que degradam outras, que postam imagens com objetivo de denegrirem outras pessoas a custas de “likes” que promovem a sensação de superioridade. Estar no topo de feed de notícias tornou-se essencial para muitos, ainda que seja a custo da imagem alheia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 15:25:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook e nossas atitudes</title>
         <author>rubens_viegas</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166474668</link>
         <description><![CDATA[<div>Extremamente interessante a forma que o artigo conseguiu transpor a organização ecológica natural para o a organização do Facebook. Nunca havia parado para pensar nessas formas de interação que acontecem na página e ilustra-las de forma tão comuns para os demais. É claro que algumas dessas interações já haviam sido percebidas por mim, assim como acredito terem sido percebidas por muitos outros usuários do Facebook. Outro ponto que me chamou bastante atenção durante a leitura foi o seguinte. Quantas vezes eu não estive em um dos papéis e naquele momento, qual era a minha intenção por trás de uma postagem, curtida ou compartilhamento de algum conteúdo na minha página. Quando acabei gerando um "efeito borboleta", como me senti ao perceber que uma postagem estava tomando um rumo diferente do proposto. É fato que não temos controle sobre as atitudes e pensamentos dos demais, mas muitas vezes, assim como na vida real, "jogamos" coisas em nossa timeline com a intenção de ter uma interação mutualista, comensalista, competitiva e predatória. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 17:03:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook</title>
         <author>augustocvidal</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166478802</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixei de usar o Facebook a alguns anos e vejo com receio o domínio que ele exerce sobre os usuários&nbsp; da Internet. A própria estrutura desta rede social favorece a polarização das discussões e o isolamento dos participantes em universos customizados nos quais apenas o que lhe agrada é exibido. Reconheço que o próprio site vem tentado desarticular essa tendência&nbsp; com ferramentas que permitem ao usuário sair de sua "bolha", porem penso que esta é uma tarefa difícil considerando que os usuários atualmente se sentem confortáveis com um ambiente que ecoa suas opiniões. Além disso, o Facebook procura agregar entretenimento e noticias numa mesma experiência, o que pode ser perigoso quando a confusão entre esses dois elementos distintos. Ter o Facebook como sua fonte principal de noticias, entretenimento e contatos sociais pode ser um comportamento não benéfico para o usuário da Internet.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 19:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook: referência aos biomas naturais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166485609</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante a abordagem apontada por&nbsp; Paiva (2016) no texto "Facebook: um estado atrator na internet", ao abordar a questão da interação humana com as tecnologias digitais. É interessante a demonstração de dados referentes a "que a comunidade do FB tem comportamento semelhante ao dos biomas naturais com interações mutualistas, comensalistas, competitivas e predatórias" (PAIVA, 2016, p. 14). </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 22:22:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166485609</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Facebook: referencia aos biomas naturais</title>
         <author>rejaneadrieneal</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166485952</link>
         <description><![CDATA[<div>Muito interessante a abordagem apontada por&nbsp; Paiva (2016) no texto "Facebook: um estado atrator na internet", ao expor a questão da interação humana com as tecnologias digitais. É relevante a demonstração de dados referentes <strong>à</strong> indicação de "que a comunidade do FB tem comportamento semelhante ao dos biomas naturais com interações mutualistas, comensalistas, competitivas e predatórias" (PAIVA, 2016, p. 14). A relação efetuada no texto entre o FB e o contexto da área da Biologia é complementar no sentido de fazer entender os comportamentos provindos da participação nessa comunidade. E uma maneira de exemplificar os acontecimentos, os contatos existentes no FB, resultando em um entendimento comportamental dos usuários. A percepção do que ocorre, a partir do enfoque no texto, explicita&nbsp; as várias atitudes como também a dimensão que a linguagem e a comunicação podem atingir, de uma maneira ou de outra, por um campo de visão ou por outro, fato em que um determinado <em>post</em> é mutualismo para uns e comensalismo para outros, como apontado. As interações ocorridas nessa rede social, visualizadas a partir dos variados conceitos biológicos, aponta uma diferente leitura desse campo tecnológico que é tão acessado e compartilhado.</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-16 22:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook: nossa caverna de Platão (de plantão)</title>
         <author>claudiojjss</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166489596</link>
