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      <title>fisiocardio by jose paula</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-18 14:29:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josedepaula</author>
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         <pubDate>2023-11-18 14:34:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josedepaula</author>
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         <pubDate>2023-11-18 14:34:31 UTC</pubDate>
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         <title>Vitória Vitoriano, Laura valcante, Beatriz Alves, Rebeca Ribeiro, Maria Luiza, Brenda Vilela, Giovana Diniz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 14:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>Variação da Pa e frequência em relação a diferentes intensidades de exercícios (tabela)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Pedro Cotrim</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-18 15:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade intensa - Wesley Henrique, Breno Medeiros, Breno Henrique, Gabriel Eduardo, Gabriel Faria, Gabriel Pinto.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No início do teste, em repouso, a pressão arterial foi medida em 110/80 mmHg, com uma frequência cardíaca de 85 batimentos por minuto (bpm).</p><p>Durante a atividade intensa de corrida, houve um aumento significativo na pressão arterial sistólica, atingindo 150 mmHg, enquanto a diastólica permaneceu relativamente constante em 80 mmHg. A frequência cardíaca aumentou substancialmente para 160 bpm.</p><p>Na segunda volta de corrida, a pressão arterial sistólica continuou a aumentar, chegando a 170 mmHg, mas a pressão arterial diastólica diminuiu para 60 mmHg. A frequência cardíaca elevou-se para 200bpm.</p><p>A interpretação desses dados sugere que, embora a pressão arterial sistólica tenha aumentado significativamente durante a atividade intensa, a pressão arterial diastólica permaneceu relativamente constante ou diminuiu um pouco.</p><p>Normalmente, durante o exercício físico, a pressão arterial sistólica tende a aumentar devido ao aumento do débito cardíaco e da demanda de oxigênio pelos músculos em atividade. A pressão arterial diastólica, no entanto, pode permanecer estável ou até diminuir devido à vasodilatação periférica, que ajuda a facilitar o fluxo sanguíneo e a entrega de oxigênio aos tecidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 11:48:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade moderada - Wesley Henrique, Breno Medeiros, Breno Henrique, Gabriel Faria, Gabriel Eduardo, Gabriel Pinto, Yuri Spina.</title>
         <author>wesleywe25_</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2796307686</link>
         <description><![CDATA[<p>No início do teste, em repouso, a pressão arterial foi medida em 120/80 mmHg, com uma frequência cardíaca de 80 batimentos por minuto (bpm).</p><p>Durante a caminhada leve, houve um aumento na pressão arterial sistólica, atingindo 160 mmHg, enquanto a pressão arterial diastólica permaneceu constante em 80 mmHg. A frequência cardíaca aumentou para 140 bpm.</p><p>A interpretação desses dados sugere que, mesmo com uma atividade moderada como a caminhada leve, houve um aumento na pressão arterial sistólica devido ao aumento do débito cardíaco e da demanda de oxigênio pelos músculos em atividade. No entanto, a pressão arterial diastólica permaneceu relativamente constante, o que pode indicar uma resposta adaptativa semelhante à observada no teste com atividade intensa.</p><p>Durante exercícios de intensidade moderada, o sistema cardiovascular geralmente responde aumentando a frequência cardíaca para suprir a demanda de oxigênio pelos tecidos em atividade. A pressão arterial sistólica pode aumentar devido ao aumento do débito cardíaco, mas a pressão arterial diastólica pode se manter estável ou até diminuir devido à vasodilatação periférica.</p><p>Os resultados podem mostrar uma redução na pressão arterial sistólica e diastólica a cada minuto à medida que o corpo se recupera. Após 5 minutos, espera-se que a pressão arterial tenha retornado a valores semelhantes aos do repouso (120/80 mmHg, de acordo com as informações iniciais).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 11:58:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedro Silva, Gabriel Cunha, Eliza Tran, Milene Natália, Brenda Ribeiro.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2797162403</link>