         <description><![CDATA[<div>Interessante a abordagem a respeito de competição. O que percebo é a autopromoção desenfreada e injustificada durante as 24 horas por dia. Pessoalmente, isso foi uma das razões que me fêz diminuir ainda mais o uso (leitura e postagens)do FB, que já era pouco frequente. Quase não acesso justamente por perceber essa projeção (super) idealizada. Sabemos que a vida não é somente feita de viagens, fotos na praia, encontros com amigos, pratos gourmet impecáveis, abraços e afins... No entanto, com o crescimento do FB ao ponto de empresas de recrutamento e seleção do mercado buscarem informações pessoais e ou profissionais de potenciais candidatos de emprego, vi que será sim necessário criar uma imagem alternativa para que esta seja projetada para fora da "caverna" (em referência ao Mito da Caverna de Platão). <br>&nbsp;<br><strong>Realmente. </strong><br>Acredito que a competição, colaboração, o comensalismo e até mesmo a predação em ambientes virtuais estão presentes no lançamento de novos produtos no mercado, marcação de manifestações, correntes para divulgar o desaparecimento de pessoas e para arrecadar recursos financeiros para alguém que precisa. A rede existe tanto para bem quanto para o mal (me refiro à palavra "mal" quando sabe-se que não será estabelecida uma relação "ganha-ganha"). Questionar e por fim concordo que uma imagem bem construída se faz necessária para alcançar o objetivo esperado e o sucesso. Pena que considera-se fundamental legitimarmos nossa presença neste ambiente virtual inicialmente, dependendo de nossas necessidades, dentre elas, algumas que citei acima. Aquele que não comunga dela, que não participa, no mínimo, terá menores amplitude e velocidade na divulgação de ideias, curriculum, propagandas, ações de vendas etc...<br><strong>Voltando ao Mito</strong>: não seríam então, nossas imagens projetadas mais importantes então do que realmente somos quando estamos desconectados?<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 00:24:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Facebook</title>
         <author>jimanotsu</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166491639</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei interessante o que Paiva (2016) diz no texto "Facebook: um estado atrator na internet", mesmo que ache isso um distante da minha vivência (de quem fica muito na net). O Facebook realmente é um agregador - e até mesmo o Zuckerberg já indicou seus planos de que o usuário não precise sair do FB para fazer suas atividades (isso explica a inclusão de um chat, videos, story mode, e-mail, etc, você não precisa de múltiplas plataformas). Redes sociais conectam as pessoas e fazem parte de nossas vidas de forma que não é mais possível separar um de outro - estamos realmente vivendo na Matriz descrita por William Gibson nos livros Neuromancer, Idoru e Monalisa Overdrive. É, como diz o texto, um bioma, uma ecologia digital, com seus biomas, integrações e etc.<br><br>No entanto preciso ser honesto e dizer que não concordei com algumas coisas. Achei certas coisas meio "datadas" pra pessoas da minha geração, no sentido de que a literatura cyberpunk já discutia tudo isso desde os anos 1980 (por exemplo: O termo "cyberspace" foi cunhado por William Gibson). A noção de convivência complexa num mundo digital já era explorada em Neuromancer por Gibson - dizendo a mesma coisa do texto de que o comportamento virtual reflete o real; Philip K Dick já explorava todas as questões morais de convivência em biomas tecnológicos em seus livros e ensaios - e sem entrarmos em obras orientais como Serial Experiments Lain, Ghost in The Shell (que eu considero como uma das melhores metáforas sobre "predação" digital e a forma como Motoko Kusanagi lida com isso, daí a metáfora do "fantasma" - a alma, a pessoa - numa concha - o computador, a máquina) e outras. <br><br>Fiquei com a impressão de que o texto faz o FB parecer algo inovador quando na verdade não foi o primeiro ou melhor, acredito que seu alcance se deveu mais ao fato de ter uma interface de uso fácil, e que o FB limitou a comunicação através do sistema de algoritmos que seleciona aquilo que o usuário lê/recebe - logo, eu acho que o FB não ajuda na comunicação e nem cria um bioma digital sustentável, mas serve para "cortar as pernas" de qualquer discussão mais aprofundada.<br><br>O FB já está velho e está sendo cada vez mais usado por gente velha, enquanto usuários jovens optam pelo Snapchat/Twitter/Tumblr/Instagram (o Insta pertence ao Facebook, o que é interessante como "diversificação") - principalmente porque os pais, professores, etc estão no FB e "orkutizam" as redes sociais.<br><br>As redes sociais são dinâmicas e se movem muito rapidamente, na mesma época do Orkut havia o My Space (até hoje existe, comprado pelo Justin Timberlake, mas com um foco diferente) e do MySpace saíram bandas como Arctic Monkeys, Skrillex (Sonny Moore, ainda no From First To Last na época) e outros que são grandes hoje, criando uma comunidade de conversas, amizades e tudo mais no mundo digital. E haviam redes sociais como o M.O.C, Make Out Club, para conversas sobre assuntos alternativos. Em meados de 2010's a moda era o Tumblr (que ainda é forte, mas não tanto), o DeviantArt (para pessoas que fazem desenhos, HQs, etc) e hoje, uma das mais movimentadas é o Wattpad (para escritores, revelando autores que publicam hoje em editoras tradicionais). O FB é só uma peça do mundo digital e uma peça que já caminha para a estagnação, embora não pareça.<br><br>As oportunidades de ensino e aprendizado nela são limitados, a forma de funcionamento entre grupos/comentários não funciona muito bem (criando brigas, Trolls, brigas em timelines) e facilita a proliferação de pombos enxadristas (como é definido no Wikipedia: "O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia">conceito psicológico</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_(psicologia)"><strong>complexo</strong></a><strong> do </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pombo"><strong>pombo</strong></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Enxadrista"><strong>enxadrista</strong></a>, <strong>síndrome do pombo enxadrista</strong> ou <strong>complexo do pombo xadrezista</strong> foi criado na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet">Internet</a> como uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ironia">ironia</a> com uso expansível a determinada atitude tomada em qualquer <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Debate">debate</a>. É usado para descrever o comportamento de um dos lados em uma discussão, onde um lado (invariavelmente o menos provido de referências e bases técnico-científicas, ou <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Formalismo">formalismo</a>), sem mais <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Contra-argumento">contra-argumentos</a>, age com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imaturidade">infantilidade</a>. Seu comportamento é descrito pela seguinte frase:<br><br></div><div>Discutir com Fulano é o mesmo que jogar <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xadrez">xadrez</a> com um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pombo">pombo</a>: ele <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Defecar">defeca</a> no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tabuleiro_(xadrez)">tabuleiro</a>, derruba as <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pe%C3%A7as_de_xadrez">peças</a> e sai voando cantando vitória."<br><br>O FB é um falso ambiente ecológico na minha opinião. Ele não incentiva um diálogo mais profundo sobre nenhum assunto, mas apenas comentários curtos e superficiais, mesmo que sobre temas importantes. Outras redes sociais fornecem mais oportunidades de aprendizado sobre qualquer assunto do que qualquer grupo no Facebook. O mesmo se aplica aos apps como Live Mocha para línguas, o falecido Grooveshark para música e debates musicas, 4 Chan, Youtube (em que posso aprender qualquer coisa com outros usuários).<br><br>O FB tem suas utilidades, mas não vejo tanto brilho nele quanto muita gente enxerga - digo brilho, mas acho que a palavra certa é "oportunidades".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 01:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marinasilvafonseca</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166494449</link>
         <description><![CDATA[<div>O poder de uma rede social na atualidade é imensurável.&nbsp; Paiva (2016) parte da lógica do Facebook como uma comunidade ecológica, onde os conceitos como os de ''mutualismo'', ''comensalismo'', ''competição'' e ''predação'' são transpostos para as interações que ocorrem dentro da rede social, ou seja, as ''interações nos biomas''. Como exemplo, diante do cenário político do nosso país é difícil não se envolver em discussões virtuais por desentendimentos, traduzida como ''predação'' caso o texto tenha dizeres que ofendem ou absurdos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 01:57:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FB- as interações nas redes sociais</title>
         <author>tatalyyma</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166496065</link>
         <description><![CDATA[<div>É interessante notar no texto de Paiva (2016), como as relações e interações humanas tornaram-se complexas com os recursos de tecnologias e usos de redes sociais.&nbsp; Mas a tecnologia não veio para simplificar as coisas? Sim, mas é preciso entende-la, saber usá-la, conhece-la, e não apenas utilizá-la pela intuição. O texto mostra que a partir do uso social, das relações, das interações humanas através das redes sociais, gera um sistema complexo, assim como o sistema real. A referência é a dos biomas naturais: " Uma comunidade ecológica virtual reproduz comportamentos semelhantes aos encontrados nos biomas naturais, por meio de textos, vídeos, áudio e imagem, em uma rede intricada de hipertextos. Essa comunidade pode ser descrita como um sistema complexo. Paiva (2016)".&nbsp; Além disso, é importante notar como a linguagem é utilizada neste meio virtual. Segundo o texto: "Cuonzo (2010, p.178), buscando suporte na teoria da fofoca (Dunbar, 1996), acredita que “a linguagem humana evoluiu como um meio para formar alianças sociais e não para transmitir informações” e vê uma nova realidade social no FB onde os vínculos sociais são mediados por uma nova forma de comunicação. " São atribuídas novas linguagens pela maneira da comunicação, a forma de compreensão e o jeito de ser compreendido, como por exemplo, o surgimento de emojis, para suprir a&nbsp; falta de representações de sensações e sentimentos. É preciso notar também, como a autora destaca a participação do usuário na rede social, não é uma participação 'linear', ela acontece de acordo com as 'reações' das pessoas, e isso, gera outras reações imprevisíveis, o chamado efeito borboleta tratado no texto. Portanto, fica clara a complexidade do sistema de relações de redes sociais, sua comunicação e sua interação como meio, assim como o ser humano o é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 02:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>FB e suas reverberações.</title>
         <author>angelo_neto</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166528300</link>