         <description><![CDATA[<p>No gráfico da atividade intensa, percebe-se o aumento da pressão arterial sistólica, constância na pressão diastólica e elevação da frequência cardíaca. Todos esses eventos sofreram modificações ao decorrer do trajeto, uma vez que durante atividades físicas, o aumento da demanda por oxigênio, pelos tecidos musculares, e, consequentemente, o aumento do débito cardíaco causam alterações nesses fatores. Essas alterações evidenciadas no gráfico, permanecem até que a vascularização periférica entre em ação para auxiliar o organismo no reestabelecimento do equilíbrio fisiológico. Já no gráfico da atividade moderada, embora essas alterações estejam mais brandas, elas ainda estão presentes, uma vez que os mecanismos adotados pelo organismos para suprir a demanda de oxigênio são os mesmo, ainda que, em intensidades distintas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 02:05:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fabio Almeida, Sarah Emily, Eduarda Peres, Nicoly Mendes, Pietro Fernandes, Silvia Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2798418598</link>
         <description><![CDATA[<p>O aumento da frequência altera a pressão arterial sistólica devido a relação PA=FC×DC. Sendo assim as únicas maneiras de alterar a pressão arterial é alterar a frequência e/ou o débito cardíaco. A pressão diastolica não se altera, já que, ela é alterada pelo tonus muscular das artérias ou pela resistência venosa periférica, ela não é alterada pela frequência cardíaca. A pressão arterial se normaliza devido a queda na frequência cardíaca, que é alterada pelo sistema parassimpatico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-21 20:11:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ryan Figueiredo, Guilherme Benedito, Gabrielle Noronha, Nicholas Tavares, Otávio Andrade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2798609902</link>
         <description><![CDATA[<p>Atividade física moderada:</p><p>Inicialmente, a pressão arterial marcava 120/80 mmHg, acompanhada por uma frequência cardíaca de 80 batimentos por minuto (bpm). Durante uma caminhada leve, a pressão arterial sistólica registrou um aumento para 160 mmHg, enquanto a diastólica permaneceu constante em 80 mmHg. Simultaneamente, a frequência cardíaca elevou-se para 140 bpm. Esses resultados indicam que, mesmo em atividades moderadas, houve um aumento na pressão arterial sistólica devido ao incremento do débito cardíaco e à maior demanda de oxigênio pelos músculos em atividade. Contudo, a pressão arterial diastólica permaneceu inalterada, sugerindo uma resposta adaptativa semelhante à observada em exercícios mais intensos. Durante o exercício moderado, é comum observar um aumento na frequência cardíaca para atender à demanda de oxigênio dos tecidos em atividade. A pressão arterial sistólica pode aumentar devido ao maior débito cardíaco, enquanto a pressão arterial diastólica pode se manter constante ou até diminuir devido à vasodilatação periférica.</p><p>Antecipa-se que, após 5 minutos de recuperação, a pressão arterial retorne aos valores iniciais de repouso (120/80 mmHg).</p><p><br/></p><p>Atividade física intensa:</p><p>Início do teste, em repouso, o valor de pressão arterial registrada foi de 110/80 mmHg, com uma frequência cardíaca de 85 batimentos por minuto (bpm).</p><p>Durante a atividade intensa, observou-se um aumento significativo na pressão arterial sistólica, atingindo 150 mmHg, por outro lado a diastólica permaneceu relativamente inalterada em 80 mmHg. Já a frequência cardíaca sofreu um aumento, marcando 160 mmHg.</p><p>Na segunda etapa da corrida, a pressão arterial sistólica continuou a subir, atingindo 170 mmHg, entretanto, a pressão arterial diastólica diminuiu para 60 mmHg. A frequência cardíaca atingiu 200 bpm. A partir da análise desses dados conclui-se que apesar do notável aumento na pressão arterial sistólica durante a atividade intensa, a pressão arterial diastólica permaneceu relativamente constante ou teve uma leve diminuição. Tipicamente, durante o exercício físico, a pressão arterial sistólica tende a aumentar devido ao incremento do débito cardíaco e à maior demanda de oxigênio pelos músculos em ação. Por outro lado, a pressão arterial diastólica pode se manter estável ou até diminuir devido à vasodilatação periférica, auxiliando na melhoria do fluxo sanguíneo e na entrega de oxigênio aos tecidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 00:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>Augusto Araújo, Dimitri, Diego Lemes, Gustavo Fabrício, Henrique Santos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2799274665</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes a realização da atividade foi aferida a pressão e constatada em 110/80, após essa aferição foram constatados os seguintes dados quando relacionados com o gráfico </p><ol><li><p><strong>Atividade Física Leve:</strong></p><ul><li><p>Aumento moderado na pressão arterial.