         <description><![CDATA[<div>É incontestável o poder da "social media", e o texto de Paiva (2016), vem para pontuar aspectos relevantes de uma geração profundamente marcada pelas possibilidades de interações virtuais. Penso ser muito difícil encontrar alguém que saia "ileso" das influências e efeitos das redes socias. Atire o primiero "like", Dê o primeiro "retweet", "compartilhe" o primeiro julgamento aquele que nunca tornou público uma foto que registra um momento privado, seja no sítio da família, na festa do amigo, no jantar da empresa. Difícil também seria encontrar quem nunca tornou publico um comentário, um ponto de vista, uma opinião. Aquele que nunca compartilho um vídeo, uma receita, desabafou sobre um término dramático em relacionamentos, ou até mesmo quem nunca comecou a se relacionar por meio de ferramentas de interação social digital e, não só começou por lá, como fez questão de tornar a n´otícia pública, por meio da mudança de status, juras de amor eterno em forma de postagem e fotos apaixonadas. Se pararmos um minuto para pensar em tudo isso, de fatotorna-se tarefa difícil, quase uma missão impossível, viver longe ou sem acessar as redes sociais. Em seu texto, em que analisa as dimensões e formas que assumem as interações por meio das mídias gitais, Paiva (2016), citando&nbsp; Wilson, Gosling a Graham (2014, p.209), Vai dizer que: "o que mais motiva as pessoas a usarem o FB é o engajamento social e o desejo de estar&nbsp;</div><div>em contato com amigos" Para além disso. citando McAndrew e Jeong (2012), Paiva ressalta ainda que:&nbsp; "há os que usam o&nbsp;</div><div>FB para se engrandecer, como um traço de personalidade". Conforme se nota, múltiplas, diversas e incontestáveis são as formas de se apropriar, usufruir, e entrar em contato com as mídias sociais, pois vários são os usos e apropriações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 12:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>Facebook</title>
         <author>juciteodoro</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166547476</link>
         <description><![CDATA[<div>FB foi criado em 2004 superou as expectativas de seus criadores tornando-se, assim, um ambiente de variadas interconexões. Esse ambiente como interage pode ser comparado como biomas naturais e uma frase de Duarte (2014) apud Paiva (2016) me chamou muito a atenção: “Internautas usam as redes sociais para externar seus preconceitos, intolerâncias e insensatez, sem medir as consequências de suas opiniões” (p.5), pois muitos usuários pensam que só porque é virtual vale tudo. Acho que não.</div><div>No sentido de predação apontados pela autora no texto "Facebook: um estado atrator na Internet" onde comentários ofensivos, o <em>bullying</em> e outros tipos de violência afetam os usuários e podem levar adolescentes ao suicídio.&nbsp;<br>Um caso recente que teve repercussão no FB e em muitas mídias foi o jogo da Baleia azul, que conscientizou muitos pais sobre essa agressão que os filhos estavam ou poderiam estar sofrendo na internet.&nbsp; O que mostra um grau de intolerância com o próximo, ou seja, o sentido predatório dos animais mencionado no texto. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 13:56:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FB mudanças e confusões </title>
         <author>tamires_tmr</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166548323</link>
         <description><![CDATA[<div>É impossível negar que as redes sociais, especificamente o Facebook trouxe muita mudança e facilidade de comunicação na vida das pessoas. Trata-se de uma rede social extremamente útil porém que também trás consigo muitas questões negativas. Uma dessas questões é abordada no texto nomeada de efeito borboleta por Lonrenz (2001) onde uma simples postagem acaba gerando grandes discussões , comentários maldosos e preconceituosos. Infelizmente isso é algo muito comum hoje em dia e o FB talvez seja a rede social onde isso ocorre com mais frequência. Portanto é interessante pensar que uma rede social criada com o intuito de reunir alunos tenha chegado a uma proporção tão inesperada e seja usada de maneira tão errada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 14:00:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>e-Ecologia</title>
         <author>claremilia</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166550822</link>
         <description><![CDATA[<div>Em <em>Facebook: um estado atrator na Internet</em> , Paiva (2016) compara as interações na rede social com os conceitos de mutualismo, comensalismo, competição e predação.&nbsp; Isso ocorre porque o Facebook, assim como as demais redes sociais, nada mais são do que uma extensão de nossas relações.&nbsp; <br>As redes sociais foram criadas para conectar pessoas de uma forma construtiva e, realmente, existem muitos que as utilizam com este fim. Podemos encontrar vários grupos de autoajuda, reencontro de velhos amigos e até pedidos de ajuda, como o caso da aluna do Colégio Magnum que precisava de um tratamento caro no exterior e conseguiu doações através de sua página no Facebook e do site <a href="https://www.vakinha.com.br/">Vakinha</a>.<br>Mas, assim como o mundo real, não só de boas experiências é feito o mundo virtual. Nas redes, as pessoas dizem tudo o que querem em suas páginas, acreditando estarem salvos pela "liberdade de expressão", mas confundem opinião com preconceito e ameaça, sem se importarem com as consequências de seus atos.<br>Acredito que, em sala de aula, podemos utilizar as redes sociais para conscientizar os alunos e também trabalhar aspectos linguísticos através de análises de posts. No entanto, acredito que o Facebook seja uma rede social ultrapassada para ser trabalhada com os alunos, os quais utilizam muito mais o <a href="https://www.instagram.com/">Instagram</a>, <a href="https://www.snapchat.com">Snapchat</a>, entre outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 14:10:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações nas Redes Sociais </title>
         <author>mislened_sil</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166560545</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei muito interessante Paiva (2016) comparar o Sistema ecológico com as interações que acontecem no Facebook (e que acontecem também em outras Redes Sociais). Acredito que a “competição” e “predação” são as interações mais perigosas, como foi citado no artigo, as consequências de um <em>post </em>ofensivo podem ser irreparáveis.&nbsp; Por outro lado, essa ferramenta pode ser usada de forma positiva para divulgar ideias, informações relevantes e, até mesmo, fazer denúncias. Recentemente, várias mulheres mobilizaram-se no Facebook para denunciar um caso de agressão doméstica em um reality show, provavelmente, se não ocorresse este tipo de mobilização nenhuma providência seria tomada. Há também movimentos políticos, como o caso da “Primavera Árabe”, em que mobilizações virtuais se transformaram em mudanças políticas reais. Enfim, é preciso muito bom senso para usar as Redes Sociais, pois o uso indevido pode causar sérios danos.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 14:52:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interação nas redes sociais.</title>
         <author>lorry_lorrayne</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166562699</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 15:02:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interação nas redes sociais</title>
         <author>lorry_lorrayne</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166564023</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 15:09:39 UTC</pubDate>
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         <title>FB espelho social </title>
         <author>nataliavieirapelegrino</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166576993</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como no artigo a autora relaciona o FB há uma comunidade ecológica, nossa comunidade física e social também pode ser comparada. Em nosso ambiente cultural social também existe diversas interações como o "comensalismo", "mutualismo" entre outros. A diferença está na liberdade que a internet nos proporciona de falar e/ou escrever sem que soframos julgamentos severos que a proximidade proporciona. As pessoas colocam na internet, se expressam da forma como realmente são socialmente, e em uma rede social ela se encontra com outras pessoas que cultivam os mesmos pensamentos, como que demonstra o numero de amigos, páginas e grupos curtidos. O Facebook se espelha no comportamento social, porem um comportamento inibido. E atualmente o comportamento social também se espelha no FB, como exemplo são a grande maioria dos assuntos em uma conversa presencial são sobre posts do FB.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 16:02:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interação nas redes sociais</title>
         <author>palomasgomes</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166580058</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 16:17:34 UTC</pubDate>
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         <title>Facebook como espaço de interação humana</title>
         <author>nandscosta</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166580181</link>
         <description><![CDATA[<div>Criado em 2004, o Facebook é atualmente uma das redes sociais mais utilizadas em todo o mundo, com mais de um bilhão de usuários em acesso constante a ela. Desse modo, surge também como meio de observação dos mecanismos sociais atuantes na sociedade do século XXI, os quais são hiperbolizados em produções digitais como a série Black Mirror (2011) e promovem reflexões como a realizada por PAIVA (2016). Nesse material, a autora caracteriza a rede social como um sistema ecológico baseada no processo de transposição da interação humana ao meio digital, que pode ser entendido por meio de conceitos como mutualismo, comensalismo, competição e predação. É facilmente perceptível a maneira com que a competição se estabelece nesta rede social: fotos, status, <em>check-in</em>, atualizações e checagens a todo o momento demonstram a maneira quase doentia com que a sociedade atual reduz o prazer em suas atividades ao status  que elas lhe garante.  Já a ideia de mutualismo é o fator que amplamente auxilia no progresso e na evolução de ideias, pois são diversos os casos em que o "Efeito Borboleta" (também trabalhado por PAIVA) alcançou meios de realmente modificar uma situação degradante a um grande número de pessoas, como a Primavera Árabe ou mesmo o recente movimento no Brasil "Mexeu com uma mexeu com todas", em que a voz feminina pôde finalmente ser ouvida. Em virtude disso, ressalta-se a maneira com que o bom senso deve auxiliar o uso da rede a fim de gerar efeitos positivos ao todo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 16:18:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Facebook e interação social</title>
         <author>palomasgomes</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166581065</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso da Internet, sobretudo das redes sociais, para se relacionar com as pessoas, vem desencadeando uma série de reflexões acerca desse "novo" comportamento social. Ainda que seja em larga escala, esse contato virtual ainda causa preocupação em uma parte da sociedade que não sabe quais serão as consequências dessa prática. No texto de Paiva (2010), encontramos não apenas dados históricos sobre o facebook (rede social criada em 2004 e que cada vez mais está presente nas relações interpessoais e educacionais), como também algumas expressões- chave para entender o seu funcionamento de forma mais aprofundada. "Atualmente, a tendência dos usuários da Internet é se fixar no FB que se constitui como um estado atrator da comunicação na internet, um ambiente em que comportamentos semelhantes se repetem". (PAIVA, 2010). Esse trecho nos permite refletir sobre o facebook enquanto sistema de comunicação, em que há os padrões de comportamento a serem seguidos, o que tem seu lado negativo , que é o da simples repetição de ações, ao invés de se refletir sobre o que já existe e criar.