</p></li><li><p>O fluxo sanguíneo para os músculos aumenta, mas a resposta não é excessiva.</p></li><li><p>Geralmente, a pressão arterial sistólica (pressão arterial máxima) pode aumentar de maneira controlada.</p></li></ul></li><li><p><strong>Atividade Física de Intensidade Média:</strong></p><ul><li><p>Aumento mais substancial na pressão arterial.</p></li><li><p>O coração bombeia mais sangue para fornecer oxigênio aos músculos em maior demanda.</p></li><li><p>A pressão arterial sistólica pode aumentar, mas ainda dentro de limites aceitáveis.</p></li></ul></li><li><p><strong>Atividade Física Intensa:</strong></p><ul><li><p>Aumento significativo na pressão arterial.</p></li><li><p>O coração trabalha mais intensamente para fornecer oxigênio aos músculos altamente ativos.</p></li><li><p>A pressão arterial sistólica pode atingir níveis mais elevados, mas normalmente se normaliza após o exercício.</p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 11:27:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitória Vitoriano, Laura Valcante, Beatriz Alves, Rebeca Ribeiro, Brenda Vilela, Giovana, Maria Luiza.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2799397729</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o exercício físico tem-se o aumento da pressão sistólica, pois aumenta o débito cardíaco. Isso é possível observar tanto no gráfico de atividade física intensa, quanto no de atividade moderada. Ademais, verifica-se que a frequência cardíaca aumenta de acordo com a pressão sistólica.</p><p>Espera-se que exista incremento mais acentuado da PAS nos dois primeiros minutos de exercício (fase de aquecimento); após o aquecimento, se estabelece um valor constante.</p><p>Quando o trabalho físico é interrompido, ocorre queda imediata da pressão arterial e da frequência, sendo observada nos dois casos.</p><p>É necessário que a recuperação da pressão arterial, em casos não patológicos, voltem em até 4 minutos, por meio da vascularização periférica. </p><p>Além disso, no experimento, observa-se uma leve mudança da pressão diastólica, que é explicada pelo calor intenso no momento da execução, mas normalmente, a pressão diastólica não altera.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 13:26:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vinicius Cesar, Talles Augusto, Vitor Rodrigues</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2799970949</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes da Atividade Física a pressão arterial era de aproximadamente 120/80 mmhg e frequência cardíaca de 80 bpm. Após a atividade física, a pressão arterial passou a ser aproximadamente 160/80 mmhg, mostrando que a atividade física aumenta apenas a pressão sistólica e a frequência cardíaca. A pressão diastólica esta relacionada com a resistência vascular periférica, assim, ela seria influência, por exemplo, em ambientes quentes, levando à vasodilatação com o objetivo de resfriar o corpo. Os gráficos mostram que, assim como o esperado, a pressão arterial sistólica e a frequência cardíaca volta ao normal após 5 minutos, retornando aos 120/80 mmgh e 80bpm iniciais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-23 01:33:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Izadora Helena, Maria Eduarda Nardy, Bianca Magalhães, Ana Luisa Melo, Fernanda Rodrigues, Jéssica Chitarra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/6vvs0kcgyhha2bb7/wish/2802209125</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, em repouso, a pressão arterial foi registrada em 120/80 mmHg, acompanhada por uma frequência cardíaca de 80 batimentos por minuto (bpm). </p><p><br/></p><p>No gráfico, durante a caminhada leve, houve um aumento da pressão arterial sistólica, que atinge 160 mmHg, enquanto a pressão arterial diastólica manteve-se constante. Em contrapartida, a frequência cardíaca aumentou para 160 bpm.</p><p>Percebe-se, portanto, que, mesmo em uma atividade moderada como a caminhada leve, a pressão arterial sistólica tende a aumentar, enquanto a pressão arterial diastólica pode manter-se mais estável. O aumento da pressão arterial sistólica se justifica em razão da maior demanda maior de oxigênio pelos músculos e pelo aumento do débito cardíaco. Para restabelecer o equilíbrio fisiológico, a pressão arterial diastólica mantém-se estável, podendo até diminuir a vasodilatação periférica, para facilitar o fluxo sanguíneo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-25 00:49:26 UTC</pubDate>
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