&nbsp; Outro ponto colocado em questão pela autora foi o fato de que o facebook permite "<em>interações dinâmicas</em>". Esse dinamismo também reflete o fato de que o "<em>sistema é aberto</em>", sendo bastante comum o surgimento de novas amizades a partir desse meio e o compartilhamento de postagens, fotos, por pessoas que nem mesmo conhecemos. A possibilidade de curtir, compartilhar, comentar, bloquear, excluir, além de dar todo esse dinamismo ao facebook é imprescindível para o sistema ser "<em>sensível ao feedback</em>" , de modo que as opiniões individuais ou coletivas tornam-se públicas com uma facilidade e rapidez assustadoras. Sem dúvida esse aspectos é positivos pelo fato de que as manifestações dos diversos segmentos sociais e dos indivíduos é catalisada, permitindo uma maior prática da democracia. Porém, o excesso de liberdade que se encontra no facebook, e a despreocupação muitas vezes com o que se "diz" virtualmente, gera o que Paiva nomeia "efeito borboleta", fenômeno em que uma simples publicação, mensagem, ou outro, toma proporções inimagináveis e desnecessárias. O FB  se tornou o novo palco da relação humana, da comédia à tragédia. <br> </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 16:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Facebook e as interações nas Redes Sociais</title>
         <author>gabrielareis1990</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166586216</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook trabalha com interação cada vez que você posta em seu perfil, ou no perfil de outra pessoa com um comentário, uma curtida ou um emoji. Quanto mais interações você tem com seus amigos e seguidores no Facebook, o mais provável é que você veja seus posts alimentarem o seu perfil. Se você não participa de muita interação em sites de redes sociais, os motores de busca considerem você como inativo. No caso, eu, que tenho a rede social, mas não a uso muito e nem compartilho coisas muito pessoais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 16:44:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166586216</guid>
      </item>
      <item>
         <title>De acordo com o texto de Paiva (2016) podemos perceber uma certa relação entre as mídias sociais como um sistema complexo de interação ecológica. Achei muito interessante essa colocação no texto, porque quanto mais nos tornamos &quot;ciborgues&quot; mais exaltamos também a nossa condição como animais racionais nessas interações que podem ser percebidas nos biomas: comensalismo, mutualismo, etc.  </title>
         <author>giulias0ster</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166602525</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 17:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações sociais</title>
         <author>claudianaaparecida2010</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166624711</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei muito interessante essa comparação metafórica das interações sociais com as interações ecológicas. Não havia parado para pensar nesse sentido e acredito que a interação que mais me chamou a atenção foi a predatória. Os exemplos citados também foram muito enriquecedores.<br>O facebokk sem dúvida é uma rede que atrai diversos tipos de pessoas, algumas bem intencionadas outras nem tanto. Com certeza alguém conhece alguém que tenha sido (ou já foi) alvo de pessoas que apareceram com o intuito de prejudicar.&nbsp;<br>Essa interação predatória muitas vezes (ou talvez sempre) afeta psicologicamente o usuário, nesse sentido é comum ouvir relatos de pessoas que deixaram a rede por um certo tempo para "respirar"&nbsp; e se sentiram muito bem.&nbsp;<br>A partir do artigo vou começar a observar criticamente os tipos de interações presentes na minha página na rede.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 20:03:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Facebook: Sem limites?</title>
         <author>getersonvonrandow</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166630574</link>
         <description><![CDATA[<div>O FB é uma ferramenta muito útil e interessante da atualidade. A facilidade de propagação de informações, opiniões e ideais é fantástica, promovendo muitas oportunidades para as pessoas e até mesmo empresas interagirem com quem está distante fisicamente. Seja para ter contato com pais que moram longe, amigos de infância ou até mesmo com colegas de trabalho e empresas, o FB proporciona aos usuários poderem se comunicar com eficiência, seja por meio da linguagem escrita, vídeos ou imagens. Na rede social todos tem a oportunidade e, muitas vezes, a coragem de exporem suas opiniões e gostos, o que, para alguns, em uma comunicação social em “carne e osso” pode ficar um pouco reprimida ou subentendida.&nbsp; Ninguém consegue controlar o que suas ideias podem gerar. Mas na internet a vontade de se exteriorizar sua personalidade se torna cada vez mais vívida, o que pode trazer alguns conflitos de pensamentos com pessoas que, em primeiro contato, se acharia que fossem combinar. O que muitos não sabem identificar é o que podemos chamar de “O Limite”. Com a distância física muitas vezes as pessoas acham que podem expor suas ideias sem ter que arcar com as consequências de uma opinião muito polêmica. Cabe o bom senso. O que você não faria com a sua imagem na sua interação social e profissional, não deve ser feito no ambiente virtual.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 20:45:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interação nas redes sociais: algumas interpretações relacionadas ao uso da linguagem e o sistema ecológico</title>
         <author>paloma_elo</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166631973</link>
         <description><![CDATA[<div>A interação social é uma ferramenta de comunicação bastante complexa e importante para a propagação das línguas e socialização dos indivíduos. Nas últimas décadas, a tecnologia utiliza dos meios virtuais para expandir a linguagem – seja ela de relação entre pessoas, de informações compartilhadas, de entretenimento. <br><br></div><div>Diante dos fatores que constituem a internet, é possível dizer que esta é dinâmica e muito flexível no que tange aos aspectos de variação das formas e meios para realizar interações. Sobre essa perspectiva, Paiva (2016, p.14) apresenta uma argumentação em "que a comunidade do FB tem comportamento semelhante ao dos biomas naturais com interações mutualistas, comensalistas, competitivas e predatórias”. Isso pode ser refletido na esfera política, por exemplo, pois as interações sociais são meios de se atingir públicos-alvo que talvez sejam vistos, pelo viés biológico, como “presas”. <br><br></div><div>Por outro lado, o Facebook é capaz de ser um reflexo da relação de mutualismo no exemplo de adoção de animais. Para esse fim, as pessoas compartilham publicações de outras, de modo que as pessoas que queiram adotar se beneficiem e as responsáveis pelo resgate do bichinho também. Assim, a interação social é repleta de inúmeras funções, sentidos e objetivos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 20:55:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166631973</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Achei interessante o texto de Paiva (2016) estabelecer uma relação entre o Facebook e o ambiente ecológico. Concordo principalmente com as colocações sobre a rede social possuir as mesmas relações que um bioma ecológico, em especial em relação à competição. Apesar de usar o Facebook mais para manter contatos com amigos e família e para obter e divulgar informações profissionais, observo pela postagens de amigos que sigo um clima muito forte do que foi definido como competição no texto e que, muitas vezes, acaba se desenvolvendo em predação, infelizmente.</title>
         <author>eloahrochido</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166647277</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 23:36:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166647277</guid>
      </item>
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         <title>Facebook e o poder </title>
         <author>jessyca_correia</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166649647</link>
         <description><![CDATA[<div>O Facebook&nbsp; tornou-se uma ferramenta significativa na vida das pessoas. A capacidade de aproximar aqueles que estão longe, de possibilitar um meio para que possamos expor o que pensamos e gostamos, conseguiu atrair o mundo todo. Entretanto, a expansão do alcance dessa rede trouxe uma série de questionamentos sobre o modo de utilização desse meio.&nbsp; PAIVA (2016) expõe a missão do FB e isso me chamou a atenção. A primeira palavra que aparece é "poder". É exatamente dessa forma que consigo enxergar o modo com que as pessoas lidam com a rede social. Essa sensação de domínio sobre o que se diz, ou liberdade em poder dizer o que quiser, fez com que se percebesse a ausência de limite pelos usuários. Assim, os casos de violência, intolerância, discriminação, entre outros, tornaram-se recorrente nessa comunicação.&nbsp; O efeito borboleta mencionado pela Vera foi facilmente identificado em casos presentes no meu FB, sobretudo quando os assuntos são relacionados a posicionamento político. Infelizmente, ainda há muita dificuldade na compreensão do que é dito, e no modo claro que aquilo foi falado.&nbsp;<br>Tenho me questionado se existem formas para isso mudar. Acredito que apenas com o bom senso e a utilização do FB de maneira consciente pode ser capaz de tornar esse meio de comunicação mais leve e divertido; sem parecer um campo de guerra.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-17 23:55:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166649647</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A interação social nos move. Estamos o tempo todo conectados às redes sociais, verificando e-mails. Ainda que ela não se realize apenas pelo virtual, têm se ampliado mais dentro dele. O Facebook é um grande exemplo, através dele é possível se comunicar com qualquer indivíduo, esteja onde estiver. Não só uma ferramenta importante para a comunicação entre amigos, ele é uma ferramenta de informação e entretenimento. Sobre seu caráter competitivo, não posso deixar de citar o uso (inadequado) do Facebook para discutir assuntos políticos, profissionais, dentre tantos outros, que geram polêmica, discussões e competitividade dentro da rede social. Toda ferramenta de interação social terá seus prós e contras, o Facebook não é diferente, pois pode ser um facilitador de interação e de informação, mas também pode ser um grande vilão, que fere o ego e faz inimigos, muitas vezes por discussões desnecessárias e pela necessidade de competir dentro do grupo de amigos na rede.  </title>
         <author>angelica_stu</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166658763</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 01:27:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166658763</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gostaria primeiramente de dizer que tive o imenso prazer de assistir a palestra lecionada com esse tema e que foi de grande análise para mim. Principalmente o exemplo dado sobre o post do café onde um simples convite poderia se tornar uma guerra mundial (rsrsrs), mostrando onde a interação e opinião pessoal podem levar em uma simples rede social. Devido às ligações encontradas hoje no facebook, fica muito mais fácil uma organização para o ensino de línguas a um indivíduo ou turma. Várias são as plataformas ou social networks que estão integradas a essa rede. Com isso, fica mais fácil do professor preparar algo sem precisar sair “colhendo” ou até mesmo usando uma só plataforma para o ensino, temos aí então a questão de modalidade que é muito interessante. A questão de comodidade e intimidade também facilitam o processo. Por geralmente as pessoas terem em seus Facebooks somente pessoas próximas, ela fica mais a vontade para compartilhar e tem também interesse de ler informações postadas por outros.</title>
         <author>stephanorfspv</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166659427</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 01:35:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166659427</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vasoi</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166662269</link>
         <description><![CDATA[<div>Facebook tem muitas vantagens, a principal (na minha opinião) é a facilidade de manter contato com amigos ou familiares que estão morando longe. Podemos postar fotos, marcar pessoas específicas em tópicos que queremos mostrar e ver como eles estão em geral. Há também outras vantagens, como podemos ver no texto de Paiva (2016), sejam elas por comensalismo ou mutualismo, como campanhas de vacinação, artigos, promoções, crowdfunding, etc. Entretanto, acredito que as desvantagens também estejam aumentando aos poucos. Temos as mais sérias, como cyberbullying, que imagino que o próprio site do Facebook deve tentar combater (talvez com dificuldade), mas aos poucos as pessoas estão começando a usar o facebook mais para se exibir e como um objeto de poder ou concorrência. A internet move com muita rapidez e não podemos prever o que irá acontecer, nos resta tomar cuidado com o Facebook e tentar utilizá-lo de um modo produtivo ou construtivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 02:09:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166662269</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pinvs</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166665386</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalhar com metáforas é uma ótima forma de fixar conceitos. Esta da rede social como um ambiente ecológico, na minha opinião, resume muito bem as interações interpressoais nas redes, especialmente no Facebook. É válido dizer que a linha entre a vida virtual em tal rede e vida real do usuário é cada vez mais tênue, dado que o usuário acaba transpondo para a rede ideias, relações e outros apectos de sua vida, um processo que é ainda mais visível numa era em que smartphones e conexões móveis ou de wi-fi se tornaram extremamente comuns.<br><br>No entanto, ainda que uma metáfore referente à natureza se aplique, é necessário não perder de vista que o Facebook é um ambiente cultural. Assim, é necessário que o comportamento dos usuários tenha certos limites. é lícito dizer que algumas das relações de competição devem ser desestimuladas a partir do momento em que extrapolam a vida virtual e causem de fato danos reais a um determinado indivíduo, instituição ou grupo. Mais cuidado ainda deve-se ter com os comportamentos indicados como predatórios, pois esses, principalmente os que chegam a ponto de serem crimes, são prejudiciais a qualque ambiente, sejam eles online ou reais</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 02:52:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nathaliafrfaria</author>
         <link>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166665511</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de Paiva (2016), com sua articulação entre a realidade que o Facebook vivencia, cria e propaga e o universo ecológico, me fez olhar com outros olhos meu uso dessa rede social e, sem dúvidas, me deixará de "cabeça fervilhando" por mais alguns dias rs. Dentre todos os aspectos abordados, opto aqui por trazer algo mais subjetivo, ligada a uma percepção que vim desenvolvendo a partir da minha realidade profissional e pessoal, respectivamente. O FB como sistema adaptativo me remeteu à necessidade que muitas vezes sentimos de nos manifestar sobre algo, nem sempre por termos algo a dizer, mas porque os usuários esperam que tenhamos algo a dizer. Penso, por exemplo, no nosso caso de professores de Português: se, na mídia, propaga-se uma notícia a respeito de qualquer atualidade passível de ser assunto de vestibular, ou a morte de um escritor, ou uma descoberta linguística etc., percebo (já!) nitidamente a expectativa que os alunos criam de que seus professores se posicionem virtualmente. É uma cobrança ora implícita, ora explícita, com "posts" ou comentários questionando: "o que você achou disso?". E, se não nos posicionamos, somos facilmente considerados desatualizados, desinteressados ou, até mesmo, indecisos. Com o imediatismo que as redes sustentam devido à sua praticidade e dinamicidade, sequer podemos nos dar tempo para refletir sobre um assunto antes de opinarmos sobre ele. As opiniões são construídas simultaneamente à sua manifestação. Algo ainda mais grave, que percebi recentemente, ocorre quando há a morte de alguém, usuário ou não do FB. É necessário e até mesmo indispensável que pelo menos aqueles que eram mais próximos daquela pessoa escrevam uma mensagem de despedida para ela e, claro, tornem aquilo público! Da mesma forma que é grave considerar, no contexto de discussões políticas (como o texto exemplificou), o fato de o FB ser aberto, completamente público, de modo que as pessoas e tudo aquilo que dizem pode ficar exposto em dimensões inimagináveis, penso que o mesmo ocorre no âmbito pessoal e sentimental das pessoas (talvez, por isso, esse aspecto seja até mais grave!).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-04-18 02:55:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vlmop/6wgclce4wo82/wish/166665511</guid>
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